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    Protestos contra reeleição na Indonésia aumentam após 6 mortes

    Por Maikel Jefriando e Heru Asprihanto

    JACARTA (Reuters) - Protestos contra o resultado da eleição presidencial do mês passado tomaram a capital da Indonésia, nesta quarta-feira, depois de um confronto entre a polícia e manifestantes de madrugada no qual o governador de Jacarta disse que seis pessoas morreram.

    Os tumultos surgiram depois de um anúncio de terça-feira no qual a Comissão Geral Eleitoral (KPU) confirmou que o presidente Joko Widodo derrotou o ex-general Prabowo Subianto na votação de 17 de abril.

    Multidões se reuniram no centro de Jacarta nesta quarta-feira, e a polícia disse esperar mais manifestantes antes do anoitecer. Alguns levavam varas de madeira e outros haviam passado pasta de dente ao redor dos olhos, uma prática comum para eliminar os efeitos do gás lacrimogêneo.

    Protestos que começaram calmamente no amplo bairro de fábricas de tecidos de Tanah Abang na terça-feira ficaram violentos ao anoitecer, e a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.

    O governador de Jacarta, Anies Baswedan, disse à TVOne que até a manhã seis pessoas haviam morrido e 200 se ferido.

    Imagens de televisão mostraram fumaça emanando de detrás de dezenas de manifestantes nas ruas de Tanah Abang nesta quarta-feira. Alguns atiravam fogos de artifício e derrubavam cercas públicas.

    O presidente Widodo disse que a segurança já está sob controle e alertou para ações duras contra aqueles que instigarem tumultos.

    'Não tolerarei que ninguém interfira com a segurança... ou união do país, ou aqueles que interferirem com o processo democrático', disse ele em um boletim no palácio.

    A polícia prendeu até 100 pessoas suspeitas de provocarem tumultos.

    Prabowo, que se recusou a admitir a derrota, pediu protestos pacíficos e o controle das multidões.

    'Exorto todos os lados, as pessoas que estão expressando suas aspirações, a polícia, os militares e todos os lados a evitarem o abuso físico', disse ele em um boletim.

    A maioria dos manifestantes parece ter vindo dos arredores de Jacarta, e a polícia encontrou envelopes com dinheiro em algumas das pessoas que revistou, disse o porta-voz da Polícia Nacional, Muhamad Iqbal, em uma coletiva de imprensa.

    Na terça-feira, o KPU confirmou contagens extraoficiais de institutos de pesquisa particulares que deram a Widodo 55,5% dos votos e 44,5% para Prabowo.

    Widodo obteve mais de 85 milhões dos 154 milhões de votos da terceira maior democracia do mundo, mas Prabowo alegou 'fraudes e irregularidades em massa'.

    (Reportagem adicional de Wilda Asmarini, Kanupriya Kapoor, Agustinus Beo Da Costa, Gayatri Suroyo, Fransiska Nangoy, Ed Davies, Fanny Potkin)

    17

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    Número de mortos por fortes chuvas na África do Sul se aproxima de 70, diz governo

    DURBAN/JOHANESBURGO (Reuters) - Cerca de 70 pessoas morreram na África do Sul em decorrência de chuvas torrenciais ao longo da costa leste, disse um porta-voz do governo nesta quinta-feira, e equipes de resgate ainda procuram corpos.

    A província de KwaZulu-Natal, onde a maioria das mortes ocorreu após tempestades e deslizamentos de terra, tem fortes chuvas a cada ano, mas que raramente matam tantas pessoas em tão pouco tempo.

    O número de vítimas fatais 'se aproxima de 70', afirmou Lennox Mabaso, porta-voz do Departamento de Governança Cooperativa e Assuntos Tradicionais, por telefone.

    'Não me lembro disso na história', disse ele, atribuindo a severidade da tempestade e seus impactos à mudança climática.

    Uma testemunha da Reuters viu equipes resgatarem o corpo de uma mulher que foi retirada da lama por moradores locais. Mabaso disse que um número mais preciso de mortes seria dado posteriormente nesta quinta-feira.

    Testemunhas relataram na quarta-feira como as águas das enchentes e os deslizamentos de terra atingiram as casas, muitas com pessoas dentro, e destruíram vias e outras infraestruturas.

    As chuvas fragmentaram pedaços de colinas e vias da região, varrendo carros, telhados de zinco e outros escombros pelas profundas trincheiras de lama deixadas para trás.

