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    CCJ inverte pauta para votar Orçamento impositivo antes de reforma da Previdência

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta segunda-feira um requerimento que inverte a pauta da reunião, colocando a PEC do Orçamento impositivo como primeiro item a ser votado, antes da reforma da Previdência.

    A pauta convocada para esta segunda pelo presidente da comissão, Felipe Franscischini (PSL-PR) previa que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência seria o primeiro item a ser votado.

    Aprovada por 50 votos a 5, a inversão da pauta foi possível a partir de uma aliança pontual entre o centrão e a oposição, cada um com uma intenção no horizonte.

    Interessa à oposição adiar e prolongar a discussão da reforma da Previdência, enquanto o centrão alimentava a inteção de votar o Orçamento impositivo, um recado ao governo que tentou imputar aos parlamentares a prática do que chama de “velha política” e “toma lá, dá cá”.

    Com o acordo, a oposição acertou que o centrão se abstenha de se aliar ao governo para diminuir o tempo de discussão da reforma. O centrão obteve, por outro lado, apoio numérico para aprovar o requerimento de inversão de pauta. No final, até mesmo aliados do governo votaram favoravelmente ao requerimento.

    Segundo o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), trata-se de “uma união intencional com Orçamento impositivo e reforma da Previdência. Eles têm interesse em uma área, nós temos interesse na outra”.

    Apesar disso, a reunião da CCJ seguiu arrastada mesmo após o acordo. Para dois integrantes do centrão, quem estava atrapalhando a celeridade da reunião da CCJ era o próprio presidente da comissão, deputado Felipe Francischini (PSL-PR) e integrantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

    Na leitura de uma dessas fontes, os deputados do PSL e Francischini demonstram, com a atitude, insatisfação por não terem sido procurados por integrantes do governo para tratar da reforma. Esse parlamentar acredita que a reforma da Previdência não deve ser votada nesta semana.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no entanto, procurou mostrar otimismo quanto ao encerramento da etapa da Previdência na CCJ nesta semana.

    'Encerra esta semana na CCJ e, a partir da semana que vem, a gente começa a pedir os nomes para a instalação da comissão especial, que vai ser instalada na próxima semana ou na outra, no máximo', disse Maia a jornalistas após dar palestra em São Paulo.

    A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), defendeu que o ideal é votar o parecer pela admissibilidade da Previdência na CCJ na terça-feira, a despeito das dificuldades e pela semana de trabalho mais curta no Congresso devido ao feriado.

    Para Joice, 'seria leviano' dizer que não é arriscado deixar de votar a reforma na terça.

    'O ideal é que nós consigamos aprovar isso nesta terça-feira e, por isso, o apelo que esses parlamentares que estejam fazendo o kit obstrução pensem um pouquinho no país', disse Joice, em entrevista à imprensa antes de se reunir com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, no Palácio do Planalto.

    (Reportagem adicional de Ricardo Brito, em Brasília, e Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Sem acordo, CCJ deve inverter pauta e votar o Orçamento impositivo antes da Previdência

    BRASÍLIA (Reuters) - Sem acordo entre coordenadores de bancada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara deverá votar um requerimento para inverter a pauta da reunião e colocar como primeiro item a PEC do Orçamento impositivo, em vez da reforma da Previdência.

    O governo, aliados e defensores da reforma têm interesse em votá-la na comissão ainda nesta semana. Tanto é, que o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), havia convocado a reunião tendo como primeiro item da pauta a Proposta de Emenda à Constituição que altera as regras de aposentadoria e benefícios.

    Mas alguns partidos do centrão, apoiados pela oposição, pressionavam pela votação do Orçamento impositivo. Para alguns deles, até mesmo na opinião do líder do PSL, Delegado Waldir (GO), não haveria problema em votar as duas propostas nesta semana, mais curta por conta do feriado. Para a oposição, interessa debater mais profundamente a reforma e deixá-la para a próxima semana.

