alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE previd

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Maia diz que pedirá a relator da Previdência que apresente texto antes de 15 de junho

    Maia diz que pedirá a relator da Previdência que apresente texto antes de 15 de junho

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira que pedirá ao relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), que apresente seu texto à comissão especial que analisa a matéria antes de 15 de junho, em um esforço para tentar aprovar o projeto na Casa ainda no primeiro semestre.

    Segundo o presidente, o pedido de antecipação da apresentação do parecer tem a intenção de permitir uma negociação mais ampla do texto de forma que ele consiga os votos necessário para ser aprovado na comissão especial e no plenário da Câmara, onde precisará de, no mínimo, 308 deputados favoráveis em dois turnos de votação.

    Questionado se o pedido ao relator ocorreu para evitar que o tradicional esvaziamento do Congresso por causa das festas juninas atrapalhe a tramitação da reforma, Maia negou e explicou.

    “Não por isso, para que possa ter tempo para ele (Samuel Moreira) apresentar o relatório e a gente dialogar antes de ele ser votado. Para que quando ele vá a voto, ele tenha não apenas o apoio da comissão, mas o apoio também do plenário, que é mais importante”, disse o presidente a jornalistas.

    O presidente da Câmara argumentou ainda que a reforma da Previdência tem seguido o seu caminho normal na Câmara dos Deputados, e que só não foi votada ainda porque o governo optou por enviar um novo texto ao Congresso, em vez que aproveitar a proposta enviada pelo ex-presidente Michel Temer, com tramitação mais avançada.

    “Estamos no prazo”, garantiu, mantendo sua previsão de votação do texto no plenário da Câmara no início de julho ou no final de junho.

    Mais cedo, ao comunicar que pediria a antecipação da apresentação do relatório, após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, Maia falou que eles estão tentando reorganizar a regra de ouro fiscal. Segundo ele, estão sendo estudadas em que condições o governo pode ter um gasto acima da regra.

    O presidente da Câmara garantiu ainda que tem mantido conversas com Guedes sobre a reforma tributária, e que a Câmara irá tentar avançar no tema nas próximas semanas.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu e Maria Carolina Marcelo)

    12

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx quer entregar 'caminho' para o país com Previdência e defende pacto de convivência com Congresso

    Onyx quer entregar 'caminho' para o país com Previdência e defende pacto de convivência com Congresso

    Por Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira que o governo quer construir junto ao Parlamento um entendimento para entregar um 'caminho' para o país nos próximos 3 ou 4 meses com a reforma da Previdência, além de um 'pacto de convivência' após turbulências na articulação do Executivo com o Legislativo.

    'Nós queremos poder construir com o Parlamento um entendimento que permita, transcorrido aquilo que é atribuição do Parlamento... poder daqui a três ou quatro meses entregar ao Brasil um caminho', disse.

    O ministro saiu em defesa da relação do governo com o Congresso, em meio a reclamações públicas de parlamentares contra atitudes do Executivo e de seus ministros, dizendo que é preciso manter diálogo aberto e constante com as Casas e defendeu 'humildade' para construir o caminho para o entendimento.

    Onyx conversou com jornalistas após reunião com líderes de partidos na Câmara dos Deputados, e defendeu a criação de um 'pacto de convivência', o qual estariam tentando construir.

    Também deixou claro que ouviu muito do que os parlamentares têm a dizer e que nesta quarta-feira é a vez de fazer a mesma coisa com os senadores.

    Ao defender a importância da reforma da Previdência, o ministro falou em 'superar divergências', porque o projeto é para o país e não um projeto do presidente Jair Bolsonaro.

    'Essa nova Previdência, que é tão importante para o país, não é um projeto do governo Bolsonaro, ela é um projeto para o país', explicou.

    Por outro lado, Daniel Coelho (PPS-PE), líder do PPS na Câmara dos Deputados, que também esteve na reunião, cobrou Bolsonaro a sair em universidades e programas de rádio e TV em defesa da reforma da Previdência, considerada prioritária pelo governo.

    Ele também afirmou que a ida de Onyx até o Congresso não significa muito, deixando a importância para as atitudes daqui para frente.

    9

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro vai à TV para dizer que reforma da Previdência será para todos

    Bolsonaro vai à TV para dizer que reforma da Previdência será para todos

    BRASÍLIA (Reuters) - Em pronunciamento em defesa da reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que a proposta enviada pelo governo terá as mesmas regras para todos, mas exigirá “um pouco mais de cada um” para uma causa comum, o futuro do Brasil e das próximas gerações.

    “Ricos e pobres, servidores públicos, políticos ou trabalhadores privados, todos seguirão as mesmas regras de idade e tempo de contribuição. Também haverá a reforma dos sistemas de proteção social dos militares. Respeitaremos as diferenças, mas não excluiremos ninguém”, prometeu Bolsonaro, em seu primeiro pronunciamento em rede nacional.