    Em outros locais, pessoas enterraram seus mortos em encostas enlameadas pela tempestade, marcando o lugar de descanso com cruzes simples de madeira.

    Vanetia Phakula, uma consultora sênior do Serviço Meteorológico da África do Sul, disse que a tempestade não é vista como incomum, embora o nível de chuvas possa ter sido maior do que o normal.

    Mais de 100 milímetros de água foram registrados em diversas estações na região entre a manhã de segunda-feira e terça-feira, acrescentou ela.

    Phakula disse que o alto índice de mortes poderia ser explicado pelas inundações e pelos deslizamentos que ocorreram em áreas mais povoadas.

    'Portanto, o número de mortos é o que é hoje', afirmou.

    Enquanto mais chuvas são esperadas para esta quinta-feira, elas não devem ser tão fortes, e o serviço de meteorologia previu clima seco na maioria das áreas até sexta-feira, acrescentou ela.

    (Reportagem de Rogan Ward em Durban e Emma Rumney em Johanesburgo)

    18

    1 M

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    Sobe para 47 número de mortos em explosão em fábrica de pesticidas na China; feridos são 640

    Por David Stanway

    YANCHENG, China (Reuters) - O número de mortos por uma explosão em uma fábrica de pesticidas na China subiu para 47, além de mais de 600 feridos, disse a mídia estatal nesta sexta-feira, na mais recente tragédia em uma série de acidentes industriais que enfurecem a população.

    A explosão ocorreu na quinta-feira no Parque Industrial de Chenjiagang, na cidade de Yancheng, na província de Jiangsu, e o incêndio foi finalmente controlado às 3h da manhã desta sexta-feira (horário local), informou a TV estatal.

    Sobreviventes foram levados para 16 hospitais, com 640 pessoas sendo tratadas por ferimentos. Entre os feridos, 32 estavam em estado grave, disse.

    O incêndio em uma fábrica da Tianjiayi Chemical Company se espalhou para fábricas vizinhas. Crianças em um jardim de infância nas proximidades também ficaram feridas na explosão, informou a mídia.

    A causa da explosão estava sob investigação, mas a empresa --que produz mais de 30 compostos químicos orgânicos, alguns dos quais altamente inflamáveis-??- já foi citada e multada anteriormente por violações de segurança no trabalho, disse o China Daily.

    A polícia, com alguns integrantes usando máscaras, fechou estradas para a fábrica. A força da explosão quebrou janelas na vila de Wangshang, a dois quilômetros de distância, e os moradores, em choque, compararam o episódio a um terremoto.

    'Houve pequenos acidentes antes, mas nada como isso', disse à Reuters um morador que indicou seu sobrenome como Wang.

    'Houve um grande estrondo seguido por um longo estrondo. Todas as janelas estavam quebradas. Eu fui dar uma olhada. Perto do local havia sangue por toda parte. As pessoas estavam arrasadas', disse.

    A aldeia, com vista para um lago escuro e com musgos, não foi evacuada, apesar de sua proximidade com o local da explosão.

    O presidente, Xi Jinping, que está na Itália em uma visita de Estado, ordenou esforços para cuidar dos feridos e 'manter seriamente a estabilidade social', informou a tv estatal.

    As autoridades devem adotar medidas para evitar que tais incidentes aconteçam e descobrir a causa da explosão o mais rápido possível, acrescentou Xi.

    40

    2 M

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    Mortes por ciclone em Moçambique devem crescer significativamente, diz Cruz Vermelha

    JOHANESBURGO (Reuters) - O número de pessoas mortas em Moçambique por fortes tempestades e inundações que atingiram o sudeste da África deve aumentar significativamente, disse a Cruz Vermelha nesta terça-feira.

    As equipes de resgate têm enfrentado dificuldades para avaliar a devastação causada pelo ciclone Idai, que chegou do Oceano Índico com ventos de a 170 km/h no final da semana passada, atingindo Moçambique e, depois, seus vizinhos do interior do Zimbábue e do Malaui.

    A contagem oficial de mortos em Moçambique é de 84, o presidente do país, Filipe Nyusi, disse na segunda-feira que sobrevoou algumas das áreas mais atingidas, viu corpos boiando em rios e que se estima que mais de 1.000 pessoas podem ter morrido no país.

    Também morreram 98 pessoas no Zimbábue, que também registrou ao menos 200 desaparecidos, disse o governo na segunda-feira.

