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    Putin diz que convidou Trump a Moscou e está disposto a visitar Washington

    JOHANESBURGO (Reuters) - O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira que convidou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Moscou, e que ambos os líderes estão prontos para realizar novas reuniões, mas que as condições precisam ser as corretas para que uma nova cúpula aconteça.

    Putin e Trump se reuniram em Helsinque na semana passada, e o presidente norte-americano enfrentou uma avalanche de críticas em seu país pela forma como tratou o encontro.

    Falando a repórteres durante cúpula do grupo Brics na África do Sul, Putin disse que telefonemas entre Moscou e Washington são insuficientes, e que ambos os lados precisam se encontrar para discutir questões como o programa nuclear do Irã, conflitos no Oriente Médio e tratados de controle de armas.

    'Com relação às nossas reuniões, eu entendo muito bem o que o presidente Trump disse. Ele tem o desejo de ter mais reuniões, realizar novas reuniões. Estou pronto para isso. Precisamos que as condições apropriadas existam, sejam criadas, inclusive em nossos países', disse Putin em uma coletiva de imprensa.

    'Estamos prontos para essas reuniões. Estamos prontos para convidar o presidente Trump a Moscou. A propósito, ele já tem esse convite', acrescentou.

    'Estou pronto para ir a Washington. Repito mais uma vez, se as condições certas para o trabalho forem criadas.'

    Putin disse que, enquanto isso, é possível que ele e Trump se encontrem à margem da cúpulas do Grupo dos 20, ou durante outros eventos internacionais.

    Em referência à reação dentro dos Estados Unidos após o desempenho de Trump na cúpula de Helsinque, Putin disse: 'Apesar das dificuldades, neste caso particular as dificuldades ligadas à situação política interna nos Estados Unidos, a vida continua e nossos contatos continuam.'

    (Reportagem de Denis Pinchuk e Alex Winning)

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    Putin não será convidado a discursar no Congresso dos EUA, diz presidente da Câmara

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não será convidado a discursar no Congresso norte-americano se aceitar o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para visitar Washington, disse o presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Paul Ryan, nesta terça-feira, dizendo tratar-se de um privilégio reservado aos aliados.

    Os comentários de Ryan, um republicano assim como Trump, refletem o contínuo desconforto entre parlamentares norte-americanos, mesmo dentro do próprio partido de Trump, sobre o apoio do presidente a Putin após a cúpula de 16 de julho entre os dois líderes em Helsinque.

    Ryan disse que não vê problemas nos encontros de Trump com líderes estrangeiros como Putin, mas afirmou que a mensagem transmitida durante essas conversas é o que importa.

    'Se a mensagem for 'pare de se intrometer em nosso país, pare de violar nossa soberania', então eu apoio. Mas é a mensagem que conta', disse Ryan a repórteres, acrescentando que 'sempre podemos ser mais firmes quanto a isso'.

    Questionado sobre o convite de Trump a Putin, Ryan afirmou que o líder russo não terá a chance que alguns líderes estrangeiros tiveram de discursar em uma sessão conjunta da Câmara e do Senado dos EUA.

    'Nós certamente não lhe faríamos um convite para uma sessão conjunta', acrescentou Ryan. 'Isso é algo que reservamos para aliados.'

    Trump enfrentou críticas de republicanos e democratas sobre seu desempenho na cúpula com Putin. Em uma coletiva de imprensa conjunta após o encontro, Trump deu crédito às negativas de Putin sobre a interferência russa na eleição presidencial de 2016 nos EUA, apesar das descobertas da comunidade de inteligência norte-americana sobre as ações de Moscou. Putin também disse a jornalistas que queria que Trump vencesse a eleição contra a candidata democrata Hillary Clinton.

    Trump mais tarde disse que se expressou mal na entrevista e que aceita as conclusões da inteligência dos EUA de que a Rússia interferiu na eleição, mas classificou a cúpula como um sucesso e convidou Putin a visitar Washington no outono, e no final de semana chamou a interferência russa na eleição de 'uma grande farsa'.

