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    Irã enfrenta momento difícil devido a EUA e problemas econômicos, diz aiatolá Khamenei

    Por Babak Dehghanpisheh e Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - O povo do Irã enfrenta um momento delicado por causa da pressão dos Estados Unidos e dos problemas econômicos, disse o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, em um discurso importante transmitido pela televisão estatal nesta quinta-feira.

    Khamenei se dirigia a dezenas de milhares de membros da milícia Basij e a líderes da Guarda Revolucionária reunidos em um estádio de Teerã.A discórdia entre o Irã e os Estados Unidos se aprofundou desde que o presidente norte-americano, Donald Trump, desligou seu país de um acordo nuclear multilateral com a República Islâmica em maio e reativou sanções contra Teerã.'A situação da nação, da região e do mundo é delicada, especialmente para nós, o povo do Irã', disse Khamenei.'Delicada no sentido de que, por um lado, temos a gritaria de potências e políticos arrogantes da América imperialista... e por outro os problemas econômicos da nação e a dificuldade de sobrevivência de uma grande porção das pessoas frágeis do país'.O rial iraniano perdeu aproximadamente 75 por cento de seu valor desde o início de 2018.Os EUA disseram que planejam adotar novas sanções ao setor petroleiro do Irã a partir de 4 de novembro visando deter o envolvimento de Teerã em conflitos na Síria e no Iraque e levar o regime à mesa de negociação para tratar de seu programa de mísseis balísticos.Autoridades iranianas disseram estar participando do conflito sírio a pedido do presidente Bashar al-Assad e recusaram qualquer negociação de seu programa de mísseis.Em um boletim à imprensa em Genebra nesta quinta-feira, Robert Wood, embaixador dos EUA na Conferência para o Desarmamento, disse: 'Não queremos mais ver o Irã operando na Síria... e continuaremos a endurecer as sanções ao Irã – vocês verão algumas novas medidas em novembro, e partiremos daí'.Em seu discurso na capital, Khamenei também disse que seu país deve esbofetear a América derrotando as sanções.'Com a bondade de Deus derrotaremos as sanções, e a derrota das sanções é a derrota da América', afirmou Khamenei. 'E a América deve receber mais um tapa do povo do Irã com a derrota das sanções'.

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    França confisca ativos iranianos em resposta a tentativa de ataque em Paris

    Por Simon Carraud e Richard Lough

    PARIS (Reuters) - A França confiscou ativos de propriedade dos serviços de inteligência do Irã e de dois iranianos em resposta a uma tentativa de ataque a um comício de um grupo de oposição iraniano exilado ocorrido nas redondezas de Paris em junho, informou o governo francês nesta terça-feira.

    A França havia alertado Teerã a esperar uma resposta robusta depois que um diplomata iraniano foi preso na Alemanha suspeito de envolvimento com um plano para detonar bombas durante uma reunião do Conselho Nacional de Resistência do Irã, com sede em Paris.

    Rudy Giuliani, advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e diversos ex-ministros europeus e árabes estavam presentes no evento realizado em Villepinte.

    'Uma tentativa de ataque em Villepinte foi frustrada no dia 30 de junho. Um incidente de tamanha gravidade em nosso território nacional não poderia passar impune', disseram em comunicado conjunto os ministérios de Relações Exteriores, do Interior e da Economia da França.

    Um porta-voz da embaixada iraniana em Paris não respondeu de imediato a um pedido de comentário, e não houve uma reação de imediato de Teerã à medida tomada pela França.

    Os bens apreendidos eram de dois iranianos identificados como Assadollah Asadi e Saeid Hashemi Moghadam, segundo o comunicado. Uma unidade dos serviços de inteligência do Irã também foi afetada.

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    Irã diz que Trump deve parar de interferir no Oriente Médio se quer petróleo mais barato

    GENEBRA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deveria parar de interferir no Oriente Médio se quer que o preço do petróleo para de subir, disse o ministro do Petróleo iraniano, Bijan Zanganeh, nesta quarta-feira, segundo a agência de notícias Isna.

    'Se ele quer que o preço do petróleo não suba e que o mercado não se desestabilize, ele deveria acabar com as interferências disruptivas e injustificáveis no Oriente Médio, e não ser um obstáculo para a produção e a exportação de petróleo iraniano'.

    Trump, e não a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), está por trás da recente alta dos preços, segundo Zanganeh.

