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    Putin diz estar pronto para crise como a dos mísseis em Cuba se EUA desejarem

    Por Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a Rússia está militarmente pronta para uma crise como a dos mísseis em Cuba se os Estados Unidos forem tolos o bastante para desejarem uma, e que atualmente seu país tem a vantagem quando se trata de um primeiro ataque nuclear.

    A Crise dos Mísseis de Cuba aconteceu em 1962, quando Moscou reagiu à instalação de mísseis dos EUA na Turquia enviando mísseis balísticos a Cuba e provocando um impasse que deixou o mundo à beira da guerra nuclear.

    Mais de cinco décadas mais tarde, as tensões estão se elevando novamente devido ao temor de que os EUA posicionem mísseis nucleares de alcance intermediário na Europa agora que um tratado de controle de armas da Guerra Fria pode estar com os dias contados.

    Os comentários de Putin, feitos à mídia russa na noite de quarta-feira, vêm na esteira de seu alerta de que Moscou responderá a qualquer ação dos EUA para instalar novos mísseis mais perto da Rússia posicionando seus próprios mísseis mais perto dos EUA, mobilizando mísseis mais velozes ou ambos.

    Putin detalhou seu alerta pela primeira vez, dizendo que a Rússia pode enviar mísseis hipersônicos em navios e submarinos que poderiam se aproximar as águas territoriais norte-americanas se Washington decidir enviar armas nucleares de alcance intermediário à Europa.

    '(Estamos falando de) veículos navais de lançamento: submarinos ou navios de superfície. E podemos colocá-los, dadas a velocidade e o alcance (de nossos mísseis)... em águas neutras. Ademais eles não são estacionários, eles se movem e eles (norte-americanos) terão que achá-los', disse Putin, segundo uma transcrição do Kremlin.

    'Vocês façam as contas. Mach nove (a velocidade dos mísseis) e mais de mil quilômetros (de alcance)', acrescentou.

    O Departamento de Estado dos EUA minimizou o alerta anterior de Putin, que classificou como propaganda, dizendo que foi pensado para desviar a atenção do que Washington alega serem violações russas do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).

    O pacto, que proíbe os dois lados de posicionarem mísseis terrestres de alcance curto e intermediário na Europa, está agonizando, o que cria a perspectiva de uma nova corrida armamentista entre Washington e Moscou.

    Putin disse que não quer uma corrida armamentista com os EUA, mas que não terá escolha senão agir se Washington instalar novos mísseis na Europa, alguns dos quais afirmou serem capazes de atingir Moscou em 10 a 12 minutos.

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    Putin diz que Rússia responderá se EUA instalarem mísseis na Europa

    Por Polina Nikolskaya e Vladimir Soldatkin

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia responderá a qualquer instalação de armas nucleares norte-americanas de alcance intermediário na Europa mirando não só os países que receberem esse armamento, mas os próprios Estados Unidos, disse o presidente russo, Vladimir Putin, nesta quarta-feira.

    Nos comentários mais duros que já fez a respeito de uma nova corrida armamentista em potencial, Putin disse que a Rússia não busca um confronto e que não dará o primeiro passo na mobilização de mísseis em reação à decisão tomada por Washington no mês passado de romper com um tratado de controle de armas emblemático dos tempos da Guerra Fria.

    Mas ele disse que a reação russa a qualquer mobilização seria firme e que as autoridades dos EUA deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer atitude.

    'É direito deles pensarem como quiserem. Mas eles sabem contar? Tenho certeza que sabem. Deixe-os contarem a velocidade e o alcance dos sistemas de armas que estamos desenvolvendo', disse Putin em pronunciamento anual ao Parlamento da Rússia, sendo ovacionado.

    'A Rússia será forçada a criar e instalar tipos de armas que podem ser usadas não somente a respeito destes territórios a partir dos quais a ameaça direta a nós se origina, mas também a respeito destes territórios onde os centros de tomada de decisão estão localizados', disse.

    MÍSSEIS NA EUROPA

    Alegando violações da Rússia, Washington comunicou neste mês que está suspendendo suas obrigações com o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) e iniciando o processo de rompimento com o acordo, o que lhe possibilita desenvolver novos mísseis.

    O pacto proibia os dois países de posicionarem mísseis terrestres de alcance curto e intermediário na Europa, e seu fim cria a perspectiva de uma nova corrida armamentista entre Washington e Moscou, que nega desrespeitar o tratado.

    Putin respondeu à medida dos EUA dizendo que a Rússia espelhará as ações norte-americanas suspendendo suas próprias obrigações e deixando o pacto.

    Mas Putin, que já usou uma retórica beligerante para valorizar o impasse russo com o Ocidente e unir os cidadãos de seu país, não aumentou a aposta.

