alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE mourao

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro tenta encerrar crise entre filho e Mourão enquanto Carlos mantém postagens contra o vice

    Bolsonaro tenta encerrar crise entre filho e Mourão enquanto Carlos mantém postagens contra o vice

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de seu filho Carlos usar as redes sociais ao longo do dia para fazer ataques diretos ao vice-presidente Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro usou mais uma vez o porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros, para tentar debelar a crise mas, ao mesmo tempo que fez elogios a Mourão, defendeu Carlos, a quem atribui sua vitória nas eleições de 2018.

    'De uma vez por todas o presidente gostaria de deixar claro o seguinte: quanto a seus filhos, em particular ao Carlos, o presidente enfatiza que ele sempre estará a seu lado. O filho foi um dos grandes responsáveis pela vitória nas urnas contra tudo e contra todos. 'É sangue do meu sangue'', disse o porta-voz, citando Bolsonaro.

    'Em relação ao general Hamilton Mourão, o presidente destacou que o general é o subcomandante do governo. Ele topou o desafio das eleições e terá a consideração e o apreço do senhor presidente.'

    A mais nova rodada de ataques de Carlos ao vice-presidente começou na noite de segunda-feira, depois de Mourão ter respondido as críticas do escritor Olavo de Carvalho aos militares. Carlos, que é seguidor de Carvalho, o defendeu no Twitter e centrou seus ataques no vice-presidente.

    Na noite de segunda-feira, Carlos repostou em suas contas no Twitter e Instagram um post da jornalista Raquel Sherazade em que ela criticava Bolsonaro e elogiava Mourão. O vice-presidente curtiu o post.

    'Tirem suas próprias conclusões. E tem muito mais... não se atente no que a pessoa diz, mas em quem curtiu', escreveu Carlos.

    Em seguida, um de seus seguidores chamou a atenção de Carlos para o convite de uma palestra que Mourão fez no instituto Wilson Center, um centro de estudos de políticas públicas norte-americano. O texto diz que os primeiros 100 dias foram marcados pela paralisia do governo Bolsonaro devido a 'sucessivas crises geradas pelo próprio círculo interno do presidente'. Acrescenta, ainda, que Mourão vem surgindo como uma 'voz moderada' no governo.

    'Se não visse não acreditaria que aceitou (o convite) com tais termos', escreveu Carlos. 'Este jogo está muito claro.'

    Em um dos posts, quando um seguidor pergunta se Mourão está contra o presidente, Carlos responde: 'será ou com certeza?'

    Os últimos posts de Carlos contra Mourão foram publicados na noite desta terça, logo depois da fala do porta-voz.

    'Naquele fatídico dia em que meu pai foi esfaqueado por ex-integrante do PSOL e o tal de Mourão em uma de suas falas disse que aquilo tudo era vitimização', escreveu, postando uma frase do vice à época. Em seguida, publicou: 'Nunca foi por briga e sim pela verdade.'

    Depois de evitar comentar pela manhã as ações de Carlos, ao sair da Vice-Presidência no final da tarde, Mourão disse que é preciso ter calma com a situação.

    'É o seguinte: calma, todo mundo emite sua opinião, tal e coisa. Então, a minha mãe sempre dizia uma coisa, quando um não quer dois não brigam”, disse o vice.

    Entre seguidores de Carlos nas mídias sociais, cresce o número dos que acusam o vice-presidente de traidor. No entanto, o vereador também foi bastante criticado por fomentar crises no governo.

    O filho do presidente é o responsável por gerenciar as redes sociais de Bolsonaro e, apesar de não ter cargo, é um dos olavistas mais influentes no governo.

    Por meio do porta-voz, mesmo defendendo o filho, Bolsonaro preferiu se distanciar das postagens de Carlos.

    'Além dessas considerações, o senhor presidente evidencia que declarações publicadas nas mais diversas mídias são de exclusiva responsabilidade daquele que as emite', disse Rêgo Barros.