    Sem fornecer evidências, Trump disse nesta terça-feira, no Twitter, acreditar que a Rússia pretende influenciar as eleições parlamentares de novembro em favor dos democratas e não dos republicanos.

    (Reportagem de Amanda Becker e Susan Cornwell)

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    Rússia está pronta para discutir visita de Putin a Washington, diz Ifax

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia está pronta para discutir a proposta de uma nova reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira o embaixador da Rússia nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, segundo a agência de notícias Interfax.

    A Casa Branca disse na quinta-feira que Trump havia convidado Putin a visitar Washington, em uma resposta ousada a uma série de críticas nos Estados Unidos sobre a cúpula dos dois líderes realizada em Helsinque nesta semana.

    Em sua primeira cúpula bilateral, Trump chocou o mundo na segunda-feira ao não confrontar Putin pela suposta interferência de Moscou na eleição norte-americana de 2016.

    O que foi discutido durante a reunião particular entre Trump e Putin, acompanhados somente por seus tradutores, permanece desconhecido.

    Antonov disse que Putin fez propostas concretas a Trump para solucionar o conflito no leste da Ucrânia, mas não entrou em detalhes sobre seu conteúdo, reportou a Interfax nesta sexta-feira.

    O embaixador russo disse, ainda segundo a agência, que seria bom organizar uma reunião entre o ministro de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, acrescentando que um grupo de parlamentares norte-americanos também está planejando visitar a Rússia.

    (Reportagem de Andrey Ostroukh)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141)) REUTERS MCP ES

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    Trump diz estar ansioso por segundo encontro com Putin

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, culparam forças de dentro dos EUA nesta quinta-feira por macularem o que chamaram de sucesso de sua primeira cúpula, e Trump disse estar ansioso pelo segundo encontro entre os dois.

    Trump, que vem lutando para acalmar a turbulência política por ter sido incapaz de confrontar Putin pela interferência russa na eleição norte-americana de 2016, renovou suas críticas ferozes a um de seus alvos favoritos, a mídia noticiosa.

    O presidente republicano acusou a mídia de distorcer comentários nos quais deu crédito às negações de Putin de intromissão eleitoral, apesar das conclusões da comunidade de inteligência norte-americana sobre a conduta de Moscou.

    'A cúpula com a Rússia foi um grande sucesso, exceto com o verdadeiro inimigo do povo, a mídia fake news', tuitou Trump.

    'Aguardo nossa segunda reunião para que possamos começar a implementar algumas das muitas coisas debatidas, inclusive deter o terrorismo, segurança para Israel, proliferação nuclear, ataques cibernéticos, comércio, Ucrânia, a paz no Oriente Médio, a Coreia do Norte e mais', acrescentou.

    Trump atraiu muitas críticas nos EUA, inclusive de parlamentares dos dois partidos, por se recusar a culpar Putin pela interferência na eleição. Putin nega tal interferência.

    Um dia depois de se recusar a culpar Putin por interfência nas eleições, Trump disse ter se expressado mal e acusou 'algumas pessoas' de odiarem o fato de ele ter se dado bem com Putin.

    Agências de inteligência norte-americanas anunciaram no ano passado que a Rússia realizou uma campanha de hackeamento e propaganda visando a eleição dos EUA em 2016, na tentativa de semear discórdia, prejudicar a candidata democrata, Hillary Clinton, e ajudar a candidatura de Trump. Putin tem negado qualquer interferência desse tipo.

    Em Moscou, Putin acusou forças 'poderosas' dos EUA de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com Trump, mas disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso.

    (Reportagem de Doina Chiacu e Susan Heavey em Washington, Andrew Osborn e Olesya Astakhova em Moscou)

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    Putin diz que forças dos EUA tentam minar sucesso de cúpula com Trump

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quinta-feira forças dos Estados Unidos de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com o presidente norte-americano, Donald Trump, e disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso.

    Putin e Trump se reuniram pela primeira vez em Helsinque na segunda-feira, um evento que desencadeou uma tempestade de críticas nos EUA por Trump ter se recusado a culpar o líder russo por interferir na eleição norte-americana de 2016, comentários dos quais tentou se retratar depois.

