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    Governo de Maduro pode cair de uma hora para outra como castelo de cartas, diz Mourão

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - É difícil estimar um prazo para mudanças na situação da Venezuela, mas o presidente Nicolás Maduro pode cair de uma hora para outra, 'como um castelo de cartas', disse à Reuters, em entrevista exclusiva, o vice-presidente Hamilton Mourão, nesta quinta-feira.

    'É difícil você dar prazo numa situação como essa, porque é igual a um castelo de cartas. Às vezes dá um ventinho e ele cai da noite para o dia. Vamos lembrar do Muro de Berlim, que ninguém acreditou que caísse, como caiu da noite para o dia. Quando foi, foi. Acho que na Venezuela vai ser mais ou menos assim', previu.

    Desde que o governo de Jair Bolsonaro tomou posse, o Brasil aumentou a pressão diplomática sobre a Venezuela, inclusive com a decisão de aceitar o autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, como o presidente legítimo.

    Esta semana, o governo brasileiro autorizou o grupo de Guaidó a abrir um ponto de estoque de ajuda humanitária em Roraima.

    Mourão, que já foi adido militar na Venezuela e conhece bem o país, afirma, no entanto, que o Brasil não corre o risco de se envolver demais na situação do país vizinho.

    'O envolvimento que a gente deve e podia ter já está colocado, que são as pressões diplomáticas, em termos de sanções econômicas nós temos muito pouca coisa para ser aplicada na Venezuela. O ponto lógico que poderíamos ir, já fomos', afirmou.

    O governo brasileiro crê em um movimento das Forças Armadas venezuelanas para retirar o apoio a Maduro e levar à queda do presidente do país, mas Mourão admite que o Brasil não tem mais hoje relações diretas com as Forças Armadas do país.

    'Nós perdemos muito desses contatos, porque com os expurgos sucessivos das Forças Armadas venezuelanas aqueles contatos que nós tínhamos ficaram limitados ao pessoal mais jovem, então com os militares de nível mais alto nós perdemos o contato', disse.

    Admite, no entanto, que ainda existem informações de inteligência, e elas dão conta de uma insatisfação cada vez maior da base.

    'O que a gente imagina dos dados disponíveis é que os postos mais baixos eles estão extremamente insatisfeitos, porque a crise os atinge', disse. 'Quem se beneficia nessa crise são os escalões mais elevados que estão metidos aí no narcotráfico, corrupção, próprio controle da pouca atividade econômica que ainda existe no país está na mão deles.'

    Recentemente, dois militares de posto mais alto denunciaram o governo de Maduro e declararam lealdade a Guaidó. Foi a primeira, na sequência de crises que atinge a Venezuela há vários anos, que o chavismo viu um racha entre militares de mais alto escalão.

    Mourão avalia que se começou a 'puxa uma pontinha', mas mantém a posição --defendida por outros militares do governo brasileiro-- de que a única maneira de Maduro deixar o poder é ter uma saída pelo aeroporto.

    'Se nós queremos evitar um conflito interno na Venezuela, a gente tem que abrir um caminho para o Maduro sair. Dizer 'você e teu povo aqui, vocês pegam o ouro que tem, o dinheiro que tem e algum país aí disposto a recebê-los, vocês pegam um avião e vão embora'', defendeu.

    MODERAÇÃO

    General da reserva, Mourão foi a última escolha de Jair Bolsonaro para ocupar o posto de vice --o nome preferido do presidenciável era outro general, Augusto Heleno, hoje chefe do Gabinete de Segurança Institucional, que não aceitou-- e mesmo durante a campanha ganhou uma imagem dura, conservadora.

    Desde que assumiu o posto, no entanto, o vice-presidente tem aparecido mais moderado que o próprio presidente, e é visto como uma voz razoável e mais moderna em assuntos por vezes espinhosos, como em questões de costumes ou na radical ideia presidencial de mudar a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, um tema tabu para os países árabes, com quem o Brasil tem uma relação comercial intensa.

    O vice-presidente diz não se ver nessa posição de moderador e que não tem divergências com o presidente, mas opiniões diferentes, e que todos têm direito a suas opiniões.

    'O que eu quero deixar bem claro sempre é o seguinte: enquanto não houver decisão sobre um determinado tema, a minha visão sempre foi assim, todos têm que dar as suas opiniões de modo que o comandante --então no nosso caso o presidente, o decisor-- ele tenha os melhores elementos disponíveis para tomar a decisão dele. Agora, a partir do momento em que ele tomar a decisão dele, mesmo que seja contrária ao que eu penso, eu passo a ser o defensor mais ardoroso dela', explicou.