    Em conversa com a Reuters, uma fonte palaciana destacou o fato do Twitter do presidente, em que Carlos posta em nome do pai, praticamente não foi acionado desde sábado, quando foi postado o vídeo de Carvalho criticando os militares, apagado em seguida. No domingo, Bolsonaro colocou apenas uma mensagem de Páscoa. Seria um sinal da intenção de diminuir os focos de crise no governo.

    Como mostrou a Reuters, a ordem no Planalto agora é ignorar as postagens de Olavo de Carvalho, origem da crise mais recente.

    'O presidente ressaltou também, de forma genérica, que quaisquer outras influências externas ao governo que venham a contribuir para as mudanças propostas para o Brasil serão muito bem-vindas', disse o porta-voz, em uma nova versão da crítica feita no dia anterior a Carvalho.

    Na noite de segunda, também através do porta-voz, Bolsonaro respondeu pela primeira vez às críticas do escritor. Em meio a elogios a Carvalho e suas 'boas intenções', disse que suas declarações não contribuem para a “unicidade de esforços” e para o projeto do governo.

    3

    0

    48

    1 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Carlos Bolsonaro usa redes sociais para atacar Mourão

    Carlos Bolsonaro usa redes sociais para atacar Mourão

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro fez ataques diretos em suas redes sociais ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, em mais um capítulo da disputa interna no governo entre as alas militares e os chamados olavistas, ligados ao escritor Olavo de Carvalho.

    Na noite de segunda-feira, depois de Mourão responder as críticas de Carvalho aos militares no governo, Carlos repostou em suas contas no Twitter e Instagram, um post da jornalista Raquel Sherazade em que ela criticava Bolsonaro e elogiava Mourão. O vice-presidente curtiu o post.

    'Tirem suas próprias conclusões. E tem muito mais... não se atente no que a pessoa diz, mas em quem curtiu', escreveu Carlos.

    Em seguida, um de seus seguidores chamou a atenção de Carlos para o convite de uma palestra que Mourão fez no instituto Wilson Center, um think thank de políticas públicas norte-americano. O texto, uma apresentação da apresentação, diz que os primeiros 100 dias foram marcados pela paralisia do governo Bolsonaro devido a 'sucessivas crises geradas pelo próprio círculo interno do presidente'. Acrescenta, ainda, que Mourão vem surgindo como uma 'voz moderada' no governo.

    'Se não visse não acreditaria que aceitou (o convite) com tais termos', escreveu Carlos. 'Ainda está muito mais. Este jogo está muito claro.'

    Em um dos posts, quando um seguidor pergunta se Mourão está contra o presidente, Carlos responde: 'será ou com certeza?'

    Entre seus seguidores, cresce o número dos que acusam o vice-presidente de traidor. No entanto, Carlos também foi bastante criticado por fomentar crises no governo.

    O filho do presidente é o responsável por gerenciar as redes sociais de Bolsonaro e, apesar de não ter cargo, é um dos olavistas mais influentes no governo. Na segunda, depois de Mourão reagir às críticas do escritor aos militares dizendo que ele deveria se restringir à atividade de astrólogo, Carlos saiu em defesa de Olavo de Carvalho.

    Em um tuíte, afirmou que Olavo de Carvalho “é uma gigantesca referência do que vem acontecendo há tempos no Brasil” que 'desprezar isso só tem três motivos: total desconhecimento, se lixando para os reais problemas do Brasil ou acha que o mundo gira em torno de seu umbigo por motivos que prefiro que reflitam”.

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho mais novo do presidente, outro seguidor de Carvalho, retuitou o post.

    Na noite de segunda, através do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, Bolsonaro respondeu pela primeira vez às críticas do escritor. Em meio a elogios a Carvalho e suas 'boas intenções', disse que suas declarações não contribuem para a “unicidade de esforços” e para o projeto do governo.

