alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE pf

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF abre inquérito para investigar disparo de mensagens sobre presidenciáveis

    PF abre inquérito para investigar disparo de mensagens sobre presidenciáveis

    (Reuters) - A Polícia Federal (PF) confirmou neste sábado a abertura de inquérito, requerido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para investigar disparo de mensagens via WhatsApp sobre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Na véspera, a procuradora-geral havia requisitado à PF a instauração de inquérito para apurar se empresas de tecnologia da informação têm disseminado, de forma estruturada, mensagens em redes sociais referentes aos dois candidatos.

    De acordo com nota da PGR, 'o objetivo é verificar a existência de eventual utilização de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar notícias falsas'.

    No documento enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, Raquel Dodge informa que os fatos mencionados em reportagens jornalísticas já motivaram a abertura de procedimento apuratório pela Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).

    Segundo reportagem publicada na quinta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Na sexta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou a abertura de uma investigação requerida pela chapa de Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas.

    O WhatsApp, controlado pelo Facebook, informou na sexta que estava “tomando medida legal imediata” contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF conclui inquérito dos portos e pede indiciamento e bloqueio de bens de Temer e outras 10 pessoas

    PF conclui inquérito dos portos e pede indiciamento e bloqueio de bens de Temer e outras 10 pessoas

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Na conclusão das investigações do inquérito dos portos entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal pediu o indiciamento e o sequestro e bloqueio de bens do presidente Michel Temer, a filha dele Maristela Temer, do ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures e de outros oito investigados, conforme despacho do relator do caso na corte, Luís Roberto Barroso, a que a Reuters teve acesso.

    No relatório final, a PF também solicitou ao Supremo a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, da arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher do coronel, e outras duas pessoas.

    Em despacho desta terça, Barroso disse que vai aguardar a manifestação da Procuradoria-Geral da República a respeito dos pedidos feitos pela PF antes de decidir. A PGR poderá oferecer denúncia contra Temer.

    Se isso ocorrer, seria a terceira contra o atual chefe do Poder Executivo --as outras duas ele conseguiu barrar o prosseguimento na Câmara dos Deputados, que não deu aval para o STF julgar as acusações criminais e que ficaram suspensas até ele deixar o cargo.

    Ainda assim, de antemão Barroso decidiu proibir os investigados que tiveram a prisão preventiva requerida pela PF de deixarem o Brasil.

    'Aguardarei a manifestação do Ministério Público quanto aos requerimentos de sequestro e bloqueio de bens, assim como do pedido de prisão preventiva. Determino, no entanto, desde logo, a proibição de se ausentarem do país aos investigados que tiveram sua prisão processual solicitada pela autoridade policial', disse Barroso.

    Segundo o ministro do STF, a PF decidiu apontar o indiciamento dos investigados pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ministro cita que essa organização está 'dividida em quatro núcleos: político, administrativo, empresarial (ou econômico) e operacional (ou financeiro)'.

    Na lista de indiciados estão Antônio Celso Grecco, ex-presidente da Rodrimar, Ricardo Conrado Mesquita, ex-diretor da Rodrimar, e Gonçalo Borges Torrealba, sócio do grupo Libras.

    'De acordo com o relatório, foram produzidas, no âmbito do inquérito, provas de naturezas diversas, que incluíram colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais, informações e pronunciamentos do Tribunal de Contas da União, bem como foram apurados fatos envolvendo propinas em espécie, propinas dissimuladas em doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas --físicas e jurídicas--, atuação de empresas de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços, em meio a outros', informa Barroso, citando o relatório da PF.

    O inquérito dos portos foi aberto em setembro do ano passado, diante da suspeita de que Temer teria recebido propina, por meio do então assessor especial Rodrigo Rocha Loures, para editar um decreto que beneficiou a Rodrimar em alterações legais para o setor. Mas, no curso das apurações, outros crimes foram sendo investigados.

