alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE ramos

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Presidente da comissão da Previdência reúne-se com oposição para tentar manter acordo

    Presidente da comissão da Previdência reúne-se com oposição para tentar manter acordo

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da comissão especial que discute a reforma da Previdência na Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), reuniu-se na manhã desta quinta-feira com parlamentares da oposição para tentar manter acordo de procedimento para a discussão da proposta.

    O relator da matéria, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), agendou a apresentação de seu parecer para esta quinta-feira, e foi fechado um acordo de procedimento com a oposição que abria mão de obstruir o debate em troca de não haver o encerramento da discussão.

    Mas mal-estar ocorrido na noite da quarta-feira, quando partidos da maioria, o relator, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além de Ramos, adiantaram pontos do relatório a ser apresentado nesta quinta sem a presença da oposição, colocou o acordo em dúvida.

    A líder da minoria, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), por exemplo, assim como o líder do PSOL, Ivan Valente (PSOL-SP), não confirmam a manutenção do acordo e aguardam a reunião com o presidente da comissão para avaliar os próximos passos.

    Já o líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), disse que seu bloco está disposto a manter o acordo, desde que integrantes do grupo político possam se manifestar ainda nesta quinta-feira sobre o parecer.

    “A nossa intenção é manter o acordo que foi feito para que todos os inscritos, sejam eles membros ou não membros da comissão especial da reforma da Previdência, possam falar a respeito do tema”, disse Molon.

    “O que nós queremos é mostrar para o Brasil como essa proposta é cruel ao retirar direitos dos trabalhadores brasileiros, muitos dos quais não conseguirão se aposentar. Esse é o nosso principal objetivo e por isso não pretendemos obstruir a discussão. Sobre os procedimentos de votação, nós voltaremos a conversar na semana que vem.”

    O líder do governo, Major Vitor Hugo (PSL-GO), no entanto, acredita que o dia seja dedicado apenas à leitura do parecer. Há a possibilidade, inclusive, caso seja obtido um acordo, de uma leitura mais suscinta do parecer. Moreira poderia apresentar apenas a parte do texto em que manifesta seu voto, sem a necessidade de ler todo o extenso relatório.

    Caso ocorra a leitura nesta quinta-feira, deve ser concedido um pedido de vistas. Depois, a proposta deve ser debatida. Pelos cálculos do presidente da comissão, a reforma pode começar a ser votada no colegiado no dia 27 deste mês.

    Ramos afirmou nesta manhã que considera não haver mais motivos para a oposição se posicionar contra o texto, uma vez que os principais pontos que questionava foram retirados do parecer. [nL2N23K07B]

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Pedro Fonseca)

    13

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Moro deveria se afastar do cargo, diz presidente da comissão da reforma da Previdência

    Moro deveria se afastar do cargo, diz presidente da comissão da reforma da Previdência

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou à Reuters que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, deveria se afastar voluntariamente do cargo até que se esclareça a suposta colaboração entre o então juiz e procuradores da Lava Jato, noticiada em reportagens do site Intercept Brasil.

    Para Ramos, que é advogado e professor de Direito Constitucional, o afastamento de Moro não só seria a melhor atitude para não tumultuar ainda mais a discussão da reforma da Previdência, mas também garantiria 'liberdade de investigação' à Polícia Federal, uma vez que o ministro controla a PF.

    'Diferente dele (Moro), não adequo minha interpretação da lei conforme o acusado. Não vejo nenhuma imposição constitucional que justifique o afastamento. Mas penso que, como refém do próprio discurso, ele deveria pedir afastamento voluntário', disse o deputado.

    'Acho que o Moro juiz indicaria ao Moro ministro o afastamento até esclarecer os fatos.'

    No momento, entretanto, Moro não é alvo de qualquer tipo de investigação e a PF, subordinada a ele, abriu investigação sobre a invasão de um telefone celular do próprio ministro. Ainda assim, Ramos disse que não parece 'razoável' que Moro possa ser investigado por um órgão que está submetido ao ministro.

    A revelação das supostas conversas entre Moro e o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, foi feita pelo site Intercept Brasil no domingo, com base no que diz ser arquivos recebidos de uma fonte anônima. Nas reportagens, o site mostra o que seriam conversas entre Moro e Dallagnol sobre decisões, andamento das investigações e sugestões de testemunhas.

    O ministro negou qualquer irregularidade nas supostas trocas de mensagens e disse que não podia confirmar se elas eram autênticas, porque, segundo ele, são coisas que, se aconteceram, ocorreram anos atrás.

    'Eu não tenho mais essas mensagens, eu não guardo esses registros', disse Moro, ex-juiz responsável pelos processos da operação Lava Jato em Curitiba, durante entrevista coletiva em Manaus nesta segunda-feira. 'Quanto ao conteúdo, no que diz respeito à minha pessoa, não vi nada demais.'

