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    PF investiga Aécio e mais 5 parlamentares por propina de R$130 milhões da J&F

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e dois deputados federais foram alvos nesta terça-feira de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal como parte de investigação sobre pagamento de vantagens indevidas da holding J&F a diversos políticos por meio do senador, em valores que se aproximam de 130 milhões de reais.

    Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, informou a Procuradoria-Geral da República em comunicado. Segundo a PGR, as medidas cautelares são sigilosas e os nomes dos alvos não serão divulgados, mas agentes da PF fizeram buscas em endereços de Aécio e de pessoas ligadas a ele no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

    A PGR também fez uma referência a Aécio ao afirmar, em comunicado, que o senador investigado teria prometido favorecimentos ao grupo empresarial em um eventual governo presidencial entre 2015 e 2018, além de influência junto ao governo estadual de Minas Gerais com o objetivo de viabilizar a restituição de créditos tributários.

    Aécio foi derrotado no 2º turno da eleição presidencial de 2014 por Dilma Rousseff (PT), e antes foi governador de MG por dois mandatos entre 2003 e 2010.

    'Ao todo, o grupo econômico (J&F) teria repassado cerca de 130 milhões de reais que foram distribuídos a parlamentares de pelo menos três legendas', disse a PGR no comunicado, acrescentando que as investigações são decorrentes de informações prestadas em colaboração premiada por diretores da J&F.

    Segundo a PGR, o objetivo das cautelares é reunir provas do pagamento de 'vantagens indevidas por parte do Grupo Empresarial J&F a políticos por meio do senador'.

    A defesa de Aécio disse em nota que o senador sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar documentos necessários às investigações. A nota diz ainda que os executivos da JBS tentam transformar 'doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração'.

    'A correta e isenta investigação vai apontar a verdade é a legalidade das doações feitas', disse o advogado Alberto Zacharias Toron.

    A Polícia Federal informou que no total foram expedidos pelo Supremo 24 mandados de busca e apreensão e 48 intimações para depoimentos a serem cumpridos em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amapá, Rio Grande do Norte e na Bahia.

    'Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias', disse a PF em comunicado.

    Segundo a PF, os recursos ilegais teriam sido utilizados para a obtenção de apoio político e também para fins da campanha presidencial de 2014.

    De acordo com a Polícia Federal, outros cinco parlamentares são suspeitos de envolvimento no esquema, sendo dois senadores e três deputados federais.

    Em nota, a assessoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) afirmou que o parlamentar desconhece o motivo pelo qual teve seu nome envolvido nessa história. 'Em toda sua trajetória, ele nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém.'

    O Solidariedade afirmou em nota que o partido já apoiava Aécio desde 2013, mas ressaltou que o deputado Paulinho da Força 'se colocou à disposição da justiça para prestar quaisquer esclarecimentos'.

    'A acusação absurda de compra de apoio do partido Solidariedade para a candidatura à Presidência de Aécio Neves, em 2014, beira o ridículo. Desde a sua criação, em 2013, o Solidariedade já apoiava o candidato Aécio Neves por acreditar em seus projetos para o país', diz a nota.

    Os demais políticos investigados são, segundo a TV Globo, o senador Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

    Não foi possível localizar de imediato representantes desses parlamentares.

    A ação desta terça-feira, chamada operação Ross, é um desdobramento da Operação Patmos, uma fase da Lava Jato deflagrada em maio de 2017 que teve como base a delação de executivos da J&F. À época, Aécio chegou a ser afastado do exercício parlamentar em decorrência da investigação.

    Procurada, a J&F disse que não vai se pronunciar sobre a nova operação.

    (Por Pedro Fonseca; Reportagem adicional de Gram Slattery)

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    Moro anuncia Maurício Valeixo como novo diretor-geral da Política Federal

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, indicou nesta terça-feira o delegado Maurício Valeixo para a direção geral da Polícia Federal e a delegada Érika Marena para a chefia do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça.

    Ambos os delegados já fazem parte atualmente da equipe de transição do governo de Jair Bolsonaro.

