alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE protestos

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bouteflika, da Argélia, renunciará antes de fim de mandato em 28 de abril, diz agência estatal

    Bouteflika, da Argélia, renunciará antes de fim de mandato em 28 de abril, diz agência estatal

    Por Lamine Chikhi e Hamid Ould Ahmed

    ARGEL (Reuters) - O presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, renunciará antes do fim de seu mandato em 28 de abril, noticiou a agência estatal de notícias APS nesta segunda-feira, cedendo após semanas de protestos em massa e pressão do Exército que buscavam colocar fim aos seus 20 anos no poder.

    Não houve nenhuma reação imediata dos líderes do movimento por trás dos protestos que assolam o país produtor de petróleo desde 22 de fevereiro. Muitos manifestantes querem uma nova geração de líderes que substitua uma elite reservada e idosa que está no poder, vista por muitos como inalcançável e incapaz de reviver uma economia vacilante prejudicada pelo clientelismo.

    Em um sinal de que manifestantes poderão demandar mais mudanças, a maioria dos partidos de oposição rejeitou um novo governo provisório apontado por Bouteflika no domingo, alegando que o primeiro-ministro era próximo demais dos círculos que estão no poder.

    A APS disse que Bouteflika, que tem 82 anos e está com a saúde fragilizada, tomará decisões importantes para assegurar a 'continuidade das instituições do Estado' antes de deixar o cargo. Não foi dada uma data para a saída de Bouteflika, nem mais detalhes foram divulgados por ora.

    Sob a Constituição argelina, Abdelkader Bensalah, presidente da câmara alta do Parlamento, assumirá como presidente interino por 90 dias até que sejam realizadas eleições.

    Bouteflika, que tem sido visto raramente em público desde que sofreu um derrame em 2013, primeiro buscou acalmar as tensões ao dizer em 11 de março que estava abandonando planos de concorrer pelo quinto mandato.

    Mas no fim do domingo, Bouteflika sinalizou que está de saída depois que apontou um governo provisório encabeçado pelo primeiro-ministro interino Noureddine Bedoui. Sob a Constituição, um líder interino não pode indicar ministros.

    A maioria dos partidos de oposição rejeitou o governo provisório porque veem Bedoui como próximo demais à elite no poder. Eles também dizem que as eleições passadas, supervisionadas por ele como ministro do Interior, não foram justas.

    (Reportagem adicional de Aziz El Yaakoubi)

    0

    0

    11

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Milhares se manifestam na Argélia, líderes de protesto pedem afastamento de militares

    Milhares se manifestam na Argélia, líderes de protesto pedem afastamento de militares

    Por Lamine Chikhi e Hamid Ould Ahmed

    ARGEL (Reuters) - Milhares de estudantes, professores universitários e profissionais da área da saúde se manifestaram em Argel nesta terça-feira, pedindo a renúncia do presidente argelino Abdelaziz Bouteflika, enquanto um novo grupo formado por ativistas e figuras da oposição pediu que o Exército não interfira no movimento.

    Na primeira mensagem pública direta a generais emitida por líderes que emergiram após quase um mês de protestos em massa contra Bouteflika, a Coordenação Nacional pela Mudança disse que os militares devem 'desempenhar seu papel constitucional sem interferir na escolha do povo'.

    Bouteflika, que tem governado a Argélia por 20 anos, cedeu a manifestantes na semana passada ao anunciar que não irá se candidatar a um novo mandato. Mas, não renunciou ao cargo e disse que permanecerá no governo até que uma nova Constituição seja adotada, efetivamente prorrogando seu atual mandato.

    Suas medidas não têm reduzido em nada as manifestações, que chegaram ao auge na sexta-feira, quando centenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas de Argel, e que tem se estendido para esta semana.

    'Nós não vamos parar com a nossa pressão até que ele (Bouteflika) vá embora', disse o estudante Ali Adjimi, de 23 anos. 'A população quer que você saia', dizia um cartaz. Outros entoavam 'a população e o Exército são um só'.

    O presidente de 82 anos tem sido raramente visto em público desde que sofreu um derrame em 2013, e manifestantes dizem que ele está muito velho e fraco para governar.

    0

    0

    8

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Estudantes fazem greve global contra mudança climática

    Estudantes fazem greve global contra mudança climática

    Por Charlotte Greenfield e Tom Westbrook

    SYDNEY/LONDRES (Reuters) - Milhares de estudantes de vários países abandonaram as aulas, nesta sexta-feira, para participar de uma greve global contra a falta de ação dos governos diante da mudança climática.

