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    Terremoto deixa mais de 700 feridos no Irã; Rouhani ordena esforços de ajuda

    DUBAI (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse que nenhum esforço será poupado para ajudar as vítimas de um terremoto de magnitude 6,3 que deixou mais de 700 feridos na fronteira do país com o Iraque, informou a televisão estatal nesta segunda-feira.

    O tremor de domingo foi sentido em ao menos sete províncias do Irã, mas afetou mais fortemente a região de Kermanshah, onde no ano passado mais de 600 pessoas morreram e milhares ficaram feridas no terremoto mais violento a atingir o país em mais de uma década.

    “Rouhani ordenou que autoridades façam tudo que for necessário para fornecer ajuda às vítimas do terremoto”, afirmou a TV estatal.

    O chefe da Sociedade do Crescente Vermelho no Irã, Mahmoud Mohammadi Nasab, disse à TV que não houve vítimas fatais.

    Imagens transmitidas pela televisão estatal mostraram casas danificadas na cidade de Sarpol-e Zahab, em Kermanshah, onde algumas pessoas ainda estão desabrigadas devido ao terremoto de magnitude 7,3 que atingiu a região no ano passado.

    “Nós temos 729 feridos, 700 deles foram tratados e liberados… cerca de 18 pessoas foram hospitalizadas”, disse o governador de Kermanshah, Houshang Bazvand, à TV.

    A agência de notícias estatal do Irã disse que outros dois terremotos de magnitude 5,2 e 4,6 atingiram a cidade de Sarpol-e Zahab nesta segunda-feira, após o terremoto de domingo e 161 tremores secundários.

    O medo de novos tremores fez com que muitas pessoas passassem a noite nas ruas, mesmo sob baixas temperaturas. O terremoto desencadeou deslizamentos de terra em algumas áreas, mas autoridades iranianas disseram que equipes de resgate têm acesso a todas as cidades e vilarejos do país.

    (Reportagem de Parisa Hafezi)

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    Irã consegue vender todo petróleo que precisa apesar de pressão dos EUA, diz vice-presidente

    GENEBRA (Reuters) - O Irã tem conseguido vender todo o petróleo que precisa apesar da pressão dos Estados Unidos, disse o vice-presidente iraniano, Eshaq Jahangiri, nesta terça-feira.

    Na segunda-feira, os Estados Unidos restauraram sanções contra os setores bancários, de petróleo e de transportes do Irã, e ameaçaram tomar mais ações para interromper o que descreveram como políticas 'ilegais' de Teerã. O Irã chamou as ações de guerra econômica e prometeu desafiá-las.

    As medidas fazem parte de um esforço mais amplo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acabar com os programas nucleares e de mísseis de Teerã e para diminuir a influência da República Islâmica na Oriente Médio, principalmente seu apoio a forças na Síria, Iêmen e Líbano.

    Os passos de Trump visam as duas principais fontes de renda do Irã, suas exportações de petróleo, assim como seu setor financeiro, basicamente tornando 50 bancos iranianos e seus subsidiários zona proibida para bancos estrangeiros, que temem perder acesso ao sistema financeiro dos EUA.

    'Os norte-americanos diziam constantemente que iriam reduzir a venda de petróleo do Irã a zero mas, eu tenho que dizer que até agora, nós temos sido capazes de vender nossa quantidade necessária de petróleo', disse Jahangiri, segundo a agência de notícias Tasnim.

    'Os norte-americanos, com a ajuda da propaganda, não veem as realidades'.

    Jahangiri disse ainda ter conversado com alguns gerentes de companhias que estão na lista de sanções dos EUA e que eles já formularam planos para lidar com as medidas.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Secretário do Tesouro dos EUA diz que será mais rígido com países que importarem petróleo do Irã

    Por Lesley Wroughton

    JERUSALÉM (Reuters) - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse neste domingo que será mais difícil para os países conseguirem renúncias a sanções contra as importações de petróleo iraniano do que durante o governo de Barack Obama e minimizou as preocupações de que o preço do petróleo possa subir, dizendo que o mercado já contabilizou as perdas.

    Em entrevista à Reuters em Jerusalém no começo de uma viagem ao Oriente Médio, Mnuchin disse que os países terão de reduzir as importações de petróleo iraniano em uma intensidade acima do corte de 20 por cento feito entre 2013 e 2015 para obter as sanções.

