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    PDT pede anulação da eleição presidencial por abuso de poder econômico

    BRASÍLIA (Reuters) - O PDT apresentou nesta sexta-feira uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a anulação da eleição presidencial pela prática de abuso de poder econômico com base principalmente em reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada na véspera que aponta que empresários teriam bancado gastos com a divulgação de mensagens por meio de WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad, o que beneficiaria Jair Bolsonaro (PSL).

    O partido alega que esse tipo de despesa é proibido por lei e manipula, de certa forma, o resultado das urnas. Na peça, com mais de 30 páginas, o PDT requer ainda que sejam investigadas pessoas, físicas e jurídicas, para comprovar a utilização de recursos não contabilizados pela campanha de Bolsonaro, pedindo a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático deles.

    “O Código Eleitoral é muito claro quando diz que, caso seja comprovado o abuso de poder econômico por parte de um dos concorrente, automaticamente o pleito se torna viciado, gerando assim um desequilíbrio entre os concorrentes e comprometendo todo o processo eleitoral. Entendemos que a disseminação das chamadas “fake news” via redes sociais, principalmente contra o candidato do PT, criou uma desigualdade que alterou o resultado das urnas”, afirmou Carlos Lupi, presidente do PDT, em nota divulgada pelo partido.

    O PDT alega que a prática de disseminação de notícias falsas prejudicou o candidato do partido na corrida presidencial, Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar e que, por isso, não passou para o segundo turno. A legenda diz que a prática já tinha ocorrido no primeiro turno.

    'Assim, foram prejudicados todos os concorrentes do pleito eleitoral, já que o aporte financeiro das pessoas jurídicas trouxe um flagrante desequilíbrio entre a paridade das armas dos concorrentes. Todavia, o mais prejudica foi o candidato Ciro Gomes, haja vista que era quem mais detinha condições de ganhar no segundo turno, inclusive, com ampla margem de votos contra o candidato Jair Bolsonaro', argumenta.

    O PDT quer que a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) seja julgada procedente após seu trâmite regular, com a anulação dos votos da chapa de Bolsonaro e a convocação de novas eleições para presidente e vice-presidente da República.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    PDT prepara ação para pedir nulidade das eleições após denúncia de uso irregular do WhatsApp

    BRASÍLIA (Reuters) - O PDT prepara uma ação para pedir à Justiça Eleitoral a nulidade das eleições deste ano após as denúncias de práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira o presidente nacional do partido, Carlos Lupi.

    Segundo Lupi, cujo partido teve o candidato Ciro Gomes em terceiro lugar no primeiro turno da disputa pelo Palácio do Planalto, a equipe jurídica do PDT ainda estuda a forma e o conteúdo da peça a ser apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    “Estamos preparando uma ação. Ainda não está pronta, o jurídico está examinando o termo exato e por isso ainda não soltei”, disse o presidente do partido à Reuters.

    Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira apontou práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência. O jornal afirma que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT e a favor de Bolsonaro por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma operação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Adversário de Bolsonaro no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o candidato do PT, Fernando Haddad, acusou Bolsonaro de criar uma 'verdadeira organização criminosa com empresários que, mediante caixa dois, dinheiro sujo, estão patrocinando mensagens mentirosas no WhatsApp”.

    O PT entrou com um pedido para que a Polícia Federal investigue a utilização deliberada de notícias sabidamente falsas (as 'fake news'), doação não declarada de verbas do exterior, propaganda eleitoral paga na internet e, por fim, a utilização indevida do WhatsApp.

    A campanha de Bolsonaro não se manifestou de imediato sobre as denúncias, mas um dos filhos do presidenciável disse em mensagem no Twitter que o jornal e o PT contam meias-verdades ou mentiras descontextualizadas. “Vão perder a boquinha que o partido mais corrupto do Brasil bancou ao longo de seu tempo no poder!”, escreveu o vereador Carlos Bolsonaro.