    Na manhã desta terça, antes da reunião ministerial, Bolsonaro reuniu os ministros e o vice-presidente para uma cerimônia de troca da bandeira em frente ao Palácio da Alvorada. Mourão aparentava um certo incômodo ao participar do evento ao lado do presidente. Enquanto Bolsonaro brincava com os ministros, o vice não sorriu e se manteve olhando para frente.

    2

    0

    68

    2 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que Olavo deve se limitar à função de astrólogo e escritor reage

    Mourão diz que Olavo deve se limitar à função de astrólogo e escritor reage

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O escritor Olavo de Carvalho disparou mais uma onda de ataques ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, nesta segunda-feira, depois de Mourão afirmar que Carvalho deveria se limitar à posição de astrólogo.

    Neste final de semana, um vídeo em que Carvalho diz que o presidente Jair Bolsonaro está cercado de intrigas e criticou os militares, a quem acusou de terem destruído a direita brasileira durante a ditadura e de abrirem espaço para o comunismo.

    'Qual foi a última contribuição das escolas militares para a alta cultura nacional? As obras do Euclides da Cunha. Depois de então foi só cabelo pintado e voz empostada. Cagada, cagada. Esse pessoal subiu ao poder em 1964, destruiu os políticos de direita e sobrou o quê? Os comunistas', afirmou.

    O vídeo chegou a ser distribuído nas redes sociais de Bolsonaro, que são controladas por seu filho Carlos. Foi apagado e depois postado por Carlos em sua própria conta, mas foi deletado novamente.

    'Mostra o total desconhecimento dele do ensino militar e é até bom a gente convidá-lo para ir nas nossas escolas para conhecer', disse Mourão, que é general da reserva do Exército, quando questionado sobre o vídeo. 'E acho que ele deve se limitar à posição que ele desempenha bem, que é de astrólogo que prevê as coisas, ele é bom nisso.'

    Mourão disse ainda que Carvalho, tratado como guru ideológico de parte do governo --especialmente dos filhos do presidente-- 'perdeu o timing' e não está entendendo o que está acontecendo no Brasil.

    'Até porque ele mora nos Estados Unidos e não está apoiando o governo, não está sendo bom para o governo', afirmou o vice-presidente.

    Ao ser chamado de 'astrólogo', Olavo de Carvalho respondeu ao vice e o chamou de 'adolescente desqualificado para qualquer debate sério'.

    'O Mourão deveria se limitar à única função que desempenha bem, de modelo. Se o presidente tem a humildade suficiente para reconhecer a dívida que tem para comigo, seus inferiores não deveriam se expor ao ridículo de fingir que não me devem nada', escreveu em suas contas nas redes sociais, acrescentando ainda que o vice-presidente 'não tem capacidade' para julgar sua 'obra'.

    Em seguida, Carlos Bolsonaro também foi às redes sociais defender o escritor. O filho do presidente, que controla as contas do pai no Twitter e Facebook, afirmou que Olavo de Carvalho 'é uma gigantesca referência do que vem acontecendo há tempos no Brasil'.

    'Desprezar isso só tem três motivos: total desconhecimento, se lixando para os reais problemas do Brasil ou acha que o mundo gira em torno de seu umbigo por motivos que prefiro que reflitam', escreveu o filho do presidente.

    Essa não é a primeira vez que Olavo de Carvalho ataca os militares mais próximos do Planalto. Em março deste ano, o auto-intitulado filósofo chamou o vice-presidente de 'idiota' e que Bolsonaro está cercado de traidores.

    No início deste mês, atacou o ministro da Secretaria de Governo, general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, em uma série de tuítes, e chegou a dizer que o ministro 'não presta'.

    Em nenhum dos casos Bolsonaro saiu em defesa de seus auxiliares.

