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    Número de mortos por Florence sobe para 32 e inundações ainda ameaçam cidades dos EUA

    Por Ernest Scheyder e Patrick Rucker

    WILMINGTON/FAYETTEVILLE, Estados Unidos (Reuters) - Enchentes ameaçavam comunidades dos Estados norte-americanos da Carolina do Sul e do Norte, nesta terça-feira, à medida que a tempestade Florence continua a afetar o nordeste do país com fortes chuvas e tornados, após deixar ao menos 32 mortos.

    O nível da água já atingiu telhados de casas, transformou estradas em rios, deixou milhares de pessoas isoladas, e continuava a subir nesta terça-feira, de acordo com o Serviço Nacional Meteorológico dos EUA (NWS).

    'As inundações ainda serão uma preocupação no fim de semana e até a próxima semana', disse Hal Austin, meteorologista do NWS, observando que há risco de mais chuvas na região nesta terça e na quarta-feira.

    Ao menos 32 pessoas foram mortas pela passagem do Florence, incluindo 25 no Estado da Carolina do Norte e seis na Carolina do Sul. Uma das vítimas morreu quando ao menos 16 tornados foram provocados pelo Florence na segunda-feira na Virgínia, onde dezenas de edificações também foram destruídas, segundo o NWS.

    Entre os mortos, está um bebê de 1 ano que caiu dos braços de sua mãe enquanto os dois tentavam escapar de seu carro durante uma enchente.

    (Reportagem adicional de Bernie Woodall, em Miami; Brendan O'Brien, em Milwaukee; Jessica Resnick-Ault e Barbara Goldberg, em Nova York; Anna Mehler Paperny, na Carolina do Norte; e Rich McKay, em Atlanta)

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    Tempestade Florence causa alagamentos e deixa ao menos 5 mortos nas Carolinas

    Por Ernest Scheyder

    WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - O Florence atingiu a costa da Carolina nesta sexta-feira, derrubando árvores, despejando quase um metro de chuva em alguns pontos e provocando a morte de cinco pessoas antes de ter sido reduzido para uma tempestade tropical ainda capaz de causar estragos.

    Entre as primeiras mortes causadas pela tempestade estão uma mãe e seu bebê, que morreram quando uma árvore caiu em cima da casa em que estavam em Wilmington, Carolina do Norte. O pai da criança ficou ferido e foi levado para um hospital.

    No condado de Pender, na Carolina do Norte, uma mulher sofreu um ataque cardíaco fatal; paramédicos que tentavam socorrê-la foram bloqueados por destroços. Duas vítimas morreram no condado de Lenoir. Um homem de 78 anos foi eletrocutado tentando conectar cabos de extensão, enquanto outro homem morreu quando foi atingido por fortes ventos enquanto checava seus cães de caça, disse um porta-voz do condado.

    “Para os que estão no caminho da tempestade, se puderem me ouvir, por favor permaneçam abrigados”, disse o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, em entrevista coletiva em Raleigh, acrescentando que o Florence irá “continuar seu trabalho violento pelo Estado durante dias”.

    O Florence era um furacão de categoria 3 com ventos de 190 quilômetros por hora na quinta-feira, mas caiu para categoria 1 antes de chegar em terra firme.

    Após chegar na costa, o Florence caiu para um ritmo que provavelmente deixará o sistema prolongado por dias. O Centro Nacional de Furacões reduziu o Florence para uma tempestade tropical, mas disse que surtos ameaçadores à vida e enchentes catastróficas são esperados em partes da Carolina do Sul e Carolina do Norte.

    A maré ciclônica, água empurrada por uma tempestade sobre terra que normalmente estaria seca, “submergiu” a cidade de New Bern no encontro dos rios Neuse e Trent, disse Cooper.

    Partes da Carolina do Norte e da Carolina do Sul devem receber até um metro de chuva.

    Mais de 60 pessoas, incluindo muitas crianças, foram retiradas de um hotel em Jacksonville, Carolina do Norte, após fortes ventos derrubarem parte do telhado. Muitas das pessoas estavam com animais de estimação.

    Maysie Baumgardner, de 7 anos, se abrigou com sua família no Hotel Ballast, no centro de Wilmington, conforme enchentes geradas pelo Florence preenchiam as ruas. “Estou um pouco assustada agora”, disse, “mas eu tenho meu iPad e estou assistindo Netflix”.

    Vídeos gravados em diversas cidades das Carolinas mostravam membros de equipes de emergência caminhando com água na altura das coxas.

    A Casa Branca informou nesta sexta-feira que o presidente Donald Trump irá viajar à região na próxima semana, a não ser que sua visita atrapalhe esforços de limpeza e resgate.

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    Japão começa trabalho de recuperação após tufão que deixou 11 mortos

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão começou a se recuperar nesta quarta-feira depois que um forte tufão deixou ao menos 11 mortos, centenas de feridos e milhares de pessoas isoladas em um aeroporto inundado, embora ainda não se saiba quando a estrutura de um polo turístico do país será reaberta.

