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    EUA estão tentando fazer o Irã 'se render' com sanções, diz vice-presidente iraniano

    (Reuters) - Os Estados Unidos estão tentando fazer o Irã se render através da imposição de sanções, disse o vice-presidente iraniano, Eshaq Jahangiri, nesta quarta-feira.

    As novas sanções norte-americanas contra Teerã entraram em vigor na semana passada, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que empresas que fizerem negócios com o Irã serão barradas dos EUA.

    'A maior prioridade para todos nós em uma situação de sanções é trabalhar para administrar o país de uma maneira que provoque a menor quantidade de danos possível à vida das pessoas', disse Jahangiri, segundo a agência de notícias Fars News. 'Os Estados Unidos estão tentando, ao aplicar várias pressões contra nossa sociedade, nos forçar a recuar e a nos render'.

    As novas sanções visam a compra iraniana de dólares, o comércio de metais, carvão, software industrial e seu setor automobilístico, mas as medidas mais duras contra as exportações de petróleo só entrarão em vigor em quatro meses.

    Poucas empresas norte-americanas fazem negócios com o Irã, por isso o impacto das sanções deriva principalmente da capacidade de Washington impedir companhias europeias e asiáticas de atuarem no país.

    O presidente Hassan Rouhani fez comentários semelhantes aos de Jahangiri, mas não se referiu especificamente aos Estados Unidos.

    'Não deixaremos o inimigo nos colocar de joelhos', disse Rouhani, segundo a televisão estatal. 'Se o inimigo pensa que irá nos derrotar, eles levarão essa esperança para o caixão'.

    Washington já disse que a única maneira de Teerã evitar as sanções seria aceitar uma oferta de Trump para negociar um acordo nuclear mais rígido do que o assinado em 2015. Em maio, Trump retirou os Estados Unidos do acordo fechado com potências mundiais.

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    Khamenei rejeita proposta de negociações de Trump e repreende governo por crise econômica

    Por Parisa Hafezi

    ANCARA (Reuters) - O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, rejeitou nesta segunda-feira a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de realizar negociações sem pré-condições para melhorar as relações entre os dois países, e acusou o governo iraniano de má gestão econômica frente à retomada das sanções norte-americanas.

    Washington impôs novamente sanções contra o Irã na semana passada após abandonar um acordo internacional de 2015 que tinha como objetivo reduzir o programa nuclear do Irã em troca da suspensão de sanções econômicas. Trump também ameaçou penalizar empresas que continuarem a operar na República Islâmica.

    'Eu proíbo realizar qualquer negociação com os Estados Unidos... os Estados Unidos nunca permanecem leais a suas promessas em negociações', disse Khamenei, que dá a palavra final sobre as políticas do Irã.

    'A saída dos Estados Unidos do acordo nuclear é uma prova clara de que não se pode confiar nos Estados Unidos', disse Khamenei a aglomeração de milhares de iranianos, segundo a TV estatal.

    As sanções visam o comércio do Irã em ouro e outros metais preciosos, suas compras de dólares e sua indústria automobilística.

    Washington havia dito que a única chance do Irã evitar as sanções era aceitando a oferta de Trump para negociar um acordo nuclear mais rígido. Autoridades iranianas já rejeitaram a oferta, mas essa é a primeira vez que Khamenei comenta publicamente o assunto.

    Entretanto, Khamenei rejeitou a possibilidade de uma guerra com os Estados Unidos.

    'Eles (os norte-americanos) estão exagerando a possibilidade de uma guerra com o Irã. Não haverá nenhuma guerra. Nós nunca começamos uma guerra e eles não vão confrontar o Irã militarmente', disse.

    Khamenei, cujos comentários desta segunda-feira acontecem em meio a forte queda na moeda iraniana que provocou protestos violentos no país, criticou o governo do presidente Hassan Rouhani, um clérigo pragmático que liderou a assinatura do acordo em 2015 com o objetivo de encerrar o isolamento político e econômico do Irã.

