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    Trump alerta México sobre caravana de imigrantes e ameaça fechar fronteira

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que enviará militares e fechará a fronteira se o México não detiver grandes grupos de imigrantes oriundos de Guatemala, Honduras e El Salvador que estão a caminho dos EUA.

    'Preciso, com os termos mais fortes, pedir ao México que detenha essa agressão -- e se for incapaz de fazê-lo, convocarei os militares dos EUA e fecharei nossa fronteira sul!', escreveu Trump no Twitter.

    Trump ameaçou interromper a ajuda regional dos EUA a países da América Central porque uma caravana de vários milhares de imigrantes hondurenhos atravessou a Guatemala rumo ao México nesta semana na esperança de cruzar a fronteira EUA-México e fugir da violência e da pobreza endêmicas na América Central.

    O presidente também enviou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, para conversar com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, na Cidade do México, na sexta-feira.

    Trump, que fez da redução da imigração e da construção de um muro na fronteira com o México uma plataforma central de sua campanha, já havia ameaçado cortar a ajuda e enviar tropas para o local.

    Em uma série de tuítes publicados nesta quinta-feira, ele também pareceu ligar a questão ao comércio e a um acordo recém-criado com o México para substituir o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) que aguarda ratificação.

    'A agressão ao nosso país em nossa fronteira sul, incluindo os elementos criminosos e as drogas que estão entrando, é muito mais importante para mim, como presidente, do que o comércio ou o USMCA. A esperança é que o México detenha esta agressão em nossa fronteira sul', escreveu Trump, referindo-se ao pacto comercial mais recente conhecido como Acordo EUA-México-Canadá (USMCA).

    (Por Susan Heavey e Doina Chiacu)

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    Haddad defende acordo comercial com México e intensificação de integração do Mercosul

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, defendeu nesta quarta-feira a negociação de um acordo comercial com o México e a intensificação do ritmo de integração do Mercosul, e disse que já tem mantido contatos com autoridades argentinas e com assessores do presidente eleito do México neste sentido.

    Em entrevista coletiva em São Paulo, onde fará gravações para a campanha, Haddad também defendeu a parceria com os países do Brics --grupo formado, além do Brasil, por Rússia, Índia, China e África do Sul-- e disse que as exportações podem ser um motor importante da geração de empregos.

    'Os Brics são muito importantes para o Brasil. China, Índia, Rússia são mercados muito importantes para o Brasil. E nós temos que aprofundar os acordos bilaterais e multilaterais com esses parceiros', disse o petista.

    'A integração do Mercosul, não dá para manter o ritmo atual. Temos que aprofundar o ritmo da integração. Eu tenho mantido contato com autoridades argentinas que eu já conhecia de longa data e nós vamos buscar uma aproximação com a Argentina.'

    Haddad afirmou que a vitória do político de esquerda Andrés Manuel López Obrador na eleição presidencial mexicana abriu um novo horizonte para o Brasil e disse que pretende explorá-lo, se eleito, mantendo desde já conversas com a equipe de Obrador.

    'Abriu-se uma possibilidade nova que a gente tem que explorar --além de Oriente Médio, África-- que é a vitória do Obrador no México. O México pode fazer um acordo bilateral com o Brasil visando a ampliação do comércio', disse o petista, que afirmou que historicamente o Brasil tem dificuldades de firmar acordos profundos com o México.

    'A vitória do Obrador nos dá essa possibilidade. Também tenho mantido conversas com assessores do Obrador, que toma posse até antes do presidente do Brasil, toma posse em dezembro, e em janeiro o próximo presidente do Brasil --espero que sejamos vitoriosos-- nós possamos também estreitar os laços com o México', disse.

    Haddad também defendeu que o Brasil deve ter um papel de facilitador da mediação na crise da Venezuela sem tomar partido e, indagado se o país vizinho ainda é uma democracia, afirmou que 'há um problema de mediação entre as forças políticas de oposição e situação' e que o papel do Brasil é ajudar esta mediação.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Maduro acusa Chile, Colômbia e México de auxiliarem ataque com drone

    CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os governos de direita do Chile, Colômbia e México de ajudarem 'terroristas' que tentaram matá-lo durante um ataque com drone no início de agosto.

    Os três países com governos de direita refutaram as acusações do líder socialista venezuelano de estarem envolvidos no ataque, que usou aeronaves de controle remoto com explosivos durante um desfile militar, na crise mais recente entre a diplomaticamente isolada Caracas e o restante da América Latina.

