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    Maia vê instalação de comissão especial da Previdência na semana que vem ou na seguinte

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira que espera que a comissão especial que analisará o mérito da reforma da Previdência seja instalada na semana que vem ou na seguinte.

    Em evento promovido pelas revistas Veja e Exame, Maia disse esperar que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tenha sua admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara nesta semana, abrindo assim caminho para a instalação da comissão especial.

    'Encerra esta semana na CCJ e, a partir da semana que vem, a gente começa a pedir os nomes para a instalação da comissão especial, que vai ser instalada na próxima semana ou na outra, no máximo', disse Maia a jornalistas após dar palestra e responder a perguntas no evento.

    O presidente da Câmara fez ainda a avaliação de que a PEC da reforma da Previdência deverá ser aprovada na Casa ainda no primeiro semestre deste ano e previu que o texto que terá o aval dos parlamentares permitirá uma economia próxima ao desejado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, da ordem de 1 trilhão de reais em 10 anos.

    Maia fez ainda a avaliação de que uma eventual inversão de pauta da sessão da CCJ --com a PEC do Orçamento Impositivo sendo analisada antes da PEC da Previdência-- não terá impacto pata atrasar a tramitação da reforma.

    'Se a esquerda ficar querendo usar a PEC do Orçamento para atrasar a Previdência, a informação que eu tenho de alguns líderes é que também a questão de deixar 100 parlamentares falando, também é demais, até porque a CCJ não é comissão de mérito', disse Maia.

    CAPITALIZAÇÃO

    O presidente da Câmara também fez a avaliação de que um sistema de capitalização tem espaço para ser aprovado com tranquilidade dentro da PEC da Previdência, desde que nos moldes que tem sido recentemente defendido por Guedes --entre outros pontos, um sistema híbrido e que, na capitalização, tenha a garantia do salário mínimo.

    Maia também foi indagado sobre sua avaliação dos 100 dias recém-completados do governo do presidente Jair Bolsonaro, com quem teve troca de farpas públicas recentemente. Ele se recusou a dar uma nota para a gestão federal, mas disse que foram 100 dias com turbulência, embora 'o avião já tenha passado pela turbulência'.

    O presidente da Câmara disse ainda que acredita que a agenda econômica de Bolsonaro está no caminho certo, apesar do que chamou de 'alguns percalços', citando entre eles a decisão de Bolsonaro de intervir na decisão da Petrobras sobre o reajuste do preço do óleo diesel.

    Ele cobrou, ainda, que Bolsonaro apresente suas ideias e uma agenda para outras áreas, como a educação, combate a pobreza e infraestrutura, para que essas ideias sejam debatidas pela sociedade e pelo Parlamento.

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    PF vê pagamentos de R$1,4 mi da Odebrecht a Rodrigo Maia e pai

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Perícia feita pela Polícia Federal em arquivos da Odebrecht apontou pagamento no valor de 1,45 milhão de reais tendo como beneficiários o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao pai dele, o vereador e ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia (DEM), segundo documentos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    A perícia elaborada pela PF foi anexada ao inquérito que investiga o presidente da Câmara e o pai por corrupção e lavagem de dinheiro por suposto recebimento de propina para beneficiar a Odebrecht.

    O inquérito foi aberto há dois anos com base na delação de executivos da empreiteira, e a revelação da perícia ocorre num momento em que o governo do presidente Jair Bolsonaro tenta contar com o apoio de Maia para fazer avançar a reforma da Previdência, proposta da qual o presidente da Câmara tem sido um dos principais fiadores.

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta semana ao ministro Edson Fachin, do STF, a prorrogação do inquérito por mais dois meses com base no relatório policial e a necessidade de cumprir diligências pendentes, como ouvir novamente executivos da empreiteira e obter registros de histórico de ligações telefônicas entre Rodrigo Maia, César Maia e um suposto intermediador do pagamento de propinas.