    'Eu espero que, se concedermos renúncias, haverá reduções significativamente maiores', disse Mnuchin.

    Ele acrescentou: 'Os preços do petróleo já subiram, então minha expectativa é que o mercado de petróleo tenha antecipado o que está acontecendo nas reduções. Acredito que a informação já está refletida no preço do petróleo', disse ele.

    Seus comentários foram feitos duas semanas antes do governo Trump reimpor sanções financeiras e petrolíferas contra o Irã depois que o presidente Donald Trump se retirou de um acordo de 2015 entre Irã e seis potências mundiais, que visava impedir Teerã de desenvolver armas nucleares.

    As exportações de petróleo do Irã podem ser reduzidas em até dois terços devido às sanções, pressionando os mercados de petróleo.

    Mnuchin estava convencido de que os países eventualmente teriam que cortar as importações para zero.

    'Não espero que cheguemos a zero em novembro, mas espero que cheguemos a zero', disse ele, acrescentando: 'Já houve reduções muito significativas antes desta data-limite.'

    O governo norte-americano está considerando as renúncias das sanções que serão reimplementadas para países que estão reduzindo suas importações de petróleo iraniano.

    O governo dos EUA retirou-se de um acordo sobre o programa nuclear de Teerã em maio e vai reimpor unilateralmente as sanções aos consumidores de petróleo bruto do Irã depois de 4 de novembro.

    Segundo o governo Trump, as sanções visam forçar Teerã a parar envolvimento em conflitos regionais na Síria, no Iêmen e no Iraque e a suspender programa de mísseis balísticos.

    O Irã diz que cumpriu o acordo nuclear de 2015, que foi selado com cinco outras potências mundiais, além dos Estados Unidos.

    Enquanto o Irã acredita que pode evitar danos econômicos severos das sanções dos EUA pelo restante do mandato de Trump, Mnuchin previu um impacto significativo em sua economia na medida em que grandes empresas deixam o mercado iraniano por medo de represálias dos EUA.

    'Já começamos a ver o impacto e minha expectativa é de que veremos um impacto significativamente maior depois que as sanções entrarem em vigor', disse ele. 'O aperto econômico será muito grande nos próximos dois anos.'

    Mnuchin disse que o Tesouro dos EUA estava em negociações com o serviço de mensagens financeiras SWIFT, que facilita a maior parte das transações monetárias internacionais, ao desconectar o Irã da rede.

    Washington tem pressionado a SWIFT para cortar o Irã do sistema, como fez em 2012 antes do acordo nuclear.

    Embora os EUA não tenham maioria no conselho de diretores da SWIFT, a administração Trump pode impor penalidades à SWIFT se a entidade não desconectar o Irã do sistema bancário internacional.

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    Irã enfrenta momento difícil devido a EUA e problemas econômicos, diz aiatolá Khamenei

    Por Babak Dehghanpisheh e Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - O povo do Irã enfrenta um momento delicado por causa da pressão dos Estados Unidos e dos problemas econômicos, disse o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, em um discurso importante transmitido pela televisão estatal nesta quinta-feira.

    Khamenei se dirigia a dezenas de milhares de membros da milícia Basij e a líderes da Guarda Revolucionária reunidos em um estádio de Teerã.A discórdia entre o Irã e os Estados Unidos se aprofundou desde que o presidente norte-americano, Donald Trump, desligou seu país de um acordo nuclear multilateral com a República Islâmica em maio e reativou sanções contra Teerã.'A situação da nação, da região e do mundo é delicada, especialmente para nós, o povo do Irã', disse Khamenei.'Delicada no sentido de que, por um lado, temos a gritaria de potências e políticos arrogantes da América imperialista... e por outro os problemas econômicos da nação e a dificuldade de sobrevivência de uma grande porção das pessoas frágeis do país'.O rial iraniano perdeu aproximadamente 75 por cento de seu valor desde o início de 2018.Os EUA disseram que planejam adotar novas sanções ao setor petroleiro do Irã a partir de 4 de novembro visando deter o envolvimento de Teerã em conflitos na Síria e no Iraque e levar o regime à mesa de negociação para tratar de seu programa de mísseis balísticos.Autoridades iranianas disseram estar participando do conflito sírio a pedido do presidente Bashar al-Assad e recusaram qualquer negociação de seu programa de mísseis.Em um boletim à imprensa em Genebra nesta quinta-feira, Robert Wood, embaixador dos EUA na Conferência para o Desarmamento, disse: 'Não queremos mais ver o Irã operando na Síria... e continuaremos a endurecer as sanções ao Irã – vocês verão algumas novas medidas em novembro, e partiremos daí'.Em seu discurso na capital, Khamenei também disse que seu país deve esbofetear a América derrotando as sanções.'Com a bondade de Deus derrotaremos as sanções, e a derrota das sanções é a derrota da América', afirmou Khamenei. 'E a América deve receber mais um tapa do povo do Irã com a derrota das sanções'.