    A tempestade atingiu a região próxima ao porto de Beira, em Moçambique, e inundou enormes áreas do local, destruindo estradas e redes de comunicações em todo território.

    A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho publicou na internet imagens de drones que mostraram prédios no assentamento costeiro da Praia Nova, fora de Beira, danificados por ventos da tempestade.

    'Estamos trabalhando com a Nasa e a Agência Espacial Europeia para obter informações de satélite e ter uma visão completa das áreas afetadas e do número de pessoas presas lá', disse Caroline Haga, da Federação Internacional, à Reuters.

    'Devido ao tamanho dessas áreas, esperamos que o número de mortes aumente significativamente.'

    As pessoas ainda estavam presas nas áreas mais elevadas do país, disse Gerald Bourke, do Programa Mundial de Alimentos da ONU.

    'Não temos dados claros sobre o número de mortes, mas estamos olhando para áreas enormes que estão debaixo d'água. Estamos vendo metro após metro de aldeias sob vários metros de água', disse Bourke.

    (Reportagem de Mfuneko Toyana)

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    3 M

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    Poluição do ar mata mais pessoas do que o tabaco, dizem cientistas

    Por Amber Milne

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - A poluição do ar está matando mais pessoas anualmente do que o tabaco, segundo uma pesquisa publicada nesta terça-feira que pediu ações urgentes para acabar com a queima de combustíveis fósseis.

    Pesquisadores da Alemanha e do Chipre estimaram que a poluição do ar causou 8,8 milhões de mortes em 2015 -- quase o dobro das 4,5 milhões estimadas anteriormente.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o tabaco mata cerca de 7 milhões de pessoas em todo o mundo anualmente.

    Os pesquisadores descobriram que na Europa --foco principal da pesquisa da Sociedade Europeia de Cardiologia-- a poluição do ar provocou estimadas 790 mil mortes, entre 40 e 80 por cento delas por doenças cardiovasculares, como infartos e derrames.

    'Como a maior parte da matéria particulada e outros poluentes do ar na Europa vêm da queima de combustíveis fósseis, precisamos migrar para outras fontes de geração de energia urgentemente', disse o professor e coautor Jos Lelieveld, do Instituto de Química Max-Plank de Mainz e do Instituto Nicosia de Chipre.

    'Quando usamos energia limpa e renovável, não estamos só cumprindo o Acordo de Paris para mitigar os efeitos da mudança climática, também poderíamos diminuir as taxas de mortalidade ligadas à poluição do ar na Europa em até 55 por cento'.

    O estudo, publicado no periódico científico European Heart Journal, se concentrou no ozônio e nas menores partículas poluentes, conhecidas como PM2,5, que são especialmente danosas à saúde, já que conseguem penetrar os pulmões e podem até chegar à corrente sanguínea.

    Os pesquisadores disseram que novos dados indicam que o impacto negativo das PM2,5 à saúde --a principal causa de doenças respiratórias e cardiovasculares-- é muito pior do que se pensava antes.

    Eles pediram uma redução do limite máximo de PM2,5 na União Europeia, que atualmente é de 25 microgramas por metro cúbico, 2,5 vezes maior do que a diretriz da OMS.

    'Na Europa o valor permitido máximo... é alto demais', disseram Lelieveld e o professor e coautor Thomas Munzel, do Departamento de Cardiologia do Centro Médico da Universidade de Mainz, na Alemanha, em um comunicado conjunto.

    'O fumo é evitável, mas a poluição do ar não é'.

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    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Familiares dizem que 7 venezuelanos foram assassinados em mina de ouro remota

    Familiares dizem que 7 venezuelanos foram assassinados em mina de ouro remota

    Por Maria Ramirez

    TUMEREMO, Venezuela (Reuters) - Ap menos sete pessoas foram assassinadas perto de uma mina de ouro remota do sul da Venezuela, disseram familiares na quarta-feira, o mais recente de uma série de incidentes violentos ligados à mineração ilegal no país assolado por uma crise.

    Uma expedição militar encontrou os corpos perto de uma mina remota de uma floresta a cerca de quatro horas de carro da cidade de Tumeremo, disseram na quarta-feira os familiares das vítimas, que acreditam que o incidente foi resultado de uma luta entre grupos armados pelo controle da área.

    Nem o Ministério da Informação nem a Procuradoria-Geral da Venezuela responderam a pedidos de comentário. A Reuters não conseguiu obter comentários das autoridades da base militar de Tarabay, para onde os corpos foram levados.

