alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE nova

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Futura ministra da Agricultura defende modernização de lei de pesticidas

    Futura ministra da Agricultura defende modernização de lei de pesticidas

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Tereza Cristina, que foi indicada por Jair Bolsonaro para ocupar o cargo de ministra da Agricultura no novo governo, disse que haverá muito espaço para debate do 'polêmico' projeto que atualiza a lei sobre pesticidas agrícolas, e defendeu o texto dizendo que ele favorecerá o agronegócio.

    O projeto de lei, disse ela, deverá garantir maior competitividade para os agricultores brasileiros, que poderiam ter acesso a novos e mais eficazes produtos para combater pragas e doenças no campo, já utilizados em outros países.

    'Terá muito espaço de debate ainda (sobre o projeto), ele passou na comissão (na Câmara), é um assunto polêmico, mas os agrotóxicos diferentemente do que muitos dizem... a comissão especial, ela trouxe a modernização. É você dar a opção do produtor brasileiro usar as mesmas moléculas que são usadas lá fora', declarou a jornalistas.

    O texto vem sendo alvo de críticas de setores da sociedade, por supostamente apressar avaliações dos agroquímicos quanto a danos ao meio ambiente e à saúde humana.

    Mas a futura ministra, coordenadora da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que representa a poderosa bancada do agronegócio, nega que isso poderá acontecer, destacando que os produtos continuarão sendo avaliados pelos ministérios do Meio Ambiente, Saúde e Agricultura.

    'No projeto não se fala nada mais além disso e nem tira poder de ninguém, cada (ministério) um vai estar dentro da sua casa opinando. Os três que sempre fizeram isso, a Agricultura, a Saúde através da Anvisa e o meio ambiente através do MMA', declarou.

    A proposta prevê registros temporários para agroquímicos já aprovados em outros países --desde que os produtos não tenham sido liberados em um prazo de 24 meses pelos órgãos competentes no Brasil.

    Segundo representantes da indústria de agroquímicos, enquanto em outros países o tempo médio para uma análise de pesticidas leva de dois a três anos, no Brasil o processo demanda em torno de oito.

    A proposta, contudo, foi questionada pelo Ministério Público Federal.

    MEIO AMBIENTE

    Questionada se o agronegócio influiria na escolha do novo ministro do Meio Ambiente, Cristina afirmou que o escolhido 'tem que ser o perfil que o governo quer'.

    'O presidente (eleito) tem dito aí várias vezes que ele quer acabar com indústria da multa, que ele quer acabar com viés ideológico, ser altamente técnico. Eu concordo, e não só eu, como todos os produtores brasileiros esperam isso do presidente Jair Bolsonaro.'

    A afirmação foi feita após idas e vindas sobre manter separados ou juntar os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

    Pelas últimas declarações, Bolsonaro vai mantê-los separados, após indicações iniciais de que poderia juntar as pastas.

    Segundo ela, 'o produtor rural é um grande preservador', diferentemente do que pensam aqueles que acusam o setor de colaborar com o desmatamento.

    Conselheiros de Bolsonaro no setor, como Luiz Antônio Nabhan Garcia, têm dito que a 'indústria de multas' da área de Meio Ambiente traz insegurança jurídica para o campo e limita investimentos.

    A futura ministra disse também que seria preciso, por exemplo, liberação de licenças ambientais com mais agilidade.

    PRIORIDADES

    Segurança no campo e mais acordos comerciais para ampliar exportações também foram citados como prioridades para a agropecuária do país por Tereza Cristina, deputada federal reeleita pelo DEM de Mato Grosso do Sul.

    'O que os produtores esperam é segurança jurídica, defesa da propriedade e um Ministério da Agricultura mais moderno, mais acordos comerciais, isso eu preciso conversar', disse Cristina, ao ser questionada por jornalistas mais cedo sobre qual será a cara do novo ministério.

    Ela disse que conversará com o presidente eleito sobre a estrutura do ministério na próxima terça-feira.

    'Eu ainda estou discutindo com algumas pessoas, vou receber as pessoas do ministério, eu acho que nós temos pontos muito importantes, principalmente a parte de comércio exterior. Os convênios, os acordos bilaterais que nós temos de ter, ver aí o posicionamento desse problema do mercado de carnes, que é um mercado importantíssimo para nosso país...', disse Cristina, destacando que ainda tudo é muito novo para ela.

    A indústria de carnes tem alguns embargos externos impostos após invetigações apontarem deficiências no sistema de fiscalização sanitária do Brasil.

    'Mas eu vou me inteirar durante esta semana, teremos várias reuniões na semana que vem. E terei também uma conversa com o presidente Bolsonaro na terça-feira sobre as linhas...'

    Ela comentou mais cedo que é preciso aprofundar algumas discussões para melhorar questões no setor.

    'Hoje a agricultura e a pecuária são o motor, o carro-chefe da nossa economia. Temos de ver o que mais está faltando para que esse motor seja mais acionado, porque capacidade de produção os produtores brasileiros têm', disse.

    A futura ministra comentou também que espera a definição do novo ministro de Relações Exteriores, uma vez que o Itamaraty deve 'andar' junto com a Agricultura em vários temas.