    A defesa de Temer informou à Reuters na noite desta terça que ainda não tinha tido acesso ao relatório final da apuração e que vai se manifestar na quarta-feira.

    A assessoria da Presidência informou que o Palácio do Planalto não irá se pronunciar sobre inquérito dos portos.

    BLINDAGEM

    As investigações do inquérito dos portos atingiram indiretamente o ex-diretor-geral da PF Fernando Segovia. A situação dele, que assumiu o comando da polícia em novembro, ficou abalada após entrevista à Reuters, antes do Carnaval, em que ele afirmou não haver indícios de crime cometidos pelo presidente no inquérito. Na entrevista, Segovia indicava que a tendência era de arquivamento da investigação contra Temer.

    Na mesma entrevista, o então diretor-geral disse ainda que o delegado responsável pelo inquérito, Cleyber Malta Lopes, poderia ser investigado por eventuais abusos nos questionamentos que fez ao presidente, se houvesse uma queixa formal sobre isso.

    No final de fevereiro, o então recém-empossado ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, substituiu Segovia por Rogério Galloro, que está no comando da PF desde então.

    No despacho desta terça, Barroso --que anteriormente tinha blindado o delegado responsável pelo inquérito de ser retirado da condução do caso-- disse que o trabalho foi 'conduzido diligentemente pelo Delegado da Polícia Federal Cleyber Malta Lopes, cujo compromisso na preservação dos dados sigilosos merece registro'.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF cumpre mandados de busca em Teresina em investigação contra senador Ciro Nogueira

    PF cumpre mandados de busca em Teresina em investigação contra senador Ciro Nogueira

    (Reuters) - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira operação para cumprir mandados de busca e apreensão em dois endereços de Teresina, como parte de inquérito que investiga o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), por suspeita de envolvimento em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A PF informou em nota oficial, sem identificar os alvos da operação, que cumpriu mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na capital no Piauí para aprofundar as investigações de supostos crimes cometidos por empresários de uma grande empreiteira, políticos e doleiros.

    A defesa de Ciro Nogueira disse que o senador não foi alvo diretamente das medidas cumpridas pela PF, mas confirmou a realização de busca e apreensão contra o PP e apontou um 'evidente prejuízo eleitoral' pela deflagração da operação a 10 dias das eleições, nas quais Ciro é candidato à reeleição.

    'A defesa indaga o porquê de ser determinada busca e apreensão contra o PP a 10 dias das eleições? Obviamente não havia necessidade e urgência para esta medida neste momento', disse em nota o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay.

    'A defesa não se preocupa em absoluto com o que foi apreendido, mas denuncia o uso eleitoral que certamente se fará desta decisão judicial inoportuna, inadequada e desmedida neste momento. A criminalização da política tem que ser enfrentada em nome da normalidade democrática', acrescentou.

    De acordo com a Polícia Federal, as investigações tiveram início com acordos de colaboração premiada firmados por executivos de uma empreiteira junto à Procuradoria-Geral da República, que apontaram os caminhos percorridos por valores que teriam sido desviados de obras públicas concedidas à empresa.

    Ciro Nogueira já fora alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF em abril no âmbito de investigação sobre suspeita de obstrução de Justiça por tentativa de comprar o silêncio de um ex-assessor que estaria colaborando com investigadores, de acordo com uma fonte com conhecimento das investigações. [nL1N1S11Z1]

    (Por Ricardo Brito, em Brasília, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF investiga desvios de recursos de conta administrada pelo Ministério do Trabalho

    PF investiga desvios de recursos de conta administrada pelo Ministério do Trabalho

    (Reuters) - A Polícia Federal foi às ruas na manhã desta terça-feira para cumprir 16 mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como parte de uma investigação sobre desvios de recursos da Conta Especial Emprego e Salário (CEES), um fundo abastecido com dinheiro da contribuição sindical e administrado pelo Ministério do Trabalho.

