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    Manuela diz que ela e Haddad estão preparados para vencer eleição em qualquer cenário

    SÃO PAULO (Reuters) - A deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) disse nesta terça-feira que ela e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT)estão preparados para vencer a eleição presidencial em qualquer cenário, e confirmou que ocupará a candidatura de vice-presidente da aliança seja a chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou não.

    'Hoje, legalmente, nós teremos uma chapa composta por Lula --que é o candidato do PCdoB e do PT-- e com o Haddad de vice', disse Manuela a jornalistas em São Paulo na sede do PCdoB, ao lado de Haddad.

    'O nosso acordo político é um acordo em que nós do PCdoB ocuparemos a vice em qualquer um dos cenários. Eu torço para que a Justiça decida que em 1º de janeiro eu tomarei posse como vice-presidente da República com Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência, mas eu e o Haddad estamos prontos para vencer a eleição em qualquer cenário', acrescentou.

    Lula está preso desde abril em Curitiba onde cumpre pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá. Como foi condenado pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), um órgão colegiado do Judiciário, ele estaria inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

    Haddad é o coordenador do programa de governo do PT e atualmente candidato a vice na chapa de Lula. No entanto, uma fonte disse à Reuters na semana passada que o ex-prefeito assumirá a cabeça de chapa caso Lula seja impedido de concorrer.

    Publicamente, o PT tem insistido na candidatura de Lula, rejeitando a ideia de um Plano B ao ex-presidente e afirmado que registrará a candidatura dele na Justiça Eleitoral no dia 15 de agosto, limite do prazo legal para tanto.

    Na entrevista, Haddad disse que o pacto que fechou com Lula limitou-se a ele ser vice do ex-presidente neste momento, e o futuro não foi discutido.

    'Eu fui convidado para ser vice e aceitei com muita honra. Eu já me sinto honrado com o que aconteceu, não precisa mais nada na minha vida para eu me sentir honrado de estar ao lado do presidente Lula num momento desse', disse.

    'Do meu ponto de vista, eu recebi um convite do presidente para figurar como vice neste momento, sabendo que no momento do registro a candidatura da Manuela a vice se impõe. Esse é o pacto que eu fiz com ele, não tem nada além disso'.

    Na madrugada de segunda-feira, PT e PCdoB anunciaram uma aliança na qual a vaga de vice neste momento seria ocupada por Haddad, para representar Lula. A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, no entanto, garantiu que Manuela ocupará a posição de Haddad 'tão logo se estabilize juridicamente a situação de Lula'.

    DEBATE

    O PT tem insistido na presença de Lula no debate que será realizado na quinta-feira na TV Bandeirantes, e um dos coordenadores da campanha petista, José Sergio Gabrielli, afirmou que o partido buscará meios judiciais para garantir a participação do ex-presidente.

    'Vamos insistir na presença do Lula. Lula é o candidato. Se não tiver como, queremos a cadeira vazia com o nome dele', disse Gabrielli a jornalistas após a coletiva de Manuela e Haddad.

    O PT aposta que, após o dia 15, com o registro da candidatura de Lula, as decisões sobre a execução da pena deixarão Curitiba e passarão a ser tomadas pela Justiça Eleitoral.

    De acordo com Haddad, a legislação dá a candidaturas sub judice, como deverá ser o caso de Lula, todas as prerrogativas garantidas às demais candidaturas e, por isso, o PT acredita que o ex-presidente poderá participar da propaganda eleitoral no rádio e na TV, assim como de debates.

    Caso Lula fique fora do debate da Bandeirantes, petistas estudam promover um debata paralelo nas redes sociais, mas Gabrielli disse que isso ainda está sendo discutido e o formato ainda não foi definido.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Lula impede anúncio de Manuela como vice e quer esticar negociações até 15 de agosto

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de fechar um acordo com o PCdoB para apresentar Manuela D'Ávila como candidata a vice-presidente na chapa presidencial, o PT viu suas pretensões bloqueadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma conversa na tarde desta sexta-feira para que se espere o prazo de registro das candidaturas, em 15 de agosto.

