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    Impasse entre Irã e EUA é 'choque de vontades', diz comandante da Guarda Revolucionária

    GENEBRA (Reuters) - O impasse entre o Irã e os Estados Unidos é um 'choque de vontades', disse um comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária iraniana nesta quinta-feira, insinuando que qualquer inimigo que se 'aventurar' enfrentará uma reação esmagadora, relatou a agência de notícias Fars.

    As tensões entre os dois países aumentaram depois que os EUA enviaram mais forças militares ao Oriente Médio, em uma demonstração de força contra o que autoridades norte-americanas dizem ser ameaças iranianas às suas tropas e seus interesses na região.

    'O confronto e o enfrentamento da República Islâmica do Irã e do governo maligno da América é a arena de um choque de vontades', disse o chefe do Estado Maior das Forças Armadas do Irã, general Mohammad Baqeri.

    Ele lembrou uma batalha da Guerra Irã-Iraque de 1980 a 1988 na qual seu país foi vitorioso e disse que o desfecho poderia ser a mensagem de que o Irã terá uma 'reação dura, esmagadora e aniquiladora' contra qualquer inimigo que se 'aventurar

    No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, tuitou: 'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!'

    Trump restaurou as sanções a Teerã no ano passado e as intensificou neste mês, ordenando que todos os países parem de importar petróleo iraniano se não quiserem enfrentar suas próprias sanções.

    Ele quer que o regime se sente para negociar um novo acordo com mais restrições aos seus programas nuclear e de mísseis.

    Reiterando a postura do Irã, o porta-voz do Supremo Conselho de Segurança Nacional disse nesta quinta-feira que 'não haverá nenhuma negociação entre o Irã e a América'.

    Segundo citações da emissora estatal, Keyvan Khosravi também disse que algumas autoridades de vários países visitaram o Irã recentemente, 'a maioria representando os Estados Unidos'.

    Ele não detalhou, mas o ministro das Relações Exteriores de Omã, que já ajudou a encaminhar negociações entre o Irã e os EUA, visitou Teerã na segunda-feira.

    'Sem exceção, a mensagem de poder e resistência da nação iraniana foi transmitida a eles', disse.

    Em Berlim, uma fonte diplomática alemã disse à Reuters que Jens Ploetner, diretor político da chancelaria da Alemanha, está em Teerã nesta quinta-feira para se reunir com autoridades iranianas para tentar preservar o acordo nuclear firmado com o Irã em 2015 e diminuir as tensões na região.

    (Por Babak Dehghanpisheh, em Genebra, e Bozorgmehr Sharafedin, em Londres)

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    Irã rejeita conversas com EUA e diz que enfrenta 'guerra econômica'

    DUBAI (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, rejeitou qualquer conversa com os Estados Unidos e pediu, nesta terça-feira, que o governa tenha mais poder para administrar a economia abalada por sanções em meio a uma 'guerra econômica'.

    O presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo nuclear firmado em 2015 entre o Irã e potências mundiais segundo o qual Teerã limitou sua capacidade de enriquecimento de urânio --uma rota em potencial para uma bomba nuclear-- e, em troca, obteve um alívio nas sanções.

    Mas Trump restaurou as sanções no ano passado e as intensificou neste mês, ordenando que todos os países parem de importar petróleo iraniano se não quiserem enfrentar sanções.

    Washington disse que pretende pressionar Teerã a entrar em novas negociações sobre um novo acordo de controle de armas. O Irã já rejeitou várias vezes qualquer nova tratativa enquanto os EUA se mantiverem fora do pacto nuclear.

    'A situação atual não é adequada para conversas, e nossa única escolha é a resistência', disse Rouhani, segundo a agência de notícias estatal Irna.

    Na segunda-feira, Trump disse que o Irã será confrontado com 'grande força' se tentar algo contra interesses dos EUA no Oriente Médio, acrescentando que está disposto a conversar com o regime 'quando eles estiverem prontos'.

    Rouhani comparou a situação com a guerra iraniana contra o Iraque nos anos 1980, quando centenas de milhares de pessoas foram mortas, e disse que o governo precisa de poderes semelhantes àqueles que recebeu à época para conduzir a economia.

    'Em nenhum período anterior enfrentamos os problemas atuais no setor bancário e nas vendas de petróleo, por isso precisamos que todos se concentrem e sintam as condições da guerra econômica', disse Rouhani, de acordo com a Irna.