    'Trump culpa a Opep pelo que ele criou e causou: o aumento do preço do petróleo e distúrbios no mercado'.

    Segundo Zanganeh, os países-membros da Opep não têm capacidade de aumentar a produção.

    Em discurso na Assembleia Geral da ONU na terça-feira, Trump reiterou seus pedidos para que a Opep produza mais petróleo e reduza os preços. Ele também acusou o Irã de semear o caos, e prometeu impor mais sanções contra o país.

    Os EUA vão impor sanções para impedir as exportações de petróleo do Irã, o terceiro maior produtor da Opep, a partir de 4 de novembro. A saída do petróleo iraniano do mercado internacional tem sido apontada como um dos principais motivos por trás do aumento dos preços.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Trump e Rouhani trocam ameaças e insultos na Assembleia-Geral da ONU

    Por Steve Holland e Parisa Hafezi

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente iraniano, Hassan Rouhani, trocaram provocações na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas nesta terça-feira, com Trump prometendo mais sanções contra Teerã e Rouhani sugerindo que seu equivalente norte-americano sofre de 'fraqueza intelectual'.

    Trump utilizou seu pronunciamento anual nas Nações Unidas para atacar a 'ditadura corrupta' do Irã, elogiar o 'bicho-papão' do ano passado, a Coreia do Norte, e para deixar uma mensagem desafiadora de que irá rejeitar o globalismo e proteger os interesses da América do Norte.

    Mas a maior parte do seu pronunciamento de 35 minutos foi direcionado ao Irã, que é acusado pelos Estados Unidos de ter ambições nucleares e de fomentar a instabilidade no Oriente Médio através de seu apoio a grupos militantes na Síria, no Líbano e no Iêmen.

    'Os líderes do Irã semeiam caos, morte e destruição', disse Trump no discurso. 'Eles não respeitam seus vizinhos ou fronteiras ou os direitos soberanos de outras nações'.

    Rouhani, que se dirigiu aos líderes mundiais depois do presidente dos EUA, criticou a decisão de Trump de se retirar do acordo nuclear de 2015 com o Irã, disse que não tinha 'necessidade alguma para uma oportunidade de foto' com Trump e sugeriu que a retirada do presidente norte-americano de instituições globais seria um desvio de caráter.

    'Confrontar o multilateralismo não é sinal de força. É na verdade um sintoma de fraqueza intelectual - entrega uma falta de habilidade para entender um mundo complexo e interconectado', disse.

    O pronunciamento de Trump foi recebido com silêncio dos líderes mundiais ainda não confortáveis com as visões isolacionistas que enfraqueceram as relações dos Estados Unidos com aliados tradicionais pelo mundo.

    Seu discurso, embora feito de maneira discreta, foi ainda assim uma reafirmação de sua política 'América Primeiro'. Trump abalou a ordem mundial ao retirar os EUA do acordo nuclear com o Irã e do acordo do Clima de Paris, ameaçando ainda punir os países da Otan que não pagassem mais por sua defesa comum.

    'Nós nunca iremos entregar a soberania da América a uma burocracia global que não é eleita e não é responsável', disse Trump no mesmo linguajar que é popular entre sua base política. 'A América é governada por americanos. Rejeitamos a ideologia do globalismo, e abraçamos a doutrina do patriotismo'.

    Além de se dirigir ao Irã, Trump também criticou a China por suas práticas comerciais, mas não fez menções à interferência russa na guerra da Síria ou sobre a suspeita de intervenção nas eleições norte-americanas.

    VISÃO ALTERNATIVA DE MACRON

    Ao oferecer uma visão alternativa quando foi sua vez no púlpito, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse aos delegados da ONU que a lei da sobrevivência do mais forte, o protecionismo e o isolacionismo apenas levariam ao aumento das tensões.

    Defendendo o multilateralismo e a ação coletiva, Macron alertou que o nacionalismo levaria ao fracasso e que se países pararem de defender princípios básicos, as guerras globais poderiam voltar.

    'Eu não aceito a erosão do multilateralismo e não aceito a nossa história se desdobrando', disse Macron à assembleia, por vezes levantando seu tom de voz. 'Nossas crianças estão assistindo.'

    Macron, citando o exemplo do Irã, disse que essa tendência ao unilateralismo levaria diretamente a conflitos.

    Trump, que começa seus comícios políticos se gabando de seu histórico econômico em menos de dois anos de governo, usou a mesma retórica diante do público de líderes mundiais e diplomatas, dizendo a eles que conseguiu mais do que qualquer outro presidente norte-americano no passado.