    Valeixo é atualmente superintendente da Polícia Federal no Paraná e substituirá Rogério Galloro, nomeado no início de março deste ano. Responsável pelas ações da operação Lava Jato em Curitiba, Valeixo já foi diretor de Inteligência da PF e diretor do departamento de combate ao crime organizado.

    Já Érika Marena participou de parte do início das investigações da operação Lava Jato - foi a responsável por dar o nome à operação - e foi a chefe das investigações na operação Ouvidos Moucos, que ficou marcada pelo suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Luiz Carlos Cancillier de Olivo, três meses depois de ter sido preso na operação.

    Cancillier deixou um bilhete em que apontava a prisão pela PF como responsável pelo suicídio. Marena foi alvo de uma investigação interna pela PF e foi absolvida.

    'A delegada tem minha plena confiança. O que aconteceu em Florianópolis foi uma tragédia, toda minha solidariedade à família, mas foi um infortúnio no âmbito da investigação. A delegada não tem responsabilidade', defendeu Moro ao ser questionado pelo caso.

    Moro disse ainda que planeja convidar o atual diretor-geral da PF para algum cargo na estrutura do Ministério da Justiça. Galloro era secretário Nacional de Justiça antes de ser chamado para a chefia da PF no lugar de Fernando Segóvia, demitido depois de, em entrevista à Reuters, afirmar que o inquérito dos Portos, em que o presidente Michel Temer é investigado, seria arquivado.

    O futuro ministro da Justiça afirmou também que todos os nomes envolvidos nas investigações da Lava Jato com quem trabalhou podem ser considerados para cargos no governo, inclusive Márcio Anselmo, primeiro delegado da Lava Jato.

    'Eu sempre afirmei que seria um tolo se não aproveitasse pessoas que trabalharam comigo, especialmente no âmbito da operação Lava Jato, porque já provaram sua integridade e sua eficiência', disse Moro ao anunciar os primeiros nomes da sua equipe.

    Ainda de acordo com o novo ministro, o foco principal da PF em sua gestão será o combate à corrupção e ao crime organizado.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    PF prende Joesley Batista e ex-ministros da Agricultura em novo desdobramento da Lava Jato

    Por Pedro Fonseca e Ricardo Brito

    RIO DE JANEIRO/BRASÍLIA (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira o empresário Joesley Batista, um dos controladores da JBS, e os ex-ministros Antonio Andrade e Neri Geller em um desdobramento da operação Lava Jato que investiga uma suposta organização criminosa que atuava no Ministério da Agricultura e na Câmara dos Deputados com pagamento de propina a agentes públicos e políticos.

    As propinas pagas aos agentes públicos e políticos no âmbito do esquema foram estimadas em mais de 22 milhões de reais, de acordo com a Receita Federal, que participa da investigação ao lado da PF.

    A prisão de Joesley, que já havia sido detido em setembro do ano passado no âmbito da Lava Jato acusado de omitir informações de acordo de delação premiada fechado com a Procuradoria-Geral da República, ocorreu na casa do executivo em São Paulo.

    O advogado do empresárioo, André Callegari, disse em nota que 'causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração'. O advogado ressaltou que a prisão é temporária e que o empresário vai prestar todos os esclarecimentos.

    Em comunicado sem citar os nomes dos alvos da operação, a Polícia Federal disse que a ação visa cumprir 63 mandados judiciais de busca e apreensão e 19 mandados de prisão temporária, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

    Além de Joesley, também foi preso o executivo da holding J&F Ricardo Saud, que também fora preso no ano passado acusado de romper o acordo de delação premiada. Os dois estavam em liberdade desde março, quando tiveram a prisão revogada pelo Justiça.

    'Durante as apurações, houve clara comprovação de que empresários e funcionários do grupo investigado --inicialmente atuando em colaboração premiada com a PF-- teriam praticado atos de obstrução de Justiça, prejudicando a instrução criminal, com o objetivo de desviar a PF da linha de apuração adequada ao correto esclarecimento dos fatos', disse a PF em nota oficial.

    Os executivos foram responsáveis pelo mais polêmico acordo de colaboração na gestão do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que envolveu diversos políticos e culminou em duas denúncias criminais contra o presidente Michel Temer.