    Bolsonaro lidera as intenções de votos para o segundo turno da disputa presidencial com 59 por cento dos votos válidos, de acordo com a mais recente pesquisa Ibope, enquanto Haddad aparece com 41 por cento.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    PDT deve dar apoio crítico ao PT para evitar o mal maior da eleição de Bolsonaro, diz Lupi

    Por Eduardo Simões e Lisandra Paraguassu

    SÃO PAULO (Reuters) - O PDT deverá dar um apoio crítico ao candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, mas não pretende participar da coordenação da campanha ou negociar cargos, disse o presidente do partido, Carlos Lupi.

    'Esse é o indicativo que eu e Ciro (Gomes, candidato do partido à Presidência) vamos levar à reunião da Executiva do partido na quarta-feira', disse Lupi à Reuters nesta segunda-feira. 'Vamos apoiar Haddad mais pelo prejuízo que seria uma Presidência de Jair Bolsonaro'.

    'Apoio crítico, sem participação em coordenação de campanha ou nada disso, para evitar o mal maior', explicou Lupi.

    Na véspera, após a definição do segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, Ciro descartou de pronto um apoio a Bolsonaro.

    Os parlamentares eleitos pelo PDT no domingo também participarão do encontro, disse Lupi, acrescentando que, apesar de sua proposta de apoio crítico a Haddad, acatará a decisão do colegiado do partido.

    Ciro teve 12,47 por cento dos votos válidos na eleição de domingo, o equivalente a 13,3 milhões de votos, ficando com a terceira colocação no pleito, atrás de Bolsonaro, que liderou com 46,03 por cento, e de Haddad, que foi o segundo mais votado com 29,28 por cento.

    O apoio do pedetista é considerado vital pelo PT na tentativa de tentar uma frente democrática contra Bolsonaro. Haddad foi para o segundo turno com cerca de 18 milhões de votos atrás do adversário.

    Petistas ouvidos pela Reuters confirmam que o partido pretende buscar apoios e está aberto a vários setores, mas centra esforços no campo de centro-esquerda. 'Centro-esquerda é nossa prioridade', garantiu Emídio de Souza, um dos coordenadores da campanha de Haddad.

    Lupi disse à Reuters que conversou diretamente com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, a quem informou da posição que ele e Ciro vão levar à Executiva.

    Nesta segunda, Gleisi teve uma reunião em um hotel em São Paulo com o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, que já na noite de domingo havia usado sua conta no Twitter para declarar apoio a Haddad. Por telefone, Gleisi também falou com Carlos Siqueira, presidente do PSB.

    O PSB se reúne na terça-feira em Brasília para decidir sua posição no segundo turno. Na convenção nacional em que o PSB optou pela neutralidade no primeiro turno, os socialistas aprovaram também um veto total a qualquer movimento de apoio a Bolsonaro.

    No entanto, o governador de São Paulo, Márcio França, que conseguiu passar para disputar o segundo turno com o tucano João Doria, já avisou ao partido que não poderá dar apoio ao PT sob o risco de perder a eleição, já que Bolsonaro é muito forte em São Paulo, e Doria já anunciou seu voto no ex-capitão.

    O PT escalou o senador eleito pela Bahia Jaques Wagner para encabeçar as negociações com outros partidos. Wagner chegou na manhã desta segunda a São Paulo para iniciar as conversas com potenciais aliados.

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    Ciro ataca aliança entre PT e PSB e anuncia carta ao povo para pedir tranquilidade

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, classificou nesta sexta-feira a aliança do PSB com o PT que deixou os socialistas em posição de neutralidade nas eleições presidenciais como um ato desleal e traiçoeiro, mas disse que é preciso manter a cabeça fria para dar continuidade a seu projeto eleitoral.

    O pedetista afirmou que enxerga a aproximação do PT ao PSB como uma tentativa de enfraquecer sua candidatura, e anunciou que vai publicar ainda nesta sexta-feira nas redes sociais uma carta ao povo pedindo por tranquilidade em um momento de aparente turbulência.

    'É preciso muito calma nessa hora... Evidente que nossa gente e nossa militância ficaram muito frustradas e irritadas com a forma desleal e traiçoeira com a qual aparentemente fomos tratados', disse Ciro a jornalistas após participar da convenção estadual do PDT no Rio de Janeiro, no centro da cidade.