    'A mudança climática é pior que Voldemort', dizia um cartaz feito à mão de um estudante de Wellington, na Nova Zelândia, referindo-se ao bruxo maligno dos livros e filmes imensamente populares da franquia 'Harry Potter'.

    'Os oceanos estão se elevando, nós também', dizia outro em Sydney.

    Protestos estudantis em capitais e cidades de Wellington a Melbourne e Sydney atraíam dezenas de milhares de pessoas. Na Europa, estudantes lotaram ruas e praças em Londres, Copenhague, Roma, Viena, Zurique e Lisboa.

    Também houve protestos no Rio de Janeiro e em São Paulo, e há manifestações previstas ainda para diversas cidades dos Estados Unidos.

    O movimento grevista estudantil mundial começou em agosto de 2018, quando a ativista climática sueca Greta Thunberg, de 16 anos, começou a protestar diante de seu Parlamento em dias de aula -- desde então ela foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

    'Se não fizermos algo, são nossas vidas que serão afetadas, não as de políticos de 60 anos', disse Callum Frith, estudante de 15 anos de Sydney que protestava de uniforme. 'Precisamos de ação'.

    Em Bangcoc, a capital tailandesa, cerca de 60 alunos protestaram diante da sede do governo erguendo cartazes de papelão em uma campanha contra o plástico. A Tailândia é um dos países que mais poluem os mares com esse material.

    'Como jovens que herdarão a terra, nós nos reunimos aqui para exigir que o governo trabalhe conosco para resolver estes problemas', disse Thiti Usanakul, de 17 anos, do grupo Grin Green International, liderado por estudantes.

    1

    0

    26

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Milhares exigem mudanças rápidas na Argélia após concessões de Bouteflika

    Milhares exigem mudanças rápidas na Argélia após concessões de Bouteflika

    Por Lamine Chikhi

    ARGEL (Reuters) - Milhares protestaram em toda a Argélia nesta terça-feira, exigindo mudanças políticas imediatas, um dia depois de o debilitado presidente Abdelaziz Bouteflika anunciar que desistiu de buscar um quinto mandato, mas sem chegar a renunciar.

    Grandes multidões se reuniram em várias cidades, e a emissora de TV Ennahar noticiou que trabalhadores iniciaram uma greve que paralisou as operações no porto de Bajaia, no Mediterrâneo.

    Bouteflika, de 82 anos, cedeu a semanas de manifestações em massa contra seu governo de 20 anos na segunda-feira e prometeu uma transição para uma nova liderança -- mas adiou uma eleição marcada para abril, o que significa que provavelmente continuará no poder por mais algum tempo.

    O diplomata argelino veterano Lakhdar Brahimi e grupos de protesto participarão de uma conferência para planejar o futuro da Argélia, disseram fontes políticas e governamentais à Reuters nesta terça-feira.

    Brahimi, ex-ministro das Relações Exteriores da Argélia e enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU), deve presidir a conferência, que supervisionará a transição, redigirá uma nova Constituição e marcará a data das eleições, disse uma fonte do governo.

    Os argelinos se cansaram do líder enfraquecido e de outros veteranos da guerra de independência da França de 1954-62, que vêm dominando um país com desemprego alto, serviços precários e uma corrupção desenfreada apesar de possuir petróleo e gás.

    0

    0

    11

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Oposição da Venezuela vai às ruas exigir entrada de ajuda humanitária

    Oposição da Venezuela vai às ruas exigir entrada de ajuda humanitária

    CARACAS (Reuters) - Manifestantes de oposição planejam tomar as ruas da Venezuela nesta terça-feira para manter a pressão sobre o pressionado presidente Nicolás Maduro e clamar para que ele permita a entrada de ajuda humanitária no país, onde alimentos e remédios estão em falta.

    As manifestações ocorrerão quase exatamente três semanas depois de o líder opositor Juan Guaidó invocar uma cláusula constitucional para se autodeclarar presidente legítimo da Venezuela, argumentando que a eleição que reelegeu Maduro no ano passado foi uma fraude.

    A maioria dos países ocidentais, incluindo Estados Unidos e Brasil, reconheceu Guaidó como presidente, mas Maduro ainda conta com o apoio de nações poderosas, como Rússia e China, e controla instituições estatais, entre elas os militares.

    Agora os dois lados estão se chocando em relação à ajuda humanitária, que a oposição diz ter se tornado necessária devido à inépcia de Maduro na condução da economia antes florescente do país-membro da Opep.