    Putin, que conversava com diplomatas russos de todo o mundo reunidos em Moscou, disse nesta quinta-feira que a cúpula foi um sucesso no geral, mas se queixou do que descreveu como esforços 'poderosos' para sabotá-la nos EUA.

    'Vemos que há forças nos Estados Unidos que estão preparadas para sacrificar casualmente as relações Rússia-EUA, a sacrificá-la por suas ambições no decorrer de uma batalha política interna nos Estados Unidos', disse Putin.

    O líder russo disse que estas forças parecem dispostas a sacrificar empregos de norte-americanos e prejudicar a economia de seu país enquanto se entregam à sua batalha política.

    Ele disse que teria sido ingenuidade esperar que a cúpula pudesse resolver, em um espaço de poucas horas, problemas que cresceram ao longo dos anos, mas que houve um pontapé inicial.

    'O caminho para mudanças positivas começou mesmo assim', disse Putin. 'É importante que uma reunião tenha finalmente acontecido e nos permitido conversar diretamente'.

    Putin alertou, porém, para os perigos de Moscou e Washington não conseguirem continuar a reparar os laços, dizendo que o novo tratado de redução de armas estratégicas Start vencerá em um ano e meio a menos que se comece a trabalhar em uma prorrogação.

    (Reportagem de Olesya Astakhova)

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    Trump diz que 'grandes resultados virão' de cúpula com Putin

    (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que se deu bem com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na cúpula realizada pelos dois líderes na Finlândia nesta semana, e que 'grandes resultados virão'.

    'Muitas pessoas nos escalões mais altos da inteligência adoraram meu desempenho na coletiva de imprensa em Helsinque. Putin e eu debatemos muitos assuntos importantes em nossa reunião anterior. Nós nos demos bem, o que realmente aborreceu muitas pessoas cheias de ódio que queriam ver uma luta de boxe. Grandes resultados virão!', escreveu ele no Twitter.

    'Enquanto a reunião da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Bruxelas foi um triunfo reconhecido, com bilhões de dólares a mais sendo oferecidos por países-membros em um ritmo mais veloz, a reunião com a Rússia pode se revelar, no longo prazo, um sucesso ainda maior. Muitas coisas positivas virão desta reunião', acrescentou.

    Na terça-feira, Trump procurou conter um turbilhão causado pelo que críticos classificaram como sua incapacidade de responsabilizar Putin pelo que agências de inteligência dos EUA disseram ter sido uma interferência na eleição de 2016, dizendo que se expressou mal na coletiva de imprensa conjunta em Helsinque.

    O líder norte-americano se absteve de criticar o líder russo pelas ações adotadas por Moscou para minar a eleição e lançou dúvidas sobre as agências de inteligência de seu próprio país, levando alguns parlamentares dos EUA a pedirem sanções mais rigorosas e outras medidas para punir a Rússia. Putin nega qualquer intromissão russa na votação.

    Em uma explicação na terça-feira, Trump afirmou: 'Eu disse 'ser' ao invés de 'não ser'', disse Trump a repórteres na Casa Branca mais de 24 horas depois de sua aparição ao lado de Putin. 'A frase deveria ter sido 'não vejo nenhuma razão para não ser a Rússia''.

    Trump retratou a cúpula da Otan da semana passada na Europa como uma vitória de sua postura rígida de exigir que os aliados de Washington se comprometam com mais gastos com a defesa.

    (Por Alison Williams, em Londres)

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    Trump diz que cúpula com Putin foi 'ainda melhor' que reunião com Otan

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Donald Trump, descreveu sua reunião de segunda-feira com o presidente russo, Vladimir Putin, de maneira positiva e tentou desacreditar a visão amplamente difundida de que o dia que passou com Putin em Helsinque, na Finlândia, foi prejudicial para os Estados Unidos.

    'Embora eu tenha tido uma ótima reunião com a Otan, arrecadando vastas quantias de dinheiro, tive uma reunião ainda melhor com Vladimir Putin, da Rússia', tuitou Trump nesta terça-feira.