    No ano passado, o Irã criou tribunais de julgamento rápido depois que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, pediu uma ação legal 'veloz e justa' para confrontar uma 'guerra econômica' com inimigos estrangeiros.

    Nesta terça-feira, o porta-voz do Judiciário, Gholamhossein Esmaili, disse que uma das cortes condenou 10 empresários a até 20 anos de prisão devido a acusações como 'sabotagem econômica', relatou a agência de notícias Fars. O Irã executou ao menos três empresários por crimes econômicos no ano passado.

    (Rdação de Dubai e Ali Abdelaty, no Cairo)

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    Irã pede a Trump que trate país com respeito e sem ameaças de guerra

    LONDRES (Reuters) - O Irã cobrou os Estados Unidos, nesta segunda-feira, a se dirigirem à República Islâmica com respeito, e não com ameaças de guerra, um dia depois de o presidente Donald Trump despertar o temor de um possível conflito entre EUA e Irã.

    Como sinal de um confronto em ebulição um ano depois de Washington se desligar de um acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã e readotar sanções, Teerã anunciou um aumento de quatro vezes no ritmo de produção do enriquecimento de urânio de baixo grau.

    As tensões entre Washington e seus aliados sunitas no Golfo Pérsico, de um lado, e de Teerã e seus representantes xiitas na região do outro, ardem há semanas.

    No domingo, Trump tuitou: 'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!'.

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, respondeu em sua conta de Twitter: 'Nunca ameace um iraniano. Tente o respeito – funciona!'.

    Zarif, que foi educado nos EUA, na verdade elogiou Trump por comentários anteriores vistos como alertas à linha-dura do governo norte-americano que estimula um conflito.

    O presidente 'deplora com razão o complexo militar-industrial pressionar os EUA a Guerras Infinitas', tuitou Zarif.

    Mas ele disse que Trump permitiu que um 'time B' de assessores liderados pelo conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, 'jogasse fora a diplomacia', e os acusou de 'ordenhar carniceiros despóticos através da venda maciça de armas' -- uma referência aparente ao maior rival regional do Irã, a Arábia Saudita, maior compradora de armas de Washington.

    Trump endureceu as sanções econômicas contra o Irã, e seu governo diz que reforçou a presença militar norte-americana na região.

    Os EUA acusam Teerã de representar uma ameaça a seus soldados e interesses, o que o regime nega, descrevendo as medidas dos EUA como 'guerra psicológica' e um 'jogo político'.

    Também nesta segunda-feira, o Reino Unido aconselhou o Irã a não subestimar a determinação dos EUA, alertando que se os interesses norte-americanos forem atacados o governo Trump retaliará.

    O chanceler de Omã, Estado do Golfo Pérsico que ajudou a encaminhar conversas entre Irã e EUA no passado, visitou Teerã nesta segunda-feira. Yousuf bin Alawi bin abordou questões regionais e internacionais com Zarif, relatou a agência de notícias estatal iraniana Irna sem dar detalhes.

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    Trump e Arábia Saudita alertam Irã a evitar conflito no Oriente Médio

    Por Marwa Rashad e Stephen Kalin

    RIAD (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã, no domingo, alertando que um conflito seria o 'fim oficial' da República Islâmica, e a Arábia Saudita alertou que está pronta para reagir com 'força total' e disse que depende de Teerã Irã evitar uma guerra.

    A escalada retórica vem na esteira dos ataques da semana passada à infraestrutura petrolífera saudita e ao disparo de um foguete na 'Zona Verde' altamente fortificada de Bagdá no domingo, que explodiu perto da embaixada dos EUA.

    'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!', disse Trump em publicação no Twitter, sem dar detalhes.

    Uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA disse que o ataque com foguete em Bagdá não atingiu instalações ocupadas por norte-americanos nem provocou baixas ou danos significativos. Ninguém assumiu a responsabilidade, mas Washington está levando o incidente 'muito a sério'.

    'Deixamos claro ao longos das últimas duas semanas e voltamos a sublinhar que ataques contra pessoal e instalações dos EUA não serão tolerados e serão respondidos de maneira decisiva', disse o funcionário em um comunicado por email.

    'Responsabilizaremos o Irã se tais ataques forem realizados por suas forças militares por procuração ou elementos de tais forças, e reagiremos ao Irã de acordo'.

