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    Operação traz avanços a investigações sobre assassinato de Marielle, diz polícia

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a realização da operação desta quinta-feira para avançar nas investigações em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.

    Os mandados de prisão, condução coercitiva, intimações e busca e apreensão foram cumpridos no Rio e em Minas Gerais

    'Esse foi muito bem... estamos trabalhando muito para dar uma resposta e para que o crime seja esclarecido para toda sociedade', disse o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, a jornalistas.

    Segundo ele, a investigação é sigilosa e a revelação de detalhes poderia atrapalhar a condição das apurações.

    Fontes ouvidas pela Reuters revelaram que as peças e personagens envolvidos na morte de Marielle e Anderson já foram identificadas, mas ainda faltam as provas necessárias para fechar inquérito e oferecimento de denúncia à Justica.

    'Os alvos hoje têm um monte de crimes nas costas e alguns ligação direta e indireta com o crime da Marielle. O que se quer com a operação é arrancar deles mais elementos para fundamentar a investigação', disse uma fonte, sob a condição de anonimato, ressaltando que a quadrilha de hoje tinha ligação com clonagem de carro e teria clonado o veículo usado no assassinato da vereadora e do motorista.

    “Uma investigação tem que levar provas robustas e concretas para a condenação e isso que estamos fazendo', acrescentou o chefe da Polícia Civil.

    O crime duplo completa nove meses nessa sexta-feira. Marielle, de 38 anos, foi alvejada em março com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com outras duas pessoas por um atirador que disparou nove vezes de um outro carro. O motorista do veículo da parlamentar também morreu, e uma assessora da vereadora ficou ferida.

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    PF investiga Aécio e mais 5 parlamentares por propina de R$130 milhões da J&F

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e dois deputados federais foram alvos nesta terça-feira de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal como parte de investigação sobre pagamento de vantagens indevidas da holding J&F a diversos políticos por meio do senador, em valores que se aproximam de 130 milhões de reais.

    Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, informou a Procuradoria-Geral da República em comunicado. Segundo a PGR, as medidas cautelares são sigilosas e os nomes dos alvos não serão divulgados, mas agentes da PF fizeram buscas em endereços de Aécio e de pessoas ligadas a ele no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

    A PGR também fez uma referência a Aécio ao afirmar, em comunicado, que o senador investigado teria prometido favorecimentos ao grupo empresarial em um eventual governo presidencial entre 2015 e 2018, além de influência junto ao governo estadual de Minas Gerais com o objetivo de viabilizar a restituição de créditos tributários.

    Aécio foi derrotado no 2º turno da eleição presidencial de 2014 por Dilma Rousseff (PT), e antes foi governador de MG por dois mandatos entre 2003 e 2010.

    'Ao todo, o grupo econômico (J&F) teria repassado cerca de 130 milhões de reais que foram distribuídos a parlamentares de pelo menos três legendas', disse a PGR no comunicado, acrescentando que as investigações são decorrentes de informações prestadas em colaboração premiada por diretores da J&F.

    Segundo a PGR, o objetivo das cautelares é reunir provas do pagamento de 'vantagens indevidas por parte do Grupo Empresarial J&F a políticos por meio do senador'.

    A defesa de Aécio disse em nota que o senador sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar documentos necessários às investigações. A nota diz ainda que os executivos da JBS tentam transformar 'doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração'.

    'A correta e isenta investigação vai apontar a verdade é a legalidade das doações feitas', disse o advogado Alberto Zacharias Toron.

    A Polícia Federal informou que no total foram expedidos pelo Supremo 24 mandados de busca e apreensão e 48 intimações para depoimentos a serem cumpridos em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amapá, Rio Grande do Norte e na Bahia.

    'Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias', disse a PF em comunicado.

    Segundo a PF, os recursos ilegais teriam sido utilizados para a obtenção de apoio político e também para fins da campanha presidencial de 2014.

    De acordo com a Polícia Federal, outros cinco parlamentares são suspeitos de envolvimento no esquema, sendo dois senadores e três deputados federais.

    Em nota, a assessoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) afirmou que o parlamentar desconhece o motivo pelo qual teve seu nome envolvido nessa história. 'Em toda sua trajetória, ele nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém.'

    O Solidariedade afirmou em nota que o partido já apoiava Aécio desde 2013, mas ressaltou que o deputado Paulinho da Força 'se colocou à disposição da justiça para prestar quaisquer esclarecimentos'.

    'A acusação absurda de compra de apoio do partido Solidariedade para a candidatura à Presidência de Aécio Neves, em 2014, beira o ridículo. Desde a sua criação, em 2013, o Solidariedade já apoiava o candidato Aécio Neves por acreditar em seus projetos para o país', diz a nota.