    Nas relações internacionais essa versão do vice-presidente ponderado tem surgido com mais frequência, frente a um chanceler, Ernesto Araújo, que defende um alinhamento automático com os Estados Unidos de Donald Trump e criticou abertamente a União Europeia, entre outras posições pouco diplomáticas. Entre embaixadores sediados em Brasília, o general é sim visto como uma voz razoável dentro do governo Bolsonaro.

    Mourão tem recheado sua agenda de encontros com diversos embaixadores, inclusive de países árabes. Confirma que, no caso desses últimos, o assunto é a transferência da embaixada.

    'Existe algumas ideias de que isso poderia trazer o terrorismo islâmico para o Brasil. Eu acho que essa é uma hipótese, mas uma hipótese mais remota. Eu acho que a preocupação maior é com a questão econômica, o comércio com os países árabes', disse. 'Não está decidido ainda. Acho que esse assunto vai ficar um pouco para as calendas. Depois a gente vê o que vai acontecer.'

    (Reportagem adicional de Anthony Boadle)

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    ENTREVISTA-Presidente deve dar 'ordem unida' nos filhos depois de acertar situação de Bebianno, diz Mourão

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira, em entrevista exclusiva à Reuters, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda vai tomar uma decisão sobre a permanência no cargo do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e avaliou que o chefe do Executivo 'vai dar uma ordem unida na rapaziada', em uma referência aos filhos do presidente.

    'O presidente vai tomar uma decisão, foi uma coisa que ele me disse. Acho que ele está aguardando o momento para conversar com o ministro e acertarem os ponteiros', disse à Reuters o vice-presidente, que contou ter conversado com Bolsonaro no início da tarde.

    Envolvido em denúncias de que o seu partido, PSL, teria criado candidatas laranja para ter acesso a recursos do financiamento público de campanha, Bebianno entrou em um processo de fritura e sofreu um ataque direto de um dos filhos do presidente, Carlos. O vereador chamou o ministro de 'mentiroso' em sua conta no Twitter, negando que Bebianno tivesse conversado com Bolsonaro, como tinha afirmado.

    Na sequência, Carlos vazou um áudio enviado por Bolsonaro a Bebianno em que o presidente dizia que não poderia conversar com seu ministros. No início da noite de quarta, Bolsonaro compartilhou os tuítes do filho.

    'Eu acho que ficou chato essa discussão via imprensa', comentou o vice-presidente, acrescentando que foi uma escalada de fatos, com Bolsonaro incomodado com as denúncias, e que terminou com a entrada de Carlos 'no circuito'.

    'A minha posição é uma só: se tem denúncia, tem de ser apurada. Aí você toma a atitude. Eu acho que condenar uma pessoa a priori acho muito chato.'

    O envolvimento direto de um dos filhos do presidente e o vazamento de um áudio de Bolsonaro enviado a um ministro incomodaram ministros e parlamentares da base. Mourão acredita que Bolsonaro deverá colocar ordem na atuação da família a partir de agora.

    'A minha visão é que estamos num momento de acomodação. Também tem que ser levado em conta que o presidente vem passando por uma série de problemas de saúde. É óbvio que isso deixa a pessoa numa situação mais frágil. Agora está voltando sem a preocupação de ter de fazer mais cirurgias, de correr riscos, então eu acredito que ele vai dar uma ordem unida aí nessa rapaziada', disse o vice-presidente.

    Mourão afirmou que existe muita 'ilação' na avaliação de que há influência dos filhos de Bolsonaro --Carlos, vereador no Rio de Janeiro, Eduardo, deputado federal, e Flávio, recém-eleito senador-- dentro do governo, mas que possivelmente agora, fora do hospital, Bolsonaro deve chamar seus filhos para conversar.

    'O que ocorre é que compete ao presidente chamar os filhos e dizer: 'olha, fulano atua no Senado, sicrano na Câmara dos Deputados e o outro na Câmara de Vereadores. Façam lá esse trabalho de apoio às ideias do governo'', defendeu Mourão.

    O vice-presidente contou à Reuters que ele mesmo conversou com Bebianno, que lhe mandou mensagens ainda de madrugada. O ministro, disse Mourão, estaria 'magoado' com toda a situação. O vice o aconselhou a se acalmar e esperar para falar com o presidente.

