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    Onyx diz que governo Bolsonaro dará atenção à base do parlamentar e terá ajuda de bancadas temáticas

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira que o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, dará atenção especial à base de cada parlamentar, como forma de conquistar apoio no Congresso.

    'A gente acha que com muito trabalho e respeitando os parlamentares, olhando com atenção para sua base, para seu Estado, a gente consegue chegar lá com transparência, sem toma lá, dá cá', disse Onyx em longa entrevista coletiva no Centro Cultural do Banco do Brasil, onde funciona a equipe de transição de governo.

    O futuro ministro esclareceu que a Casa Civil ficará responsável pela articulação com a Câmara dos Deputados e com o Senado e contará com 'ex-parlamentares para fazer essa interlocução'. Já a Secretaria de Governo, que terá como ministro o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, vai cuidar de ações com os Estados e municípios.

    Onyx afirmou que o governo Bolsonaro contará com a ajuda também das bancadas temáticas e terá um forte apoio, segundo os cálculos iniciais.

    'Se a gente somar todas as bancadas que têm sinalizado que poderão estar conosco dá pra chegar com bastante facilidade acima de 330,340, podendo chegar até a 350 (deputados)', avaliou.

    'No Senado, a gente faz um primeiro cálculo chegando mais ou menos hoje num número pouquinho acima de 40, no primeiro momento.'

    O futuro ministro garantiu que a definição se um parlamentar será considerado da base governista não será algo simplesmente formal, mas se dará pelo apoio aos projetos. Por outro lado, quando, por motivos específicos, esse parlamentar não puder votar com o governo em determinada matéria, haverá compreensão com essa posição.

    'O parlamentar vai ser considerado da base se ao longo do conjunto de votações ele tiver uma posição bastante pró-governo e nós vamos ter a capacidade de compreender quando ele não puder votar uma determinada matéria. Isso não será jamais motivo de exclusão de um deputado', disse Onyx.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello e Mateus Maia)

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    Soldados do Zimbábue entram em confronto com manifestantes após denúncia de fraude em eleição

    Por MacDonald Dzirutwe e Joe Brock

    HARARE (Reuters) - Soldados dispararam com armas automáticas na capital do Zimbábue nesta quarta-feira após serem chamados para dispersar manifestantes que entraram em confronto com a polícia depois que o principal líder de oposição acusou o partido governista de tentar manipular o resultado das eleições do país.

    Ao menos uma pessoa foi morta a tiros por soldados perto de um terminal de ônibus, disseram testemunhas a um fotógrafo da Reuters.

    Observadores da União Europeia também questionaram a condução da primeira votação no Zimbábue desde que Robert Mugabe foi forçado a renunciar na esteira de um golpe em novembro, depois de 40 anos no poder. Eles expressaram preocupação com os atrasos na divulgação dos resultados da disputa presidencial.

    O líder do Movimento pela Mudança Democrática, Nelson Chamisa, disse no Twitter que venceu o 'voto popular' na eleição parlamentar e presidencial de segunda-feira, na qual enfrentou o sucessor de Mugabe, Emmerson Mnangagwa, do partido governista Zanu-PF.

    Mnangagwa também recorreu ao Twitter, pedindo calma e paciência antes do anúncio dos resultados.

    Multidões queimaram pneus no centro da capital Harare, bloqueando algumas ruas e se envolvendo em batalhas contínuas com a polícia, que usou canhões de água para afastar os manifestantes.

    O observador-chefe da UE, Elmar Brok, disse que ainda não sabe se as falhas terão um efeito palpável no desfecho da eleição, e criticou a Comissão Eleitoral do Zimbábue (ZEC) por ser 'unilateral' às vezes.

    A avaliação da UE é essencial para determinar se o Zimbábue pode se livrar de seu status de pária, o que pode ajudar a atrair investidores e desencadear um ressurgimento econômico.

    A UE não entende por que a divulgação dos resultados da corrida presidencial está demorando tanto, disse.

    'Quanto mais demora para os resultados da eleição presidencial serem conhecidos, mais falta de credibilidade isso acarreta', afirmou Brok.