    Os demais políticos investigados são, segundo a TV Globo, o senador Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

    Não foi possível localizar de imediato representantes desses parlamentares.

    A ação desta terça-feira, chamada operação Ross, é um desdobramento da Operação Patmos, uma fase da Lava Jato deflagrada em maio de 2017 que teve como base a delação de executivos da J&F. À época, Aécio chegou a ser afastado do exercício parlamentar em decorrência da investigação.

    Procurada, a J&F disse que não vai se pronunciar sobre a nova operação.

    (Por Pedro Fonseca; Reportagem adicional de Gram Slattery)

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    Dois militares e 5 suspeitos morrem em operação com milhares de soldados em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Dois militares e cinco suspeitos morreram durante operação conjunta das Forças Armadas e da Polícia Civil em favelas do Rio de Janeiro nesta segunda-feira para combater quadrilhas do tráfico de drogas, informou o Exército.

    As operações foram deflagradas durante a madrugada nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré, algumas das áreas mais visadas pelas forças de segurança durante os seis meses de intervenção federal na área de segurança pública do Rio.

    Ao menos cinco suspeitos morreram durante a operação, informou o Comando Conjunto da intervenção federal em nota oficial.

    Além dos suspeitos, um militar do Exército foi morto pela manhã em decorrência de ferimento provocado por arma de fogo, informou um porta-voz do Comando Militar do Leste (CML).

    De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública do RJ, essa foi a primeira morte de um homem do Exército durante uma operação deflagrada sob comando da intervenção federal.

    Um segundo militar morreu no fim da tarde em um novo confronto no complexo da Penha, de acordo com o CML.

    As operações conjuntas, que segundo os militares tinham como objetivo combater o tráfico de drogas, contaram com cerca de 4.200 soldados e 70 policiais civis, assim como blindados e aeronaves.

    Um ônibus foi incendiado por traficantes perto das comunidades envolvidas na operação, e suspeita-se que a ação seja uma retaliação ordenada por traficantes.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Também nesta segunda-feira, outros seis suspeitos morreram após confronto com policiais em um dos acessos à ponte Rio-Niterói, na região metropolitana da capital fluminense.

    Segundo a polícia, os suspeitos estavam em pelo menos dois carros e foram surpreendidos por policiais. Quatro suspeitos morreram na troca de tiros e outros dois quando foram levados para uma hospital da região.

    Um policial e um passageiro de um ônibus também foram baleados e ficaram feridos.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Reportagem de Gabriel Stargardter e Rodrigo Viga Gaier)

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    Militar do Exército e 5 suspeitos morrem em operação com milhares de soldados em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um militar do Exército e cinco suspeitos morreram durante operação conjunta das Forças Armadas e da Polícia Civil em favelas do Rio de Janeiro nesta segunda-feira para combater quadrilhas do tráfico de drogas, informou o Exército.

    As operações foram deflagradas durante a madrugada nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré, algumas das áreas mais visadas pelas forças de segurança durante os seis meses de intervenção federal na área de segurança pública do Rio.

    Ao menos cinco suspeitos morreram durante a operação, informou o Comando Conjunto da intervenção federal em nota oficial.

    Além dos suspeitos, um militar do Exército foi morto em decorrência de ferimento provocado por arma de fogo, informou um porta-voz do Comando Militar do Leste (CML). Um outro militar ficou ferido sem gravidade e foi hospitalizado, acrescentou.

    De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública do RJ, essa foi a primeira morte de um homem do Exército durante uma operação deflagrada sob comando da intervenção federal.

    As operações conjuntas, que segundo os militares tinham como objetivo combater o tráfico de drogas, contaram com cerca de 4.200 soldados e 70 policiais civis, assim como blindados e aeronaves.

    Um ônibus foi incendiado por traficantes perto das comunidades envolvidas na operação, e suspeita-se que a ação seja uma retaliação ordenada por traficantes.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Também nesta segunda-feira, outros seis suspeitos morreram após confronto com policiais em um dos acessos à ponte Rio-Niterói, na região metropolitana da capital fluminense.

    Segundo a polícia, os suspeitos estavam em pelo menos dois carros e foram surpreendidos por policiais. Quatro suspeitos morreram na troca de tiros e outros dois quando foram levados para uma hospital da região.

    Um policial e um passageiro de um ônibus também foram baleados e ficaram feridos.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Reportagem de Gabriel Stargardter e Rodrigo Viga Gaier)

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