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    Em meio à fala polêmica de ministro do Meio Ambiente, Mourão defende papel de Chico Mendes na história do país

    BRASÍLIA (Reuters) - Um dia depois de o ministro do Meio Ambiente relativizar a figura do ambientalista Chico Mendes, o vice-presidente Hamilton Mourão defendeu seu papel e afirmou que o seringueiro, assassinado em 1988, faz parte da história do Brasil.

    'O Chico Mendes faz parte da história do Brasil na defesa do meio ambiente. É história. Assim como outros vultos passaram na nossa história', disse Mourão.

    Na noite de segunda-feira, ao ser perguntado sobre a importância do ambientalista no programa Roda Viva, o ministro Ricardo Salles afirmou que não o conhecia. Depois, acrescentou que 'ouvia história dos dois lados' e que as pessoas ligadas ao agronegócio acusavam Chico Mendes de 'usar seringueiros para se beneficiar'.

    Com a insistência dos entrevistadores, que questionavam suas opiniões, Salles disse que a discussão sobre o seringueiro era 'irrelevante'. Com a insistência, o ministro cortou as perguntas. “Que diferença faz quem é Chico Mendes nesse momento?”, perguntou.

    Como parte de suas atribuições, o ministro supervisiona o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, que cuida das áreas de conservação no país.

    A posição de Salles repercutiu negativamente entre ambientalistas e nas redes sociais, e o ministro foi bastante criticado.

    A ex-candidata à Presidência pela Rede, Marina Silva --amiga da Chico Mendes-- comentou o caso em sua conta no Twitter.

    'O ministro do Meio Ambiente não sabe da relevância de Chico Mendes por motivos óbvios: não é ambientalista e é desinformado. Chico faz parte do Panteão da Pátria e é reconhecido mundialmente. Apesar da ignorância de Salles, a luta de Chico permanece viva!', escreveu.

    No início da noite, Salles também usou sua conta para comentar o caso.

    'No campo dos esquerdopatas tudo é pretexto para não trabalhar. Quando disse que não achava relevante ficar discutindo opinião sobre Chico Mendes era justamente para evitar gastar energia com coisas improdutiva', criticou.

    Perguntado especificamente pela fala de Salles, o vice-presidente afirmou que não valia à pena 'polemizar'.

    Advogado e administrador, Ricardo Salles foi nomeado ministro do Meio Ambiente por ter sido secretário de Meio Ambiente do governo do tucano Geraldo Alckmin, em São Paulo, onde ficou por pouco mais de um ano. Criticado por ambientalistas, Salles é bem-visto por ruralistas e teve sua nomeação defendida pela Sociedade Rural Brasileira.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro e Guedes divergem sobre idade mínima para aposentadoria, mas presidente vai decidir, diz Mourão

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - A questão da igualdade em idades mínimas de aposentadoria entre homens e mulheres ainda não tem uma definição dentro do governo, com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, a favor da igualdade, mas o presidente Jair Bolsonaro, contrário, disse nesta terça-feira o vice-presidente Hamilton Mourão.

    'Isso é decisão do presidente, e o Guedes tem a visão dele e o presidente vai decidir. O Guedes, na visão dele, é todo mundo igual. Mas o presidente não concorda', disse Mourão.

    Perguntado se essa divergência entre o ministro da Economia e o presidente não poderia dar problema, Mourão negou.

    'O decisor é ele, o presidente é ele, foi ele que foi eleito. Nós somos só coadjuvantes', afirmou.

    Documento com proposta de reforma, vazado à imprensa na segunda-feira, contém idade mínima prevista de 65 anos para homens e mulheres, a ser alcançada em uma transição de 20 anos.

    Bolsonaro já defendeu uma idade mínima de 57 anos para mulheres e 62 para homens. No entanto, a análise da equipe econômica é que esses números só funcionariam se fossem implantados imediatamente, sem transição, para obter o mesmo ganho econômico que idades mínimas iguais e mais altas, com uma transição de 20 anos.

    O vice-presidente, que coordenou a reunião ministerial na manhã desta terça-feira, explicou que o tema não foi tratado no encontro. Guedes apenas confirmou aos ministros que a minuta, à qual a Reuters também teve acesso, não é a versão definitiva do projeto, mas uma das versões que estão sendo trabalhadas.

    A decisão final, afirmou, só será feita quando Bolsonaro receber alta do hospital Albert Einstein, onde está internado há 10 dias, depois da operação a que foi submetido para retirada da bolsa de colostomia que usava desde que levou uma facada durante a campanha eleitoral.