    0

    0

    40

    3 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão discute pressão contra Venezuela com vice-presidente dos EUA

    Mourão discute pressão contra Venezuela com vice-presidente dos EUA

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O vice-presidente Hamilton Mourão se encontrou com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, na Casa Branca nesta segunda-feira para discutir sanções e esforços diplomáticos visando aumentar a pressão pela saída do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

    Em sua primeira conversa com Mourão, Pence tentou encorajar o general da reserva a usar sua experiência e influência para pedir que líderes militares da Venezuela --assim como da China e da Rússia-- retirem seu apoio a Maduro, segundo autoridade da Casa Branca.

    Os Estados Unidos, o Brasil e maior parte dos países do Ocidente têm apoiado o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que se declarou presidente interino do país em janeiro, afirmando que a reeleição de Maduro em 2018 foi ilegítima.

    Maduro --que é apoiado pela Rússia, China e mantém controle das funções estatais e das Forças Armadas venezuelanas-- tem retratado Guaidó como um fantoche dos Estados Unidos.

    Guaidó ofereceu anistia a militares que ficarem do seu lado, mas o alto escalão das Forças Armadas tem mantido em grande parte o apoio a Maduro.

    Mourão, que foi adido militar em Caracas, “tem uma perspectiva muito única” no que se refere a ajudar a convencer líderes militares venezuelanos a trocarem de lado, disse a autoridade da Casa Branca sob condição de anonimato.

    “Ele fala com uma credibilidade única de dentro da região como um líder político graduado com um histórico militar. Essa voz é muito importante, e ele está usando essa voz para avançar a causa”, disse a autoridade.

    Mourão também está em uma boa posição para confrontar a Rússia e a China por seu apoio a Maduro, uma vez que o Brasil é um parceiro dos dois países no grupo de economias emergentes Brics, disse a autoridade.

    Os Estados Unidos impuseram sanções contra a petrolífera estatal venezuelana PDVSA em janeiro, visando cortar as receitas de petróleo do governo Maduro, além de penalizar transportadoras e bancos venezuelanos e indivíduos ligados a Maduro.

    A Casa Branca gostaria que aliados como o Brasil tomassem medidas econômicas semelhantes para isolar a Venezuela, segundo a autoridade.

    0

    0

    16

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Posição brasileira sobre coexistência de Israel e Palestina não mudou, diz Mourão

    Posição brasileira sobre coexistência de Israel e Palestina não mudou, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, avaliou nesta segunda-feira que a visão diplomática brasileira sobre a necessidade de uma coexistência pacífica entre israelenses e palestinos na região no Oriente Médio não mudou, mesmo com a recente aproximação do Brasil com Israel.

    'Eu tenho aqui que uma vez que os países árabes e os palestinos em particular entendam o alcance dessa decisão, que não muda a nossa visão diplomática da necessidade de que palestinos e israelenses tenham uma coexistência pacifica naquela região, conforme desde 1947 o Brasil apoia', disse Mourão.

    'A partir do momento que eles entendam que isso continua, não teremos problema', acrescentou.

    Ao comentar o fato de que a Palestina estava considerando chamar o embaixador no Brasil, Ibrahim Alzeben, para consultas --um maneira de manifestar desagrado na diplomacia--, o presidente em exercício afirmou que era preciso aguardar.

    'Chamar para consultas ele vai lá, bate um papo e volta', disse Mourão, lembrando que isso é parte das pressões normais na situação.

    Mourão explicou que o presidente Jair Bolsonaro consultou vários membros da equipe e ouviu as ponderações antes de tomar uma decisão.

    'Eu não vejo também nada demais, é algo que não tem nada a ver com a diplomacia. Podemos até considerar algo como um passo intermediário naquela ideia inicial do presidente de mudar a embaixada', argumentou.

    Bolsonaro confirmou, durante a visita a Israel, a intenção anunciada semana passada de abrir um escritório de negócios em Jerusalém, em oposição à mudança da embaixada para a cidade, disputada como capital por palestinos e israelenses.

    De acordo com o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, o escritório não será ligado à embaixada e não será tocado por diplomatas.

