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    Número de assassinatos no Brasil tem queda no primeiro trimestre, mostram dados

    Por Gabriel Stargardter

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O número de homicídios no Brasil, que bateu recorde mundial em 2017, manteve tendência de queda nos três primeiros meses deste ano, de acordo com dados preliminares de Estados compilados pela Reuters.

    Entre janeiro e março, houve 5.711 assassinatos em 11 dos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal, 27 por cento a menos do que os 7.783 homicídios registrados no mesmo período de 2018 nos mesmos lugares.

    A redução dos assassinatos é um estímulo para o presidente Jair Bolsonaro, que tomou posse em janeiro, mas não pode ser atribuída a ele, disse Robert Muggah, diretor de pesquisa do Instituto Igarapé.

    O índice de homicídios vem caindo desde o pico atingido em 2017, quando cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas em meio a uma guerra entre facções com repercussão em diversas partes do país.

    Um levantamento realizado pelo portal de notícias G1 mostrou que o número de assassinatos em 2018 caiu 13 por cento em relação ao ano anterior. Nesta quinta-feira, o G1 disse que os assassinatos caíram cerca de 25 por cento nos dois primeiros meses de 2019 na comparação com o mesmo período do ano passado.

    'Não há evidências de que o governo (Bolsonaro) tenha tido algo a ver com as melhorias', disse Maggah. 'Pelo contrário, há sinais de que certas formas de violência, não apenas mortes relacionadas à polícia, podem ter aumentado desde a eleição.'

    No Estado do Rio de Janeiro, o número de pessoas mortas em confrontos com forças de segurança cresceu 18 por cento, atingindo a marca de 434 nos primeiros três meses de 2019, de acordo com dados do governo estadual.

    No entanto, os dados parciais sobre redução nas mortes pelo país impulsionam o presidente, que foi eleito com promessas de cessar anos de violência crescente e corrupção.

    Em uma publicação nas redes sociais nesta quinta-feira, Bolsonaro comemorou a redução de assassinatos, que disse ocorrer apesar 'do terror espalhado por alguns sobre uma iminente explosão da violência' após sua vitória eleitoral.

    Os dados compilados pela Reuters são apenas parciais, uma vez que as estatísticas públicas de crimes são inconsistentes entre os Estados. Ainda assim, os Estados contabilizados pela Reuters, incluindo três dos quatro mais populosos do Brasil --Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia--, reúnem cerca de metade dos 210 milhões de habitantes do país.

    São Paulo, o Estado mais populoso do país, não divulgou dados referentes a março, mas os assassinatos caíram 3,4 por cento nos primeiros dois meses do ano.

    Muggah atribuiu o declínio a três fatores: o crescimento do domínio nacional de uma facção criminosa, melhores métodos de policiamento e um possível 'efeito inibidor' resultante do envio de tropas federais para Estados mais violentos.

    Ao assumir a Presidência, Bolsonaro imediatamente enviou forças federais para intervir em uma onda de violência no Ceará, seguindo medida semelhante que reforçou a segurança no Rio de Janeiro durante boa parte de 2018.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Avaliação positiva de governo Bolsonaro cai 15 pontos desde janeiro e soma 34%, diz Ibope

    Avaliação positiva de governo Bolsonaro cai 15 pontos desde janeiro e soma 34%, diz Ibope

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro sofreu uma queda de 15 pontos percentuais em relação a janeiro e agora soma 34 por cento, apontou pesquisa Ibope divulgada pelo instituto nesta quarta-feira, que também mostrou que a aprovação pessoal do presidente caiu 16 pontos no período, para 51 por cento.

    De acordo com o levantamento, a avaliação regular do governo Bolsonaro é de 34 por cento, ao passo que 24 por cento avaliam o governo como ruim ou péssimo.

    Em fevereiro, a avaliação positiva do governo era de 39 por cento, enquanto em janeiro esse número era de 49 por cento. No mês passado, 30 por cento consideravam o governo regular, contra 26 por cento em janeiro. Já o percentual dos que viam o governo de forma negativa era de 19 por cento em fevereiro e de 11 por cento em janeiro.

    De acordo com o Ibope, 8 por cento não souberam responder quando indagados sobre a avaliação do governo, percentual que era de 12 por cento em fevereiro e de 14 por cento em janeiro.

