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    Marina diz que campanha começou com entrada de Haddad na disputa e critica voto útil

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, disse que a campanha eleitoral começou para valer apenas com a entrada do candidato do PT, Fernando Haddad, na disputa e fez uma pregação contra a ideia de voto útil, ao defender que, numa disputa de dois turnos, os eleitores devem escolher o candidato que mais lhe agrada na primeira rodada de votação.

    Após participar de evento realizado pela revista Veja, em São Paulo, a candidata da Rede, que tem caído nas pesquisas de intenção de voto, afirmou que o patamar que se encontra --6 por cento segundo Ibope divulgado na véspera-- é 'excelente' para o que ela avalia ser o início da campanha.

    'Agora nós temos a realidade do processo político com todas as candidaturas postas, e eu e Eduardo estamos partindo de um patamar excelente para poder dialogar com os brasileiros e brasileiras pelos próximos 15, 16, 17 dias', disse Marina a repórteres após ser sabatinada por jornalistas da Veja.

    'Nós estamos no processo, estamos na disputa, mas não vamos lançar mão de todo e qualquer subterfúgio. Vamos fazer uma campanha com base na verdade, com base em propostas com propósito', garantiu.

    Antes da entrada de Haddad na disputa, em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, Marina tinha o dobro de intenções de voto, segundo o Ibope, e as pesquisas a apontavam como uma das principais herdeiras do voto destinado ao ex-presidente.

    Durante a sabatina, a candidata da Rede fez a avaliação de que, com a entrada de Haddad, depois de Lula ser barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, as coisas estão em 'base real'.

    A presidenciável afirmou que o eleitorado não pode escolher entre o 'saudosismo autoritário' --em aparente referência a Bolsonaro-- e à 'conivência com a corrupção' --em aparente alusão a Haddad e ao PT. Lula está preso desde abril após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Ela também afirmou que o Brasil não pode escolher entre a tentação autoritária 'nem de direita, nem de esquerda'. Bolsonaro apareceram em primeiro e segundo lugar na pesquisa Ibope divulgada terça-feira e dispontam como favoritos para irem ao segundo turno.

    Apesar das pesquisas, Marina manifestou confiança de que ela, acompanhada de seu candidato a vice, Eduardo Jorge, estará no segundo turno.

    'Eu e Eduardo estaremos no segundo turno. Não importa com quem seja. Nós estaremos no segundo turno. Estamos lutando para isso. Se existe alguns que já jogaram a toalha, nós continuamos no páreo', disse Marina, quando indagada sobre declaração dada mais cedo no mesmo evento pelo candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, de que Haddad já tem vaga assegurada no segundo turno. O tucano disse que resta decidir quem será o adversário do petista.

    'Nós vamos dialogar com os brasileiros, livres. Ninguém pode votar pelo medo, ninguém pode votar numa situação em que você abandona o candidato do seu coração. Uma eleição em dois turnos, é para que cada um dê o seu voto. Não existe essa história de voto útil. Quem prega voto útil está querendo inutilizar o seu voto', criticou.

    Pela manhã, o candidato do PDT, Ciro Gomes, que teve 11 por cento no Ibope, foi na mesma linha, fazendo um apelo para que o eleitor mantenha no primeiro turno o voto de convicção. 'A gente tem o segundo turno para escolher o menos ruim... se o seu predileto não for para o segundo turno', disse. [nL2N1W50N7]

    'NÃO É ASSIM MESMO'

    Marina também criticou o conformismo daqueles que acreditam que as coisa são assim mesmo e, dirigindo-se aos jornalistas, lembrou daqueles que lutaram contra regimes autoritários.

    'Se fosse assim mesmo, hoje nenhum de vocês tinha liberdade de imprensa. Muitos dos antecessores de vocês lutaram para que o texto de vocês não fosse riscado, para que a peça de teatro não fosse censurada, porque não acharam que era assim mesmo', disse.

    'Se achar que é assim mesmo, o Brasil nunca vai mudar', acrescentou. 'Depois de tudo o que aconteceu, chegou a hora de acabar com a história que é assim mesmo. Não é assim mesmo.'