    'Minha filha tinha ferimentos no rosto, eles a sequestraram e mais tarde a balearam na cabeça', disse Nassif Suliman, de 57 anos, que viajou com a expedição militar para buscar o corpo de sua filha de 22 anos, Adela.

    Ele chegou à base militar com um caixão para o enterro. Os parentes disseram que os assassinatos ocorreram no domingo e que só souberam na segunda-feira porque algumas pessoas conseguiram fugir da mina.

    Outros moradores de Tumeremo temem que a violência que vitimou as sete pessoas pode ter cobrado a vida de outros que trabalham nos arredores, e realizaram um protesto diante da base militar exigindo buscas adicionais.

    Os venezuelanos vêm recorrendo cada vez mais à mineração de ouro informal, já que a economia socialista do país está desmoronando e milhões de pessoas têm dificuldades para obter produtos alimentícios básicos no país-membro da Opep antes próspero por causa da hiperinflação.

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    8 M

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    Mortes infantis por doenças evitáveis caíram pela metade desde 2000, diz ONU

    Por Lin Taylor

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - No mundo todo morreram seis milhões de crianças em decorrência de doenças evitáveis e outras complicações no ano passado, cerca de metade do número de mortes semelhantes no ano 2000, quando nações adotaram metas para acabar com a pobreza extrema, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira.

    Líderes mundiais endossaram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) em 2000, ano no qual 11,2 milhões de crianças de menos de 15 anos morreram de doenças evitáveis, falta de água limpa, desnutrição e no parto.

    O número caiu para 6,3 milhões de pessoas em 2017, ou um óbito infantil a cada cinco segundos, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que publicou o relatório desta terça-feira com outras agências e o Banco Mundial.

    'Milhões de bebês e crianças não deveriam estar morrendo todos os anos por falta de água limpa, saneamento, nutrição adequada ou serviços básicos de saúde', disse Princess Simelela, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A maioria das 5,4 milhões de mortes do ano passado foi de crianças de menos de 5 anos, segundo o relatório, que também revelou que bebês nascidos em nações da África subsaariana ou do sul da Ásia correm nove vezes mais risco de morrer do que os de países mais ricos.

    Este número caiu 'drasticamente' desde os anos 1990, quando 12,6 milhões de crianças de menos de 5 anos morreram em todo o mundo de doenças evitáveis, de acordo com o relatório.

    'Fizemos um progresso notável para salvar crianças desde 1990, mas milhões ainda estão morrendo por causa de quem são e de onde nasceram', disse Laurence Chandy, diretor de dados e pesquisa do Unicef.

    'Com soluções simples, como remédios, água limpa, eletricidade e vacinas, podemos mudar essa realidade para todas as crianças', disse ele em um comunicado.

    Em 2015 a ONU substituiu os ODMs por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, que estabeleceram 2030 como prazo para acabar com a pobreza, a desigualdade e outras crises globais, e também fomentando iniciativas como a energia sustentável.

    Mas no ano passado a ONU disse que até agora o progresso tem sido lento demais para o cumprimento das metas, sobretudo devido à violência, incluindo guerras.

    20

    9 M

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    Furacão Florence atinge os EUA e causa 4 mortes

    Por Ernest Scheyder

    WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - Uma mãe e um bebê morreram em Wilmington nesta sexta-feira, quando uma árvore caiu em sua casa após o furacão Florence, que também deixou outras duas pessoas mortas, atingir o Estado norte-americano da Carolina do Norte, inundando ruas com chuvas torrenciais.

    A polícia disse que a morte da mãe e da criança foram as primeiras confirmadas diretamente relacionadas à tempestade --o pai da criança foi levado para o hospital. A CNN mostrou o local, uma pequena casa de tijolos.

    No condado de Pender, na Carolina do Norte, uma mulher morreu depois de sofrer um ataque cardíaco e os paramédicos não conseguiram chegar até o local onde ela estava devido a bloqueios de estradas. Uma quarta pessoa foi morta no condado de Lenoir enquanto ligava um gerador, informou o gabinete do governador.

    Depois de atingir o solo, o Florence reduziu a velocidade a um ritmo que significa que assolaria a região com dias de inundação. A tempestade do furacão 'dominou' a cidade de New Bern, na confluência dos rios Neuse e Trent, disse o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper.