    Mais cedo, uma fonte havia dito à Reuters que o PT havia fechado o acordo com o PCdoB e pretendia apresentar Manuela na convenção deste sábado, para cumprir a legislação eleitoral.

    No final da tarde, no entanto, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foram a Curitiba apresentar a decisão a Lula. O ex-presidente, que está preso desde abril, avaliou que não existe impedimento legal para anunciar o vice e as coligações até o dia 15 de agosto.

    Em sua conta no Twitter, Gleisi afirmou que não há veto a Manuela, mas Lula quer continuar 'conversando com os aliados'.

    A posição contraria a interpretação da resolução do TSE, que prevê que os nomes dos candidatos a presidente e vice, assim como coligações, devem ser decididos na convenção do partido e anotados em ata, que deve ser entregue à Justiça Eleitoral até a próxima segunda-feira.

    'Vamos manter a estratégia traçada de dar à Executiva ou a uma comissão a definição da candidatura a vice para perto do registro da candidatura, assim como das coligações. Não houve mudança jurisprudencial da Justiça eleitoral em relação as eleições anteriores', disse Gleisi, após visita a Lula.

    No entanto houve uma nova resolução sobre as eleições em dezembro de 2017 e prevê como data-limite para as decisões o dia 5 de agosto.

    Na última quarta-feira, Manuela foi apresentada como candidata à Presidência pelo PCdoB em convenção.

    Em uma reunião em Brasília, na terça-feira, a direção do PCdoB avisou que o partido estaria disposto a formar uma aliança com o PT, desde que a vaga de vice de Lula fosse oferecida a Manuela, contou à Reuters uma segunda fonte petista. A possibilidade já havia sido discutida internamente pelo PT e a ideia de um convite a Manuela tinha o aval de Lula.

    Depois que Lula vetou nesta tarde o anúncio, emissários do PT chegaram a consultar o PCdoB para que Manuela desistisse da candidatura e esperasse até o dia 15 para o anúncio, mas a proposta foi vista pelo partido como 'constrangedora', disse a primeira fonte.

    Segundo a fonte, Lula ainda acredita que o PT possa conseguir outras alianças até o prazo de registro de candidaturas e decidiu deixar o anúncio do vice em suspenso, ao menos por enquanto, já que com a desistência do PSB em se aliar ao pedetista Ciro Gomes, o peso do PCdoB no mercado de coligações teria 'diminuído'.

    Esta semana, Gleisi havia oferecido ao PDT o lugar de vice na chapa com Lula, mas sem deixar claro se Ciro poderia assumir a cabeça de chapa posteriormente, no caso de impugnação de Lula, e que isso só seria conversado mais tarde. O pedetista rechaçou a proposta e a chamou de 'aberração' em público.

    PLANO B

    Outra decisão tomada pelo PT era de que, com Manuela de vice, Fernando Haddad ficaria à disposição para assumir a vaga de candidato a presidente caso aconteça a impugnação da candidatura de Lula. Condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, ele deve ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

    Isso, no entanto, não será anunciado oficialmente, já que a estratégia do partido é manter Lula como candidato o máximo possível, inclusive no discurso.

    Até esta tarde, o partido ainda tinha dúvidas do que aconteceria com a impugnação e se ela se restringiria a Lula ou abrangeria a chapa, o que influenciaria a decisão de quem indicar para vice com Lula. A checagem de que apenas o ex-presidente perderia o direito de concorrer selou a decisão.

    Há alguns dias o PT já tratava como certo de que o plano B que sobrara ao partido era Haddad, mesmo com a resistência de parte da cúpula partidária.