    A alta, que inicialmente estava prevista para esta quinta-feira, foi adiada, mas sem uma data determinada.

    'Temos que aguardar a alta dele, ainda não tem a definição. Pode ser esse final de semana, pode ser no início da semana que vem', disse Mourão, acrescentado que a previsão é de a reforma ser enviada ao Congresso na segunda semana de fevereiro.

    De acordo com a Casa Civil, a reunião ministerial se concentrou nas mudanças da estrutura do governo e em questões relacionadas ao desastre de Brumadinho. Segundo o vice-presidente, tratou-se da finalização das operações de resgate de corpos e de como implementar as políticas para impedir um novo desastre.

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    Mourão defende investigação de denúncia contra ministro do Turismo

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defendeu que sejam investigadas as denúncias de que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, eleito deputado pelo PSL, tenha criado candidaturas de fachada durante a campanha eleitoral em Minas Gerais para direcionar verbas públicas para empresas ligadas a seu gabinete.

    Mourão avaliou que, se confirmadas, as denúncias são 'graves' e precisam ser investigadas.

    'Qualquer denúncia tem que ser apurada, a Justiça que faça seu papel. Se for verdadeiro é grave. Tem que ver até onde tem verdade nisso aí', disse Mourão a repórteres ao ser questionado sobre a denúncia publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira.

    Segundo a reportagem, o comando nacional do PSL repassou 279 mil reais para quatro candidatas de MG, cumprindo a cota exigida pela lei eleitoral de no mínimo 30 por cento de candidatas mulheres, após indicação do PSL mineiro, presido à época por Antônio. As quatro candidatas juntas teriam recebido menos de 2 mil votos.

    De acordo com o jornal, pelo menos 85 mil dos recursos recebidos pelas quatro candidatas teriam sido repassados a assessores, amigos ou familiares do atual ministro.

    Em uma nota publicada nas redes sociais, Antônio acusou a Folha de S.Paulo de tentar desestabilizar o governo com 'ilações falsas' e denúncias vazias.

    'Reforço que a distribuição do Fundo Partidário do PSL cumpriu rigorosamente o que determina a lei. Todas as contratações da minha campanha foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. É lamentável o desserviço prestado pelo jornal', escreveu.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu; Edição de Pedro Fonseca)

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    Mourão diz que vitória de Alcolumbre foi 'excelente trabalho' de Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, creditou nesta segunda-feira ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) na eleição para a presidência do Senado, e comemorou o resultado das eleições para o comando das duas casas do Congresso.

    'Os dois resultados foram muito bons, agora vamos aguardar o começo dos trabalhos', disse Mourão a jornalistas. Questionado sobre a vitória de Alcolumbre, o vice-presidente afirmou: 'Foi um excelente trabalho do ministro Onyx, muito bem feito. Ele está de parabéns.”

    Alcolumbre foi eleito presidente do Senado no início da noite de sábado, em primeiro turno, após uma eleição que começou na véspera sob forte beligerância e que teve uma reviravolta com a decisão do senador Renan Calheiros (MDB-AL) de renunciar à candidatura.

    Renan renunciou após o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, ter revelado voto em Alcolumbre. O senador do DEM foi eleito com 42 votos, um a mais do que o mínimo necessário para ganhar o pleito já na primeira etapa, e ocupará a presidência da Casa até 2021.

    Com a eleição de Alcolumbre, o DEM se fortalece ainda mais: o partido terá os presidentes do Senado e da Câmara, com a reeleição na véspera de Rodrigo Maia (RJ), e ainda os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; da Agricultura, Tereza Cristina, e da Saúde, Luiz Mandetta.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Mourão diz que eleição de Maia pode ser boa para o governo e que resultado no Senado é indiferente

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira que a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados deverá ser boa para o governo, mas o resultado no Senado seria 'indiferente'.

    'Rodrigo é muito bom, é um cara experiente, está comprometido com as reformas, acho que vai ser bom para o governo,' defendeu.

    O presidente da Câmara, que concorre à reeleição, é o favorito na eleição que ocorre à noite, e já obteve apoio de uma boa gama de partidos, inclusive o PSL, do presidente Jair Bolsonaro.

    Questionado sobre a situação no Senado, e especificamente a possibilidade de eleição de Renan Calheiros (MDB-AL), Mourão disse que o resultado na Casa seria 'indiferente' e não teria problema.