    A afirmação provocou risos e murmúrios do público, o que surpreendeu o mandatário norte-americano.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse.

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    Irã e potências trabalham para salvar acordo nuclear apesar de sanções dos EUA

    Por Parisa Hafezi e John Irish

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - As partes remanescentes do acordo nuclear com o Irã concordaram na segunda-feira em continuar trabalhando para manter o comércio com Teerã, apesar das dúvidas sobre essa possibilidade devido à retomada das sanções dos Estados Unidos às vendas de petróleo iraniano em novembro.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu em maio abandonar o pacto e reativar sanções econômicas contra o Irã, inclusive aquelas que tentam forçar os grandes clientes do país-membro da Opep a pararem de comprar petróleo iraniano.

    Em um comunicado após uma reunião entre Reino Unido, China, França, Alemanha, Rússia e Irã na segunda-feira, o grupo disse estar determinado a desenvolver mecanismos de pagamento para preservar o comércio com o Irã, apesar do ceticismo de muitos diplomatas a respeito dessa possibilidade.

    'Cientes da urgência e da necessidade de resultados tangíveis, os participantes acolheram propostas práticas para manter e desenvolver canais de pagamento, principalmente a iniciativa de estabelecer um Veículo de Propósito Especial (SPV) para facilitar pagamentos ligados às exportações do Irã, inclusive de petróleo', disse o grupo em um comunicado conjunto após a reunião.

    Vários diplomatas europeus disseram que a ideia do SPV é criar um sistema de escambo, semelhante àquele usado pela União Soviética durante a Guerra Fria, para trocar petróleo iraniano por produtos europeus sem o pagamento de dinheiro.

    A ideia é driblar as sanções dos EUA a serem restauradas em novembro, por meio das quais Washington pode isolar do sistema financeiro norte-americano qualquer banco que facilitar transações de petróleo com Teerã.

    Falando a repórteres depois da reunião, a chefe de política externa da União Europeia, Federica Mogherini, disse que a decisão de criar tal veículo já foi tomada e que especialistas técnicos voltarão a se encontrar para acertar os detalhes.

    'Em termos práticos, isso significará que Estados-membros da UE criarão uma entidade legal para facilitar transações financeiras legítimas com o Irã, e isso permitirá a empresas europeias continuar a negociar com o Irã de acordo com a lei da União Europeia e pode ser aberto a outros parceiros no mundo', disse.

    Mas muitos diplomatas e analistas duvidam que tal veículo pode evitar as sanções dos EUA, já que Washington pode emendar suas leis de sanções para proibir tais trocas.

    (Reportagem adicional de Yara Bayoumy, Arshad Mohammed e Michelle Nichols)

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    Israel sugere que pode atacar posições militares iranianas no Iraque

    Por Dan Williams

    JERUSALÉM (Reuters) - Israel sinalizou nesta segunda-feira que pode atacar supostas posições militares iranianas no Iraque, como fez com diversos ataques aéreos na Síria.

    Citando fontes iranianas, iraquianas e ocidentais, a Reuters reportou na semana passada que o Irã transferiu mísseis balísticos de curto alcance a aliados xiitas no Iraque nos últimos meses. Teerã e Bagdá negaram formalmente a informação.

    Israel vê a expansão regional do Irã como uma tentativa de abrir novas frentes contra as forças israelenses, e tem repetidamente realizado ataques na Síria para impedir qualquer consolidação de militares iranianos que ajudam Damasco na guerra.

    'Estamos certamente monitorando tudo que está acontecendo na Síria e, em relação a ameaças do Irã, não estamos nos limitando apenas ao território sírio. Isso também precisa estar claro', disse o ministro de Defesa, Avigdor Lieberman, em evento transmitido ao vivo pela Israel Television News Company.

    Questionado se isso inclui possíveis ações no Iraque, Lieberman disse: 'Estou dizendo que vamos enfrentar qualquer ameaça do Irã, não importa de onde venha... a liberdade de Israel é total. Nós mantemos essa liberdade de ação'.

    Não houve resposta imediata do governo iraquiano, que tecnicamente está em guerra com Israel, ou do Comando Central dos Estados Unidos em Washington, que supervisiona operações militares norte-americanas no Iraque.

