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    Mourão nega rusga com Bolsonaro e diz que PRTB não pleiteia cargos

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O vice-presidente eleito, general da reserva Hamilton Mourão, negou nesta quinta-feira que haja um distanciamento em relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro e um descontentamento com as escolhas feitas para os futuros ministérios, que deixou de fora o seu partido, o PRTB, enquanto trouxe pessoas ligadas de partidos ligados ao governo Temer como DEM e MDB.

    “Não existe nenhuma rusga entre nós. Mantemos uma excelente sintonia”, disse Mourão à Reuters.

    O presidente do PRTB, Levy Fidélix, mostrou incômodo na mídia com o fato de a legenda não ter sido contemplado com nenhum ministério, embora tenha sido o primeiro a apostar na candidatura de Bolsonaro, antes que o capitão da reserva consolidasse sua posição na disputa eleitoral.

    Ao ser questionado sobre a posição de Fidélix, Mourão preferiu não comentar, mas disse que já houve um movimento para tentar criar intrigas e dividir um governo que ainda nem começou. “Existe um movimento que busca dividir, coisa da oposição”, criticou.

    Segundo Mourão, desde que aceitou o cargo de vice na chapa de Bolsonaro deu apoio incondicional ao capitão da reserva e nunca cobrou participação ativa no controle de ministérios ou na distribuição de cargos.

    “Quanto ao PRTB, fui muito claro quando entrei no partido dizendo que não pleitearíamos cargos caso o Jair Bolsonaro me chamasse para vice”, destacou.

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    Mourão diz que capital de risco é bem-vindo no país e defende garantias a investidores

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente eleito, general da reserva Hamilton Mourão, afirmou nesta quinta-feira que o capital estrangeiro é bem-vindo no país, desde que seja para a participação em obras, e defendeu que sejam adotadas garantias aos investidores, como a adoção de um “dólar médio”.

    O general, que também defendeu uma abertura “lenta, gradual e segura” da economia, lembrou que a ampliação de investimentos públicos depende de disciplina fiscal e aproveitou para defender a aprovação, ainda no primeiro semestre de 2019, da reforma da Previdência.

    “Os investimentos estrangeiros são muito bem-vindos, mas desde que seja capital de risco. É para construir estrada, construir ferrovia e outras coisas. Não é empréstimo, não queremos empréstimo pura e simples, porque esse filme a gente já viu e sabe que não dá certo”, disse o vice-presidente eleito, em evento sobre infraestrutura e transportes.

    Sobre as garantias a serem oferecidas a investidores, citou como exemplo a adoção de uma espécie de seguro cambial.

    “Talvez fosse o caso de se estudar um dólar médio, vamos colocar assim, estaria atrelado a esse dólar médio. Se isso subir, isso tem que ser compensado pelo governo. Se descer, a empresa está com seu lucro mais assegurado ainda. São essas ideias que estão norteando o nosso planejamento”, afirmou.

    Depois, a jornalistas, acrescentou que a garantia é apenas uma ideais e a definição caberá ao novo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

    Sobre a área de infraestrutura, disse que as últimas grandes obras do país foram realizadas no final do regime militar e que de lá para cá pouco foi feito.

    O vice-presidente eleito defendeu a retomada de investimentos públicos mas afirmou, por outro lado, que as rodovias devem ser alvo das primeiras privatizações do governo.

    Mourão defendeu ainda que sejam adotados outros modais de transporte, e afirmou que a escolha de um único modal de transporte foi uma “escolha errada”.

    “Em um país com a extensão do nosso, que roda todinho no lombo do caminhão, somos reféns de uma classe”, disse. Em maio, o Brasil enfrentou uma greve de caminhoneiros que paralisou o país.

    Além da defesa enfática da reforma da Previdência, da reforma tributária e da desregulamentação do país, Mourão defendeu a total desvinculação do Orçamento para “desengessar” os recursos e permitir que o Congresso possa de fato elaborar a lei orçamentária e direcionar os recursos.

    Reconheceu, aliás, que a relação com o Legislativo irá exigir habilidade do novo governo.

