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    Explicação de sauditas sobre morte de jornalista 'não é suficiente', diz secretário dos EUA

    JERUSALÉM/RIAD (Reuters) - A explicação da Arábia Saudita sobre o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi foi um 'bom primeiro passo, mas não é o suficiente', disse o Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, acrescentando que o momento ainda é prematuro para discutir sanções contra Riad sobre o incidente.

    Os comentários de Steven Mnuchin são os últimos de membros do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que parecem estar determinados a repreender um assassinato que despertou indignação global, tentando ao mesmo tempo proteger as relações com o principal exportador de petróleo do mundo.

    Governos europeus foram mais rigorosos ao criticarem as explicações de Riad de que Khashoggi teria morrido após uma briga no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro. Neste domingo, o ministro do Reino Unido para o Brexit disse que o relato não tinha credibilidade.

    'Seria prematuro comentar sobre sanções e é prematuro comentar qualquer outra questão até que a investigação se aprofunde e chegue ao que realmente ocorreu', disse Mnuchin a jornalistas em Jerusalém.

    Mnuchin confirmou que não comparecerá a uma conferência de investimentos saudita na terça-feira. Entretanto, ele disse que visitaria Riad, como foi planejado anteriormente, para discussões com seus equivalentes sobre esforços para combater o financiamento a terroristas e sobre os planos de Washington para reestabelecer sanções contra o Irã em novembro.

    Depois de negar qualquer envolvimento no desaparecimento de Khashoggi, de 59 anos, por duas semanas, a Arábia Saudita disse no sábado que o jornalista e crítico do príncipe saudita Mohammed bin Salman havia morrido após uma briga no consulado. Uma hora depois, um oficial saudita atribuiu a morte a uma chave de braço.

    Refletindo o ceticismo internacional sobre a versão saudita do incidente, uma autoridade do governo saudita apresentou uma nova versão que em alguns pontos chave contradiz as explicações anteriores.

    A última versão inclui detalhes sobre como uma equipe de 15 sauditas enviados para confrontar Khashoggi havia ameaçado drogar e sequestrar o jornalista, e depois o matou em uma chave de braço quando ele resistiu. Um membro da equipe então vestiu as roupas de Khashoggi para parecer que ele havia deixado o consulado.

    As autoridades turcas suspeitam que Khashoggi, que era saudita e residente nos Estados Unidos, foi morto dentro do consulado por uma equipe de agentes sauditas e seu corpo esquartejado.

    Os comentários de Trump sobre o incidente Khashoggi nos últimos dias variaram entre ameaçar à Arábia Saudita com consequências 'muito severas' e alertas sobre sanções econômicas, a observações mais conciliadores nas quais ele destacou o papel do país como aliado dos Estados Unidos contra o Irã e outros militantes islâmicos, assim como um grande comprador de armas dos Estados Unidos.

    'Eu não estou satisfeito até encontrarmos uma resposta. Mas foi um grande primeiro passo, um bom primeiro passo. Mas eu quero chegar à resposta', disse Trump a jornalistas neste final de semana, quando perguntado sobre a investigação saudita e a demissão de oficiais subsequente, devido ao incidente.

    Em uma entrevista ao jornal Washington Post, Trump disse que 'obviamente houve enganação e mentiras'.

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    Pompeo debate caso Khashoggi com rei saudita; Turquia investiga 'materiais tóxicos'

    Por Leah Millis e Osman Orsal

    RIAD/ISTAMBUL (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, se encontrou com o rei Salman, da Arábia Saudita, nesta terça-feira, para debater o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, enquanto a polícia da Turquia se preparava para fazer uma busca na residência do cônsul saudita em Istambul como parte de um inquérito cada vez mais abrangente.

    Khashoggi, que mora nos Estados Unidos e é um crítico destacado do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman, desapareceu depois de entrar no consulado em 2 de outubro. Autoridades turcas disseram acreditar que ele foi assassinado dentro do edifício e que seu corpo foi removido, o que os sauditas negam enfaticamente.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, que enviou Pompeo a Riad em um momento de tensão nas relações com o aliado essencial, especulou que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis pelo desaparecimento, depois de conversar com o rei Salman.