    Ainda assim, os palestinos reagiram mal e chegaram a ameaçar chamar para consultas o embaixador. Alzeben, no entanto, disse à Reuters que não foi chamado oficialmente e a situação está sob análise, a depender do desenrolar da visita. [nL1N21J093]

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    20

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Não há como sustentar modelo atual do BPC, diz Mourão a empresários

    Não há como sustentar modelo atual do BPC, diz Mourão a empresários

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta terça-feira que o modelo atual do Benefício de Prestação Continuada (BPC) é insustentável e, embora tenha afirmado que será uma 'briga' alterar o modelo no âmbito da reforma da Previdência, defendeu em palestra a empresários que este tema precisa ser enfrentado.

    Em evento na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Mourão disse que, pelo modelo atual, o idoso pode se aposentar recebendo um salário mínimo aos 65 anos, independente de ter contribuído com a Previdência, o que, para ele, inibiria a contribuição.

    'Se as senhores e os senhores olharem que a pessoa para se aposentar por idade tem que chegar aos 65 anos tendo pago 15 anos de contribuição e vai receber só um salário mínimo, por que é que ele tem que contribuir, se ele vai receber a mesma coisa sem contribuir?', questionou Mourão.

    'Então nós temos que olhar isso. Não há mais como sustentar isso aí. É uma briga difícil? Dificílima, mas nós temos que enfrentar isso', acrescentou, afirmando que, originalmente, quando foi regulamentado em 1993, o BPC previa pagamento de benefício a partir dos 70 anos, idade que foi posteriormente diminuída para 67 anos no governo Fernando Henrique Cardoso e para 65 anos no governo Lula.

    As declarações de Mourão sobre o BPC vêm no mesmo dia em que líderes do centrão e de outros partidos assinaram uma nota em que se posicionam contra as mudanças no benefício e que estão no texto da reforma previdenciária. [nL1N21D11X]

    Mourão também disse aos empresários que o pacto firmado na Constituição de 1988 precisa ser revisto, especialmente no que diz respeito ao modelo orçamentário.

    O vice, que é general da reserva do Exército, fez ainda avaliação de que a população precisa compreender que também tem obrigações, e não apenas direitos.

    Mais cedo, em declaração ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, Mourão defendeu a necessidade de fazer a reforma da Previdência e, num tom mais conciliador, disse que o governo Bolsonaro precisa ter determinação para levar adiante a reforma da Previdência, mas também paciência para negociar o que for necessário com os parlamentares.

    Mourão, que tem sido visto como uma alternativa mais moderada de interlocução do que Bolsonaro, fez questão de afirmar que se reunia com empresários cumprindo uma tarefa delegada a ele pelo presidente, a quem chamou, durante a palestra, de estadista e de um homem preocupado com as próximas gerações, não com as próximas eleições.

    Ainda nesta terça-feira, Mourão será a principal estrela de um jantar oferecido por Skaf na casa do presidente da Fiesp na zona sul de São Paulo que contará, na lista de convidados, com empresários que representam parcela importante da economia e diversos setores, não apenas da indústria.

    O governo Bolsonaro vive um momento de tensão com o Legislativo, especialmente após troca de farpas com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com aliados do Planalto e parlamentares declaradamente favoráveis à reforma da Previdência manifestando descontentamento com a articulação política do governo.

    0

    0

    21

    4 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que existe preconceito e falta de conhecimento sobre carreira dos militares

    Mourão diz que existe preconceito e falta de conhecimento sobre carreira dos militares

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O vice-presidente da República, general da reserva Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira que é preciso esclarecer à sociedade detalhes sobre a carreira militar para que sejam superados os preconceitos existentes, num momento em que se debate a reforma da previdência para os trabalhadores civis e para os militares.

    ”Existe uma série de preconceitos, desinformação , falta de conhecimento e peculiaridades da carreira militar”, disse Mourão em um pronunciamento passado a jornalistas por sua assessoria.