    “Trabalho não é pouco. Vai exigir uma articulação enorme com o Congresso”, afirmou, acrescentando ter “certeza” da compreensão e do apoio dos parlamentares.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Mourão elogia futuro presidente da Petrobras e reitera que núcleo da estatal não será privatizado

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, elogiou a escolha do novo presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, e voltou a dizer, nesta segunda-feira, que o núcleo duro da estatal não deve ser privatizando, fazendo a ressalva de que áreas como refino e distribuição podem ser negociadas.

    Em fala a jornalistas na entrada do gabinete de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro, Mourão também disse que está em estudo a transferência de algumas atribuições da Casa Civil para a Vice-Presidência da República no futuro governo.

    Mourão elogiou Castello Branco, embora tenha trocado o primeiro nome do economista para Gil.

    'Acho um nome extremamente competente, o Gil Castello Branco, excelente, e vai manter essa gestão de recuperação que a empresa está passando', disse Mourão a jornalistas.

    Provavelmente, a confusão se deu por conta do secretário-geral da Associação Contas Abertas e economista, este sim, Gil Castello Branco. Sua instituição analisa e acompanha a execução orçamentária da União.

    Mais cedo o economista Roberto Castello Branco aceitou convite da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar a Petrobras, informou a assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Perguntado sobre os planos de privatização envolvendo a estatal de petróleo, Mourão afirmou que o núcleo duro da empresa será preservado.

    'O núcleo duro da Petrobras, prospecção, onde está inteligência e conhecimento, isso não vai ser privatizado. Agora, podemos negociar distribuição e refino, isso pode ser negociado.'

    Mourão já havia falado em privatizar a BR Distribuidora, mais cedo neste mês, em videoconferência com investidores.

    Perguntado se algumas atribuições da Casa Civil poderiam migrar para a Vice-Presidência, o general da reserva disse que o caso ainda está em discussão, mas que a medida pode ser adotada para evitar que o futuro ministro da Casa Civil e coordenador da transição, Onyx Lorenzoni, fique sobrecarregado.

    'É um estudo, uma vez que as atribuições do ministro Onyx são bem amplas. Se houver concordância de todos, a gente pode organizar isso de uma forma que seja mais eficiente e eficaz para o governo', completou Mourão.

    (Reportagem de Mateus Maia; Reportagem adicional de Ricardo Brito)

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    Mourão se diz 'muito bem impressionado' após reunião com cúpula da Petrobras

    Por Rodrigo Viga Gaier e Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, disse nesta sexta-feira em sua conta no Twitter ter saído 'muito bem impressionado' de visita realizada em um dos prédios da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro, onde assistiu a uma apresentação da diretoria da petroleira.

    O encontro acontece em um momento em que o futuro presidente Jair Bolsonaro avança na formação de sua equipe de governo, mas ainda sem nomes definidos para o Ministério de Minas e Energia e a estatal.

    Em foto publicada juntamente com seu tuíte, Mourão está sentado ao lado do presidente da estatal, Ivan Monteiro, em uma mesa com outros diretores da Petrobras.

    'Hoje pela manhã, tive a satisfação de visitar a Petrobras e ouvir, em companhia do presidente Ivan Monteiro, apresentação da Diretoria Executiva sobre a situação da empresa. Saí muito bem impressionado', afirmou Mourão na rede social.

    Monteiro disse nesta semana não ter conversado com Bolsonaro sobre seu futuro na empresa, embora a petroleira já venha disponibilizando informações e resultados a um grupo de transição de governo.

    A emissora de televisão GloboNews afirmou na quarta-feira que Monteiro deverá ser mantido no comando da estatal por Bolsonaro.

    Questionado sobre o tema, no entanto, Bolsonaro disse na própria quarta-feira que quem tratará da definição do presidente da estatal será seu futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Mourão e Guedes tiveram reuniões nesta semana com o ex-secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia no governo Temer, Paulo Pedrosa, para discutir políticas para o setor de energia, mas ainda não há uma definição sobre se ele será convidado a assumir um cargo no governo.

    Pedrosa tem interagido com a equipe de Bolsonaro, principalmente por meio do professor Luciano de Castro, da Universidade de Iowa, que tem assessorado o presidente eleito nas propostas para a área de energia.

    A equipe de Bolsonaro chegou ainda em outubro a sondar informalmente o ex-diretor da Vale e ex-conselheiro da Petrobras Roberto Castello Branco sobre seu interesse em eventualmente assumir o comando da petroleira, segundo fontes próximas ao assunto.

