alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE medicos

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Venezuela receberá 2 mil médicos cubanos que deixaram o Brasil, diz Maduro

    Venezuela receberá 2 mil médicos cubanos que deixaram o Brasil, diz Maduro

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela irá receber 2 mil médicos cubanos que deixaram o Brasil após disputa entre a ilha comunista e o presidente Jair Bolsonaro.

    Bolsonaro disse que cerca de 11 mil médicos estavam sendo submetidos a “trabalho escravo” e exigiu que o governo cubano, que fica com 75 por cento de seus salários, permitisse que os funcionários recebessem o valor integral e fossem acompanhados por suas famílias no Brasil.

    Cuba se recusou a cumprir as exigências e retirou os médicos do Brasil.

    “Na próxima semana, vamos ter um evento especial que celebra a chegada de 2 mil novos médicos de família que Cuba vai nos enviar. Eles estão vindo do Brasil”, disse o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em discurso televisionado.

    “O fascismo brasileiro encerrou o projeto de saúde e os 2 mil médicos estão vindo para a Venezuela”, disse.

    Clínicas administradas por médicos cubanos foram um programa marcante do ex-líder socialista venezuelano Hugo Chávez, que desfrutou de amplos recursos de petróleo durante seus 14 anos no comando da Venezuela, encerrados em 2013 por um câncer. A Venezuela pagava pelos serviços médicos com remessas de petróleo.

    Maduro, que tem vivido um colapso da antes crescente economia da Venezuela, tem enfrentado queixas de decadência do sistema de saúde do país e de abandono das unidades antes administradas por médicos cubanos. O presidente venezuelano não deu detalhes sobre como o país pagará pelos serviços.

    (Reportagem de Brian Ellsworth)

    31

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Médicos cubanos iniciam volta para casa e pequenas cidades ficam sem atendimento

    Médicos cubanos iniciam volta para casa e pequenas cidades ficam sem atendimento

    Por Anthony Boadle

    BRASÍLIA (Reuters) - Os primeiros milhares de médicos cubanos começaram a deixar o Brasil e voltar para casa nesta quinta-feira após as críticas do presidente eleito de extrema-direita Jair Bolsonaro levarem o governo cubano a romper o acordo de cooperação entre os países, deixando milhões de brasileiros sem atendimento médico.

    Bolsonaro disse que os médicos cubanos estavam sendo usados como 'trabalho escravo' por que o governo cubano tomava 75 por cento de seus salários. Para Bolsonaro, o programa, que começou em 2013, poderia continuar apenas se os profissionais recebessem o pagamento completo e pudessem trazer suas famílias de Cuba.

    Bolsonaro, admirador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi eleito no mês passado por brasileiros angustiados com as altas taxas de criminalidade e da percepção de corrupção que atingiu novos níveis após quase uma década e meia de governos de esquerda que tinham laços próximos com a ilha de Cuba.

    Os cubanos atuavam em sua maioria em áreas pobres e remotas do país, onde médicos brasileiros não querem trabalhar. O governo agora trabalha para substituí-los em 8.332 posições deixadas pelos cubanos que retornam para casa.

    Cuba possui um respeitado serviço de saúde e gera ganhos com a exportação de mais de 50 mil funcionários da área para mais de 60 países.

    Em muitas cidades brasileiras e nas periferias de cidades que contavam com o apoio de médicos cubanos, as salas de espera normalmente cheias nos postos de saúde estavam vazias nesta semana, e avisos diziam que consultas haviam sido canceladas.

    Adrielly Rodrigues, uma mulher grávida de 22 anos, foi recusada na quarta-feira ao chegar em um posto para um exame pré-natal em Santa Maria, uma cidade próxima à capital Brasília.

    'Estamos muito preocupados por que não temos dinheiro para pagar por um médico particular, e ela está grávida de cinco meses e ainda precisa ser acompanhada e fazer os exames', disse sua mãe, Adriana Rodrigues.

    Ela disse que a médica de Adrielly era boa mas 'ela foi embora agora'.

    Um lobby nacional de prefeitos, a FNP, e o conselho das autoridades municipais de Saúde Conasems disse em nota que 29 milhões de brasileiros poderiam ficar sem atendimento básico de saúde. Eles pediram que o governo torne possível que os cubanos fiquem no país.

    O Ministério da Saúde planeja semana que vem abrir mão da exig6encia para que os cubanos validem seus diplomas médicos no Brasil para que possam continuar trabalhando diretamente contratados pelo governo brasileiro e não pela Organização Panamericana de Saúde.

    Não está claro quantos cubanos irão querer romper com o programa de exportação de médicos do governo comunista de Cuba, presente em cerca de 60 países, principalmente já que o rompimento equivaleria à deserção.

    Bolsonaro, que assume a Presidência no dia 1º de Janeiro de 2019, disse na semana passada que daria asilo aos cubanos que o requisitarem, aumentando ainda mais as tensões com Havana.