    Ainda de acordo com a sondagem, 51 por cento dos entrevistados aprovam o desempenho pessoal de Bolsonaro na Presidência, ante 57 por cento em fevereiro e 67 por cento em janeiro. O percentual dos que desaprovam é de 38 por cento agora, contra os 31 por cento registrados em fevereiro e 21 por cento em janeiro.

    Dez por cento não souberam responder sobre o desempenho pessoal de Bolsonaro, ante 12 por cento em fevereiro e janeiro.

    O Ibope também pesquisou a confiança em Bolsonaro, e 49 por cento afirmaram confiar no presidente, contra 55 por cento em fevereiro e 62 por cento em janeiro. Ao mesmo tempo, 44 por cento afirmaram não confiar em Bolsonaro, ante 38 por cento em fevereiro e 30 por cento em janeiro.

    O Ibope ouviu 2.002 pessoas entre sábado e terça-feira. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

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    França recebe caixas-pretas de avião da Ethiopian Airlines; aumenta revolta de famílias de vítimas

    Por Richard Lough e Aaron Maasho

    PARIS/ADIS ABEBA (Reuters) - Investigadores franceses se encarregarão de examinar as caixas-pretas do avião da Ethiopian Airlines que caiu no fim de semana em busca de pistas sobre um desastre que provocou a suspensão do uso da frota de aviões 737 MAX, da Boeing, e deixou dezenas de famílias das vítimas revoltadas.

    O acidente de domingo, ocorrido pouco depois da decolagem de Adis Abeba, matou 157 pessoas de cerca de 30 nações. Foi a segunda tragédia aérea envolvendo o novo modelo e carro-chefe da Boeing em seis meses.

    Possíveis elos entre as tragédias abalaram a indústria internacional da aviação, assustaram passageiros de todo o mundo e obrigaram a maior fabricante de aviões do mundo a se desdobrar para provar a segurança de um modelo de grande procura que deveria ser o novo padrão durante décadas.

    Parentes dos mortos deixaram uma reunião com a Ethiopian Airlines, nesta quinta-feira, denunciando uma falta de transparência.

    'Estou com muita raiva', disse Abdulmajid Shariff, cidadão iemenita de 38 anos que perdeu um cunhado. 'Eles nos chamaram para nos dar um relatório sobre os corpos e as razões da queda, mas não havia informações'.

    Nações de todo o mundo --incluindo os Estados Unidos, inicialmente relutantes-- suspenderam operações com os aviões do mesmo modelo, mas as empresas aéreas em geral têm conseguido substituí-los.

    Quase 5 mil destes aviões foram encomendados, o que significa que as implicações financeiras para a indústria são imensas.

    Após um desentendimento aparente sobre onde a investigação deveria ser realizada, os dados de voo e os gravadores de voz da cabine chegaram a Paris, e a agência francesa de investigação de acidente aéreos BEA disse que os receberá ainda nesta quinta-feira.

    A investigação aumentou o sentimento de urgência surgido desde que a Agência Federal de Aviação norte-americana (FAA) suspendeu na quarta-feira os voos das aeronaves 737 MAX citando imagens de satélite e indícios do local apontando algumas semelhanças e 'a possibilidade de uma causa comum' com a queda de outubro na Indonésia, que matou 189 pessoas.

    Embora argumente que os aviões são seguros, a Boeing apoiou a decisão da FAA. Suas ações caíram quase 11 por cento desde o acidente, o que diminuiu seu valor de mercado em quase 26 bilhões de dólares.

    Em mais um dia de luto na Etiópia, mais famílias seguiram de ônibus às plantações áridas onde o voo 302 caiu e criou uma bola de fogo depois que o piloto fez contato por rádio dizendo que estava com problemas nos controles de voo.

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    EUA têm menor índice de imigrantes ilegais desde 2004, mostra estudo

    Por Alex Dobuzinskis

    (Reuters) - A população de imigrantes ilegais nos Estados Unidos caiu para 10,7 milhões em 2016, o menor índice desde 2004, devido sobretudo à diminuição do número de pessoas vindas do México, mostrou um estudo divulgado na terça-feira.

    O relatório do Centro de Pesquisa Pew, baseado em dados do Censo dos EUA e outras cifras de 2016, mostrou que a quantidade de imigrantes ilegais no país vem declinando continuamente desde que atingiu o pico de 12,2 milhões em 2007.

    Pesquisadores acreditam que parte da razão da redução é a recessão econômica que assolou os EUA em 2007 e a recuperação lenta que se seguiu, que limitou as oportunidades de trabalho para imigrantes.

