alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE marina

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ENTREVISTA-Marina diz que teto dos gastos inviabiliza gestão do governo nos próximos anos

    ENTREVISTA-Marina diz que teto dos gastos inviabiliza gestão do governo nos próximos anos

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidata à Presidência pela terceira vez, a ex-senadora Marina Silva (Rede), criticou duramente a emenda constitucional que instituiu o teto dos gastos públicos e afirmou que sua manutenção inviabiliza a administração do governo federal nos próximos anos.

    Em entrevista à Reuters na sede da Rede na quinta-feira, Marina evitou afirmar que irá rever o teto de gastos, algo tratado quase como um tabu pelo mercado financeiro, mas afirmou que será necessário fazer uma avaliação criteriosa da emenda.

    Não sou eu que estou dizendo, é a realidade que diz isso. E qual é a realidade? O governo congelou por 20 anos a educação que temos, a saúde que temos, a segurança, a infraestrutura. Isso é razoável? Com a PEC vai se inviabilizar a gestão pública federal nos próximos anos , disse.

    Marina defende que o controle dos gastos públicos não precisa ser feito por um limite constitucional, mas pela própria lei orçamentária. Lembra que em sua campanha de 2010 propôs que o Orçamento não poderia aumentar a cada ano mais que a metade do crescimento do Produto Interno Bruto.

    Naquela época ninguém tratava disso e ninguém deu bola , reclamou.

    Marina, que ficou em terceiro lugar nas duas últimas eleições presidenciais, fica em segundo lugar ou mesmo em empate técnico na liderança com o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aparece como candidato. O petista lidera quando seu nome está nas sondagens.

    CAMPANHA MAIS DIFÍCIL

    A presidenciável admitiu que esta será sua tentativa mais difícil, já que seu partido não tem recursos e um tempo mínimo de tevê, mas vê chances reais de se eleger com base em um possível desejo de mudança na sociedade.

    Os partidos da estagnação, da polarização e que estão fortemente envolvidos em casos de corrupção vêm agindo politicamente para impedir que a sociedade --que sinaliza muito fortemente que quer fazer mudanças-- possa fazer isso , disse, referindo-se às novas regras eleitorais aprovadas com apoio dos maiores partidos.

    Com uma bancada de apenas dois deputados federais, a Rede tem apenas 8 segundos de tempo para propaganda de rádio e tevê e 0,62 por cento do fundo eleitoral, o que equivale a 10,5 milhões de reais --o MDB, que terá a maior parcela, terá 234 milhões de reais.

    Sem alianças formais à vista com partidos maiores, Marina não tem meios de aumentar nem recursos nem tempo de tevê. Ela pode até mesmo ficar fora dos debates televisivos, já que pela atual legislação eleitoral as redes de TV não são obrigadas a convidar partidos com representação inferior a cinco parlamentares no Congresso. Além dos dois deputados, a Rede tem apenas um senador.

    Ainda assim, a ex-senadora disse que a aliança mais importante não é com os partidos, é com a sociedade.

    No meu entendimento, ganhar uma eleição com 8 segundos de televisão, pouquíssimos recursos, um partido que é mais um movimento do que um partido em termos tradicionais... se a sociedade fizer isso, apesar de tudo feito para que não consiga, com certeza haverá uma mudança, uma transição , disse.

    Marina usa a ideia de aliança com a sociedade e além dos partidos para justificar como conseguiria governar com um Congresso que, ao contrário do que ela prega, será eleito pelas mesmas regras e com a mesma organização atual.

    Acredito muito que haverá uma mobilização favorável para que as pessoas dentro dos partidos do campo democrático que não se corromperam e que não ficaram estagnadas pela lógica pessoal e pelo 'poder pelo poder', também possam fazer um alinhamento político, inclusive ter um tempo para reinventar os seus partidos , argumentou.

    A presidenciável disse que a eleição de 2014 --que teve no segundo turno a petista Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves-- foi uma fraude por ter sido baseada na corrupção, caixa 2 e recursos públicos desviados, como da Petrobras.

    Se alguém advogar que é legal ganhar uma eleição com base em dinheiro da corrupção, de caixa 2 desviado da Petrobras, dos fundos de pensão, de Belo Monte, do BB, Caixa, então que faça essa defesa. Eu acho que foi uma fraude , afirmou.

