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    Netanyahu obtém respaldo parlamentar para formar novo governo em Israel

    Por Jeffrey Heller

    JERUSALÉM (Reuters) - O presidente de Israel, Reuven Rivlin, disse nesta terça-feira que a maioria dos membros do Parlamento o aconselhou a permitir que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu forme um novo governo na esteira da eleição de 9 de abril, na prática garantindo a nomeação do premiê para mais um mandato.

    No cargo há uma década, Netanyahu conquistou um quinto mandato apesar de um anúncio de fevereiro do procurador-geral, Avichai Mandelblit, de que planeja acusar o premiê em três casos de corrupção. Netanyahu nega qualquer irregularidade.

    Pela lei, o presidente tem que escolher um líder partidário que julgue ter a melhor perspectiva de montar uma coalizão governista. Ele anunciará formalmente o escolhido na quarta-feira.

    Em comentários divulgados nesta terça-feira, o segundo dia das consultas públicas de Rivlin com partidos políticos a respeito de suas preferências para premiê, ele disse que Netanyahu 'agora tem uma maioria de membros do Knesset' a seu favor.

    'Qualquer espaço de manobra que eu tinha foi efetivamente retirado neste momento', afirmou.

    A nomeação de Netanyahu se tornou uma mera formalidade depois que seu partido de direita Likud conquistou o maior número de cadeiras no Knesset na votação da semana passada e seu principal rival, o político de centro Benny Gantz, reconheceu a derrota.

    Netanyahu disse que pretende compor uma coalizão com cinco partidos de extrema-direita, direita e de judeus ultraortodoxos que dariam 65 assentos a um governo liderado pelo Likud, quatro a mais que seu atual governo em fim de mandato.

    Representantes de todas estas siglas disseram a Rivlin nas reuniões, transmitidas ao vivo pela internet, que recomendam Netanyahu.

    Gantz, ex-chefe militar cujo partido Azul e Branco conseguiu 35 assentos parlamentares, provavelmente será o próximo da fila para montar um governo se Netanyahu não o fizer até 42 dias depois de ser escolhido por Rivlin.

    Netanyahu não é legalmente obrigado a renunciar se for indiciado. Ele ainda pode refutar, em uma audiência pré-julgamento com Mandelblit cuja data ainda não foi marcada, a apresentação formal de acusações de suborno e fraude que lhe foram imputadas.

    O líder israelense, cujos apoiadores louvam suas rígidas medidas de segurança e sua projeção internacional, deve ser tornar o premiê mais longevo da história do país em julho.

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    Premiê Netanyahu assegura reeleição em Israel com maioria parlamentar

    Por Jeffrey Heller e Maayan Lubell

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, garantiu nesta quarta-feira um caminho aberta para a reeleição, com partidos religiosos de direita certamente garantindo-lhe uma maioria parlamentar, apesar de uma disputa acirrada com um ex-general de centro, mostraram os resultados oficiais da eleição.

    Com mais de 97 por cento dos votos apurados, o partido conservador Likud, de Netanyahu, estava a caminho de obter apoio suficiente para controlar 65 dos 120 assentos do Knesset e ser nomeado para dirigir o próximo governo de coalizão, que representaria um quinto mandato recorde para Netanyahu como primeiro-ministro.

    A acirrada disputa eleitoral foi amplamente vista em Israel como um referendo sobre o caráter e o governo de Netanyahu, que enfrenta alegações de corrupção. Ele enfrenta uma possível acusação em três casos de propina, e nega ter cometido irregularidades em todos eles.

    Apesar disso, Netanyahu ganhou quatro assentos em relação ao atual governo de coalizão, de acordo com uma planilha publicada pelo Comitê Eleitoral Central com os partidos que conquistaram votos suficientes para entrar no próximo parlamento.

    'É uma noite de vitória colossal', disse Netanyahu, de 69 anos, em um discurso tarde da noite na sede do Likud após a votação de terça-feira, sob gritos da multidão de apoiadores e o barulho de fogos de artifício.

    Os principais índices da bolsa de valores de Tel Aviv abriram em alta de 0,5 por cento nesta quarta-feira, mostrando confiança em um primeiro-ministro cujo governo fez a economia funcionar e enfrentou os desafios de segurança.