    No relatório da PF feito nos arquivos da Odebrecht, os codinomes 'Botafogo' e 'Inca' são associados a Rodrigo Maia, enquanto 'Despota' é relacionado a César Maia. Para o codinome do presidente da Câmara, haveria execuções de pagamento em valores de 608,1 mil reais e 300 mil reais e, para o pai dele, 550 mil reais.

    Procurada, a assessoria de imprensa de Rodrigo Maia não se manifestou de imediato sobre o caso. O presidente da Câmara sempre negou ter cometido irregularidades em relação à Odebrecht.

    A empreiteira disse em nota, em resposta a pedido de comentário, que tem colaborado com as autoridades em busca do pleno esclarecimento dos fatos narrados pela empresa e seus ex-executivos nos acordos de delação.

    'A Odebrecht já usa as mais recomendadas normas de conformidade em seus processos internos e segue comprometida com uma atuação ética, íntegra e transparente”, afirmou.

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    Maia espera que reforma da Previdência com economia de R$1 tri seja aprovada até junho

    Por Jamie McGeever

    NOVA YORK (Reuters) - A reforma da Previdência ganhará ímpeto após o feriado da Páscoa e deve ser aprovada na Câmara dos Deputados em maio ou junho, disse o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta quinta-feira.

    Falando em uma conferência em Nova York, Maia disse que também está otimista de que a proposta que vier a ser aprovada gerará a economia de 1 trilhão de reais em 10 anos pretendida pelo governo. Embora possa ser aprovada entre 15 e 30 dias mais tarde do que se espera, o atraso não importará, afirmou.

    A comunicação e o diálogo entre o governo do presidente Jair Bolsonaro e os parlamentares, que até agora têm sido ruins, são cruciais para que o governo consiga a aprovação de sua principal reforma econômica no Congresso, disse Maia. Mas agora que Bolsonaro está conversando com os líderes partidários, o cenário está melhorando.

    'Dialogar, justificar a necessidade da reforma da Previdência, mostrar como ela afetará os negócios no Brasil, o investimento, o emprego, as parcerias público-privadas --é isso o que o governo precisa fazer para que os parlamentares se sintam tranquilos para votar a reforma da Previdência', disse Maia a jornalistas nos bastidores da conferência.

    Alguns pontos na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma, como mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e nas regras das aposentadorias rurais, provocaram forte repúdio entre os parlamentares. Embora possam ser debatidos intensamente e até modificados, é improvável que estes elementos alterem significativamente a meta final de economia do projeto, segundo Maia.

    O deputado espera que o Congresso se envolva em um diálogo 'muito positivo' assim que os parlamentares voltarem do feriado da Páscoa, abrindo caminho para um debate final e uma votação em algum momento entre o final de maio e junho.

    Uma troca de farpas públicas entre Maia e Bolsonaro chegou a colocar em xeque o andamento da reforma da Previdência e abalou os mercados financeiros. Nesta quinta-feira, Maia disse que a responsabilidade de fazer caminhar a reforma no Congresso é dividida entre o governo e os parlamentares.

    O presidente da Câmara disse que a maioria dos congressistas reconhece a necessidade da reforma, mas admitiu que esse sentimento não é compartilhado por todo o país.

    A maioria dos brasileiros se opõe a ela, observou Maia, contradizendo o ministro da Economia, Paulo Guedes, que na quarta-feira disse na mesma conferência que a maior parte de seus compatriotas a apoia.

    Pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira mostrou que 51 por cento da população rejeita a proposta do governo, que tem o apoio de 41 por cento da população.

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    Não interessa data de votação da Previdência, mas economia a ser gerada, defende Maia

    Por Maria Carolina Marcello e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira que pautará a reforma da Previdência quando o governo considerar que tem votos e que a data não tem importância, e sim a economia a ser gerada pela proposta.