    Em um tema sensível para ela, Marina disse que vetaria, como presidente, lei ampliando os casos em que o aborto é permitido se o Congresso aprovasse legislação nesse sentido.

    'Se o Congresso decidir, eu vetaria', disse Marina, que é evangélica. Ao mesmo tempo, voltou a afirmar que o Estado é laico e reiterou a defesa de que uma eventual ampliação dos casos em que o aborto é permitido seja decidida por meio de plebiscito.

    'Se for um plebiscito, eu acho que aí é uma decisão soberana da sociedade', disse, lembrando que a convocação de um plebiscito cabe ao Congresso e que a consulta popular leva 'o assunto para o patamar em que deve estar'.

    Na entrevista, após a sabatina, Marina lembrou que, caso a mudança sobre a interrupção da gravidez seja feita por emenda à Constituição, não cabe veto presidencial.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Marina anuncia plano nas áreas de saúde, educação e de atenção à mulher

    (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, anunciou nesta terça-feira o plano 'Vida Digna', que atuará, caso eleita, nas áreas de saúde, educação e de igualdade de gênero.

    Em visita ao Centro de Parto Humanizado Casa Angela, na zona sul de São Paulo, acompanhada do vice em sua chapa, Eduardo Jorge (PV), Marina lançou o programa que pretende reformar o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar a oferta de creches e a proposição de ampliar o prazo da licença paternidade --algo que serviria de transição para um modelo em que o período da licença possa ser compartilhado entre pais e mães.

    A reformulação do SUS prevê a criação de 400 regiões de saúde e uma autoridade nacional sanitária.

    No caso das creches, a promessa é de criar 2,5 milhões de vagas e centrar as ações na educação infantil.

    A ideia é que os três eixos envolvam o trabalho simultâneo de vários ministérios.

    'Quando tem uma boa escola, uma boa creche, um bom atendimento de saúde, as mulheres já estão sendo favorecidas. Mas elas precisam também de políticas que combatam o preconceito, a discriminação que lhe dê possibilidade de ter uma formação profissionalizante, e que elas possam ter acesso aos meios para fazer seus investimentos', disse Marina.

    No eixo voltado às mulheres, um dos principais alvos da campanha de Marina e grupo que mais tem oferecido resistência ao líder das pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL), o plano de Marina prevê políticas de prevenção da violência, combate ao feminicídio e punição da diferença de salários entre homens e mulheres.

    A candidata voltou a criticar fala na véspera do vice de Bolsonaro, general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), segundo quem famílias desestruturadas --onde não há pai ou avô-- levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    Marina citou sua avó, que a criou, e repudiou o discurso do vice na chapa adversária.

    'Não sei de onde ele constatou isso e de onde tira tanta insensibilidade e desrespeito.'

    (Por Maria Carolina Marcello)

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    Marina promete plano para contratação de energia solar equivalente a uma Belo Monte

    (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, anunciou nesta segunda-feira um plano para contratar o equivalente a uma usina hidrelétrica de Belo Monte em energia solar até 2022, caso seja eleita nas eleições de outubro.

    Em visita a Sergipe, Marina afirmou que o programa “Sol para Todos” tem a intenção de aumentar em 10 por cento a presença da energia solar na matriz energética brasileira, por meio de investimentos da ordem de 50 bilhões de reais da iniciativa privada, de linhas de crédito de bancos estatais, incluindo o BNDES, e de recursos do Fundo Clima.

    “Vamos nos tornar uma potência em geração de energia limpa, utilizando as possibilidades que temos do sol, do vento e da biomassa”, disse Marina.

    O plano prevê a contratação de 10 gigawatts de energia fotovoltaica até 2022. Segundo assessoria da candidata, a potência instalada prevista pelo plano é próxima da potência nominal da usina hidrelétrica de Belo Monte, de 11 gigawatts.

    Marina estima ainda, com o programa, a criação de 2 milhões de empregos, além de uma redução nas contas de luz em mais de 90 por cento. O programa também irá incentivar a produção de placas solares no país.

    O plano terá o Nordeste brasileiro como foco, onde há maior incidência média de sol. Nas áreas rurais, haverá possibilidade de arrendamento para fazendas solares, dependendo do tamanho da propriedade.