    Após conversar com o monarca, Pompeo se encontrou com o ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, e jantará com o príncipe Bin Salman. Ele ainda pode ir à Turquia.

    De madrugada investigadores criminais turcos entraram pela primeira vez no consulado saudita de Istambul, o último lugar em que Khashoggi foi visto antes de desaparecer, e inspecionaram as dependências durante mais de nove horas, disseram testemunhas da Reuters.

    Uma fonte da chancelaria turca disse que a polícia fará mais uma busca no consulado nesta terça-feira, e também na residência do cônsul, o que a televisão turca já havia dito poder ter ligação com o desaparecimento de Khashoggi.

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, falando a repórteres no Parlamento, levantou a possibilidade de partes do consulado terem sido pintadas. 'A investigação está analisando muitas coisas, como materiais tóxicos e materiais sendo removidos sendo pintados por cima', disse.

    O caso provocou revolta internacional contra o maior exportador de petróleo do mundo, e a mídia e executivos anunciaram que vão boicotar uma conferência de investimento na semana que vem realizada no país.

    O diretor-executivo do HSBC, John Flint, desistiu do evento nesta terça-feira, assim como os CEOs da Standard Chartered e do Credit Suisse.

    Durante a busca inicial no consulado, a rede CNN noticiou na segunda-feira que a Arábia Saudita estava se preparando para admitir a morte de Khashoggi durante um interrogatório mal-sucedido depois de passar uma quinzena negando qualquer papel em seu desaparecimento.

    O New York Times, citando uma pessoa a par dos planos sauditas, noticiou que o príncipe herdeiro aprovou um interrogatório ou sequestro de Khashoggi, e que o governo do reino, que não foi possível contactar de imediato para obter comentários, blindará o príncipe culpando uma autoridade de inteligência pela operação fracassada.

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    Trump envia Pompeo a Riad por conta de jornalista desaparecido; sauditas podem culpar oficial de inteligência

    Por Tulay Karadeniz e Roberta Rampton

    ANCARA/WASHINGTON (Reuters) - A Arábia Saudita está preparando reconhecer a morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi após um interrogatório mal conduzido, informaram a CNN e o jornal New York Times nesta segunda-feira, após o presidente norte-americano Donald Trump especular que 'assassinos particulares' podem ser os responsáveis.

    Trump destacou o secretário de Estado, Mike Pompeo, para se encontrar com o Rei Salman sobre o caso que afetou a relação dos norte-americanos com os sauditas, que são cuidadosamente estimados pelo presidente norte-americano.

    Khashoggi, que era residente norte-americano, colunista do jornal Washington Post e um dos principais críticos ao poderoso príncipe da coroa saudita, Mohammed bin Salman, desapareceu após entrar no consulado saudita em Istambul há duas semanas, quando buscava documentos matrimoniais. Autoridades turcas acreditam que ele foi assassinado e seu corpo removido.

    Citando duas fontes anônimas, a CNN reportou na segunda-feira que a Arábia Saudita está preparando um relatório que reconheceria que Khashoggi foi morto como resultado de uma sessão de interrogação que deu errado. O governo saudita não foi encontrado imediatamente para comentar a reportagem da CNN.

    'Eu ouvi essa informação, mas ninguém sabe se é uma informação oficial', disse Trump a jornalistas, sem se explicar.

    O The New York Times, citando uma pessoa familiarizada com os planos dos sauditas, reportou que o príncipe havia aprovado interrogatório ou a rendição de Khashoggi de volta para a Arábia Saudita. O governo saudita, disse o jornal, protegeria o príncipe ao culpar um oficial de inteligência pela operação frustrada.

    O caso provocou um clamor internacional contra a Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo, com executivos de mídia e de negócios se retirando de uma conferência de investimentos que será promovida no país no próximo mês.

    Embora os organizadores tenham dito nesta segunda-feira que a conferência acontecerá normalmente, os sauditas cancelaram uma recepção diplomática anual em Washington que aconteceria nesta semana.

    Muitos membros do Congresso dos Estados Unidos, que há muito têm uma relação complicada com a Arábia Saudita, emitiram fortes críticas ao país do Oriente Médio diante do caso.

