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    Marina declara 'voto crítico' em Haddad diante de 'risco iminente'

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidata à Presidência da República no primeiro turno das eleições deste ano, Marina Silva (Rede) afirmou que dará um 'voto crítico' ao presidenciável Fernando Haddad (PT), diante de riscos de banalização do 'mal'.

    Marina reconhece que sua opinião é restrita, por ter obtido pouco mais 1 por cento dos votos no primeiro turno, mas defendeu seu valor 'simbólico' que obedece a um dever 'ético e político'.

    'Diante do pior risco iminente, de ações que, como diz Hannah Arendt, 'destroem sempre que surgem', 'banalizando o mal', propugnadas pela campanha do candidato Bolsonaro, darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, 'pelo menos' e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad', diz Marina, em nota divulgada nesta segunda-feira.

    Para a política, ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora, Bolsonaro representa um projeto que 'minimiza a importância de direitos e da diversidade existente na sociedade', promove a 'incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação', e 'mostra pouco apreço às regras democráticas, acumula manifestações irresponsáveis e levianas a respeito das instituições públicas e põe em xeque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988'.

    Marina também não poupou críticas a Haddad. Para ela, ainda que tenha discurso pró-democracia e direitos sociais, a campanha de Haddad erra ao 'esconder' e 'não assumir' 'os graves prejuízos causados pela sua prática política predatória, sustentada pela falta de ética e pela corrupção que a Operação Lava Jato revelou, além de uma visão da economia que está na origem dessa grave crise econômica e social que o país enfrenta'.

    O candidato, por sua vez, declarou no Twitter que o voto de Marina o 'honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende'.

    'Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho', tuitou.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina diz que Rede discutirá apoio em 2º turno, mas afirma que será oposição a partir de 2019

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, cumprimentou os presidenciáveis que disputarão o segundo turno das eleições, disse que ainda discutirá com seu partido eventual apoio, mas adiantou que fará oposição a qualquer um que seja eleito.

    A candidata, que havia iniciado a corrida presidencial de forma competitiva mas viu sua intenção de voto desidratar na reta final da campanha, afirmou que não concorda com ideias autoritárias identificadas com o primeiro colocado neste primeiro turno, Jair Bolsonaro (PSL), mas também dirigiu críticas indiretas ao segundo colocado, Fernando Haddad (PT), lembrando das denúncias envolvendo seu partido.

    'Nós vamos discutir isso partidariamente', disse Marina, ao ser questionada sobre apoio a um dos dois candidatos.

    'Não temos nenhuma identificação com qualquer projeto autoritário, pelo menos da minha parte, mas também é preciso que se reconheça que a democracia é prejudicada tanto pelas ideias autoritárias quanto pelo uso da corrupção', afirmou.

    Marina acrescentou que 'independente' de quem seja eleito, a Rede estará na oposição democrática, porque segundo ela esse é o único caminho para 'quebrar o círculo vicioso' que trouxe o país para a atual conjuntura política, descrita pela candidata como uma 'polarização tóxica'.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina pede para eleitor não votar por medo ou ódio

    Por Maria Carolina Marcello

    (Reuters) - Em uma de suas últimas falas na campanha para o primeiro turno, a candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, voltou a defender que o eleitor considere uma terceira alternativa para unir o país, em vez de ter o “ódio” ou o “medo” como motivações para a definição do voto.

    Marina aproveitou caminhada na Baixada Fluminense para reforçar o discurso que vem adotando, segundo o qual o eleitor não precisa ficar entre a “espada da violência” e a “cruz da corrupção”, em referência aos dois primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto, o candidato pelo PSL, Jair Bolsonaro, e o presidenciável pelo PT, Fernando Haddad.

    “Seu voto, se for dado à pessoa certa, pode unir um país, nós estamos em um país que está dividido. Uma parte vota em um grupo porque tem medo do outro. Ou vota naquele grupo porque tem raiva do outro. Você não precisa usar o seu voto pelo medo ou pela raiva”, disse a candidata.