    Mourão estava no Forte São João, uma unidade militar no Rio de Janeiro, para participar de um evento fechado da Fundação Cultural do Exército Brasileiro.

    “Hoje temos a oportunidade de debater esse assunto, de mostrar a importância das Forças Armadas no conserto de todas as ações e transpor o que tem que ser a proteção social dos militares“, acrescentou.

    A proposta do governo de mudanças nas aposentadorias dos militares veio acompanhada de uma reestruturação de carreiras com aumento salarial, o que gerou críticas e polêmicas.

    A economia líquida prevista com o pacote dos militares --mudanças nas regras das aposentadorias mais a reestruturação das carreiras-- é de 10,5 bilhões em uma década enquanto que a economia com a reforma da Previdência dos trabalhadores civis e servidores públicos estima uma economia de 1,08 trilhão de reais ao longo de 10 anos.

    Quando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência para os civis foi apresentada em fevereiro, o governo informou que o projeto com as mudanças nas aposentadorias dos militares deveria gerar uma economia de 92,3 bilhões de reais.

    A economia prevista no projeto efetivamente apresentado até aumentou, passando para 97,3 bilhões de reais. Mas a reestruturação da carreira, que não havia sido anunciada em fevereiro, gerou uma estimativa de gasto de 86,85 bilhões de reais.

    Esses números geraram críticas entre os parlamentares, inclusive entre os mais simpáticos ao governo.

    Segundo Mourão, a meta principal da primeira fase do governo será a aprovação da reforma da Previdência.

    “É um momento muito importante porque nós estamos vivendo a primeira fase do nosso governo, onde o objetivo primordial é que a gente consiga realizar a Nova Previdência, também chamada de reforma da Previdência, que atinge o público civil e o militar.'

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    0

    0

    24

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que rede social não traduz opinião do governo, que deve construir pontes com Maia

    Mourão diz que rede social não traduz opinião do governo, que deve construir pontes com Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira que as redes sociais não traduzem a opinião do governo, em referência a declarações recentes de um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro que provocaram um mal-estar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e defendeu que sejam criadas pontes com o deputado.

    Até então principal articulador da reforma da Previdência, Maia já vinha mostrando descontentamento ao cobrar a articulação do governo com alguns alertas.

    Mas a temperatura subiu exponencialmente a partir de quarta-feira, quando claramente irritado o presidente da Câmara teceu duras críticas a um dos superministros do governo, Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública --um 'funcionário' de Bolsonaro, nas palavras do deputado.

    'Se por acaso o presidente Rodrigo ficou incomodado com isso, compete a nós do governo lançarmos aí as pontes e conversarmos com ele', disse Mourão, que exerce a Presidência da República em função da viagem de Bolsonaro ao Chile.

    'Rede social não tem nada a ver com a opinião que todos nós membros do governo, do Executivo, temos sobre ele como presidente de uma das Casas do Legislativo', afirmou o presidente em exercício à rádio Gaúcha. 'Eu considero particularmente o deputado Rodrigo Maia um apoiador incondicional das principais ideias que nós temos e conto, assim como todos nós do governo, com o apoio dele.'

    Em uma publicação no Twitter na quinta-feira, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), retuitou trecho de nota divulgada por Moro na véspera, em resposta a Maia, que reclamava de interferência e avisava que o projeto anticrime do ministro seria votado no momento 'oportuno' na Casa.

    'Se a gente for dar bola pra rede social, a gente não faz outra coisa', disse Mourão nesta sexta. 'Eu acho que nós temos que ter foco, nos concentrar no nosso trabalho, buscar ter a resiliência necessária para implementar as reformas que o país precisa e olhar menos para essa questão da rede social.'

    Apesar da irritação dos últimos, dias, Maia fez questão de renovar seu apoio à reforma nesta sexta. Em resposta a um tuite da deputada estadual paulista Janaina Paschoal (PSL), o presidente da Câmara afirmou, também, no Twitter, que 'nunca vou deixar de defender a reforma da Previdência'.