    EX-MINISTROS DA AGRICULTURA

    Também foram presos na operação desta sexta-feira o vice-governador de Minas Gerais e ex-ministro da Agricultura Antonio Andrade (MDB) e o deputado federal eleito Neri Geller (PP-MT), que também foi ministro da Agricultura, conforme lista de presos confirmada pela Reuters por uma fonte com acesso à decisão do TRF-1.

    Procurados pela Reuters, representantes de Andrade e de Geller não estavam disponíveis de imediato para comentar.

    De acordo com a Polícia Federal, o esquema investigado consistia no pagamento de propina a servidores públicos e agentes políticos que atuavam direta ou indiretamente no Ministério da Agricultura (Mapa) em 2014 e 2015, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

    'A Polícia Federal apurou a atuação de uma organização criminosa na Câmara dos Deputados e no Mapa, integrada por empresários e executivos de um grande grupo empresarial do ramo de processamento de proteína animal', disse a PF em comunicado.

    'Esse grupo dependia de normatizações e licenciamentos do Mapa e teria passado a pagar propina a funcionários do alto escalão do Ministério em troca de atos de ofício, que proporcionariam ao grupo a eliminação da concorrência e de entraves à atividade econômica, possibilitando a constituição de um monopólio de mercado'.

    A chamada operação Capitu foi deflagrada com base na delação premiada do empresário Lúcio Bolonha Funaro, apontado pela PGR como operador do ex-presidente da Câmara do Deputados Eduardo Cunha, que se encontra preso também no âmbito da Lava Jato.

    Segundo a PF, houve por parte do grupo empresarial investigado o financiamento ilegal de campanha de um deputado federal para a Presidência da Câmara em troca de atendimento dos interesses corporativos do grupo no Ministério da Agricultura.

    Duas grandes redes varejistas de Minas Gerais que não foram identificadas também participaram diretamente do esquema, por meio de seus controladores e diretores, de acordo com a Receita Federal.

    (Reportagem adicional de Ana Mano, em São Paulo)

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    PF faz buscas em investigação sobre pagamento de propina de R$4 mi a Jucá

    (Reuters) - A Polícia Federal foi às ruas nesta quinta-feira para cumprir nove mandados de busca e apreensão no Estado de São Paulo como parte de investigação sobre suspeita de pagamento de propina no valor de 4 milhões de reais ao senador Romero Jucá (MDB-RR) pela Odebrecht para viabilizar a edição de uma resolução do Senado em 2012.

    A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, no âmbito do inquérito 4382, que investiga Jucá com base nas delações de executivos da Odebrecht, incluindo o ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht.

    No total foram expedidos 9 mandados de busca e apreensão, sendo 7 na capital paulista, 1 em Santos e 1 em Campo Limpo Paulista, informou a PF em nota oficial.

    Documento disponível no site do STF que detalha o inquérito citado pela PF na operação afirma que, segundo o Ministério Público Federal, a empresa petroquímica Braskem --uma sociedade entre Odebrecht e Petrobras-- tinha interessa na aprovação da Resolução 72 do Senado, que consistiria em limitar a chamada “Guerra dos Portos”.

    Foi então combinado o pagamento da vantagem indevida no valor de 4 milhões de reais a Jucá pelo chamado setor de Operações Estruturadas da Odebrecht em troca de apoio à empresa na tramitação da medida, de acordo com inquérito.

    Em nota, a assessoria de Jucá afirmou que ele 'já prestou todas as informações sobre a resolução da uniformização da alíquota de ICMS que foi aprovada no Senado' e que 'tem cobrado reiteradamente o andamento das investigações para que tudo possa ser esclarecido o mais rápido possível'.

    A Odebrecht, também em nota, disse que 'continua colaborando com a Justiça e reafirma o seu compromisso de atuar com ética, integridade e transparência”.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    PF prende presidente da Codesp em operação contra corrupção no Porto de Santos

    (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa que administra o Porto de Santos, José Alex Oliva, como parte de operação que investiga esquema de corrupção e fraudes em contratos do terminal e da Secretaria de Portos do Ministério dos Transportes que somam 80 milhões de reais.