    Riad, que enfatizou não querer uma guerra, acusa Teerã de ter ordenado o ataque de drone contra duas estações de bombeamento de petróleo do reino na terça-feira, que foi reivindicado pelo grupo houthi, aliado dos iranianos no Iêmen. Dois dias depois, quatro embarcações, incluindo dois navios-tanques sauditas, foram sabotados no litoral dos Emirados Árabes Unidos.

    Em resposta, países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) adotaram 'patrulhas de segurança reforçadas' nas águas internacionais da área do Golfo Pérsico no sábado, informou a Quinta Frota da Marinha dos EUA, estacionada no Barein, no domingo.

    O Irã nega envolvimento nos dois incidentes, que ocorreram no momento em que Washington e a República Islâmica discutem as sanções e a presença militar dos EUA na região, provocando temores de um possível conflito EUA-Irã.

    'O reino da Arábia Saudita não quer uma guerra na região, nem a busca', disse o ministro de Estado para as Relações Exteriores, Adel al-Jubeir, em uma coletiva de imprensa no domingo.

    (Reportagem adicional de Lisa Barrington, em Dubai; Nandita Bose, em Wahsington; Ali Abdelaty, no Cairo; e Babak Dehghanpisheh, em Genebra)

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    Mísseis do Irã podem facilmente atingir navios dos EUA no Golfo Pérsico, diz vice da Guarda

    DUBAI (Reuters) - Um vice-chefe da Guarda Revolucionária do Irã disse, nesta sexta-feira. que até mísseis iranianos de curto alcance poderiam atingir navios de guerra dos Estados Unidos na região do Golfo Pérsico, acrescentando que os EUA não poderiam custear uma nova guerra, de acordo com a agência Fars.

    As tensões entre Irã e EUA têm aumentado, com uma preocupação crescente sobre potenciais conflitos à medida que Washington intensifica as sanções e a pressão política sobre Teerã e amplia a presença militar norte-americana na região, sob alegações de ameaças do Irã às tropas e aos interesses dos EUA.

    O Irã acusou os Estados Unidos de 'guerra psicológica', e o líder supremo iraniano, aitolá Ali Khamenei, disse nesta semana que o Teerã não negociaria outro acordo após Washington deixar um pacto de 2015 sobre o programa nuclear iraniano.

    'Até nossos mísseis de curto alcance podem facilmente alcançar os navios de guerra (dos EUA) no Golfo', disse Mohammad Saleh Jokar, vice da Guarda para assuntos parlamentares, segundo a Fars.

    'A América não pode arcar com os custos de uma nova guerra, e o país está em uma situação ruim em termos de pessoal e condições sociais', acrescentou.

    Em outro momento, um militar sênior do Irã acusou o presidente dos EUA, Donald Trump, de desonestidade, afirmando que Washington estava convocando negociações enquanto 'segurava uma arma' contra Teerã, de acordo com a agência.

    Trump declarou publicamente que deseja seguir um caminho diplomático depois de se retirar do acordo de 2015 e suspender todas as exportações de petróleo do Irã neste mês.

    'As ações dos líderes americanos em aumentar a pressão e aplicar sanções... enquanto fala de diálogo é como segurar uma arma contra alguém e pedir por amizade e negociações', disse Rasoul Sanai-Rad, o vice-político do comandante das Forças Armadas, segundo a agência.

    (Da Redação em Dubai)

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    Arábia Saudita acusa Irã de ordenar ataque de drone a oleoduto

    RIAD (Reuters) - O vice-ministro da Defesa da Arábia Saudita, príncipe Khalid bin Salman, acusou o Irã, nesta quinta-feira, de ordenar um ataque de drone a unidades de produção de petróleo sauditas pelo qual a milícia iemenita Houthi, aliada a Teerã, assumiu a responsabilidade.

    O ataque 'prova que estas milícias são meramente uma ferramenta que o regime do Irã usa para implantar sua agenda expansionista', tuitou o príncipe, um dos filhos do rei Salman.

    'Os atos terroristas, ordenados pelo regime de Teerã e realizados pelos houthis, estão apertando o nó nos esforços políticos em andamento', acrescentou.

    Os houthis, que combatem uma coalizão militar liderada pelos sauditas no Iêmen há quatro anos, disseram ter realizado os ataques contra o oleoduto Leste-Oeste na terça-feira, o que causou um incêndio, mas Riad disse que eles não interromperam a produção ou as exportações.

    Outras autoridades sauditas dispararam tuítes semelhantes, aumentando a pressão sobre o arqui-inimigo regional do reino em meio à tensão crescente entre Washington e Teerã em função das sanções e da presença militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico.