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    Irã diz que Trump deve parar de interferir no Oriente Médio se quer petróleo mais barato

    GENEBRA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deveria parar de interferir no Oriente Médio se quer que o preço do petróleo para de subir, disse o ministro do Petróleo iraniano, Bijan Zanganeh, nesta quarta-feira, segundo a agência de notícias Isna.

    'Se ele quer que o preço do petróleo não suba e que o mercado não se desestabilize, ele deveria acabar com as interferências disruptivas e injustificáveis no Oriente Médio, e não ser um obstáculo para a produção e a exportação de petróleo iraniano'.

    Trump, e não a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), está por trás da recente alta dos preços, segundo Zanganeh.

    'Trump culpa a Opep pelo que ele criou e causou: o aumento do preço do petróleo e distúrbios no mercado'.

    Segundo Zanganeh, os países-membros da Opep não têm capacidade de aumentar a produção.

    Em discurso na Assembleia Geral da ONU na terça-feira, Trump reiterou seus pedidos para que a Opep produza mais petróleo e reduza os preços. Ele também acusou o Irã de semear o caos, e prometeu impor mais sanções contra o país.

    Os EUA vão impor sanções para impedir as exportações de petróleo do Irã, o terceiro maior produtor da Opep, a partir de 4 de novembro. A saída do petróleo iraniano do mercado internacional tem sido apontada como um dos principais motivos por trás do aumento dos preços.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Trump e Rouhani trocam ameaças e insultos na Assembleia-Geral da ONU

    Por Steve Holland e Parisa Hafezi

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente iraniano, Hassan Rouhani, trocaram provocações na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas nesta terça-feira, com Trump prometendo mais sanções contra Teerã e Rouhani sugerindo que seu equivalente norte-americano sofre de 'fraqueza intelectual'.

    Trump utilizou seu pronunciamento anual nas Nações Unidas para atacar a 'ditadura corrupta' do Irã, elogiar o 'bicho-papão' do ano passado, a Coreia do Norte, e para deixar uma mensagem desafiadora de que irá rejeitar o globalismo e proteger os interesses da América do Norte.

    Mas a maior parte do seu pronunciamento de 35 minutos foi direcionado ao Irã, que é acusado pelos Estados Unidos de ter ambições nucleares e de fomentar a instabilidade no Oriente Médio através de seu apoio a grupos militantes na Síria, no Líbano e no Iêmen.

    'Os líderes do Irã semeiam caos, morte e destruição', disse Trump no discurso. 'Eles não respeitam seus vizinhos ou fronteiras ou os direitos soberanos de outras nações'.

    Rouhani, que se dirigiu aos líderes mundiais depois do presidente dos EUA, criticou a decisão de Trump de se retirar do acordo nuclear de 2015 com o Irã, disse que não tinha 'necessidade alguma para uma oportunidade de foto' com Trump e sugeriu que a retirada do presidente norte-americano de instituições globais seria um desvio de caráter.

    'Confrontar o multilateralismo não é sinal de força. É na verdade um sintoma de fraqueza intelectual - entrega uma falta de habilidade para entender um mundo complexo e interconectado', disse.

    O pronunciamento de Trump foi recebido com silêncio dos líderes mundiais ainda não confortáveis com as visões isolacionistas que enfraqueceram as relações dos Estados Unidos com aliados tradicionais pelo mundo.

    Seu discurso, embora feito de maneira discreta, foi ainda assim uma reafirmação de sua política 'América Primeiro'. Trump abalou a ordem mundial ao retirar os EUA do acordo nuclear com o Irã e do acordo do Clima de Paris, ameaçando ainda punir os países da Otan que não pagassem mais por sua defesa comum.