    O tufão Jebi, cujo nome significa 'engolir' em coreano, chegou a alcançar momentaneamente o status de supertufão e é a tempestade mais forte a atingir o Japão em 25 anos.

    O Jebi chega após meses de fortes chuvas, deslizamentos de terra, enchentes, e temperaturas recordes que deixaram centenas de mortos no Japão.

    Cerca de 3 mil turistas ficaram presos durante a noite no aeroporto de Kansai, no oeste do país, construído em uma baía perto de Osaka e conectado ao continente por uma ponte que foi danificada quando um navio se chocou com sua estrutura durante a tempestade.

    Muitas pessoas foram resgatadas em barcos para sair do aeroporto, onde ainda era possível ver poças de água na principal pista após a inundação de terça-feira.

    'Mais do que tudo, eu realmente quero tomar um banho', disse uma mulher à televisão pública NHK.

    O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse nesta quarta-feira que cerca de 470 pessoas ficaram feridas e que ainda não se sabe quando o aeroporto será reaberto. Segundo ele, algumas linhas férreas das áreas afetadas ainda estão fechadas.

    Entretanto, o número de casas sem energia já foi reduzido para cerca de 530 mil.

    'O governo continuará a fazer tudo que for possível para lidar com esses problemas com a maior urgência', disse Suga em coletiva de imprensa.

    (Reportagem de Osamu Tsukimori, Makiko Yamazaki, Chang-Ran Kim, Kiyoshi Takenaka e Elaine Lies)

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    Dois militares e 5 suspeitos morrem em operação com milhares de soldados em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Dois militares e cinco suspeitos morreram durante operação conjunta das Forças Armadas e da Polícia Civil em favelas do Rio de Janeiro nesta segunda-feira para combater quadrilhas do tráfico de drogas, informou o Exército.

    As operações foram deflagradas durante a madrugada nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré, algumas das áreas mais visadas pelas forças de segurança durante os seis meses de intervenção federal na área de segurança pública do Rio.

    Ao menos cinco suspeitos morreram durante a operação, informou o Comando Conjunto da intervenção federal em nota oficial.

    Além dos suspeitos, um militar do Exército foi morto pela manhã em decorrência de ferimento provocado por arma de fogo, informou um porta-voz do Comando Militar do Leste (CML).

    De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública do RJ, essa foi a primeira morte de um homem do Exército durante uma operação deflagrada sob comando da intervenção federal.

    Um segundo militar morreu no fim da tarde em um novo confronto no complexo da Penha, de acordo com o CML.

    As operações conjuntas, que segundo os militares tinham como objetivo combater o tráfico de drogas, contaram com cerca de 4.200 soldados e 70 policiais civis, assim como blindados e aeronaves.

    Um ônibus foi incendiado por traficantes perto das comunidades envolvidas na operação, e suspeita-se que a ação seja uma retaliação ordenada por traficantes.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Também nesta segunda-feira, outros seis suspeitos morreram após confronto com policiais em um dos acessos à ponte Rio-Niterói, na região metropolitana da capital fluminense.

    Segundo a polícia, os suspeitos estavam em pelo menos dois carros e foram surpreendidos por policiais. Quatro suspeitos morreram na troca de tiros e outros dois quando foram levados para uma hospital da região.

    Um policial e um passageiro de um ônibus também foram baleados e ficaram feridos.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Reportagem de Gabriel Stargardter e Rodrigo Viga Gaier)

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    Militar do Exército e 5 suspeitos morrem em operação com milhares de soldados em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um militar do Exército e cinco suspeitos morreram durante operação conjunta das Forças Armadas e da Polícia Civil em favelas do Rio de Janeiro nesta segunda-feira para combater quadrilhas do tráfico de drogas, informou o Exército.

    As operações foram deflagradas durante a madrugada nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré, algumas das áreas mais visadas pelas forças de segurança durante os seis meses de intervenção federal na área de segurança pública do Rio.

    Ao menos cinco suspeitos morreram durante a operação, informou o Comando Conjunto da intervenção federal em nota oficial.

    Além dos suspeitos, um militar do Exército foi morto em decorrência de ferimento provocado por arma de fogo, informou um porta-voz do Comando Militar do Leste (CML). Um outro militar ficou ferido sem gravidade e foi hospitalizado, acrescentou.

    De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública do RJ, essa foi a primeira morte de um homem do Exército durante uma operação deflagrada sob comando da intervenção federal.

    As operações conjuntas, que segundo os militares tinham como objetivo combater o tráfico de drogas, contaram com cerca de 4.200 soldados e 70 policiais civis, assim como blindados e aeronaves.

    Um ônibus foi incendiado por traficantes perto das comunidades envolvidas na operação, e suspeita-se que a ação seja uma retaliação ordenada por traficantes.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Também nesta segunda-feira, outros seis suspeitos morreram após confronto com policiais em um dos acessos à ponte Rio-Niterói, na região metropolitana da capital fluminense.