    'Os houthis são uma parte integral das forças da Guarda Revolucionária do Irã e obedecem às suas ordens, como provaram visando instalações no reino', tuitou o ministro de Estado para as Relações Exteriores, Adel al-Jubeir.

    O embaixador do Iêmen deu sequência escrevendo que os houthis 'fizeram do Iêmen uma plataforma para o terrorismo iraniano contra os iemenitas e seus interesses, e uma ferramenta para atacar a Arábia Saudita'.

    A coalizão, que recebe armas e inteligência de nações ocidentais, realizou ataques aéreos nesta quinta-feira dentro e ao redor da capital Sanaa, controlada pelos houthis. Ela interveio em 2015 para restabelecer o governo iemenita reconhecido internacionalmente.

    O ataque de drone ocorreu dois dias depois que quatro embarcações, incluindo dois navios-tanque sauditas, foram danificadas por sabotagem no litoral dos Emirados Árabes Unidos. Os outros navios eram um navio-tanque de derivados de petróleo registrados na Noruega e uma chata com bandeira dos Emirados.

    Os Emirados não culparam ninguém pelo incidente, que está sendo investigado e do qual o Irã se distanciou. Na quarta-feira, o ministro de Estado para as Relações Exteriores, Anwar Gargash, disse que os Emirados mostraram comedimento e que estão comprometidos a acalmar os ânimos.

    Autoridades dos EUA acreditam que o Irã incentivou os houthis ou milícias xiitas sediadas no Iraque a cometerem o ataque, disseram duas fontes do governo norte-americano.

    (Por Asma Alsharif em Dubai)

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    Radicais do Irã atacam presidente em meio a aumento da pressão dos EUA

    Por Babak Dehghanpisheh

    GENEBRA (Reuters) - A pressão crescente dos Estados Unidos sobre o Irã enfraqueceu o presidente moderado Hassan Rouhani e tornou seus rivais linha-dura mais assertivos dentro do país e no exterior, como mostram desdobramentos recentes.

    Quando sucedeu o polêmico líder Mahmoud Ahmadinejad em 2013, Rouhani era visto como uma figura do establishment que faria pouco para acabar com o longo impasse do Irã com o Ocidente.

    Dois anos depois, seu governo assinou um acordo nuclear com potências mundiais que despertou esperanças de uma mudança política mais abrangente.

    Agora a autoridade de Rouhani está minguando -- seu irmão, um conselheiro essencial para o acordo de 2015, foi condenado à prisão devido a acusações de corrupção não especificadas, um adversário linha-dura lidera o Judiciário e sua gestão está sob ataque por responder com muita calma ao aperto das sanções do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Trump disse que suspender as sanções em troca de limites ao programa nuclear não impediu Teerã de interferir em países vizinhos ou de desenvolver mísseis balísticos, e que a tentativa de aproximação de Rouhani com o Ocidente é uma cortina de fumaça.

    Mas o rompimento dos EUA com o acordo nuclear um ano atrás e as tentativas subsequentes de acabar com as exportações de petróleo do Irã aumentaram consideravelmente a tensão regional. Na terça-feira, os militares norte-americanos disseram que seu país se prepara para 'ameaças possivelmente iminentes a forças dos EUA' da parte de forças apoiadas por Teerã no vizinho Iraque.

    Rouhani exortou facções opositoras a trabalharem juntas e apontou para os limites de seu poder em uma nação onde o governo eleito opera sob controle clerical e ao lado de forças de segurança poderosas e um Judiciário influente.

    'Quanta autoridade o governo tem nas áreas que estão sendo questionadas é algo que precisa ser examinado', disse Rouhani no sábado, segundo o site da Presidência, uma tentativa aparente de repelir a revolta pública com a qualidade de vida declinante.

    Ebrahim Raisi, que se tornou chefe do Judiciário em março e é candidato à sucessão do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, replicou que todos os poderes do governo têm autoridade suficiente para realizar suas tarefas.

    Rouhani ainda tem dois anos de mandato, mas se for visto pelos iranianos como o responsável por seus problemas, é mais provável que seu sucessor adote uma postura mais rígida com o Ocidente, dizem alguns analistas.

    (Reportagem adicional de Bozorgmehr Sharefedin em Londres e da redação de Dubai)

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    Irã derrotará aliança entre EUA e Israel, diz ministro da Defesa

    GENEBRA (Reuters) - O Irã derrotará a aliança entre os Estados Unidos e Israel, disse o ministro da Defesa iraniano, Amir Hatami, nesta quarta-feira, segundo a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna).