    Guaidó, de 35 anos, está coordenando os esforços de assistência ocidentais. Maduro, que nega existir uma crise, afirma que a ajuda é um espetáculo orquestrado pelos EUA e está impedindo o ingresso dos suprimentos.

    'Voltaremos às ruas... para exigir a entrada da ajuda humanitária que salvará as vidas de mais de 300 mil venezuelanos que hoje correm risco de morrer', disse o líder opositor aos seus 1,25 milhão de seguidores no Twitter na noite de segunda-feira. 'Este é um momento para se unir e lutar.'

    Guaidó prometeu que a oposição, que ele revigorou, continuará protestando para induzir Maduro a renunciar para que novas eleições presidenciais sejam realizadas.

    Os críticos de Maduro já haviam realizado duas grandes rodadas de protestos contra o que classificam como uma ditadura, a última em 2017, que foi abafada devido à repressão do governo.

    A onda atual teve início em 23 de janeiro com uma manifestação em massa em Caracas durante a qual Guaidó foi empossado como presidente diante de milhares de simpatizantes.

    Os socialistas governistas, que estão no poder há duas décadas, disseram que também farão uma passeata em Caracas nesta terça-feira para 'exigir respeito pela soberania da pátria-mãe'.

    Na segunda-feira Guaidó anunciou a primeira entrega de assistência humanitária --vitaminas e suplementos nutricionais para crianças e gestantes-- para uma rede de centros de saúde, sem explicar como ela chegou ao país.

    Ele disse ser uma doação de pequena escala, dado que o governo vem bloqueando as entregas em um posto de coleta de ajuda na cidade colombiana fronteiriça de Cúcuta.

    (Por Sarah Marsh)

    1

    0

    19

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Oposição venezuelana vai às ruas para aproveitar ímpeto contra Maduro

    Oposição venezuelana vai às ruas para aproveitar ímpeto contra Maduro

    Por Mayela Armas e Angus Berwick

    CARACAS (Reuters) - Venezuelanos irão às ruas nesta quarta-feira no momento em que a oposição espera capitalizar diversas semanas de ímpeto para forçar uma mudança no governo do presidente Nicolás Maduro, enquanto o país vive um colapso da economia e uma erosão da democracia.

    Uma série de protestos em Caracas na segunda-feira, desencadeada por uma breve revolta militar, aumentou a esperança de que o novo líder do Congresso, Juan Guaidó, possa unificar a oposição e derrubar Maduro, que deu início este mês a um segundo mandato apesar de críticas de que sua reeleição foi ilegítima.

    Guaidó tem dito que estaria disposto a substituir Maduro como presidente interino, com o apoio das Forças Armadas, para convocar eleições livres. O Congresso da Venezuela, controlado pela oposição e considerado por muitos governos como o último bastião da democracia no país, declarou Maduro um “usurpador” e foi apoiado pelos Estados Unidos.

    A marcha desta quarta-feira, que deve atrair centenas de milhares de pessoas, pode consolidar o apoio popular a Guaidó e alguns apoiadores estão pedindo que ele se autodeclare o presidente legítimo da Venezuela. A oposição venezuelana tem estado em grande parte sem liderança desde que o mentor de Guaidó, Leopoldo López, foi preso em 2014 durante protestos.

    Guaidó, de 35 anos, tem pedido que as Forças Armadas rejeitem Maduro e tem prometido uma futura anistia para aqueles que ajudarem a restaurar a democracia no país.

    Dirigindo-se a membros das Forças Armadas na segunda-feira, Guaidó disse: “Nós não estamos pedindo que vocês dêem um golpe de Estado, não estamos pedindo que vocês atirem. Estamos pedindo para vocês não atirarem contra nós”.

    Guaidó, em entrevista à Reuters na terça-feira, disse que se tornar presidente pretende fornecer proteção legal a soldados e oficiais que desertarem, mas reconheceu que “precisará haver justiça para aqueles que tiverem feito coisas ruins”.

    “A inquietação é natural. Nós passamos 20 anos sofrendo ataques. Eles mataram líderes políticos, eles prenderam outros, eu fui sequestrado por algumas horas, eles mataram meus amigos”, disse.

    “Eu não pretendo curar as feridas de 20 anos e não pretendo escondê-las. Eu pretendo reconhecer aquelas que estão aqui”.

