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    Parlamentares dos EUA chegam a acordo preliminar para evitar paralisação de governo

    Por Richard Cowan e Susan Cornwell

    WASHINGTON (Reuters) - Negociadores parlamentares dos Estados Unidos chegaram na segunda-feira a um acordo preliminar para buscar evitar outra paralisação parcial do governo no sábado, mas assessores afirmam que ele não inclui uma verba de 5,7 bilhões de dólares que o presidente Donald Trump quer para um muro na fronteira com o México.

    'Chegamos a um acordo em princípio' sobre o financiamento de programas de segurança da fronteira até 30 de setembro, disse o senador republicano Richard Shelby a jornalistas.

    'Nossas equipes estão trabalhando febrilmente para colocar todas as especificidades juntas', disse Shelby. Nem ele nem outros três parlamentares experientes ao lado dele deram quaisquer detalhes sobre a tentativa de pacto.

    Não está claro se Trump abraçará o acordo. A exigência que ele fez em dezembro por 5,7 bilhões de dólares neste ano para ajudar a pagar por um muro na fronteira com o México --rejeitada por parlamentares democratas-- levou a uma paralisação de 35 dias do governo que terminou no mês passado sem que ele conseguisse financiamento para o muro.

    Um assessor parlamentar, que pediu para não ser identificado, disse que o acordo inclui 1,37 bilhão de dólares para erguer uma nova cerca ao longo da fronteira sul. É o mesmo montante que o Congresso alocou no ano passado e bem abaixo do pedido por Trump.

    O assessor disse que não há dinheiro destinado para o muro, uma promessa de Trump desde que lançou sua candidatura à Presidência em 2016. Democratas afirmam que o muro seria caro e ineficiente.

    Pouco depois de o acordo ser alcançado no Congresso dos EUA, Trump fez um comício na cidade fronteiriça de El Paso, no Texas, para defender o muro que, ele afirma, vai proteger os norte-americanos de criminosos violentos, drogas e 'ataques tremendos' de caravanas de imigrantes.

    Trump disse ter ouvido sobre avanço nas negociações pouco antes de subir ao palco, mas ele não discutiu detalhes. 'Só para que vocês saibam, vamos construir o muro de qualquer jeito', disse. 'Talvez tenha havido progresso, talvez não.'

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Trump diz duvidar que parlamentares consigam acordo aceitável de segurança na fronteira

    Por Susan Cornwell e David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou no domingo que não acredita que parlamentares que tentam evitar mais uma paralisação do governo consigam fechar um acordo sobre segurança de fronteira que ele considere aceitável, e renovou a promessa de construir um muro na divisa com o México.

    Em uma entrevista ao Wall Street Journal, Trump disse serem poucas as chances de o Congresso elaborar um acordo e evitar outra paralisação parcial governo dos EUA em três semanas, quando o atual financiamento terminará.'Pessoalmente acho que é menos de 50 por cento, mas temos muitas pessoas ótimas nesse organismo', disse o presidente em referência ao comitê parlamentar nomeado para chegar a um meio-termo para o custeio da segurança de fronteira.Outra paralisação, disse Trump ao Wall Street Journal, 'certamente (é) uma opção'.O presidente ainda disse que pode declarar uma emergência nacional para erguer o muro na fronteira -- o que os democratas provavelmente contestariam nos tribunais.'Alguém realmente pensa que não construirei o muro? Fiz mais em dois anos do que qualquer presidente!', escreveu Trump no Twitter na noite de domingo.A resistência democrata à exigência do líder republicano por 5,7 bilhões de dólares para a obra na fronteira resultou em uma paralisação de 35 dias de cerca de um quarto do governo, que se encerrou na sexta-feira.O impasse de cinco semanas prejudicou a economia norte-americana, criou dificuldades financeiras para muitos servidores federais e testou a paciência da população com atrasos no tráfego aéreo, o fechamento de parques nacionais e outras interrupções.Depois que pesquisas de opinião mostraram que cada vez mais norte-americanos culpam Trump pela situação, na sexta-feira o presidente assinou uma medida para financiar o governo por três semanas enquanto negociadores do Congresso tentam arquitetar um projeto de lei para sustentar totalmente as agências até 30 de setembro.Mas Trump também ameaçou retomar a paralisação em 15 de fevereiro se não conseguir o que quer.Na entrevista ao Wall Street Journal, Trump também disse duvidar de um possível acordo envolvendo dinheiro para o muro e uma reforma das leis de imigração do país.Na manhã de domingo alguns parlamentares criticaram a paralisação de algumas agências federais como ferramenta de disputas a respeito de diretrizes políticas.(Reportagem adicional de Howard Schneider)