    'Derrotaremos a frente americana-sionista', afirmou. 'O Irã tem o nível mais elevado de prontidão militar e de defesa para confrontar qualquer tipo de ameaça e de exigências excessivas'.

    Os EUA enviaram forças militares adicionais ao Oriente Médio, incluindo um porta-aviões, bombardeiros B-52 e mísseis Patriot -- uma demonstração de força contra o que autoridades norte-americanas dizem ser ameaças iranianas às suas tropas e seus interesses na região.

    Separadamente nesta quarta-feira, uma autoridade iraniana de alto escalão disse à Reuters que Teerã está pronta para todos os cenários, do 'confronto à diplomacia', mas que os EUA não podem se dar o luxo de mais uma guerra no Oriente Médio.

    Washington ordenou a saída de funcionários governamentais não emergenciais do Iraque nesta quarta-feira, depois de expressar diversas vezes sua preocupação com o suposto perigo representado por forças apoiadas pelo Irã.

    Israel ficará ao lado dos EUA na confrontação com o Irã, disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na terça-feira.

    'Estamos unidos em nosso desejo de deter a agressão iraniana', disse. 'Israel e todos os outros países da região e todos os países que buscam a paz no mundo deveriam estar ao lado dos EUA contra a agressão iraniana'.

    (Por Babak Dehghanpisheh, em Genebra, e Dan Williams, em Jerusalém)

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    Irã suspende parcialmente compromissos de acordo nuclear

    LONDRES (Reuters) - O Irã interrompeu oficialmente o cumprimento de alguns compromissos do acordo nuclear de 2015 com potências mundiais após determinação seu conselho de segurança nacional iraniano, disse uma autoridade da agência de energia atômica do país à agência de notícias Isna, nesta quarta-feira.

    O Irã notificou na semana passada os governos de Reino Unido, China, França, Alemanha e Rússia de sua decisão de suspender parte dos compromissos do acordo nuclear um ano depois de os Estados Unidos se retirarem unilateralmente do pacto e reativarem sanções contra a República Islâmica.

    Conforme o acordo, Teerã tinha permissão de produzir urânio enriquecido até o limite de 300 quilos e de produzir água pesada até o limite de cerca de 130 toneladas. O Irã poderia enviar o excedente para armazenamento ou venda fora do país.

    A autoridade disse que, a partir de agora, o Irã não terá limite para a produção de urânio enriquecido e água pesada.

    As ações iniciais do Irã ainda não parecem violar o acordo nuclear, mas o país alertou que, a menos que as potências mundiais protejam sua economia das sanções dos EUA dentro de 60 dias, começará a enriquecer urânio em nível mais alto.

    A União Europeia e os ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França e Reino Unido disseram que ainda estão comprometidos com o acordo, mas que não aceitarão ultimatos de Teerã.

    O acordo também limita a 3,67% o nível de pureza em que o Irã enriquece urânio, muito menos do que os 90% necessários para armas e bem inferior aos 20% praticados pelos iranianos antes do acordo.

    Na terça-feira, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que Teerã não quer guerra com os EUA, apesar das tensões crescentes entre os dois arqui-inimigos decorrentes do desenvolvimento nuclear iraniano e de seu programa de mísseis.

    Khamenei também disse que sua nação não negociará outro acordo nuclear com Washington.

    (Por Bozorgmehr Sharafedin)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a tensões com o Irã, petroleiros sauditas estão entre os atingidos na costa dos Emirados Árabes

    Em meio a tensões com o Irã, petroleiros sauditas estão entre os atingidos na costa dos Emirados Árabes

    Por Rania El Gamal e Bozorgmehr Sharafedin

    DUBAI/LONDRES (Reuters) - A Arábia Saudita disse nesta segunda-feira que dois de seus navios petroleiros estavam entre as embarcações atingidas na costa dos Emirados Árabes Unidos, e descreveu o incidente como uma tentativa de minar a segurança da oferta de petróleo bruto em meio às tensões entre os Estados Unidos e o Irã.

    Os Emirados Árabes Unidos disseram no domingo que quatro embarcações comerciais foram sabotadas perto do Emirado de Fujairah, um dos maiores centros de abastecimento do mundo, pouco depois do estreito de Hormuz. A natureza do ataque não foi descrita e nem quem estaria por trás.