    Apesar de também investigar irregularidades no Porto de Santos, a chamada operação Tritão não tem ligação, ao menos por enquanto, com as investigações do inquérito dos Portos que tem o presidente Michel Temer como um dos alvos, de acordo com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

    'Segundo a PF, por ora, não há conexão entre essa investigação e a Operação Skala, que tramita no STF sob a relatoria do ministro (Roberto) Barroso', disse o MPF em publicação no Twitter. A operação Skala, deflagrada em março, chegou a prender temporariamente dois amigos de Temer, o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho e o advogado José Yunes.

    A ação deflagrada nesta quarta-feira prendeu o presidente da Codesp na casa do empresário no Rio de Janeiro. No total foram expedidos sete mandados de prisão contra pessoas suspeitas de participação no esquema tanto pelo lado da Codesp como de empresas de tecnologia vencedoras de contratos fraudados, segundo as autoridades.

    Além das prisões, foram expedidos 21 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, além do Distrito Federal.

    'A investigação apura a atuação de uma organização criminosa, que por meio de corrupção, formou cartel e fraudou licitações em contratos de Informática no Porto de Santos e na Secretaria de Portos do Ministério dos Transportes. Os contratos fraudados somam 80 milhões de reais', disse o MPF em comunicado.

    Segundo o MPF, as fraudes ocorreram principalmente em serviços de digitalização de documentos e dragagem.

    Em nota separada, a Polícia Federal disse que as investigações começaram em setembro de 2016 devido a um vídeo 'no qual um assessor do presidente da Codesp confessava a prática de diversos delitos ocorridos no âmbito daquela empresa'.

    O procurador do MPF em São Paulo Thiago Lacerda disse, segundo publicações no Twitter do MPF, que a ação desarticulou 'uma das maiores organizações criminosas já instaladas no Porto de Santos', e que as fraudes na Codesp 'impactaram na rentabilidade do Porto de Santos'.

    Além do MPF e da PF, também participam das investigações a Controladoria Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Receita Federal.

    A Codesp não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre a investigação, assim como o Ministério dos Transportes, Portes e Aviação Civil.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    PF faz operação para investigar violação de sigilo do voto e incitação de homicídio na eleição

    (Reuters) - A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira operação de combate a crimes relacionados às eleições deste ano, como casos de violação de sigilo do voto e de incitação de homicídio, com nove ações simultâneas sendo realizadas pelo país após monitoramento de redes sociais, informou a PF.

    A chamada operação Olhos de Lince faz parte das atividades realizadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral.

    Como parte das ações, foram emitidos quatro mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e estão sendo preenchidos cinco Termos Circunstanciados de Ocorrência, com a intimação dos investigados nos Estados de Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul, segundo a PF.

    As ações são resultado do trabalho da Polícia Federal no acompanhamento de redes sociais 'com o objetivo de identificar e de evitar possíveis crimes eleitorais e ameaças aos candidatos que concorrem ao pleito', e contaram com métodos de reconhecimento facial para identificar suspeitos.

    'Para a identificação dos investigados foram utilizadas técnicas de reconhecimento facial, que por meio de critérios científicos permitem a realização de análises e comparações das características faciais tais como cicatrizes, manchas e proporções, possibilitando a identificação de forma técnica e precisa dos suspeitos', afirmou a Polícia Federal em nota.

    Logo após o primeiro turno da eleição em 7 de outubro, a PF deflagrou uma operação para investigar e coibir crimes relacionados a vídeos que circularam nas redes sociais. No dia do pleito circulou um vídeo em que um eleitor denunciava suposta fraude no sistema de urnas eletrônicas, e outro vídeo que também circulou nas redes mostrava uma pessoa pressionando os dígitos da urna eletrônica com uma arma.

    (Reportagem de Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro)

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    PF abre inquérito para investigar disparo de mensagens sobre presidenciáveis

    (Reuters) - A Polícia Federal (PF) confirmou neste sábado a abertura de inquérito, requerido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para investigar disparo de mensagens via WhatsApp sobre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Na véspera, a procuradora-geral havia requisitado à PF a instauração de inquérito para apurar se empresas de tecnologia da informação têm disseminado, de forma estruturada, mensagens em redes sociais referentes aos dois candidatos.

