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    Trump diz que secretário de Justiça deveria encerrar 'já' inquérito sobre a Rússia

    Por Doina Chiacu e Susan Cornwell

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o secretário de Justiça, Jeff Sessions, deveria encerrar uma investigação federal sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016 e uma possível cooperação da campanha de Trump com Moscou.

    O presidente republicano vem se queixando há tempos do inquérito criminal sobre sua conquista da Casa Branca, mas o comentário desta quarta-feira pareceu ser seu apelo mais direto pelo fim da investigação do procurador especial Robert Mueller.

    Em uma série de tuítes, Trump classificou como uma 'FARSA TOTAL' a ideia de que sua campanha trabalhou com Moscou. 'Esta é uma situação terrível e o secretário de Justiça Jeff Sessions deveria acabar com esta caça às bruxas manipulada já, antes que ela continue a manchar nosso país ainda mais', disse.

    A Casa Branca afirmou que o tuíte não era uma ordem para Sessions e que Trump estava expressando sua frustração com a duração do inquérito.

    Trump também alegou que Mueller está 'totalmente em conflito'. Ele não apresentou nenhuma prova de que a equipe liderada por Mueller, um republicano nomeado por um republicano, o trata com parcialidade.

    O primeiro julgamento resultante do inquérito sobre o papel russo na eleição começou na terça-feira em Alexandria, no Estado da Virgínia. Nele, Paul Manafort, ex-gerente de campanha de Trump, enfrenta 18 acusações de fraude bancária e tributária.

    Uma porta-voz do Departamento de Justiça disse que o organismo não tem nenhum comentário imediato sobre o tuíte de Trump a respeito do encerramento da apuração de Mueller.

    Rudy Giuliani, o advogado pessoal de Trump, disse que seu cliente expressou no tuíte uma opinião defendida há tempos por sua equipe.

    'Estamos dizendo há meses que é hora de encerrar este inquérito. O presidente expressou a mesma opinião', declarou Giuliani à Reuters.

    Trump vem atacando Sessions continuamente por se abster da investigação sobre a Rússia em março de 2017. Sessions citou seu papel de conselheiro sênior da campanha presidencial de Trump e indicou o vice-secretário de Justiça, Rod Rosenstein, para supervisionar a investigação.

    Rosenstein, por sua vez, indicou Mueller e é a pessoa que tem autoridade para demiti-lo.

    Mueller tem amplo apoio no Congresso, onde os republicanos governistas controlam as duas casas. Seis senadores republicanos que participariam de uma votação nesta quarta-feira desaprovaram o tuíte de Trump pedindo o fim do inquérito.

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    Grupo que fez campanha pelo Brexit enfrenta investigação policial sobre excesso de gastos

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - O grupo britânico oficial da campanha para o Brexit, Vote Leave, foi multado em 61 mil libras, nesta terça-feira, por violar regras de gastos no referendo de 2016 sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, e o caso foi encaminhado à polícia pela Comissão Eleitoral.

    A medida da comissão, que disse que violações sérias da lei foram cometidas pelo Vote Leave, se somou a pedidos de oponentes do Brexit para que o referendo seja realizado novamente, embora a primeira-ministra britânica, Theresa May, tenha descartado repetidamente a possibilidade de outra votação.

    Nesta terça-feira, um porta-voz da premiê afirmou que o referendo foi um exercício democrático legítimo.

    'Estamos muito certos de que esse foi um exercício democrático legítimo, no qual o público apresentou sua opinião e é isso que nós vamos cumprir', disse o porta-voz.

    Dois anos depois de escolher deixar o bloco por 52 por cento contra 48, o Reino Unido, seus líderes políticos e empresariais permanecem profundamente divididos sobre os planos do país para sair da União Europeia no dia 29 de março de 2019.

    A comissão disse que o grupo Vote Leave, liderado por importantes figuras como o ex-ministro de Relações Exteriores Boris Johnson e o ministro do Meio Ambiente, Michael Gove, usou um grupo aliado para pagar a companhia Aggregate IQ, que usou dados de redes sociais para atingir eleitores, excedendo o limite de gastos.

    'Encontramos evidências substanciais de que os dois grupos trabalhavam em um plano comum, não declararam seu trabalho conjunto e não aderiram ao limites legais de gastos', disse Bob Posner, diretor de finanças e regulação política da comissão.

    Defensores do Brexit dizem estar lutando contra uma tentativa do establishment britânico de impedir a saída da União Europeia e têm negado repetidamente acusações de opositores de que teriam trapaceado, mentido e até conspirado com a Rússia para ganhar o referendo.

    O Vote Leave disse que a Comissão Eleitoral fez acusações falsas, não interrogou ninguém do grupo e não seguiu o processo devido.

    'Tudo que isso sugere é que a comissão supostamente imparcial é motivada por uma agenda política ao invés de descobrir os fatos', disse porta-voz do grupo, acrescentando que a comissão 'baseou suas conclusões em acusações infundadas e em teorias da conspiração'.

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