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    Parlamentares dos EUA buscam solução conforme paralisação do governo continua

    Por Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos, após rejeitar dois projetos de lei que poderiam pôr fim à paralisação do governo, busca uma maneira de encerrar o impasse que chega a seu 35º dia e ameaça a economia, com centenas de milhares de funcionários federais sem receber pelo segundo mês seguido nesta sexta-feira.

    Fechado na Casa Branca, o presidente republicano Donald Trump continua a insistir no financiamento para o muro que quer construir na fronteira dos Estados Unidos com o México, enquanto a Câmara de Deputados, controlada por democratas que se opõem à investida, deixou Washington pelo final de semana.

    Na quinta-feira, tanto um projeto de lei apoiado por Trump para encerrar a paralisação, incluindo os 5,7 bilhões de dólares que ele tem exigido para o muro, quanto um projeto em separado apoiado por democratas para reabrir as agências fechadas, sem o financiamento para o muro, não conseguiram os votos necessários para avançar no Senado, composto por 100 membros.

    Em seguida, um grupo de parlamentares dos dois partidos disse que apresentaria uma emenda ao Senado para reabrir temporariamente a parte do governo afetada pela maior paralisação da história dos EUA. O senador Ben Cardin, um dos democratas integrantes do grupo, disse acreditar que a emenda não conteria nenhum financiamento para o muro.

    Na quinta-feira, Trump disse que se o líder republicano da maioria do Senado, Mitch McConnell, e o líder democrata do Senado, Chuck Schumer, chegassem a um acordo para encerrar a paralisação ele apoiaria os termos.

    O presidente disse, entretanto, que um acordo “não iria funcionar” a menos que incluísse “um muro ou uma barreira”. Trump disse que uma sugestão seria fazer “um pagamento antecipado rateado para o muro”.

    A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que uma medida temporária para reabrir agências e departamentos governamentais fechados precisaria ter “um grande pagamento antecipado para o muro”.

    O porta-voz de Schumer afirmou na noite de quinta-feira que os senadores democratas “deixaram claro para o líder McConnell e para os republicanos que eles não irão apoiar um financiamento para o muro, rateado ou não”.

    A presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse a repórteres que a possibilidade de uma legislação que inclua um grande pagamento adiantado para o muro  “não é um acordo razoável”.

    McConnell disse a repórteres na noite de quinta-feira: “Nós ainda estamos conversando. Ao menos nós estamos conversando. Acho que isso é melhor do que antes”.

    A CNN reportou na quinta-feira que a Casa Branca está preparando uma declaração de emergência que Trump poderá emitir para contornar o Congresso se parlamentares se recusarem a financiar o muro.

    Questionado sobre a reportagem, uma autoridade da Casa Branca, que falou sob condição de anonimato, disse: “Nada está fora da mesa, mas nós ainda acreditamos que o melhor caminho a seguir é trabalhar com o Congresso em uma solução para a crise humanitária e nacional na fronteira sul”.

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    Senado dos EUA leva à votação propostas concorrentes para encerrar paralisação

    Por Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos, controlado por republicanos, marcou para esta quinta-feira a votação de duas propostas concorrentes, uma amplamente apoiada por democratas e outra por republicanos, para encerrar a paralisação parcial do governo, ambas aparentemente incapazes de solucionar o impasse que já dura mais de um mês.

    O presidente republicano Donald Trump desencadeou a paralisação, agora em seu 34º dia, exigindo que 5,7 bilhões de dólares para a construção de um muro na fronteira do país com o México, proposta rejeitada pelos democratas, faça parte de qualquer legislação para financiar um quarto do governo.

    A maior paralisação da história dos Estados Unidos tem deixado 800 mil funcionários federais sem receber e enfrentando dificuldades para pagar as contas no final do mês.

    O líder da maioria do Senado, Mitch McConnell, planeja levar à votação uma proposta democrata para financiar o governo durante três semanas, mas que não inclui os recursos exigidos por Trump para o muro.