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    Polícia prende 8 em operação no Paraná que envolve BR, Raízen e Ipiranga

    Por Pedro Fonseca

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Polícia Civil do Paraná deflagrou nesta terça-feira operação para prender gerentes e assessores comerciais das distribuidoras de combustíveis BR, Raízen e Ipiranga, as três maiores do país, por suspeita de integrarem uma quadrilha formada para controlar de forma criminosa o preço final dos combustíveis nas bombas dos postos em Curitiba.

    Oito executivos das três empresas foram presos por suspeita de envolvimento no esquema, e policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão nas sedes administrativas das distribuidoras na capital paranaense, informaram a Polícia Civil e o Ministério Público do Paraná em comunicados.

    'A suspeita é que estas distribuidoras controlam de forma indevida e criminosa o preço final dos combustíveis nas bombas dos postos de gasolina com bandeira das distribuidoras, restringindo assim o mercado', disse a Polícia Civil em nota oficial.

    As três distribuidoras, que detêm juntas cerca de dois terços do mercado de diesel do Brasil e mais de 60 por cento do de gasolina, impediriam a 'livre concorrência' na capital do Paraná, segundo os investigadores.

    Entre os presos estão três assessores comerciais da BR, um gerente comercial e um assessor da Ipiranga e um gerente e dois assessores comerciais da Raízen. Um gerente da BR também foi alvo de mandado de busca e apreensão.

    A BR Distribuidora é controlada pela Petrobras, a Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, e a Ipiranga pertence ao grupo Ultrapar. As ações das empresas listadas na B3 operavam em queda acentuada nesta terça-feira.

    A operação 'Margem Controlada' foi deflagrada após mais de um ano de investigação da Divisão de Combate à Corrupção da Polícia Civil e da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba, um órgão do Ministério Público do Paraná, a partir de denúncia de donos de postos de combustíveis de Curitiba.

    As investigações, que contaram com delações premiadas e ações controladas com a participação de donos de postos, apontaram que gerentes e assessores comerciais das três distribuidoras vendiam o litro do combustível de acordo com o preço que seria cobrado pelo dono do posto da respectiva bandeira.

    'As investigações descobriram que, além de controlarem os preços nos postos, as distribuidoras contavam com serviço de motoboys que circulavam por Curitiba tirando fotos dos preços cobrados pelos postos para saberem se estavam de acordo com a negociação feita no momento da compra do combustível', disse o MP em comunicado.

    Em um exemplo concreto citado pelos investigadores, uma distribuidora apresentou aos postos de sua bandeira três opções de valores de compra e de venda, e se o acordo não fosse cumprido poderia haver retaliações. Quem comprasse a gasolina a 3,20 reais, teria de vender a 3,39 reais; quem comprasse a 3,25 reais, teria de vender a 3,49 reais, e quem pagasse 3,32, teria de vender a 3,59 reais.

    DOMÍNIO DO MERCADO

    Segundo os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), BR, Raízen e Ipiranga somaram juntas 72 por cento do mercado brasileiro de distribuição de diesel --combustível mais consumido do país-- e 63 por cento do mercado de gasolina no primeiro trimestre.

    A BR, maior distribuidora do país, representou 31,07 por cento do mercado de venda de diesel no Brasil e 23,63 por cento do mercado de gasolina no período. Já a Raízen ficou com 21,1 por cento do mercado de diesel e 20,44 por cento do mercado de gasolina, enquanto a Ipiranga deteve 19,75 por cento mercado de diesel e 19,07 por cento de gasolina.

    Procurada pela Reuters, a Raízen disse que acompanha o desdobramento da operação policial e está à disposição das autoridades responsáveis para esclarecimentos, e afirmou que os preços nos postos de combustíveis são definidos exclusivamente pelo revendedor, sem qualquer ingerência.

    'A empresa opera em total conformidade com a legislação vigente e atua sempre de forma competitiva, em respeito ao consumidor e a favor da livre concorrência', afirmou.