    Nesta manhã, o presidente foi pessoalmente levar a proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional. Considerada crucial para o equilíbrio das contas públicas, a reforma prevê a economia de um pouco mais de 1 trilhão de reais em 10 anos. [nL1N20F0FO][nL1N20F1BR][nL1N20F1UJ][nL1N20F0UZ]

    “Quero lembrar que, hoje, os homens mais pobres já se aposentam com 65 anos e as mulheres com 60, enquanto isso, os mais ricos se aposentam sem idade mínima. Isso vai mudar.”

    O presidente destacou ainda que será feita uma regra de transição para que todos possam se adaptar ao novo modelo e que os direitos adquiridos de quem se aposentou ou já tem tempo para isso serão mantidos.

    O projeto com as mudanças nas regras para os militares não foi apresentado nesta quarta, mas o secretário de Previdência e Trabalho disse que o governo deve enviá-lo ao Congresso em até 30 dias.

    (Por Lisandra Paraguassu)

    39

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Aprovação da reforma da Previdência de Temer faria economia crescer até 3,5% em 2019, diz Guedes

    Aprovação da reforma da Previdência de Temer faria economia crescer até 3,5% em 2019, diz Guedes

    BRASÍLIA (Reuters) - A aprovação ainda neste ano da reforma da Previdência abriria espaço para maior retomada da economia em 2019, afirmou o futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, alertando que, caso isso não ocorra, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) trabalhará com um texto completamente novo.

    Para Guedes, o aval dos parlamentares à proposta de Michel Temer para a Previdência tiraria uma nuvem negra sobre o próximo governo. Sem isso, seria preciso acelerar reformas fiscais de outra forma, acrescentou.

    'Seria excelente para o país se nós conseguíssemos aprovar uma reforma da Previdência e o Banco Central independente (este ano). Seria ótimo. Você já entrava o ano que vem com a perspectiva de a economia crescer 3,0, 3,5 por cento, e você então teria tempo para trabalhar as reformas estruturantes', disse a jornalistas, antes de se encontrar com o atual ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

    'Em vez de nós passarmos o ano que vem com uma espada na cabeça e tendo que aprovar com velocidade reformas, isso limpa o horizonte. E nós poderíamos entrar com reformas estruturantes com mais calma. Se isso não for possível, nós vamos ter que acelerar reformas de outra forma', acrescentou.

    Ao falar com jornalistas, ele ressaltou que ainda que o texto de Temer ganhe aval dos parlamentares, o governo Bolsonaro seguirá com o intuito de introduzir posteriormente o regime de capitalização para a Previdência.

    'É um crime contra as futuras gerações continuar no sistema de repartição', disse ele, sobre o modelo em que os contribuintes da ativa pagam os benefícios dos que se aposentam.

    'O que estava na minha cabeça era o seguinte: vamos terminar esse ano aprovando essa reforma e começamos o ano que vem, aí sim, com um ano para estudar essa transição para a força de trabalho mais jovem para um novo regime previdenciário', disse.

    A ideia é que seja ofertada aos novos entrantes a escolha entre o novo regime ou o atual, de repartição, sendo que os que aderirem à capitalização contribuirão para suas contas individuais e serão beneficiados com redução dos encargos trabalhistas.

    Apesar de a investida ter sido divulgada no programa de governo de Bolsonaro, o presidente eleito afirmou em entrevista recente à Band que o martelo sobre o modelo de aposentadoria ainda não foi batido e que tem desconfiança sobre a capitalização.

    Questionado sobre o assunto, Guedes afirmou que a desconfiança do futuro presidente e também da classe política é 'absolutamente natural'.

    'É natural que pessoas que não conhecem o assunto profundamente tenham dúvidas, é absolutamente natural. Ainda mais um presidente que tem responsabilidade e tendo sido eleito com 56 milhões de votos, é natural que ele tenha apreensões', disse.

    Ele também afirmou que 'não existe' qualquer plano para renegociação da dívida do país, e que o governo Bolsonaro buscará, na verdade, fazer privatizações para quitar parte da dívida pública brasileira e um pacto federativo para contemplar Estados e municípios com os recursos hoje destinados ao pagamento de juros.

    Nesse sentido, afirmou que a Eletrobras e suas distribuidoras no Amazonas e Alagoas estão sem capacidade de investimento, o que não é bom para a estatal tampouco para os governos estaduais e nem para a União.

    'Se em vez de privatizar essas distribuidoras isso cair pra dentro dela de volta, ela (Eletrobras) vai ter um ônus extraordinário. Porque ela já não tem dinheiro para investir e ainda vai ter que carregar essas bombas lá dentro', disse.

    Segundo Guedes, as prioridades do novo governo são claras e contemplam o controle dos gastos públicos e uma grande reforma do Estado.

    (Por Marcela Ayres)

    13

    7 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. previd

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.