    O principal desafiante, o ex-general Benny Gantz, do recém-criado partido Azul e Branco, conseguiu empatar com o Likud com 35 cadeiras. No entanto, a menos que consiga reverter promessas de campanha de outros partidos que declararam apoio a Netanyahu, Gantz parece destinado a liderar uma oposição parlamentar de centro-esquerda.

    'Os céus podem parecer nublados... mas eles não podem esconder o sol de esperança que trouxemos ao povo e à sociedade de Israel', escreveu Gantz, de 59 anos, em uma carta aberta a seus partidários.

    Caso Netanyahu de fato retenha o poder, ele se tornará o primeiro-ministro israelense mais longevo em julho, ultrapassando o fundador do país, David Ben-Gurion. No entanto, isso pode não ocorrer se acusações criminais forem apresentadas, forçando sua remoção.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh Ha'ayin; Ron Bousso e Rawan Sheikh Ahmad, em Haifa; Rahaf Ruby, Stephen Farrell, Dan Williams e Maayan Lubell, em Jerusalém)

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    Pesquisas de boca de urna israelenses dão vantagem a Netanyahu

    Por Jeffrey Heller

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está a caminho de assegurar o recorde de um quinto mandato com outra coalizão de direita, indicaram pesquisas de boca de urna de TVs israelenses depois que a votação foi encerrada nesta terça-feira, enquanto tanto ele como seu principal adversário declararam vitória.

    Netanyahu, no poder consecutivamente desde 2009, está lutando por sua sobrevivência política. O líder do partido de direita Likud enfrenta possíveis indiciamentos em três casos de corrupção, mas tem negado qualquer irregularidade.

    Se vencer a eleição, Netanyahu, de 69 anos, se tornará o primeiro-ministro há mais tempo no poder nos 71 anos de história de Israel.

    Pesquisas de boca de urna de dois dos três maiores canais de TV de Israel indicaram que o partido Azul e Branco do principal adversário de Netanyahu, Benny Gantz, conquistou um número um pouco maior de cadeiras no Parlamento de 120 membros do que o Likud, enquanto uma terceira pesquisa projetou empate.

    Embora nenhum dos dois partidos tenha conquistado uma maioria parlamentar no Knesset, de acordo com as pesquisas de boca de urna, os levantamentos colocam Netanyahu em uma posição mais forte para formar um governo de coalizão com a ajuda de grupos de direita.

    Alguns analistas políticos, entretanto, afirmaram ser cedo demais para determinar o resultado, com muitas horas pela frente até que a contagem final seja divulgada.

    O Canal 13 previu que Netanyahu pode formar um bloco governista controlando 66 cadeiras, frente a 54 de uma coalizão liderada pelo Azul e Branco com partidos de centro-esquerda e esquerda.

    A emissora pública TV Kan afirmou que a diferença será de 64 contra 56 assentos a favor do Likud, enquanto o Canal 12 previu um empate, com 60 assentos cada.

    “O bloco de direita liderado pelo Likud obteve uma vitória clara”, disse Netanyahu em comunicado. “Eu começarei a formar um governo de direita com nosso parceiro natural nesta mesma noite.”

    Um porta-voz do partido de Gantz declarou: “Nós vencemos. O público israelense falou.”

    Ofer Zalzberg, analista sênior do International Crisis Group, disse que o Likud e o Azul e Branco precisarão conhecer o desempenho de partidos menores para saber se conseguiram apoio suficiente para formar uma coalizão.

    “É mais provável que Netanyahu estabeleça outro governo de direita, mas é preciso esperar e ver”, disse.

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    Israelenses vão às urnas decidir se Netanyahu terá permanência recorde no governo

    Por Jeffrey Heller e Dan Williams

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez um apelo para que apoiadores fossem votar e conquistassem votos na eleição parlamentar de Israel desta terça-feira, enfatizando a possibilidade de seu principal rival, um ex-general que prometeu um governo ético, privá-lo de alcançar um quinto mandato.

    Netanyahu, que ocupa o cargo continuamente desde 2009, após uma primeira passagem como premiê entre 1996 e 1999, luta por sua sobrevivência política, uma vez que pode ser indiciado em três casos de corrupção nos quais negou qualquer irregularidade.

    As últimas pesquisas de intenção de voto, publicadas na sexta-feira, mostraram Netanyahu, que lidera o partido Likud, atrás de seu maior adversário, o ex-comandante militar Benny Gantz, da facção Azul e Branco, mas com mais chance de compor um governo de coalizão.