    A candidata da Rede não deixou de criticar as gestões da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer, responsáveis, na opinião dela, pelos impactos da recessão na região.

    “Eu tenho dito que o Brasil se preocupa demais com o pré-sal, mas que o Nordeste é o nosso ‘pré-sol’: uma riqueza energética potencial ainda pouco explorada, mas que pode se reverter em benefícios para a população e para o planeta”, defendeu.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello, em Brasília)

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    Marina diz que alta do dólar está ligada a temor eleitoral e promete equilíbrio fiscal

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, afirmou nesta sexta-feira que a alta recorde do dólar registrada na véspera é reflexo de 'temores eleitorais' relacionados à questão fiscal e à Previdência, e prometeu como prioridade a reversão do desequilíbrio das contas públicas.

    Em nota, a presidenciável acrescentou que abordará o tema 'com responsabilidade' para recuperar a economia.

    'Há medo de que o seríssimo desequilíbrio fiscal e previdenciário do Brasil não seja revertido a tempo e de forma inequívoca', disse a candidata na nota.

    'Minha prioridade na política econômica, se eleita, será combater o desequilíbrio fiscal e revertê-lo. Mas isso será feito com responsabilidade, sem apelar para soluções irrealistas, como vender parte das reservas do país ou obter 1 trilhão de reais com privatizações.'

    Na quinta-feira, o movimento do mercado financeiro dos últimos dias, preocupado com o cenário eleitoral, resultou na valorização do dólar ao ponto de bater sua máxima recorde do Plano Real, próximo aos 4,20 reais.

    Investidores aguardam nesta sexta-feira a divulgação, depois do fechamento do mercado, de nova pesquisa Datafolha.

    Depois, em seu perfil no Twitter, Marina lembrou que conta, em sua equipe de economistas, com um dos idealizadores do Plano Real, André Lara Resende, e disse não ter 'preconceito' com o legado do PT na área social ou com o legado do PSDB na área econômica.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina diz à CBN que queda em pesquisas é 'oscilação' e que continua trabalho por votos

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, minimizou nesta quinta-feira a queda que tem apresentado nas últimas pesquisas de intenção de voto, dizendo que os dados indicam apenas uma 'oscilação' e que é importante continuar trabalhando para conquistar o eleitor.

    'Como eu dizia sempre, mesmo quando não tinha acontecido essa oscilação, a pesquisa é o resultado de um momento e eu vou continuar fazendo meu trabalho. O que eu não vou fazer é trocar princípio por voto', disse a candidata em entrevista à rádio CBN na manhã desta quinta-fera.

    Na última pesquisa do Ibope, divulgada na terça-feira, Marina apareceu com 9 por cento de intenção de voto, frente a 12 por cento no levantamento anterior.

    Na segunda-feira, pesquisa Datafolha também indicou redução no apoio à candidata da Rede, com Marina aparecendo com 11 por cento ante 16 por cento na sondagem anterior do mesmo instituto.

    Na entrevista desta quinta-feira, Marina também comparou a campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, confirmado na terça-feira como substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff, também indicada pelo petista.

    A candidata da Rede disse que a população é quem deve 'chancelar' seu próprio candidato.

    'Nós tivemos uma situação em que uma candidata foi indicada e tivemos os problemas que temos hoje no nosso país. A população é que tem que decidir se ela quer continuar insistindo nessa forma de escolher um presidente para o Brasil', disse Marina.

    Lula teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na lei da Ficha Limpa, uma vez que está preso em Curitiba desde abril cumprindo condenação em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato.

    Marina também criticou o teto de gastos aprovado pelo Congresso, que congelou as despesas públicas durante 20 anos, dizendo que a medida proposta pelo governo do presidente Michel Temer compromete os serviços de saúde e segurança.

    'Agora, o Tribunal de Contas está dizendo que o Estado brasileiro vai colapsar se ficar congelado o orçamento em 20 anos. Quando o governo congelou por 20 anos o orçamento público, ele está congelando essa segurança que permite que 63 mil pessoas sejam assassinadas e permite com que no Sistema Único de Saúde as pessoas (tenham) que ficar três meses para marcar um exame', disse.