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    Mourão visitará Petrobras para reunião com cúpula da estatal nesta sexta-feira

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, visitará nesta sexta-feira a sede da Petrobras, onde se reunirá com a cúpula da empresa, segundo informações da assessoria de imprensa da estatal.

    O encontro acontece em um momento em que o futuro presidente Jair Bolsonaro avança na formação de sua equipe de governo, mas ainda sem nomes definidos para o Ministério de Minas e Energia e a petroleira.

    O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, disse nesta semana que ainda não conversou com Bolsonaro sobre seu futuro na empresa, embora a petroleira já venha disponibilizando informações a um grupo de transição de governo.

    A emissora de televisão GloboNews afirmou na quarta-feira que Monteiro deverá ser mantido no comando da estatal por Bolsonaro.

    Questionado sobre o tema, no entanto, Bolsonaro disse na própria quarta-feira que quem tratará da definição do presidente da estatal será seu futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Mourão e Guedes tiveram reuniões nesta semana com o ex-secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia no governo Temer, Paulo Pedrosa, para discutir políticas para o setor de energia, mas ainda não há uma definição sobre se ele será convidado a assumir um cargo no governo.

    Pedrosa tem interagido com a equipe de Bolsonaro, principalmente por meio do professor Luciano de Castro, da Universidade de Iowa, que tem assessorado o presidente eleito nas propostas para a área de energia.

    A equipe de Bolsonaro chegou ainda em outubro a sondar informalmente o ex-diretor da Vale e ex-conselheiro da Petrobras Roberto Castello Branco sobre seu interesse em eventualmente assumir o comando da petroleira, segundo fontes próximas ao assunto.

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    Haddad recua após chamar general Mourão de torturador em sabatina

    BRASÍLIA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, voltou atrás nesta sexta-feira depois de ter acusado o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), de torturador, dizendo que tomou conhecimento de um 'esclarecimento' sobre o caso.

    Em sabatina para o grupo Globo, Haddad disse que sente medo como cidadão de possivelmente ter um vice-presidente da República acusado de tortura como Mourão, citando afirmação feita pelo cantor Geraldo Azevedo durante show no fim de semana de que Mourão foi um de seus torturadores quando foi preso durante a ditadura militar.

    A acusação do cantor pode ser vista em vídeos no Youtube, mas o músico se desculpou posteriormente em nota 'pelo equívoco', de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o que levou Haddad a voltar atrás em sua acusação de que Mourão era um torturador.

    'O Geraldo Azevedo realmente foi torturado e realmente disse que tinha sido torturado pelo Mourão. Eu me solidarizo com ele, porque toda pessoa que foi torturada está sujeita a ter esse tipo de confusão. Ele foi alvo de violência extrema, me solidarizo com ele. O esclarecimento dele também tem que ser dado a público, para que não haja dúvida, mas o fato de ele ter soltado a nota de reconhecimento de que houve uma confusão foi uma oportunidade dele esclarecer', disse Haddad a jornalistas ao ser questionado sobre o esclarecimento de Azevedo.

    Mais cedo na sabatina, Haddad havia afirmado: 'Bolsonaro nunca teve nenhuma importância no Exército. Mas o Mourão foi, ele próprio, torturador. O Geraldo Azevedo falou isso. Ver um ditador como eminência parda de uma figura como Bolsonaro deveria causar temor em todos os brasileiros minimamente comprometidos com o Estado Democrático de Direito'.

    Apesar de ter recuado da acusação sobre Mourão ter sido um torturador, o candidato do PT criticou o general da reserva por enaltecer, segundo Haddad, 'o principal torturador' do regime militar, Brilhante Ustra.

    'Isso não muda o fato de que o Mourão, quando passou para a reserva, disse com todas as letras que o Ustra, que é um torturador, era uma das suas referências. Então, tanto o Bolsonaro quanto o Mourão têm o Ustra como referência, isso não muda', afirmou.

    Mourão, de 65 anos, entrou na Academia Militar das Agulhas Negras em 1972 e se formou aspirante-a-oficial em dezembro de 1975, aos 22 anos. De acordo com sua biografia, Geraldo Azevedo foi preso duas vezes, em 1969 e em 1974, e torturado.

    BURBURINHO

    Questionado na sabatina se havia razões concretas para que as pessoas tivessem medo de um governo Bolsonaro, Haddad afirmou que há 'burburinhos' sobre um possível golpe militar, mas que não é possível estimar a real probabilidade disso acontecer.