    'Mais do que as sanções, a má gestão econômica (do governo) está colocando pressão sobre iranianos comuns... Eu não chamo de traição, mas de um grande erro de administração”, disse Khamenei segundo a TV estatal.

    'Com melhor gestão e planejamento nós podemos resistir às sanções e superá-las', acrescentou, em uma aparente tentativa de desviar a insatisfação da população devido o deterioramento da economia para o governo de Rouhani.

    (Reportagem adicional de Ahmed Tolba em Cairo)

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    EUA não são confiáveis, diz líder do Irã à Coreia do Norte

    SEUL/BEIRUTE (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse ao ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte que os Estados Unidos não são confiáveis, noticiou a mídia estatal de Teerã, no momento em que os EUA buscam um acordo para deter os programas nuclear e de mísseis norte-coreanos.

    O Irã rejeitou uma oferta de última hora de Washington para conversar nesta semana, dizendo que não pode negociar mais uma vez que o governo do presidente Donald Trump renegou um acordo de 2015 mediante o qual sanções foram suspensas em troca de limites ao programa nuclear iraniano.

    A visita de Ri Yong Ho, o diplomata mais graduado da Coreia do Norte, ao Irã coincidiu com a retomada das sanções norte-americanas contra a República Islâmica.

    'A atuação do governo dos EUA nestes anos levou o país a ser considerado indigno de confiança e de credibilidade em todo o mundo, o que não cumpre nenhuma de suas obrigações', disse Rouhani a Ri na quarta-feira, segundo a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna).

    'Na situação atual, países amistosos deveriam desenvolver suas relações e cooperação na comunidade internacional', disse ele, acrescentando que o Irã e a Coreia do Norte 'sempre tiveram opiniões semelhantes' em muitas questões.

    Ri viajou a Teerã depois de participar de um fórum de segurança em Cingapura, onde ele e o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, discutiram duramente a respeito de um acordo firmado durante a cúpula história de junho entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

    Na ocasião os dois lados se comprometeram a trabalhar pela desnuclearização da Coreia do Norte, mas desde então mostram dificuldades de chegar a um acordo para atingir este objetivo. Pyongyang vem desenvolvendo seus programas de armas em desafio a resoluções e sanções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Ri disse a Rouhani que a desfiliação de Washington do pacto de 2015 e a restauração de sanções são 'uma ação contra as regras e normas internacionais', relatou a Irna.

    'A política estratégica da Coreia do Norte é aprofundar as relações com a República Islâmica do Irã e confrontar o unilateralismo'.

    Trump decidiu restaurar as sanções contra Teerã apesar dos pedidos de outras potências mundiais que também patrocinaram o acordo, entre eles os principais aliados de Washington na Europa, Reino Unido, França e Alemanha, além da Rússia e da China.

    As sanções já levaram bancos e muitas empresas de todo o mundo a reduzirem suas transações com o Irã. Na terça-feira Trump disse que empresas que fizerem negócios com o Irã serão barradas nos EUA.

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    EUA não conseguirão interromper exportações de petróleo do Irã, diz chanceler a jornal

    BEIRUTE (Reuters) - O plano dos Estados Unidos para reduzir as exportações de Petróleo do Irã não serão bem-sucedidos, disse o ministro de Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, nesta quarta-feira, segundo um jornal local.

    Autoridades norte-americanas têm dito nas últimas semanas que pretendem pressionar países a parar de importar o petróleo do Irã em uma tentativa de forçar Teerã a encerrar seus programas nuclear e de míssil e seu envolvimento em conflitos regionais na Síria e no Iraque.

    'Se os norte-americanos querem manter essa ideia simplista e impossível em suas mentes, eles também devem saber suas consequências', disse Zarif ao jornal Iran. 'Eles não podem pensar que o Irã não exportará petróleo e que outros irão exportar'.