    De acordo com nota da PGR, 'o objetivo é verificar a existência de eventual utilização de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar notícias falsas'.

    No documento enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, Raquel Dodge informa que os fatos mencionados em reportagens jornalísticas já motivaram a abertura de procedimento apuratório pela Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).

    Segundo reportagem publicada na quinta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Na sexta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou a abertura de uma investigação requerida pela chapa de Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas.

    O WhatsApp, controlado pelo Facebook, informou na sexta que estava “tomando medida legal imediata” contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    PF conclui inquérito dos portos e pede indiciamento e bloqueio de bens de Temer e outras 10 pessoas

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Na conclusão das investigações do inquérito dos portos entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal pediu o indiciamento e o sequestro e bloqueio de bens do presidente Michel Temer, a filha dele Maristela Temer, do ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures e de outros oito investigados, conforme despacho do relator do caso na corte, Luís Roberto Barroso, a que a Reuters teve acesso.

    No relatório final, a PF também solicitou ao Supremo a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, da arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher do coronel, e outras duas pessoas.

    Em despacho desta terça, Barroso disse que vai aguardar a manifestação da Procuradoria-Geral da República a respeito dos pedidos feitos pela PF antes de decidir. A PGR poderá oferecer denúncia contra Temer.

    Se isso ocorrer, seria a terceira contra o atual chefe do Poder Executivo --as outras duas ele conseguiu barrar o prosseguimento na Câmara dos Deputados, que não deu aval para o STF julgar as acusações criminais e que ficaram suspensas até ele deixar o cargo.

    Ainda assim, de antemão Barroso decidiu proibir os investigados que tiveram a prisão preventiva requerida pela PF de deixarem o Brasil.

    'Aguardarei a manifestação do Ministério Público quanto aos requerimentos de sequestro e bloqueio de bens, assim como do pedido de prisão preventiva. Determino, no entanto, desde logo, a proibição de se ausentarem do país aos investigados que tiveram sua prisão processual solicitada pela autoridade policial', disse Barroso.

    Segundo o ministro do STF, a PF decidiu apontar o indiciamento dos investigados pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ministro cita que essa organização está 'dividida em quatro núcleos: político, administrativo, empresarial (ou econômico) e operacional (ou financeiro)'.

    Na lista de indiciados estão Antônio Celso Grecco, ex-presidente da Rodrimar, Ricardo Conrado Mesquita, ex-diretor da Rodrimar, e Gonçalo Borges Torrealba, sócio do grupo Libras.

    'De acordo com o relatório, foram produzidas, no âmbito do inquérito, provas de naturezas diversas, que incluíram colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais, informações e pronunciamentos do Tribunal de Contas da União, bem como foram apurados fatos envolvendo propinas em espécie, propinas dissimuladas em doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas --físicas e jurídicas--, atuação de empresas de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços, em meio a outros', informa Barroso, citando o relatório da PF.

    O inquérito dos portos foi aberto em setembro do ano passado, diante da suspeita de que Temer teria recebido propina, por meio do então assessor especial Rodrigo Rocha Loures, para editar um decreto que beneficiou a Rodrimar em alterações legais para o setor. Mas, no curso das apurações, outros crimes foram sendo investigados.

    A defesa de Temer informou à Reuters na noite desta terça que ainda não tinha tido acesso ao relatório final da apuração e que vai se manifestar na quarta-feira.

    A assessoria da Presidência informou que o Palácio do Planalto não irá se pronunciar sobre inquérito dos portos.

    BLINDAGEM

    As investigações do inquérito dos portos atingiram indiretamente o ex-diretor-geral da PF Fernando Segovia. A situação dele, que assumiu o comando da polícia em novembro, ficou abalada após entrevista à Reuters, antes do Carnaval, em que ele afirmou não haver indícios de crime cometidos pelo presidente no inquérito. Na entrevista, Segovia indicava que a tendência era de arquivamento da investigação contra Temer.

    Na mesma entrevista, o então diretor-geral disse ainda que o delegado responsável pelo inquérito, Cleyber Malta Lopes, poderia ser investigado por eventuais abusos nos questionamentos que fez ao presidente, se houvesse uma queixa formal sobre isso.