    Ramos, ao ser questionado se não seria o caso de o presidente Jair Bolsonaro tomar a decisão de afastar Moro temporariamente, disse que não cabe a ele dizer o que o presidente deve fazer.

    O deputado admitiu que o caso envolvendo o ministro certamente 'gera tumulto', mas disse que se deve manter o calendário de votação da reforma no colegiado. Ele afirmou que na terça-feira vai estar com a bancada da oposição e vai sentir até onde as notícias contaminarão a discussão.

    42

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Fatos envolvendo Moro não podem contaminar andamento da Previdência, diz presidente da comissão

    Fatos envolvendo Moro não podem contaminar andamento da Previdência, diz presidente da comissão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou nesta segunda-feira que é preciso ter a responsabilidade de não se deixar contaminar a tramitação da proposta após a divulgação de reportagens que apontam suposta combinação entre o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, com integrantes do Ministério Público Federal (MPF) que atuam na operação Lava Jato.

    'Os fatos envolvendo o ministro Moro, se confirmados, atentam contra o Estado Democrático de Direito, mas temos a responsabilidade de não deixar que contamine o andamento da Reforma da Previdência, que seguirá o calendário definido pela comissão', disse Ramos em sua conta no Twitter.

    O site Intercept Brasil publicou no domingo uma série de reportagens com base em o que diz ser arquivos recebidos de uma fonte anônima mostrando suposta colaboração entre o então juiz federal Moro e o coordenador da operação Lava Jato no Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol.

    O MPF confirmou que os procuradores da operação foram vítimas de um ataque de hackers em que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos, e negou em nota que tenha havido parcialidade ou qualquer ilegalidade em sua conduta. Também em nota, Moro afirmou que não houve 'qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado'.

    (Por Ricardo Brito)

    30

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Presidente de comissão diz que dia de votação da Previdência depende de acordo

    Presidente de comissão diz que dia de votação da Previdência depende de acordo

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da comissão especial da reforma da Previdência na Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou nesta quinta-feira que a data de votação da proposta no colegiado dependerá do ambiente político e do nível de acordo que for obtido para o texto.

    Segundo o deputado, que apresentou um balanço dos trabalhos da comissão nesta quinta-feira, não adianta tocar o parecer na comissão de forma descolada da articulação para se obter ao menos os 308 votos necessários para sua aprovação no plenário da Câmara.

    “Existem elementos externos, regimentais e políticos que não me permitem confirmar uma data para votação da matéria”, disse o presidente da comissão especial.

    “Eu sempre disse que haveria um esforço para construir o relatório em junho, mas que a partir do encerramento das audiências públicas, o tempo não era mais meu, era o tempo da política. O tempo de haver um acordo mínimo em torno do relatório, não só para a comissão, como também para o plenário”, explicou Ramos.

    Na avaliação dele, a proposta enviada pelo governo para reformar a Previdência só conta com os votos do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, e do Novo, cerca de 60 deputados.

    “Não adianta ter o relatório pronto na comissão sem ter a perspectiva de alcançar os 308 votos no plenário.”

    O presidente da comissão afirmou que se o parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) for apresentado na segunda-feira, poderá ser lido no dia seguinte. Lembrou, no entanto, que deve haver pedido de vistas e admitiu ainda que a Casa pode sofrer um esvaziamento do quórum na época das festas juninas, o que poderá interferir no andamento da proposta.

    Ramos garantiu que mantém conversas com a oposição para chegar a um consenso sobre os procedimentos de deliberação da proposta na comissão.

    Ainda que tenha evitado comentar sobre o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma, e lembrando que não gostaria de emitir opinião pessoal sobre o tema, Ramos afirmou que o sentimento majoritário da Casa é pela retirada de Estados e municípios da reforma.

    O deputado aproveitou também para criticar declarações do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), na última quarta-feira, afirmando que a retirada de Estados e municípios seria uma atitude “mesquinha” e “eleitoral”. Governadores e prefeitos têm se articulado para evitar a retirada dos entes federativos da proposta, mas encontram resistência entre os parlamentares.

    “Eu quero desagravar os deputados da declaração exagerada do governador João Doria”, disse Ramos.

    “Na verdade quem é eleitoreiro é quem não tem coragem de mandar a reforma para as suas assembleias e tenta pressionar a Câmara para fazer um trabalho que deveria ser dele”, alfinetou.

    O deputado acrescentou, entretanto, que os governadores podem ajudar na articulação da reforma se “calçarem a sandália da humildade” e pedirem ajuda aos deputados.

    17

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro não tem noção de prioridade, diz presidente de comissão especial da Previdência

    Bolsonaro não tem noção de prioridade, diz presidente de comissão especial da Previdência

    (Reuters) - O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou nesta terça-feira que o presidente Jair Bolsonaro não tem 'noção de prioridade', por ir à Câmara dos Deputados entregar projeto de lei que trata de mudanças na carteira nacional de habilitação no mesmo momento em que se realizava seminário sobre a reforma previdenciária.