    'Mas eu que tenho a cabeça fora da linha d'água, estou ponderando e pedindo muita calma nessa hora', acrescentou.

    A escolha do PSB pela neutralidade na eleição presidencial em acordo firmado com o PT deixou o pedetista isolado e sem um partido importante que poderia ser um forte aliado na corrida presidencial de outubro.

    Ciro chegou a dizer logo após a decisão do PSB que a neutralidade não era uma surpresa, e que sabia que estava 'marcado para morrer' por PT, PSDB e MDB.

    O pedetista disse entender a aproximação entre PT e PSB como uma manobra dos petistas contra a sua candidatura. Com a inviabilidade da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril, o PT ficou enfraquecido na disputa e decidiu minar a sua candidatura, segundo Ciro.

    'Todos sabem que não deixarão o Lula ser candidato, as estruturas não permitirão, e o que está em jogo na burocracia do PT é uma grande enganação', disse.

    'Querem criar uma comoção nacional para que o dia que ele for declarado inelegível para escolher outro poste. A questão é: o Brasil aguenta outro poste?', disse ele, ao se referir implicitamente à ex-presidente Dilma Rousseff. 'A única coisa que justifica esse gesto é eles acharem que eu sou uma grande ameaça de afirmar uma alternativa de renovação do campo progressista brasileiro', acrescentou.

    Apesar da decisão do PSB, Ciro afirmou que pretende manter o apoio ao candidato socialista Márcio França, que é candidato à reeleição ao governo de São Paulo.

    'Se depender de mim manteremos (o apoio), porque considero Márcio França o melhor para São Paulo', afirmou.

    Durante seu discurso na sede do PDT do Rio de Janeiro, Ciro atacou ainda o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de opinião de voto nos cenários sem a presença de Lula.

    'O problema do Bolsonaro, com todo carinho, é que ele é um boçal e inexperiente', disse.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Cid evita falar sobre adesão de blocão a Alckmin, mas minimiza impacto em candidatura de Ciro

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Coordenador da campanha de Ciro Gomes à Presidência, o ex-governador Cid Gomes afirmou nesta sexta-feira, na chegada à convenção do PDT que vai confirmar a candidatura de seu irmão, que não fala sobre 'possibilidades', ao ser questionado sobre a adesão do blocão ao tucano Geraldo Alckmin, mas minimizou o impacto ao dizer que a estratégia sempre foi buscar alianças 'progressistas'.

    'Não posso, não devo falar sobre possibilidades, o dia que tiver uma coisa acertada eu falo', afirmou Cid ao chegar à convenção. 'A gente sempre teve muito claramente definida nossa estratégia que é buscar o apoio do PSB, dos partidos progressistas e pensar em governar o Brasil', acrescentou.

    Na quinta-feira, o blocão, formado por DEM, PR, PRB, Solidariedade e PP, decidiu, em uma série de reuniões, fechar o apoio ao candidato tucano, em uma reviravolta causada por um contra-ataque do PSDB, mas também pela entrada no grupo do PR que, depois de desistir de aliança com Jair Bolsonaro (PSL), dava preferência ao tucano.

    Cid confirmou que o partido continua esperando uma aliança com o PSB que, segundo ele, seria mais alinhada com o perfil de Ciro.

    'Daria moldura à candidatura do Ciro, aquela que ele gostaria de ter, de um candidato progressista, um candidato popular, que trabalha pelo povo brasileiro de fato. Qualquer partido, que seja do arco progressista ou não, que se disponha a apoiar esses princípios será bem-vindo', afirmou.

    Cid defendeu o irmão candidato das principais razões apontadas pelo blocão para desistir da aliança: a dificuldade de controlar a língua e questões econômicas divergentes.

    'Sinceramente acho que o povo brasileiro não tolera mais a falsidade, o discurso da promessa fácil. O Ciro tem tido uma postura franca e sincera e às vezes isso desagrada alguns. Mas Ciro continua do jeito que é: franco, sincero e apaixonado por resolver os problemas do país', defendeu.

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    PDT vê crescer chances de apoio de blocão a Ciro

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A duas semanas do prazo limite para os partidos fecharem suas coligações, cresceram as chances de o pedetista Ciro Gomes conseguir arrebanhar para sua candidatura o chamado blocão, que reúne os principais partidos do chamado centro político. Ainda dividido, no entanto, o grupo só pretende anunciar sua decisão na próxima semana.