    'Nós nunca iremos entregar a soberania da América a uma burocracia global que não é eleita e não é responsável', disse Trump no mesmo linguajar que é popular entre sua base política. 'A América é governada por americanos. Rejeitamos a ideologia do globalismo, e abraçamos a doutrina do patriotismo'.

    Além de se dirigir ao Irã, Trump também criticou a China por suas práticas comerciais, mas não fez menções à interferência russa na guerra da Síria ou sobre a suspeita de intervenção nas eleições norte-americanas.

    VISÃO ALTERNATIVA DE MACRON

    Ao oferecer uma visão alternativa quando foi sua vez no púlpito, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse aos delegados da ONU que a lei da sobrevivência do mais forte, o protecionismo e o isolacionismo apenas levariam ao aumento das tensões.

    Defendendo o multilateralismo e a ação coletiva, Macron alertou que o nacionalismo levaria ao fracasso e que se países pararem de defender princípios básicos, as guerras globais poderiam voltar.

    'Eu não aceito a erosão do multilateralismo e não aceito a nossa história se desdobrando', disse Macron à assembleia, por vezes levantando seu tom de voz. 'Nossas crianças estão assistindo.'

    Macron, citando o exemplo do Irã, disse que essa tendência ao unilateralismo levaria diretamente a conflitos.

    Trump, que começa seus comícios políticos se gabando de seu histórico econômico em menos de dois anos de governo, usou a mesma retórica diante do público de líderes mundiais e diplomatas, dizendo a eles que conseguiu mais do que qualquer outro presidente norte-americano no passado.

    A afirmação provocou risos e murmúrios do público, o que surpreendeu o mandatário norte-americano.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse.

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    Irã e potências trabalham para salvar acordo nuclear apesar de sanções dos EUA

    Por Parisa Hafezi e John Irish

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - As partes remanescentes do acordo nuclear com o Irã concordaram na segunda-feira em continuar trabalhando para manter o comércio com Teerã, apesar das dúvidas sobre essa possibilidade devido à retomada das sanções dos Estados Unidos às vendas de petróleo iraniano em novembro.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu em maio abandonar o pacto e reativar sanções econômicas contra o Irã, inclusive aquelas que tentam forçar os grandes clientes do país-membro da Opep a pararem de comprar petróleo iraniano.

    Em um comunicado após uma reunião entre Reino Unido, China, França, Alemanha, Rússia e Irã na segunda-feira, o grupo disse estar determinado a desenvolver mecanismos de pagamento para preservar o comércio com o Irã, apesar do ceticismo de muitos diplomatas a respeito dessa possibilidade.

    'Cientes da urgência e da necessidade de resultados tangíveis, os participantes acolheram propostas práticas para manter e desenvolver canais de pagamento, principalmente a iniciativa de estabelecer um Veículo de Propósito Especial (SPV) para facilitar pagamentos ligados às exportações do Irã, inclusive de petróleo', disse o grupo em um comunicado conjunto após a reunião.

    Vários diplomatas europeus disseram que a ideia do SPV é criar um sistema de escambo, semelhante àquele usado pela União Soviética durante a Guerra Fria, para trocar petróleo iraniano por produtos europeus sem o pagamento de dinheiro.

    A ideia é driblar as sanções dos EUA a serem restauradas em novembro, por meio das quais Washington pode isolar do sistema financeiro norte-americano qualquer banco que facilitar transações de petróleo com Teerã.

    Falando a repórteres depois da reunião, a chefe de política externa da União Europeia, Federica Mogherini, disse que a decisão de criar tal veículo já foi tomada e que especialistas técnicos voltarão a se encontrar para acertar os detalhes.

    'Em termos práticos, isso significará que Estados-membros da UE criarão uma entidade legal para facilitar transações financeiras legítimas com o Irã, e isso permitirá a empresas europeias continuar a negociar com o Irã de acordo com a lei da União Europeia e pode ser aberto a outros parceiros no mundo', disse.

    Mas muitos diplomatas e analistas duvidam que tal veículo pode evitar as sanções dos EUA, já que Washington pode emendar suas leis de sanções para proibir tais trocas.

    (Reportagem adicional de Yara Bayoumy, Arshad Mohammed e Michelle Nichols)

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