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    Crescimento de vendas e produção de veículos no Brasil deve desacelerar em 2019, prevê Anfavea

    SÃO PAULO (Reuters) - A indústria de veículos do Brasil deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas e produção em 2019, previu nesta segunda-feira o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

    Segundo Antonio Megale, o crescimento das vendas internas em 2019 deverá ser 'de dois dígitos baixos, um pouco abaixo deste ano'. A Anfavea espera para 2018 crescimento de 13,7 por cento nas vendas internas, para 2,546 milhões de veículos, após alta de 9 por cento em 2017.

    Megale também afirmou, durante evento promovido pela AutoData, que a produção deve crescer 'um pouco abaixo de 2 dígitos' em 2019, pressionada pela crise argentina, principal mercado externo do setor. A previsão da Anfavea para este ano é de crescimento de 11 por cento na produção, para 3 milhões de unidades.

    'Independente do governo que assumir no próximo ano, o mercado (interno) vai crescer 10 a 14 por cento. Tem estrutura macroeconômica que permite isso. Os juros estão baixos, o PIB está voltando, os bancos estão emprestando', disse Megale.

    'O que está difícil é a exportação e isso depende muito da Argentina, que ainda vai ter dificuldades no primeiro semestre do ano que vem', acrescentou o presidente da Anfavea, citando que os mercados do Chile e Colômbia estão avançando na pauta de vendas externas do setor.

    Durante o evento, o presidente da Volkswagen para a América Latina, Pablo Di Si, melhorou estimativa de crescimento do mercado brasileiro de carros e comerciais leves de 10 por cento para 12 por cento ao ano, também citando fatores macroeconômicos, incluindo maior disposição de concessão de financiamentos pelos bancos.

    Di Si afirmou que a produção de motores da Volkswagen em sua fábrica em São Carlos (SP) deve dobrar para 830 mil neste ano ante 2017, mas para 2019 ele estimou crescimento de 10 a 20 por cento no volume produzido na unidade.

    O executivo da Volkwagen estimou que as vendas de carros e comerciais leves na Argentina devem cair para 770 mil unidades neste ano após 857 mil em 2017, mas que a produção da Volkswagen no país vizinho deverá crescer 8 por cento por causa da expansão do mercado brasileiro.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Mercado aposta em petróleo a US$100/barril com sanções ao Irã

    Por Devika Krishna Kumar e Amanda Cooper

    NOVA YORK/LONDRES (Reuters) - Operadores do mercado de petróleo apostam que os preços de referência da commodity nos EUA poderão subir a 100 dólares o barril até o próximo ano, um patamar que até recentemente muitos consideravam impensável devido ao crescimento recorde da produção norte-americana e à demanda global relativamente estável.

    Mas o iminente retorno das sanções dos EUA sobre o Irã e gargalos que impedem o petróleo norte-americano de chegar ao mercado alimentaram uma recuperação que levou os preços de referência a máximas em quatro anos.

    Enquanto grandes nações produtoras dizem que a oferta é ampla, fundos de hedge e especuladores estão cada vez mais céticos em relação a esse argumento, apostando que o mercado poderia se recuperar à medida que as sanções sobre as exportações de petróleo do Irã voltarem em 4 de novembro.

    O viés de alta é visível no mercado de opções dos EUA. O número de posições em aberto em 100 dólares por barril em dezembro de 2019, com opções de compra, ou seja, apostando em futuros nesse nível, subiu 30 por cento na semana passada, para um recorde de 31 mil lotes, de acordo com dados da CME.

    'Nas últimas duas semanas, tem havido muito mais evidências de que mesmo alguns dos maiores clientes --Índia e China-- não vão comprar petróleo iraniano a partir de novembro', disse John Saucer, vice-presidente de pesquisa e análise da Mobius Risk.

    Como resultado, ele disse, 'essas sanções provavelmente serão muito mais eficazes do que as pessoas pensavam'.

    As exportações globais do Irã caíram para 2 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, ante 2,8 milhões de bpd em abril, segundo o Instituto de Finanças Internacionais.

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    OCDE reduz previsão de crescimento econômico global por dificuldades no comércio e mercados emergentes

    Por Leigh Thomas

    PARIS (Reuters) - O crescimento econômico global atingiu um pico diante das tensões comerciais e turbulências nos mercados emergentes, disse a OCDE nesta quinta-feira, após reduzir sua previsão anterior.

    A economia mundial está a caminho de crescer 3,7 por cento neste e no próximo ano, ante 3,6 por cento no ano passado, disse a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

    Em sua previsão econômica anterior, de maio, o fórum de políticas baseado em Paris previa um crescimento de 3,8 por cento neste ano e de 3,9 por cento em 2019, mas disse em uma atualização nesta quinta-feira que o crescimento chegou ao ritmo máximo desde que essas últimas projeções foram feitas.

    A OCDE disse que o crescimento do comércio, o motor por trás do avanço global nos anos recentes, desacelerou neste ano para cerca de 3 por cento, ante 5 por cento em 2017, com tensões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais pesando sobre a confiança e investimentos.

    'Encomendas de exportações começaram a diminuir e isso tem ocorrido por alguns meses e o que isso significa é uma desaceleração no crescimento do comércio que vai continuar', disse a jornalistas a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone.

    'Nós estamos vendo o aumento do protecionismo reduzindo a nossa previsão', ela acrescentou.

    Embora os Estados Unidos sejam a fonte destas tensões comerciais, a perspectiva econômica para os EUA foi a melhor entre as economias mais desenvolvidas da OCDE, graças a cortes de impostos e gastos do governo.

    A OCDE manteve sua previsão para o crescimento dos EUA neste ano a 2,9 por cento, mas reduziu sua estimativa para o próximo ano para 2,7 por cento, ante 2,8 por cento.

    A organização disse que as tarifas de importação dos Estados Unidos estavam começando a ter impacto na maior economia do mundo, estimando que as tarifas já impostas elevariam os preços dos Estados Unidos em 0,3 a 0,4 por cento.

    Produtos específicos foram ainda mais afetados, com os preços nos EUA de máquinas de lavar saltando 20 por cento entre março e julho, enquanto exportações de automóveis dos EUA para a China recuavam 40 por cento ao longo de um ano.

    Enquanto isso, a OCDE disse que uma moeda mais fraca até agora ajudou a China - que não é membro da OCDE - a absorver o impacto das tarifas mais altas dos EUA, mantendo sua previsão de crescimento inalterada a 6,7 por cento neste ano e 6,4 por cento no próximo ano.

    A elevação das taxas de juros nos EUA e um dólar mais forte representam problemas para economias emergentes como a Argentina, Brasil e Turquia, disse a OCDE, reduzindo sua previsão para esses países.

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