    “Somos favoráveis a votar os dois (Orçamento e Previdência), a ordem dos fatores não altera o produto”, disse Waldir a jornalistas.

    Diante do impasse, e da ameaça de atraso na tramitação da Previdência, chegou a haver uma reunião entre coordenadores de bancada na CCJ e o presidente do colegiado, mas não houve acordo nem para impedir estratégias de obstrução, nem para reduzir o tempo de fala dos inscritos.

    Cálculos premiliminares de Francischini na sexta-feira apontavam que a discussão apenas da reforma da Previdência poderia passar de 20 horas.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    ESPECIAL-STF volta aos trabalhos com pauta crucial ao governo Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O Supremo Tribunal Federal (STF) volta do recesso forense nesta sexta-feira e terá em 2019 uma série de pautas que abordam assuntos econômicos, criminais e de costumes de grande interesse do governo Jair Bolsonaro (PSL), cujo presidente e pessoas próximas dele fizeram principalmente durante a campanha críticas duras à cúpula do Poder Judiciário.

    Bolsonaro, que poderá indicar durante seu mandato ao menos 2 dos 11 ministros, chegou a defender um aumento para 21 no número de integrantes da corte como forma de ter uma corte, na avaliação dele, menos parcial. Depois recuou. O filho e deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) falou, em um vídeo que veio à tona durante a campanha, que 'basta um soldado e um cabo' para fechar o STF'. Eduardo acabou sendo advertido pelo pai.

    Desde a eleição, porém, Bolsonaro e futuros aliados dele moderaram as falas e fizeram gestos de aproximação com o Supremo. O presidente eleito escolheu para ministro da Defesa o general Fernando Azevedo e Silva que antes assessorava o presidente do STF, Dias Toffoli, na corte.

    Essa aproximação de Toffoli com o governo tem sido vista com reservas por outros ministros nos bastidores do tribunal, disse uma fonte do Supremo.

    Bolsonaro não vai comparecer à solenidade de abertura do ano do Poder Judiciário no STF nesta sexta por estar se recuperando de uma cirurgia de retirada de uma bolsa de colostomia. Será representado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão.

    ECONOMIA

    Na área da economia, a corte deve decidir sobre a adoção da tabela do frete rodoviário, caso que gerou uma greve geral em maio passado no país. Em junho do ano passado, o ministro Luiz Fux concedeu liminar suspendendo ações que questionavam a tabela, mantendo sua validade. Mas recentes liminares concedidas por instâncias inferiores têm suspendido a aplicação dela.

    Esse caso, que já foi objeto de audiência pública na corte, ainda não tem data para entrar na pauta do plenário do Supremo.

    Outro assunto que ficou para 2019 e não há prazo para ser apreciado, apesar de importante para o plano de desestatização do governo e especialmente da Petrobras, é o referente à liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski que proíbe o Executivo de fazer privatizações sem o aval do Congresso. Essa liminar também foi dada em junho do ano passado e também objeto de audiências públicas. Bolsonaro criticou essa decisão da corte na campanha.

    Um terceiro assunto com impacto financeiro no governo Bolsonaro foi a liminar, também dada por Lewandowski, que suspendeu os efeitos de uma medida provisória editada ano passado pelo então presidente Michel Temer que havia adiado para 2020 aumento para servidores federais que entrariam em vigor este ano. Essa medida gera um custo fiscal extra de 4,7 bilhões de reais em 2019 e ainda terá de ser apreciada pela corte.

    No dia 27 de fevereiro, a corte marcou o julgamento de ações sobre a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que permitiriam, por exemplo, a governadores reduzir a jornada de trabalho dos servidores com a consequente diminuição dos salários.

    Um ministro do STF disse que essa ação deverá ser aceita pela corte ao justificar que somente com medidas como essa é que os Estados voltarão a ter fôlego fiscal --ele lembra que seis novos governadores decretaram calamidade fiscal desde o início do ano.