    Antes um dos principais fiadores da reforma da Previdência, o presidente da Casa resolveu se distanciar da articulação política após ríspida troca de farpas com o presidente Jair Bolsonaro. Negou nesta segunda, no entanto, estar magoado e reafirmou sua defesa da proposta em evento organizado pelos jornais O Globo e Valor Econômico.

    “A data é irrelevante. Se é um mês antes, se é um mês depois, o importante é a economia”, disse Maia, no evento.

    “Se ela (a reforma) vai ser votada em junho ou em julho, ou em maio, para mim é irrelevante. O relevante é que a gente consiga 1 trilhão (de reais)”, defendeu o deputado, que não descarta um prolongamento da discussão para o segundo semestre.

    “Se conseguir 500 bilhões em junho e 1 trilhão em agosto, é melhor votar em agosto”, acrescentou.

    Ao se referir à rusga com o presidente e aliados, Maia disse ter sido mal interpretado quando demandava uma articulação política mais coordenada. Segundo Maia, ele e Bolsonaro discordam sobre como deve se dar a relação entre o Executivo e o Legislativo.

    “Pauto a matéria no dia em que o governo entender que deva pautar”, garantiu.

    “Eu não falo mais de prazo, eu não falo mais de voto. Aliás, acho que falar de prazo e voto, pela minha experiência, atrapalha o governo. O governo falar que tem 200 votos hoje não faz a menor diferença O que precisa é ter 308 votos no dia da votação.”

    A reforma da Previdência tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que analisa sua admissibilidade. O relator da matéria na comissão, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), deve apresentar seu parecer na terça-feira, mas o relatório só deve ser votado pelo colegiado na semana seguinte.

    Uma vez analisado pela CCJ, o texto ainda precisa passar por uma comissão especial da Câmara e só então está pronto para ser submetido ao plenário da Casa, onde precisará passar por dois turnos de votação. Para que seja aprovado, é exigido um mínimo de 308 votos em cada rodada de votação no plenário.

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    Presidentes da Câmara e do Senado defendem importância de Bolsonaro liderar Previdência

    Por Eduardo Simões

    CAMPOS DO JORDÃO, São Paulo (Reuters) - Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), defenderam nesta sexta-feira, em evento com empresários, a necessidade de uma reforma da Previdência e de o presidente Jair Bolsonaro tomar à frente no processo de comunicar a proposta e articular sua aprovação no Parlamento.

    'Eu sempre defendi, como presidente do Senado, a aproximação pessoal do presidente da República especialmente para tratar deste tema da reforma da Previdência', disse Alcolumbre, que saudou a rodada de encontros que Bolsonaro iniciou na quinta-feira com presidentes de partidos e lideranças partidárias.

    'Liderar esse processo, cabe ao presidente da República', acrescentou o presidente do Senado, que defendeu, também, que Bolsonaro deve ouvir mais os políticos, após os três meses iniciais de governo em que Bolsonaro teve atritos e se manteve afastado dos políticos tradicionais.

    Na mesma linha, Maia disse que os parlamentares são sensíveis ao que pensa o eleitorado e, citando uma pesquisa divulgada pela XP Investimentos que apontou que a maioria da população é a favor da reforma, disse que o mesmo levantamento apontou que a maioria das pessoas é contra a idade mínima, um dos pontos-chave do texto enviado pelo governo ao Parlamento.

    Para o presidente da Câmara, o governo tem que tomar a frente também a batalha da comunicação, esclarecendo os principais pontos da reforma.

    Os presidentes das duas Casas do Congresso defenderam ainda uma participação ativa dos governadores dos Estados e do Distrito Federal em defesa da reforma da Previdência, mesmo daqueles que são de partidos de oposição ao governo Bolsonaro.

    'Se essa reforma da Previdência é para o Brasil, todos os governadores de Estados e do Distrito Federal têm que apoiar', defendeu Alcolumbre a jornalistas durante o evento do Lide, grupo empresarial fundado pelo hoje governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

    Para o presidente do Senado, os governadores não podem defender publicamente 'da porta para fora' a reforma e, ao mesmo tempo, dentro de seus Estados e 'da porta para dentro' se posicionarem contra a medida.

