alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE receita

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Receita da Petrobras dispara em 2018 com maiores preços de combustíveis

    Receita da Petrobras dispara em 2018 com maiores preços de combustíveis

    SÃO PAULO (Reuters) - A receita de vendas da Petrobras totalizou 349,8 bilhões de reais em 2018, aumento de 23 por cento ante 2017, refletindo os maiores preços dos derivados de petróleo no mercado interno, principalmente diesel e gasolina, e das exportações, afirmou a empresa nesta quarta-feira.

    A alta nas exportações acompanhou um aumento de 31 por cento da cotação do petróleo Brent e a depreciação de 14 por cento do real, acrescentou a petroleira, ao citar alguns dos fatores por trás do primeiro lucro anual da companhia desde 2013.

    'Apesar do maior volume de vendas de diesel, houve queda no volume total das vendas de derivados no mercado interno em 3 por cento e nas exportações em 10 por cento, em função da menor produção de óleo', destacou a empresa, que registrou redução de 5 por cento na produção total de petróleo e gás em 2018.

    Segundo a companhia, houve aumento de 13 por cento na comercialização de diesel e redução nas vendas de gasolina em função da maior competitividade do etanol hidratado, cujas vendas mais competitivas que as do combustível fóssil concorrente dispararam em 2018 no país.

    No total no Brasil, as vendas de combustíveis por todas as empresas ficaram praticamente estagnadas no ano passado, em meio a preços mais altos dos combustíveis e uma fraqueza na economia.

    Segundo a Petrobras, acompanhando a demanda, a produção de derivados ficou ligeiramente abaixo do nível do ano anterior, alcançando 1,764 milhão de barris por dia, enquanto a produção de diesel subiu 3 por cento.

    Ainda assim, as importações de diesel avançaram 392 por cento ante 2017, para 59 mil barris ao dia, enquanto a importação de gasolina subiu 73 por cento, para 19 mil barris ao dia.

    Segundo uma apresentação aos analistas, a Petrobras aumentou participação no mercado de diesel no Brasil para 85 por cento, ante 74 por cento em 2017, e registrou uma ligeira alta no 'share' de gasolina, para 84 por cento, ante 83 por cento no ano anterior.

    No quarto trimestre, na comparação com o terceiro, a empresa perdeu fatia em diesel e gasolina, para 88 e 87 por cento, respectivamente.

    Em meio a essa queda de participação trimestral nos combustíveis, a receita de vendas total da Petrobras no quarto trimestre de 2018 caiu 6 por cento versus o período anterior, para 92,7 bilhões de reais, refletindo os menores preços dos derivados no mercado interno e das exportações, em linha com a redução do petróleo Brent.

    Segundo a Petrobras, houve queda de 10 por cento do Brent no período ante o terceiro trimestre e a apreciação do real em 4 por cento, bem como menor preço de venda de energia.

    (Por Roberto Samora)

    0

    1

    17

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Gilmar Mendes descobre que é investigado pela Receita e pede providências a Toffoli

    Gilmar Mendes descobre que é investigado pela Receita e pede providências a Toffoli

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes enviou na quinta-feira um ofício ao presidente da corte, José Dias Toffoli, pedindo providências urgentes ao STF ao descobrir que ele e sua esposa, Guiomar, estão sendo alvos de uma investigação da Receita Federal.

    No ofício, ao qual a Reuters teve acesso, Gilmar incluiu documentos que teria recebido mostrando que a Receita planejava uma 'ação fiscal' para verificar a possibilidade dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência.

    Em um outro documento, a Receita apontaria indícios de lavagem de dinheiro da esposa do ministro, Guiomar Feitosa Mendes, que teria declarado, segundo a Receita, dividendos ou lucros de um escritório de advocacia não registrados pela empresa.

    No ofício enviado a Toffoli, Gilmar revela que teve acesso 'extraoficialmente' aos documentos e acusa os fiscais de fazerem ilações e não terem quaisquer fatos concretos. Em tom claramente irritado, o ministro acusa os fiscais da Receita de fazerem investigação claramente criminal, que fugiria a suas atribuições, e vazarem os documentos para a imprensa.

    'O que causa enorme estranhamento e merece pronto repúdio é o abuso de poder por agentes públicos para fins escusos, concretizado por meio de uma estratégia deliberada de ataque reputacional a alvos pré-determinados', reclama o ministro.

    No início da tarde, o presidente do STF enviou ofícios, divulgados pela assessoria de imprensa da corte, à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, e ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo aos três a apuração do caso, que diz ser 'consistente na prática de atos ilícitos'.