    Cerca de duas horas e meia antes do fechamento das urnas, Netanyahu tuitou que 'os dados que nos chegam agora' mostram o Azul e Branco com uma vantagem de quatro cadeiras no Parlamento de 120 membros.

    'Muitos apoiadores do Likud ainda não votaram. Já está tarde, mas não tarde demais', escreveu. 'Peço a todos vocês que se mobilizem e levem suas famílias e amigos às urnas'.

    Se vencer, o líder de direita, de 69 anos, cumprirá um quinto mandato recorde e se tornará o premiê mais longevo de Israel, depois de uma disputa que determinará se o homem que alguns israelenses saúdam como o 'Rei Bibi' sucumbirá à 'fadiga Bibi'.

    Os israelenses votam em listas partidárias de candidatos parlamentares. Nenhum partido isolado jamais teve maioria no Parlamento de Israel, o que significa que a composição de uma coalizão, um processo que pode demorar semanas, determinará o vencedor.

    A votação termina às 22h locais. Redes de televisão publicarão imediatamente as pesquisas de boca de urna, dando uma indicação preliminar do número de cadeiras que os partidos obtiveram no Knesset e de qual líder tem mais chance de montar um governo.

    Durante a campanha, os partidos rivais se acusaram de corrupção, de fomento ao preconceito e de frouxidão na segurança.

    Netanyahu ressaltou sua proximidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que encantou ou israelenses e revoltou os palestinos reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel em 2017 e transferindo a embaixada norte-americana para a cidade sagrada em maio.

    Netanyahu alarmou ainda mais os palestinos prometendo anexar assentamentos judeus na Cisjordânia ocupada se for reeleito.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh Ha'ayin; Ron Bousso e Rawan Sheikh Ahmad, em Haifa; Rahaf Ruby e Stephen Farrell, em Jerusalém)

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    Israelenses vão às urnas para decidir possível recorde de mandatos para Netanyahu

    Por Dan Williams e Ari Rabinovitch

    JERUSALÉM (Reuters) - Os eleitores israelenses começaram a votar, nesta terça-feira, em uma eleição que pode garantir ao primeiro-ministro conservador Benjamin Netanyahu o recorde de um quinto mandato ou destroná-lo diante de um ex-general que prometeu um governo limpo e coesão social.

    Os locais de votação foram abertos às 7h (horário local) em todo o país e serão fechados às 22h. Entretanto, o vencedor não deve ser decidido imediatamente, uma vez que nenhum partido jamais conseguiu maioria absoluta no Parlamento de 120 lugares, o que significa que dias ou mesmo semanas de negociações devem estar por vir.

    Apelidado de 'Rei Bibi', Netanyahu, de 69 anos, reuniu uma direita fortalecida contra os palestinos e fez campanha defendendo um política externa israelense firme, que é fruto de seus laços com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Mas a esperança do líder do partido Likud de ultrapassar o fundador de Israel, David Ben-Gurion, como primeiro-ministro com mais tempo no cargo, em julho, foi prejudicada por uma acusação de corrupção. Netanyahu nega qualquer irregularidade.

    Críticos alertam sobre 'a fadiga de Bibi' e argumentam que a eleição parlamentar deve trazer novos rostos para o alto escalão.

    Logo abaixo de Netanyahu nas pesquisas de opinião está Benny Gantz, ex-chefe das Forças Armadas e novo rosto político do centro. Apoiado por outros dois ex-generais no topo de seu partido, o Azul e o Branco, Gantz, de 59 anos, tentou questionar a autoproclamada imagem de Netanyahu como inigualável no que diz respeito à segurança nacional.

    Antes de votar, Netanyahu postou um link no Twitter e no Facebook e pediu que os eleitores entrassem em contato.

    'Nesta manhã, estou pedindo para falar com você, pessoalmente, através do ‘messenger’. Basta um clique no link. Estou esperando', disse ele.

    Gantz, adotando uma abordagem diferente, compartilhou um vídeo de si mesmo no local de votação ao som de uma música, sem nenhum comentário direto. O líder de seu partido, Yair Lapid, postou um vídeo praticando “kickboxing”, com uma nota dizendo que estava 'lutando por cada voto'.