    De acordo com a PF, a investigação é um desdobramento da operação Registro Espúrio, que em suas fases anteriores investigou fraudes na concessão de registros sindicais pelo Ministério do Trabalho envolvendo diversos parlamentares, e que resultou no afastamento do então ministro Helton Yomura.

    Na ação desta terça-feira, as investigações apontam a atuação de uma organização criminosa junto a entidades interessadas em obter restituições de forma fraudulenta de contribuições sindicais recolhidas a maior ou indevidamente da CEES, de acordo com a Polícia Federal.

    'Os pedidos de restituição eram manipulados pelo grupo com o intuito de adquirir direitos a créditos, conforme também apontou o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União', disse a PF em nota, sem identificar os alvos da operação.

    'Os valores eram transferidos da CEES para as contas bancárias das entidades, com posterior repasse de um percentual para os servidores públicos e advogados integrantes do esquema.'

    Entre os alvos da ação está o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, de acordo com o portal de notícias G1. Não foi possível localizar representantes de Tiago Cedraz de imediato, e o TCU não respondeu de imediato a um pedido de comentário do ministro Aroldo Cedraz.

    De acordo com o Ministério do Trabalho, que administra a Conta Especial Emprego e Salário, os recursos da CEES integram o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é destinado ao custeio do programa do seguro-desemprego, do abono salarial e ao financiamento de programas de desenvolvimento econômico.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Edição de Raquel Stenzel)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF pode usar provas do inquérito dos portos em caso de Odebrecht e PMDB, que envolvem Temer, decide Barroso

    PF pode usar provas do inquérito dos portos em caso de Odebrecht e PMDB, que envolvem Temer, decide Barroso

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido feito pela Polícia Federal para permitir o compartilhamento de provas colhidas do chamado inquérito dos portos, que investiga o presidente Michel Temer por supostas irregularidades na edição de um decreto que altera regras no setor portuário, para integrar o inquérito que também apura a conduta emedebista em um suposto acerto de pagamento de propina da Odebrecht para as eleições de 2014.

    A decisão de Barroso, do dia 17 de agosto, foi tornada pública nesta terça-feira e obtida pela Reuters.

    O chamado inquérito da Odebrecht, conduzido pelo ministro Edson Fachin, investiga Temer por suposto repasse de propina da Odebrecht para o MDB para as eleições de 2014.

    A investigação envolve a suspeita de crime numa contribuição de 10 milhões de reais para o então PMDB, que teria sido formalizada em um jantar no Palácio do Jaburu, com a presença de Temer, do empresário Marcelo Odebrecht e dos hoje ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República) em 2014.

    'Como se sabe, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal admite que elementos informativos de investigação criminal ou provas colhidas no bojo de instrução penal, ainda que sigilosos, possam ser compartilhados para fins de instruir outro processo criminal, inquérito civil ou procedimento administrativo disciplinar', decidiu Barroso, ao deferir o pedido de compartilhamento de dados apresentado pela PF.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Secretário de Segurança do RJ descarta reforço da PF em investigações sobre assassinato de Marielle

    Secretário de Segurança do RJ descarta reforço da PF em investigações sobre assassinato de Marielle

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O secretário de Segurança do Estado, general Richard Nunes, descartou um apoio extra da Polícia Federal nas investigações em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco, que completa nessa terça-feira cinco meses ainda sem solução.

    Ele argumentou que já há uma colaboração da PF nas investigações, que continuam sem prazo para serem finalizadas.

    Na véspera, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que conversou com o presidente Michel Temer antes de oferecer o auxílio extra da PF. As investigações estão a cargo da polícia civil do Rio de Janeiro, que está sob controle do gabinete da intervenção federal.

    “Essa ajuda da PF já está acontecendo e estamos juntos e desde sempre a Polícia Federal tem colaborado e participado conosco”, disse Nunes à Reuters após participar de um evento no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. Ele lembrou que o trabalho de perícia sobre armas e munições usados na morte de Marielle contaram com ajuda da PF.