    (Por Ricardo Brito; com reportagem adicional de Mateus Maia e Roberto Samora)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Presidente de Cuba aponta crescimento econômico aquém da expectativa após aprovação de nova Constituição

    Presidente de Cuba aponta crescimento econômico aquém da expectativa após aprovação de nova Constituição

    Por Marc Frank

    HAVANA (Reuters) - A economia de Cuba cresceu menos do que o esperado na primeira metade de 2018, e a crise de liquidez em curso forçará um novo aperto no cinto, disse o presidente Miguel Díaz-Canel no domingo.

    Díaz-Canel, que substituiu o ex-presidente Raúl Castro em abril, discursou a parlamentares em uma reunião da Assembleia Nacional depois de estes debaterem e aprovarem uma Constituição reformulada.

    A nova Constituição procura manter o sistema socialista de partido único, mas instituir uma grande reorganização governamental e abrir caminho para o reconhecimento dos negócios privados e direitos para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Ela será submetida a debate público até novembro e depois a um referendo.

    O governo também está tentando fazer mudanças em sua economia centralizada de estilo soviético com a meta de criar um socialismo 'próspero e sustentável'.

    Desde que os preços do petróleo despencaram em 2014 e a Venezuela, o aliado mais próximo e principal parceiro econômico e fornecedor de petróleo do país, entrou em crise, as rendas em moeda estrangeira e as remessas de petróleo vêm caindo continuamente, o que obrigou a cortes nas importações e no uso de energia.

    A economia cresceu 1,1 por cento no primeiro semestre, disse Díaz-Canel, menos do que os 2 por cento previstos pelo governo para 2018 e o crescimento de 1,6 por cento do ano passado.

    O governo cubano disse que precisa crescer até 7 por cento ao ano para se desenvolver e se recuperar totalmente do colapso de sua antiga benfeitora União Soviética e, mais recentemente, da crise venezuelana.

    A queda de arrecadação levou Cuba a adiar os pagamentos de muitos fornecedores e parceiros de empreendimentos conjuntos nos últimos dois anos, como Havana admitiu.

    No domingo Díaz-Canel pediu ao país que trabalhe mais duro para melhorar a economia e 'restabelecer gradualmente a credibilidade financeira da nação'.

    Economistas cubanos estimam que o país precisa de um crescimento anual de até 3 por cento para empatar as contas.

    'A situação financeira continua tensa... forçando a adoção de medidas adicionais para controlar os recursos no segundo semestre', explicou Díaz-Canel, citando o clima ruim e a queda no turismo e em outras fontes de renda de exportação.

    (Reportagem adicional de Sarah Marsh e Nelson Acosta)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia China diz que irá responder após EUA ameaçarem novas tarifas sobre US$200 bi em produtos

    China diz que irá responder após EUA ameaçarem novas tarifas sobre US$200 bi em produtos

    Por Tony Munroe e Eric Beech

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - A China acusou os Estados Unidos de intimidação e alertou que vai responder depois que o governo norte-americano elevou o tom na disputa comercial, ameaçando com tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses.

    O Ministério do Comércio da China afirmou nesta quarta-feira que está chocado e que irá reclamar junto à Organização Mundial do Comércio, mas não afirmou imediatamente como vai retaliar. Em comunicado, chamou as ações dos EUA de completamente inaceitáveis .

    O Ministério das Relações Exteriores descreveu as ameaças de Washington como intimidação típica e disse que a China precisa contra-atacar para proteger seus interesses.

    Essa é uma luta entre unilateralismo e multilateralismo, protecionismo e livre comércio, poder e regras , afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, nesta quarta-feira.

    Pequim afirma que vai responder contra as medidas tarifárias de Washington, incluindo através de medidas qualitativas , uma ameaça que empresas norte-americanas na China teme que possa significar algo como inspeções mais duras ou atrasos em aprovações de investimentos ou mesmo boicotes ao consumidor.

    Os 200 bilhões de dólares superam de longe o valor total de bens que a China importa dos EUA, o que significa que Pequim pode precisar pensar em maneiras criativas de responder a tais medidas dos EUA.

    Na terça-feira, autoridades dos EUA divulgaram uma lista de milhares de importações chinesas que o governo norte-americano quer atingir com as novas tarifas, incluindo centenas de produtos alimentícios, além de tabaco, químicos, carvão, aço e alumínio, provocando críticas de alguns grupos industriais dos EUA.

    Por mais de um ano, a administração (do presidente Donald) Trump pediu pacientemente à China que pare com suas práticas injustas, abra seu mercado e se empenhe em competição legítima de mercado , disse o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, ao anunciar as tarifas propostas.

    Em vez de tratar de nossas preocupações legítimas, a China começou a retaliar contra os produtos dos EUA...Não há justificativa para tal ação , completou ele em comunicado.

    Na semana passada, Washington impôs tarifas de 25 por cento sobre 34 bilhões de dólares em importações chinesas, e Pequim respondeu imediatamente com tarifas equivalentes sobre

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. nova

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.