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    Ataque a faca deixa 1 morto na Austrália; Estado Islâmico reivindica autoria

    Por Tom Westbrook e Sonali Paul

    MELBOURNE (Reuters) - Um homem ateou fogo a uma caminhonete carregada de cilindros de gás no centro da cidade australiana de Melbourne nesta sexta-feira e esfaqueou três pessoas, deixando um morto, antes de ser baleado pela polícia, no que está sendo tratado como um ataque terrorista.

    A caminhonete, que estava repleta de cilindros de gás para churrasqueira, ficou em chamas na movimentada rua Bourke enquanto o motorista, nascido na Somália, esfaqueava transeuntes e atacava policiais.

    Os cilindros não explodiram e o fogo foi apagado em 10 minutos, quando o ataque também já havia acabado.

    Em publicação em seu site de notícias, o Estado Islâmico reivindicou responsabilidade pelo ato. Sem fornecer evidências, o grupo disse que um de seus combatentes conduziu um ataque a faca em Melbourne nesta sexta-feira, no qual uma pessoa morreu e duas ficaram feridas.

    'Ainda estamos tentando entender se ele ateou fogo no veículo e depois saiu do carro ou se ele saiu do carro e então o veículo pegou fogo', disse o comissário de polícia do Estado de Victoria, Graham Ashton, a repórteres.

    Vídeo publicado no Twitter e transmitido na televisão mostrava um homem apontando uma faca a dois policiais no movimentado centro da cidade, enquanto um carro queimava no fundo.

    Em seguida, um dos policiais atirou contra o homem e então caiu no chão segurando o peito, segundo o vídeo. Outras imagens mostraram duas vítimas esfaqueadas estiradas no chão e sangrando.

    O agressor morreu em um hospital, assim como uma das vítimas, disse Ashton. 'Com base no que sabemos sobre esse indivíduo, estamos tratando isso como um incidente terrorista', disse sobre o agressor.

    A polícia não identificou o responsável pelo ataque, mas Ashton disse que o homem era conhecido da polícia e de serviços de inteligência devido a associações familiares.

    Todas as vítimas eram homens, disse Ashton, se recusando a identificá-las porque a polícia ainda está entrando em contato com as famílias.

    Ashton disse que não há mais uma ameaça ao público, mas que a segurança será reforçada em eventos planejados para o final de semana.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Explicação de sauditas sobre morte de jornalista 'não é suficiente', diz secretário dos EUA

    Explicação de sauditas sobre morte de jornalista 'não é suficiente', diz secretário dos EUA

    JERUSALÉM/RIAD (Reuters) - A explicação da Arábia Saudita sobre o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi foi um 'bom primeiro passo, mas não é o suficiente', disse o Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, acrescentando que o momento ainda é prematuro para discutir sanções contra Riad sobre o incidente.

    Os comentários de Steven Mnuchin são os últimos de membros do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que parecem estar determinados a repreender um assassinato que despertou indignação global, tentando ao mesmo tempo proteger as relações com o principal exportador de petróleo do mundo.

    Governos europeus foram mais rigorosos ao criticarem as explicações de Riad de que Khashoggi teria morrido após uma briga no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro. Neste domingo, o ministro do Reino Unido para o Brexit disse que o relato não tinha credibilidade.

    'Seria prematuro comentar sobre sanções e é prematuro comentar qualquer outra questão até que a investigação se aprofunde e chegue ao que realmente ocorreu', disse Mnuchin a jornalistas em Jerusalém.

    Mnuchin confirmou que não comparecerá a uma conferência de investimentos saudita na terça-feira. Entretanto, ele disse que visitaria Riad, como foi planejado anteriormente, para discussões com seus equivalentes sobre esforços para combater o financiamento a terroristas e sobre os planos de Washington para reestabelecer sanções contra o Irã em novembro.

    Depois de negar qualquer envolvimento no desaparecimento de Khashoggi, de 59 anos, por duas semanas, a Arábia Saudita disse no sábado que o jornalista e crítico do príncipe saudita Mohammed bin Salman havia morrido após uma briga no consulado. Uma hora depois, um oficial saudita atribuiu a morte a uma chave de braço.

    Refletindo o ceticismo internacional sobre a versão saudita do incidente, uma autoridade do governo saudita apresentou uma nova versão que em alguns pontos chave contradiz as explicações anteriores.

    A última versão inclui detalhes sobre como uma equipe de 15 sauditas enviados para confrontar Khashoggi havia ameaçado drogar e sequestrar o jornalista, e depois o matou em uma chave de braço quando ele resistiu. Um membro da equipe então vestiu as roupas de Khashoggi para parecer que ele havia deixado o consulado.