    Maia, chefe da Casa onde a proposta tramita neste momento, evitou fazer previsões de quando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) entregue pessoalmente por Bolsonaro ao Congresso será aprovada.

    'Eu já aprendi como político que dar prazos e dar número de votos sempre dá errado', disse Maia a jornalistas após debater a reforma da Previdência ao lado de Alcolumbre, do ministro da Economia, Paulo Guedes, e da líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP).

    Para o presidente da Câmara, dar prazos pode gerar frustrações de expectativas desnecessárias quando eles não são cumpridos como previsto.

    CAPITALIZAÇÃO

    Joice, por sua vez, disse ainda esperar que a reforma seja aprovada pelo Congresso ainda no primeiro semestre, ao mesmo tempo que afirmou que 'tudo é negociável' no texto, embora tenha lembrado que a reforma precisará contemplar uma economia da ordem de 1 trilhão de reais em 10 anos.

    'O Congresso é soberano. Pode mexer no que quiser. Agora, cada ação tem uma reação. Cada mexida tem uma matemática que pode ser prejudicial ao cidadão brasileira', disse a líder quando indagada por jornalistas sobre uma declaração dada nesta sexta-feira por Bolsonaro abrindo caminho para negociar a proposta de um regime de capitalização, defendida por Guedes.

    Maia, por sua vez, defendeu o regime de capitalização como 'correto', mas reconheceu que ele precisa ser melhor explicado pelo governo à sociedade e aos parlamentares. O presidente da Câmara fez ainda a avaliação de que é preciso se analisar o melhor momento de se implementar este sistema e afirmou que ele precisa embutir a proteção de uma renda mínima aos que ingressarem nele.

    O regime de capitalização é considerado central pela equipe econômica para a nova Previdência, mas sua implementação efetiva dependerá de regulamentação pelo Congresso após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para alterar as regras das aposentadorias que está em tramitação.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, já afirmou que não lançará a capitalização se a PEC da Previdência, que muda as regras do regime atual, de repartição, render economia inferior a 1 trilhão de reais em 10 anos.

    Guedes, inclusive, evitou especular quando a reforma será aprovada, mas disse não ser inteligente do ponto de vista político deixar a medida para o segundo semestre, já que ele voltou a prometer, uma 'enxurrada de boas notícias' para prefeitos e governadores após a aprovação da medida.

    'É tanta notícia boa que eu me recuso a acreditar que a classe política vai ficar carregando esse problema um ano, Não é razoável, não é inteligente politicamente', avaliou.

    BPC E APOSENTADORIA RURAL

    Maia, Alcolumbre e até mesmo Guedes sinalizaram um consenso de que as mudanças nas regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural devem realmente ser retirados da proposta enviada por Bolsonaro ao Congresso.

    O presidente da Câmara avaliou que o impacto fiscal nas mudanças do BPC são pequenos e disse que o déficit gerado pela aposentadoria rural tem sua origem em fraudes e que uma medida provisória encaminhada pelo Executivo já trata deste tema ao tirar dos sindicatos a responsabilidade pelo registro dos beneficiários.

    'Eu não falei de BPC e aposentadoria rural porque eu acho que esses temas estão quase que excluídos', disse Maia durante sua palestra ao responder porque deixou os dois assuntos de fora ao elencar os temas mais polêmicos da reforma.

    Guedes, por sua vez, reconheceu que a mudança nas regras do BPC é um 'tema super polêmico' e que impacta nas regiões mais pobres, em uma possível sinalização de que este trecho realmente cairá da proposta.

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    Maia diz que é preciso avaliar melhor momento para implementar capitalização na Previdência

    Por Eduardo Simões

    CAMPOS DE JORDÃO, São Paulo (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira que é preciso avaliar o melhor momento para implementar o regime de capitalização na Previdência.

