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    Chefe de observadores da OEA diz que eleições ocorrem sob clima de normalidade

    BRASÍLIA (Reuters) - A chefe da missão de observadores eleitorais da Organização dos Estados Americanos (OEA), Laura Chinchilla, afirmou que as eleições deste domingo ocorrem sob clima de normalidade, reconheceu que a instabilidade política é perigosa para qualquer nação e defendeu o voto como uma maneira de resolver divergências.

    A presidente da missão, que acompanha a votação em 11 Estados do país e no Distrito Federal, disse ainda que será feita uma avaliação detalhada nas próximas horas sobre o pleito no Brasil, e que na segunda-feira já deve ser divulgado um informe preliminar.

    'Os relatos que temos, a essa hora, é que a jornada eleitoral no Brasil transcorre com muita normalidade e esperamos que assim termine de suceder no resto do dia', disse Laura a jornalistas.

    'Não se reporta de parte de nossos representantes nessas 12 unidades... nenhum ato violento, nenhuma dificuldade para que o povo exerça o voto.'

    Questionada se considera perigosa a instabilidade política do Brasil, ela afirmou que é 'perigosa em qualquer país'.

    'Porém, o que estamos vendo no Brasil é que o povo está recorrendo ao voto de maneira importante com uma atitude de grande respeito a essa votação. E essa é a melhor maneira de resolver as diferenças políticas em um país.'

    A chefe da missão afirmou que seguiriam ainda para o Centro Nacional do Sistema Único de Segurança Pública para as Eleições, para acompanhar o resto da votação, que, na opinião de Laura, segue o mesmo processo 'ordenado' observado no primeiro turno.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Bolsonaro não deve conceder entrevista no domingo por 'questão de segurança'

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, confirmou nesta sexta-feira que o candidato do partido à Presidência, Jair Bolsonaro, não pretende conceder entrevista coletiva após a apuração dos resultados do segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto, no domingo, 'por questão de segurança', mas deve fazer um pronunciamento transmitido pela televisão.

    Segundo Bebianno, existe uma previsão de que até 500 mil pessoas ocupem a orla da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, em frente à casa de Bolsonaro no dia eleição, o que levaria a polícia a fechar as ruas.

    Questinado por repórteres porque de um pronunciamento de Bolsonaro a emissoras de TV em vez de uma entrevista coletiva sobre o resultado da eleição, Bebianno afirmou: 'Por questão de segurança“, sem fornecer mais detalhes.

    Bolsonaro não tem participado de eventos públicos de campanha nem compareceu a debates com o adversário Fernando Haddad (PT) citando como principal causa preocupação com sua segurança após ter sido esfaqueado em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) no mês passado.

    O capitão da reserva do Exército passou por duas cirurgias e ficou mais de 20 dias internado devido às lesões sofridas no ataque. Em vídeo divulgado na quinta-feira, o general Augusto Heleno, indicado como futuro ministro da Defesa se Bolsonaro for eleito, disse, sem fornecer evidências, que o presidenciável não iria comparecer a debates por ameaça de ele ser alvo de um 'atentado terrorista' que estaria sendo articulado por uma 'organização criminosa'.

    PESQUISAS E OEA

    Na entrevista nesta sexta-feira, o presidente do PSL também comentou números do levantamento Datafolha divulgado na quinta-feira, em que o presidenciável do PSL apareceu com 56 por cento dos votos válidos contra 44 por cento de Haddad.

    “Continuamos não acreditando nas pesquisas, principalmente no Datafolha, nem na Folha de S.Paulo”, disse. Nesta manhã, pesquisa do instituto Paraná Pesquisas mostrou Bolsonaro com 60,6 por cento dos votos válidos, contra 39,4 por cento.

    Bebianno também rebateu as críticas feitas pela Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a onda de notícias falsas nas eleições brasileiras e disse que considera a entidade de esquerda e com baixa credibilidade.

    Para Bebianno, quem produziu notícias falsas nas eleições foi a campanha de Haddad e não do presidenciável do PSL.

    “Ela está falando de quem? Ela tem que falar do PT. Nós não produzimos fake news. Ela está falando do PT. Mas como ela é esquerdista, então ela não fala do PT. Ela vai lá, acariciar. A OEA tem zero credibilidade para a gente”, disse Bebianno a jornalistas.

    Enquanto a campanha de Bolsonaro acusa seu adversário de propagar fake news, Haddad acusa o deputado do mesmo.

    Na véspera, a chefe da missão da OEA que está acompanhando as eleições no Brasil, Laura Chinchilla, disse que o uso de notícias falsas para mobilizar eleitores brasileiros pode não ter precedentes, em razão do uso do WhatsApp para isso.

    O presidente do PSL, lembrou que a OEA não reconheceu supostas fraudes na eleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014 , que venceu com margem apertada o senador Aécio Neves (PSDB).

    “A OEA não reconhece o que aconteceu em 2014. Os peritos que trabalharam para o PSDB não puderam fazer seu trabalho. O TSE não deixou, não permitiu. Isso tem laudo comprovando isso', disse.

    Para Bebianno, a OEA 'finge que está tudo bem', quando o Brasil tem um sistema eleitoral 'que não está envolto pela transparência, pelo princípio da transparência'.

    O presidente do PSL fez questão de marcar diferença em relação a sua visão e a dos organismos internacionais sobre direitos humanos.

    “Precisamos rever questão dos direitos humanos que tem que ser em primeiro lugar para vítimas e de bem: no segundo plano as pessoas que matam. Um ser humano normal não pode ver alguém sofrer... tem que se priorizar as vítimas e não os agressores”, afirmou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Presidente do PSL rebate OEA sobre notícias falsas e diz que organismo não tem credibilidade

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, rebateu nesta sexta-feira as críticas feitas pela Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a onda de notícias falsas nas eleições brasileiras e disse que considera a entidade de esquerda e com baixa credibilidade.