    Em nota, a assessoria de imprensa do Ministério da Economia informou que Cintra determinou, imediatamente, que a Corregedoria da Receita Federal iniciasse a devida apuração dos fatos narrados por Gilmar.

    A nota informou ainda que a investida foi ratificada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Até o momento, Gilmar Mendes ainda não se manifestou oficialmente sobre o episódio.

    (Com reportagem adicional de Marcela Ayres)

    0

    0

    63

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Arrecadação desacelera o ritmo e sobe 1,08% em agosto, menor alta mensal em 2018

    Arrecadação desacelera o ritmo e sobe 1,08% em agosto, menor alta mensal em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação do governo federal registrou alta real de 1,08 por cento em agosto sobre igual mês do ano passado, a 109,751 bilhões de reais, ainda ajudada pelas receitas com royalties do petróleo, mas no pior ritmo deste ano, divulgou a Receita Federal nesta sexta-feira.

    Esta foi a menor alta mensal registrada em 2018 e veio após expansão de 12,83 por cento em julho. Mesmo assim, representou o melhor desempenho para um mês de agosto desde 2014, quando a arrecadação foi de 120,249 bilhões de reais, em dado corrigido pela inflação.

    'Em agosto de 2017, nós tivemos 3,5 bilhões de reais de arrecadação da entrada do parcelamento (dentro do programa de renegociação tributária Refis), que elevaram a base de comparação', justificou o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias.

    No mês, a receita administrada pela Receita, linha que abarca o recolhimento de impostos, subiu 0,63 por cento, em termos reais, sobre agosto do ano passado, a 107,182 bilhões de reais.

    Já a receita administrada por outros órgãos, que é fortemente sensibilizada pelos royalties do petróleo, teve alta de 24,63 por cento na mesma base de comparação, a 2,569 bilhões de reais.

    No acumulado de 2018, houve crescimento real de 6,94 por cento na arrecadação, a 953,621 bilhões de reais, em meio ao impulso dado pelos royalties do petróleo, embalados pelo avanço do dólar e do preço da commodity no mercado externo.

    Segundo a Receita, a recuperação econômica também tem contribuído para o desempenho da arrecadação, ainda que o fôlego exibido pela atividade esteja abaixo do inicialmente esperado.

    O governo iniciou 2018 prevendo uma alta de 3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Hoje, a estimativa é de um avanço de 1,6 por cento, sendo que o mercado vê uma expansão ainda mais tímida, de 1,36 por cento, conforme boletim Focus mais recente.

    Para o resultado consolidado do ano, a expectativa da Receita é que haja uma elevação real de 3 a 3,4 por cento na arrecadação, destacou Malaquias.

    DADO MENSAL

    Olhando apenas para os impostos, o resultado de agosto foi puxado principalmente pela alta de 10,53 por cento com o recolhimento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), num acréscimo de 1,395 bilhão de reais sobre agosto de 2017.

    Em apresentação, a Receita avaliou que o avanço se deve à melhora do resultado das empresas, além da redução nos valores compensados contra a estimativa real.

    Outro destaque foi a elevação de 28,78 por cento no Imposto de Importação e IPI-Vinculado em agosto sobre um ano antes, num ganho de 1,289 bilhão de reais. Nesse caso, a valorização do dólar tem beneficiado a arrecadação, ao aumentar a base sobre a qual incidem os tributos. O valor em dólar das importações cresceu 32,40 por cento em agosto sobre um ano antes, disse a Receita.

    A moeda norte-americana tem reagido aos desdobramentos da cena externa, com a normalização monetária nos Estados Unidos, e à cena doméstica, em meio às incertezas ligadas às eleições presidenciais de outubro e à capacidade do novo ocupante do Palácio do Planalto de tocar as reformas econômicas.

    Contando com a alta real da arrecadação neste ano, o governo tem reiterado que cumprirá a meta fiscal, de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência).

    (Por Marcela Ayres; Edição de Iuri Dantas)

    0

    0

    15

    8 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Arrecadação federal soma R$110,855 bi e tem melhor junho em 3 anos, diz Receita

    Arrecadação federal soma R$110,855 bi e tem melhor junho em 3 anos, diz Receita

    BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação do governo federal subiu 2,01 por cento em junho na comparação com igual mês de 2017, a 110,855 bilhões de reais, sobretudo com as receitas vindas de royalties de petróleo compensando perdas geradas pela recente greve dos caminhoneiros.