    “Não se pode querer governar um país com base na força, com base no ódio”, disse, em referência a Bolsonaro. “E muito menos com base na mentira e na corrupção”, afirmou, mirando em Haddad.

    A candidata argumentou que os líderes na intenção de voto desrespeitam a democracia. Para ela, Haddad fere princípios democráticos ao propor uma nova Constituinte, que serviria, na opinião de Marina, para “controlar o judiciário” e “cercear a liberdade de imprensa”.

    A presidenciável também dirigiu críticas a Bolsonaro, por “pregar” o desrespeito à democracia e ser um “saudosista da ditadura militar”.

    “Não queremos nem a corrupção e nem aqueles que querem projetos que vão excluir os segmentos que são os mais frágeis da população brasileira: os negros, as mulheres, os índios, os mais pobres”, declarou.

    Pesquisa Datafolha divulgada na noite da quinta-feira apontou que Bolsonaro ampliou a vantagem na liderança da corrida presidencial. O candidato do PSL passou a 35 por cento, seguido por Haddad, com 22 por cento.

    Numericamente em terceiro lugar vem Ciro Gomes (PDT), com 11 por cento, seguido de Geraldo Alckmin (PSDB), com 8 por cento, e Marina, com 4 por cento.

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    Marina diz confiar em votação eletrônica e promete reconhecer resultado da eleição

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, disse nesta quarta-feira que confia no processo eletrônico de votação adotado no Brasil e acrescentou que reconhecerá o resultado das urnas.

    A lisura do processo eletrônico já foi alvo de polêmica na corrida presidencial deste ano após o candidato Jair Bolsonaro (PSL) declarar que há risco de fraude na eleição e que só aceitaria o resultado das urnas se vencer a eleição.

    Marina, que está na sua terceira campanha para presidente, declarou que vai reconhecer a vontade do povo e que respeitará a escolha soberana dos brasileiros.

    'Nós vamos participar de forma democrático e reconhecendo resultado das eleições, porque as eleições brasileiras serão fruto da vontade soberana do povo brasileiro', disse ela a jornalistas em visita ao Saara, um comércio popular no centro do Rio de Janeiro.

    Apesar de acreditar no sistema eletrônico, Marina atacou os candidatos mais bem colocados nas pesquisas, Bolsonaro e Fernando Haddad (PT)

    'Nós haveremos de ir para as urnas não para repetir mais do mesmo com a corrupção e nem para nos arriscar e nem os nossos filhos com a espada da violência, que propõe a campanha do Bolsonaro', adicionou ela.

    No começo da disputa presidencial, Marina chegou brigar por uma vaga no segundo turno, mas as últimas pesquisas a colocam praticamente fora da segunda fase com apenas 4 por cento das intenções de voto, de acordo com pesquisa do Datafolha na terça, enquanto que Bolsonaro tem 32 por cento e Haddad 21 por cento.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Marina volta a rebater tese de FHC de união do centro em torno de Alckmin

    (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, voltou a rebater a tese sugerida em carta pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de união dos candidatos de centro em torno de Geraldo Alckmin (PSDB).

    Marina, que tenta colocar seu nome como uma alternativa viável entre os extremos, também voltou a bater na tecla que a eleição não pode se transformar em um plebiscito e que o eleitor não precisa pautar seu voto por pesquisas eleitorais.

    'É um momento difícil da história do nosso país. E o Brasil não pode comprar a tese de que as pesquisas impõem um plebiscito ao cidadão brasileiro. A pesquisa é apenas um retrato de um momento. Ainda temos muito chão pela frente', disse a candidata em São Paulo, após encontro com representantes de grandes organizações ambientais.

    'Fazer um apelo para que haja união e dizer que o figurino cabe no candidato do seu partido talvez não seja a melhor forma de falar em nome do Brasil', alfinetou Marina.