    Mourão reconheceu que esses 'ruídos' causam 'estranhamento', mas afirmou que integrantes do 'primeiro escalão', como ele e o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm procurado manter 'uma posição bem equilibrada' sobre a reforma da Previdência.

    'E nós consideramos que a gente tem que ter a perseverança necessária, e a paciência para levar esse assunto e convencer o conjunto não só da população, como do Parlamento da necessidade dessa reforma.'

    Para Mourão, no entanto, é 'muito importante' que o projeto de segurança pública de Moro seja aprovado, apesar do que chamou de 'alguma dificuldade' para avançar.

    (Por Maria Carolina Marcello)

    0

    0

    31

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que errou ao estimar economia de R$13 bi em 10 anos com Previdência dos militares

    Mourão diz que errou ao estimar economia de R$13 bi em 10 anos com Previdência dos militares

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira que errou quando falou que o projeto com alterações na Previdência dos militares proposto pelo governo traria aos cofres públicos uma economia de 13 bilhões de reais em dez anos

    'Está errado meu número, está errado', disse Mourão ao chegar a seu gabinete da Vice-Presidência nesta tarde.

    Mourão, que responde interinamente pela Presidência da República durante a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, havia afirmado mais cedo a jornalistas que, mesmo com a mudança na estrutura de carreira dos militares, o projeto ainda será, do ponto de vista fiscal, positivo para a União. 'Em torno de 13 bilhões (de reais) que vai economizar das Forças Armadas', disse ele naquele momento.

    Quando apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que mexe nas regras previdenciárias para servidores públicos civis e trabalhadores da iniciativa privada, a equipe econômica divulgou que o projeto para os militares traria uma economia de 92,3 bilhões de reais em uma década, embora o texto ainda estivesse em formatação.

    Na véspera, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, indicou que a reforma trará também uma reestruturação na carreira dos militares, mas não quis mensurar esse impacto, se limitando a dizer que a ideia é que o Tesouro, ao fim, tivesse um ganho líquido no processo.

    Mourão disse mais cedo que o projeto está pronto e só depende de uma decisão presidencial para ser enviado ao Congresso Nacional.

    Ao chegar em reunião na Câmara dos Deputados com a bancada do MDB, Marinho ressaltou que Bolsonaro é quem dará a palavra final sobre o quanto o governo poupará com a proposta.

    “Saldo positivo sim, valor quem vai decidir é o presidente da República”, disse.

    A apresentação da proposta tem sido uma demanda recorrente entre parlamentares, mesmo aliados do governo. Integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, onde tramita a reforma da Previdência, já avisaram que não votarão a admissibilidade da proposta enquanto não chegar o projeto dos militares.

    “Já está tudo ajustado, ele (ministro da Defesa, general da reserva Fernando Azevedo e Silva) vai apresentar para o presidente (Jair Bolsonaro) amanhã para o presidente fechar esse pacote”, disse Mourão após reunião com o ministro.

    “Não tem nada faltando definir da parte do Ministério da Defesa, só a decisão presidencial agora.”

    Segundo o vice-presidente, a alíquota de contribuição dos militares deve passar gradualmente para 14 por cento – valor que incluirá o que é recolhido para plano de saúde dos integrantes das Forças Armadas.

    CARREIRA

    Publicamente, Marinho já chegou a dizer que as mudanças na carreira dos militares envolveriam algumas gratificações pelo aperfeiçoamento de cursos, além de um alongamento da carreira, com escalonamento de suboficiais, rumo a uma ascensão mais graduada ao longo do tempo.

    Em outra frente, o secretário ressaltou que o governo se debruçava sobre alterações no caso de transferência dos locais de trabalho de militares.

    (Por Maria Carolina Marcello)

    1

    0

    41

    1 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. mourao

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.