    Falando a jornalistas durante evento em Campos de Jordão (SP), Maia disse que a preocupação é que a capitalização tenha uma proteção de renda mínima.

    O regime de capitalização é considerado central pela equipe econômica para a nova Previdência, mas sua implementação efetiva dependerá de regulamentação pelo Congresso após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para alterar as regras das aposentadorias que está em tramitação.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, já afirmou que não lançará a capitalização se a PEC da Previdência, que muda as regras do regime atual, de repartição, render economia inferior a 1 trilhão de reais em 10 anos.

    Nesta manhã, em café com alguns jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro admitiu que a capitalização pode ficar para depois.

    'Se tiver reação grande, tira da proposta. Alguma coisa vai tirar, tenho consciência disso', disse Bolsonaro, que ressaltou que o mais importante é a idade mínima e o tempo de contribuição.

    Na prática, a PEC do governo dá autorização para que o regime de capitalização possa ser introduzido, condicionando sua entrada em vigor à aprovação de um novo projeto de lei a respeito.

    No sistema de capitalização, cada trabalhador contribui para uma conta individual e retira daí os proventos de sua aposentadoria. Descontado do salário, o dinheiro é administrado por gestores em fundos de pensão.

    No atual sistema de repartição, as contribuições dos trabalhadores na ativa são utilizadas para bancar os benefícios dos aposentados. O modelo está em crescente desequilíbrio devido ao envelhecimento acelerado da população e ao fato de as famílias terem cada vez menos filhos.

    Maia evitou fazer um prognóstico sobre quando a reforma da Previdência deve ser aprovada. O deputado disse que aprendeu que dar prazo e dar número de votos sempre dá errado.

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    Maia diz que é preciso avaliar melhor momento para implementar capitalização na Previdência

    Por Eduardo Simões

    CAMPOS DE JORDÃO, São Paulo (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira que é preciso avaliar o melhor momento para implementar o regime de capitalização na Previdência.

    Falando a jornalistas durante evento em Campos de Jordão (SP), Maia disse que a preocupação é que a capitalização tenha uma proteção de renda mínima.

    O regime de capitalização é considerado central pela equipe econômica para a nova Previdência, mas sua implementação efetiva dependerá de regulamentação pelo Congresso após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para alterar as regras das aposentadorias que está em tramitação.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, já afirmou que não lançará a capitalização se a PEC da Previdência, que muda as regras do regime atual, de repartição, render economia inferior a 1 trilhão de reais em 10 anos.

    Nesta manhã, em café com alguns jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro admitiu que a capitalização pode ficar para depois.

    'Se tiver reação grande, tira da proposta. Alguma coisa vai tirar, tenho consciência disso', disse Bolsonaro, que ressaltou que o mais importante é a idade mínima e o tempo de contribuição.

    Na prática, a PEC do governo dá autorização para que o regime de capitalização possa ser introduzido, condicionando sua entrada em vigor à aprovação de um novo projeto de lei a respeito.

    No sistema de capitalização, cada trabalhador contribui para uma conta individual e retira daí os proventos de sua aposentadoria. Descontado do salário, o dinheiro é administrado por gestores em fundos de pensão.

    No atual sistema de repartição, as contribuições dos trabalhadores na ativa são utilizadas para bancar os benefícios dos aposentados. O modelo está em crescente desequilíbrio devido ao envelhecimento acelerado da população e ao fato de as famílias terem cada vez menos filhos.

    Maia evitou fazer um prognóstico sobre quando a reforma da Previdência deve ser aprovada. O deputado disse que aprendeu que dar prazo e dar número de votos sempre dá errado.

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    Mudanças no BPC e na aposentadoria rural não sobrevivem à comissão especial, diz Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira que as mudanças propostas na reforma da Previdência para o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e para a aposentadoria rural não devem “sobreviver” à discussão e votação na comissão especial sobre o tema.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda se encontra na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, que deve analisar a admissibildade da matéria.