    Os Emirados Árabes Unidos identificaram na segunda-feira as embarcações como dois petroleiros sauditas de propriedade da empresa de transportes Bahri , uma barca de abastecimento de bandeira dos Emirados e um petroleiro norueguês.

    A proprietária da embarcação norueguesa, a Thome Ship Management, disse que o navio foi 'atingido por um objeto não identificado'. Imagens vistas pela Reuters mostravam um buraco no casco na linha da água, e com o metal retorcido e virado para dentro.

    Uma testemunha da Reuters disse que mergulhadores estavam inspecionando os navios. A agência estatal de notícias dos Emirados Árabes disse que o porto de Fujairah operava normalmente.

    O Irã, envolvido em uma crescente guerra verbal contra os Estados Unidos sobre sanções econômicas e a presença militar dos Estados Unidos na região, se manifestou para se isentar da autoria do possível ataque nesta segunda-feira.

    O Ministro das Relações Exteriores do Irã chamou os incidentes de 'preocupantes e terríveis' e pediu uma investigação.

    Um importante parlamentar disse que 'sabotadores de um outro país' poderiam estar por trás do ato, depois de dizerem no domingo que o incidente mostrava que a segurança dos países do Golfo Persa era frágil.

    Uma autoridade norte-americana familiarizada com informações de inteligência dos Estados Unidos disse que o Irã era um dos principais suspeitos de ter perpetrado os ataques mas que os Estados Unidos não tinham provas conclusivas.

    'Isso se encaixa no modus operandi deles', disse a autoridade em condição de anonimato, sugerindo que as declarações do Irã se distanciando do incidente eram uma tentativa de 'deixar a água mais turva'.

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, compartilhou informações sobre a 'intensificação' das ameaças do Irã durante encontros com seus equivalentes da UE e com o chefe da Otan em Bruxelas, segundo o representante especial dos EUA para o Irã, Brian Hook, disse a jornalistas.

    Hook se negou a dizer se acreditava que o Irã tinha um papel no caso, ou se Pompeo culpava o Irã. Ele disse que os Emirados Árabes buscaram ajuda dos Estados Unidos na investigação e que Washington estava contente em ajudar.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã Abbas Mousavi disse que o incidente nos Emirados 'tem um impacto negativo sobre a segurança de transportes marítimos' e pediu que os países da região 'estejam vigilantes contra os planos desestabilizadores de agentes externos', segundo informou a agência de notícias semi-oficial ISNA.

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    Justiça do Irã condena mulher a 10 anos de prisão por espionar para o Reino Unido

    LONDRES (Reuters) - O Irã anunciou nesta segunda-feira que condenou uma iraniana a 10 anos de prisão por espionar para o Reino Unido, o que coincidiu com o aumento das tensões entre Teerã e alguns países ocidentais devido aos programas nuclear e de mísseis do regime.

    'Uma iraniana que estava a cargo da secretaria do Irã no Conselho Britânico e estava cooperando com a agência de inteligência do Reino Unido... foi condenada a 10 anos de prisão depois de confissões claras', disse Gholamhossein Esmaili, um porta-voz do Judiciário, na televisão estatal.

    Esmaili disse que a condenada estava encarregada de projetos de 'infiltração cultural' no Irã. Ele não a identificou, mas disse que ela estudava no Reino Unido antes de ser recrutada pelo Conselho Britânico.

    Esmaili ainda disse que a mulher estava sob custódia há quase um ano, e não especificou se ela possui cidadania britânica.

    A secretaria de Relações Exteriores britânica não respondeu de imediato a um email pedindo comentários. O Conselho Britânico é a agência cultural do país no exterior.

    A prisão de iranianos acusados de espionagem aumentou desde que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, disse no ano passado que houve uma 'infiltração' de agentes ocidentais no país.

    O atrito do Irã com nações ocidentais vem aumentando desde que os Estados Unidos se desligaram de um acordo que Teerã assinou com potências mundiais para conter seu programa nuclear em troca da suspensão de sanções.

    O Reino Unido é um signatário do acordo nuclear e defende a sua preservação, assim como outros signatários europeus.

    Os EUA intensificaram as sanções contra o Irã neste mês, revogando dispensas que permitiam a alguns países continuar comprando petróleo iraniano. Teerã reagiu reduzindo os limites impostos ao seu programa nuclear, mas as medidas que adotou até agora não chegaram a violar o pacto.

    (Por Bozorgmehr Sharafedin)

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