    Suas perspectivas parecem pequenas. A Câmara dos Deputados, controlada por democratas, já aprovou projetos de lei semelhantes, mas Trump tem rejeitado toda legislação que não inclui o financiamento para o muro.

    Mas, o simples fato de McConnell, que anteriormente disse que não consideraria nenhuma legislação que Trump não apoiasse, estar disposto a permitir que a proposta seja votada sugere que ele pode estar tentando convencer parlamentares de ambos os partidos a fazer concessões.

    McConnell também pretende levar à votação um projeto de lei que inclui o financiamento para o muro e uma extensão temporária das proteções para os “sonhadores”, centenas de milhares de pessoas levadas ilegalmente aos Estados Unidos quando crianças, uma oferta que Trump fez no sábado.

    Democratas têm rejeitado a oferta de Trump, dizendo que não irão negociar a segurança de fronteira até que o governo seja reaberto e que não trocarão uma extensão temporária das proteções dos imigrantes por um muro permanente que tem chamado de ineficaz, custoso e imoral.

    Uma outra possibilidade surgiu na quarta-feira quando líderes democratas da Câmara dos Deputados sugeriram dar a Trump a maior parte ou todo o dinheiro --5,7 bilhões de dólares-- que ele tem exigido para a segurança da fronteira com o México, mas que não poderia ser utilizado para construir um muro.

    Na quarta-feira, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, desconvidou Trump de realizar o discurso anual de Estado da União na Câmara dos Deputados até que o governo esteja totalmente reaberto. Trump chamou a decisão de “uma desonra”.

    (Reportagem de Richard Cowan)

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    Trump adia discurso de Estado da União até fim da paralisação do governo

    Por Richard Cowan e John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em publicação no Twitter na noite de quarta-feira que irá adiar seu discurso de Estado da União até o fim da paralisação do governo, respondendo a uma medida da presidente da Câmara dos Deputados, a democrata Nancy Pelosi, para impedir os planos de Trump para a cerimônia.

    No mesmo dia, líderes democratas da Câmara dos Deputados sugeriram encerrar a paralisação parcial do governo dando a Trump a maior parte ou todo o dinheiro que ele tem exigido para a segurança da fronteira do país com o México, mas para outros itens que não o muro prometido pelo presidente.

    À medida que a paralisação que tem deixado 800 mil funcionários federais sem salário chegou a seu 33º dia, Pelosi efetivamente desconvidou Trump a realizar o discurso anual de Estado da União na Câmara dos Deputados até que o governo esteja totalmente aberto.

    O presidente republicano respondeu à democrata no Twitter.

    “Isso é prerrogativa dela. Eu farei o discurso quando a paralisação terminar. Eu não estou procurando por um local alternativo para o discurso de Estado da União porque não há nenhum local que possa competir com a história, a tradição e a importância da Câmara dos Deputados”, disse Trump em tuíte.

    “Estou ansioso para fazer um ‘ótimo’ discurso de Estado da União no futuro próximo”.

    O deputado James Clyburn, o terceiro democrata mais importante da Câmara dos Deputados, disse que os democratas podem atender ao pedido de Trump por 5,7 bilhões de dólares para segurança de fronteira com ferramentas tecnológicas como drones, aparelhos de raio-X e sensores, assim como mais agentes de patrulha, mas não para a construção de um muro.

    O presidente desencadeou a paralisação no mês passado ao exigir que recursos para o muro de fronteira, rejeitado pelos democratas, façam parte de qualquer legislação para financiar cerca de um quarto do governo federal.

    O deputado republicano Tom Cole, integrante do Comitê de Verbas da Câmara dos Deputados, disse a repórteres que a proposta democrata poder ajudar.

    “Qualquer movimento, qualquer discussão é útil”, disse Cole. “Nós temos que ultrapassar esse debate de muro ou sem muro”.

    O impasse sobre a segurança de fronteira e o financiamento do governo passou para uma disputa paralela sobre o discurso de Estado da União do presidente.

    Na quarta-feira, Trump enviou uma carta a Pelosi dizendo estar ansioso para realizar a cerimônia na próxima terça-feira na Câmara dos Deputados como planejado. Anteriormente, Pelosi tinha pedido que Trump considerasse adiar o discurso porque a segurança da cerimônia não poderia ser garantida durante a paralisação.