    O governista Partido Socialista realizará uma marcha própria nesta quarta-feira e autoridades têm ameaçado prender Guaidó. A pró-governo Suprema Corte, que anulou os poderes do Congresso em 2017, decidiu na terça-feira não reconhecer Guaidó como líder da instituição e pediu que a Procuradoria determine se ele cometeu algum crime.

    Maduro, que tomou posse em 10 janeiro após uma eleição de 2018 amplamente vista como uma fraude, tem governado a Venezuela durante a pior crise econômica de sua história, com a inflação prevista a chegar a 10 milhões por cento este ano.

    0

    0

    25

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Novos protestos de 'coletes amarelos' em Paris enfrentam jatos de água e gás lacrimogêneo da polícia

    Novos protestos de 'coletes amarelos' em Paris enfrentam jatos de água e gás lacrimogêneo da polícia

    PARIS (Reuters) - A polícia de Paris disparou jatos de água e gás lacrimogêneo para repelir os manifestantes 'coletes amarelos' dos arredores do monumento do Arco do Triunfo neste sábado, no nono final de semana consecutivo de protestos contra as reformas econômicas do presidente francês Emmanuel Macron.

    Milhares de manifestantes também marcharam ruidosamente, mas pacificamente, pela área comercial Grands Boulevards, no norte de Paris, perto de onde uma grande explosão de gás em uma padaria matou dois bombeiros e feriu cerca de 50 pessoas no sábado.

    O centro de Paris estava fechado contra outra temida erupção de violência por elementos radicais no movimento 'coletes amarelos', com pontes sobre o rio Sena fechadas e edifícios oficiais como o parlamento e o palácio presidencial do Eliseu protegidos por barreiras policiais.

    Grupos de manifestantes também se reuniram na e ao redor da famosa avenida Champs Élysées, em Paris, palco de distúrbios nas últimas semanas, muitos deles pedindo em voz alta que Macron renunciasse.

    Em torno do Arco do Triunfo, no século 19, no topo da Champs Elysee, a tropa de choque disparou jatos de água e gás lacrimogêneo contra manifestantes de coletes amarelos após serem atacados com pedras e tinta, disseram testemunhas.

    No meio da tarde não houve grandes confrontos com a polícia, ao contrário das semanas anteriores. Em Paris, mais de 50 pessoas foram presas, algumas por transportar objetos que poderiam ser usados ??como armas.

    Houve também milhares de manifestantes nas cidades de Bordeaux e Toulon, no sul da França, bem como em Estrasburgo, no leste e na cidade central de Bourges.

    Autoridades de Bourges disseram que cerca de 5.000 coletes amarelos ficaram presos na área de manifestação designada, mas outros 500 empurraram para o centro da cidade que estava fora dos limites para os manifestantes.

    Muitas empresas em Bourges haviam se alojado para evitar danos de manifestantes e as autoridades removeram móveis de rua e materiais de construção que poderiam ser usados ??para barricadas.

    Em Estrasburgo, até 2.000 manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Parlamento Europeu e depois marcharam para o centro da cidade, na fronteira do rio Reno com a Alemanha. Os manifestantes atearam fogo nas lixeiras e a polícia disparou algumas granadas de gás lacrimogêneo, mas nenhuma violência ou saque foram relatadas.

    Mais de 80.000 policiais estavam de plantão pelos protestos em todo o país, incluindo 5.000 em Paris.

    Os 'coletes amarelos' tiram seu nome das jaquetas de alta visibilidade que usam nas barricadas das estradas e nas ruas. Sua raiva vem de um aperto nas rendas domésticas e da crença de que Macron, um ex-banqueiro de investimentos considerado próximo a grandes empresas, é indiferente às suas dificuldades.

    Macron, muitas vezes criticado por uma maneira monárquica, está para lançar um debate nacional em 15 de janeiro para tentar apaziguar os manifestantes de coletes amarelos, cuja inquietação abalou sua administração.

    O debate, que será realizado na internet e nas prefeituras, se concentrará em quatro temas - impostos, energia verde, reforma institucional e cidadania. Mas os assessores de Macron disseram que mudar o rumo das reformas de Macron com o objetivo de liberalizar a economia estará fora dos limites.

