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    Ministro do Turismo tenta, de novo, levar investigação sobre candidaturas-laranjas para STF

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, recorreu de decisão anterior do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que tinha rejeitado a remessa para a Suprema Corte de uma investigação feita pelo Ministério Público Eleitoral em Minas Gerais que tem como objetivo apurar eventuais irregularidades com a distribuição de fundos públicos para custear candidaturas do PSL naquele Estado.

    No recurso, o titular do Turismo pede que Fux reconsidere sua decisão anterior ou alternativamente submeta o pedido para apreciação do plenário do Supremo.

    A defesa do ministro insiste para que o caso vá para o STF com o argumento de que os crimes sob investigação teriam sido cometidos em tese por ele como deputado federal e que um posicionamento diferente desse desconsidera por completo o entendimento do Supremo referente ao foro privilegiado. A corte decidiu restringir o alcance do foro a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

    O ministro, que foi presidente do PSL mineiro e deputado federal mais votado no Estado, teria patrocinado um esquema de candidaturas-laranjas, todas abastecidas com recursos públicos recebidos pelo PSL, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Ele nega irregularidades.

    Nesta quinta-feira, a Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais instaurou um procedimento de recolhimento de informações para analisar a prestação de contas da candidata a deputada estadual Zuleide Aparecida de Oliveira, integrante do PSL que afirmou à Folha que o atual ministro do Turismo a teria convidado pessoalmente para uma candidatura-laranja nas eleições do ano passado.

    Ainda segundo o jornal, o acerto para a candidatura-laranja envolveria o compromisso de devolução de parte dos recursos do fundo eleitoral ao partido.

    Além da apuração preliminar relacionada às contas, A Procuradoria também determinou a remessa de cópia da reportagem ao promotor eleitoral da 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte, para ciência. É o promotor eleitoral que tem a competência para conduzir uma investigação criminal sobre o caso.

    Pede, ainda, nas diligências iniciais, que a candidata entre em contato com a procuradora para apresentar o material de campanha em seu poder.

    (Reportagem de Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello)

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    PGR manda investigação criminal sobre Flávio Bolsonaro para MPF do Rio

    BRASÍLIA (Reuters) - A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu enviar uma investigação criminal sobre o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) por suspeita de aumento irregular de patrimônio para o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), informou nesta quinta-feira a assessoria de imprensa do órgão à Reuters.

    Os detalhes dessa decisão de Dodge não estão disponíveis porque esse caso está sob sigilo, disse a PGR.

    A providência tomada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi a mesma que há duas semanas foi adotada ao remeter esse mesmo caso envolvendo um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro para o Ministério Público Eleitoral fluminense.

    Ou seja, pelo mesmo caso, Flávio vai enfrentar apurações na esfera criminal e eleitoral.

    Em nota divulgada nesta quinta, a assessoria de imprensa --assim como na apuração anterior-- protestou contra a apuração do caso. 'A assessoria declarou que o senador é vítima de perseguição política e repudia a tentativa de imputar irregularidades e crimes onde não há', diz a nota.

    Na decisão anterior, Dodge tinha justificado que os fatos investigados são anteriores à posse de Flávio Bolsonaro como senador e por isso o caso não estava na alçada da PGR ou do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “No caso em exame, os fatos investigados no inquérito policial, que está em fase bastante incipiente como relatado, precedem o início de mandato de senador da República pelo representado e não têm relação com o exercício deste mandato parlamentar federal”, disse Dodge, na ocasião.

    “Por isso, não há atribuição da Procuradoria-Geral da República, tampouco do egrégio Supremo Tribunal Federal, pois não se configura a situação de foro por prerrogativa de função', completou.

    O caso, segundo noticiado pelo jornal O Globo, envolve 'negociações relâmpago de imóveis' que teriam resultado no 'aumento exponencial' do patrimônio de Flávio. As suspeitas são de lavagem de dinheiro, por meio da compra de imóveis, e a declaração à Justiça Eleitoral do valor de um imóvel abaixo do seu preço real.

    As primeiras notícias relacionadas a possíveis irregularidades citando o nome de Flávio Bolsonaro diziam respeito ao ex-assessor dele Fabrício Queiroz, que teve movimentações financeiras atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf).