    'É o que temos hoje, a menos que Jaques (Wagner, ex-governador da Bahia), volte atrás de novo, o que não acredito que aconteça', disse um parlamentar petista, que pediu para não ser identificado. Questionado sobre a possibilidade de Gleisi ser uma alternativa, afirmou que essa chance não existia.

    Haddad era tratado pelo próprio Lula como plano B antes mesmo de o ex-presidente ser preso. A prisão, no entanto, mais rápida do que Lula esperava, deixou a situação em aberto.

    Nas últimas semanas, cresceu dentro do PT a pressão para que Jaques Wagner aceitasse esse papel mas, na semana passada, o ex-governador, com eleição praticamente garantida ao Senado pela Bahia, comunicou a Lula que não pretendia assumir a chapa.

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    PCdoB formaliza Manuela D’Ávila para o Planalto, mas candidatura não será obstáculo à unidade da esquerda

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O PCdoB homologou nesta quarta-feira, em convenção do partido, Manuela D’Ávila para disputar a Presidência da República, mas em seu discurso a candidata fez questão de citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e garantiu que não será um obstáculo à unidade do campo da esquerda.

    “A nossa candidatura sempre foi uma candidatura que defendeu a unidade do nosso campo político. Nós fizemos um conjunto de apelos, fizemos diversas vezes o apelo público dizendo que a nossa candidatura não é óbice para a unidade do nosso campo”, disse candidata a jornalistas.

    Ainda que tenha participado do evento com a militância no lançamento da primeira candidata do partido ao Planalto em mais de 70 anos, e que tenha negado a existência de negociações para integrar a chapa presidencial do PT como vice, Manuela foi convidada, garante uma fonte petista, e ainda há espaço para essa conversa.

    “Nós ainda temos algum tempo, se surgir alguma novidade neste sentido (da unidade), nós seguiremos entusiastas, porque para nós há a necessidade muito viva de retirar o Brasil da crise que vivemos.”

    Manuela avaliou que sua candidatura reúne as características para tornar-se competitiva e chegar ao segundo turno, visto que a parcela de indecisos ainda é alta, e boa parte dela é formada por mulheres.

    “Para mim, é muito significativo ser a única mulher feminista candidata neste momento de crise no Brasil, uma mulher de esquerda”, afirmou.

    “Sempre defendemos que a unidade fosse a maior possível para esse campo político, portanto nós não nos colocamos como óbice. Eu ficaria bastante feliz que fôssemos três ou quatro (partidos), mesmo que eu não participasse da chapa”, disse, argumentando que desde o princípio de sua pré-candidatura vem insistindo na tecla da unidade.

    Nas pesquisas de intenção de voto, Manuela aparece com cerca de 1 por cento da preferência dos eleitores.

    LULA

    No discurso logo após a homologação da candidatura, Manuela não deixou de mencionar o ex-presidente petista --e o grito de “Lula Livre”-- e argumentou que sua prisão ocorreu para impedi-lo de concorrer à Presidência da República.

    “Lula está preso porque lidera as pesquisas, Lula está preso porque solto venceria as eleições”, declarou.

    O ex-presidente está preso em Curitiba cumprindo pena pela condenação por corrupçã7o e lavagem de dinheiro no processo do tríplex do Guarujá (SP). O petista alega inocência e diz ser alvo de perseguição política para impedi-lo de concorrer.

    Como foi condenado por órgão colegiado, Lula deve ter sua candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa. Ainda assim o PT já anunciou que vai registrar a candidatura do ex-presidente no dia 15 de agosto, prazo máximo para isso.

    Manuela defendeu também que a reforma trabalhista possa ser revogada por meio de um referendo, além de posicionar-se favorável a uma reforma tributária que isente “os mais pobres” para mirar nas grandes fortunas, lucros e dividendos, e o que chamou de “atividade especulativa”.

    A candidata criticou o teto dos gastos e alertou para a necessidade de debater uma reforma da segurança pública e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

    (Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu)

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