    Foi o melhor desempenho para o mês desde 2015, quando a arrecadação somou 113,625 bilhões de reais, número corrigido pela inflação, divulgou a Receita Federal nesta terça-feira.

    Autoridades do governo já vinham apontando que haveria possível reflexo da greve que ocorreu no final de maio e causou forte desabastecimento no país, afetando o desempenho da economia.

    Mas a arrecadação com royalties do petróleo novamente surpreendeu, ajudando a ofuscar esse efeito. Embalada pela alta do dólar e do preço da commodity no exterior, a linha de receitas não administradas pela Receita Federal --guiada sobretudo pelos royalties-- subiu 46,72 por cento em junho sobre igual mês do ano anterior, em termos reais, a 2,723 bilhões de reais.

    Por sua vez, as receitas administradas pela Receita, que compreendem os impostos, avançou 1,23 por cento na mesma base de comparação, a 108,132 bilhões de reais.

    Do lado positivo, puxaram o resultado de junho a arrecadação com Cofins e PIS/Pasep, com alta de 9,45 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, e o Imposto de Importação/IPI-Vinculado, com crescimento de 29,66 por cento.

    Em contrapartida, houve no mês queda de 27,93 por cento no Imposto de Renda sobre Rendimentos de Capital sobre junho passado, ao passo que a retração na arrecadação com IPI foi de 14,28 por cento.

    Na avaliação da Receita, o dado do IPI em junho sofreu reflexo direto da paralisação dos caminhoneiros, já que houve em maio queda de 6,67 por cento na produção industrial no país, diminuindo a base de incidência do tributo.

    Na semana passada, o governo manteve sua previsão de maiores receitas no ano, apesar de ter reduzido a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 1,6 por cento neste ano, sobre 2,5 por cento antes, apontando principalmente o peso das receitas com royalties.

    Mesmo com o PIB mais fraco, o governo tem afirmado que irá cumprir a meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central, quinto resultado consecutivo no vermelho do país.

    No primeiro semestre, informou ainda a Receita Federal, a arrecadação somou 714,255 bilhões de reais, crescimento real de 6,88 por cento sobre igual período do ano passado.

    (Por Marcela Ayres; Edição de Patrícia Duarte)

    0

    0

    32

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia PIB mais fraco em 2018 não deve ter forte impacto na receita, diz fonte

    PIB mais fraco em 2018 não deve ter forte impacto na receita, diz fonte

    BRASÍLIA (Reuters) - A expressiva queda na projeção da equipe econômica para a atividade em 2018 não deve ter forte impacto na receita, disse uma fonte com conhecimento direto dos cálculos nesta quinta-feira, apontando como fator positivo o comportamento esperado para a indústria ao longo do ano.

    'Como a indústria vai crescer mais do que o PIB, a receita vai crescer mais', afirmou a fonte à Reuters, falando em condição de anonimato.

    Por esse viés de receitas maiores, 'faria sentido' desbloquear mais recursos do Orçamento no relatório de receitas e despesas, acrescentou a fonte, destacando, contudo, que a decisão ainda não havia sido tomada nesse sentido.

    Na sexta-feira, o governo publicará no relatório sua nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, que deve ficar em 1,6 por cento, contra 2,5 por cento antes, em meio a um cenário de menor confiança dos agentes econômicos e influência negativa da greve dos caminhoneiros.

    A fonte também lembrou que a greve dos caminhoneiros teve impacto inflacionário - e que o aumento dos preços eleva a base sobre a qual incidem os impostos, com efeito positivo para as receitas arrecadadas.

    Como reflexo da greve dos caminhoneiros, a produção da indústria despencou 10,9 por cento em maio, depois de alta de 0,8 por cento em abril, estabilidade em março e avanço de 0,1 por cento em fevereiro.

    'Ali (o desempenho) foi pontual', disse a fonte, apontando que recuperação virá à frente.

    A pressão sofrida pela performance da indústria em maio partiu principalmente da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda 29,8 por cento, e de produtos alimentícios, com perdas de 17,1 por cento.

    A nova estimativa do PIB do ministério da Fazenda e do Planejamento deve, com a mudança, ficar no mesmo percentual apontado pelo Banco Central e próxima à expansão de 1,5 por cento vista pelo mercado, conforme pesquisa Focus mais recente feita pelo BC junto a uma centena de economistas.

    (Por Marcela Ayres)

    0

    0

    12

    10 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. receita

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.