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    Trump lançará campanha de reeleição em decisivo Estado da Flórida

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciará formalmente nesta terça-feira o que pode ser uma batalha dura para persuadir os eleitores a lhe concederem mais quatro anos no cargo, apostando que a economia forte pesará mais do que os temores com seu estilo heterodoxo e as políticas polarizadoras.

    Em um comício à noite em Orlando, Trump, que deixou claro há tempos que vai concorrer à reeleição, começará a argumentar com mais convicção a favor de um segundo mandato.

    O Trump de 2020 certamente se parecerá muito com o de 2016 -- ousado e disposto a atacar oponentes democratas e defender diretrizes firmes no comércio e na imigração.

    'Estamos fazendo o melhor trabalho que alguém provavelmente já fez como presidente em primeiro mandato. Acho que fiz mais do que qualquer outro presidente em primeiro mandato já fez', disse Trump à rede ABC News.

    Dois anos e meio depois de tomar posse, ele vê muitos fatores positivos, com destaque para uma economia em crescimento com desemprego baixo.

    'Se a economia continuar forte, é muito provável que ele se reeleja', disse Newt Gingrich, confidente de Trump e ex-presidente republicano da Câmara dos Deputados

    Mas os efeitos de um inquérito sobre a interferência da Rússia na eleição de 2016, somados a um estilo presidencial marcado por insultos e tuítes escandalosos, minaram a confiança de alguns norte-americanos em Trump antes da votação de novembro de 2020.

    O presidente também provocou divisões com suas políticas severas para a imigração e incomodou negócios e grupos agrícolas com o uso de tarifas em disputas comerciais com a China e alguns aliados.

    Uma pesquisa Reuters/Ipsos de 11 de junho deu a Trump uma taxa de aprovação de 40% e uma desaprovação de 57%. Outras pesquisas de opinião o mostraram continuamente atrás de seus principais adversários democratas, como o ex-vice-presidente Joe Biden, em Estados essenciais nos quais a disputa é acirrada.

    Estrategistas republicanos dizem que os fundamentos favorecem Trump no caminho para a eleição, mas que ele enfrenta desafios por causa de sua abordagem ríspida, que ele se recusa a conter.

    'O apoio de sua base está tão forte quanto sempre foi para qualquer presidente republicano no cargo. O desafio é aumentá-lo e compor a coalizão que ele precisa para a reeleição', disse o estrategista republicano Ryan Williams, ex-conselheiro do candidato presidencial republicano Mitt Romney em 2012.

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    Protestos contra reeleição na Indonésia aumentam após 6 mortes

    Por Maikel Jefriando e Heru Asprihanto

    JACARTA (Reuters) - Protestos contra o resultado da eleição presidencial do mês passado tomaram a capital da Indonésia, nesta quarta-feira, depois de um confronto entre a polícia e manifestantes de madrugada no qual o governador de Jacarta disse que seis pessoas morreram.

    Os tumultos surgiram depois de um anúncio de terça-feira no qual a Comissão Geral Eleitoral (KPU) confirmou que o presidente Joko Widodo derrotou o ex-general Prabowo Subianto na votação de 17 de abril.

    Multidões se reuniram no centro de Jacarta nesta quarta-feira, e a polícia disse esperar mais manifestantes antes do anoitecer. Alguns levavam varas de madeira e outros haviam passado pasta de dente ao redor dos olhos, uma prática comum para eliminar os efeitos do gás lacrimogêneo.

    Protestos que começaram calmamente no amplo bairro de fábricas de tecidos de Tanah Abang na terça-feira ficaram violentos ao anoitecer, e a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.

    O governador de Jacarta, Anies Baswedan, disse à TVOne que até a manhã seis pessoas haviam morrido e 200 se ferido.

    Imagens de televisão mostraram fumaça emanando de detrás de dezenas de manifestantes nas ruas de Tanah Abang nesta quarta-feira. Alguns atiravam fogos de artifício e derrubavam cercas públicas.

    O presidente Widodo disse que a segurança já está sob controle e alertou para ações duras contra aqueles que instigarem tumultos.

    'Não tolerarei que ninguém interfira com a segurança... ou união do país, ou aqueles que interferirem com o processo democrático', disse ele em um boletim no palácio.

    A polícia prendeu até 100 pessoas suspeitas de provocarem tumultos.

    Prabowo, que se recusou a admitir a derrota, pediu protestos pacíficos e o controle das multidões.