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Ministro do Turismo vai ao STF para suspender investigação em MG sobre 'laranjal do PSL'

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um recursos para suspender investigação feita pelo Ministério Público de Minas Gerais que tem como objetivo apurar eventuais irregularidades com a distribuição de recursos públicos para custear candidaturas do PSL naquele Estado.

    Álvaro Antônio pede na ação que a apuração fique paralisada até que se decida se o caso vai permanecer na corte, em razão do fato de o ministro deter foro privilegiado, ou com o MP de Minas.

    O ministro, que foi presidente do PSL mineiro e deputado federal mais votado no Estado, está no centro de uma polêmica após reportagem da Folha de S.Paulo ter apontado que Álvaro Antônio teria patrocinado um esquema de candidaturas-laranjas, todas abastecidas com recursos do PSL. Ele nega irregularidades.

    No recurso ao STF, Álvaro Antônio alega que a investigação do MP de Minas --a cargo da promotoria eleitoral-- 'viola frontalmente' a decisão do Supremo tomada no julgamento que restringiu o alcance do foro privilegiado.

    'A dissonância entre o comportamento ministerial e o entendimento dessa corte é flagrante, afinal, diga-se à exaustão, os fatos investigados teriam sido cometidos durante o exercício do mandato parlamentar e seriam intrinsecamente ligados ao cargo público', disse a defesa dele, protocolada na sexta-feira passada no STF e que tem o ministro Luiz Fux como relator.

    Além do pedido de liminar para suspender a investigação em Minas, os advogados do ministro querem que, no julgamento do mérito, se remeta a apuração para ser conduzida pelo Supremo.

    Mais cedo em entrevista à Rádio Gaúcha, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, descartou por ora a demissão do ministro do Turismo e espera o desdobramento das investigações.

    Onyx fez questão de diferenciar a demissão do ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno --também envolvido em supostos casos de candidaturas-laranjas-- do caso de Antônio. Segundo ele, Bebianno foi demitido por uma questão de quebra de confiança na relação com o presidente Jair Bolsonaro e não pela investigação em si.

    “A questão de Minas Gerais está sendo apurada. O governo observa. É preciso dar tempo que esclarecimentos apareçam e se tiver alguma coisa o presidente vai tomar uma decisão”, disse Onyx na entrevista.

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    Haiti promete cortar gastos e investigar PetroCaribe em meio a protestos

    SANTO DOMINGO (Reuters) - O governo do Haiti prometeu aprofundar uma investigação sobre a suposta corrupção no programa de petróleo PetroCaribe e reduzir seus gastos na tentativa de satisfazer algumas das exigências dos manifestantes enquanto protestos assolam o país.

    Durante um pronunciamento televisionado na noite de sábado, o primeiro-ministro Jean-Henry Céant anunciou nove medidas para aliviar a crise econômica haitiana. Ele disse que o governo cortará 30 por cento de seus gastos, conversará com o setor privado para tentar elevar o salário mínimo e indicará um novo diretor para intensificar o inquérito na PetroCaribe.

    'Eu e os membros do governo ouvimos a voz (da oposição), ouvimos este brado, entendemos sua raiva e indignação', afirmou Céant.

    Desde 7 de fevereiro, milhares de manifestantes pedem a renúncia do presidente Jovenel Moise e de Céant e um inquérito independente sobre o paradeiro dos fundos do acordo PetroCaribe, uma aliança entre países caribenhos e a Venezuela.

    Os termos preferenciais do acordo para a compra de energia deveriam ajudar a liberar fundos para auxiliar o desenvolvimento do país, assolado por desastres naturais e listado como o mais pobre das Américas, segundo o Banco Mundial.

    Céant alertou que os protestos criam o risco de instigar uma crise humanitária.

    'A população sofre muito, porque estradas bloqueadas não conseguem entregar água potável, alimentos, gasolina. É quase impossível ter eletricidade', disse Céant, que vinha mantendo silêncio sobre os protestos, que supostamente deixaram vários mortos e muitos outros feridos.

    Desde que as manifestações começaram, vários governos estrangeiros, como os de Estados Unidos e Canadá, instruíram seus cidadãos a evitarem viajar para o Haiti.

    A expectativa é que os protestos recomecem nesta semana.