    O presidente iraniano, Hassan Rouhani, sugeriu no mês passado que o Irã poderia bloquear o Estreito de Hormuz, uma importante rota para o transporte de petróleo, se os Estados Unidos tentassem interromper as exportações de petróleo de Teerã.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, respondeu alertando que o Irã pode enfrentar sérias consequências se ameaçar os Estados Unidos.

    'Os norte-americanos montaram uma sala de guerra contra o Irã', disse Zarif. 'Nós não podemos ser arrastados a um confronto com os EUA ao cair na armadilha desta sala de guerra e jogar em um campo de batalha'.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Novas sanções de Trump contra o Irã entram em vigor apesar de pedidos de aliados

    Por Parisa Hafezi

    ANCARA (Reuters) - As novas sanções dos Estados Unidos contra o Irã entraram em vigor nesta terça-feira, e o presidente norte-americano, Donald Trump, que desafiou aliados de Washington para impor as medidas, disse que qualquer empresa que fizer negócios com Teerã não poderá fazer negócios com os EUA.

    O Irã rejeitou uma oferta de conversas de última hora do governo Trump, dizendo que não poderia negociar depois que Washington abandonou um acordo internacional de 2015 que suspendia sanções contra Teerã em troca de reduções em seu programa nuclear.

    Trump decidiu no início deste ano retirar os Estados Unidos do acordo, ignorando pedidos de outras potências mundiais que também assinaram o tratado, incluindo os grandes aliados europeus de Washington Reino Unido, França e Alemanha, assim como a Rússia e a China.

    Os países europeus prometeram tentar atenuar o impacto das novas sanções norte-americanas para convencer Teerã a continuar a cumprir os termos do acordo. No entanto, isso tem se provado difícil, com empresas europeias abandonando o mercado iraniano, argumentando que não podem arriscar a perspectiva de prejudicar seus negócios nos Estados Unidos.

    'Essas são as mais duras sanções já impostas', escreveu Trump em publicação no Twitter nesta terça-feira. 'Qualquer um fazendo negócios com o Irã não fará negócios com os Estados Unidos. Estou pedindo pela paz mundial, nada a menos'.

    O assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, disse na segunda-feira que a única chance de o Irã escapar das sanções é aceitar a oferta para negociar um acordo mais rígido com Trump.

    'Eles podem aceitar a oferta do presidente para negociar, para desistir totalmente de seus programas de mísseis balísticos e armas nucleares e de maneira realmente verificável', disse Bolton à Fox News.

    'Se os aiatolás querem sair debaixo do aperto, eles devem vir e sentar na mesa. A pressão não irá diminuir enquanto as negociações estiverem em andamento', acrescentou.

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    Parlamento do Irã convoca Rouhani para responder sobre economia em meio a pressão dos EUA

    Por Bozorgmehr Sharafedin

    LONDRES, (Reuters) - Parlamentares iranianos deram ao presidente do país, Hassan Rouhani, um mês para comparecer ao Parlamento e responder perguntas sobre a maneira como seu governo está lidando com as dificuldades econômicas de Teerã, relatou a mídia estatal nesta quarta-feira.

    Essa é a primeira vez que o Parlamento convoca Rouhani, que está sob pressão por parte de adversários para mudar seu gabinete, após a deterioração das relações do país com os Estados Unidos e crescentes dificuldades econômicas de Teerã.

    Parlamentares querem questionar Rouhani sobre assuntos como a queda do rial, que perdeu mais da metade do seu valor desde abril, o fraco crescimento econômico e o aumento do desemprego, de acordo com a agência de notícias Isna.

    Rouhani, um pragmático que reduziu tensões com o Ocidente ao assinar um acordo nuclear em 2015, está enfrentando crescente pressão desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou o tratado em maio e disse que irá impor novamente sanções que tem como objetivo sufocar a economia do Irã, incluindo suas vitais exportações de petróleo.