    'Exorto todos os lados, as pessoas que estão expressando suas aspirações, a polícia, os militares e todos os lados a evitarem o abuso físico', disse ele em um boletim.

    A maioria dos manifestantes parece ter vindo dos arredores de Jacarta, e a polícia encontrou envelopes com dinheiro em algumas das pessoas que revistou, disse o porta-voz da Polícia Nacional, Muhamad Iqbal, em uma coletiva de imprensa.

    Na terça-feira, o KPU confirmou contagens extraoficiais de institutos de pesquisa particulares que deram a Widodo 55,5% dos votos e 44,5% para Prabowo.

    Widodo obteve mais de 85 milhões dos 154 milhões de votos da terceira maior democracia do mundo, mas Prabowo alegou 'fraudes e irregularidades em massa'.

    (Reportagem adicional de Wilda Asmarini, Kanupriya Kapoor, Agustinus Beo Da Costa, Gayatri Suroyo, Fransiska Nangoy, Ed Davies, Fanny Potkin)

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    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Conclusão de inquérito sobre a Rússia oferece munição para reeleição de Trump

    Conclusão de inquérito sobre a Rússia oferece munição para reeleição de Trump

    Por Steve Holland e Jeff Mason e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - A conclusão do procurador-especial Robert Mueller de que Donald Trump não se mancomunou com a Rússia para conquistar a Casa Branca em 2016 dá ao presidente norte-americano uma arma poderosa para usar contra seus oponentes democratas e um incentivo em potencial para a disputa pela reeleição em 2020.

    O entendimento de Mueller de que nem Trump nem seus assessores conspiraram com a Rússia em 2016 anula uma das principais acusações que os democratas vinham lançando contra Trump há dois anos: a de que ele não conquistou a Presidência de forma justa e limpa.

    As alegações foram um tema constante dos noticiários dos canais de TV a cabo, eclipsando o governo Trump desde o primeiro dia.

    Os democratas prometeram insistir com inquéritos parlamentares sobre a campanha eleitoral de 2016 e os negócios profissionais e pessoais de Trump. Porém, sem o fundamento consistente de um relatório Mueller com indícios de qualquer crime do presidente, agora correm o risco de parecer forçarem a barra.

    'Este é um dia de estrela dourada para Donald Trump', disse o historiador presidencial Douglas Brinkley. 'Agora os grilhões foram soltos. Ele pode demonizar a mídia e os democratas por perpetuarem o que chama de farsa. E poderá usar sua inocência como bucha de canhão na campanha'.

    A dúvida no momento é se Trump conseguirá levar um mínimo de disciplina à sua mensagem de campanha e à própria Presidência.

    A história sugere que ele terá problemas de autodisciplina. Ainda na semana passada ele se envolveu em uma batalha estranha com um homem morto ao criticar duramente o senador republicano John McCain e acusá-lo falsamente de estar no cerne de algumas das acusações de conluio de que foi alvo.

    Ele também tem mostrado a tendência de tomar decisões abruptas surpreendentes, como ocorreu na última semana, quando cancelou uma rodada de sanções contra a Coreia do Norte antes mesmo de elas serem impostas.

    Apesar das conclusões do relatório Mueller, Trump continua sendo um presidente sempre disposto a atacar todo e qualquer crítico e qualquer suposta afronta.

    'Isso foi uma manobra ilegal que fracassou', disse Trump no domingo, embora Mueller não tenha esclarecido se o magnata do setor imobiliário tentou obstruir o inquérito sobre a Rússia, que de fato encontrou muitas provas de que a Rússia interferiu na eleição de 2016.

    'Agora é a hora de voltar à ofensiva na economia e no crescimento', disse o estrategista republicano Scott Reed. 'Este é um bom momento de voltar a uma dose realmente saudável de disciplina na mensagem de todo o governo, nos departamentos e na Casa Branca. É isso que você faz quando algo assim acontece'.

    Trump, que passou o final de semana jogando golfe em Palm Beach, na Flórida, recebeu a notícia do conselheiro da Casa Branca Emmett Flood em seu retiro de Mar-a-Lago e acompanhou o noticiário de TV sobre o relatório Mueller em sua cabine no Força Aérea Um.

    Seus comentários iniciais ao reagir à conclusão de Mueller levam a crer que ele não está inclinado a deixar a investigação para trás.