    (Por Maria Clara Pestre)

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    Marina diz que ataque a Bolsonaro desmoraliza proposta do próprio candidato de armar a população

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O discurso do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, de armar a população para combater a violência foi desmoralizado pelo ataque a faca ao deputado na última quinta-feira em Juiz de Fora (MG), avaliou a presidenciável da Rede, Marina Silva, nesta terça-feira.

    Marina argumentou que permitir o uso deliberado de armas de fogo pela população representaria um grande risco para a sociedade e que o uso de armas de fogo por pessoas despreparadas ou destreinadas não tem o efeito desejado sobre o oponente.

    “Do ponto de vista político, o Bolsonaro tem uma visão de segurança que discordo radicalmente que é distribuir armas... a proposta do Bolsonaro foi desmoralizada pelo ato (ataque em Juiz de Fora) e não por um discurso. O ato desmoralizou o discurso de Bolsonaro contra a violência”, disse a candidata da Rede em sabatina realizada no jornal O Globo.

    A presidenciável acrescentou que em seu eventual governo vai explorar o maior uso de ações de inteligência para reduzir a criminalidade.

    “Temos que temos que primar pela inteligência porque essa abordagem é mais efetiva e não recai sobre o inocente', disse.

    'Uma política de segurança pública que vai prender o criminoso e devolvê-lo em condições de se reintegrar e para isso vamos ter que integrar, com sistema de penas alternativas para não ficar em presídios tendo PhD em violência”, defendeu.

    Bolsonaro foi esfaqueado na cidade mineira na última quinta-feira quando fazia um corpo a corpo com eleitores. Socorrido, passou por uma cirurgia de emergência na Santa Casa local, sendo transferido no dia seguinte ao hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde segue internado se recuperando.

    No Einstein, Bolsonaro polemizou ao ser fotografado simulando armas de fogo com as mãos. Marina disse ter ficado estarrecida com o gesto.

    “Ficou mais que provado que ter arma não protege a vida de ninguém', disse a ex-senadora.

    'É muito difícil imaginar em um processo político as pessoas sendo estimuladas a portar uma arma em vez de um livro, de ir a um cinema, ser mais criativa', acrescentou. 'Fiquei estarrecida vendo o candidato, depois de passar por uma situação dramática de quase perder a vida, fazer um gesto de tiro de dentro de uma UTI.'

    PESQUISAS

    Marina voltou a relativizar os resultados das pesquisas eleitorais, repetindo que elas mostram um momento, mas lamentou seu pouco tempo na propaganda no rádio e na TV.

    Pesquisa Datafolha divulgada na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro na liderança com 24 por cento das intenções de voto, seguido por Ciro Gomes, do PDT, com 13 por cento, Marina, com 11 por cento, Geraldo Alckmin (PSDB), com 10 por cento, e Fernando Haddad, virtual candidato do PT, com 9 por cento.

    A presidenciável da Rede perdeu 5 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior do Datafolha.

    “Pesquisa é retrato de um momento, mas vou continuar debatendo com a sociedade brasileira mesmo pouco tempo de TV e rádio”, disse Marina a jornalistas.

    “Infelizmente não consigo ter interação com o eleitor porque tenho só 21 segundos de televisão, mas vou continuar andando para dialogar com as pessoas. Os que criaram o problema não vão resolver o problema”, acrescentou.

    Marina ressaltou que agora, com a esperada confirmação de Haddad como presidenciável do PT, a disputa fica mais clara e os verdadeiros candidatos poderão debater e discutir suas idéias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que liderava as pesquisas eleitorais, foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa.

    “É uma determinação da Justiça e do processo político, e agora vamos ter os candidatos tendo que responder polticamente cada um por suas propostas e por aquilo que fez. O PT e o PSDB não vão poder se furtar em responder por que entregaram um país pior do que encontraram”, disse. “O bom é que agora o debate será entre os candidatos e nenhuma candidatura sendo blindada.”

    Durante a sabatina, Marina reiterou que pretende valorizar a geração de energia limpa no Brasil, inclusive com novos projetos hidrelétricos desde que sejam respeitadas as terras indígenas e os interesses sociais, e, revelou que pretende criar sítios de geração solar no semiárido brasileiro para gerar emprego e renda em uma das áreas mais carentes do Nordeste.