    (Reportagem de Geert De Clercq, Caroline Pailliez, Antony Paone e Emmanuel Jarry em Paris, Claude Canellas em Bordeaux, Mourad Guichard em Bourges e Gilbert Reilhac em Estrasburgo)

    0

    0

    16

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Soldados do Congo atiram no ar para dispersar manifestantes; centro de Ebola é invadido

    Soldados do Congo atiram no ar para dispersar manifestantes; centro de Ebola é invadido

    Por Stanis Bujakera e Fiston Mahamba

    KINSHASA (Reuters) - Forças de segurança do leste da República Democrática do Congo usaram gás lacrimogêneo e munição real para dispersar manifestantes que queimaram pneus e atacaram centros de Ebola nesta quinta-feira para protestar contra a decisão de excluir suas cidades de participar da eleição presidencial do país.

    Na quarta-feira, a comissão eleitoral (Ceni) anunciou que irá cancelar a votação da eleição presidencial de domingo nas cidades de Beni, Butembo e áreas próximas devido a um contínuo surto de Ebola e a violência de milícias.

    Essas áreas são redutos da oposição ao atual presidente Joseph Kabila e políticos locais denunciaram a medida como um esforço para influenciar a votação a favor do candidato do governo, Emmanuel Ramazani Shadary.

    'Havia um grupo de manifestantes que queriam entrar no escritório da Ceni... para exigir a suspensão da decisão', disse Giscard Yere, morador de Beni. 'Mas, os policiais e soldados que estavam lá atiraram para dispersar os manifestantes'.

    Manifestantes saquearam um centro de isolamento de Ebola em Beni e é possível que pacientes tenham fugido do local, disse à Reuters Aruna Abedi, vice-diretor da agência de resposta à doença.

    Os manifestantes também atacaram o escritório da agência responsável por coordenar a resposta à Ebola em Beni, antes de serem contidos por agentes pacificadores da ONU, disse Abedi.

    'Manifestantes tentaram forçar a porta do centro', disse Abedi à Reuters. 'Eles estavam entoando canções hostis ao governo e exigindo eleições. Eles lançaram projéteis'.

    A eleição para substituir Kabila, que tem governado a República Democrática do Congo desde que assumiu o lugar de seu pai em 2001, deveria ter acontecido em 2016, mas tem sido repetidamente adiada.

    0

    0

    24

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Buenos Aires reforça segurança e afasta manifestantes para cúpula do G20

    Buenos Aires reforça segurança e afasta manifestantes para cúpula do G20

    Por Hugh Bronstein

    BUENOS AIRES (Reuters) - Milhares de manifestantes se reuniram em Buenos Aires nesta sexta-feira para protestar contra as políticas econômicas do G20 quando as maiores nações industrializadas do mundo iniciaram sua cúpula anual na capital da Argentina.

    Mas é improvável que eles sequer cheguem perto dos líderes de Estados Unidos, Rússia, China e outras potências globais reunidas para uma reunião cuja pauta deve ser dominada pela guerra comercial entre Washington e Pequim.

    A polícia, a Guarda Costeira e patrulhas de fronteira isolaram uma área de 12 quilômetros quadrados ao redor do centro de convenções de Costa Salguero, a sede da cúpula. O tráfego de mercadorias no vizinho Rio da Prata foi interrompido devido ao evento.

    A passeata, organizada por uma coalizão de sindicatos trabalhistas e grupos de direitos humanos, aconteceria a cerca de 5 quilômetros do cenário da cúpula a partir das 15h locais.

    Buenos Aires praticamente parou. O transporte público foi suspenso e centenas de cruzamentos foram interditados ao controle de tráfego e à população. Um feriado bancário foi decretado nesta sexta-feira, e o governo de centro-direita sugeriu que as pessoas deixassem a cidade.

    Estas medidas tornaram difícil para os ativistas chegarem para a passeata.

    'O governo impôs termos proibitivos', disse Beverly Keene, coordenadora da marcha e chefe do Jubileo Sur-Dialogo 2000, grupo que defende uma reformulação da dívida latino-americana.

    Os protestos são frequentes em reuniões globais desta dimensão, e grupos díspares de manifestantes muitas vezes encontram uma causa comum protestando contra o que veem como a negligência do mundo rico com os pobres e marginalizados.

    A polícia está em estado de alerta desde que um confronto em um estádio de futebol de Buenos Aires impediu a final da Copa Libertadores no dia 24 de novembro.

    O presidente argentino, Mauricio Macri, disse que o incidente, que despertou dúvidas sobre a eficiência das forças de segurança do país, foi 'um constrangimento' e pediu mais rigidez na aplicação da lei.