    No final de fevereiro, o então recém-empossado ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, substituiu Segovia por Rogério Galloro, que está no comando da PF desde então.

    No despacho desta terça, Barroso --que anteriormente tinha blindado o delegado responsável pelo inquérito de ser retirado da condução do caso-- disse que o trabalho foi 'conduzido diligentemente pelo Delegado da Polícia Federal Cleyber Malta Lopes, cujo compromisso na preservação dos dados sigilosos merece registro'.

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    PF cumpre mandados de busca em Teresina em investigação contra senador Ciro Nogueira

    (Reuters) - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira operação para cumprir mandados de busca e apreensão em dois endereços de Teresina, como parte de inquérito que investiga o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), por suspeita de envolvimento em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A PF informou em nota oficial, sem identificar os alvos da operação, que cumpriu mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na capital no Piauí para aprofundar as investigações de supostos crimes cometidos por empresários de uma grande empreiteira, políticos e doleiros.

    A defesa de Ciro Nogueira disse que o senador não foi alvo diretamente das medidas cumpridas pela PF, mas confirmou a realização de busca e apreensão contra o PP e apontou um 'evidente prejuízo eleitoral' pela deflagração da operação a 10 dias das eleições, nas quais Ciro é candidato à reeleição.

    'A defesa indaga o porquê de ser determinada busca e apreensão contra o PP a 10 dias das eleições? Obviamente não havia necessidade e urgência para esta medida neste momento', disse em nota o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay.

    'A defesa não se preocupa em absoluto com o que foi apreendido, mas denuncia o uso eleitoral que certamente se fará desta decisão judicial inoportuna, inadequada e desmedida neste momento. A criminalização da política tem que ser enfrentada em nome da normalidade democrática', acrescentou.

    De acordo com a Polícia Federal, as investigações tiveram início com acordos de colaboração premiada firmados por executivos de uma empreiteira junto à Procuradoria-Geral da República, que apontaram os caminhos percorridos por valores que teriam sido desviados de obras públicas concedidas à empresa.

    Ciro Nogueira já fora alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF em abril no âmbito de investigação sobre suspeita de obstrução de Justiça por tentativa de comprar o silêncio de um ex-assessor que estaria colaborando com investigadores, de acordo com uma fonte com conhecimento das investigações. [nL1N1S11Z1]

    (Por Ricardo Brito, em Brasília, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    PF investiga desvios de recursos de conta administrada pelo Ministério do Trabalho

    (Reuters) - A Polícia Federal foi às ruas na manhã desta terça-feira para cumprir 16 mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como parte de uma investigação sobre desvios de recursos da Conta Especial Emprego e Salário (CEES), um fundo abastecido com dinheiro da contribuição sindical e administrado pelo Ministério do Trabalho.

    De acordo com a PF, a investigação é um desdobramento da operação Registro Espúrio, que em suas fases anteriores investigou fraudes na concessão de registros sindicais pelo Ministério do Trabalho envolvendo diversos parlamentares, e que resultou no afastamento do então ministro Helton Yomura.

    Na ação desta terça-feira, as investigações apontam a atuação de uma organização criminosa junto a entidades interessadas em obter restituições de forma fraudulenta de contribuições sindicais recolhidas a maior ou indevidamente da CEES, de acordo com a Polícia Federal.

    'Os pedidos de restituição eram manipulados pelo grupo com o intuito de adquirir direitos a créditos, conforme também apontou o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União', disse a PF em nota, sem identificar os alvos da operação.

    'Os valores eram transferidos da CEES para as contas bancárias das entidades, com posterior repasse de um percentual para os servidores públicos e advogados integrantes do esquema.'

    Entre os alvos da ação está o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, de acordo com o portal de notícias G1. Não foi possível localizar representantes de Tiago Cedraz de imediato, e o TCU não respondeu de imediato a um pedido de comentário do ministro Aroldo Cedraz.

    De acordo com o Ministério do Trabalho, que administra a Conta Especial Emprego e Salário, os recursos da CEES integram o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é destinado ao custeio do programa do seguro-desemprego, do abono salarial e ao financiamento de programas de desenvolvimento econômico.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Edição de Raquel Stenzel)

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