    Na quinta-feira, o ex-presidente fez um apelo em carta para que os candidatos fora dos extremos políticos se unam em torno de um nome que tiver maiores chances de vencer a eleição de outubro, sem citar nominalmente um dos presidenciáveis.

    Apesar de não mencionar um nome, Fernando Henrique disse que o candidato a unir o centro deveria ser 'uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país'.

    Depois, em seu perfil no Twitter, afirmou que quem 'veste o figurino' descrito é o tucano Alckmin. 'Só que não se convida para um encontro dizendo 'só com este eu falo'', disse Fernando Henrique, que é presidente de honra do PSDB.

    Nesta sexta, Marina garantiu que irá insistir na defesa do fim da 'velha polarização'.

    'Em uma eleição em dois turnos, cada cidadão e cada cidadã vota no candidato que acredita, que recupera a confiança e a esperança', acrescentou.

    Pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira apontou Bolsonaro na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto com 28 por cento de apoio, e Haddad com 16 por cento em empate técnico com Ciro, que registra 13 por cento. Alckmin apareceu com 9 por cento, e Marina tinha 7 por cento.

    (Por Maria Carolina Marcello)

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    Marina diz que grupos polarizados querem que povo se oriente por pesquisas

    BRASÍLIA (Reuters) - A presidenciável pela Rede, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira que interessa a grupos polarizados que o povo decida seu voto com base em pesquisas e disse confiar que os eleitores não farão desta uma eleição 'plebiscitária'.

    Marina iniciou a campanha competitiva, mas foi ultrapassada nas pesquisas mais recentes pelos candidatos Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT), e tem, assim como outros presidenciáveis, modulado seu discurso ao chamado voto útil.

    'Eu acredito que os brasileiros não vão cair nessa história, nessa canoa furada de fazer uma eleição plebiscitária', afirmou.

    'Toda eleição as pessoas tentam decidir o futuro do Brasil com base nas pesquisas. Os grupos que se alimentam da polarização não querem que a população mude de verdade, então eles querem que o povo desista do seu voto e se oriente única e exclusivamente pelas pesquisas. A verdadeira pesquisa de um cidadão livre e consciente é no dia 7 de outubro.'

    A candidata aproveitou para atacar os adversários, mirando em Jair Bolsonaro (PSL), líder nas sondagens, e indiretamente em Haddad, e em Geraldo Alckmin (PSDB).

    'O povo brasileiro é quem deve estar unido para combater aquelas propostas que querem retomar novamente no Brasil o autoritarismo dos saudosos da ditadura ou aqueles que já tiveram uma chance e usaram a chance que tiveram para enriquecimento ilícito em prejuízo da saúde da educação e da segurança pública', disse Marina.

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira apontou Bolsonaro na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto com 28 por cento de apoio, e Haddad com 16 por cento em empate técnico com Ciro, que registra 13 por cento. Alckmin aparece com 9 por cento, e Marina com 7 por cento.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina diz que campanha começou com entrada de Haddad na disputa e critica voto útil

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, disse que a campanha eleitoral começou para valer apenas com a entrada do candidato do PT, Fernando Haddad, na disputa e fez uma pregação contra a ideia de voto útil, ao defender que, numa disputa de dois turnos, os eleitores devem escolher o candidato que mais lhe agrada na primeira rodada de votação.

    Após participar de evento realizado pela revista Veja, em São Paulo, a candidata da Rede, que tem caído nas pesquisas de intenção de voto, afirmou que o patamar que se encontra --6 por cento segundo Ibope divulgado na véspera-- é 'excelente' para o que ela avalia ser o início da campanha.

    'Agora nós temos a realidade do processo político com todas as candidaturas postas, e eu e Eduardo estamos partindo de um patamar excelente para poder dialogar com os brasileiros e brasileiras pelos próximos 15, 16, 17 dias', disse Marina a repórteres após ser sabatinada por jornalistas da Veja.