    Ele não anunciou novas mobilizações de mísseis, dizendo que o dinheiro para novos sistemas deve vir do orçamento existente, e declarou que Moscou não instalará novos mísseis terrestres na Europa ou outros lugares a menos que Washington faça isso primeiro.

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    Putin acusa EUA de elevarem risco de guerra nuclear

    Por Polina Nikolskaya e Gabrielle Tétrault-Farber

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quinta-feira os Estados Unidos de elevarem o risco de uma guerra nuclear ao ameaçarem se retirar de um tratado crucial de controle de armas e se recusarem a conversar sobre outro pacto que expira em breve.

    Os EUA ameaçaram se desfiliar do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), de 1987, que proíbe Moscou e Washington de instalarem mísseis terrestres de alcance curto e médio na Europa.

    Putin disse que a ação, se acontecer, terá consequências imprevisíveis.

    'Estamos testemunhando essencialmente o rompimento da ordem internacional de controle de armas e (o início de) uma corrida armamentista', disse o líder russo em sua coletiva de imprensa anual com centenas de repórteres.

    'É muito difícil imaginar como a situação se desenvolverá (se os EUA deixarem o INF). Se estes mísseis aparecerem na Europa o que deveríamos fazer? É claro que teremos que garantir nossa própria segurança'.

    O novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, outro pacto EUA-Rússia que limita o número de ogivas nucleares estratégicas instaladas que cada lado pode ter, vence em 2021. Putin disse estar preocupado por Washington não parecer interessada em debater seu futuro.

    'Nenhuma conversa sobre prorrogar isso já está acontecendo. Será que os americanos não estão interessados, será que não precisam deles? Ok, sobreviveremos e garantiremos nossa própria segurança, o que sabemos fazer. Mas no geral isso é muito ruim para a humanidade porque nos deixa mais próximos de um limiar perigoso'.

    O líder russo, que disse que Moscou desenvolveu armas nucleares que acredita lhe darem uma vantagem sobre outros países, alertou que a ameaça de um conflito nuclear está aumentando em resultado das medidas dos EUA.

    Putin também citou a tendência perigosa de reduzir o limiar para o uso de armas nucleares e a ideia de usar mísseis balísticos com ogivas convencionais.

    'Se, Deus nos livre, algo assim acontecesse, levaria ao fim de toda a civilização e talvez também do planeta', afirmou Putin.

    'Espero que a humanidade tenha bom senso e noção de autopreservação suficientes para não levar as coisas a tais extremos'.

    O evento anual, o 14o do tipo de Putin, é usado pelo russo para polir suas credenciais de líder e enviar recados a aliados e inimigos estrangeiros.

    (Reportagem adicional de Polina Ivanova, Tom Balmforth, Darya Korsunksaya, Masha Tsvetkova, Elena Fabrichnaya, Maria Kiselyova, Ekaterina Golubkova e Vladimir Soldatkin)

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    Maduro embarca para a Rússia para se reunir com Putin

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse, na noite de segunda-feira, estar a caminho da Rússia para se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que Putin encontrará Maduro na quarta-feira em Moscou, segundo a agência de notícias Interfax.

    Maduro começa a viagem após receber o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, em Caracas, na primeira visita oficial de um líder turco ao país. Na segunda-feira, Erdogan se comprometeu a fortalecer o comércio com a Venezuela em um gesto de solidariedade.

    No final de novembro, o chefe da petroleira russa Rosneft, Igor Sechin, foi a Caracas se reunir com Maduro para cobrar o envio de petróleo destinado a pagar empréstimos russos, disseram fontes à Reuters.

    A visita de Sechin, que não foi divulgada publicamente, é um dos sinais mais claros de tensão entre a Venezuela e a Rússia, um de seus principais credores.

    O governo russo e a Rosneft concederam ao menos 17 bilhões de dólares em empréstimos e linhas de crédito a Caracas desde 2006, segundo cálculos da Reuters.

    Maduro, acompanhado pela primeira-dama Cilia Flores, anunciou a viagem em transmissão da televisão estatal direto do aeroporto internacional, na frente do avião presidencial.

    'Temos um dia também muito intenso, muito importante com o presidente Vladimir Putin... com o presidente Vladimir Putin mantemos contato permanente e agendamos uma reunião de trabalho', disse Maduro.

    'Estou indo a Moscou para encerrar o ano de 2018 com chave de ouro, quanto às relações estratégicas que a Venezuela constrói no mundo, sobretudo buscando investimentos, buscando melhoria econômica... vou à Rússia, volto logo... e nos vemos em alguns dias', acrescentou, sem fornecer mais detalhes.