    Maduro mostrou um vídeo de um jovem venezuelano, identificado como Henryberth Rivas, que disse em uma transmissão de televisão exibida na noite de segunda-feira que participou do ataque com drone contra o presidente.]

    No vídeo, Rivas disse que depois da ação foi instruído por um colega conspirador a buscar refúgio na embaixada chilena em Caracas, de onde lhe disseram que ele seria levado em segredo à embaixada mexicana, depois para a embaixada colombiana e finalmente para a Colômbia através da fronteira.

    Mas a embaixada chilena estava fechada e o plano fracassou, disse Rivas.

    'Hoje posso dizer que temos elementos convincentes da participação de diplomatas chilenos, colombianos e mexicanos na proteção destas pessoas que cometeram um ato terrorista', disse Maduro, que também exibiu um vídeo da suposta prisão de Rivas.

    A Reuters não conseguiu corroborar os acontecimentos descritos no vídeo.

    Maduro não forneceu provas do suposto papel das embaixadas. O Ministério da Informação não respondeu de imediato a um pedido de maiores informações.

    Críticos do governo dizem que Maduro faz acusações infundadas contra nações estrangeiras ideologicamente contrárias com frequência para tentar culpar outros pela hiperinflação que corrói os salários, a grande escassez de alimentos e o crime desenfreado.

    No final de semana o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, disse que Caracas concluiu que Chile, Colômbia e México se envolveram no ataque.

    Os três países negaram as acusações.

    'O Chile rejeita as acusações caluniosas do governo venezuelano, que não tem credibilidade para distrair suficientemente da situação humanitária muito séria do país', disse o ministro de Relações Exteriores chileno, Roberto Ampuero, aos repórteres na segunda-feira.

    A chancelaria mexicana disse que solicitou a presença da embaixadora da Venezuela no México, Maria Lourdes Urbaneja, para lhe entregar uma carta rejeitando o que classificou como 'acusações infundadas'.

    (Por Alexandra Ulmer, em Caracas; Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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    Novo chefe de combate à lavagem de dinheiro do México promete reexaminar caso Odebrecht

    Por Stefanie Eschenbacher

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O novo chefe de inteligência financeira do México disse ser 'vergonhoso' o quão pouco se fez a respeito das propinas que executivos da empreiteira brasileira Odebrecht disseram ter pago para obter contratos de obras públicas no país, e prometeu reexaminar o caso quanto tomar posse.

    Santiago Nieto comandará a Unidade de Inteligência Financeira do Ministério das Finanças, que analisa registros financeiros suspeitos, assim que o novo governo de esquerda tomar posse em 1º de dezembro. Ele disse em uma entrevista concedida na semana passada que a unidade foi utilizada com fins políticos, sem dar detalhes.

    'É vergonhoso que o México e a Venezuela sejam os únicos países da América Latina que não puniram ninguém', disse ele sobre o caso Odebrecht, que está no cerne da operação Lava Jato e atingiu autoridades de diversos países da América Latina nos últimos anos.

    'No caso da Odebrecht, e em qualquer outro caso, a primeira coisa que teríamos que fazer é revisar o que existe na Unidade de Inteligência Financeira relacionado ao caso', disse Nieto, que ainda não tem acesso aos arquivos e registros mantidos pela unidade.

    Executivos da Odebrecht admitiram ter pago propinas no México e em diversos países no âmbito de acordo de delação premiada fechado com autoridades brasileiras e internacionais por ocasião da operação Lava Lato. Procuradores mexicanos disseram estar investigando negócios do conglomerado brasileiro com a estatal petroleira Pemex.

    A Pemex não quis comentar questões relacionadas à Odebrecht, citando a investigação em andamento. A Procuradoria-Geral do México, o Ministério das Finanças e a Unidade de Inteligência Financeira tampouco quiseram comentar para esta reportagem. A Odebrecht confirmou o recebimento de um pedido de comentário por email, mas não respondeu mais nada.

    A revolta com escândalos de corrupção generalizados, incluindo os supostos subornos da Odebrecht, um acordo imobiliário lucrativo envolvendo a família do presidente Enrique Peña Nieto e centenas de milhões de dólares desviados dos cofres públicos por meio de contratos falsos ajudaram o político de esquerda Andrés Manuel López Obrador a conquistar uma vitória folgada na eleição presidencial de julho.