    'Estamos fingindo o quê? Há Estados que não estão pagando nem o salário dos seus servidores', disse esse ministro, que prefere falar sob a condição do anonimato porque o julgamento ainda vai ocorrer.

    O tribunal ainda deve analisar a medida provisória editada pelo governo Bolsonaro que extinguiu o Ministério do Trabalho e nos bastidores da corte também é dado como certa a judicialização da reforma da Previdência que deverá ser enviada pelo Executivo ao Congresso em fevereiro.

    Em encontros fechados e agendas públicas nos últimos meses, o atual presidente do STF, Dias Toffoli, já mandou sinais positivos em relação às pautas do Bolsonaro.

    Toffoli --que foi indicado para a corte pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desafeto de Bolsonaro--- já defendeu um pacto pelas reformas previdenciária, tributária e fiscal.

    CRIMINAL

    Um assunto que tem preocupado o governo é a situação do filho do presidente eleito senador, Flávio Bolsonaro (PSL-SP). Durante o recesso de janeiro, a pedido da defesa de Flávio, o então presidente em exercício do STF, Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre movimentações financeiras atípicas do ex-assessor de Flávio.

    Fux usou como principal justificativa para a decisão o fato de que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) teria pedido informações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) de dados bancários sigilosos sobre o filho do presidente mesmo após ele ter sido eleito senador. Ou seja, teria usado um 'atalho' para investigá-lo, segundo os advogados.

    A expectativa é que o ministro Marco Aurélio Mello --que reassume a relatoria do caso com o fim do recesso-- dê logo uma liminar para garantir que o MP do Rio retome essas investigações criminais, segundo uma fonte do STF. Marco Aurélio já deu indicativos em entrevista de que vai liberar essas apurações. Flávio já é investigado pelo MP do Rio na esfera cível.

    Outro assunto, tido como bandeira de campanha de Bolsonaro, é o julgamento da possibilidade de se determinar a prisão de condenados em segunda instância sem direito a recurso. Toffoli --que divulgou em dezembro a pauta do primeiro semestre de 2019-- agendou esse caso para o dia 10 de abril.

    O atual entendimento do Supremo, firmado em 2016, permite a prisão dos presos condenados por órgão colegiado de tribunais com trânsito em julgado. Contudo, não se sabe se a corte mudará esse entendimento diante de mudanças em sua composição e de o caso nunca ter sido apreciado numa ação de constitucionalidade em plenário.

    No final de dezembro, Toffoli derrubou liminar que havia sido concedida por Marco Aurélio que mandava soltar todos os condenados em segunda instância, medida que poderia liberar da prisão Lula. Marco Aurélio vinha se queixando de a ação que relata do assunto nunca ter sido colocada na pauta do plenário.

    COSTUMES

    O STF também agendou para o primeiro semestre assuntos da chamada pauta de costumes. No próximo dia 13, a corte incluiu na pauta o julgamento de duas ações que pedem a criminalização da homofobia --esse tipo de tema não avança no Congresso diante da resistência da bancada religiosa, próxima à gestão Bolsonaro.

    Outro julgamento, previsto para ocorrer no dia 5 de junho, é o que vai analisar a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Bolsonaro já se posicionou contra a legalização de drogas durante a campanha.

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    Equipe econômica de Bolsonaro ainda discute se pauta econômica deverá ser atacada de uma vez ou aos poucos

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A equipe que elabora o programa econômico do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) ainda discute se a pauta econômica no Congresso, incluindo a reforma da Previdência, deverá ser abordada de uma vez ou aos poucos, informou uma fonte que acompanha as negociações.

    Segundo essa fonte, uma corrente do grupo, liderada pelo economista Paulo Guedes, entende que é necessário investir nos temas prioritários já no início de um eventual governo de Bolsonaro, enquanto outra frente, formada principalmente por técnicos e burocratas com experiência na máquina pública em Brasília, aconselha uma abordagem mais paulatina.