    Para combater a crise econômica, o governo reduzirá as despesas diminuindo as viagens ao exterior e a contratação de conselheiros, segundo Céant. O governo também buscará mais investimento externo para reanimar a economia, acrescentou.

    Moise ainda pediu diálogo entre governo e oposição durante um discurso feito na quinta-feira.

    Em um comunicado emitido no sábado, o Fórum Econômico do Setor Privado, um grupo empresarial do Haiti, elogiou o pedido de diálogo do governo, mas disse que a crise é o resultado da 'falta de liderança' de Moise.

    (Por Ezequiel Abiu López)

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    Em decisão, Fux usa foro de 'diplomado' Flávio Bolsonaro para suspender investigação de ex-assessor

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício do STF, Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre movimentações financeiras atípicas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tendo como principal justificativa o fato de que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) teria pedido informações ao Coaf de dados bancários sigilosos sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro mesmo após ele ter sido eleito senador.

    A defesa de Flávio, que atualmente é deputado estadual, alegou que houve 'usurpação' de competência do Supremo quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras requereu informações sigilosas dele entre abril de 2007 até o momento para instruir a investigação do MP-RJ mesmo após ele ter sido diplomado senador.

    Flávio quer que a competência da apuração seja do STF e que todas as provas que instruíram o caso até então sejam declaradas nulas. Seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, ex-policial militar, passou a ser investigado após o Coaf detectar movimentações bancárias atípicas.

    Em decisão de quatro páginas, à qual a Reuters teve acesso, Fux suspendeu a apuração do MP do Rio até que o ministro Marco Aurélio Mello, relator original do recurso de Flávio, se pronuncie a respeito se esse caso vai correr no STF ou na Justiça estadual fluminense. Em razão do recesso do Judiciário, Marco Aurélio só deve retomar a análise do caso a partir de fevereiro.

    'Em análise meramente prelibatória, vislumbro a presença dos requisitos para a concessão da liminar pleiteada, em caráter de urgência, durante o plantão judiciário, no sentido da suspensão do procedimento de origem, sem prejuízo de futura análise pelo relator do feito', disse Fux, ao ponderar que o fato de ele ter sido diplomado lhe confere prerrogativa de foro no STF.

    O ministro argumentou ainda, com base no precedente firmado em maio de 2018 pelo STF, parlamentares só podem ser investigados pela corte por atos praticados durante o exercício do mandato e por fatos a ele relacionados.

    'Da análise dos autos, constata-se que a autoridade reclamada teria solicitado informações ao Coaf, acerca de dados bancários de natureza sigilosa, titularizados pelo reclamante, abrangendo período posterior à confirmação de sua eleição para o cargo de senador da República, sem submissão a controle jurisdicional', disse Fux, ao ponderar que há um princípio no qual essa análise de prerrogativa de foro tem de ser feita caso a caso.

    'Este o quadro, e com o fim de proteger a efetividade do processo, defiro a suspensão do trâmite do PIC 2018.00452470, até que o relator da presente Reclamação se pronuncie quanto ao pedido de avocação do procedimento e de declaração de ilegalidade das provas que o instruíram, alegada pelo reclamante', completou.

    No precedente firmado pelo Supremo em maio do ano passado, a corte não chegou a se manifestar sobre se o foro vale para pessoas após a diplomação ou somente após a investidura no cargo --no caso de Flávio, em fevereiro.

    AUSÊNCIAS

    Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018 mas não apareceu na data marcada.

    Segundo o procurador-geral do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, a ausência do ex-assessor nos depoimentos não atrapalhava as investigações, uma vez que o material disponível era bastante consistente.

    Flávio Bolsonaro também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.

    Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista ao SBT que entre suas atividades está a de revenda de carros. Ele disse que ganhava cerca de 10 mil reais por mês quando fazia assessoria a Flávio Bolsonaro e que seus rendimentos mensais eram de cerca de 24 mil reais, incluindo remuneração como policial.

    De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

    O presidente já justificou os depósitos afirmando que eram pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz, e disse que se tiver errado por não ter registrado a operação na declaração do Imposto de Renda, irá reparar o erro.