    'A combinação de forças econômicas e prioridades da lei pode estar funcionando para desestimular as pessoas a virem, ou enviando-as para casa', disse D'Vera Cohn, uma das autoras do relatório do Centro de Pesquisa Pew.

    O presidente Donald Trump fez da contenção da imigração um foco de seu governo, e recentemente pressionou o Congresso para que autorize o financiamento de um muro na fronteira com o México e o envio de tropas antes da chegada de uma caravana de imigrantes da América Central.

    Mesmo antes de Trump tomar posse, um declínio no número de imigrantes ilegais mexicanos já havia mudado o perfil demográfico deste grupo nos EUA.

    O México ainda é o país de origem de cerca de metade dos imigrantes ilegais em solo norte-americano, mas seu número nessa população total diminuiu em 1,5 milhão entre 2007 e 2016, revelou o relatório Pew.

    Durante essa década a quantidade de imigrantes irregulares centro-americanos aumentou em 375 mil.

    Enquanto a percentagem de mexicanos cai, os asiáticos representam 22 por cento dos imigrantes irregulares recém-chegados aos EUA, segundo o estudo.

    Entre eles, os imigrantes cujos vistos venceram devem superar o número de pessoas que cruzaram a fronteira ilegalmente, disse o relatório.

    De forma geral o estudo se alinha a pesquisas anteriores que revelaram que muitos imigrantes ilegais moram nos EUA há anos e que é mais provável que seus filhos tenham nascido ali do que no exterior.

    O estudo Pew descobriu que, entre os 10,7 milhões de ilegais, dois terços dos adultos estão nos EUA há mais de uma década, e que cinco milhões de crianças nascidas em solo norte-americano que possuem cidadania moram com pais ou familiares que são imigrantes ilegais.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

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    Passageiros agradecem a Deus depois de queda de avião sem mortes no México

    Por Lizbeth Diaz e Julia Love

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Dezenas de pessoas ficaram feridas quando uma aeronave Embraer operada pela AeroMexico caiu logo depois da decolagem no Estado mexicano de Durango na terça-feira, mas as autoridades disseram que não houve mortes e que a maioria das pessoas a bordo não se machucou seriamente.

    O avião de médio porte estava quase lotado, com 103 pessoas, incluindo duas crianças pequenas, e quatro tripulantes a bordo, quando caiu perto das 16h locais, segundo as autoridades. Os passageiros e a tripulação conseguiram sair em segurança antes de a aeronave ser engolida pelas chamas.

    A passageira Jackeline Flores disse a repórteres que o avião caiu pouco depois de decolar sob uma chuva intensa. Ela e a filha escaparam por um buraco na fuselagem enquanto a aeronave era tomada pela fumaça e pelas chamas, disse.

    'Uma menininha que saiu do avião estava chorando porque suas pernas ficaram queimadas', disse Jackeline, que disse ser mexicana, mas morar em Bogotá, na Colômbia.

    Ela contou que seu passaporte e documentos se perderam no incêndio. 'Sinto-me abençoada e agradecida a Deus', disse.

    Imagens de televisão mostraram a estrutura seriamente danificada do avião depois que a aeronave parou em um trecho de terra com vegetação rasteira, e uma coluna de fumaça subindo aos céus.

    O avião mal havia decolado quando deu a sensação de ter sido atingido por uma corrente forte de vento, disse outro passageiro à rede Televisa.

    O governador de Durango, José Rosas Aispuro, também disse que uma rajada de vento sacudiu a aeronave antes de o avião mergulhar subitamente, citando o controle de tráfego aéreo do aeroporto. A asa esquerda bateu no solo, soltando dois motores, antes de o avião parar a 300 metros da pista, disse ele em uma coletiva de imprensa.

    Os passageiros conseguiram fugir pelos escorregadores de emergência antes de o avião ser tomado pelo fogo, explicou. O piloto foi o que mais se feriu, mas seu quadro é estável.

    O Grupo Aeroportuário Centro Norte, o operador do aeroporto, também atribuiu a queda ao tempo ruim, citando relatórios preliminares.

    A AeroMexico disse em um comunicado: 'Lamentamos profundamente este acidente. As famílias de todos os afetados estão em nossos pensamentos e nossos corações'.

    A Embraer disse que está pronta para ajudar as autoridades a investigar a queda.

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