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    Irã inicia exercício de guerra no Golfo para testar mísseis lançados por submarino

    DUBAI (Reuters) - O Irã iniciou manobras navais de larga escala nesta sexta-feira na entrada do Golfo Pérsico, que incluirão seus primeiros lançamentos de mísseis de cruzeiro por submarino, noticiou a mídia estatal em um momento de escalada nas tensões com os Estados Unidos.

    Mais de 100 embarcações participam dos exercícios de guerra de três dias em uma área vasta que se estende do Estreito de Ormuz ao Oceano Índico, relatou a agência estatal de notícias Irna.

    'O exercício cobrirá o confronto de uma variedade de ameaças, testes de armas e avaliação da prontidão de equipamentos e pessoal', disse o contra-almirante Hossein Khanzadi, comandante da Marinha, em comentários divulgados pela televisão estatal.

    'Lançamentos de mísseis por submarino serão realizados... além de lançamentos de helicópteros e drones do convés do destróier Sahand', disse Khanzadi.

    Segundo a mídia estatal, o Irã testará seu novo submarino de fabricação própria Fateh (Conquistador), que é armado com mísseis de cruzeiro e foi inaugurado na semana passada.

    Autoridades iranianas já ameaçaram fechar o Estreito de Ormuz, uma rota importante de remessas de petróleo, em retaliação a qualquer gesto hostil dos EUA, inclusive tentativas de deter exportações de petróleo do Irã por meio de sanções.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, retirou seu país de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano em maio e readotou sanções contra Teerã. Ele disse que o acordo era falho por não incluir limitações ao desenvolvimento de mísseis balísticos iranianos ou ao seu apoio a representantes do regime na Síria, Iêmen, Líbano ou Iraque.

    O Irã ampliou seu programa de mísseis, particularmente seus mísseis balísticos.

    Teerã lançou o Sahand, também fabricado no país, em dezembro, e autoridades dizem que ele tem propriedades anti-radar.

    O USS John C. Stennis entrou no Golfo Pérsico no mesmo mês, encerrando uma longa ausência de porta-aviões norte-americanos na rota marítima estratégica.

    O Irã exibiu um novo míssil de cruzeiro terra-terra com um alcance de 1.300 quilômetros no início deste mês, em meio às comemorações do aniversário da Revolução Islâmica de 1979.

    Especialistas ocidentais dizem que o regime muitas vezes exagera seu arsenal de armas, mas existem temores a respeito de seus mísseis balísticos de longo alcance.

    (Da redação de Dubai)

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Líder do Irã diz que sanções dos EUA são 'ato terrorista'

    LONDRES (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse nesta quarta-feira que as relações com os Estados Unidos raramente foram tão ruins e que as sanções impostas pelo governo Trump visando os setores petrolífero e bancário de seu país equivalem a um 'ato terrorista'.

    A animosidade entre Washington e Teerã – inimigos desde a revolução iraniana de 1979 – se intensificou desde que o presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo nuclear internacional com Teerã em maio e readotou sanções suspensas pelo acordo.

    'A luta entre o Irã e a América está atualmente em seu ponto máximo. A América empregou todo seu poder contra nós', disse Rouhani em uma reunião de gabinete, segundo citação da emissora estatal IRIB.

    'A pressão dos EUA para que empresas e bancos encerrem os negócios com o Irã é cem por cento um ato terrorista', afirmou.

    Trump readotou as sanções sob pretexto de reduzir rendas do petróleo iraniano e sufocar a economia do país e suas atividades no Oriente Médio, especialmente nos conflitos da Síria e do Iêmen.

    HIPOCRISIA

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, acusou os EUA de hipocrisia por tentarem arruinar o programa nuclear do Irã enquanto buscam vender tecnologia nuclear à Arábia Saudita, rival regional de Teerã.

    'Nem os direitos humanos nem o programa nuclear é a verdadeira preocupação dos EUA. Primeiro um jornalista esquartejado, e agora a venda ilícita de tecnologia nuclear à Arábia Saudita, expõem totalmente a #HipocrisiaDosEUA', tuitou Zarif.

    Ele se referiu ao assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi no consulado saudita de Istambul, que causou uma revolta internacional.

    A Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) disse que o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, provavelmente ordenou o crime, o que Riad nega. Trump ficou ao lado do príncipe, dizendo que a venda de armas à Arábia Saudita é uma fonte importante de empregos para norte-americanos.

    Parlamentares democratas dos EUA alegaram, em um relatório divulgado na terça-feira, que uma transferência de tecnologia nuclear norte-americana proposta a Riad está sendo agilizada por meio de um processo de aprovação obrigatória.

    Ao contrário dos EUA, potências europeias estão trabalhando para preservar o acordo nuclear internacional de 2015 com o Irã – mas a França disse estar disposta a reacionar sanções contra Teerã se não houver avanço nas conversas sobre programa de mísseis balísticos. O afirma que seu programa de mísseis é puramente defensivo.