    Um dos temas que poderiam funcionar como teste, segundo essa abordagem gradual, seria o projeto que trata da autonomia do Banco Central. O assunto, avalia a fonte, não encontraria grandes resistências no Congresso e, uma vez aprovado, serviria para animar e dar fôlego à base de sustentação a ser construída em torno do governo.

    Para construir seu colchão de aliados, aliás, Bolsonaro contará muito com as bancadas parlamentares já identificadas com a sua pauta original, muito centrada nos problemas de segurança pública e em questões morais e culturais. São elas a bancada do agronegócio, a religiosa e a da “bala”, além dos parlamentares eleitos na esteira de corporações como policiais e militares.

    Na semana passada, reportagem da Reuters antecipou que Bolsonaro tem conquistado uma espécie de potencial “base” no Congresso por meio do suporte de importantes frentes parlamentares. As frentes da segurança pública, da agropecuária e dos evangélicos, conhecidas como a bancada BBB --bala, boi e Bíblia-- são apostas de aliados de Bolsonaro para avançar propostas no Congresso.

    A  declaração de neutralidade dos principais partidos do centrão foi encarada como positiva, uma vez que um apoio formal poderia ser visto como 'mais do mesmo na política', segundo essa fonte. Isto é, um aval do chamado establishment político poderia contradizer o ativo que o próprio Bolsonaro tem cultuado durante toda a sua campanha.

    Essa agenda moral e de costumes, a pauta “raiz” do candidato, seria usada, neste contexto, como um instrumento de negociação justamente para a aprovação da pauta econômica de interesse de Paulo Guedes no Congresso, nome confirmado por Bolsonaro nesta sexta-feira para comandar o Ministério da Fazenda em seu eventual governo.

    A fonte, que tem circulação no Congresso, prevê ainda um isolamento da esquerda no Legislativo diante do apoio temático a Bolsonaro dessas bancadas, do crescimento do PSL e da provável inclusão do centrão à base. As chances de aprovação de uma reforma da Previdência ainda no governo Temer, segundo avaliou, são muito pequenas, quase nulas.

    O PT, do adversário de Bolsonaro no segundo turno, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, elegeu a maior bancada na Câmara, com 56 deputados. O PSL de Bolsonaro conseguiu 52 cadeiras.

    SUCESSÃO NA CÂMARA

    Nessa conjuntura, há possibilidade de composição com o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que pretende se reeleger para o posto. A intenção, no entanto, pode ser ameaçada pelo PSL, que ainda pode inchar com a migração de parlamentares de partidos que não atingiram a cláusula de barreira e pleitear o cargo com base no critério da proporcionalidade.

    No Senado, avaliou a fonte, o emedebista Renan Calheiros (AL) --identificado politicamente com os petistas-- deve encarar dificuldades para se lançar à Presidência da Casa. O Senado tem uma tradição de eleger para o comando da Casa o parlamentar do partido com o maior número de cadeiras --o MDB terá 12 senadores.

    Ainda assim, há uma abertura para o eventual governo Bolsonaro buscar uma composição com um nome mais palatável do partido, como Simone Tebet (MS) e Fernando Bezerra Coelho (PE).

    A equipe econômica do candidato já tem visão consolidada, no entanto, sobre a necessidade da presença de investimento estrangeiro na economia. Será dada prioridade a licitações internacionais, sem “preconceito” com o capital --mesmo que tenha origem na China. Bolsonaro, no entanto, tem mostrado repetidas vezes preocupação com a entrada de capital chinês no país.

    Para esse grupo, o Programa de Parceria de Investimentos (PPI), criado para ampliar a interação entre o Estado e a iniciativa privada em contratos de parceria e de medidas de desestatização, já oferece um avanço em relação ao que era praticado.

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