    'Depois reclamam quando digo que o presidente Bolsonaro não tem noção de prioridade e do que é importante para o país. Enquanto estamos num seminário sobre reforma da Previdência ele está vindo pra Câmara apresentar PL que trata de aumentar pontos na carteira de maus motoristas', disse Ramos em mensagem no Twitter.

    Bolsonaro esteve na Câmara dos Deputados nesta manhã para entregar projeto de lei com alterações no Código de Trânsito ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Também na manhã desta terça-feira, a comissão especial da reforma da Previdência realizou um seminário internacional sobre experiências em Previdência Social.

    No início da noite, questionado sobre as declarações de Ramos, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse 'ficar admirado' que alguém diga que Bolsonaro não tem prioridades e que o comentário não foi 'adequado'.

    'Tem e tem demonstrado isso diuturnamente. Por meio das ações diretas com a interlocução com Congresso, por meio das proposições apresentadas por meio de projetos de lei, medidas provisórias, Propostas de Emenda à Constituição, e todos eles encadeados de forma contínua', disse o porta-voz.

    'O que demonstra um plano estratégico do governo para chegar ao final do ano e um pouco mais adiante com esses objetivos conquistados, espraiando o ambiente de tranquilidade da nossa sociedade, o ambiente econômico.'

    Não é a primeira vez que o governo recebe críticas do tipo. No último domingo, em entrevista ao jornal O Globo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o governo não tinha uma agenda para o Brasil.

    Poucos dias antes de o governo entregar a reforma da Previdência ao Congresso, em fevereiro, o ministro da Justiça, Sergio Moro, entregou o seu pacote de medidas anti-crime, o que gerou críticas entre os parlamentares sobre as reais prioridades do governo.

    (Por Lisandra Paraguassu, em Brasília, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

    18

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marcelo Ramos diz que reforma está blindada e que fala de Guedes foi recado ao governo

    Marcelo Ramos diz que reforma está blindada e que fala de Guedes foi recado ao governo

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da comissão especial que analisa a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), disse à Reuters nesta sexta-feira que a proposta está blindada de eventuais turbulências envolvendo o Executivo e que a ameaça do ministro da Economia, Paulo Guedes, de deixar o cargo foi recado ao governo.

    O presidente da comissão especial, que garante que a proposta caminhará 'com ou sem Guedes', afirmou que o calendário de tramitação está mantido.

    'Primeiro, eu acho que ela (a ameaça de Guedes) não contamina em nada a tramitação da proposta na Câmara, porque nós tomamos a decisão de blindar a reforma da Previdência de qualquer desses desentendimentos de governo', afirmou Ramos à Reuters por telefone.

    A relação entre Congresso e o Executivo enfrenta um acirramento, e o governo tem acumulado episódios de mal-estar com parlamentares, que adotaram a postura de imprimir um protagonismo do Parlamento, independente do Palácio do Planalto.

    'Eu acho que a mensagem foi muito mais para o governo do que para nós', avaliou Ramos. 'Agora, ela é uma mensagem, na minha opinião, desrespeitosa com o presidente e com o país, porque ele não diz que abandona o cargo, ele diz que vai embora do Brasil.'

    O presidente da comissão afirmou que a proposta será tocada pelo Parlamento com ou sem o ministro, 'até porque nós não trabalhamos para o Paulo Guedes, nós trabalhamos para o Brasil'.

    Guedes afirmou em entrevista publicada no site da revista Veja nesta sexta-feira que irá renunciar ao cargo caso a proposta oferecida pelo governo vire uma 'reforminha'. Negou, no entanto, ser irresponsável ou inconsequente, e acrescentando que não iria embora no dia seguinte.

    'Agora, posso perfeitamente dizer assim: 'Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo'. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa', disse o ministro na entrevista.

    Ramos disse ainda à Reuters que tanto ele, quanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assim como boa parte dos deputados, têm se manifestado a favor da manutenção da economia prevista de 1 trilhão de reais em dez anos com a reforma, 'diferente do governo, que vez por outra vacila na defesa da reforma'.

    O relator da proposta, Samuel Moreira (PSDB-SP), também comentou a entrevista do ministro, e disse que não se sentia pressionado pelas declarações. Afirmou ainda que sempre defendeu a meta de 1 trilhão de reais por 10 anos 'por convicção'.

    Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro declarou que nenhum de seus ministros é obrigado a permanecer no cargo, mas fez uma defesa da necessidade da reforma previdenciária e disse concordar com Guedes que o país viverá um caos econômico se não for aprovado um texto muito próximo ao que o governo enviou ao Congresso. [nL2N2300WD]

    Posteriormente, o presidente foi ao Twitter e afirmou que seu 'casamento' com Guedes segue mais forte do que nunca. [nE6N20A02L]

    40

    3 S

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. ramos

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.