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    Criador de Homem-Aranha e outros heróis da Marvel, Stan Lee morre aos 95 anos

    Por Alex Dobuzinskis

    LOS ANGELES (Reuters) - Stan Lee, que concebeu o Homem-Aranha, Homem de Ferro, o Hulk e uma legião de outros super-heróis da Marvel Comics que se tornaram figuras míticas da cultura pop de sucesso estrondoso nas bilheterias, morreu aos 95 anos, disse sua filha nesta segunda-feira.

    Como escritor e editor, Lee foi fundamental para a ascensão da Marvel, a titã das histórias em quadrinhos na década de 1960, quando, em colaboração com outras pessoas, ele criou super-heróis que encantariam gerações de jovens leitores.

    'Ele sentia uma obrigação com seus fãs para continuar criando', disse sua filha J.C. Lee em uma nota à Reuters. 'Ele amava sua vida e amava o seu trabalho. Sua família o amava e seus fãs o amavam. Ele é insubstituível'.

    Ela não mencionou a causa da morte de Lee mas o site de entretenimento TMZ disse que uma ambulância foi chamada à residência de Lee em Hollywood Hills no início da segunda-feira, e que ele havia morrido no Hospital Cedars-Sinai.

    Norte-americanos já estavam familiarizados com os super-heróis antes de Lee, em parte graças ao lançamento em 1938 de 'Superman' pela Detective Comics, empresa que viria a se tornar a DC Comics, arquirrival da Marvel.

    Lee era amplamente creditado por ter acrescentado uma nova camada de complexidade e humanidade aos super-heróis. Seus personagens não eram feitos de pedra - mesmo quando pareciam ter sido esculpidos em granito. Eles tinham preocupações amorosas e financeiras, defeitos trágicos e sentimentos de insegurança.

    'Eu achava que seria divertido conhecer um pouco sobre suas vidas privadas, suas personalidades e mostrar que eles eram humanos além de super-heróis', disse Lee à NPR News em 2010.

    Ele teve ajudar para desenvolver seus personagens, mas carregava para si o dever de promovê-los.

    Suas criações incluíram o adolescente atirador de teias Homem Aranha, o musculoso Hulk, os mutantes do X-Men, o Quarteto Fantástico e o inventor e playboy Tony Stark, mais conhecido como Homem de Ferro.

    'Os personagens de Stan eram sempre super-heróis que tinham um tanto de humanidade neles ou um defeito', disse Shirrel Rhoades, um ex-vice presidente da Marvel e publisher da empresa em meados dos anos 1990.

    'Por mais icônico que seja o Superman, ele é considerado um escoteiro. Ele não tem defeitos reais', explica Rhoades. 'E aí você tem o Homem Aranha, as crianças se identificam com ele por que ele tem problemas como elas tinham. Ele sofria com grandes angústias'.

    Lee envolvia seus artistas no processo de criação de histórias e de personagens, no que ficaria conhecido como o 'método Marvel'. Isso levou críticos a apontarem que Lee levava crédito por ideias que as vezes não eram suas.

    Ele descreveu seu processo criativo à Reuters ressaltando como chegou ao seu personagem Thor, o deus do trovão emprestado da mitologia nórdica.

    'Eu estava tentando pensar em algo que fosse completamente diferente', disse. 'O que poderia ser maior e mais poderoso que o Hulk? E pensei então: por que não um deus legendário?'.

    Para garantir a Thor um discurso mais convincente, Lee deu a ele falas estilizadas como na Bíblia e em textos de Shakespeare.

    Em entrevistas, Lee também disse ter baseado Tony Stark e Homem de Ferro no industrial Howard Hughes.

    Dezenas de filmes da Marvel Comics, com quase todos os principais personagens criados por Lee, foram produzidos nas primeiras décadas do século 21, arrecadando cerca de 20 bilhões de dólares em bilheterias mundiais, de acordo com dados do setor.

    Lee, como um contratado da Marvel, recebia pagamentos limitados sobre os lucros inesperados vindos de seus personagens.