    'Para aqueles que estão no caminho da tempestade, se puderem me ouvir, por favor, fiquem protegidos', afirmou em entrevista coletiva em Raleigh, acrescentando que Florence 'continuará sua agitação violenta em todo o Estado por dias'.

    Nenhuma morte ou feridos graves foram relatados nas horas imediatamente após a chegada de Florence, mas as autoridades disseram que mais de 60 pessoas, incluindo muitas crianças e animais de estimação, tiveram que ser retirados de um hotel em Jacksonville, Carolina do Norte, depois que ventos causaram a queda de partes do telhado.

    O olho do furacão tocou o solo perto das 7h15 (horário local) próximo de Wrightsville Beach, nas proximidades de Wilmington, na Carolina do Norte, com ventos contínuos de 150 km/h, disse o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC).

    Às 13h50, os ventos caíram para 120 quilômetros por hora e o centro estava se movendo para oeste a 10 quilômetros por hora, disse o NHC, e partes das Carolinas do Norte e do Sul receberiam cerca de 1 metro de chuva.

    Mais de 634.000 residências e empresas ficaram sem energia na Carolina do Norte e na Carolina do Sul na sexta-feira, disseram autoridades das concessionárias. Prestadoras de serviço afirmaram que milhões devem ficar sem energia e que a restauração do serviço pode levar semanas.

    Meteorologistas disseram que, devido ao seu tamanho extraordinário, a tempestade pode se abater sobre a Costa Leste dos EUA com ventos dignos de um furacão durante quase um dia inteiro.

    Cerca de 10 milhões de pessoas podem ser afetadas pela tempestade e mais de 1 milhão foram obrigadas a se retirar dos litorais das Carolinas e da Virgínia.

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    9 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Equipes de resgate procuram sobreviventes de desabamento de ponte italiana que matou 37 pessoas

    Equipes de resgate procuram sobreviventes de desabamento de ponte italiana que matou 37 pessoas

    Por Ilaria Polleschi

    GÊNOVA, Itália (Reuters) - Equipes de resgate procuravam nesta quarta-feira em meios aos escombros possíveis sobreviventes da ponte que desmoronou na Itália, cujo saldo de mortes subiu para 37, e o governo culpou a operadora da ponte, exigindo demissões e propondo o encerramento de sua concessão.

    A ponte de 50 anos, parte de uma via expressa com cobrança de pedágio que liga a cidade portuária de Gênova ao sul da França, desabou durante uma chuva torrencial na terça-feira, lançando dezenas de carros no leito de um rio e sobre um linha férrea e dois armazéns.

    Testemunha ocular do fato, Ivan, de 37 anos, que foi retirado ainda na terça-feira do edifício próximo em que trabalha, descreveu o desmoronamento como inacreditável.

    'Ver uma pilastra desabar como papel machê é uma coisa incrível', disse. 'Sempre soubemos dos problemas. Ela está em manutenção contínua'.

    'Nos anos 1990 eles acrescentaram alguns reforços em uma parte, mas mesmo por baixo você vê a ferrugem'.

    Enquanto gruas chegavam para retirar placas de concreto do tamanho de um caminhão, centenas de bombeiros procuravam sobreviventes, e o choque e a tristeza do público se transformaram em revolta pelo estado da ponte de 1,2 quilômetro de comprimento, construída em 1967 e reformada dois anos atrás.

    A Autostrade, unidade do grupo Atlantia, de Milão, que administra a ponte, disse que realizou verificações frequentes e sofisticadas na estrutura antes do desastre e que estas apresentaram resultados tranquilizadores.

    'Além disso, os técnicos da empresa contaram, de forma a averiguar o estado da ponte e a eficiência dos sistemas de controle sendo adotados, com empresas e instituições que são líderes mundiais em testes e inspeções baseados nas melhores práticas internacionais', disse a Autostrade em um comunicado.

    Mas o estado da ponte, e sua capacidade para suportar grandes aumentos de intensidade e tráfego ao longo dos anos, foram tema de debate público após o desmoronamento de terça-feira, quando um trecho de 80 metros ruiu durante o horário do almoço, com carros cheios de turistas e caminhões sendo atingidos.

    O vice-primeiro-ministro e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, disse que o administrador privado da ponte lucrou 'bilhões' com os pedágios, mas 'não gastou o dinheiro que deveria' e sua concessão deveria ser revogada -- aparentemente se referindo à Autostrade.

    A polícia de Gênova estimou os mortos em 37 e os feridos em 16.

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    10 M

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