    'Eu julgo que quem seja eleito no Senado vai estar antenado com as coisas que estão ocorrendo no país e com as necessidades que o país tem. É hora dos políticos resgatarem sua credibilidade perante o Brasil como um todo, então esse é um momento bom para eles', afirmou.

    Renan foi escolhido na noite de quinta candidato do MDB à Presidência do Senado, derrotando, em uma disputa apertada dentro da bancada a senadora Simone Tebet. A situação na Casa, no entanto, é mais complicada que na Câmara, com oito senadores tendo apresentado seus nomes para a disputa da Presidência e nenhum deles com uma preferência clara.

    Renan era considerado inicialmente um inimigo declarado pelo governo, até por ter apoiado o PT nas eleições deste ano, mas recentemente tem tentado se aproximar de Bolsonaro e tem falado em apoiar às reformas. Depois de ter sido indicado pelo MDB, Renan recebeu um telefonema de apoio de Bolsonaro --que, depois, ligou para os demais candidatos.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Solução para Venezuela depende de conscientização de Forças Armadas do país, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quinta-feira que a questão da Venezuela só será resolvida quando as Forças Armadas venezuelanas concluírem que a situação do país precisa mudar.

    “A partir do momento em que eles (as Forças Armadas) se derem conta disso e oferecerem uma saída para (o presidente Nicolás) Maduro. Acho que este momento está chegando”, defendeu o vice-presidente.

    Ao ser questionado do porquê desta impressão, Mourão, que ;e general do Exército na reserva, afirmou que as pressões estão cada vez maiores.

    “O país está fechado em si mesmo e, vamos dizer, nós militares, em todos os lugares do mundo, a gente entende que tem um limite até onde pode ir. Eu acho que eles estão chegando no limite”, afirmou.

    Mourão disse ainda que “pequenas sanções”, como a de bloqueio de bens de pessoas investigadas, podem ser estudadas pelo Brasil, mas a ação diplomática do país precisa ser mais de pressão.

    “Nós temos a visão de que a gente não intervém nas questões internas de outros países. Então nós podemos adotar essas pequenas sanções, mas não vamos cruzar uma linha que a gente sabe como começa mas não sabe como termina”, disse.

    Mourão ainda afirmou que existe uma preocupação com a detenção de jornalistas na Venezuela. Nos últimos dias, dois chilenos e dois franceses foram detidos pelo governo de Maduro e liberados horas depois.

    “A liberdade de expressão na Venezuela já foi banida há algum tempo”, avaliou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Não está em estudo governo convocar Conselho da Vale para substituir diretoria, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira que a destituição da diretoria da Vale precisa ser feita pelo Conselho de Administração da empresa e não está em estudo o governo pedir uma reunião para tratar do assunto, apesar de ser um dos acionistas e possuir a Golden Share na empresa.

    'Essa questão da diretoria tem que reunir o Conselho de Administração porque é ele que nomeia, então nós não temos poder para isso. A mudança tem que ser por meio do Conselho, é a única forma. E o presidente (Jair Bolsonaro) é quem tem que decidir isso, e ele está fora', disse Mourão.

    Bolsonaro foi operado na manhã desta segunda-feira para retirada da bolsa de colostomia e deve ficar 48 horas na unidade de tratamento intensivo, em repouso absoluto. Nesse período, Mourão exerce a Presidência.

    Mais cedo, Mourão havia afirmado que o grupo de crise que trata do rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG) estudava a possibilidade de pedir a destituição da diretoria, mas que não sabia se isso seria possível e como seria feito.

    'Essa questão da diretoria da Vale está sendo estudada pelo grupo de crise. Vamos aguardar quais são as linhas de ação que eles estão levantando', disse Mourão a jornalistas, mais cedo, ao ser questionado se essa seria uma possibilidade.

    A possibilidade foi levantada no domingo pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), que usou sua conta no Twitter para afirmar que a diretoria deveria ser afastada por ação cautelar.

    No caso, as medidas cautelares, como sugerido pelo senador, são ações judiciais que podem ser impetradas pelos acionistas, Advocacia-Geral da União, Ministério Público ou mesmo qualquer cidadão. Depende, no entanto, de ser acatada pela Justiça.

    O presidente em exercício informou ainda que a reunião ministerial, na manhã da terça-feira, se concentrará em analisar a política nacional de segurança de barragens e levantar o que deve ser corrigido.

    O rompimento da barragem de rejeitos da mina Córrego do Feijão em Brumadinho (MG), na última sexta-feira, já contabiliza 60 mortos e ainda há ainda quase 300 desaparecidos.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito)

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