    Em sua campanha, López Obrador prometeu reprimir os crimes financeiros e endurecer as regulamentações bancárias, tributárias e de combate à lavagem de dinheiro. Ele deu poucos detalhes de como pretende fazê-lo, mas prometeu dar um exemplo de probidade na Presidência.

    No mês passado duas futuras autoridades de governo disseram à Reuters que a Odebrecht pode ser impedida de participar de projetos de obras públicas da próxima gestão. A Odebrecht respondeu que as irregularidades cometidas na empresa não deveriam ser usadas para sancioná-la no México.

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    Passageiros dos EUA processam AeroMexico por acidente com avião da Embraer

    CHICAGO (Reuters) - Onze passageiros norte-americanos que sobreviveram a um acidente com um avião da AeroMexico em Durango, no norte mexicano, no dia 31 de julho, iniciaram ações na Justiça contra a empresa aérea em Chicago na segunda-feira, informou o escritório de advocacia Corboy & Demetrio.

    O avião Embraer operado pela AeroMexico, com capacidade para 190 passageiros e que seguia para a Cidade do México, caiu em um trecho de terra com vegetação rasteira próximo da pista pouco depois de decolar, enfrentando o que passageiros descreveram como ventos fortes.

    Todos os 103 passageiros e tripulantes sobreviveram fugindo da aeronave antes de o avião pegar fogo.

    Ao menos 65 passageiros a bordo do voo 2341 da AeroMexico eram cidadãos dos Estados Unidos, entre eles muitos moradores da área de Chicago.

    'Todas as pessoas nesse voo têm o direito de saber exatamente o que fez o avião cair. Um avião não despenca do céu só porque está chovendo forte', disse Thomas A. Demetrio, cofundador da Corboy & Demetrio, que fica em Chicago.

    A AeroMexico não respondeu a pedidos de comentário.

    Luis Gerardo Fonseca, diretor da agência de aviação civil do México, disse à Rádio Formula na segunda-feira que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

    O primeiro oficial e os dois comissários a bordo já deram seus depoimentos como parte da investigação, disse ele. Os investigadores estão aguardando para interrogar o capitão, que ainda está sendo tratado em um hospital, disse Fonseca.

    A Corboy & Demetrio informou que iniciou seis ações civis diferentes em nome de 11 passageiros.

    Francis Patrick Murphy, outro sócio da firma, disse que, até certo ponto, o clima sempre é um fator em operações de voo. 'Entretanto, operações de voo seguras dependem de como a empresa aérea e seus pilotos monitoram, reagem e corrigem em condições climáticas severas, tanto no processo de tomada de decisão antes do voo quanto durante o voo, para evitar um infortúnio', disse Murphy.

    (Por Tracy Rucinski, em Chicago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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    Passageiros agradecem a Deus depois de queda de avião sem mortes no México

    Por Lizbeth Diaz e Julia Love

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Dezenas de pessoas ficaram feridas quando uma aeronave Embraer operada pela AeroMexico caiu logo depois da decolagem no Estado mexicano de Durango na terça-feira, mas as autoridades disseram que não houve mortes e que a maioria das pessoas a bordo não se machucou seriamente.

    O avião de médio porte estava quase lotado, com 103 pessoas, incluindo duas crianças pequenas, e quatro tripulantes a bordo, quando caiu perto das 16h locais, segundo as autoridades. Os passageiros e a tripulação conseguiram sair em segurança antes de a aeronave ser engolida pelas chamas.

    A passageira Jackeline Flores disse a repórteres que o avião caiu pouco depois de decolar sob uma chuva intensa. Ela e a filha escaparam por um buraco na fuselagem enquanto a aeronave era tomada pela fumaça e pelas chamas, disse.

    'Uma menininha que saiu do avião estava chorando porque suas pernas ficaram queimadas', disse Jackeline, que disse ser mexicana, mas morar em Bogotá, na Colômbia.

    Ela contou que seu passaporte e documentos se perderam no incêndio. 'Sinto-me abençoada e agradecida a Deus', disse.

    Imagens de televisão mostraram a estrutura seriamente danificada do avião depois que a aeronave parou em um trecho de terra com vegetação rasteira, e uma coluna de fumaça subindo aos céus.

    O avião mal havia decolado quando deu a sensação de ter sido atingido por uma corrente forte de vento, disse outro passageiro à rede Televisa.