    Eu estava disputando a Presidência da República Federativa do Brasil, mas havia aqueles que estavam disputando quase como um disfarce porque a coisa mais importante era manter nas mesmas mãos a estrutura criminosa que se apoderou do Estado brasileiro.

    SEM LULA

    Ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, ela frisou que a eleição sem o ex-presidente --líder nas pesquisas de intenção de voto, mas preso desde abril cumprindo pena no processo do tríplex-- não é fraude.

    A eleição sem Lula é o cumprimento da lei. E aí vem mais uma deturpação. Se alguém acha que uma eleição roubada não é uma fraude, alguém que acha que alguém que cometeu um erro e que, assegurado o mais legítimo direito de defesa não deva cumprir a pena e que se cumprir a pena que lhe foi imputada passa a ser uma fraude, tem alguma coisa muito errada no imaginário político do Brasil , destacou.

    Para Marina, não se pode definir o que é legal ou ilegal por um plebiscito da população.

    As pessoas podem achar que destruir a Amazônia é legítimo e fazer um plebiscito e isso vai ser aprovado, mas a lei diz que ela tem de ser preservada. O fato de a maioria dizer isso torna legal a sua destruição? , comparou.

    A ex-ministra, que se intitula sustentabilista progressista, criticou a avaliação patrimonialista de que poderia herdar parte dos votos que iriam para Lula.

    As pessoas tratam já como voto do Lula antes de já ter sido dado na urna, ou como voto da Marina, do Ciro, de quem quer que seja. Vou dialogar com todos os cidadãos brasileiros, inclusive com os cidadãos brasileiros que hoje indicam que podem votar com o ex-presidente Lula e dialogando com eles com respeito, entendendo que é uma escolha livre para dar o seu voto em quem eles quiserem , frisou.

    REFORMAS E PRIVATIZAÇÕES

    Com uma agenda econômica mais liberal, construída desde 2014, Marina afirma que usará a legitimidade obtida nas urnas para fazer as reformas necessárias , mas não nos moldes do que foi feito ou proposto pelo atual governo.

    A pré-candidata disse também considerar difícil que algum candidato a presidente tenha uma proposta para a reforma da Previdência com começo, meio e fim . Ela afirmou que vai fazer um debate do tema com todos os atores, uma vez que a proposta apresentada pelo governo Temer só ouviu os empresários e queimou a discussão.

    Ainda assim, a pré-candidata disse que será preciso discutir a proeminência do regime previdenciário público em relação ao privado e que a reforma tenha de levar em conta o problema da longevidade da população e aqueles que estão à beira de se aposentar.

    A ex-senadora reforçou que, se eleita, não vai privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e que as demais estatais e empresas públicas têm de ser avaliadas dentro de um plano.

    Para a ex-ministra, não se pode privatizar ativos da sociedade brasileira para tapar o rombo daqueles que agiram perdulariamente. Disse que a privatização da Eletrobras, se ocorrer, teria de se dar dentro de um contexto da adoção de nova matriz energética brasileira, social e ambientalmente responsáveis.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marina defende reforma tributária com quatro pilares

    Marina defende reforma tributária com quatro pilares

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A pré-candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta quarta-feira que, se eleita, vai defender uma reforma tributária baseada em quatro diretrizes --a simplificação dos tributos, a justiça tributária, a impessoalidade e a promessa de que não vai aumentar impostos.

    Em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com presidenciáveis, a ex-ministra do Meio Ambiente ressaltou que não dá para fazer demagogia e dizer que, após a atual crise da economia, será possível reduzir os impostos.

    Marina defendeu que a tributação complexa do país precisa ser simplificada para que a indústria volte a ter maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Ela citou que o setor já representou 20 por cento do PIB e hoje tem um papel muito aquém do que já teve.

    A presidenciável argumentou que é preciso dialogar a fim de se fazer uma agenda de investimento, inovação e de tecnologia no país.

    Ela defendeu também uma nova modernização da legislação trabalhista no país. Para a ex-senadora, a reforma feita pelo governo do presidente Michel Temer conseguiu reduzir muito as disputas judiciais, o que é bom para empregadores e empregados, mas ainda há questões a serem aperfeiçoadas.

