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    UE dá até 12 de abril se Reino Unido não aprovar acordo do Brexit

    Por Gabriela Baczynska e William James

    BRUXELAS (Reuters) - O Reino Unido pode deixar a União Europeia sem um acordo no dia 12 de abril se os parlamentares não apoiarem um acordo da primeira-ministra britânica, Theresa May, com Bruxelas, disseram líderes da UE após uma cúpula de crise em Bruxelas nesta quinta-feira.

    Com apenas uma semana até o prazo final atual para saída do bloco, e o Reino Unido correndo o risco de entrar em um limbo legal à meia-noite (horário local) da sexta-feira da próxima semana, líderes da UE deram a May mais dois meses, até 22 de maio, para deixar o bloco se conseguir aprovar seu acordo no Parlamento na semana que vem.

    Mas ela fracassou em convencer os outros 27 líderes do bloco de que terá sucesso, o que levou a sete horas de conversas frenéticas para encontrar uma forma de o Reino Unido sair sem que parecesse que estava sendo forçado.

    A conclusão foi um acordo que sugere que o Reino Unido pode, se May fracassar, retornar e pedir um adiamento muito maior. Mas isso sob a condição --provavelmente um grande obstáculo-- de que o país participe das eleições para o Parlamento da UE no dia 23 de maio. Para tanto, a legislação eleitoral britânica afirma que deverá haver um anúncio seis semanas antes, no dia 12 de abril.

    Se o Reino Unido não convocar a eleição para o Parlamento da UE, estará fora do bloco.

    May saudou a decisão da União Europeia de adiar o Brexit, afirmando que os parlamentares têm agora escolhas claras sobre o próximo passo a dar.

    'Espero que possamos todos concordar, estamos agora no momento da decisão', disse May a jornalistas após a reunião com os líderes da UE.

    Veja abaixo a íntegra das conclusões finais da cúpula da UE.

    1. A União Europeia toma conhecimento da carta da primeira-ministra britânica, Theresa May, do dia 20 de março de 2019.

    2. Em resposta, o Conselho Europeu aprova o documento relacionado ao Acordo de Retirada e à Declaração Conjunta que complementa a Declaração Política acordada entre a Comissão Europeia e o governo do Reino Unido em Estrasburgo no dia 11 de março de 2019.

    3. O Conselho Europeu concorda com uma extensão até 22 de maio de 2019, desde que o Acordo de Retirada seja aprovado pela Câmara dos Comuns na próxima semana. Se o Acordo de Retirada não for aprovado pela Câmara dos Comuns na próxima semana, o Conselho Europeu concorda com uma extensão até 12 de abril de 2019 e espera que o Reino Unido indique um caminho adiante antes desta data para consideração do Conselho Europeu.

    4. O Conselho Europeu reitera que não pode haver nenhuma abertura do Acordo de Retirada que foi acertado entre a União Europeia e o Reino Unido em novembro de 2018. Qualquer compromisso, declaração ou outro ato unilateral precisa ser compatível com a carta e o espírito do Acordo de Retirada.

    5. O Conselho Europeu pede que se dê continuidade a trabalhos de preparação e contingência em todos os níveis para as consequências da saída do Reino Unido, levando em consideração todos os resultados possíveis.

    6. O Conselho Europeu continuará acompanhando a questão.

    (Reportagem adicional de Jan Strupczewski)

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    Venezuela dá prazo de 72 horas para diplomatas dos EUA deixarem país; culpa Trump por blecaute

    Por Vivian Sequera e Deisy Buitrago

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela ordenou nesta terça-feira que diplomatas norte-americanos deixem o país em até 72 horas, depois que o presidente Nicolás Maduro acusou o presidente norte-americano, Donald Trump, de promover uma 'sabotagem' que levou o país petroleiro a sofrer o pior blecaute da sua história.

    O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, disse que os diplomatas norte-americanos em solo venezuelano devem partir dentro de três dias, depois que foram interrompidas as negociações para a manutenção de 'seções de interesse' diplomáticas nos dois países.

    'A presença no solo venezuelano desses funcionários representa um risco para a paz, a unidade e a estabilidade do país', disse o governo da Venezuela em comunicado.

    O Departamento de Estado dos EUA anunciou na segunda-feira que retirará sua equipe da Venezuela nesta semana, dizendo que sua presença se tornou 'um constrangimento para EUA'.

    Washington reconheceu o líder da oposição Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela depois que o presidente do Congresso, de 35 anos, declarou ser presidente provisório, em janeiro, afirmando que a reeleição de Maduro em 2018 foi uma fraude. A maioria dos países da Europa e da América Latina seguiu o exemplo.

    Maduro, que detém o controle das instituições militares e outras instituições do Estado, bem como o apoio da Rússia e da China, denunciou Guaidó como um fantoche dos Estados Unidos.

    Com o blecaute na Venezuela em seu sexto dia, os hospitais se esforçaram para manter os equipamentos funcionando, enquanto alimentos apodrecem no calor tropical e as exportações do principal terminal de petróleo do país foram fechadas.

    Julio Castro, da organização não governamental Médicos pela Saúde, disse no Twitter na noite de segunda-feira que 24 pessoas morreram em hospitais públicos desde o início do apagão.

    O Congresso da Venezuela, controlado pela oposição, declarou um simbólico 'estado de alarme' na segunda-feira.

    A energia foi religada para muitas partes do país nesta terça-feira, incluindo algumas áreas que não tinham eletricidade desde a última quinta-feira, de acordo com testemunhas e mídias sociais.