    Dezembro é o mês em que normalmente os protestos a respeito da economia cronicamente problemática da Argentina se tornam violentos. Tendo em vista uma inflação de alarmantes 45 por cento e uma contração econômica, tumultos populares podem ser um fator adicional para preocupar os serviços de segurança.

    (Reportagem adicional de Gabriel Burin)

    0

    0

    17

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Macron reage a revolta contra aumento do diesel após protestos violentos em Paris

    Macron reage a revolta contra aumento do diesel após protestos violentos em Paris

    Por Richard Lough e Michel Rose

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, pego de surpresa por manifestações violentas contra aumentos no imposto do diesel, afirmou nesta segunda-feira que os protestos ameaçam manchar a imagem do país no exterior, e disse que o governo precisa ouvir a revolta dos eleitores.

    Os 10 dias de tumultos, que no sábado transformaram algumas avenidas de Paris em campos de batalha, afetaram Macron no momento em que ele tenta reagir a uma queda acentuada de popularidade, e voltaram a lhe render acusações de falta de sintonia com o eleitorado.

    Mas o líder francês não deu sinais de que reverterá os aumentos, que diz serem necessários para ajudar a impulsionar energias mais verdes, mas agora está sinalizando a disposição de suavizar o impacto para motoristas de baixa renda.

    No sábado a polícia usou gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha contra milhares de manifestantes que destruíram restaurantes e vitrines e incendiaram lixeiras no Champs-Élysèes, bairro de alta classe que atrai muitos turistas.

    'Não deveríamos subestimar o impacto destas imagens de Champs-Élysèes... com cenas de batalha que foram transmitidas pela mídia na França e no exterior', disse o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, repetindo as palavras do presidente.

    Agora em sua segunda semana nas ruas, os manifestantes dos 'coletes amarelos' bloquearam ruas de todo o país, às vezes impedindo o acesso a depósitos de combustível, shopping centers das periferias e fábricas.

    'Por trás desta raiva obviamente há algo mais profundo a que devemos responder, porque esta raiva, estas ansiedades existem há muito tempo', disse Griveaux.

    Os manifestantes estarão esperando respostas concretas de Macron quando ele e seu ministro do Meio Ambiente divulgarem uma nova estratégia energética de longo prazo na terça-feira.

    1

    1

    11

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Manifestantes fazem novo protesto contra Bolsonaro em cidades do país

    Manifestantes fazem novo protesto contra Bolsonaro em cidades do país

    SÃO PAULO (Reuters) - Manifestantes contrários ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, voltaram às ruas de várias cidades do país neste sábado para realizar protestos contra o líder das pesquisas, repetindo atos que ocorreram no final de setembro.

    O protesto foi convocado pelo grupo Mulheres Contra Bolsonaro, sob o argumento de que o candidato representa 'risco à democracia'.

    'Este ato não representa apenas a continuidade da luta das mulheres iniciada no dia 29 de setembro, mas também vem ao encontro das recentes manifestações de preocupação por parte da imprensa internacional, de diversas entidades de defesa dos direitos civis e humanos e de juristas, advogados e intelectuais com o que uma eventual vitória de Bolsonaro representa para nossa democracia', afirmou a organização do ato em nota.

    Em São Paulo, os manifestantes de reuniram na Avenida Paulista, chegando a fechar as duas pistas na altura do Masp, e depois seguiram em passeata.

    'Vamos buscar a virada, não é momento de se intimidar', disse o candidato à Presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, que participou do ato e apoia no segundo turno o petista Fernando Haddad, que está atrás de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto.

    De acordo com pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad soma 41 por cento.

    No Rio de Janeiro, a concentração ocorreu na Cinelândia, reunindo representantes de diversos movimentos sociais.

    A candidata a vice na chapa de Haddad, Manuela D´Ávila, participou da manifestação em Porto Alegre, sob os gritos de 'Manu no Jaburu', em referência à residência oficial do vice-presidente.

    Algumas cidades do exterior também tiveram protestos contra Bolsonaro, incluindo Buenos Aires.

    Numa onda semelhante ao “#MeToo”, em que mulheres cobram punições a autores de assédio e direitos iguais aos dos homens, grupos em redes sociais com milhões de seguidores começaram a pregar o “#EleNão”, voto contra Bolsonaro nas eleições, e no final do mês passado convocaram atos que tiveram grande participação de manifestantes pelo país.

    O segundo turno da eleição presidencial entre Bolsonaro e Haddad ocorre no próximo dia 28.

    (Por Tatiana Ramil)

    0

    0

    29

    6 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. protestos

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.