    Se eleita, Marina prometeu também dar representativa às mulheres em cargos importantes do governo federal.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Marina diz que denunciará compra e venda de votos no Congresso se eleita

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou que, se eleita, denunciará parlamentares que quiserem vender votos dentro do Congresso e que alianças não podem ser feitas na base do 'toma lá, dá cá'.

    'Se alguém vier me dizer que só vai votar se eu tiver que pagar pelo voto dele, eu vou denunciar', afirmou a candidata durante sabatina promovida por UOL, Folha de S.Paulo e SBT nesta terça-feira.

    Ao ser questionada sobre como pretende governar sem ceder recursos em troca da aprovação de medidas, Marina disse que a pergunta leva a uma armadilha: 'Ou você se rende a esses partidos, ou você se rende ao centrão --e olha que estou usando a palavra rende porque ela rima com outra coisa--, ou você não vai conseguir governar', disse, acrescentando que foram essas práticas que levaram o Brasil 'ao fundo do poço'.

    A sua intenção, repetiu, é governar com os melhores nomes e, para isso, os partidos precisam se reinventar, explicou.

    'Chegou a hora de (os partidos) tirarem do banco de reserva os seus melhores quadros e colocá-los em cena para ajudar a melhorar o país. É uma chance que eles vão ter', afirmou a candidata, acrescentando que não vê esse discurso sendo adotado por seus adversários.

    A ex-senadora relembrou que, durante o período como ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu aprovar 'todas as leis importantes para a sua pasta no Congresso Nacional' dialogando com parlamentares de todos os partidos, às vezes sem contar com o apoio da base governista.

    PREVIDÊNCIA

    Marina argumentou ainda que falta transparência à reforma da Previdência submetida ao Congresso pelo presidente Michel Temer e sugeriu que o governo tenha 'economizado' nos 'números necessários' para debater o tema.

    'O governo federal mandou um projeto de reforma da Previdência economizando bastante nos números. A sociedade brasileira não tem os números que deveria ter', disse a candidata da Rede.

    Ela, por sua vez, prometeu, enviará um projeto 'calçado com todos os números necessários para que deputados, senadores e cidadãos saibam o que está acontecendo' e que seja resultado de muito debate, o que faltou à atual gestão, afirmou.

    'Quem não quer resolver é quem joga um pacote em cima da sociedade', argumentou.

    INDÚSTRIA

    Ao ser questionada sobre a queda na produção industrial do Brasil em julho, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, Marina defendeu o fim do protecionismo para retomar o crescimento do setor e adquirir competitividade, prometendo reduzir tarifas que possam prejudicar as exportações brasileiras. [nL2N1VQ0DP]

    'O governo ajudará nessa transição, nós iremos diminuir tarifas, que muitas vezes são ruins para as exportações brasileiras, mais acesso àqueles equipamentos necessários para modernização das indústrias brasileiras, mas sem o velho protecionismo que nos levou para essa situação que estamos hoje', afirmou a candidata a jornalistas após a sabatina.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    Marina diz que denunciará compra e venda de votos no Congresso se eleita

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou que, se eleita, denunciará parlamentares que quiserem vender votos dentro do Congresso e que alianças não podem ser feitas na base do 'toma lá, dá cá'.

    'Se alguém vier me dizer que só vai votar se eu tiver que pagar pelo voto dele, eu vou denunciar', afirmou a candidata durante sabatina promovida por UOL, Folha de S.Paulo e SBT nesta terça-feira.

    Ao ser questionada sobre como pretende governar sem ceder recursos em troca da aprovação de medidas, Marina disse que a pergunta leva a uma armadilha: 'Ou você se rende a esses partidos, ou você se rende ao centrão --e olha que estou usando a palavra rende porque ela rima com outra coisa--, ou você não vai conseguir governar', disse, acrescentando que foram essas práticas que levaram o Brasil 'ao fundo do poço'.

    A sua intenção, repetiu, é governar com os melhores nomes e, para isso, os partidos precisam se reinventar, explicou.

