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    Eleitores vão decidir entre um miliciano e um professor, diz Haddad

    (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que os brasileiros vão escolher entre um miliciano que quer armar a população e um professor no segundo turno da eleição que ele disputa contra Jair Bolsonaro (PSL).

    'O Brasil está entre dois projetos. De um lado nós temos um miliciano que quer armar a população e do outro um professor que quer educar, um professor que quer gerar emprego', disse Haddad em comício no Ceará neste sábado.

    O petista criticou seu adversário por, segundo ele, insuflar um atrito com a Venezuela. Bolsonaro tem afirmado que uma vitória de Haddad na eleição pode levar o Brasil a uma crise nos moldes dos venezuelanos.

    'Estão querendo que a gente crie uma guerra com a Venezuela, temos que encontrar a paz. Não vamos transformar o Brasil num Oriente Médio', disse à multidão de apoiadores.

    Haddad passou o sábado no Ceará, Estado em que Ciro Gomes (PDT) obteve a liderança no primeiro turno, em busca de votos do pedetista, que anunciou 'apoio crítico' ao PT no segundo turno.

    Ao comentar os elogios de Bolsonaro às políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e vídeo em que o adversário aparece batendo continência para a bandeira dos EUA, Haddad ressaltou que pretende defender os interesses nacionais.

    'Eu não bato continência para a bandeira americana. Não vou deixar instalar uma base americana aqui, não vou dar Alcântara para os americanos, não vou dar Amazônia, não vou dar o pré-sal...Quem é ele para alienar o nosso patrimônio? Nós é que descobrimos, com pesquisa, com ciência', afirmou.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    Haddad faz aceno a militares e diz que generais não evitarão 'maluquices' de Bolsonaro em eventual governo

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez um aceno aos militares nesta sexta-feira ao afirmar que durante o regime militar houve iniciativas mais positivas do que as defendidas atualmente por seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), e alertou que os generais que estão ligados à campanha do capitão reformado do Exército não vão conseguir evitar 'maluquices' em um eventual governo.

    Haddad destacou que os militares da ditadura tinham uma vocação nacionalista, diferentemente de Bolsonaro, que tem uma postura entreguista, por ser favorável à venda de empresas estatais.

    O candidato do PT afirmou ainda que no regime militar havia uma viés liberalizante do ponto de vista comportamental ao passo que Bolsonaro representa uma regressividade. Para o petista, a única semelhança entre os militares do regime e o capitão reformado é truculência presente nos dois casos.

    “A única herança que ele representa do regime militar é a truculência com quem pensa diferente. Nisso ele herdou até a medula a genética do regime militar”, disse o petista em palestra no Rio de Janeiro.

    Haddad afirmou que eleger Bolsonaro é entregar “um cheque em branco” nas mãos de um político inexperiente que passou 28 anos no Congresso sem ter um projeto decente aprovado pelos seus pares na Câmara dos Deputados.

    Ao criticar mais uma vez a ausência de Bolsonaro dos debates eleitorais, o petista disse que não sabe com quem está disputando o segundo turno e classificou novamente o deputado como um dos piores parlamentares da história republicana.

    “Não é justo passar um cheque em branco para quem quer que seja', disse. 'Independentemente do resultado... nós não vamos abdicar de defender o Brasil desse entreguismo, desse projeto antinacional e antissocial, desse projeto covarde que não se apresenta”, atacou Haddad.

    “Ninguém pode fazer de uma tragédia (a facada) um pretexto para ter um cheque em branco', acrescentou. 'A vida de um presidente não vai ser fácil, mas de um despreparado e omisso tenho certeza que vai ser muito mais difícil. Vem para o debate Jair”, desafiou Haddad.

    Mais tarde, falando a jornalistas, o petista fez um outro alerta sobre o despreparo do adversário.

    “Todo mundo acha que o Bolsonaro vai ser tutelado pelos generais, e não vão deixar ele fazer maluquice', disse. 'Só que não é assim que funciona quando você dá uma caneta de presidente a uma pessoa com as características dele.”

    Para o candidato do PT, o risco Bolsonaro é ainda maior devido a fragilidades das instituições brasileiras.

    “Não funciona assim (tutelar um presidente), sobretudo no Brasil, onde as instituições não têm esse poder que pensam que têm', argumentou Haddad.

    'Veja quem deveria estar atuando nas eleições e não está, por medo. Tem jornalista ameaçado, ministro do Supremo ameaçado e tem general aliado ao Bolsonaro que ameaçou ministro de impeachment e prisão. É nessa circunstância que estamos vivendo”, acrescentou.

    Haddad finalizou criticando a elite brasileira, que chegou a sonhar com um Emmanuel Macron nacional, após o impeachment da petista Dilma Rousseff, referindo-se ao presidente francês, e agora está apostando em um candidato do padrão de Bolsonaro.

    “Nesse ambiente as pessoas acham que vão tutelar (o Bolsonaro)? Não vão. É um erro, estão cometendo um erro. A elite brasileira está cometendo um erro”, concluiu o petista.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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