    'Uma minoria do Exército tem essa ambição? Tem. Aeronáutica e Marinha eu acho que não. A gente não sabe o tamanho desse burburinho, o potencial dele. É um risco que a gente não pode correr. Por isso ele (Bolsonaro) não pode ser eleito. Para quê correr o risco?', disse.

    O petista afirmou ainda que não teme o candidato em si, afirmando que Bolsonaro é 'um tolo', mas sim quem está por trás do capitão da reserva.

    'O que é líquido e certo é que ele (Bolsonaro) é uma pessoa vazia. Ele não tem uma ideia, ele não vem num debate comigo porque não é capaz de defender uma ideia. É uma coisa constrangedora. Agora, o problema é o que sai do porão com ele, que é o Mourão e outras pessoas', afirmou.

    REDES SOCIAIS

    Questionado sobre os erros na condução da campanha, Haddad admitiu que o partido cometeu a falha estratégica de não antecipar o uso das redes sociais para impulsionar conteúdo contra o PT, e citou fala do diretor do instituto Datafolha, Mauro Paulino, de que as notícias falsas disseminadas nas redes tiveram influência direta nas eleições no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

    'Acho que cometemos um erro estratégico porque não pensamos que eles iriam usar o WhatsApp para obter financiamento ilegal de campanha. Não contei com isso', disse.

    'Estamos falando do novo caixa 2. Estão driblando o velho caixa 2 e criando um novo', afirmou.

    (Por Lisandra Paraguassu em Brasília, Maria Clara Pestre e Pedro Fonseca no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro diz que faltou tato a Mourão ao falar sobre Constituinte de notáveis e autogolpe

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, admitiu nesta segunda-feira que faltou 'um pouco de tato' do seu colega de chapa, o general da reserva Hamilton Mourão, que afirmou publicamente ser favorável à realização de uma Constituinte com a presença de pessoas não eleitas pelo voto e também a possibilidade de um presidente da República perpetrar um autogolpe.

    'Ele é general, eu sou capitão, mas eu sou presidente. Eu desautorizei nesses dois momentos', disse ele em entrevista ao vivo ao Jornal Nacional, ao destacar que jamais poderia admitir uma nova Constituinte sem ter poderes para tal.

    Bolsonaro afirmou que não entendeu direito o que Mourão quis dizer com autogolpe, mas destacou também que isso não existe. Ao ressaltar que serão 'escravos da nossa Constituição', o presidenciável disse que está disputando a eleição porque aceita se submeter ao voto popular.

    'Tenho certeza que uma vez eleito, falta ao general ainda um pouco de tato, convivência com a política e ele rapidamente se adequará à realidade brasileira e à função tão importante que é a dele. Então, general Mourão, agradeço à sua participação, mas ele foi infeliz, deu uma canelada', disse.

    Bolsonaro afirmou que poderá propor ao Congresso uma proposta de redução da maioridade penal, que o povo quer, e destacou que não vai aceitar o chamado toma lá dá cá nem a imposição de nomes para escolher o 'nosso time de ministros'.

    O presidenciável do PSL venceu o primeiro turno, mas não conseguiu a maioria necessária para ser eleito e terá que enfrentar o candidato do PT, Fernando Haddad, numa segunda rodada de votação no final do mês.

    (Por Ricardo Brito)

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    Chance de ganhar no 1º turno é de 40%, diz vice de Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), afirmou neste domingo que a chance de a coligação vencer a corrida ao Palácio do Planalto no primeiro turno é de 40 por cento, mas destacou que a campanha não se frustrará se a vitória não ocorrer agora.

    'Temos uma grande possibilidade, mas as últimas avaliações são que teria 40 por cento de chances de ganhar no primeiro turno, então não é algo certo, né?', disse o candidato a vice, em entrevista logo após votar em uma escola localizada no Setor Militar Urbano de Brasília.

    'Não, não (frustração por não vencer no primeiro turno). Em absoluto. Seria muito bom se ocorresse, mas se não ocorrer faz parte do processo. O pessoal tem que se decidir mais ainda', afirmou.

    O candidato a vice considera que a vitória da chapa, seja neste domingo ou no segundo turno, vai ser positiva. Ele ressalvou que uma vitória logo seria 'bom porque a gente teria mais três semanas para preparar o que temos para preparar'.