    'Chegou a hora de (os partidos) tirarem do banco de reserva os seus melhores quadros e colocá-los em cena para ajudar a melhorar o país. É uma chance que eles vão ter', afirmou a candidata, acrescentando que não vê esse discurso sendo adotado por seus adversários.

    A ex-senadora relembrou que, durante o período como ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu aprovar 'todas as leis importantes para a sua pasta no Congresso Nacional' dialogando com parlamentares de todos os partidos, às vezes sem contar com o apoio da base governista.

    PREVIDÊNCIA

    Marina argumentou ainda que falta transparência à reforma da Previdência submetida ao Congresso pelo presidente Michel Temer e sugeriu que o governo tenha 'economizado' nos 'números necessários' para debater o tema.

    'O governo federal mandou um projeto de reforma da Previdência economizando bastante nos números. A sociedade brasileira não tem os números que deveria ter', disse a candidata da Rede.

    Ela, por sua vez, prometeu, enviará um projeto 'calçado com todos os números necessários para que deputados, senadores e cidadãos saibam o que está acontecendo' e que seja resultado de muito debate, o que faltou à atual gestão, afirmou.

    'Quem não quer resolver é quem joga um pacote em cima da sociedade', argumentou.

    INDÚSTRIA

    Ao ser questionada sobre a queda na produção industrial do Brasil em julho, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, Marina defendeu o fim do protecionismo para retomar o crescimento do setor e adquirir competitividade, prometendo reduzir tarifas que possam prejudicar as exportações brasileiras.

    'O governo ajudará nessa transição, nós iremos diminuir tarifas, que muitas vezes são ruins para as exportações brasileiras, mais acesso àqueles equipamentos necessários para modernização das indústrias brasileiras, mas sem o velho protecionismo que nos levou para essa situação que estamos hoje', afirmou a candidata a jornalistas após a sabatina.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    'Não tenho ódio de PT, PSDB, MDB, de ninguém, estou pronta para unir o Brasil', diz Marina

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, disse nesta segunda-feira que está pronta para unir o Brasil e que não tem ódio de nenhum partido nem de ninguém.

    'Eu estou pronta para unir o Brasil. A melhor coisa que eu posso fazer de bom para o Brasil é ganhar essa eleição porque eu não tenho ódio de PT, de PSDB, de PMDB, de ninguém', declarou a candidata ao participar de fórum promovido pela revista Exame em São Paulo.

    Marina ainda avaliou que, mesmo em condições desiguais na comparação com seus adversários --está 'competindo com os gigantes'--, sua campanha já é um ''case' de sucesso'.

    'Uma mulher negra, que se alfabetizou aos 16 anos de idade em um partido pequeno que vem de uma causa que o pessoal diz que não dá voto para ninguém, que é a causa ambiental', disse.

    'Junto com um vice humanista, ambientalista, com 22 segundos de televisão, com pouquíssimo dinheiro, junto com uns meninos fazendo a campanha de forma colaborativa, só com ajuda de custo para fazer a minha propaganda eleitoral e nós estamos aí competindo com os gigantes, isso é considerado inviável.'

    Marina lembrou que seus adversários fizeram alianças que garantem a eles 'bastante' tempo na propaganda eleitoral na TV e fundos partidários na casa dos bilhões de reais.

    CORO COM ALCKMIN

    A candidata da Rede criticou o que considera 'saídas mirabolantes' que surgem daqueles que não estão dispostos a debater os problemas do país e que levam ao autoritarismo.

    'Quando não se tem tolerância com o debate, o que prospera são as saídas mirabolantes, que agora todo mundo fica estarrecido', disse Marina, acrescentando que quem não tem tolerância e apreço pelo debate, cultiva o terreno das ações autoritárias.

    'É que tanta gente está aderindo a uma proposta política que diz que vai fazer acontecer, passar por cima e que se resolve na base da força, na base da bala, porque quem na?o tem tolera?ncia e aprec?o pelo debate, cultiva o terreno das ac?o?es autorita?rias', disse, fazendo coro com o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin.

    Na semana passada o tucano lançou uma propaganda defendendo que os problemas do país não serão resolvidos 'na bala', visando os eleitores do candidato do PSL, deputado Jair Bolsonaro, que promete flexibilizar as regras para o porte de armas.