    Após a eleição, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, irá consultar os líderes de cada partido representado no Knesset, o Parlamento israelense, e escolher a pessoa que julga ter a melhor chance de constituir um governo.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh HaAyin, e Rahaf Ruby e Stephen Farrell, em Jerusalém)

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    Liberal de extrema-direita defensor da maconha pode ser fiel da balança em eleição de Israel

    Por Maayan Lubell

    JERUSALÉM (Reuters) - A plataforma política de Moshe Feiglin pode ser apenas uma ilusão --uma mistura inebriante de legalização da maconha e reconstrução de um templo bíblico--, mas o candidato de extrema-direita pode ser o fiel da balança na eleição de terça-feira em Israel.

    Atraindo votos de eleitores jovens, o novo partido Zehut, de Feiglin, disparou nas pesquisas, que estimam que a legenda obterá até 6 das 120 cadeiras do Parlamento e poderá alterar o equilíbrio da montagem de uma coalizão que se seguirá à votação.

    Nenhum partido isolado jamais teve maioria no governo de Israel. Nem o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, da sigla Likud, de direita, nem Benny Gantz, do partido de centro Azul e Branco, recebeu promessas públicas do Zehut de que este ficará ao seu lado quando tentar compor um governo.

    Feiglin disse que suas condições aos dois rivais são a legalização da maconha e o controle do Ministério das Finanças, por meio do qual quer cortar os impostos corporativos e eliminar as taxas alfandegárias.

    Ex-membro do Likud que tentou sem sucesso assumir a liderança de Netanyahu, o libertário Feiglin, de 56 anos, postula mercado livre e a legalização da maconha, enquanto seu plano para os palestinos está em segundo plano.

    Suas políticas de extrema-direita pedem a anexação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, incentivos monetários para os palestinos emigrarem e a eventual construção de um terceiro templo judeu no local sagrado de Jerusalém que já foi o cenário de dois templos bíblicos.

    O complexo, reverenciado pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Santuário Nobre, abriga as mesquitas de Al-Aqsa e do Domo da Rocha, e é um dos locais mais polêmicos do conflito israelo-palestino.

    'Minha solução é justiça, porque esta é a terra de Israel, não a terra de Ismael – é a terra do povo judeu', disse ele à Reuters.

    Mas é sua defesa da legalização da maconha para fins recreativos que parece ter empolgado eleitores jovens de Israel, onde a erva é popular.

    'Uma de suas pautas principais é a legalização, um mercado livre e a liberalização em geral. Não posso dizer que olhei cada linha de sua plataforma, deixei isso para o meu pai', disse Ofir Avisar, de 22 anos, que trabalha em um quiosque de cigarros de um shopping center de Jerusalém.

    Outros são atraídos pela defesa de Feiglin de um governo pequeno.

    'A maconha é uma parte pequena do seu charme', disse Uriya Peled, professor de 27 anos que foi ouvir Feiglin falar em um bar de Rishon Lezion, cidade próxima de Tel Aviv. 'Não me considero de direita, esquerda ou centro, só quero liberdade'.

    (Por Maayan Lubell, Rami Amichai e Ron Bousso)

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    Netanyahu diz que planeja anexar assentamentos na Cisjordânia

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste sábado que anexará os assentamentos na Cisjordânia ocupada caso ganhe as eleições marcadas para a próxima terça-feira, uma promessa eleitoral tardia que enfurece os palestinos e o mundo árabe.

    Em uma entrevista ao canal israelense 12 News, Netanyahu foi perguntado sobre por que não havia estendido a soberania de Israel para os grandes assentamentos da Cisjordânia como havia feito em Jerusalém Oriental e com as Colinas de Golã, territórios tomados na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

    'Quem disse que não faremos isso? Estamos a caminho, discutindo', disse Netanyahu. 'Você me pergunta se estamos indo para o próximo nível - a resposta é sim, iremos ao próximo nível. Eu irei estender a soberania (israelense) e não vou distinguir entre blocos de assentamentos e assentamentos isolados.'

    Autoridades palestinas não estavam disponíveis imediatamente para comentar a questão.

    Palestinos querem estabelecer um Estado na Cisjordânia ocupada, Jerusalém Oriental e na Faixa de Gaza. Cerca de 500 mil israelenses vivem na Cisjordânia Ocupada e na parte oriental de Jerusalém, áreas que também são a casa de 2,6 milhões de palestinos. Israel se retirou de Gaza em 2005.

    Alguns dos Partidos que Netanyahu disse que buscaria incluir em um governo de coalizão caso vença as eleições defendem a anexação de partes da Cisjordânia. Netanyahu compete com esses partidos por eleitores pró-assentamentos nas eleições de 9 de abril. Seus comentários muito provavelmente devem atrair tais eleitores, que são contrários à cessão de terras aos palestinos.