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    Onyx diz que investigação sobre caixa 2 permitirá esclarecimentos

    BRASÍLIA (Reuters) - BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira que a abertura investigação contra ele sobre episódios de caixa 2 é uma chance de esclarecer o assunto.

    O ministro, que esteve reunido com a bancada do PSDB na Câmara para uma primeira conversa antes do encontro da bancada com o presidente eleito Jair Bolsonaro na quarta-feira acrescentou não ver “problema” na abertura de investigação.

    “Para mim é uma bênção, porque vai permitir que tudo se esclareça”, disse a jornalistas antes de seguir para reunião com o PSD na Câmara. “Não tenho problema com isso, ao contrário, é uma chance de resolver.”

    “Sempre fui um combatente contra a corrupção e vou continuar sendo, sem nenhum problema”, disse. “Foi um erro cometido e que nós vamos continuar esclarecendo a população e vou continuar tendo a confiança das pessoas.”

    Onyx afirmou que se reúne com as duas bancadas nesta terça-feira para iniciar o diálogo com o Congresso.

    O ministro, que ficará responsável pela articulação com o Legislativo disse não ter uma fórmula para tocar a negociação com o Congresso, mas tem batido na tecla que não irá se utilizar do chamado “toma lá, dá cá”.

    Ele reconheceu a necessidade de alianças e parcerias. Na segunda-feira, ao apresentar a estrutura do novo governo, Onyx afirmou que iniciaria uma série de conversas com partidos, a despeito das declarações de Bolsonaro e aliados durante a campanha segundo as quais as relações não se dariam na base partidária, mas levaria em conta bancadas estaduais e frentes temáticas.

    “Nós estamos, volto a dizer, com humildade, procurando todas as bancadas. Nós precisamos construir para o presidente Bolsonaro a possibilidade de nós termos o apoio da Câmara dos Deputados”, disse o ministro após encontro com a bancada do PSD, que deve se reunir com o presidente eleito na próxima terça-feira.

    De acordo com o futuro ministro, o diálogo com as bancadas irá continuar “para que nós possamos chegar àquilo que é a nossa meta: ter uma base aqui nas votações que são importantes para transformar o Brasil que precisam de quórum qualificado --seja projeto de lei complementar ou seja emenda constitucional--, ter um volume de parlamentares bem superior a 320, 330, podendo chegar a quem sabe 350 parlamentares”.

    Sobre a disputa pela presidência da Câmara, Onyx afirmou que o governo adotará a postura de “não intervenção” no processo.

    “Não estamos tratando desse assunto.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    México cobra 'investigação completa' dos EUA sobre uso de gás lacrimogêneo na fronteira

    Por Susan Heavey e Lizbeth Diaz

    WASHINGTON/TIJUANA, México (Reuters) - O Ministério de Relações Exteriores do México enviou uma nota diplomática ao governo dos Estados Unidos pedindo uma 'investigação completa' sobre o que descreveu como uso de armas não letais direcionadas ao território mexicano no domingo, informou a pasta em comunicado na segunda-feira.

    O pedido formal foi emitido um dia depois que autoridades norte-americanas lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra imigrantes perto da passagem de fronteira que separa Tijuana, no México, de San Diego, na Califórnia, no momento em que alguns corriam em direção aos Estados Unidos.

    Mais de 40 imigrantes foram detidos no lado norte-americano, disseram autoridades da fronteira dos Estados Unidos, acrescentando que nenhum conseguiu cruzar com sucesso para o território californiano.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a repórteres durante evento em Mississippi que pode fechar a fronteira se imigrantes 'atacarem' a barreira. Durante o impasse de domingo, autoridades norte-americanas fecharam a passagem de San Ysidro, a mais movimentada do país, por diversas horas.

    'Nós a fecharíamos e a manteríamos fechada se vamos ter um problema. A manteremos fechada por um longo período de tempo', disse Trump.

    O incidente de domingo foi o mais recente capítulo de uma saga que tem oposto as duras políticas migratórias de Trump contra milhares de pessoas que atravessaram o México fugindo de violentos países da América Central.

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    PF faz buscas em investigação sobre pagamento de propina de R$4 mi a Jucá

    (Reuters) - A Polícia Federal foi às ruas nesta quinta-feira para cumprir nove mandados de busca e apreensão no Estado de São Paulo como parte de investigação sobre suspeita de pagamento de propina no valor de 4 milhões de reais ao senador Romero Jucá (MDB-RR) pela Odebrecht para viabilizar a edição de uma resolução do Senado em 2012.