    Mas, na quarta-feira, a líder democrata disse que a Câmara dos Deputados não considerará uma medida para autorizar o discurso até que a paralisação acabe. “Novamente, estou ansiosa para recebê-lo na Câmara dos Deputados para esse discurso em uma data mutuamente acordada quando o governo estiver aberto”, disse Pelosi em carta a Trump.

    (Reportagem de Richard Cowan e John Whitesides; Reportagem adicional de Yasmeen Abutaleb, Roberta Rampton, Eric Beech, Susan Heavey, Doina Chiacu e Rich McKay)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Após 28 dias, paralisação parcial do governo dos EUA permanece sem sinal de fim

    Após 28 dias, paralisação parcial do governo dos EUA permanece sem sinal de fim

    Por James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - À medida que a paralisação parcial do governo dos Estados Unidos chega ao marco de quatro semanas nesta sexta-feira, as tensões aumentam em Washington contra ambos os lados do impasse desencadeado pela demanda do presidente norte-americano, Donald Trump, por 5,7 bilhões de dólares para financiar um muro na fronteira dos EUA com o México.

    O ultimato, rejeitado por parlamentares democratas, tem impedido o Congresso de aprovar uma legislação para restaurar o financiamento de cerca de um quarto do governo federal, que fechou parcialmente em 22 de dezembro quando os recursos de diversas agências expiraram por razões não relacionadas à fronteira.

    A Câmara dos Deputados, liderada pelos democratas, iniciou um fim de semana prolongado, voltando à ativa na terça-feira. O Senado deve se reunir na sexta-feira, mas seus planos ainda estão incertos.

    O Senado, controlado pelos republicanos, está seguindo as orientações de Trump quanto ao muro e não colocou para votação nenhum dos diversos projetos de lei aprovados nos últimos dias na Câmara dos Deputados sem recursos para à barreira, que poderiam pôr fim à paralisação.

    A paralisação parcial, já a mais longa da história dos Estados Unidos, parece pronta para se arrastar até a próxima semana, fazendo com que 800 mil funcionários públicos continuem sem receber e que algumas funções do governo permaneçam comprometidas.

    Qualquer debate sério sobre políticas migratórias tem se transformado em um teste de poder político. Depois que a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, sugeriu que Trump adiasse seu discurso anual sobre o Estado da União até que a paralisação terminasse, o presidente respondeu impedindo que Nancy e uma delegação de parlamentares usassem um avião militar para viagem à Bélgica e ao Afeganistão.

    A medida de Trump impediu a viagem no momento em que Nancy e os outros parlamentares estavam prestes a deixar o país.

    Durante evento no Pentágono na quinta-feira, Trump reiterou seu pedido de que o Congresso forneça financiamento para ajudar a construir o muro de fronteira, que ele diz ser necessário para conter o fluxo de imigrantes ilegais e o tráfico de drogas.

    Democratas têm rejeitado a barreira, que classificam como inviável e um desperdício de recursos.

    A Câmara dos Deputados tem aprovado projetos de lei orçamentários de curto prazo que encerrariam a paralisação, mas o líder republicano do Senado, Mitch McConnell, tem se recusado a levá-los à votação, dizendo que as legislações não têm apoio da Casa Branca.

    O assessor de um deputado republicano disse à Reuters na quinta-feira que nenhuma conversa de bastidores para resolver o impasse está sendo realizada.

    (Reportagem adicional de Susan Cornwell e Richard Cowan)

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    Governo dos EUA entra em 26º dia de paralisação e negociações seguem sem avanço

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve assinar nesta quarta-feira uma lei que prevê o pagamento retroativo de 800 mil funcionários federais quando a paralisação parcial do governo chegar ao fim, embora ainda não haja sinais de uma conclusão do impasse.

    À medida que a paralisação se estende para seu 26º dia, Trump também deve se reunir com um grupo de parlamentares dos dois partidos por volta das 14h30 (horário de Brasília).

    No entanto, não ficou claro se a reunião está relacionada à paralisação. Nem a Casa Branca nem os gabinetes dos parlamentares responderam imediatamente a um pedido de comentário.