    O governador de Durango, José Rosas Aispuro, também disse que uma rajada de vento sacudiu a aeronave antes de o avião mergulhar subitamente, citando o controle de tráfego aéreo do aeroporto. A asa esquerda bateu no solo, soltando dois motores, antes de o avião parar a 300 metros da pista, disse ele em uma coletiva de imprensa.

    Os passageiros conseguiram fugir pelos escorregadores de emergência antes de o avião ser tomado pelo fogo, explicou. O piloto foi o que mais se feriu, mas seu quadro é estável.

    O Grupo Aeroportuário Centro Norte, o operador do aeroporto, também atribuiu a queda ao tempo ruim, citando relatórios preliminares.

    A AeroMexico disse em um comunicado: 'Lamentamos profundamente este acidente. As famílias de todos os afetados estão em nossos pensamentos e nossos corações'.

    A Embraer disse que está pronta para ajudar as autoridades a investigar a queda.

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    Avião da Embraer operado pela Aeroméxico cai no México; 80 pessoas ficam feridas

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Uma aeronave de passageiros da Embraer operado pela Aeroméxico caiu no Estado de Durango, no norte do México, nesta terça-feira, informou a companhia aérea, em acidente que deixou 80 pessoas feridas, segundo autoridades.

    O operador do aeroporto de Durango, Grupo Aeroportuário Centro Norte, atribuiu o acidente às más condições climáticas, citando relatos preliminares.

    Imagens de televisão mostram a parte traseira do avião com o logo da Aeroméxico em uma vegetação e uma coluna de fumaça subindo ao ar. Um repórter da rede Milenio disse que alguns passageiros caminharam a uma rodovia próxima para pedir ajuda.

    De acordo com o governador José Rosas Aispuro, 80 pessoas ficaram feridas no acidente, algumas gravemente, e ninguém morreu.

    A companhia aérea mexicana escreveu em um post no Twitter que o voo 2431 era um Embraer 190 com capacidade para 100 passageiros e tinha como destino a Cidade do México quando caiu.

    Pouco após decolar, o avião tocou o solo a cerca de 10 quilômetros do aeroporto, disse Alejando Cardoza, porta-voz da agência de proteção civil do Estado, à televisão local.

    'O avião estava decolando', afirmou o governador Aispuro, acrescentando que testemunhas disseram a ele que houve 'um bang' e então, sem alarde, o avião estava no chão.

    A Embraer não respondeu imediatamente a pedidos de comentários sobre o incidente no México.

    (Reportagem Redação Cidade do México)

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    Presidente do México apela a lado 'anti-establishment' de Trump e busca reformulação do Nafta

    Por Sharay Angulo e Julia Love

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo uma conclusão rápida das negociações sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) e dando a entender que os dois líderes podem trabalhar bem devido ao seu estilo anti-establishment, disseram autoridades mexicanas no domingo.

    A carta foi entregue durante uma reunião recente com autoridades norte-americanas de alto escalão no México, e detalhes foram revelados assim que Trump a recebeu, disse López Obrador, político de esquerda que venceu a eleição presidencial mexicana de 1º de julho com ampla vantagem.

    Marcelo Ebrard, indicado do presidente eleito a ministro de Relações Exteriores, leu uma cópia da carta em uma coletiva de imprensa com López Obrador segundo a qual o objetivo do novo governo será 'iniciar um novo capítulo no relacionamento entre o México e os Estados Unidos, baseado no respeito mútuo'.

    Trump tem se referido ao México com palavras duras no tocante ao comércio e à imigração desde que tomou posse.

    Apesar de suas visões políticas contrastantes, López Obrador se mostrou otimista em relação ao seu relacionamento de trabalho com Trump.

    'Fico encorajado pelo fato de que nós dois sabemos fazer o que dizemos, e nós dois enfrentamos a adversidade com sucesso', escreveu López Obrador. 'Conseguimos colocar nossos eleitores e cidadãos no centro e deslocar o establishment.'

    López Obrador, que toma posse em 1º de dezembro, também pediu que os dois países redobrem seus esforços para encerrar as conversas para modernizar o Nafta de 25 anos entre EUA, México e Canadá.

    'Prolongar a incerteza pode frear o investimento no médio e longo prazo, o que certamente dificultaria o crescimento econômico', escreveu López Obrador na carta.

    As tratativas para reformar o Nafta começaram quase um ano atrás, depois que Trump pediu que o acordo seja reformulado para servir melhor aos interesses dos EUA.