    'Infelizmente, não está sendo noticiado desta maneira - as fake news estão à toda!'

    A coletiva de imprensa de Trump ao lado de Putin, na qual refutou avaliações da inteligência dos EUA segundo as quais a Rússia interferiu na eleição de 2016, atraiu críticas de membros dos dois partidos políticos norte-americanos, que disseram que ele colocou os interesses russos acima daqueles de seu país.

    Na semana passada Trump se encontrou com aliados da Otan, pressionando-os para que aumentem seus gastos com a defesa. Em outro tuíte publicado nesta terça-feira, ele assumiu o mérito pela força da entidade, dizendo que ela está mais bem financiada 'só por minha causa'.

    'Tive uma ótima reunião com a Otan', disse ele no mesmo tuíte. 'A Otan estava fraca, mas agora está forte de novo (ruim para a Rússia). A mídia só diz que fui rude com os líderes, nunca menciona o dinheiro!'

    (Por Lisa Lambert e Susan Heavey)

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    Trump causa choque ao concordar com Putin e rejeitar tese de interferência em eleição

    Por Jeff Mason e Denis Pinchuk

    HENSINQUE (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse depois de se encontrar com Vladimir Putin nesta segunda-feira que não vê motivo para acreditar mais em suas próprias agências de inteligência do que no líder do Kremlin na questão da suposta interferência da Rússia que o teria ajudado a se eleger em 2016.

    Em um dia no qual enfrentou a pressão de críticos, países aliados e até de sua equipe para adotar uma postura mais rígida, Trump não disse sequer uma palavra reprovadora sobre Moscou em nenhum dos temas que levaram as relações entre as duas potências ao seu pior momento desde a Guerra Fria.

    Ao invés disso ele denunciou a 'estupidez' da política de seu próprio país, especialmente a decisão de investigar a interferência eleitoral.

    O gesto de Trump deve criar uma tempestade política nos EUA, já que a Casa Branca passou meses tentando dissipar a insinuação de que Trump não estava disposto a questionar Putin.

    Sua postura foi considerada por um ex-chefe da CIA como 'traiçoeira', e um senador republicano a repudiou por ser 'vergonhosa', embora outros governistas tenham sido mais cautelosos.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, disse que 'não há dúvida' de que Moscou interferiu na eleição de 2016 e que Trump 'precisa reconhecer que a Rússia não é nossa aliada'.

    Trump se reuniu com Putin poucos dias depois de um procurador especial dos EUA indiciar 12 agentes russos por roubarem documentos do Partido Democrata para ajudá-lo a vencer a eleição.

    Indagado se acredita nas agências de inteligência norte-americanas, que concluíram que a Rússia interferiu na votação de 2016 para ajudá-lo a derrotar a candidata democrata Hillary Clinton, ele disse não estar convencido.

    'Não vejo nenhuma razão para ser' a Rússia, disse Trump. 'O presidente Putin foi extremamente enfático e contundente em sua negação hoje.'

    Antes mesmo de a cúpula começar Trump já culpou seu próprio país pela deterioração das relações.

    'Nosso relacionamento com a Rússia nunca esteve pior graças a muitos anos de tolice e estupidez dos Estados Unidos e, agora, da manipulada caça às bruxas', disse ele no Twitter.

    O Ministério de Relações Exteriores russo tuitou em resposta: 'Concordamos'.

    Na coletiva de imprensa, Trump foi incitado pelos repórteres a fazer alguma crítica à Rússia, mas se recusou repetidamente. Questionado se a Rússia tem culpa pelo relacionamento ruim, respondeu: 'Responsabilizo os dois países. Acho que os EUA foram tolos. Todos nós fomos tolos', disse antes de desviar a conversa para sua vitória eleitoral.

    'Derrotei Hillary Clinton facilmente e francamente a derrotamos... ganhamos aquela corrida e é uma pena que exista a menor desconfiança a esse respeito'.