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    EXCLUSIVO-Irã transferiu mísseis ao Iraque em alerta para inimigos, dizem fontes

    Por John Irish e Ahmed Rasheed

    PARIS/BAGDÁ (Reuters) - O Irã enviou mísseis balísticos a aliados xiitas no Iraque e está desenvolvendo recursos para fabricar mais armas no país vizinho para impedir ataques contra seus interesses no Oriente Médio e para obter os meios de atacar inimigos regionais, disseram fontes iranianas, iraquianas e ocidentais.

    Qualquer sinal de que o Irã está preparando uma política de mísseis mais agressiva vai exacerbar as tensões entre Teerã e os Estados Unidos, já agravadas pela decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar seu país de um acordo nuclear de 2015 fechado pela República Islâmica com potências mundiais.

    Também constrangeria França, Alemanha e Reino Unido, os três signatários europeus do acordo, que vêm tentando salvar o pacto apesar das novas sanções norte-americanas contra Teerã.

    De acordo com três autoridades iranianas, duas fontes de inteligência iraquianas e duas fontes de inteligência ocidentais, o Irã transferiu mísseis balísticos de curto alcance para aliados no Iraque ao longo dos últimos meses.

    Cinco das autoridades disseram que o Irã está ajudando estes grupos a fabricar seus próprios mísseis.

    'A lógica era ter um plano B se o Irã fosse atacado', disse uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters. 'O número de mísseis não é alto, só umas duas dúzias, mas pode ser elevado se necessário'.

    O Irã disse anteriormente que suas atividades de mísseis balísticos são de natureza puramente defensiva. Autoridades iranianas não quiseram comentar quando indagadas a respeito da movimentação mais recente.

    O governo e os militares do Iraque não quiseram comentar.

    Os mísseis Zelzal, Fateh-110 e Zolfaqar em questão têm alcances que variam de cerca de 200 a 700 quilômetros, o que coloca a capital da Arábia Saudita, Riad, ou a cidade israelense de Tel Aviv dentro de seu raio de ação se as armas forem posicionadas no sul ou no oeste do Iraque.

    A Força Quds, braço da poderosa Guarda Revolucionária do Irã no exterior, tem bases nestas duas áreas. Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, está supervisionando o programa, segundo três das fontes.

    Países ocidentais já acusaram o Irã de transferir mísseis e tecnologia para a Síria e outros de seus aliados, como os rebeldes houthis do Iêmen e o Hezbollah libanês.

    Os vizinhos sunitas do Irã no Golfo Pérsico e seu arqui-inimigo Israel expressaram preocupação com as atividades regionais de Teerã, que veem como uma ameaça à sua segurança.

    Washington vem pressionando seus aliados para que adotem uma postura anti-Irã rígida desde que reativou sanções neste mês.

    (Reportagem adicional de Phil Stewart e Jonathan Landay, em Washington)

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    Líder supremo do Irã pede que Rouhani e ministros resolvam problemas econômicos

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares iranianos iniciaram nesta quarta-feira procedimentos para derrubar o ministro da Educação, aumentando a pressão contra o presidente Hassan Rouhani, que está sob ataque do Parlamento pela maneira como tem lidado com uma crise econômica depois que os Estados Unidos retomaram sanções contra o país.

    O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, durante reunião com Rouhani e seu gabinete nesta quarta-feira, pediu que o governo trabalhe 'dia e noite' para resolver os problemas econômicos.

    'Precisamos ser fortes no campo econômico... As autoridades devem trabalhar duro dia e noite para resolver os problemas', disse Khamenei, segundo a TV estatal.

    O procedimento contra o ministro da Educação acontece apenas três dias depois que parlamentares removeram o ministro da Economia e Finanças, o responsabilizando pelo colapso da moeda iraniana, o rial, e pelo aumento nas taxas de desemprego.

    Semanas antes, o Parlamento havia derrubado o ministro do Trabalho.

    Outra moção, assinada por 70 4parlamentares, visa derrubar o ministro da Indústria, Minas e Negócios.

    Rouhani venceu duas eleições com uma plataforma de reforma econômica e com o objetivo de abrir o Irã para o mundo, e seus partidários pragmáticos têm maioria no Parlamento.

    Mas sua reputação e influência política têm caído fortemente à medida que suas promessas de ganhos econômicos não têm se materializado.

    Especificamente, Rouhani enfrenta grande repreensão desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou Washington de um acordo internacional que havia reduzido as ambições nucleares do Irã em troca da suspensão de sanções.

    (Reportagem de Bozorgmehr Sharafedin)

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