    As negociações, que na prática travaram por causa das ressalvas mexicanas e canadenses para acomodar as exigências norte-americanas de grandes mudanças, serão retomadas em Washington na quinta-feira.

    Jesús Seade, ex-economista da Organização Mundial do Comércio (OMC), acompanhará a delegação mexicana como representante de López Obrador, disse Ebrard.

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    Trump e López Obrador discutem imigração e comércio em primeiro telefonema

    Por Stefanie Eschenbacher e David Alire Garcia

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o próximo líder do México, Andrés Manuel López Obrador, discutiram imigração, comércio e questões de segurança em um telefonema nesta segunda-feira, com os dois iniciando um diálogo em meio a relações tensas entre os países vizinhos.

    López Obrador, ex-prefeito de 64 anos da Cidade do México, venceu por maioria esmagadora a eleição de domingo, dando um forte golpe aos partidos do establishment e se tornando o primeiro político de esquerda a conquistar a Presidência mexicana desde que a regra de partido único encerrou em 2000.

    Relações entre Trump e López Obrador serão observadas de perto porque Trump tem regularmente criticado o México. Em comentários a repórteres, Trump disse acreditar que López Obrador irá ajudar os Estados Unidos a protegerem sua fronteira no sul.

    “Acho que o relacionamento será muito bom. Veremos o que acontece, mas eu realmente acredito que será muito bom”, disse Trump.

    Ele afirmou que no telefonema comentaram sobre um possível acordo comercial entre os EUA e o México.

    Pouco depois, López Obrador deu sua descrição do telefonema em publicação no Twitter, dizendo que propôs um acordo abrangente para criar empregos, diminuir imigração e aumentar segurança.

    A Reuters informou no mês passado sobre o plano de segurança, que López Obrador vê como uma alternativa ao muro fronteiriço de Trump.

    Em sua descrição, López Obrador não mencionou comércio, e Trump não deu mais detalhes sobre um possível pacto comercial. Conversas entre EUA, Canadá e México para revisar o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio, de 1994, têm sido complicadas.

    López Obrador, no passado cético do Nafta e que moderou suas opiniões em sua terceira disputa à Presidência, disse em entrevista na TV mexicana nesta segunda-feira que deseja um acordo do Nafta que seja bom para o México.

    “Nós vamos acompanhar o governo atual nesta negociação, nós vamos ser muito respeitosos, e nós vamos apoiar a assinatura do acordo”, disse à Milenio TV.

    López Obrador, que diz desejar relações firmes, mas amigáveis, com Washington, disse que irá discutir o Nafta com o presidente de saída Enrique Peña Nieto quando tiverem o primeiro encontro após a eleição, marcado para terça-feira.

    Trump tem sido antagônico em relação ao México no que envolve comércio e imigração. As conversas atuais do Nafta começaram no ano passado, após Trump pedir que o acordo fosse renegociado para servir melhor aos interesses dos EUA.

    Apesar do tom conciliatório de Trump, uma assessora da Casa Branca repetiu nesta segunda-feira uma das promessas de campanha mais controversas que o líder norte-americano levou para sua Presidência.        

    “No caso do México, obviamente nós compartilhamos uma fronteira com eles e este presidente deixou muito claro sobre construir um muro e fazer com que o México pague por isto”, disse a assessora, Kellyanne Conway, à Fox News.

    Mexicanos de todo o espectro político disseram que o México não irá pagar pelo muro proposto por Trump na fronteira do sul dos EUA, que ele disse ser necessário para manter longe imigrantes ilegais e drogas.

    López Obrador, que irá assumir em 1º de dezembro, conquistou mais de 53 por cento dos votos na eleição de domingo, segundo resultados preliminares, com mais que o dobro de votos que seu rival mais próximo. Esta é a maior porcentagem de votos em uma eleição presidencial mexicana desde o começo dos anos 1980 e dá a ele um forte mandato para responder aos problemas internos do México e enfrentar desafios externos, como tarifas norte-americanas.

    Em seu discurso de vitória, López Obrador buscou tranquilizar investidores de que irá buscar políticas econômicas prudentes e independência do banco central. Seus assessores econômicos repetiram esta mensagem em uma teleconferência com investidores nesta segunda-feira e em uma entrevista à Reuters.

    (Reportagem adicional de Dave Graham, Julia Love, Christine Murray, Anthony Esposito, Berengere Sim, Delphine Schrank e Frank Jack Daniel)

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