    Assentamentos são uma das questões mais controversas nos esforços para a reinicialização das conversas de paz entre israelenses e palestinos, que estão congeladas desde 2014.

    A maioria dos países considera ilegais os assentamentos construídos por Israel em território capturado na guerra de 1967. Israel contesta a versão citando laços históricos com a região, e dizendo que o futuro da terra deveria ser determinado em negociações de paz com os palestinos.

    Os Estados Unidos quebraram com décadas de consenso internacional no mês passado ao reconhecerem a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, capturadas da Síria por Israel.

    (Por Maayan Lubell)

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    Escritório em Israel é 'meio-termo', diz ministra Tereza, que terá reunião com árabes

    SÃO PAULO (Reuters) - Um escritório de negócios em Israel, em vez da mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, é um 'meio-termo' nas discussões diplomáticas envolvendo países do Oriente Médio, comentou nesta terça-feira a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em um aceno às nações muçulmanas após o presidente Jair Bolsonaro visitar Jerusalém nesta semana.

    Uma mudança da embaixada do Brasil para Jerusalém, conforme o previamente prometido por Bolsonaro, gerou descontentamento de países árabes, com os quais os exportadores brasileiros negociam bilhões de dólares em produtos agropecuários.

    Durante a viagem a Israel, Bolsonaro anunciou a abertura de um escritório de negócios do Brasil na cidade disputada por israelenses e palestinos, admitindo ter encontrado dificuldades para cumprir sua promessa.

    'Acho que o escritório de negócios é um meio-termo, não é a embaixada lá. A gente sabe do ânimo que existe na região, mas o Brasil é um país amigo de todos os países, e na área comercial temos um peso muito grande no mundo árabe, no mundo islâmico. Temos de continuar conversando', disse Cristina, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Agricultura.

    'É claro que há um descontentamento. Mas nós da Agricultura temos de trabalhar pela agricultura. Esses problemas de geopolítica são para o presidente da República, para o chanceler', acrescentou ela.

    Seguindo a nota, a ministra disse que já conversou 'com muita gente' e que, 'apesar do desconforto, as coisas estão calmas'.

    No que depender do Ministério da Agricultura, afirmou ela, 'vamos continuar fazendo com que cresça essa cooperação comercial entre os países do mundo árabe e o Brasil'.

    A ministra informou que tem reunião marcada para a próxima semana com 51 embaixadores de países árabes e explicou que o Ministério da Agricultura vai manter o diálogo com esses países, que são grandes compradores da produção brasileira de alimentos.

    (Por Roberto Samora)

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    Bolsonaro discutirá Previdência com políticos após antecipar volta de Israel, diz porta-voz

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro antecipou a volta de Israel em cerca de duas horas na quarta-feira e terá uma série de encontros com parlamentares no dia seguinte com o objetivo de acelerar a tramitação da reforma da Previdência, afirmou nesta terça-feira o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

    Inicialmente, Bolsonaro se encontraria com integrantes da comunidade brasileira em Israel na quarta de manhã na cidade de Raanana antes de embarcar de volta para Brasília, mas a agenda do presidente foi modificada, e agora Bolsonaro receberá brasileiros que moram em Israel em seu hotel na cidade de Jerusalém na noite desta terça-feira.

    Com a mudança, o desembarque previsto do presidente foi antecipado de 20h40 para 18h40, e no dia seguinte Bolsonaro terá uma agenda cheia com parlamentares e líderes políticos para tratar da Previdência, disse o porta-voz.

    'O que estamos acordando, por questões logísticas, estamos trazendo cerca de 25 brasileiros que moram naquela comunidade (Raanana) aqui hoje às 18h com a finalidade do presidente estreitar os laços e, ao mesmo tempo, antecipar nosso retorno amanhã, visto que no dia seguinte ele já tem agendada uma série de encontros com parlamentares visando nosso objetivo principal nesse momento, que é o andamento mais célere da nossa Nova Previdência', disse o porta-voz a jornalistas em Jerusalém.

    Em entrevista à TV Record na noite de segunda-feira durante a visita a Israel, Bolsonaro já havia afirmado que vai intensificar os encontros com parlamentares e líderes políticos para fazer avançar a tramitação da reforma da Previdência no Congresso.