    A paralisação teve início em 22 de dezembro, após Trump insistir que não assinaria uma lei que financia um quarto das agências do governo, a menos que o pagamento incluísse mais 5 bilhões de dólares destinados para a construção de um muro ao longo da fronteira com o México.

    O muro é um marco de promessa de campanha de Trump antes da eleição presidencial de 2016. Trump disse na época que o México iria pagar pela sua construção, mas voltou atrás negando que tenha dito isso.

    Nesta quarta-feira, Trump continuou culpando os democratas pelo impasse e ressaltando seu apoio à construção do muro, dizendo em uma publicação no Twitter que os projetos de fronteiras ao redor do mundo 'foram reconhecidos como 100 por cento bem-sucedidos. Pare o crime na nossa fronteira do sul!'.

    Não ficou claro imediatamente a quais projetos de muro ele se referia.

    (Por Makini Brice)

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    Paralisação impacta economia dos EUA enquanto democratas rejeitam convite de Trump para negociar

    Por Steve Holland e Ginger Gibson

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos está sofrendo um abalo maior do que o esperado com a paralisação parcial do governo, mostraram estimativas da Casa Branca nesta terça-feira, enquanto os democratas do Congresso rejeitaram o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para discutir o assunto.

    A paralisação alcança seu 25º dia nesta terça-feira sem que Trump ou os líderes democratas no Congresso mostrem sinais de que irão ceder no ponto que a desencadeou --o financiamento para o muro que Trump prometeu construir ao longo da fronteira com o México.

    Trump convidou um grupo bipartidário de membros do Congresso para um almoço para discutir o impasse, mas a Casa Branca disse que democratas rejeitaram o convite. Era esperado que nove republicanos comparecessem.

    Trump está insistindo para que o Congresso libere 5,7 bilhões de dólares no momento em que cerca de 800 mil servidores públicos federais estão sem receber durante a paralisação parcial.

    'Já é a hora de democratas virem à mesa e fazerem um acordo', disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    Líderes democratas na Câmara dos Deputados disseram que não orientaram membros a boicotarem o almoço de Trump, mas que pressionaram aqueles que foram convidados a considerarem se as negociações seriam produtivas ou se seriam apenas uma oportunidade fotográfica para o presidente.

    'Estamos unidos', disse o líder da maioria na Câmara, Steny Hoyer, a repórteres na manhã desta terça-feira.

    A administração Trump estimou inicialmente que a paralisação custaria à economia 0,1 ponto percentual em crescimento a cada duas semanas que servidores continuassem sem pagamento.

    Mas nesta terça-feira, surgiu um número atualizado: 0,13 ponto percentual a cada semana, em razão do impacto do trabalho que não está sendo executado por 380 mil servidores de folga, bem como trabalho pendente de prestadores federais, disse uma autoridade da Casa Branca.

    A paralisação parcial é a mais longa da história dos Estados Unidos e seus efeitos começaram a reverberar ao redor do país.

    (Por Steve Holland, Susan Cornwell, Ginger Gibson, Makini Brice e Susan Heavey)

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    Hambúrgueres à luz de velas: Trump serve fast-food para campeões de futebol americano universitário

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou na segunda-feira um banquete na Casa Branca perfeito para a situação de paralisação do governo: bandejas de prata cheias de hambúrgueres do McDonald’s e de embalagens brancas e vermelhas da lanchonete Wendy’s.

    Normalmente, os chefs de cozinha da Casa Branca serviriam um menu muito mais elegante sob o austero olhar do retrato de Abraham Lincoln na sala de jantar da residência presidencial. Entretanto, eles estão de licença, ficando em casa sem receber enquanto Trump briga com o Congresso sobre o orçamento do governo federal.

    A Casa Branca disse que o próprio Trump ofereceu o que descreveu como “a grande comida americana” para os convidados do Clemson Tigers, time campeão do campeonato universitário de futebol americano.

    “Nós temos pizzas, temos 300 hambúrgueres, temos muitas, muitas batatas fritas, todas as nossas comidas favoritas”, disse Trump a repórteres, enquanto um funcionário da Casa Branca ainda trabalhando acendia velas.

    “Eu quero ver o que estará aqui quando sairmos, porque não acho que será muita coisa”, disse Trump, antes dos jogadores, vestidos de terno, invadirem a sala e começarem a se servir.