    Questionado se um segundo turno não seria melhor para o debate de ideias, ele respondeu: 'Se cair nesse nível, acharia ótimo porque não houve um debate de ideias para valer nesse primeiro turno'. Ele reforçou que isso pode ocorrer mesmo contra o PT.

    Ao contrário de Bolsonaro, que tem dado várias declarações colocando em xeque a segurança das urnas eletrônicas, o candidato a vice também destacou a lisura do processo de votação. 'Se a gente não acreditasse na lisura do sistema, não estaríamos participando', disse.

    O candidato a vice não quis comentar na entrevista após votar a fala da véspera, concecida no Aeroporto de Brasília, em que falou de 'branqueamento da raça' ao chamar o neto de 'um cara bonito'. Nesta manhã ele limitou-se a dizer: 'Sem comentários'.

    O candidato a vice repetiu a fala de que não tem preferência por concorrente na disputa de segundo turno -- as pesquisas apontam que deve ser contra o petista Fernando Haddad. 'Como diz a infantaria, o que vier, nós traça', disse.

    Mourão afirmou que a chapa já está vendo apoios políticos para um segundo turno. 'Esa é uma questão que está sendo tratada pelo próprio deputado Bolsonaro e a imprensa tem publicado já aí varias parlamentares de diferentes bancadas', disse.

    Perguntado sobre composição de governo, o colega de chapa de Bolsonaro disse que tem que perguntar para o presidenciável. 'Tem que perguntar para ele, sou um zero dois, zero dois só acompanha e assessora', disse.

    O candidato a vice, que disse que viaja para o Rio de Janeiro nesta tarde para acompanhar o resultado da votação ao lado de Bolsonaro, elogiou a recuperação do cabeça de chapa -- que sofreu um atentado à faca.

    'Está muito bem, feito essas lives, lógico que não pode falar mais de 15, 20 minutos por causa do problema, mas acho que mais uns 10 dias vai estar em condições de participar mais da campanha', disse.

    Mourão afirmou que vai depender de Bolsonaro uma eventual participação em debates no segundo turno, mas destacou que uma campanha de rua ele acha 'difícil'.

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    'Meu neto é um cara bonito, branqueamento da raça', diz vice de Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB), fez uma declaração polêmica na véspera do primeiro turno das eleições, ao se despedir de jornalistas após entrevista no aeroporto de Brasília, neste sábado.

    'Gente, deixo ir lá que meus filhos estão me esperando. Ó, meu neto é um cara bonito, viu ali. Branqueamento da raça', disse, em meio a risos.

    Mourão afirmou que aposta numa vitória da chapa já no primeiro turno. Ele disse que há uma 'onda verde-amarela', que se 'agigantou' nos últimos dias. 'A gente anda pela rua, a gente vê as pessoas falando. Eu vejo muito poucos dizendo que estão contra. Então estou com essa expectativa positiva', disse.

    O candidato a vice destacou que não acredita que haja uma onda em favor do candidato do PDT, Ciro Gomes, que está em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Ele disse que Ciro está 'parado no tempo, tem que atualizar o discurso dele'.

    Mourão afirmou ainda que prefere concorrer em um eventual segundo turno contra o candidato do PT, Fernando Haddad. 'Lógico, sou do Exército. A infantaria, que é uma de nossas armas, diz o seguinte: 'O que vier, nós traça'', disse.

    Pesquisas Datafolha e Ibope, divulgadas na noite deste sábado, indicaram um segundo turno entre ambos. O Datafolha trouxe o candidato do PSL com 40 por cento dos votos válidos, e o petista, com 25 por cento. E o Ibope mostrou Bolsonaro com 41 por cento dos votos válidos, e Haddad tem 25 por cento.

    Segundo o candidato a vice, Bolsonaro vai ter que participar dos debates em um eventual segundo turno, se estiver 'bem pessoalmente'.

    O presidenciável do PSL foi alvo de um ataque à faca no início de setembro e, após passar três semanas hospitalizado, se recupera em casa. Mourão disse que seu colega de chapa não está 'bem ainda, não pode falar mais de 10, 15 minutos'.