    Mas a eletricidade ainda era parcial em partes da capital Caracas e na região oeste, perto da fronteira com a Colômbia.

    Maduro culpou Washington por organizar o que ele disse ser um sofisticado ataque cibernético contra as operações de energia hidrelétrica da Venezuela.

    'Donald Trump é o maior responsável pelo ataque cibernético ao sistema elétrico venezuelano', disse Maduro em uma transmissão feita do palácio presidencial de Miraflores, na noite de segunda-feira.

    'Esta é uma tecnologia que só o governo dos Estados Unidos possui.'

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Advogados ajudam imigrantes nos EUA a enfrentar deportações após fim de prazo de reunificação

    Advogados ajudam imigrantes nos EUA a enfrentar deportações após fim de prazo de reunificação

    Por Tom Hals

    (Reuters) - Um dia depois de um prazo determinado pela Justiça para o governo dos Estados Unidos reunificar pais e filhos imigrantes que foram separados por autoridades na fronteira com o México, ativistas de direitos humanos voltaram seus esforços nesta sexta-feira às famílias reunidas que estão sujeitas à deportação.

    As separações foram parte da política de 'tolerância zero' do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a imigração ilegal. Muitos deles cruzaram a fronteira ilegalmente, e outros buscavam asilo. Quando Trump ordenou a suspensão das separações em junho, depois de semanas de protestos em casa e no exterior, cerca de 2.500 crianças haviam sido afastadas dos pais.

    Nesta semana o governo dos EUA disse que 900 imigrantes estão sujeitos a ordens de remoção do país. Na quinta-feira Washington disse em um documento legal que reuniu 1.442 crianças aos pais, mas grupos pró-imigrantes afirmaram que o esforço para cumprir o prazo dado por um juiz foi caótico em alguns momentos.

    Advogados provavelmente indagarão em uma audiência desta sexta-feira como reunir 711 crianças ainda separadas aos seus pais. Mais da metade destes pais não estão mais em solo norte-americano, segundo o governo, e grupos de direitos humanos disseram que eles parecem ter sido deportados sem os filhos.

    Também nesta sexta-feira a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que apresentou a ação civil que levou à ordem de reunificação de um juiz, argumentará em uma corte de San Diego que as famílias precisam de uma semana depois de serem reunificadas antes de serem deportadas.

    O grupo de direitos humanos disse que os pais precisam de tempo para analisar seus direitos legais e os de seus filhos, que os pais podem decidir deixar nos EUA para solicitar asilo separadamente.

    'Esta é uma decisão que pode alterar uma vida', disse Lee Gelernt, advogado da ACLU, em uma conversa por telefone com repórteres na quinta-feira.

    Autoridades do governo disseram que já deram tempo para os pais estudarem suas opções, que estes foram informados de seus direitos legais e que receberam informações de contato com advogados.

    O juiz Dana Sabraw, de San Diego, ordenou que o governo reunisse as crianças aos pais, mas seu prazo de 26 de julho não se aplicou a pais com ficha criminal ou àqueles que já foram deportados.

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    EUA se apressam para tentar cumprir prazo de reunificação de famílias imigrantes

    Por Tom Hals

    (Reuters) - Apesar de estar se apressando para cumprir um prazo desta quinta-feira para reunificar centenas de crianças imigrantes aos seus pais, o governo dos Estados Unidos reconheceu que centenas de famílias separadas por autoridades de fronteira não serão reunidas imediatamente.

    Advogados do governo disseram a um juiz federal de San Diego nesta semana que cerca de 2.500 pessoas que foram separadas dos filhos podem não estar aptas para uma reunificação imediata por já terem sido deportadas, terem dispensado uma reunificação, terem ficha criminal ou não estarem qualificadas por outros motivos.

    Já os advogados que trabalham com imigrantes dizem que as ações do governo têm sido caóticas, e na quarta-feira a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) apresentou declarações aos tribunais detalhando as histórias de pais supostamente pressionados a abdicar da reunificação ou assinar documentos de deportação que não entenderam.

    O grupo de direitos humanos pediu ao juiz Dana Sabraw, de San Diego, para suspender as deportações de famílias por sete dias depois de elas serem reunidas, dizendo que os advogados precisam de tempo para fazer com que os pais entendam seus direitos e analisem suas opções.

    O pedido foi parte de uma ação civil apresentada pela ACLU para questionar a separação de pais e filhos das políticas de 'tolerância zero' do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, para deter a imigração ilegal.

    Trump ordenou que as separações fossem suspensas em junho, após uma revolta generalizada, e Sabraw ordenou que o governo reunifique as famílias que separou até esta quinta-feira.

    Organizações que trabalham com as crianças se queixaram da falta de coordenação nas ações de reunificação, mas mantêm a esperança de que o governo cumprirá o prazo imposto por Sabraw.

    'Estamos vendo algumas crianças serem levadas no meio da noite para serem reunificadas', Anthony Enriquez, das Entidades de Caridade Católicas de Nova York, que representam algumas das crianças afetadas.

    Lee Gelernt, advogado da ACLU, disse a Sabraw em uma audiência na terça-feira que o processo de reunificação está 'uma bagunça', algo que advogados do governo contestaram.

    Até segunda-feira autoridades disseram ter reunificado 879 pais aos filhos e identificado 1.634 pais que podem ter direito à reunificação. Números atualizados não foram fornecidos.

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