    “Acho que se a gente tivesse condição, a maioria já tirava na CCJ o BPC e a aposentadoria rural', disse Maia a jornalistas. Para o presidente da Câmara, suprimir questões de mérito na comissão de admissibilidade, no entanto, 'é um precedente perigoso'.

    'Mas eu tenho certeza, pelo que ouço dos líderes e partidos, o BPC e aposentadoria rural não vão sobreviver na comissão especial em hipótese nenhuma”, acrescentou. “É só uma questão de tempo.”

    O deputado relatou já ter avisado o ministro da Economia, Paulo Guedes, que o sistema de capitalização proposto pelo governo, da forma como está, não deve contar com votos favoráveis. O presidente da Câmara, que se diz favorável à capitalização, calcula que deve ser aprovado um sistema “híbrido”.

    “A questão da capitalização, eu disse ao ministro Paulo Guedes, do jeito que está colocado, não vai passar”, afirmou Maia. “Porque está dando a impressão aos parlamentares que o sistema é igual ao sistema chileno. O sistema chileno não vai ser aprovado aqui na Câmara dos Deputados.”

    “Agora um sistema híbrido, onde você garanta uma tenda mínima, até, sei lá, 5 ou 6 salários mínimos, talvez possa ser bem aceito pelo Parlamento”, completou. “Ele puro é muito difícil .”

    Maia defendeu ainda que alguns temas --como direitos fundamentais dos trabalhadores-- precisam estar garantidos na Constituição, mas há pontos que podem, sim, ser retirados da Carta Magna e tratados por meio de lei complementar.

    “Não dá também para a gente engessar um sistema que a gente sabe que daqui a dez anos a expectativa de vida já mudou, a sobrevida já mudou, o cálculo atuarial já mudou.”

    Segundo o presidente da Câmara, a comissão especial deve se debruçar sobre temas como a possibilidade de uma transição para funcionários públicos que ingressaram na carreira antes de 2003, aposentadoria especial para professores e policiais militares, e a constitucionalidade da progressividade da alíquota, além da idade mínima e da transição no Regime Geral.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Guedes e Maia afinam discurso e dizem que reforma da Previdência vai deslanchar

    Por Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), procuraram mostrar um discurso afinado em entrevista à imprensa após almoçarem juntos nesta quinta-feira e garantiram que, após os atritos políticos recentes, a reforma da Previdência vai deslanchar no Legislativo.

    Guedes reconheceu que às vezes há 'ruídos' na relação entre Executivo e Legislativo, mas garantiu que o 'barulho' gerado pelos atritos recentes vai diminuir. Maia, por sua vez, reafirmou que seu foco é fazer as reformas que o país precisa, entre elas a da Previdência.

    'Eu estou muito confiante de que os Poderes independentes estão harmonicamente buscando o aperfeiçoamento institucional do Brasil. Existem uns ruídos de comunicação, houve muito combate durante a campanha, e esse barulho vai diminuir', disse Guedes a jornalistas ao lado de Maia, depois de almoçar com o presidente da Câmara e líderes partidários em Brasília.

    'Eu acredito que sim, a reforma vai deslanchar. Eu tenho recebido muito apoio do presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Rodrigo Maia, desde o início', acrescentou o ministro.

    Maia, por sua vez, repetiu o que havia dito na véspera, quando afirmou que se concentrará na aprovação da reforma da Previdência e afirmou que a ida de Guedes na semana que vem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara será importante. Inicialmente, o ministro deveria ter ido à CCJ nesta semana, mas recusou o convite e não compareceu.

    'A Câmara trabalhou bem esta semana e tenho certeza que a partir da próxima semana, com a presença do ministro na Comissão de Constituição e Justiça, nós retomamos com força o debate da reforma da Previdência para mostrar aos brasileiros que nós temos um foco que é aprovar as reformas no Brasil', disse o presidente da Câmara.