    'Nós estamos no processo, estamos na disputa, mas não vamos lançar mão de todo e qualquer subterfúgio. Vamos fazer uma campanha com base na verdade, com base em propostas com propósito', garantiu.

    Antes da entrada de Haddad na disputa, em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, Marina tinha o dobro de intenções de voto, segundo o Ibope, e as pesquisas a apontavam como uma das principais herdeiras do voto destinado ao ex-presidente.

    Durante a sabatina, a candidata da Rede fez a avaliação de que, com a entrada de Haddad, depois de Lula ser barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, as coisas estão em 'base real'.

    A presidenciável afirmou que o eleitorado não pode escolher entre o 'saudosismo autoritário' --em aparente referência a Bolsonaro-- e à 'conivência com a corrupção' --em aparente alusão a Haddad e ao PT. Lula está preso desde abril após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Ela também afirmou que o Brasil não pode escolher entre a tentação autoritária 'nem de direita, nem de esquerda'. Bolsonaro apareceram em primeiro e segundo lugar na pesquisa Ibope divulgada terça-feira e dispontam como favoritos para irem ao segundo turno.

    Apesar das pesquisas, Marina manifestou confiança de que ela, acompanhada de seu candidato a vice, Eduardo Jorge, estará no segundo turno.

    'Eu e Eduardo estaremos no segundo turno. Não importa com quem seja. Nós estaremos no segundo turno. Estamos lutando para isso. Se existe alguns que já jogaram a toalha, nós continuamos no páreo', disse Marina, quando indagada sobre declaração dada mais cedo no mesmo evento pelo candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, de que Haddad já tem vaga assegurada no segundo turno. O tucano disse que resta decidir quem será o adversário do petista.

    'Nós vamos dialogar com os brasileiros, livres. Ninguém pode votar pelo medo, ninguém pode votar numa situação em que você abandona o candidato do seu coração. Uma eleição em dois turnos, é para que cada um dê o seu voto. Não existe essa história de voto útil. Quem prega voto útil está querendo inutilizar o seu voto', criticou.

    Pela manhã, o candidato do PDT, Ciro Gomes, que teve 11 por cento no Ibope, foi na mesma linha, fazendo um apelo para que o eleitor mantenha no primeiro turno o voto de convicção. 'A gente tem o segundo turno para escolher o menos ruim... se o seu predileto não for para o segundo turno', disse. [nL2N1W50N7]

    'NÃO É ASSIM MESMO'

    Marina também criticou o conformismo daqueles que acreditam que as coisa são assim mesmo e, dirigindo-se aos jornalistas, lembrou daqueles que lutaram contra regimes autoritários.

    'Se fosse assim mesmo, hoje nenhum de vocês tinha liberdade de imprensa. Muitos dos antecessores de vocês lutaram para que o texto de vocês não fosse riscado, para que a peça de teatro não fosse censurada, porque não acharam que era assim mesmo', disse.

    'Se achar que é assim mesmo, o Brasil nunca vai mudar', acrescentou. 'Depois de tudo o que aconteceu, chegou a hora de acabar com a história que é assim mesmo. Não é assim mesmo.'

    Em um tema sensível para ela, Marina disse que vetaria, como presidente, lei ampliando os casos em que o aborto é permitido se o Congresso aprovasse legislação nesse sentido.

    'Se o Congresso decidir, eu vetaria', disse Marina, que é evangélica. Ao mesmo tempo, voltou a afirmar que o Estado é laico e reiterou a defesa de que uma eventual ampliação dos casos em que o aborto é permitido seja decidida por meio de plebiscito.

    'Se for um plebiscito, eu acho que aí é uma decisão soberana da sociedade', disse, lembrando que a convocação de um plebiscito cabe ao Congresso e que a consulta popular leva 'o assunto para o patamar em que deve estar'.