    O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quarta-feira à Reuters que as conversas com o blocão --composto por DEM, Solidariedade, PRB, PR, PP e PHS-- têm avançado nos últimos dias e, mesmo partidos que antes estavam reticentes em apoiar Ciro, como o PRB, têm dado sinais de mudança.

    'O centrão está caminhando para vir', disse o presidente do PDT, ao ressalvar que a expectativa dele é que um acerto mesmo com o grupo só seja anunciado na próxima semana.

    'Se tenho chances de pegar o candidato que hoje é de centro-esquerda, tem experiência, foi governo e com isso posso impedir o PT ganhar e posso estar com esse cara para ganhar do Bolsonaro, que ninguém quer...', analisou Lupi. 'Então, não é nem pelas nossas qualidades, desculpe, que o Ciro tem algumas, mas é porque nós passamos ser a opção mais plausível. Esse pessoal é muito pragmático.'

    Integrantes do grupo confirmam que as negociações estão avançando e existe uma chance real de o bloco ir unido com o PDT, mas que não existe ainda nada certo.

    'Não dá para falar que vai ou não vai, mas está bem encaminhado', disse o presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP), ao destacar que haverá uma conversa na noite desta quarta, ou na quinta-feira, entre líderes do bloco, que poderá definir a posição do grupo.

    Paulinho avalia que o recuo do PR, que planejava inicialmente fechar uma aliança com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é mais um indício de que o grupo poderá marchar junto com Ciro em outubro.

    Presidente do PRB, o ex-ministro Marcos Pereira confirmou à Reuters que as negociações avançaram, mas não há definição e há ainda muitas dificuldades para o partido aceitar a aliança.

    'Avançou, mas é muito incipiente ainda. Não há nada concreto', disse. 'Continua com muitas dificuldades, não é simples.'

    Pereira explica que, se o PR se unir ao grupo e indicar o empresário Josué Gomes --filho do falecido ex-vice-presidente José Alencar-- para ser vice de Ciro, a situação melhora um pouco.

    'Ainda vamos ter que trabalhar muito a bancada, mas dá um pouco mais de conforto. Se o PR não vier, a gente vai ter muito mais dificuldade.'

    O ex-governador do Ceará Cid Gomes, irmão de Ciro, disse ter conversado pessoalmente dias atrás com Valdemar Costa Neto em busca do apoio do PR e que o cacique disse-lhe na ocasião que a legenda estava inclinada a fechar com Bolsonaro.

    Contudo, o acordo do PR com o pré-candidato do PSL posteriormente refluiu e a cúpula do PDT voltou a investir num acordo com a legenda.

    Segundo Cid, seu irmão trabalha para garantir um acordo a fim de conquistar, além do tempo de rádio e TV, governabilidade no Congresso.

    'O Ciro tem sido assim muito disciplinado no compromisso de colocar as coisas antes e pensar sempre no dia seguinte', destacou ele.

    O PRB é o partido que tem, até agora, as maiores dificuldade de fechar uma aliança com Ciro Gomes. A sigla quer adaptações na pauta econômica do candidato e também a garantia de Ciro de que não vai interferir em pautas legislativas caras à base evangélica do partido, como aborto ou questões homoafetivas.

    Em uma reunião no sábado, em São Paulo, o pedetista teria aceitado não interferir nas pautas legislativas e que aceitaria sugestões nas questões econômicas. 'Mas aí vem essa bomba que está em toda imprensa hoje, essa carta para a Embraer...', disse Pereira.

    O partido desistiu na semana passada de seu candidato próprio, o empresário Flavio Rocha e agora tenta decidir se vai em conjunto com o blocão ou fecha apoio a Geraldo Alckmin, mesmo com o tucano em baixa nas pesquisas. Nesta quarta, Marcos Pereira se reuniu também com o candidato do MDB, Henrique Meirelles.

    Dentro do DEM, que hoje capitaneia as discussões com Ciro, há uma tendência maior de apoio ao pedetista.

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