    Nunes disse em sua palestra sobre os preparativos para as eleições estaduais no Rio que confia nas investigações feitas pela polícia civil do Rio de Janeiro, numa possível alusão à oferta de Jungmann.

    Para a PF entrar mais a fundo nas investigações seria necessário um pedido formal da parte do Ministério Público do Rio de Janeiro e do gabinete de intervenção, mas as duas instituições já sinalizaram que não vão dar esse passo.

    O secretário de segurança admitiu a complexidade na solução do caso e disse que não há prazo para a elucidação.

    “Esse caso é de complexidade tal e tem tudo a ver com a atuação política dela e ao grupo que ela pertencia... não tem data, não tem prazo”, disse ele. “Aquelas pessoas que querem, efetivamente querem, que esse crime seja elucidado apoiem o nosso trabalho e acreditem no trabalho da polícia civil do Rio de Janeiro, que tem feito um trabalho extraordinário e exaustivo”, disse. Segundo Nunes já foram produzidos nove volumes sobre o caso Marielle.

    As investigações, de acordo com autoridades locais e federais, apontam para o envolvimento de agentes de Estado e políticos na morte da vereadora.

    “A dificuldade é inerente à complexidade do caso e não fazemos promessa de prazo ou data. O que prometemos é trabalho“, destacou Nunes

    A família de Marielle tentou um encontro com Nunes e com o interventor na área de segurança Walter Braga Netto, mas não foi possível por motivo de agenda

    A Anistia Internacional divulgou nessa terça uma nota pedindo uma investigação externa e independente sobe o caso.

    ”É grave que se inicie um processo eleitoral sem que se descubra quem são os responsáveis pelo assassinato de uma vereadora em pleno exercício de seu mandato e quais foram as motivações. O início do período de campanha eleitoral levanta a preocupação de que o caso seja negligenciado', disse Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Jungmann diz que PF já tem equipe pronta para atuar nas investigações do assassinato de Marielle

    Jungmann diz que PF já tem equipe pronta para atuar nas investigações do assassinato de Marielle

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta segunda-feira que a Polícia Federal já tem uma equipe pronta e definida para atuar na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco, que na terça-feira completa cinco meses, e, que a elucidação do caso é uma questão de honra para o governo do presidente Michel Temer.

    O ministro frisou que essa equipe para auxiliar nas investigações seria composta por delegados e agentes do Rio de Janeiro e de fora do Estado. Mas, para que a PF entre na apuração, é preciso uma solicitação oficial ao governo federal da parte do gabinete da intervenção federal na área de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro.

    “Não estamos desqualificando a equipe que aqui está trabalhando e estamos prontos para fazer e, inclusive, já sabemos quais delegados que seriam necessários mobilizar”, disse ele a jornalistas em entrevista na sede do BNDES.

    Jungmann indicou um certo incômodo com a demora no esclarecimento do assassinato da vereadora e do motorista dela Anderson Gomes, embora reconheça a dificuldade e a complexidade das investigações. Segundo ele, a participação de políticos locais e agentes de Estado tornam a apuração do crime muito mais delicada.

    Ele frisou que a PF brasileira é muito capacitada e detém o aparato e instrumentos necessários para ajudar no esclarecimento da morte de Marielle.

    “A Polícia Federal é uma das melhores investigativas no mundo por ter recursos tecnológicos, humanos, orçamentários para sustentar qualquer investigação que se faça necessária”, disse.

    O ministro disse que já levou a possibilidade de federalização da investigação ao presidente Temer que aguarda uma posição da intervenção federal ou do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que se manifestou anteriomente contrário à federalização do caso.

    No caso do MP, o pedido teria que ser encaminhado à procuradora-geral da República, Rachel Dodge, segundo Jungmann.

    “Eu consultei o presidente da República e ele concordou que, sem sombra de dúvida, deveriam fazê-lo até por que ele considera o esclarecimento do caso Marielle uma questão de honra de seu governo”, disse o ministro.