    A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, no âmbito do inquérito 4382, que investiga Jucá com base nas delações de executivos da Odebrecht, incluindo o ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht.

    No total foram expedidos 9 mandados de busca e apreensão, sendo 7 na capital paulista, 1 em Santos e 1 em Campo Limpo Paulista, informou a PF em nota oficial.

    Documento disponível no site do STF que detalha o inquérito citado pela PF na operação afirma que, segundo o Ministério Público Federal, a empresa petroquímica Braskem --uma sociedade entre Odebrecht e Petrobras-- tinha interessa na aprovação da Resolução 72 do Senado, que consistiria em limitar a chamada “Guerra dos Portos”.

    Foi então combinado o pagamento da vantagem indevida no valor de 4 milhões de reais a Jucá pelo chamado setor de Operações Estruturadas da Odebrecht em troca de apoio à empresa na tramitação da medida, de acordo com inquérito.

    Em nota, a assessoria de Jucá afirmou que ele 'já prestou todas as informações sobre a resolução da uniformização da alíquota de ICMS que foi aprovada no Senado' e que 'tem cobrado reiteradamente o andamento das investigações para que tudo possa ser esclarecido o mais rápido possível'.

    A Odebrecht, também em nota, disse que 'continua colaborando com a Justiça e reafirma o seu compromisso de atuar com ética, integridade e transparência”.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro reconhece que trabalho de Moro o ajudou a crescer politicamente

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro reconheceu que o trabalho do juiz federal Sérgio Moro, anunciado nesta quinta-feira como futuro ministro da Justiça, na operação Lava Jato o ajudou a crescer politicamente.

    'Você tem que reconhecer o trabalho dele, muito bem feito. Inclusive em função do combate à corrupção, da operação Lava Jato, as questões do mensalão, entre outros, me ajudou a crescer, politicamente falando', disse Bolsonaro em sua primeira coletiva a jornalistas como presidente eleito.

    Bolsonaro afirmou desconhecer que tenha havido contato de sua equipe com Moro ainda na campanha eleitoral.

    'Foi o Paulo Guedes que conversou com ele', disse, mencionado o futuro comandante do superministério da Economia. 'Não, não foi durante a campanha não, pelo que eu sei, foi depois.”

    Moro irá comandar um Ministério da Justiça ampliado, agora voltando a cuidar da área de segurança pública e ainda outros órgãos de controle interno do governo. O juiz, responsável pela operação Lava Jato em primeira instância em Curitiba, disse que decidiu aceitar o convite para poder implementar uma agenda anticorrupção no país. [nL2N1XC1EY]

    CONGRESSO

    Bolsonaro afirmou que não trabalhará para fazer os presidentes de Câmara dos Deputados e do Senado mas afirmou que vai apoiar candidatos que tenham o compromisso de ajudar na aprovação de pautas e projetos do governo.

    Bolsonaro disse que o governo eleito precisa ter humildade e apoiar nomes de outras legendas, for a do seu partido, o PSL, que elegeu a segunda maior bancada na Câmara, mas tem a perspectiva de se tornar a primeira com transferência de deputados de siglas que não cumpriram a chamada cláusula de barreira.

    “Tem que apoiar alguém de outro partido logicamente com o compromisso de liberar a pauta para questões nossas“, disse Bolsonaro. “A gente poderia angariar mais simpatia de parlamentares e para o nosso projeto.”

    Bolsonaro insistiu que o compromisso que o futuro presidente da Câmara precisa ter é 'não segurar a nossa pauta“.

    Na coletiva, o presidente eleito garantiu que se alguém de seu governo for denunciado por irregularidade, vai responder por isso, e que não vai interferir em qualquer investigação durante seu mandato.

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    Investigação sobre bombas enviadas a críticos de Trump foca na Flórida; projeto teria saído da internet

    Por Mark Hosenball e Gabriella Borter

    WASHINGTON/NOVA YORK (Reuters) - A investigação sobre 10 bombas enviadas a membros importantes do Partido Democrata e críticos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está focada em pistas no Estado da Flórida, informou uma fonte da área de segurança nesta quinta-feira, enquanto outra fonte disse que investigadores acreditam que o projeto dos dispositivos veio da internet.

