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    Familiares dizem que 7 venezuelanos foram assassinados em mina de ouro remota

    Por Maria Ramirez

    TUMEREMO, Venezuela (Reuters) - Ap menos sete pessoas foram assassinadas perto de uma mina de ouro remota do sul da Venezuela, disseram familiares na quarta-feira, o mais recente de uma série de incidentes violentos ligados à mineração ilegal no país assolado por uma crise.

    Uma expedição militar encontrou os corpos perto de uma mina remota de uma floresta a cerca de quatro horas de carro da cidade de Tumeremo, disseram na quarta-feira os familiares das vítimas, que acreditam que o incidente foi resultado de uma luta entre grupos armados pelo controle da área.

    Nem o Ministério da Informação nem a Procuradoria-Geral da Venezuela responderam a pedidos de comentário. A Reuters não conseguiu obter comentários das autoridades da base militar de Tarabay, para onde os corpos foram levados.

    'Minha filha tinha ferimentos no rosto, eles a sequestraram e mais tarde a balearam na cabeça', disse Nassif Suliman, de 57 anos, que viajou com a expedição militar para buscar o corpo de sua filha de 22 anos, Adela.

    Ele chegou à base militar com um caixão para o enterro. Os parentes disseram que os assassinatos ocorreram no domingo e que só souberam na segunda-feira porque algumas pessoas conseguiram fugir da mina.

    Outros moradores de Tumeremo temem que a violência que vitimou as sete pessoas pode ter cobrado a vida de outros que trabalham nos arredores, e realizaram um protesto diante da base militar exigindo buscas adicionais.

    Os venezuelanos vêm recorrendo cada vez mais à mineração de ouro informal, já que a economia socialista do país está desmoronando e milhões de pessoas têm dificuldades para obter produtos alimentícios básicos no país-membro da Opep antes próspero por causa da hiperinflação.

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    Mortes infantis por doenças evitáveis caíram pela metade desde 2000, diz ONU

    Por Lin Taylor

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - No mundo todo morreram seis milhões de crianças em decorrência de doenças evitáveis e outras complicações no ano passado, cerca de metade do número de mortes semelhantes no ano 2000, quando nações adotaram metas para acabar com a pobreza extrema, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira.

    Líderes mundiais endossaram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) em 2000, ano no qual 11,2 milhões de crianças de menos de 15 anos morreram de doenças evitáveis, falta de água limpa, desnutrição e no parto.

    O número caiu para 6,3 milhões de pessoas em 2017, ou um óbito infantil a cada cinco segundos, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que publicou o relatório desta terça-feira com outras agências e o Banco Mundial.

    'Milhões de bebês e crianças não deveriam estar morrendo todos os anos por falta de água limpa, saneamento, nutrição adequada ou serviços básicos de saúde', disse Princess Simelela, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A maioria das 5,4 milhões de mortes do ano passado foi de crianças de menos de 5 anos, segundo o relatório, que também revelou que bebês nascidos em nações da África subsaariana ou do sul da Ásia correm nove vezes mais risco de morrer do que os de países mais ricos.

    Este número caiu 'drasticamente' desde os anos 1990, quando 12,6 milhões de crianças de menos de 5 anos morreram em todo o mundo de doenças evitáveis, de acordo com o relatório.

    'Fizemos um progresso notável para salvar crianças desde 1990, mas milhões ainda estão morrendo por causa de quem são e de onde nasceram', disse Laurence Chandy, diretor de dados e pesquisa do Unicef.

    'Com soluções simples, como remédios, água limpa, eletricidade e vacinas, podemos mudar essa realidade para todas as crianças', disse ele em um comunicado.

    Em 2015 a ONU substituiu os ODMs por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, que estabeleceram 2030 como prazo para acabar com a pobreza, a desigualdade e outras crises globais, e também fomentando iniciativas como a energia sustentável.

    Mas no ano passado a ONU disse que até agora o progresso tem sido lento demais para o cumprimento das metas, sobretudo devido à violência, incluindo guerras.

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    Furacão Florence atinge os EUA e causa 4 mortes

    Por Ernest Scheyder

    WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - Uma mãe e um bebê morreram em Wilmington nesta sexta-feira, quando uma árvore caiu em sua casa após o furacão Florence, que também deixou outras duas pessoas mortas, atingir o Estado norte-americano da Carolina do Norte, inundando ruas com chuvas torrenciais.

    A polícia disse que a morte da mãe e da criança foram as primeiras confirmadas diretamente relacionadas à tempestade --o pai da criança foi levado para o hospital. A CNN mostrou o local, uma pequena casa de tijolos.

    No condado de Pender, na Carolina do Norte, uma mulher morreu depois de sofrer um ataque cardíaco e os paramédicos não conseguiram chegar até o local onde ela estava devido a bloqueios de estradas. Uma quarta pessoa foi morta no condado de Lenoir enquanto ligava um gerador, informou o gabinete do governador.

    Depois de atingir o solo, o Florence reduziu a velocidade a um ritmo que significa que assolaria a região com dias de inundação. A tempestade do furacão 'dominou' a cidade de New Bern, na confluência dos rios Neuse e Trent, disse o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper.

    'Para aqueles que estão no caminho da tempestade, se puderem me ouvir, por favor, fiquem protegidos', afirmou em entrevista coletiva em Raleigh, acrescentando que Florence 'continuará sua agitação violenta em todo o Estado por dias'.

    Nenhuma morte ou feridos graves foram relatados nas horas imediatamente após a chegada de Florence, mas as autoridades disseram que mais de 60 pessoas, incluindo muitas crianças e animais de estimação, tiveram que ser retirados de um hotel em Jacksonville, Carolina do Norte, depois que ventos causaram a queda de partes do telhado.