    Posteriormente, a companhia disse que teve acesso aos autos decorrentes da operação no início da noite desta terça e que, por ter 'os mais altos padrões de governança em relação às suas políticas comerciais', entende 'ser improvável que os referidos autos revelem qualquer desvio de procedimento ou conduta'.

    'A Raízen está avaliando o teor dos autos de forma a permitir o absoluto respeito ao devido processo legal, garantindo total transparência para elucidação da verdade dos fatos', acrescentou.

    A Ipiranga também negou exercer qualquer influência sobre o preço cobrado nas bombas, e disse que as medidas cabíveis serão tomadas assim que tiver acesso ao inquérito.

    'A empresa ressalta que não incentiva práticas ilegais, não compactua com atividades que violem o seu Programa de Compliance e preza pela transparência e ética em todas as suas ações e relações.

    A BR Distribuidora disse em nota que pauta sua atuação pelas 'melhores práticas comerciais, concorrenciais, a ética e o respeito ao consumidor', e exige o mesmo comportamento de seus parceiros e força de trabalho.

    As ações da Ultrapar, Cosan e BR caíam fortemente na bolsa de São Paulo na manhã desta terça-feira após a deflagração da operação pela Polícia Civil do Paraná.

    Às 12h47, os papéis da Ultrapar, dona da Ipiranga, recuavam 5,6 por cento, e as ações da Cosan perdiam 4,8 por cento, entre as maiores quedas do Ibovespa, que caía 1,17 por cento. A BR, que não está no índice, perdia 3,4 por cento.

    Os suspeitos responderão pelos crimes de abuso de poder econômico e organização criminosa, com penas que variam de 2 a 13 anos de prisão.

    (Reportagem adicional de Marta Nogueira)

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    Interrogatório de polícia em Mianmar focou em matéria sobre rohingya diz repórter da Reuters

    Por Thu Thu Aung e Aye Min Thant

    YANGON (Reuters) - Um repórter da Reuters que está sendo julgado em Mianmar disse que o interrogatório da polícia realizado depois que ele e um colega foram presos em dezembro focou em uma reportagem que estavam produzindo sobre o massacre de muçulmanos rohingya no país e não em documentos confidenciais que eles são acusados de obter.

    Wa Lone, de 32 anos, também disse que a polícia impediu que ele e Kyaw Soe Oo, de 28 anos, dormissem por mais de dois dias, e colocou capuzes pretos em suas cabeças enquanto os transportavam para um local de detenção secreto onde foram mantidos sem direito a comunicação por mais de duas semanas.

    Em depoimento prestado durante dois dias em tribunal de Yangon, Wa Lone também descreveu o que chamou de 'armadilha' da polícia para prendê-lo.

    Seu relato foi a contestação mais detalhada ouvida até agora à acusação de que os dois jornalistas teriam sido detidos durante operação de rotina, que descobriu que eles detinham documentos confidenciais de fonte desconhecida.

    'Durante todo o interrogatório, eles não perguntaram com interesse sobre os documentos confidenciais encontrados conosco, mas sondaram sobre nossa reportagem de Maungdaw, Rakhine', disse Wa Lone ao tribunal. 'Eu não dormia há muitas horas mas eles continuaram me interrogando. Eu estava exausto.'

    No momento de sua prisão, Wa Lone e Kyaw Soe Oo estavam trabalhando na investigação do assassinato de 10 muçulmanos rohingya no vilarejo de Inn Din, no Estado de Rakhine.

    Os assassinatos aconteceram durante uma repressão militar que agências da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram ter feito com que mais de 700 mil muçulmanos fugissem para Bangladesh apenas no ano passado.

    Os jornalistas da Reuters estão sendo julgados por supostamente violar a Lei de Segredos Oficiais de Mianmar, que data da era colonial do país e cuja pena máxima é de 14 anos de prisão. Ambos se declararam inocentes.

    O caso tem atraído atenção global, com muitos governos pedindo pela liberação dos repórteres, no que tem sido visto como um teste para a liberdade de imprensa em Mianmar.

    (Reportagem adicional de Antoni Slodkowski e Poppy McPhearson)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141)) REUTERS MCP ES

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