    'Só quem pode oferecer um destino para um povo é um tirano, os democratas só conseguem oferecer a possibilidade de uma vida melhor como compromisso', concluiu Marina, sem citar diretamente o nome de outros candidatos.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    Marina diz estar 'calçada' após a Lava Jato para escolher aliados

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, garantiu nesta quinta-feira estar 'calçada' após a operação Lava Jato para escolher seus aliados e eventual equipe de governo, caso eleita.

    Confrontada com o fato de ter participado em 2014 da chapa de Eduardo Campos (PSB), citado por delatores da Odebrecht na Lava Jato após sua morte naquele ano, e questionada sobre o apoio declarado no segundo turno da disputa eleitoral ao candidato tucano Aécio Neves, atualmente réu, a presidenciável disse não ter 'compromisso com o erro'.

    'Hoje estou muito bem calçada depois da Lava Jato', disse a candidata em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, na noite desta quinta-feira, acrescentando que adotará medidas de combate à corrupção sugeridas pela Transparência Internacional.

    Marina aproveitou ainda para abordar dúvidas sobre a sua capacidade de construir alianças e explicou que o critério para a formalização de apoios não passa por questões partidárias, mas por pessoas específicas com quem haja convergências.

    'O recorte não é partidário', reafirmou, entoando a ideia já declarada nas últimas eleições segundo a qual escolherá 'os melhores' de cada sigla para governar.

    A presidenciável também questionou o fato de receber críticas tanto pelas alianças que celebra, quanto pela aparente 'seletividade' para compor apoios.

    'É engraçado que as pessoas cobram numa hora 'mas a senhora não tem aliança, não tem coligação'. Quando eu faço aliança com aqueles que sobraram dessa miscelânea de corrupção, aí as pessoas me atiram', disse.

    PESO DE OURO

    Ela negou, ainda, que tenha sido incoerente ao escolher como companheiro de chapa Eduardo Jorge, do PV, partido que deixou para criar a Rede. À época, Marina alegou que saía da sigla para manter a coerência.

    'Continuo coerente porque eu e Eduardo Jorge nunca tivemos divergência, a minha saída do PV tinha a ver com a visão de processo em relação a que eu queria que o PV se tornasse um partido em rede', explicou.

    'Não vejo incoerência nenhuma, a incoerência sabe o que é? É fazer aliança por tempo de televisão. É fazer aliança em troca de dinheiro para enganar a população com marqueteiro vendido a peso de ouro. Isso que é incoerência.'

    Depois, instigada a expor suas ideias sobre temas polêmicos como a reforma da Previdência --a candidata tem adotado a postura de defender o debate em vez de apresentar medidas fechadas-- Marina criticou o que chamou de 'cultura de pacotes'.

    'Tem gente que se incomoda com a ideia de debater. Porque a gente se acostumou com os pacotes, a gente vem da cultura dos pacotes, um em cima do outro', respondeu.

    'Quando a gente diz que vai debater, que vai dialogar, parece estranho. Mas na democracia isso é o normal.'

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina critica ideia de armar população e diz que segurança é responsabilidade do Estado

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira que é o Estado o responsável pela segurança pública e que armar a população não é a solução para a violência, em uma contraposição à defesa que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, faz de uma flexibilização das regras para o porte de armas.

    'A solução para a segurança pública no Brasil é não permitir que os bandidos usem armas, e não distribuir armas para a população se defender sozinha', disse Marina, que participou de evento com presidenciáveis na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

    A candidata da Rede disse ainda que é 'muito fácil' um candidato se eleger presidente da República e transferir para a população a tarefa de se defender, numa aparente referência a Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    'Quem tem obrigação de fazer isso é o Estado. A sociedade paga imposto, e muito caro, para o Estado prover saúde, educação e segurança pública', afirmou.

    A presidenciável argumentou ainda que o porte e o direito de ter uma arma em casa já são permitidos em casos 'excepcionais'.

    A flexibilização das regras para o porte de armas ganhou eco entre os produtores rurais, que temem a invasão de suas terras e a violência em si, que ultrapassou as barreiras urbanas e passaram a amedrontar o campo.