    Segundo a polícia, os suspeitos estavam em pelo menos dois carros e foram surpreendidos por policiais. Quatro suspeitos morreram na troca de tiros e outros dois quando foram levados para uma hospital da região.

    Um policial e um passageiro de um ônibus também foram baleados e ficaram feridos.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Reportagem de Gabriel Stargardter e Rodrigo Viga Gaier)

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    Desmoronamento de ponte em Gênova deixa ao menos 22 mortos

    ROMA (Reuters) - Uma ponte desmoronou nesta terça-feira na cidade portuária de Gênova, no norte da Itália, deixando ao menos 22 mortos, disse o vice-ministro dos Transportes, Edoardo Rixi, advertindo que o número de mortes deve aumentar.

    'Não é aceitável que uma ponte tão importante... não tenha sido construída para evitar esse tipo de desmoronamento', disse Rixi em entrevista à SkyNews24, falando de Gênova. 'A parte central caiu'.

    Uma parte da ponte desmoronou de cerca de 50 metros de altura caindo sobre um rio, alguns trilhos de trem e construções. A estrutura caiu por volta de 11h30 (6h30 do horário de Brasília) durante fortes chuvas, informou o Corpo de Bombeiros.

    Mais cedo, o chefe do serviço local de ambulâncias havia dito que o incidente tinha deixado 'dezenas de mortos', segundo a agência de notícias italiana Adnkronos.

    A ponte de 1,2 quilômetro de extensão, construída nos anos 1960 sobre a autoestrada A10, passou por reformas em 2016.

    A operadora da estrada disse que esforços para fortalecer a fundação da ponte estavam em andamento no momento do desmoronamento, acrescentando que a estrutura estava sendo monitorada constantemente.

    Uma testemunha disse à Sky Italia que viu 'oito ou nove' veículos em cima do viaduto no momento do desmoronamento, que descreveu como uma 'cena apocalíptica'.

    O ministro dos Transportes, Danilo Toninelli, disse em publicação no Twitter que está 'acompanhando com grande apreensão o que parece ser uma imensa tragédia'.

    Já o gabinete do primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, disse que o premiê irá a Gênova na noite desta terça-feira e permanecerá na cidade até quarta.

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    Turistas fogem de ilha da Indonésia após terremoto que matou 98 pessoas

    Por Kanupriya Kapoor

    PEMENANG, Indonésia (Reuters) - Equipes de resgate encontraram cenas de destruição em todo o norte da ilha turística indonésia de Lombok nesta segunda-feira depois que um terremoto de magnitude 6,9 matou ao menos 98 pessoas e provocou um êxodo de turistas assustados com o segundo tremor forte em uma semana.

    A Agência Nacional de Mitigação de Desastres (BNPB) disse acreditar que o saldo de mortes aumentará depois que os destroços das mais de 13 mil casas desabadas e danificadas forem limpos, mas a falta de equipamento pesado tornará mais demorada a tarefa.

    Algumas áreas de Lombok ficaram sem energia e comunicações, e deslizamentos de terra e a queda de uma ponte dificultam o acesso ao norte. Os militares da Indonésia disseram que estão enviando um navio com socorro médico, suprimentos e apoio logístico.

    A Cruz Vermelha da Indonésia disse em um tuíte que ajudou uma mulher a dar à luz em um posto de saúde depois do terremoto. Um dos nomes que ela deu ao menino foi 'Gempa', que significa terremoto.

    Lombok já havia sido abalada no dia 29 de julho por um sismo de magnitude 6,4 que matou 17 pessoas e deixou vários alpinistas presos nas encostas de um vulcão por um período curto.

    A Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica da Indonésia (BMKG) disse que mais de 120 tremores secundários foram registrados depois do terremoto da noite de domingo, cuja magnitude o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) reavaliou de 7 para 6,9 -- intensidade que liberou mais de cinco vezes a energia do sismo da semana anterior, mostrou o site do USGS.

    Não há estrangeiros entre os mortos, e o número de feridos é de 209, disse o porta-voz da BNPB, Sutopo Purwo Nugroho, em uma coletiva de imprensa.

    O tremor foi tão forte que foi sentido na ilha vizinha de Bali, onde duas pessoas morreram, de acordo com a BNPB. O primeiro terremoto também foi sentido em Bali.

    A Indonésia se localiza sobre o geologicamente ativo Círculo de fogo do Pacífico e é assolada por terremotos com frequência. Em 2004 um tsunami no Oceano Índico matou 226 mil pessoas em 13 países, sendo mais de 120 mil na Indonésia.

    (Reportagem adicional de Fransiska Nangoy, Gayatri Suroyo, Fanny Potkin, Agustinus Beo da Costa, Bernadette Christina Munthe, Tabita Diela, Cindy Silviana e Jessica Damiana em Jacarta, Jamie Freed e Jack Kim em Cingapura e Colin Packham em Sydney)

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