    (Por Bozorgmehr Sharafedin)

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    Irã promete superar oposição dos EUA no 40o aniversário da revolução

    Por Parisa Hafezi

    DUBAI (Reuters) - Centenas de milhares de iranianos marcharam e alguns queimaram bandeiras dos Estados Unidos nesta segunda-feira para comemorar o 40º aniversário do triunfo do aiatolá Ruhollah Khomeini, o clérigo xiita que depôs o xá em uma Revolução Islâmica que incomoda o Ocidente até hoje.

    No dia 11 de fevereiro de 1979, o Exército do Irã declarou sua neutralidade, abrindo caminho para a queda do xá Mohammad Reza Pahlavi, maior aliado dos EUA no Oriente Médio.

    A televisão estatal mostrou multidões desafiando o tempo chuvoso e portando bandeiras iranianas enquanto bradavam 'Morte a Israel, Morte à América', chavões da revolução que derrubou o aliado mais importante de Washington na região.

    'Para grande assombro da América, a revolução chegou ao 40º ano', dizia um cartaz.

    Soldados, estudantes, clérigos e mulheres de preto carregando crianças pequenas lotaram as ruas de todo o país, muitas delas com retratos de Khomeini, que morreu em 1989, e do atual líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

    O grande comparecimento em eventos patrocinados pelo Estado coincide com as dificuldades econômicas crescentes enfrentadas pela população.

    No ano passado o Irã reprimiu protestos contra o baixo padrão de vida em mais de 80 cidades que representaram o maior desafio à sua liderança clerical desde uma revolta de 2009 desencadeada por uma eleição contestada.

    Os preços do pão, do óleo de cozinha e de outros itens básicos dispararam desde que o presidente Donald Trump retirou Washington do acordo nuclear de 2015 no ano passado e reativou sanções.

    Em janeiro o presidente Hassan Rouhani disse que seu país está passando por sua pior crise econômica desde a deposição do xá, mas manteve o tom desafiador agora que os iranianos relembram o fim de um monarca que agradava os ricos e acionava sua polícia secreta contra os dissidentes.

    Em um discurso na praça Azadi (Liberdade) de Teerã, Rouhani disse que os esforços dos EUA para isolar o Irã fracassarão.

    'Não deixaremos a América sair vitoriosa... o povo iraniano teve e terá algumas dificuldades econômicas, mas superaremos os problemas ajudando um ao outro', disse.

    Os manifestantes carregavam cães feitos de cartolina – um deles tinha o rosto de Trump e outro o rosto do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

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    Lançamento de satélite do Irã falha após alerta dos EUA

    GENEBRA (Reuters) - A tentativa do Irã de lançar um satélite fracassou, informou o ministro de Telecomunicações iraniano, Mohammad Javad Azari-Jahromi, nesta terça-feira, depois que o país ignorou alertas dos Estados Unidos para evitar a atividade.

    Os EUA advertiram Teerã neste mês contra conduzir três lançamentos de foguetes que, segundo Washington, violam uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, uma vez que os aparatos usavam tecnologia de mísseis balísticos.

    Os Estados Unidos estão preocupados de que a tecnologia balística de longo alcance usada para colocar os satélites em órbita também possa ser utilizada para lançar ogivas nucleares.

    O Irã, que considera seu programa espacial uma questão de orgulho nacional, tem dito que seus lançamentos de veículos espaciais e testes de mísseis não são violações e que irão continuar.

    De acordo com a resolução do Conselho de Segurança da ONU que validou o acordo nuclear do Irã com potências mundiais de 2015 --do qual Washington saiu-- o país é “instruído” a se abster de trabalhos com mísseis balísticos destinados a produzir armas nucleares por até oito anos.

    Azari-Jahromi disse que o lançamento do satélite, chamado de Payam, falhou no terceiro estágio porque o equipamentos “não atingiu a velocidade adequada”, de acordo com relatório publicado no site do ministério.

    O satélite seria utilizado para propósitos de imagem e comunicação e estava equipado com quatro câmeras, de acordo com o texto. Ele permaneceria a altitude de 500 km por cerca de três anos.

    Um segundo satélite, chamado de Doosti, ainda aguarda lançamento, disse Azari-Jahromi em publicação no Twitter.

    “Nós não devemos ficar aquém ou parar”, escreveu Azari-Jahromi no Twitter após anunciar a falha no lançamento. “É exatamente nessas circunstâncias que nós, iranianos, somos diferentes de outras pessoas em espírito e coragem”.

    O Irã lançou seu primeiro satélite construído internamente, o satélite de pesquisa e telecomunicações Omid, em 2009, no 30º aniversário da Revolução Islâmica de 1979 do país.

    Esse ano, o 40º aniversário cai em fevereiro.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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