    'A ida dele (Guedes) à Câmara na quarta vai ser muito importante para que ele possa mostrar os benefícios que uma reforma difícil vai dar para a sociedade brasileira. Esse é o motivo do almoço, e tenho certeza que nós vamos, daqui para frente, a gente vai colocar esse trem nos trilhos para que a gente possa caminhar com velocidade.'

    As declarações de Maia e Guedes, que também fizeram questão de trocar elogios mútuos, vêm no dia seguinte ao de um novo capítulo da troca de farpas entre o presidente da Câmara e o presidente Jair Bolsonaro. [nL1N21E252]

    A tentativa de ambos de assegurar o bom andamento da reforma da Previdência acontece também um dia depois de Guedes afirmar em audiência no Senado que não tem apego ao cargo e que tem uma vida fora do ministério. [nL1N21E1OP]

    Esses dois episódios foram interpretados por agentes econômicos e do mercado financeiro, que veem a reforma como crucial para o reequilíbrio das contas públicas e para a retomada da economia, como negativos para o futuro da proposta de mudanças nas aposentadorias.

    Mais cedo, em outra tentativa de distensionar o ambiente, Bolsonaro disse a jornalistas que a crise com Maia é uma 'página virada'. [nL1N21F0YI]

    (Texto de Eduardo Simões)

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    Crise com Maia é página virada, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que a crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é página virada e que da sua parte não há qualquer problema com o parlamentar, com quem vinha trocando farpas pela imprensa nas últimas semanas.

    'Para mim isso foi uma chuva de verão e agora o céu está lindo. O Brasil está acima de nós', disse Bolsonaro a jornalistas ao fim de uma cerimônia em que recebeu a Ordem do Mérito Judiciário Militar. 'Da minha parte não tem problema nenhum. Vamos em frente. Página virada.'

    Bolsonaro afirmou também que conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e que o governo continua trabalhando para aprovar a reforma da Previdência.

    'A reforma não é só para mim, para o meu governo, é para o Brasil', disse.

    Na quarta-feira, depois de uma tentativa inicial de trégua, Bolsonaro voltou a dizer que Maia estava 'abalado' por questões familiares, referindo-se à prisão do ex-ministro Moreira Franco, que é padrasto da mulher de Maia. O presidente da Câmara respondeu que Bolsonaro estava 'brincando de ser presidente' e os ânimos se exaltaram novamente.

    Ao final do dia, depois de o dólar ter se aproximado de 4 reais, o presidente da Câmara decidiu acenar com uma nova trégua. Em entrevista, disse que os dois, ele e Bolsonaro, tinham que parar com os atritos, e que para ele o assunto não existia mais.

    1964

    Bolsonaro defendeu, mais uma vez, sua decisão de incentivar a comemoração do golpe militar de 1964 nos quartéis, mas negou que seja uma celebração.

    'Não foi para comemorar, foi para rever, ver o que está errado, o que está certo, e usar isso para o bem do Brasil no futuro', amenizou o presidente.

    Bolsonaro comparou com um casamento em que os esposos brigam, decidem se perdoar e não tocar mais no assunto que causou o desentendimento.

    'É para não voltar naquele assunto do passado que houve aquele mal entendido entre nós. A lei da anistia está aí, valeu para todos. Vamos respeitar para todo mundo e não se toca mais no assunto, ponto final', defendeu.

    EDUCAÇÃO

    Bolsonaro negou que tenha exonerado o ministro da Educação, Ricardo Vélez, dizendo que jamais demitiria alguém por telefone. Reconheceu, no entanto, que há problemas nesse ministério e que irá conversar com o ministro para acertar a situação.

    'Tem problemas, ele é novo no assunto, não tem o tato político. Vou conversar com ele e tomar as decisões que tiver que tomar', disse Bolsonaro, que se recusou a explicar se o ministro poderia ser realmente demitido. 'Não vou ameaçar nenhum ministro publicamente', respondeu.