    Jungmann afirmou textualmente que o crime envolve a participação de políticos e agentes públicos do Estado, sejam como mandantes ou executores. Desde o início, as investigações já apontaram para uma série de possibilidades sobre as motivações do crime.

    Segundo o ministro, no momento é impossível se estabelecer um prazo para a conclusão das investigações.

    Procurado para comentar o assunto, o gabinete de intervenção federal no Estado informou que já existe uma integração entre forças locais e federais no caso.

    “As investigações já estão sendo conduzidas sob orientação federal, por intermédio da intervenção decretada na área da segurança pública do Rio de Janeiro. A integração dos órgãos de segurança pública do Estado com a PF já está consolidada, particularmente na área de inteligência”, disse o gabinete em nota.

    No entanto, uma fonte próxima às investigações revelou à Reuters que não há essa proximidade e que o apoio da PF é “eventual“ e “esporádico”.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PF prende 12 suspeitos de integrar quadrilha de tráfico internacional de drogas que operava com bitcoins

    PF prende 12 suspeitos de integrar quadrilha de tráfico internacional de drogas que operava com bitcoins

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira ao menos 12 pessoas suspeitas de integrarem uma quadrilha internacional de tráfico de drogas acusada de lucrar milhões de dólares com envios de cocaína do Brasil para o exterior e de utilizar moedas virtuais para lavar os recursos, informou a PF.

    Como parte da chamada operação Antigoon, deflagrada em parceria com a Receita Federal, aproximadamente 100 policiais federais foram às ruas para cumprir um total de 15 mandados de prisão, dos quais três não tinham sido cumpridos até o início da tarde, e 21 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

    Ao longo de quase um ano de investigação foram apreendidas cerca de 4 toneladas de cocaína nos portos do Rio de Janeiro, Vitória, Santos, Salvador e Suape (PE). As remessas de droga eram feitas para Europa, Ásia e África.

    A droga despachada para o exterior vinha principalmente do Peru, Colômbia e Bolívia, e o Brasil, de acordo com investigadores, era um corredor para o envio para outros continentes.

    Eles movimentavam milhões e milhões de dólares. Foi muito dinheiro, e a quadrilha usava bitcoins e moedas cibernéticas para despistar e fugir dos órgão de controle , afirmou o delegado da PF Carlos Eduardo Thomé em entrevista coletiva sobre a operação.

    A quadrilha recebia parte do pagamento em moedas virtuais para dificultar o rastreamento, e para a movimentação volumosa e atípica de dinheiro não ser detectada , acrescentou.

    A PF não detalhou a quantia de dinheiro que teria sido movimentada pela quadrilha.

    Entre os presos estão empresários que atuam no segmento de comércio exterior, despachantes, funcionários de terminais portuários e até caminhoneiros, de acordo com a PF.

    Ao longo de 15 meses, a Polícia Federal e a Receita Federal realizaram ações controladas com autorização da Justiça para monitorar o caminho da droga e os envolvidos.

    A origem da droga e se essa quadrilha tem ligação com cartéis que atuam na América do Sul farão parte de outras investigações”, disse a jornalistas o delegado da PF Osvaldo Scalezi.

    A PF informou também que foram realizadas apreensões nos portos de Antuérpia, na Bélgica; Gioia Tauro, na Itália e Valência, na Espanha, utilizando-se dos institutos de cooperação policial.

    Segundo os investigadores, a quadrilha montou empresas de fachada para enviar a droga para Europa, Ásia e África, ou violava contêineres de empresas lícitas que não tinham ligação com o bando para conseguir embarcar a cocaína.

    O nome da operação, Antigoon, faz referência a uma lenda sobre a origem do nome da cidade de Antuérpia, na Bélgica, principal destino da droga na Europa, de acordo com a PF.

    (Por Rodrigo Viga Gaier e Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. pf

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.