    Em um contrato de 1998, ele lutou contra uma cláusula que lhe dava 10 por cento dos lucros de filmes e programas de televisão com seus personagens da Marvel. Em 2002, processou para reivindicar sua participação, meses após 'Homem Aranha' chegar aos cinemas. Em um acordo judicial três anos depois, recebeu 10 milhões em um pagamento único.

    Estúdios de Hollywood fizeram dos super-heróis uma pedra fundamental em sua estratégia de produção de menos filmes ao contar com os grandes lucros vindo de Blockbusters. Alguns assumem que, como resultado, a riqueza de Lee teria disparado. Ele contestava isso.

    'Eu não tenho 200 milhões de dólares. Eu não tenho 150, não tenho 100 milhões ou nada perto disso', disse Lee à revista Playboy em 2014. Tendo crescido durante a Grande Depressão, Lee acrescentou que estava 'feliz em receber um bom pagamento e em ser bem tratado'.

    Em 2008, Lee recebeu a Medalha Nacional das Artes, o maior prêmio governamental concedido a artistas.

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    Morre soldado do Exército ferido em operação em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um soldado do Exército que ficou ferido por disparo de arma de fogo na segunda-feira durante operação contra o tráfico de drogas em favelas do Rio de Janeiro morreu na tarde desta quarta-feira em decorrência do ferimento, informou o Comando Militar do Leste (CML), o que eleva para três o número de militares mortos na ação.

    O soldado havia sofrido um ferimento na perna considerado inicialmente de média complexidade, o que levou os militares a dizerem na segunda-feira que ele não corria risco de morte.

    O quadro clínico do soldado, no entanto, sofreu uma 'evolução indesejável' que resultou em sua morte, de acordo com o CML, que é responsável por implementar a intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro.

    A confirmação da morte aumenta para três os números de militares mortos na operação nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré no contexto da intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio. As mortes foram as primeiras de militares das Forças Armadas desde o início da intervenção, há seis meses.

    A operação, segundo os militares, também resultou nas mortes de cinco suspeitos e na prisão de mais de 70 pessoas, além da apreensão de armas, munições e drogas.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia, criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Por Pedro Fonseca)

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    Morre Sergio Marchionne, ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler

    MILÃO (Reuters) - O ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler, Sergio Marchionne, um dos maiores e mais respeitados executivos da indústria automobilística, morreu, sucumbindo a complicações de uma cirurgia recente.

    O acionista controlador da montadora confirmou notícias de sua morte na quarta-feira, sem especificar a causa da morte ou dizer quando ele morreu.

    Marchionne, de 66 anos, ficou gravemente doente depois do que a empresa descreveu como cirurgia no ombro em um hospital de Zurique. Ele foi substituído como presidente-executivo no fim de semana passado depois que a Fiat Chrysler (FCA) disse que sua condição havia piorado.

    'Infelizmente, o que temíamos aconteceu. Sergio Marchionne, homem e amigo, se foi', disse o presidente do conselho da FCA, John Elkann, herdeiro da família controladora Agnelli, em um comunicado.

    A Marchionne resgatou a Fiat e a Chrysler da falência depois de assumir o comando da montadora italiana em 2004 e multiplicou o valor da Fiat 11 vezes ao longo de 14 anos de negociações acertadas. Ele deveria se deixar a FCA em abril do próximo ano.

    'A melhor maneira de honrar sua memória é construir o legado que ele nos deixou, continuando a desenvolver os valores humanos de responsabilidade e abertura dos quais ele foi o campeão mais fervoroso', acrescentou Elkann.

    No sábado, a FCA nomeou o chefe da divisão Jeep, Mike Manley, como presidente-executivo da sétima maior montadora do mundo, dizendo que o britânico de 54 anos executaria a nova estratégia de médio prazo que Marchionne delineou em junho.

    A FCA disse que Manley trabalhará para garantir um futuro 'forte e independente' para o grupo.

    No sábado, Marchionne também foi substituído como presidente do conselho e presidente-executivo da Ferrari e presidente da fabricante de tratores CNH Industrial.

    (Por Agnieszka Flak)

    ((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))

    REUTERS RBS

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