    Autoridades turcas possuem uma gravação sonora que indica que Khashoggi foi morto no consulado, disseram uma autoridade turca e uma fonte de segurança à Reuters, e também existem evidências compartilhadas com países incluindo a Arábia Saudita e os Estados Unidos. Não foram disponibilizados mais detalhes.

    A Arábia Saudita nega veementemente o assassinato de Khashoggi e denunciou as acusações como 'mentiras' dizendo que ele deixou o edifício pouco após ter entrado.

    'O rei nega firmemente qualquer conhecimento disso', afirmou Trump a jornalistas depois de conversar com o rei Salman. 'Ele realmente não sabia, talvez - eu não quero entrar na cabeça dele, mas pareceu para mim - que talvez tenham sido assassinos particulares. Quem sabe?'.

    O presidente norte-americano não deu evidências para apoiar a teoria. Parlamentares democratas criticaram Trump por ter utilizado o termo 'assassinos particulares'.

    'Ouvindo a teoria ridícula dos 'assassinos particulares' e queria saber onde os sauditas vão chegar com isso', disse o senador democrata Chris Murphy no Twitter.

    REI ORDENA INVESTIGAÇÃO

    Trump chamou Pompeo na noite de domingo e pediu que ele se encontrasse pessoalmente com líderes sauditas, afirmou a porta-voz do Departamento de Estado Heather Nauert.

    Trump disse que Pompeo pode ir à Turquia depois da Arábia Saudita.

    Investigadores policiais turcos entraram no consulado em Istambul na segunda-feira. Uma fonte diplomática turca disse anteriormente que uma equipe conjunta turca-saudita faria buscas no prédio, o último local onde Khashoggi foi visto antes de ter desaparecido no dia 2 de outubro.

    'Faz treze dias desde o incidente, então com certeza conseguir algumas evidências pode ser difícil', disse o oficial turco.

    Uma autoridade saudita, não autorizada a falar publicamente, disse à Reuters que o rei havia ordenado uma investigação interna baseada nas informações obtidas pela equipe multinacional em Istambul.

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    Trump diz que 'assassinos particulares' podem estar por trás de desaparecimento de jornalista saudita

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou nesta segunda-feira o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, para se encontrar com o rei Salman, da Arábia Saudita, para debater o desaparecimento misterioso do proeminente jornalista saudita Jamal Khashoggi, e aventou a possibilidade de 'assassinos particulares' serem os responsáveis.

    Trump disse ter conversado por telefone durante cerca de 20 minutos com o rei saudita a respeito de Khashoggi, que desapareceu depois de entrar no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro, e que pareceu que nem o rei Salman nem o príncipe Mohammed bin Salman tinham informações sobre o incidente.

    Fontes da Turquia disseram acreditar que Khashoggi foi assassinado dentro do edifício diplomático e que seu corpo foi removido. O governo saudita descartou as alegações, afirmando serem infundadas.

    'Para mim pareceu que talvez podem ter sido assassinos particulares. Quem sabe?', disse Trump a repórteres na Casa Branca, sem oferecer indícios que expliquem por que acredita que assassinos particulares podem estar envolvidos.

    Representantes da Casa Branca não responderam de imediato a um pedido adicional de comentário.

    Pompeo viajará a Riad, informou o Departamento de Estado.

    'O presidente pediu uma investigação imediata e aberta sobre o desaparecimento do jornalista do Washington Post Jamal Khashoggi', disse a porta-voz do departamento, Heather Nauert, em um comunicado.

    'Não deixaremos nada descoberto', disse Trump a repórteres.

    Mas a negação de Salman 'não poderia ter sido mais forte', acrescentou.

    No final de semana Trump ameaçou uma 'punição grave' a Riad caso se descobrisse que Khashoggi, crítico destacado das autoridades sauditas e morador legal dos EUA, foi morto no consulado saudita em Istambul. A Arábia Saudita, por sua vez, ameaçou retaliar.

    Mas Trump disse estar relutando em suspender as vendas militares norte-americanas a Riad por causa do incidente.

    Na manhã desta segunda-feira Salman ordenou uma investigação interna sobre o sumiço de Khashoggi, e uma equipe conjunta turco-saudita deve fazer uma busca no consulado.

    Segundo Trump, o monarca saudita lhe disse nesta segunda-feira que os dois países estão trabalhando estreitamente no caso.

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