    Na entrevista, após a sabatina, Marina lembrou que, caso a mudança sobre a interrupção da gravidez seja feita por emenda à Constituição, não cabe veto presidencial.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Marina anuncia plano nas áreas de saúde, educação e de atenção à mulher

    (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, anunciou nesta terça-feira o plano 'Vida Digna', que atuará, caso eleita, nas áreas de saúde, educação e de igualdade de gênero.

    Em visita ao Centro de Parto Humanizado Casa Angela, na zona sul de São Paulo, acompanhada do vice em sua chapa, Eduardo Jorge (PV), Marina lançou o programa que pretende reformar o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar a oferta de creches e a proposição de ampliar o prazo da licença paternidade --algo que serviria de transição para um modelo em que o período da licença possa ser compartilhado entre pais e mães.

    A reformulação do SUS prevê a criação de 400 regiões de saúde e uma autoridade nacional sanitária.

    No caso das creches, a promessa é de criar 2,5 milhões de vagas e centrar as ações na educação infantil.

    A ideia é que os três eixos envolvam o trabalho simultâneo de vários ministérios.

    'Quando tem uma boa escola, uma boa creche, um bom atendimento de saúde, as mulheres já estão sendo favorecidas. Mas elas precisam também de políticas que combatam o preconceito, a discriminação que lhe dê possibilidade de ter uma formação profissionalizante, e que elas possam ter acesso aos meios para fazer seus investimentos', disse Marina.

    No eixo voltado às mulheres, um dos principais alvos da campanha de Marina e grupo que mais tem oferecido resistência ao líder das pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL), o plano de Marina prevê políticas de prevenção da violência, combate ao feminicídio e punição da diferença de salários entre homens e mulheres.

    A candidata voltou a criticar fala na véspera do vice de Bolsonaro, general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), segundo quem famílias desestruturadas --onde não há pai ou avô-- levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    Marina citou sua avó, que a criou, e repudiou o discurso do vice na chapa adversária.

    'Não sei de onde ele constatou isso e de onde tira tanta insensibilidade e desrespeito.'

    (Por Maria Carolina Marcello)

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    Marina promete plano para contratação de energia solar equivalente a uma Belo Monte

    (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, anunciou nesta segunda-feira um plano para contratar o equivalente a uma usina hidrelétrica de Belo Monte em energia solar até 2022, caso seja eleita nas eleições de outubro.

    Em visita a Sergipe, Marina afirmou que o programa “Sol para Todos” tem a intenção de aumentar em 10 por cento a presença da energia solar na matriz energética brasileira, por meio de investimentos da ordem de 50 bilhões de reais da iniciativa privada, de linhas de crédito de bancos estatais, incluindo o BNDES, e de recursos do Fundo Clima.

    “Vamos nos tornar uma potência em geração de energia limpa, utilizando as possibilidades que temos do sol, do vento e da biomassa”, disse Marina.

    O plano prevê a contratação de 10 gigawatts de energia fotovoltaica até 2022. Segundo assessoria da candidata, a potência instalada prevista pelo plano é próxima da potência nominal da usina hidrelétrica de Belo Monte, de 11 gigawatts.

    Marina estima ainda, com o programa, a criação de 2 milhões de empregos, além de uma redução nas contas de luz em mais de 90 por cento. O programa também irá incentivar a produção de placas solares no país.

    O plano terá o Nordeste brasileiro como foco, onde há maior incidência média de sol. Nas áreas rurais, haverá possibilidade de arrendamento para fazendas solares, dependendo do tamanho da propriedade.

    A candidata da Rede não deixou de criticar as gestões da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer, responsáveis, na opinião dela, pelos impactos da recessão na região.