    Segundo o presidente, se a reforma não for aprovada o Brasil estará 'a um passo de um caos econômico'.

    'O que apresentei ao Parlamento com a reforma da Previdência não é um projeto meu ou do meu governo, é do Brasil, e o Parlamento é muito importante para aperfeiçoar essa proposta. Não pode é ficar sem votar, porque dai o Brasil perde como um todo', disse Bolsonaro na entrevista.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Mudar embaixada para Jerusalém não é tão simples, diz Bolsonaro em entrevista a TV

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro reconheceu durante viagem a Israel que mudar a embaixada brasileira no país de Tel Aviv para Jerusalém não é 'tão simples', mas afirmou, nesta terça-feira, que acredita estar no caminho certo após o anúncio da abertura de um escritório de negócios do Brasil na cidade disputada por israelenses e palestinos.

    Bolsonaro admitiu ter encontrado dificuldades para cumprir a promessa de mudar a embaixada brasileira para Jerusalém em entrevista à TV Record na noite de segunda-feira, e disse que a questão tem sido conversada com o mundo árabe e será levantada em viagem a países do Oriente Médio que fará no segundo semestre.

    'Eu fiz uma promessa de campanha e obviamente eu vi depois as dificuldades, não é uma coisa tão simples assim', disse Bolsonaro na entrevista.

    'O Benjamin Netanyahu (premiê de Israel) obviamente gostaria que eu transferisse, mas nós temos conversado com o mundo árabe, porque o Brasil é um país de todos, tem todo mundo lá dentro, e nós buscamos conversar com essas pessoas, conversar com embaixadores. Vamos fazer uma viagem para a região do Oriente Médio no segundo semestre... e essa questão será colocada na mesa, para chegar num diálogo, num entendimento, para não termos problema de parte a parte', acrescentou.

    Questionado nesta terça-feira, após participar de cerimônia alusiva ao plantio de muda de oliveira no Bosque das Nações, se mantinha os planos de transferir a embaixada para Jerusalém, o presidente respondeu: 'Um grande casamento começa no namoro e no noivado, então estamos no caminho certo, no meu entender.'

    No domingo, Bolsonaro anunciou a abertura de um novo escritório de negócios do Brasil em Israel na cidade de Jerusalém, em aparente recuo de sinais anteriores de que iria seguir os passos dos Estados Unidos transferindo a embaixada brasileira para a cidade.

    A proposta original de Bolsonaro de transferir a embaixada irritou a comunidade árabe, e importantes autoridades brasileiras alertaram sobre prejuízos aos laços com países árabes e o comprometimento de bilhões de dólares em exportações de carne halal.

    Segundo o presidente, a abertura do escritório de negócios foi 'mais um passo' na questão da embaixada, e o governo brasileiro disse que o escritório de negócios não será uma representação diplomática. A medida, no entanto, irritou a comunidade palestina.

    Segundo Ibrahim Alzeban, embaixador palestino em Brasília, sua convocação para voltar aos territórios palestinos estava em consideração em reação à visita de Bolsonaro. 'Gostaríamos que não se houvesse tocado no tema de Jerusalém.'

    Israel tem há muito considerado Jerusalém inteira como sua capital eterna e indivisível, enquanto os palestinos querem Jerusalém Oriental como a capital de um Estado futuro que buscam estabelecer em território tomado por Israel durante a guerra de 1967.

    Bolsonaro afirmou na entrevista à emissora de TV que o ponto máximo da visita a Israel, que se encerra na quarta-feira, foi uma aproximação com o governo israelense, em especial com o primeiro-ministro Netanyahu, com quem visitou na véspera o Muro das Lamentações, o local de oração mais sagrado do judaísmo.

    Nesta terça-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro está disposto a receber diplomatas de países árabes e do entorno, em especial devido às relações de comércio 'muito intensas' do Brasil com o mundo árabe.

    “É muito importante que tenhamos relações comerciais com um amplo espectro de países. Nós sabemos que as questões dos países árabes estão relacionadas com o ministério da ministra Tereza Cristina (Agricultura). Temos como uma das nossas principais pautas do mercado a venda externa àquela área', afirmou.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Posição brasileira sobre coexistência de Israel e Palestina não mudou, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, avaliou nesta segunda-feira que a visão diplomática brasileira sobre a necessidade de uma coexistência pacífica entre israelenses e palestinos na região no Oriente Médio não mudou, mesmo com a recente aproximação do Brasil com Israel.

