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    Estrangeiros observam ações e não palavras de Bolsonaro para investir no Brasil

    Por Rodrigo Campos

    NOVA YORK (Reuters) - Um rali nos ativos brasileiros pode se estender se o candidato preferido pelo mercado, Jair Bolsonaro (PSL), vencer a eleição presidencial em 28 de outubro e avançar com reformas do sistema previdenciário e com privatizações, disseram investidores.

    Mercados parecem estar dando de ombros para a falta de detalhes de Bolsonaro em suas propostas de políticas públicas durante a campanha, assim como para seu discurso misógino, homofóbico e racista. Eles também parecem estar rejeitando as preocupações de alguns brasileiros sobre o que seu discurso pode desencadear, em um país atolado em violência e profundamente polarizado.

    'Nenhum investidor me disse 'Não vou entrar no Brasil porque está muito polarizado'”, disse Alberto Bernal, chefe de mercados emergentes e estrategista global da XP Investments em Miami.

    'A realidade é que a polarização que existe no Brasil não é diferente da que existe no Reino Unido, na Alemanha, nos Estados Unidos', disse. 'O mundo se tornou muito mais polarizado.'

    Bolsonaro superou expectativas ao receber 46 por cento dos votos, quase 17 pontos acima de Fernando Haddad (PT), que ficou em segundo no primeiro turno, no domingo. Ele precisava de mais de 50 por cento para uma vitória no primeiro turno.

    Investidores ainda temem que uma vitória do PT irá significar um retorno à economia comandada pelo Estado, que descarrilaria as reformas que o presidente Michel Temer (MDB) fez avançar parcialmente no Congresso. A vitória do partido de Bolsonaro sobre o PT na eleição do último fim de semana ajudou a valorizar ativos brasileiros

    'Em jogo está um retorno às políticas intervencionistas do PT. Isto agora é menos provável, mas não impossível', disse Alberto Ramos, chefe de pesquisas econômicas do Goldman Sachs para a América Latina.

    'Se o mercado ficar mais confortável com implementação, há muito mais vantagem possível', disse.

    A reforma da previdência é o item mais importante nas mentes de investidores, disse Jim Craige, chefe de mercados emergentes na Stone Harbor Investment Partners.

    “Isto irá exigir destreza política da parte dele e nós ainda não sabemos o suficiente sobre ele para dizer com alto grau de convicção que isto será feito”, disse Craige.

    “Isto irá se desenvolver conforme ele monta sua equipe”.

    PACIFICADOR ORTODOXO

    Bolsonaro transferiu suas políticas econômicas para seu provável ministro da Fazenda, o economista Paulo Guedes, treinado na Universidade de Chicago. A instituição é conhecida por suas visões conservadoras e ortodoxas sobre políticas econômicas. Ele abordou um número de executivos, a maioria de bancos, para eventualmente assumir posições em seu ministério.

    'O mercado está dando o benefício da dúvida de que Bolsonaro será capaz de entregar algumas das coisas sobre as quais Guedes tem falado e está muito mais realista sobre o que está acontecendo. Privatizar tudo não vai acontecer”, disse Bernal.

    O consenso geral entre analistas do mercado financeiro é que ainda há espaço para crescimento dos ativos brasileiros.

    (Reportagem de Rodrigo Campos)

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    Investidores aguardam plano fiscal da Argentina após peso despencar

    Por Luc Cohen e Rodrigo Campos

    BUENOS AIRES/NOVA YORK (Reuters) - Os investidores aguardam nesta sexta-feira pistas de um pacote fiscal que o governo argentino afirmou que irá anunciar na próxima semana após as dramáticas perdas do peso, enquanto a oposição convocava protestos em meio ao aumento dos descontentes com o presidente Mauricio Macri.

    O peso perdeu 20 por cento de seu valor contra o dólar nos dois dias desde que Macri anunciou que pediu ao Fundo Monetário Internacional que antecipasse desembolsos do acordo de financiamento de 50 bilhões de dólares, o que alarmou os mercados sobre a capacidade da Argentina de financiar seu déficit de 2019.