    “Eu tenho dito que o Brasil se preocupa demais com o pré-sal, mas que o Nordeste é o nosso ‘pré-sol’: uma riqueza energética potencial ainda pouco explorada, mas que pode se reverter em benefícios para a população e para o planeta”, defendeu.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello, em Brasília)

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    Marina diz que alta do dólar está ligada a temor eleitoral e promete equilíbrio fiscal

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, afirmou nesta sexta-feira que a alta recorde do dólar registrada na véspera é reflexo de 'temores eleitorais' relacionados à questão fiscal e à Previdência, e prometeu como prioridade a reversão do desequilíbrio das contas públicas.

    Em nota, a presidenciável acrescentou que abordará o tema 'com responsabilidade' para recuperar a economia.

    'Há medo de que o seríssimo desequilíbrio fiscal e previdenciário do Brasil não seja revertido a tempo e de forma inequívoca', disse a candidata na nota.

    'Minha prioridade na política econômica, se eleita, será combater o desequilíbrio fiscal e revertê-lo. Mas isso será feito com responsabilidade, sem apelar para soluções irrealistas, como vender parte das reservas do país ou obter 1 trilhão de reais com privatizações.'

    Na quinta-feira, o movimento do mercado financeiro dos últimos dias, preocupado com o cenário eleitoral, resultou na valorização do dólar ao ponto de bater sua máxima recorde do Plano Real, próximo aos 4,20 reais.

    Investidores aguardam nesta sexta-feira a divulgação, depois do fechamento do mercado, de nova pesquisa Datafolha.

    Depois, em seu perfil no Twitter, Marina lembrou que conta, em sua equipe de economistas, com um dos idealizadores do Plano Real, André Lara Resende, e disse não ter 'preconceito' com o legado do PT na área social ou com o legado do PSDB na área econômica.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Marina diz à CBN que queda em pesquisas é 'oscilação' e que continua trabalho por votos

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, minimizou nesta quinta-feira a queda que tem apresentado nas últimas pesquisas de intenção de voto, dizendo que os dados indicam apenas uma 'oscilação' e que é importante continuar trabalhando para conquistar o eleitor.

    'Como eu dizia sempre, mesmo quando não tinha acontecido essa oscilação, a pesquisa é o resultado de um momento e eu vou continuar fazendo meu trabalho. O que eu não vou fazer é trocar princípio por voto', disse a candidata em entrevista à rádio CBN na manhã desta quinta-fera.

    Na última pesquisa do Ibope, divulgada na terça-feira, Marina apareceu com 9 por cento de intenção de voto, frente a 12 por cento no levantamento anterior.

    Na segunda-feira, pesquisa Datafolha também indicou redução no apoio à candidata da Rede, com Marina aparecendo com 11 por cento ante 16 por cento na sondagem anterior do mesmo instituto.

    Na entrevista desta quinta-feira, Marina também comparou a campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, confirmado na terça-feira como substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff, também indicada pelo petista.

    A candidata da Rede disse que a população é quem deve 'chancelar' seu próprio candidato.

    'Nós tivemos uma situação em que uma candidata foi indicada e tivemos os problemas que temos hoje no nosso país. A população é que tem que decidir se ela quer continuar insistindo nessa forma de escolher um presidente para o Brasil', disse Marina.

    Lula teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na lei da Ficha Limpa, uma vez que está preso em Curitiba desde abril cumprindo condenação em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato.

    Marina também criticou o teto de gastos aprovado pelo Congresso, que congelou as despesas públicas durante 20 anos, dizendo que a medida proposta pelo governo do presidente Michel Temer compromete os serviços de saúde e segurança.

    'Agora, o Tribunal de Contas está dizendo que o Estado brasileiro vai colapsar se ficar congelado o orçamento em 20 anos. Quando o governo congelou por 20 anos o orçamento público, ele está congelando essa segurança que permite que 63 mil pessoas sejam assassinadas e permite com que no Sistema Único de Saúde as pessoas (tenham) que ficar três meses para marcar um exame', disse.

    (Por Maria Clara Pestre)

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