    'Eu tenho aqui que uma vez que os países árabes e os palestinos em particular entendam o alcance dessa decisão, que não muda a nossa visão diplomática da necessidade de que palestinos e israelenses tenham uma coexistência pacifica naquela região, conforme desde 1947 o Brasil apoia', disse Mourão.

    'A partir do momento que eles entendam que isso continua, não teremos problema', acrescentou.

    Ao comentar o fato de que a Palestina estava considerando chamar o embaixador no Brasil, Ibrahim Alzeben, para consultas --um maneira de manifestar desagrado na diplomacia--, o presidente em exercício afirmou que era preciso aguardar.

    'Chamar para consultas ele vai lá, bate um papo e volta', disse Mourão, lembrando que isso é parte das pressões normais na situação.

    Mourão explicou que o presidente Jair Bolsonaro consultou vários membros da equipe e ouviu as ponderações antes de tomar uma decisão.

    'Eu não vejo também nada demais, é algo que não tem nada a ver com a diplomacia. Podemos até considerar algo como um passo intermediário naquela ideia inicial do presidente de mudar a embaixada', argumentou.

    Bolsonaro confirmou, durante a visita a Israel, a intenção anunciada semana passada de abrir um escritório de negócios em Jerusalém, em oposição à mudança da embaixada para a cidade, disputada como capital por palestinos e israelenses.

    De acordo com o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, o escritório não será ligado à embaixada e não será tocado por diplomatas.

    Ainda assim, os palestinos reagiram mal e chegaram a ameaçar chamar para consultas o embaixador. Alzeben, no entanto, disse à Reuters que não foi chamado oficialmente e a situação está sob análise, a depender do desenrolar da visita. [nL1N21J093]

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Centenas de contas falsas no Twitter impulsionaram Netanyahu, dizem pesquisadores israelenses

    JERUSALÉM (Reuters) - Dois pesquisadores israelenses disseram nesta segunda-feira que descobriram uma rede de centenas de contas falsas no Twitter que promoveram o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e atacaram seus rivais políticos, uma semana antes da eleição nacional.

    Nenhuma ligação direta havia sido encontrada entre a rede e Netanyahu ou seu partido de direita, Likud, indicou o relatório dos pesquisadores, que descreveram o trabalho como parte de um projeto destinado a libertar as redes sociais de práticas manipuladoras.

    Pesquisas de opinião mostram que Netanyahu e seu principal oponente, o candidato de centro Benny Gantz, enfrentam uma disputa acirrada a poucos dias da eleição de 9 de abril.

    Os pesquisadores Noam Rotem e Yuval Adam disseram que nomes falsos foram usados em mais de 150 contas na rede e que centenas de outros perfis também podem ser falsos. Eles descreveram a pesquisa como independente.

    Rotem se descreve como um ativista comprometido com a erradicação da manipulação nas mídias sociais.

    Os autores do relatório disseram que as postagens nas contas falsas eram controladas por pessoas, não por 'bots' automáticos. Eles deram o nome de um dos supostos operadores, que negou, por meio de seu advogado, envolvimento em qualquer rede organizada pró-Netanyahu.

    'A análise de especialistas mostra que a rede atingiu mais de 2,5 milhões de israelenses', disse o relatório, colocando o número de tuítes desde o início da campanha eleitoral em mais de 130 mil. Israel tem uma população de cerca de 8,7 milhões de pessoas.

    Uma porta-voz do Twitter, questionada pela Reuters sobre a descoberta, não quis comentar.

    Em uma declaração transmitida pela Internet, Netanyahu classificou rejeitou o relatório como 'pesquisa falsa' disseminada pela mídia hostil a ele.

    'Eu pensei que no começo fosse uma piada de 1º de abril', disse ele. 'Eles não estão preparados para aceitar que vocês, cidadãos de Israel, me apoiem.'

    O relatório mostrou que uma onda de tuítes falsos ocorreu depois que o procurador-geral de Israel anunciou sua intenção, em fevereiro, de indiciar Netanyahu por acusações de corrupção, o que o primeiro-ministro negou. Outra onda, segundo o relatório, foi lançada após o partido Azul e Branco, de Gantz, iniciar sua campanha eleitoral.

    'Há toda uma rede aqui, financiada por muito dinheiro, para fraudar a eleição', disse Gantz em uma coletiva de imprensa depois que as descobertas foram divulgadas. 'Este assunto exige investigação.'

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