    Segundo a Isna, parlamentares também querem que Rouhani explique como, mais de dois anos depois de assinar um acordo que reduziu o programa nuclear do Irã em troca da suspensão de sanções internacionais, bancos iranianos ainda têm somente acesso limitado a serviços financeiros globais.

    A convocação de Rouhani acontece em meio a outras demonstrações de insatisfação pública. Diversos protestos têm sido realizados no Irã desde o início do ano contra altos preços, falta de água, energia e a suposta corrupção na República Islâmica.

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    Irã rejeita oferta de Trump para conversas por serem 'humilhação' e não terem serventia

    Por Bozorgmehr Sharafedin

    LONDRES (Reuters) - Autoridades de alto escalão do Irã rejeitaram nesta terça-feira a oferta de conversas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sem precondições, classificando-a como uma 'humilhação' e sem utilidade depois que o norte-americano reativou sanções contra Teerã na esteira da retirada de seu país de um acordo nuclear histórico.

    Separadamente, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que a rejeição de Trump ao acordo firmado em 2015 foi 'ilegal' e que agora depende da Europa preservar o tratado. Ele disse também que o Irã não cederá facilmente à campanha renovada de Washington para estrangular as exportações de petróleo essenciais para seu país.

    'Após a retirada ilegal dos Estados Unidos do acordo nuclear, a bola está com a Europa agora', disse Rouhani durante reunião com o embaixador do Reino Unido em Teerã, Rob Macaire, de acordo com seu site.

    Em maio, Trump retirou os EUA do pacto multilateral, acertado antes de sua posse, por considerá-lo benéfico somente ao Irã, mas na segunda-feira declarou que estaria disposto a se encontrar com Rouhani sem precondições para debater como melhorar as relações.

    O chefe do Conselho Estratégico de Relações Exteriores iraniano disse nesta terça-feira que Teerã não vê utilidade na oferta de Trump, feita somente uma semana depois de ele alertar o Irã que o país corre o risco de sofrer consequências duras que poucos na história enfrentaram se fizer ameaças a Washington.

    'Com base em nossas experiências ruins em negociações com a América e com base na violação de autoridades dos EUA a seus compromissos, é natural que não vejamos serventia em sua proposta', disse Kamal Kharrazi, segundo a agência de notícias semioficial Fars.

    'Trump deveria primeiro compensar sua retirada do acordo nuclear e mostrar que respeita os compromissos de seu antecessor e a lei internacional', acrescentou Kharrazi, um ex-ministro de Relações Exteriores.

    O conselho foi criado pelo líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, para ajudar a formular políticas de longo prazo para a República Islâmica.

    Por ora a manobra de Trump para forçar o Irã a voltar às negociações serviu para unir os iranianos linha-dura que se opõem ao acordo nuclear e moderados, como Rouhani, que o defendem para acabar com o impasse economicamente debilitante com potências ocidentais.

    Ali Motahari, vice-presidente do Parlamento iraniano que é visto como parte do campo moderado, disse que negociar com Trump agora 'seria uma humilhação'.

    O ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli, ecoou a posição dizendo que Teerã não confia em Washington como parceiro de negociação, segundo a agência estatal de notícias Irna. E um dos principais assessores de Rouhani, Hamid Aboutalebi, disse que a única maneira de se voltar às conversas é Washington voltar ao acordo nuclear.

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    Trump diz que está disposto a conversar com líder iraniano sem precondições

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que está disposto a se reunir com o líder do Irã sem precondições para discutir como melhorar laços após ele retirar os EUA do acordo nuclear iraniano de 2015, dizendo 'se eles querem se encontrar, nós nos encontraremos'.

    Questionado durante uma coletiva na Casa Branca se ele estaria disposto a se encontrar com o presidente iraniano, Hassan Rouhani, Trump disse: 'Eu me encontraria com qualquer um. Eu acredito em reuniões' especialmente em casos onde uma guerra está em jogo.