    Para Bebianno, quem produziu notícias falsas nas eleições foi a campanha do petista Fernando Haddad e não do presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro.

    “Ela está falando de quem? Ela tem que falar do PT. Nós não produzimos fake news. Ela está falando do PT. Mas como ela é esquerdista, então ela não fala do PT. Ela vai lá, acariciar. A OEA tem zero credibilidade para a gente”, disse Bebianno a jornalistas.

    Enquanto a campanha de Bolsonaro acusa seu adversário de propagar fake news, Haddad acusa o deputado do mesmo.

    Na véspera, a chefe da missão da OEA que está acompanhando as eleições no Brasil, Laura Chinchilla, disse que o uso de notícias falsas para mobilizar eleitores brasileiros pode não ter precedentes, em razão do uso do WhatsApp para isso.

    O presidente do PSL, lembrou que a OEA não reconheceu supostas fraudes na eleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014 , que venceu com margem apertada o senador Aécio Neves (PSDB).

    “A OEA não reconhece o que aconteceu em 2014. Os peritos que trabalharam para o PSDB não puderam fazer seu trabalho. O TSE não deixou, não permitiu. Isso tem laudo comprovando isso', disse.

    Para Bebianno, a OEA 'finge que está tudo bem', quando o Brasil tem um sistema eleitoral 'que não está envolto pela transparência, pelo princípio da transparência'.

    O presidente do PSL fez questão de marcar diferença em relação a sua visão e a dos organismos internacionais sobre direitos humanos.

    “Precisamos rever questão dos direitos humanos que tem que ser em primeiro lugar para vítimas e de bem: no segundo plano as pessoas que matam. Um ser humano normal não pode ver alguém sofrer... tem que se priorizar as vítmas e não os agressores”, afirmou.

    SEM ENTREVISTA DOMINGO

    Bebianno confirmou que na semana que vem, provavelmente na terça-feira, Bolsonaro vai a Brasília para cuidar do processo de transição, caso seja eleito, e que no domingo o candidato não pretende conceder entrevista após a apuração.

    'A decisão foi por questão de segurança”, disse. “A previsão é que sejam 500 mil pessoas aqui no domingo e a previsão é fechar a praia no domingo. Estamos conversando com a polícia.”

    Sobre a pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, que apontou uma redução na vantagem de Bolsonaro para 12 pontos percentuais, ante 18 pontos, Bebianno voltou a criticar o instituto.

    “Continuamos não acreditando nas pesquisas, principalmente no Datafolha, nem na Folha de S.Paulo”, disse.

    No levantamento do Datafolha, o presidenciável do PSL tem 56 por cento dos votos válidos contra 44 por cento do petista. Mas nesta manhã, pesquisa do instituto Paraná Pesquisas mostrou Bolsonaro com 60,6 por cento dos votos válidos, contra 39,4 por cento.

    A expectativa da campanha é que as pistas da orla da avenida Lúcio Costa, onde fica o condomínio no qual mora Bolsonaro, possam ser fechadas por motivo de segurança e por conta da grande quantidade de eleitores que devem se concentrar no local.

    Ao ser questionado sobre seu papel num futuro eventual governo de Bolsonaro, Bebianno brincou e disse “que vai servir café”.

    “O que ele (Bolsonaro) está pensando agora é ser eleito no domingo”, concluiu o presidente do PSL.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Chefe da missão da OEA diz que disseminação de notícias falsas na eleição brasileira pode não ter precedente

    SÃO PAULO (Reuters) - O uso de notícias falsas para mobilizar eleitores brasileiros pode não ter precedentes, em razão do uso do WhatsApp para isso, disse nesta quinta-feira Laura Chinchilla, chefe da missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), que está acompanhando o processo eleitoral no Brasil.

    'O uso da notícia falsa para mobilizar a vontade das pessoas, dos cidadãos, o fenômeno que estamos vendo no Brasil talvez não tenha precedentes', disse Laura a jornalistas após se encontrar com o presidenciável do PT, Fernando Haddad, e membros de sua campanha em São Paulo.

    'É a primeira vez em uma democracia que estamos observando o uso do WhatsApp para disseminar massivamente notícias falsas', afirmou Laura, que também é ex-presidente da Costa Rica.

    Ao ser questionada sobre como vê a atuação da Justiça com relação ao tema, Laura afirmou que as autoridades também não esperavam que este fenômeno alcançasse a dimensão que tem.

    Ela citou o caso dos Estados Unidos, uma 'democracia de grandes dimensões', onde autoridades também se viram surpreendidas pela difusão de notícias falsas.

    A diferença, segundo ela, é que no Brasil a disseminação está ocorrendo em maior parte pelo Whatsapp, que é uma rede privada, enquanto em outros casos foram usados Facebook e Twitter, redes públicas que permitem uma atuação mais incisiva.

    '(O WhatsApp) é uma rede que apresenta muitas complexidades para as autoridades poderem acessar e realizar investigações', afirmou, acrescentando que a OEA tem a função de monitorar, mas não pode substituir as instituições formais.

    A missão da OEA também observou que o processo eleitoral, com relação à logística da votação, foi muito organizado e estruturado, não tendo encontrado irregularidades.

    O PT, que solicitou o encontro desta quinta-feira para apresentar denúncias, já havia se reunido com a missão, que está no Brasil desde o primeiro turno.

    Segundo Laura Chinchilla, ainda não houve uma reunião com o PSL, partido do presidenciável Jair Bolsonaro, embora a OEA os tenha procurado, mas já receberam denúncias da campanha do capitão reformado.

    (Reportagem de Laís Martins)

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