    Por isso mesmo, o tema ganhou importância na campanha deste ano e tem sido lembrada por candidatos, de olho também no setor da agropecuária.

    Mais cedo, no mesmo evento, o candidato Geraldo Alckmin, do PSDB, prometeu facilitar o porte de armas na área rural, em um aceno para o setor.

    BANCADA

    Em outra frente sensível, Marina, que não consta como a candidata favorita do setor mas arrancou risadas da plateia algumas vezes durante o evento desta quarta-feira, disse não temer negociações com a Câmara dos Deputados e o Senado.

    Questionada sobre como lidaria com a poderosa bancada ruralista no Congresso, afirmou que sempre escolhe o caminho do 'convencimento' e relatou que conseguiu articular a aprovação de medidas no Legislativo quando ministra do Meio Ambiente no governo Lula.

    'Quando a gente entende do assunto, fica mais fácil dialogar', afirmou a candidata. 'Por isso não tenho medo do diálogo com o Congresso.'

    Marina se comprometeu a, caso eleita, dar ênfase à assistência técnica para os produtores rurais, além de garantias financeiras, como facilidades de crédito e um seguro para eventualidades. Também disse que o foco do Plano Safra, no caso dos grandes produtores, estará voltado às iniciativas de baixo carbono.

    Ao abordar uma queixa do setor produtivo, relacionado à burocracia de órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marina aproveitou para defender que haja maior agilidade.

    A candidata argumentou que atualmente esses órgãos contam com poucos funcionários e defendeu que haja um 'quadro técnico eficiente' e capacitado, de forma a dar agilidade sem a perda da qualidade do serviço executado.

    Reconhecida mundialmente por sua atuação ambiental, Marina disse ainda à plateia que um eventual governo seu terá como prioridade o investimento em infraestrutura, principalmente pela capacidade do setor de gerar emprego.

    A ideia, disse a presidenciável, é diversificar os modais de transportes e desafogar os gargalos.

    Marina defendeu ainda a implantação do Código Florestal e seu Cadastro Ambiental Rural, e disse que trabalhará pelo desmatamento ilegal zero. No caso dos desmatamentos permitidos pela lei, afirmou, a intenção é mostrar aos agricultores que há alternativas para dobrar ou até mesmo triplicar a produção sem a necessidade de ampliação de área degradada.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina defende 'operação Lava Voto' para Brasil retornar aos trilhos

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, defendeu nesta segunda-feira que o Brasil passe por uma 'operação Lava Voto' para corrigir erros políticos e para o país retornar aos trilhos.

    Marina disse lamentar o envolvimento de importantes lideranças políticas em casos de corrupção, citando especificamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador tucano Aécio Neves, e voltou a defender que partidos tradicionais se afastem do poder.

    'Nós já tivemos a operação Lava Jato, agora nós precisamos da operação Lava Voto, para que o Brasil volte a entrar nos trilhos', disse Marina em entrevista à TV Record.

    A ex-senadora, que foi ministra de Lula e declarou apoio a Aécio no segundo turno da eleição de 2014, disse que deixou o governo petista no auge e por coerência e que, fosse hoje, não teria dado apoio ao tucano.

    'Eu acho que houve um grave erro político, ou de conivência ou de envolvimento direto de vários líderes do PT com vários casos de corrupção', afirmou.

    'Eu não fico feliz com isso, de ver pessoas que poderiam estar ajudando no processo político estarem sendo impedidas --como é o caso do próprio ex-presidente Lula--, o Aécio Neves e tantos outros por envolvimento em graves casos de corrupção. Eu queria, mesmo divergindo, que essas pessoas não tivessem praticado este tipo de erro.'

    Indagada sobre se, caso eleita, concederia um indulto a Lula, que está preso desde abril cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro, a presidenciável da Rede disse que a medida não pode ter fins eleitorais.

    'Não se pode oferecer o indulto para se ganhar voto, para se ganhar simpatia', avaliou Marina, que disse não tratar a justiça como vingança, mas como reparação.

    'O PT, o MDB, o DEM, o PSDB deveriam ter umas férias. Quatro anos para repensar tudo o que fizeram contra eles próprios, contra o povo brasileiro', defendeu ela.

    (Por Eduardo Simões)

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