    O olho do furacão tocou o solo perto das 7h15 (horário local) próximo de Wrightsville Beach, nas proximidades de Wilmington, na Carolina do Norte, com ventos contínuos de 150 km/h, disse o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC).

    Às 13h50, os ventos caíram para 120 quilômetros por hora e o centro estava se movendo para oeste a 10 quilômetros por hora, disse o NHC, e partes das Carolinas do Norte e do Sul receberiam cerca de 1 metro de chuva.

    Mais de 634.000 residências e empresas ficaram sem energia na Carolina do Norte e na Carolina do Sul na sexta-feira, disseram autoridades das concessionárias. Prestadoras de serviço afirmaram que milhões devem ficar sem energia e que a restauração do serviço pode levar semanas.

    Meteorologistas disseram que, devido ao seu tamanho extraordinário, a tempestade pode se abater sobre a Costa Leste dos EUA com ventos dignos de um furacão durante quase um dia inteiro.

    Cerca de 10 milhões de pessoas podem ser afetadas pela tempestade e mais de 1 milhão foram obrigadas a se retirar dos litorais das Carolinas e da Virgínia.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Equipes de resgate procuram sobreviventes de desabamento de ponte italiana que matou 37 pessoas

    Equipes de resgate procuram sobreviventes de desabamento de ponte italiana que matou 37 pessoas

    Por Ilaria Polleschi

    GÊNOVA, Itália (Reuters) - Equipes de resgate procuravam nesta quarta-feira em meios aos escombros possíveis sobreviventes da ponte que desmoronou na Itália, cujo saldo de mortes subiu para 37, e o governo culpou a operadora da ponte, exigindo demissões e propondo o encerramento de sua concessão.

    A ponte de 50 anos, parte de uma via expressa com cobrança de pedágio que liga a cidade portuária de Gênova ao sul da França, desabou durante uma chuva torrencial na terça-feira, lançando dezenas de carros no leito de um rio e sobre um linha férrea e dois armazéns.

    Testemunha ocular do fato, Ivan, de 37 anos, que foi retirado ainda na terça-feira do edifício próximo em que trabalha, descreveu o desmoronamento como inacreditável.

    'Ver uma pilastra desabar como papel machê é uma coisa incrível', disse. 'Sempre soubemos dos problemas. Ela está em manutenção contínua'.

    'Nos anos 1990 eles acrescentaram alguns reforços em uma parte, mas mesmo por baixo você vê a ferrugem'.

    Enquanto gruas chegavam para retirar placas de concreto do tamanho de um caminhão, centenas de bombeiros procuravam sobreviventes, e o choque e a tristeza do público se transformaram em revolta pelo estado da ponte de 1,2 quilômetro de comprimento, construída em 1967 e reformada dois anos atrás.

    A Autostrade, unidade do grupo Atlantia, de Milão, que administra a ponte, disse que realizou verificações frequentes e sofisticadas na estrutura antes do desastre e que estas apresentaram resultados tranquilizadores.

    'Além disso, os técnicos da empresa contaram, de forma a averiguar o estado da ponte e a eficiência dos sistemas de controle sendo adotados, com empresas e instituições que são líderes mundiais em testes e inspeções baseados nas melhores práticas internacionais', disse a Autostrade em um comunicado.

    Mas o estado da ponte, e sua capacidade para suportar grandes aumentos de intensidade e tráfego ao longo dos anos, foram tema de debate público após o desmoronamento de terça-feira, quando um trecho de 80 metros ruiu durante o horário do almoço, com carros cheios de turistas e caminhões sendo atingidos.

    O vice-primeiro-ministro e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, disse que o administrador privado da ponte lucrou 'bilhões' com os pedágios, mas 'não gastou o dinheiro que deveria' e sua concessão deveria ser revogada -- aparentemente se referindo à Autostrade.

    A polícia de Gênova estimou os mortos em 37 e os feridos em 16.

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    Cresce número de mortes de imigrantes na fronteira dos EUA, diz agência de segurança

    Por Andrew Hay

    (Reuters) - O número de imigrantes que morrem devido ao calor extremo na fronteira entre os Estados Unidos e o México subiu 55 por cento nos últimos nove meses, após um aumento na quantidade de famílias e crianças desacompanhadas tentando entrar ilegalmente nos EUA, disse o governo norte-americano na segunda-feira.

    Mortes provocadas pelo calor, a principal causa de óbitos de imigrantes na fronteira sudoeste dos Estados Unidos, chegaram a 48 neste ano, frente a 31 durante o mesmo período em 2017, informou o porta-voz da agência de segurança de fronteira dos EUA, Salvador Zamora.

    O número de mortes deve aumentar com o calor dos meses do verão, à medida que imigrantes vulneráveis tentam cruzar ambientes áridos, abrindo caminho para um aumento em 2018 das fatalidades na fronteira.

    A agência de fronteira registrou um aumento anual de 12 por cento nas prisões de imigrantes nos oito meses até o dia 31 de maio, disse Zamora.

    Nós estamos prestes a superar as mortes relacionadas com calor do ano passado e o verão está apenas começando , disse em entrevista por telefone. A demografia dos imigrantes ilegais que estamos apreendendo, as unidades familiares, as crianças desacompanhadas, eles são muito mais vulneráveis .

    Grupos humanitários, como o Border Angels, dizem que a principal causa do aumento de mortes é a segurança de fronteira mais rígida e medidas como a política de tolerância zero , que tem feito com que imigrantes escolham caminhos mais longos através de terrenos hostis e pontos de passagem remotos.

    Nós temos visto pessoas passando por áreas mais perigosas, então embora haja menos pessoas entrando, há mais pessoas morrendo , disse Enrique Morones, fundador do grupo que distribui água para imigrantes.

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