    Cerca de um quarto do governo federal norte-americano está paralisado há 24 dias, depois que Trump insistiu em uma promessa de campanha para construir um muro ao longo da fronteira do país com o México, exigindo 5,7 bilhões do Congresso para o projeto. Os democratas da Câmara rejeitam a demanda.

    (Reportagem de Roberta Rampton)

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    Paralisação do governo dos EUA torna-se a mais longa da história do país

    Por David Brunnstrom e David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - A paralisação parcial do governo norte-americano, pela exigência do presidente Donald Trump por 5,7 bilhões de dólares para construir um muro na fronteira com o México, entrou no seu 22º dia neste sábado, tornando-se o mais longo da história do país, e ainda não tem previsão para acabar.

    O recorde anterior, de 21 dias, aconteceu entre 1995 e 1996, sob o ex-presidente Bill Cliton.

    Trump afirmou na sexta-feira que não declararia emergência nacional 'imediatamente' para encerrar o impasse sobre segurança na fronteira que paralisou cerca de um quarto do governo norte-americano. Ele falou após parlamentares pararem para o fim de semana, impedindo qualquer possível ação até a próxima semana.

    No Twitter, neste sábado, Trump atacou os democratas. 'Os democratas deveriam retornar a Washington e trabalhar para encerrar a paralisação e, ao mesmo tempo, encerrar a horrível crise humanitária na fronteira. Estou na Casa Branca esperando vocês!', escreveu.

    Trump também pediu que seus 57,2 milhões de seguidores no Twitter entrassem em contato com parlamentares democratas e dissessem a eles para 'resolverem isso!'.

    Democratas no Congresso, que consideram o muro uma resposta ineficiente e ultrapassada para um problema complexo, votaram diversas leis para reabrir o governo sem financiar a barreira de Trump. Mas elas foram ignoradas pelo Senado, controlado por republicanos.

    Trump originalmente afirmou que o México pagaria pelo muro, que ele afirma ser necessário para impedir o fluxo de imigrantes ilegais e drogas. Mas o México se recusou.

    Departamentos do governo norte-americano, inclusive Tesouro, Energia, Comércio e Estado, fecharam as portas quando o financiamento terminou, em 22 de dezembro. Financiamento para outras áreas do governo, como o Departamento de Defesa e o Congresso, foi aprovado, mantendo as operações regulares.

    A disputa afetou tudo, do tráfego aéreo à cobrança de impostos, e suspendeu o pagamento de muitos servidores públicos.

    Por volta de 800 mil funcionários do governo federal não receberam os pagamentos que deveriam ter sido depositados na sexta-feira. Alguns recorreram à venda de suas posses ou a apelos em financiamentos coletivos na internet para pagar as contas.

    O Aeroporto Internacional de Miami afirmou que fecharia um de seus terminais mais cedo nos próximos dias pela falta de seguranças, que alegaram doenças em uma taxa duas vezes maior do que o normal.

    Um sindicato que representa milhares de controladores de tráfego aéreo entrou com um processo contra a Administração Federal de Aviação, na sexta-feira, afirmando que ela violou a lei de salários federais ao não pagar os trabalhadores. É pelo menos o terceiro processo de sindicatos em nome de trabalhadores sem salários.

    O chefe do Serviço Secreto dos Estados Unidos, responsável por proteger Trump, alertou que seus funcionários que o estresse financeiro pode levar a depressão e ansiedade. 'Fiquem de olho nos sinais de alerta de problemas', escreveu o diretor R. D. 'Tex' Alles, em um memorando visto pela Reuters.

    Trump tem descrito a situação na fronteira com o México como uma 'crise humanitária', enquanto especulações cresceram esta semana de que ele ignoraria o Congresso para começar a construir seu muro - uma medida que certamente levaria a uma contestação na Justiça de Democratas que afirmam que o muro seria uma medida bárbara e ineficiente.

    Em vez disso, o presidente pediu que os parlamentares lhe fornecessem os 5,7 bilhões de dólares que ele busca para a segurança nas fronteiras.

    Uma emergência nacional permitira a Trump desviar dinheiro de outros projetos para pagar pelo muro, uma promessa central da sua campanha em 2016. Isso, por sua vez, poderia levá-lo a assinar leis que restauram o financiamento de agências que foram afetadas pela paralisação.

    (Reportagem adicional de Ginger Gibson)

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