    Não acho que ela deva ser revogada, acho que deve ser revisitada para corrigir essas injustiças que já haviam sido reparadas com a medida provisória , disse ela, citando a MP editada por Temer que, posteriormente, perdeu a validade,

    Entre os pontos a serem alterados dessa reforma, Marina destacou a possibilidade de mulheres grávidas trabalharem em locais insalubres e o período de descanso no trabalho.

    GOVERNABILIDADE

    A pré-candidato da Rede fez um duro diagnóstico em relação à situação do país. Ela avaliou que a operação Lava Jato mostrou a verdade e que não é possível se governar com o chamado presidencialismo de coalizão.

    Resolver o problema da grave crise política é um grande desafio e para isso é preciso que se crie uma nova governabilidade. O presidencialismo de coalizão não resolve os problemas de hoje , disse.Para Marina, é preciso a constituição de uma maioria no Congresso com base em um programa, nos moldes do que ocorreu na Itália e na Alemanha.

    Se ganhar, vou governar com os melhores. Não com os partidos. Os 200 milhões de brasileiros são maiores do que os 35 partidos , disse. Essa vai ser a nova base, o fim do toma lá da cá, de forma transparente , completou.

    A segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto, nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não foi aplaudida nenhuma vez durante sua apresentação.

    A ex-ministra se mostrou preocupada com o processo de politização e partidarização das agências reguladoras.

    Ela reconheceu que houve um grande avanço quando foi melhorada a qualidade das telecomunicações ao país, lembrando do tempo que havia filas para se comprar um telefone.

    Mas ressaltou que é preciso haver um marco regulatório adequado para o setor e para a sociedade. Nem sempre o atendimento está à altura da demanda da sociedade , afirmou.

    Sem detalhar, a pré-candidata defendeu também uma reforma política e previdenciária.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marina diz que não há conversas concretas sobre vice, mas cita nomes

    Marina diz que não há conversas concretas sobre vice, mas cita nomes

    SÃO PAULO (Reuters) - A pré-candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, disse que busca pessoas complementares e do campo histórico de seu partido para compor uma chapa e citou os nomes de Roberto Freire e Eduardo Bandeira de Mello, embora tenha negado haver negociações concretas.

    O primeiro passo para as conversas com esses partidos que temos proximidade é o programa, por isso que qualquer discussão de nome nós nunca colocamos à frente do programa , disse Marina a jornalistas após participar de evento do setor sucroalcooleiro em São Paulo.

    Obviamente que todas as pessoas que o senador Randolfe citou, tanto o nome do Bandeira quanto do Roberto são pessoas de maior credibilidade na sociedade brasileira. Mas eu não tive conversa com nenhum deles especificamente sobre isso , acrescentou a pré-candidata.

    Os nomes dos dois --Freire é presidente nacional do PPS e ex-ministro da Cultura e ex-senador e Bandeira é presidente do Flamengo e filiado à Rede-- vieram à tona através do senador da Rede, Randolfe Rodrigues (AP).

    ACENO AO AGRONEGÓCIO

    Ex-ministra do Meio Ambiente, na terceira tentativa de ser eleita presidente da República, Marina fez um aceno ao agronegócio ao elogiar o RenovaBio, programa que busca impulsionar o uso de combustíveis renováveis e ajudar na redução de emissões de gases do efeito estufa.

    A melhor forma de fazer com que se tenha um agricultura vigorosa como ela é e deve ser é fazendo o dever de casa, como já está sendo feito, certificando a nossa produção, não plantando cana-de-açúcar na Amazônia, como o próprio programa que eles estão defendendo aqui defende , disse Marina, mencionando o programa

    Questionada se pretende trabalhar junto ao setor, até mesmo em forma de compromissos, durante sua campanha, Marina, conhecida ambientalista, disse que pretende continuar sendo coerente .

    Marina aparece em segundo lugar na última pesquisa Datafolha, nos cenário que não têm o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, atrás apenas do deputado Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL.

    (Reportagem de Laís Martins; Edição de Alexandre Caverni)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. /
    3. noticias
    4. /
    5. tags
    6. /
    7. marina
    8. /

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.