    O Brasil espera preencher as vagas com contratações locais. Em apenas dois dias desde que o processo foi aberto, 6.394 médicos se inscreveram para preencher os postos vazios, segundo informou um porta-voz do ministério, mas as credenciais dos aplicantes ainda tem que ser confirmadas.

    Um cubano que ficará no Brasil é Richel Collazo, que é tão querido na pequena cidade de Chapada, no estado do Rio Grande do Sul, que o prefeito o ofereceu o emprego de secretário municipal de Saúde.

    'A minha cidade necessita de médicos e ele foi muito importante para o nosso atendimento de saúde', disse o prefeito Carlos Catto por telefone.

    18

    6 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro ainda não tem condições de participar de campanha, dizem médicos

    Bolsonaro ainda não tem condições de participar de campanha, dizem médicos

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, deve ser liberado para atividades regulares de campanha na quinta-feira da próxima semana, depois de passar por uma nova avaliação clínica, disseram nesta quarta-feira os médicos que cuidam da recuperação do presidenciável.

    Uma junta médica que esteve na casa de Bolsonaro na zona oeste do Rio de Janeiro constatou que, apesar da boa evolução do quadro de saúde do candidato, Bolsonaro ainda precisa de mais tempo de recuperação após ter passado por duas cirurgias depois de levar uma facada em ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no mês passado.

    'Vamos fazer uma intensa atividade nutricional e proteica nele para melhorar as condições clínicas para uma nova avaliação, e com certeza vamos liberá-lo para tudo que for necessário', disse a jornalistas o médico Antonio Luiz Macedo, do Hospital Albert Einstein, de onde Bolsonaro recebeu alta em 29 de setembro.

    'Ele não está liberado ainda, mas com essa reposição nutricional a partir de hoje... com certeza vamos liberá-lo, mas ele ainda tem uma anemia', afirmou Macedo, acrescentando que Bolsonaro perdeu cerca de 15 quilos devido às operações.

    Segundo os médicos, Bolsonaro não pode fazer viagens ou atividade física mais prolongada, e a orientação é para uma repouso 'relativo' e apenas pequenas atividades em casa.

    O candidato do PSL, que disputa o segundo turno da eleição presidencial com Fernando Haddad, do PT, também não foi liberado para participar de debate na Band TV previsto para quinta-feira.

    'Ainda não é o momento ideal para ele fazer atividades, embora tenha desejo de participar. É uma evolução progressiva, mas não para campanha', disse o médico Leandro Echenique.

    'Ele poderia ter queda de pressão, desmaio ou baixa de imunidade. Ficar três horas em pé (em um debate) não é fácil', acrescentou.

    A junta médica informou ainda que pretende retirar a bolsa de colostomia que Bolsonaro está usando em meados de dezembro, em uma nova cirurgia, e que serão necessários 15 dias de recuperação.

    20

    8 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Médicos dizem que quadro de Bolsonaro é grave, mas estável, há risco de infecção

    Médicos dizem que quadro de Bolsonaro é grave, mas estável, há risco de infecção

    Por Eduardo Simões

    (Reuters) - O estado de saúde do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, é grave, mas estável, após ele ser vítima de um ataque a faca quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG), disseram os médicos que realizaram uma cirurgia no presidenciável na Santa Casa de Misericórdia da cidade nesta quinta-feira.

    Eles afirmaram que Bolsonaro foi alvo de um único, porém profundo, golpe de faca que causou uma grande hemorragia e lesões nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal. Bolsonaro está na unidade de terapia intensiva do hospital e há risco de infecção, por isso ele está sendo tratado com antibióticos.

    'Era uma perda sanguínea grande no abdômen por essa lesão vascular. Ele chegou em estado de choque e essa era a principal lesão que o colocava em risco de vida', disse o médico Luiz Henrique Borsato, um dos que participou da cirurgia no candidato do PSL. Ele classificou como 'satisfatória' as primeiras horas de recuperação pós-operatória.

    Os médicos que operaram Bolsonaro disseram que o intestino delgado foi costurado, mas não foi feita uma emenda na área atingida no intestino grosso, optando-se pela ligação com uma bolsa externa.

    'O intestino delgado foi costurado e o intestino grosso não. A gente retirou a parte que estava lesada e a gente não fez a emenda do intestino. A gente optou por fazer a colostomia de caráter temporário', disse Borsato, acrescentando que, futuramente, Bolsonaro terá de passar por nova cirurgia para reverter a colostomia.

    De acordo com os médicos, o candidato do PSL está respirando espontaneamente e está consciente. Ele também já reconheceu seus filhos que foram ao hospital após o ataque.

    Sem precisar o tempo de recuperação, os médicos disseram que o período de hospitalização mínimo deve ser de uma semana a 10 dias.

    Segundo eles, não há condições clínicas de o candidato ser transferido para outro hospital neste momento. Eles disseram também que uma equipe do Hospital Sírio-Libanês voará de São Paulo para Juiz de Fora para acompanhar o quadro de Bolsonaro.

    132

    9 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. medicos

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.