    As autoridades turcas suspeitam que Khashoggi, que era saudita e residente nos Estados Unidos, foi morto dentro do consulado por uma equipe de agentes sauditas e seu corpo esquartejado.

    Os comentários de Trump sobre o incidente Khashoggi nos últimos dias variaram entre ameaçar à Arábia Saudita com consequências 'muito severas' e alertas sobre sanções econômicas, a observações mais conciliadores nas quais ele destacou o papel do país como aliado dos Estados Unidos contra o Irã e outros militantes islâmicos, assim como um grande comprador de armas dos Estados Unidos.

    'Eu não estou satisfeito até encontrarmos uma resposta. Mas foi um grande primeiro passo, um bom primeiro passo. Mas eu quero chegar à resposta', disse Trump a jornalistas neste final de semana, quando perguntado sobre a investigação saudita e a demissão de oficiais subsequente, devido ao incidente.

    Em uma entrevista ao jornal Washington Post, Trump disse que 'obviamente houve enganação e mentiras'.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Homem armado mata 2 pessoas, fere 12 em rua de Toronto e é encontrado morto

    Homem armado mata 2 pessoas, fere 12 em rua de Toronto e é encontrado morto

    TORONTO (Reuters) - Um homem armado abriu fogo em uma rua repleta de restaurantes da cidade canadense de Toronto na noite de domingo, matando duas pessoas e ferindo outras doze, incluindo uma menina, disseram autoridades.

    O suspeito de ser o atirador foi encontrado morto mais tarde.

    O estado da menina é grave, disse o chefe da polícia de Toronto, Mark Saunders.

    'Estamos analisando os motivos possíveis... e não descartando nada', disse Saunders aos repórteres no local do ataque.

    Paramédicos, bombeiros e policiais foram à cena do crime, situada no leste de Toronto, que conta com muitos restaurantes, cafés e lojas populares.

    A polícia disse que o suspeito usou uma arma de mão. Relatos anteriores afirmaram que nove pessoas foram baleadas.

    O atirador de 29 anos trocou tiros com a polícia, fugiu e foi encontrado morto mais tarde, noticiou a mídia local.

    Os relatos de disparos no bairro de Greektown começaram a surgir perto das 22h locais, relatou a CityNews.com.

    Testemunhas disseram ter ouvido 25 disparos, segundo o site de notícias.

    Toronto está enfrentando um aumento acentuado nos episódios de violência com armas neste ano. Até o momento as mortes provocadas por armas saltaram de 26 para 53 por cento em comparação com o mesmo período do ano passado, mostraram dados da polícia na semana passada, e o número de tiroteios subiu 13 por cento.

    A cidade mobilizou cerca de 200 policiais desde 20 de julho em reação à onda recente de tiroteios, que as autoridades atribuem à violência entre gangues.

    O prefeito de Toronto, John Tory, disse aos repórteres que a cidade tem um problema com armas, já que pessoas demais têm acesso fácil demais a elas.

    (Por Denny Thomas e Brendan O'Brien em Milwaukee)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Motorista avança com van contra multidão em festival na Holanda e deixa 1 morto

    Motorista avança com van contra multidão em festival na Holanda e deixa 1 morto

    Por Toby Sterling

    AMSTERDÃ (Reuters) - Um motorista atropelou quatro pessoas com uma van no maior festival de música da Holanda na madrugada desta segunda-feira, deixando um morto e os demais gravemente feridos antes de fugir do local, desse a polícia.

    Autoridades disseram não ser claro se o motorista havia avançado contra o grupo no festival Pinkpop intencionalmente ou por acidente.

    Mais tarde nesta segunda-feira, procuradores informaram que um holandês de 34 anos, responsável pelo incidente, havia se entregado a autoridades e que estava detido.

    A van branca avançou contra as pessoas por volta de 4h da manhã (horário local), segundo a polícia, quatro horas depois da principal apresentação da noite, do cantor Bruno Mars, com público de 70 mil pessoas.

    Essa investigação ainda está em andamento e nós não podemos dizer se isso foi algo intencional ou um acidente , disse o porta-voz da polícia, Hub Haenen.

    Militantes avançaram com veículos contra multidões em ataques em Londres, Berlim, Barcelona e outras cidades europeias nos últimos anos.

    O festival Pinkpop é realizado em Landgraaf, uma cidade pequena perto das fronteiras da Bélgica e da Alemanha, 220 km ao sudeste de Amsterdã.

    Com todos os ingressos vendidos, multidões foram assistir a apresentações de Pearl Jam, Foo Fighters, e outros. Mars encerrou o festival de três dias pouco antes da meia-noite.

    (Reportagem de Toby Sterling)

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