    Desde o primeiro mês de governo, o MEC vive um clima de disputas internas que já levou à saída de pelo menos 13 pessoas. Uma das mais recentes baixas foi a do presidente do Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas em Educação (Inep), Marcus Vinícius Rodrigues.

    Em entrevista à TV Globo, depois de deixar o cargo, Rodrigues chegou a dizer que o ministério 'vive uma incompetência geral muito grande'.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro e Maia voltam a trocar farpas e no fim presidente da Câmara diz que não responderá mais 'gracinhas'

    Por Maria Carolina Marcello e Eduardo Simões

    BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltaram a trocar farpas publicamente nesta quarta-feira elevando a tensão na relação entre os dois, mas já à noite o deputado prometeu não respondeu mais 'gracinhas'.

    A confusão do dia começou com Bolsonaro afirmando, em entrevista à TV Band, que Maia estaria “abalado por questões pessoais”, possível referência a Moreira Franco, padrasto de sua mulher preso na semana passada e posteriormente solto.

    'Não quero entrar em detalhes, coisas pessoais, que logicamente isso passa por esse estado emocional dele no momento', disse Bolsonaro.[nL1N21E1XX]

    Ao saber da declaração, Maia rebateu.

    “Abalados estão os brasileiros, que estão esperando desde 1º de janeiro que o governo comece a funcionar. São 12 milhões de desempregados, 15 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza, a capacidade de investimento do Estado brasileiro diminuindo, 60 mil homicídios, e o presidente brincando de presidir o Brasil”, alfinetou.

    “Eu acho que agora está na hora de a gente parar desse tipo de brincadeira, está na hora de ele sentar na cadeira dele, do Parlamento sentar aqui e a gente em conjunto resolver os problemas do Brasil”, disse no meio da troca de farpas.

    “Então vamos parar de brincadeira e vamos tratar de forma séria. O Brasil precisa de um governo funcionando”, afirmou.

    Depois de participar de evento da União Brasileiro Israelita do Bem Estar Social (Unibes), em São Paulo, Bolsonaro lamentou as declarações de Maia e disse que não atuará como os últimos presidentes.

    'Olha, se foi isso mesmo que ele falou, eu lamento. Não é a palavra de alguém que preside uma Casa', respondeu Bolsonaro a jornalistas.

    'Brincar? Se alguém quiser que eu faça o que os presidentes anteriores fizeram, eu não vou fazer. Até dei o recado aqui. A nossa forma de governar é respeitando todo mundo e acima de tudo --além de respeitar os colegas políticos-- é respeitar o povo que nos botou lá. Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Lamento as palavras neste sentido. Até não quero acreditar que ele tenha falado isso.'

    Ao saber da resposta de Bolsonaro, Maia prometeu que não vai dar mais seguimento ao debate público com o presidente, assim como não vai mais responder a 'gracinhas' dele.

    'Eu prometo que eu vou deixar o presidente começar a trabalhar. Então, daqui para frente eu não respondo mais nenhuma gracinha, nenhuma insinuação, nada, porque a gente precisa que ele trabalhe. O Brasil precisa da reforma da Previdência, e a gente precisa do presidente liderando o processo, trabalhando, conduzindo isso', disse Maia.

    'Eu sei que não fui eu que comecei. Mas acho que os dois têm que parar, chega. Vamos cuidar do Brasil, vamos cuidar da Previdência', acrescentou. 'O presidente pode ter certeza que a partir da próxima semana para mim esse assunto não existe mais, mesmo que ele continue com algumas críticas, algumas agressões, eu vou olhar para frente, olhar para o Brasil, que eu tenho certeza que é esse o nosso papel.'

    A relação entre o Congresso e o Executivo tem enfrentado momentos ruins há alguns dias com trocas públicas de farpas entre Maia e Bolsonaro. A crise estendeu-se para esta semana, quando a Câmara aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna o Orçamento ainda mais impositivo --um recado ao governo por considerar que ele empurra para os parlamentares a pecha de representantes da velha políticas.

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