    (Reportagem de Vivian Sequera)

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    Putin acusa líder da Ucrânia de tramar conflito naval para aumentar popularidade

    Por Polina Nikolskaya e Darya Korsunskaya

    MOSCOU, (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quarta-feira seu colega ucraniano, Petro Poroshenko, de orquestrar uma 'provocação' naval no Mar Negro no final de semana para melhorar sua baixa popularidade de olho na eleição do ano que vem.

    A Rússia deteve três embarcações navais da Ucrânia e suas tripulações no domingo devido ao que disse ter sido uma entrada ilegal em águas russas, o que Kiev nega.

    No Ocidente o episódio provocou temores de um conflito mais amplo entre os dois países, e desde então a Ucrânia decretou lei marcial em algumas áreas do país, dizendo temer uma possível invasão russa.

    Alguns dos aliados ocidentais da Ucrânia aventaram a possibilidade de impor novas sanções a Moscou devido ao incidente, o que poderia afetar a economia russa.

    Em seus primeiros comentários púbicos sobre o incidente, Putin afirmou que as embarcações navais ucranianas estavam claramente erradas, minimizou o episódio dizendo se tratar de uma questão fronteiriça menor e acusou o presidente ucraniano de ter orquestrado a pequena crise para aumentar sua popularidade.

    'Foi sem dúvida uma provocação', disse Putin em um fórum financeiro em Moscou.

    'Foi organizado pelo presidente antes das eleições. O presidente está em quinto lugar nas pesquisas, e portanto tinha que fazer algo. Foi usado como um pretexto para decretar a lei marcial.'

    A Ucrânia está conseguindo usar o episódio para atiçar o sentimento antirrusso, e o Ocidente está pronto para perdoar as limitações dos políticos ucranianos porque engoliu a narrativa que Kiev está divulgando, disse Putin.

    O líder russo falou depois que Moscou enviou mais de seus sistemas de mísseis terra-ar avançados S-400 à Crimeia, região ucraniana que anexou em 2014, e um repórter da Reuters viu um navio de guerra russo nas imediações no momento em que as tensões com Kiev aumentam.

    A repercussão do episódio pode frustrar uma reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Putin na cúpula do G20 na Argentina no final desta semana. Na terça-feira Trump disse que poderia cancelar o encontro por causa do incidente, mas nesta quarta-feira Putin disse que ainda espera poder encontrá-lo.

    (Reportagem adicional de Tom Balmforth, Polina Ivanova, Vladimir Soldatkin, Katya Golubkova, Gleb Stolyarov e Oksana Kobzeva em Moscou)

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    Putin convida premiê do Japão a assinar acordo de paz ainda em 2018

    Por Denis Pinchuk e Polina Nikolskaya

    VLADIVOSTOK, Rússia (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, se voltou ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, no palco de uma conferência nesta quarta-feira e propôs a assinatura de um tratado de paz até o final deste ano para encerrar formalmente as hostilidades da Segunda Guerra Mundial entre os dois países.

    Mas pouco depois de Putin fazer a proposta, um porta-voz do governo japonês em Tóquio disse que o Japão quer a devolução de ilhas do Pacífico capturadas por tropas russas nos últimos dias da guerra antes de assinar um tratado de paz.

    Rússia e Japão disputam as ilhas há décadas, e por isso ainda não encerraram formalmente as hostilidades da Segunda Guerra Mundial. O impasse vem impedindo a criação de laços econômicos entre os dois países quase vizinhos.

    'Uma ideia acabou de passar pela minha cabeça', disse Putin a Abe durante uma sessão de perguntas e respostas em um fórum econômico na cidade russa de Vladivostok.

    'Vamos concluir um tratado de paz antes do final deste ano, sem quaisquer precondições'.

    Abe não respondeu.

    Mais tarde na mesma sessão, Putin disse sobre sua proposta: 'Eu não estava brincando'. Ele disse que sua ideia é que os dois lados assinem um tratado primeiro e depois acertem as questões que os dividem.

    Tanto Moscou quanto Tóquio reivindicam a soberania das ilhas, conhecidas na Rússia como Ilhas Kurile e no Japão como Territórios do Norte.

    Em um boletim de rotina à imprensa realizado em Tóquio após a proposta de Putin, o secretário-chefe de gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse: 'Não quero comentar o que o presidente Putin disse... entretanto, nossa posição de que a questão dos Territórios do Norte seja resolvida antes de qualquer tratado de paz não mudou'.

    Abe e Putin dizem querer uma solução para a disputa. O líder japonês disse que um acordo destravaria o comércio e o investimento de empresas japonesas para a Rússia, que sofre um boicote de investimentos ocidentais por causa de sanções.

    Mas para Putin, que divulga a imagem pública de um defensor aguerridos dos interesses de seu país, ceder as ilhas poderia ter uma repercussão negativa em casa.

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