    Acredita-se que todos os pacotes suspeitos passaram pelo Sistema Postal dos Estados Unidos em algum momento, disse a fonte de segurança. Muitos dos pacotes tinham como endereço de devolução o endereço do escritório na Flórida da deputada Debbie Wasserman Schultz, que já liderou o Comitê Nacional Democrata, de acordo com o FBI.

    As instruções para tais explosivos estão amplamente disponíveis em sites e em propaganda distribuída por grupos militantes islâmicos, incluindo a Al Qaeda e o Estado Islâmico, de acordo com a segunda a fonte e um ex-especialista em bombas do governo federal.

    O ex-vice presidente Joe Biden e o ator Robert De Niro tornaram-se na quinta-feira os mais recentes alvos das bombas. Nenhuma delas explodiu.

    As bombas exaltaram o que já era uma campanha controversa antes das eleições parlamentares do próximo 6 de novembro, na qual os republicanos de Trump tentarão manter as maiorias no Senado e na Câmara dos Deputados. O episódio também chamou atenção para a retórica dura que Trump emprega contra seus adversários.

    Trump condenou as bombas mas depois culpou a imprensa, seu alvo mais frequente, por muito do tom raivoso.

    Até agora ninguém reivindicou a responsabilidade pelos pacotes, e o FBI alertou que o público relate qualquer pista e continue alerta.

    Alguns dos pacotes enviados para locais em Nova York tinham envelopes com um pó branco dentro deles, mas o diretor assistente do FBI William Sweeney disse em um pronunciamento em Nova York que as análises iniciais não indicavam uma ameaça biológica.

    As bombas caseiras descobertas na quarta-feira eram similares às enviadas a Biden e De Niro, disse um oficial federal à Reuters. Autoridades descreveram os dispositivos como 'rústicos' enquanto especialistas de segurança disseram que o objetivo poderia ser o de criar pânico, em vez de matar.

    ALVOS DOS DISPOSITIVOS

    Uma das bombas foi enviada à sede da CNN em Nova York, que sempre foi alvo do escárnio de Trump pela cobertura que faz dele, e a rede disse nesta quinta-feira que o dispositivo estava sendo levado em um caminhão à prova de bombas para o laboratório do FBI em Quantico, na Virgínia, para análise.

    Líderes democratas disseram que as bombas eram um sinal perigoso da atmosfera política antagônica criada pelo presidente.

    Trump e outros republicanos já compararam democratas com uma 'turba ensandecida', ao citar os protestos na audiência de confirmação do juiz da Suprema Corte Brett Kavanaugh.

    O FBI disse na quinta-feira que um dos pacotes enviados a Biden - que certa vez disse que teria brigado com Trump se eles estivessem no colégio - foi descoberto em uma unidade de correios em seu Estado natal de Delaware, e uma segunda em uma outra locação.

    O dispositivo enviado a De Niro, que foi ovacionado quando gritou obscenidades a Trump na premiação dos Tony Awards em junho, foi mandado a uma de suas propriedades na cidade de Nova York.

    Várias das pessoas que receberam bombas - incluindo o ex-presidente Barack Obama e a adversária de Trump nas últimas eleições, Hillary Clinton - são alvos frequentes dos críticos de direita.

    Vários políticos, incluindo o líder da maioria no Senado Mitch McConnell e o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, descreveram os pacotes de bombas como atos de terrorismo.

    'Alguém está tentando intimidar. Alguém está tentando calar as vozes deste país usando violência', disse De Blasio. 'Eu estou confiante que iremos encontrar o responsável ou os responsáveis'.

    Alguns grandes veículos de imprensa em Nova York, incluindo o New York Times, aumentaram sua segurança na quinta-feira.

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    TSE autoriza investigação pedida pela chapa de Haddad sobre suposto envio de mensagens anti-PT por empresários

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou nesta sexta-feira a abertura de uma investigação requerida pela chapa presidencial de Fernando Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas, conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo.

    A coligação de Haddad tinha requerido na quinta-feira a apuração com o objetivo de cassar a chapa do adversário e líder das pesquisas na corrida ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PSL), apontado pela chapa petista como beneficiário da ação que teria sido feita por empresários.