    Falando aos repórteres antes de embarcar no Força Aérea Um para voltar a Washington, Trump pediu que os democratas sejam investigados, retomando a afirmação insistente de que o inquérito Mueller foi inspirado por seus adversários. Mueller foi indicado pelo Departamento de Justiça em 2017 depois que Trump demitiu o então diretor do FBI, James Comey.

    'É uma vergonha que nosso país tenha tido que passar por isso. Para ser sincero, é uma vergonha que seu presidente tenha tido que passar por isso', afirmou Trump. 'Antes sequer de eu ser eleito isso começou, e começou ilegalmente'.

    Os comentários podem prenunciar um esforço de seus apoiadores para buscar vingança pela nuvem que paira sobre a Casa Branca desde que ele tomou posse.

    'Estou interessado em seguir adiante e tentar deixar isso para trás, mas pessoas têm que pagar pelo que fizeram nos últimos dois anos', disse David Bossie, ex-assessor de campanha de Trump. 'Precisamos investigar os investigadores'.

    O porta-voz da Casa Branca, Hogan Gidley, disse que Trump não planeja pedir ao seu secretário de Justiça que inicie uma investigação sobre os rivais políticos do presidente.

    O caminho de Trump rumo à reeleição continua perigoso. Analistas dizem que ele provavelmente precisará vencer no Michigan, Pensilvânia e Wisconsin, como fez em sua vitória improvável em 2016, e os democratas já estão investindo nestes Estados do Meio-Oeste do país.

    Trump dará um sinal sobre sua mensagem de campanha na noite de quinta-feira, quando comandará um evento 'Torne a América Grande Novamente' no Michigan.

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    Erdogan amplia poderes com reeleição e maioria parlamentar na Turquia

    Por Humeyra Pamuk e Ezgi Erkoyun

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, conquistou novos poderes executivos nesta segunda-feira graças a uma vitória em eleições históricas que também garantiram uma maioria parlamentar a seu partido de raízes islâmicas e a aliados nacionalistas.

    Principal rival de Erdogan, Muharrem Ince, do Partido Republicano do Povo (CHP), reconheceu a derrota, mas classificou as eleições como injustas , e disse que o sistema presidencial que entra em vigor agora é muito perigoso porque levará a um governo de um homem só.

    A reeleição inaugura uma poderosa Presidência executiva apoiada por uma estreita maioria em um referendo de 2017. O gabinete do primeiro-ministro será abolido, e Erdogan poderá emitir decretos para formar e regular os ministérios e remover funcionários públicos, tudo sem aprovação parlamentar.

    Erdogan, de 64 anos, o líder mais popular da história moderna da Turquia, embora polarizador, disse a apoiadores entusiasmados munidos de bandeiras que não haverá recuo em seu empenho em transformar a Turquia, um país-membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e, ao menos nominalmente, candidato a se filiar à União Europeia.

    Ele é amado por milhões de turcos muçulmanos da classe trabalhadora por capitanear anos de crescimento econômico exemplar e a construção de estradas, pontes, aeroportos, hospitais e escolas.

    Mas seus críticos, que incluem grupos de direitos humanos, o acusam de destruir a independência dos tribunais e as liberdades da imprensa. Uma operação repressiva iniciada após um golpe fracassado em 2016 levou à detenção de 160 mil pessoas, incluindo professores, jornalistas e juízes.

    Erdogan e seu Partido AK reivindicaram a vitória nas eleições presidenciais e parlamentares de domingo depois de derrotarem uma oposição revitalizada que ganhou um ímpeto considerável recentemente e parecia capaz de lhes impor um revés.

    Está fora de cogitação para nós agora recuar do ponto a que trouxemos nosso país em termos de democracia e da economia , disse Erdogan na noite de domingo.

    Com praticamente todos os votos contados, Erdogan tinha 53 por cento das urnas, e Ince 31 por cento, enquanto na votação parlamentar o AK ficou com 42,5 por cento dos votos e seus aliados nacionalistas do MHP com outros 11 por cento, superando as expectativas.

    O comparecimento foi alto, a quase 87 por cento. A Alta Comissão Eleitoral (YSK) declarou as eleições saudáveis .

    Inicialmente os mercados turcos se animaram com a perspectiva de uma estabilidade política maior, um vez que os investidores temiam um impasse entre Erdogan e um Parlamento controlado pela oposição, mas depois recuaram devido aos receios quanto à futura política monetária.

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    11 M

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