    Questionado sobre o fato de Bolsonaro não ter participado de debates, mas ter dado entrevistas, o colega de chapa rebateu. 'Sentado é diferente, outra coisa é numa tensão do debate, que você tem que reagir e às vezes a emoção pode aflorar e não é bom', disse.

    Mourão evitou falar sobre polêmicas anteriores, quando foi questionado sobre crítica que ele já tinha feito sobre o pagamento do décimo terceiro salário. 'Esse assunto já morreu, não falo sobre ele', limitou-se a dizer. 'Não falo mais sobre esse assunto', completou, após ser pressionado por um repórter para falar se conversou com Bolsonaro.

    O candidato a vice tentou explicar declaração de Bolsonaro no Twitter sobre o fato de ele não negociar cargos. 'É aquela história do balcão de negócios. É que tem muita gente desembarcando (de outras candidaturas) querendo já botar o pino nesse avião e entrar, né?', avaliou.

    Segundo o candidato a vice, o discurso da candidatura é de união de todos os brasileiros, a despeito de divergências de pensamento. Ele classificou os debates do primeiro turno de 'fraquíssimos', em que se buscou atacar pessoalmente candidatos em vez de debater propostas.

    'Muita coisa (deixou de ser discutida). Deixou de se discutir quais serão as reformas, como é que elas serão feitas, muita gente fala de parceria público-privada. Como é que vai fazer para garantir isso? Alguém falou em política externa? Ninguém falou em política externa, tem que falar isso', disse.

    O candidato a vice se mostrou contente com os apoios de frentes parlamentares do agronegócio, da segurança pública e dos evangélicos ao presidenciável do PSL, conforme antecipou reportagem da Reuters na terça-feira. Mourão disse que hoje Bolsonaro teria maioria no Congresso, mas é preciso esperar o resultado das urnas para saber se em 2019 essa situação se repete.

    (Por Ricardo Brito)

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    Eleição de Bolsonaro pacificará o país, afirma general Mourão

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato à vice-presidência da chapa de Jair Bolsonaro, o general da reserva Hamilton Mourão, defendeu nesta quinta-feira que a vitória do presidenciável do PSL pacificará o país, assim como fez Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro, onde ambos fizeram carreira.

    'Lembrem-se: Bolsonaro e eu viemos do Exército Brasileiro. Quem é o nosso patrono? É Duque de Caxias, aquele que pacificou todas as guerras de povos que ocorreram no Século 19 e quase dividiram o país, mas ele fez muito mais do que pacificar', disse Mourão após participar de um evento promovido por seu partido, o PRTB, em Guarulhos, em São Paulo.

    'A cada termo de intervenção, ele concedia a anistia e trazia todos aqueles brasileiros para o seio da nação', disse Mourão. 'É isso que o Bolsonaro vai fazer, nós todos somos brasileiros, não existe nós e eles, existe Brasil e seus habitantes', afirmou o general da reserva.

    Mourão tem estado no centro de polêmicas ao longo das últimas semanas, quando Bolsonaro ficou hospitalizado após ser esfaqueado durante um evento de campanha em Juiz de Fora (MG).

    Em um evento em Manaus, o general afirmou que famílias de mães e avós, sem pais ou avôs, são 'fábricas de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    Em outra ocasião, durante uma palestra a empresários no Rio Grande do Sul, Mourão se referiu ao décimo terceiro salário, um benefício garantido ao trabalhador pela Constituição, como 'jabuticaba brasileira' e defendeu a realização de uma reforma trabalhista séria.

    Após a declaração, Bolsonaro, ainda hospitalizado naquele momento, recorreu ao Twitter para se posicionar e afirmou que quem critica o benefício demonstra desconhecer a Constituição.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    Coligação aceitará resultado mesmo em caso de derrota, diz vice de Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que uma eventual vitória do PT na corrida ao Palácio do Planalto não seria motivo para um golpe militar no país e que a coligação dele não vai se insurgir contra uma derrota no pleito.

    Na sexta-feira, Bolsonaro afirmou em entrevista que não iria aceitar qualquer resultado das eleições presidenciais que não fosse sua vitória e não quis opinar sobre a hipótese se Forças Armadas brasileiras aceitariam tacitamente uma vitória do candidato do PT, seu provável adversário no segundo turno, Fernando Haddad.

    'Ele (Bolsonaro) já voltou atrás, já tem outra notícia aí. Aquilo foi no calor da disputa. Derrotou, perdeu, perdeu', disse Mourão a jornalistas, ao chegar em Brasília.