    Embora tenha autorizado a investigação, o ministro do TSE rejeitou os pedidos de liminar requeridos pela coligação petista para conceder liminares para fazer busca e apreensão e quebrar sigilos bancário, telefônico e telemático de empresários e empresas supostamente envolvidos no caso.

    '(...) Observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará (LC nº 64/90, art. 22, V a VIII), razão pela qual, à míngua dos pressupostos autorizadores, indefiro as postulações cautelares', decidiu o magistrado.

    Ao autorizar a instauração da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, o ministro do TSE determinou a citação dos envolvidos para, no prazo de cindo dias, oferecerem defesa.

    Nesta sexta-feira, o WhatsApp informou que está 'tomando medida legal imediata' contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    MPF investiga guru econômico de Bolsonaro por fraudes em negócios com fundos de pensão

    Por Ricardo Brito e Brad Brooks

    BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - A Procuradoria da República no Distrito Federal (MPF-DF) abriu investigação contra o economista Paulo Guedes, principal assessor econômico do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), por suspeita de que cometeu crimes em operações com fundos de pensão de empresas estatais, segundo documentos da apuração obtidos nesta quarta-feira pela Reuters.

    Na investigação conduzida pela força-tarefa da operação Greenfield a partir de relatórios da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o MPF apura se Guedes, apontado pela Previc como controlador do Grupo HSM Brasil, cometeu dois delitos da Lei dos Crimes Contra o Sistema Financeiro Nacional: gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras e se emitiu e negociou títulos mobiliários sem lastro ou garantias.

    Em nota, a HSM rebateu a informação da Previc e afirma que 'o certo é que o professor Paulo Guedes jamais foi sócio e controlador da HSM, informação equivocada que poderia ter sido apurada em mera consulta à Junta Comercial'.

    A nota também informa que Guedes 'não exerce qualquer cargo ou função' na HSM desde 22 de outubro de 2014, data em que se desligou do conselho.

    Uma nota técnica da Previc, citada pelo MPF, informa que 'há relevantes indícios de que, entre os meses de fevereiro de 2009 e junho de 2013, diretores/gestores dos fundos de pensão Funcef, Petros, Previ, Postalis (todas alvos da Operação Greenfield), Infaprev, Banesprev e Fipecq e da sociedade por ações BNDESPar possam ter se consorciado com o empresário Paulo Roberto Nunes Guedes (...), controlador do Grupo HSM Brasil, a fim de cometerem crimes de gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras equiparadas e emissão e negociação de títulos mobiliários sem lastros ou garantias, relacionados a investimentos no FIP BR Educacional.'

    O grupo de Guedes conseguiu captar 1 bilhão de reais nessas operações, de acordo com a investigação, que foi revelada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada posteriormente à Reuters por um procurador com conhecimento direto do caso.

    Em nota, os advogados de Paulo Guedes, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, chamaram o relatório de 'mentiroso' e disseram que vão apresentar 'documentação que comprova a lisura das operações'.

    'Causa perplexidade que, às vésperas da definição da eleição presidencial, tenha sido instaurado um procedimento para apurar fatos apresentados por um relatório manifestamente mentiroso', afirma a nota.

    'Cumpre esclarecer que o fundo FIP BR Educacional não trouxe qualquer prejuízo aos fundos de pensão. Ao contrário. Ele apresentou retorno substancialmente acima do objetivo estabelecido no regulamento firmado entre os cotistas', acrescentou.

    Também em nota, a Previ disse que 'no caso específico do FIP BR Educacional a Previ obteve retorno nominal de 116,99 por cento e um retorno acima da meta atuarial em 49,85 por cento'. Afirmou ainda que após encerramento do FIP, 'foi realizada uma avaliação do investimento pela auditoria interna da Previ, que validou a conformidade das operações'.

    Bolsonaro vai enfrentar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno da eleição presidencial, no dia 28 de outubro, após ter sido o mais votado no primeiro turno com 46 por cento dos votos, enquanto Haddad ficou em segundo lugar com 29 por cento.

    (Reportagem adicional de Tatiana Ramil e Eduardo Simões)

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