    As palavras calorosas de Trump para a Rússia marcaram um grande contraste com a semana passada, quando ele refutou aliados tradicionais de Washington várias vezes em uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e durante uma visita ao Reino Unido.

    Indagado se Putin é um adversário, ele disse: 'Na verdade eu o chamei de competidor, e ele é um competidor dos bons, e acho que a palavra competidor é um elogio'.

    Putin falou da importância de os dois países trabalharam juntos e elogiou Trump, em certo momento interrompendo a coletiva de imprensa para lhe dar uma bola de futebol.

    Questionado se queria que Trump vencesse a votação de 2016 e se instruiu autoridades a ajudá-lo, Putin respondeu 'Sim, instruí', mas negou qualquer interferência, dizendo que as alegações são uma 'insensatez completa'.

    O senador republicano Lindsey Graham disse que o comportamento de Trump enviará uma mensagem de 'fraqueza' a Moscou.

    'Oportunidade desperdiçada pelo presidente Trump para responsabilizar a Rússia com firmeza pela interferência de 2016 e enviar um alerta forte quanto a futuras eleições. Esta resposta do presidente Trump será vista pela Rússia como um sinal de fraqueza e criará muitos mais problemas do que resolve', disse Graham no Twitter.

    John Brennan, ex-chefe da CIA, foi mais longe, insinuando que Trump deveria ser retirado do cargo: 'A postura de Donald Trump na coletiva de imprensa em Hensinque alcança e ultrapassa o limiar de 'crimes e delitos graves'. Não foi nada menos que traiçoeira. Os comentários de Trump não foram somente imbecis, ele está inteiramente no bolso de Putin. Patriotas republicanos: onde estão vocês??'

    (Reportagem adicional de Steve Holland, Jussi Rosendahl e Andrew Osborn em Helsinque e Christian Lowe e Polina Devitt em Moscou)

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    DESTAQUES-Trump e Putin falam de busca de cooperação, eleições e Síria em cúpula

    HELSINQUE (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontrou com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira, em uma muito aguardada cúpula ofuscada por Trump culpando a 'tolice e estupidez' de seu próprio país pelos laços hostis entre Washington e Moscou.

    Abaixo, seguem destaques de comentários feitos por Trump e Putin em coletiva de imprensa após sua reunião na capital da Finlândia, Helsinque.

    COMENTÁRIOS INICIAIS DE TRUMP:

    'Diplomacia e envolvimento são preferíveis a conflito e hostilidade... Não é apenas bom para os Estados Unidos e para a Rússia, mas bom para o mundo.'

    'Eu não irei tomar decisões sobre política externa para agradar a mídia ou os democratas que não querem fazer nada se não resistir e obstruir. Eu prefiro tomar riscos políticos em busca da paz, do que arriscar a paz em busca de políticos.'

    'Farei o que for melhor para o povo americano.'

    'Eu abordei diretamente (a questão da) interferência russa em nossas eleições. Nós gastamos um bom tempo falando sobre isso. Ele considera essa questão muito importante e tem uma ideia interessante.'

    'Nossos conselhos nacionais de segurança irão se encontrar para acompanhar tudo (que discutimos) hoje. Nós demos os primeiros passos em direção a um futuro mais positivo, fundamentado em cooperação e paz.'

    COMENTÁRIOS INICIAIS DE PUTIN:

    'As negociações com Trump aconteceram em uma atmosfera aberta e construtiva, eu acho que foram bem-sucedidas e úteis.'

    'É óbvio para todos que as relações internacionais têm vivido um período difícil... A Guerra Fria acabou há muito tempo, a situação no mundo mudou drasticamente. A Rússia e os Estados Unidos estão, agora, enfrentando desafios totalmente diferentes.'

    'No que diz respeito à Síria, a tarefa de estabelecer a paz e a reconciliação neste país poderia ser o primeiro exemplo de sucesso de trabalho conjunto.'

    '(Trump) tocou no tema da chama interferência da Rússia (na eleição de 2016 dos Estados Unidos). Tive que repetir o que disse antes, que o Estado russo nunca interferiu e não tem nenhuma intenção de interferir.'

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