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Rússia dispara drones e míssil contra Ucrânia e mata casal perto de Kiev

Rússia dispara drones e míssil contra Ucrânia e mata casal perto de Kiev

Reuters

28/01/2026

Placeholder - loading - Ataque russo em Odessa  28/1/2026   Divulgação via REUTERS
Ataque russo em Odessa 28/1/2026 Divulgação via REUTERS

Por Anna Pruchnicka e Max ⁠Hunder

KIEV, 28 Jan (Reuters) - A Rússia bombardeou a Ucrânia com drones e míssil durante a noite, matando um casal perto da capital Kiev, um dia depois que cinco pessoas morreram em um ataque a um trem de passageiros.

A mídia local informou que a mulher tinha uma filha de quatro anos que sobreviveu ao ataque. Autoridades disseram que quatro pessoas, incluindo duas crianças, ​procuraram atendimento médico após o ⁠ataque.

'Quando ⁠a levei para fora, a menina começou a chorar muito e depois começou a tremer violentamente', disse Marian Kushnir, jornalista que era vizinha do casal morto, à Radio Free Europe.

'Senti muita dor, porque nunca tinha ‌tido tais sentimentos antes, quando, segurando uma criança de ​quatro anos chorando em meus ‌braços, percebi que ​sua mãe ​estava morta.'

O ataque ocorreu no momento em que a Ucrânia ainda estava se recuperando da ofensiva de drones de terça-feira ​a um trem de passageiros no nordeste do país, que matou cinco pessoas, um ataque que o presidente Volodymyr Zelenskiy denunciou como 'terrorismo'.

A Rússia não fez comentários sobre os ataques. Tanto Moscou quanto Kiev negam que estejam alvejando civis na guerra, que se aproxima da marca de quatro anos em 24 de fevereiro.

A Força Aérea da Ucrânia disse que a Rússia lançou um míssil balístico Iskander-M e 146 drones durante a noite, dos quais 103 foram derrubados.

Em ⁠Kiev, um prédio residencial de 17 andares foi atingido, causando pequenos ‌danos à cobertura e ⁠quebrando janelas nos andares superiores, informaram os serviços de emergência.

A Rússia também atacou outros locais em todo o ‍país, incluindo a cidade portuária de Odesa, no sul, bem como Zaporizhzhia e Kryvyi ​Rih.

(Reportagem ‌de Anna Pruchnicka, em Gdansk, e Max Hunder, em Kiev)

Reuters

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