    'Na minha visão é o seguinte: se o Brasil voltar a eleger o Partido dos Trabalhadores, nós vamos voltar a ter incompetência, má gestão e corrupção. Isso está muito ruim para o país', acrescentou.

    Questionado se essa avaliação que faz do PT não seria motivo para um eventual golpe, ele respondeu: 'não, as Forças Armadas estão quietinhas aí, sob o comando dos seus comandantes.' Disse ainda que é 'lógico' que elas vão aceitar o resultado e que faz parte do processo eleitoral.

    'Olha, não são as Forças Armadas que estão falando que querem tomar o poder, isso é o José Dirceu que andou falando que quer acabar com o Ministério Público, os poderes. Imagine se eu falasse um negócio desses? E ninguém comenta, né', afirmou.

    Bolsonaro e apoiadores têm questionado publicamente a suspeita de que possa haver fraude nas urnas eletrônicas, diante do fato de que não há o voto impresso para se fazer uma checagem.

    Mourão disse achar que não vai ser necessário fazer uma auditoria das urnas. 'Depende do resultado, está muito cedo para falar disso', afirmou.

    SILÊNCIO

    Após se envolver em polêmicas públicas, como no momento em que fez críticas ao pagamento do décimo terceiro salário, o candidato a vice afirmou que não terá nenhuma atividade de caráter externo nesta última semana de campanha para o primeiro turno e que, na terça-feira, vai participar em São Paulo de um ato de campanha com candidatos do PRTB, seu partido.

    Questionado se vai participar de eventos e ficar falando, ele disse que não, que está em 'silêncio obsequioso'. Ele admitiu que Bolsonaro 'julgou que a gente tem que manter a calma nesta última semana'.

    Mourão disse que não vai a um debate com candidatos a vice na TV, marcado para esta noite, 'por orientação' de Bolsonaro, com quem se reuniu pessoalmente no domingo no Rio de Janeiro.

    Na entrevista, o candidato a vice também não quis comentar a declaração de Bolsonaro de que vice que fala muito pode acabar atrapalhando. 'Isso aí é uma questão de foro íntimo, não vou comentar isso aí', limitou-se a dizer.

    Mourão afirmou que o médico de Bolsonaro, que recebeu alta hospitalar no sábado após três semanas se recuperando de um atentado à faca, não quer que ele vá ao debate na TV Globo, a emissora líder de audiência na quinta-feira, a três dias do primeiro turno. O candidato a vice também acha que ele não deve ir.

    '(Bolsonaro) está com vontade, mas o problema é ficar em pé, dura umas três horas, acho complicado para ele', disse, ao avaliar, contudo, que o debate em si não vai mudar a sucessão. Disse que a disputa deverá se dar no segundo turno entre Bolsonaro e Fernando Haddad.

    O candidato a vice afirmou que as manifestações no fim de semana --no sábado contra Bolsonaro e no domingo a favor-- 'mais ou menos se equivaleram'.

    'Está dentro dessa divisão que estamos tendo e que vai ser definido no domingo que vem, realmente com o que vai acontecer', disse.

    Questionado sobre se há preocupação com o voto feminino, Mourão disse que não.

    'Está empate, né? Voto feminino está empate. Acho que nós teremos uma grande votação entre as mulheres. A última pesquisa está com os dois empatados em torno da preferência do eleitorado feminino', disse.

    O candidato a vice afirmou que há uma 'grande possibilidade' de a chapa vencer no primeiro turno. Se isso não ocorrer, ele disse que a campanha vai disputar no segundo turno contra Haddad e que vai tentar explorar o antipetismo para vencer.

    'Acho que vamos capitalizar no Brasil esse sentimento anti, que não quer a volta desse grupo à Presidência”, disse, ao avaliar que é “mais fácil” derrotar o Haddad.

    O candidato a vice afirmou que há margem para a campanha de Bolsonaro buscar aliados em um eventual segundo turno e citou os candidatos do Podemos, Alvaro Dias, e do Novo, João Amoêdo. Disse que parcela dos eleitores do tucano Geraldo Alckmin devem apoiar o presidenciável do PSL também.

    Mourão afirmou que a campanha tem sido procurada por partidos que apoiam outros candidatos no primeiro turno, mas não quis declinar.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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