    Falando a repórteres na quinta-feira à noite, o ministro da Fazenda, Nicolas Dujovne, afirmou que o governo anunciará uma série de novas medidas econômicas na segunda-feira, e que buscará um déficit fiscal primário em 2019 abaixo da meta de 1,3 por cento Produto Interno Bruto acordada com o FMI.

    O governo precisa fazer o que for preciso para colocar a conta fiscal em ordem, disse Bertrand Delgado, estrategista de mercados emergentes do Société Générale. 'Essa é a maneira de levar confiança de volta aos mercados', disse ele.

    O governo de Macri deve levar a proposta do orçamento de 2019 ao Congresso no próximo mês. Medidas de austeridade têm sido impopulares com muitos argentinos, que culpam os cortes orçamentários impostos pelo FMI por exacerbar os efeitos da crise econômica de 2001/02 que levou milhões à pobreza.

    Dezenas de milhares de pessoas marcharam pelo centro de Buenos Aires na quinta-feira exigindo orçamento mais alto para universidades públicas e salários maiores para professores e funcionários de universidades. Os manifestantes dizem que os salários foram corroídos pela inflação que atingiu uma taxa anual de 31,2 por cento em julho.

    (Reportagem de Luc Cohen em Buenos Aires e Rodrigo Campos em Nova York)

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    WIDER IMAGE-Portugal atrai investidores que fogem de seca e incêndios nos EUA e norte europeu

    (Veja ensaio fotográfico em https://reut.rs/2LE8mtb)

    Por Andrei Khalip

    ALQUEVA, Portugal (Reuters) - Enquanto incêndios florestais voltavam a consumir a Califórnia neste verão, Jose Dariush Leal da Costa, nativo do Estado norte-americano com raízes portuguesas, colhia suas primeiras amêndoas em um oásis ensolarado e úmido no sul de Portugal.

    Maior lago artificial da União Europeia com seus 250 quilômetros quadrados, o Alqueva irriga uma área do tamanho de Los Angeles, atraindo investidores estrangeiros em um momento no qual a mudança climática está provocando secas em locais como a Califórnia e o norte da Europa.

    Plantadores de frutas europeus, fabricantes de azeite espanhóis, produtores de amêndoas e bagas da Califórnia e do Chile e muitos outros estão chegando para competir com agricultores locais nestas terras irrigadas, cujos preços aumentaram 50 por cento nos últimos cinco anos.

    O projeto de irrigação de 5,8 bilhões de dólares no Rio Guadiana, iniciado duas décadas atrás para recuperar uma região ameaçada de desertificação, só agora está alcançando a capacidade concebida originalmente, e há planos para ampliá-lo.

    Também fez crescerem a renda e os empregos na região mais desamparada do país mais pobre do oeste europeu.

    'Temos água suficiente, a ponto de estarmos há cinco anos com seca e despreocupados com a água', disse Leal da Costa, observando que a escassez de água sempre foi uma preocupação na Califórnia, o maior produtor mundial de amêndoas, onde as fazendas disputam recursos hídricos com cidades e indústrias.

    NOVA CALIFÓRNIA?

    Durante uma viagem aos Estados Unidos em junho, o primeiro-ministro português, António Costa, convidou investidores da Califórnia, que tem um clima semelhante ao de Portugal, a se estabelecerem nos arredores de Alqueva, procurando capitalizar os temores do aquecimento global.

    'Foi muito eficiente. Na Califórnia a terra é muito cara e a água é muito escassa. Se você tem terra por preço bom e água sustentável e por preço bom, estes são os incentivos de que as pessoas precisam', disse Rusty Areias, ex-vereador da Califórnia e hoje investidor que se encontrou com Costa durante sua visita.

    Areias visitou Alqueva e está conversando com o governo sobre direitos sobre o uso da água para um investimento norte-americano em potencial, inclusive o seu, e ao mesmo tempo incentivando agricultores do ressecado condado californiano de Fresno a diversificar seus negócios em Portugal, que é 'descongestionado e muito parecido com a Califórnia nos anos 1950'.

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