    Os comentários de Trump representam uma moderação na retórica em comparação há uma semana, quando ele atacou Rouhani em um tuíte, dizendo 'Nunca, nunca ameace os Estados Unidos novamente ou você irá sofrer consequências como poucos ao longo da história sofreram'.

    Pouco antes deste tuíte em 22 de julho, Rouhani se referiu a Trump em um discurso, dizendo que políticas hostis dos EUA poderiam levar à 'mãe de todas as guerras'.

    Na segunda-feira, durante uma coletiva de imprensa com o premiê italiano, Giuseppe Conte, Trump disse: 'Eu me encontraria certamente com o Irã se eles quiserem se encontrar. Eu não sei se eles estão prontos já. Eu encerrei o acordo iraniano. Foi um acordo ridículo. Eu acredito sim que eles acabarão querendo se reunir e eu estou pronto para me reunir em qualquer momento que eles quiserem.'

    Trump disse que não tinha 'nenhuma precondição' para um encontro com os iranianos, acrescentando: 'Se eles quiserem se reunir, eu irei me reunir.'

    'Se nós conseguirmos trabalhar em algo que seja significativo, não o gasto de papel que foi o outro acordo, eu certamente estaria disposto a me reunir', ele acrescentou, notando que seria bom para os EUA, Irã e para o mundo.

    Pelo Twitter, um assessor de Hassan Rouhani disse que para abrir caminho para negociações com o Irã, os Estados Unidos devem voltar a um acordo nuclear de 2015 entre Irã e seis grandes potências.

    'Respeitar os direitos da nação iraniana, reduzir hostilidades e retornar ao acordo nuclear são passos que podem ser tomados para pavimentar a esburacada estrada de negociações entre Irã e a América', postou Hamid Aboutalebi, assessor do líder iraniano, no Twitter.

    (Reportagem adicional de Parisa Hafezi em Ancara)

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    Trump diz que está disposto a conversar com líder iraniano sem precondições

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que está disposto a se reunir com o líder do Irã sem precondições para discutir como melhorar laços após ele retirar os EUA do acordo nuclear iraniano de 2015, dizendo 'se eles querem se encontrar, nós nos encontraremos'.

    Questionado durante uma coletiva na Casa Branca se ele estaria disposto a se encontrar com o presidente iraniano, Hassan Rouhani, Trump disse: 'Eu me encontraria com qualquer um. Eu acredito em reuniões' especialmente em casos onde uma guerra está em jogo.

    Os comentários de Trump representam uma moderação na retórica em comparação há uma semana, quando ele atacou Rouhani em um tuíte, dizendo 'Nunca, nunca ameace os Estados Unidos novamente ou você irá sofrer consequências como poucos ao longo da história sofreram'.

    Pouco antes deste tuíte em 22 de julho, Rouhani se referiu a Trump em um discurso, dizendo que políticas hostis dos EUA poderiam levar à 'mãe de todas as guerras'.

    Na segunda-feira, durante uma coletiva de imprensa com o premiê italiano, Giuseppe Conte, Trump disse: 'Eu me encontraria certamente com o Irã se eles quiserem se encontrar. Eu não sei se eles estão prontos já. Eu encerrei o acordo iraniano. Foi um acordo ridículo. Eu acredito sim que eles acabarão querendo se reunir e eu estou pronto para me reunir em qualquer momento que eles quiserem.'

    Trump disse que não tinha 'nenhuma precondição' para um encontro com os iranianos, acrescentando: 'Se eles quiserem se reunir, eu irei me reunir.'

    'Se nós conseguirmos trabalhar em algo que seja significativo, não o gasto de papel que foi o outro acordo, eu certamente estaria disposto a me reunir', ele acrescentou, notando que seria bom para os EUA, Irã e para o mundo.

    (Reportagem adicional de Parisa Hafezi em Ancara)

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