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    Crise entre Olavo de Carvalho e militares tem repercussão no Congresso

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A crise deflagrada por postagens do escritor Olavo de Carvalho tendo a ala militar do governo como alvo e a atitude do presidente Jair Bolsonaro diante da disputa provocaram manifestações de parlamentares no Congresso nesta terça-feira.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), utilizou seu perfil do Twitter para criticar o posicionamento do escritor, tido como guru de boa parte dos admiradores e de membros do governo Bolsonaro, que não poupou críticas a militares que integram a gestão, como o vice-presidente Hamilton Mourão, e o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz, além do ex-comandante do Exército Eduardo Villas Boas, assessor do Gabinete de Segurança Institucional.

    “O Olavo de Carvalho vive nos EUA e acaba atrapalhando as pessoas que querem ajudar o Brasil com seus comentários e suas colocações. Chegamos a um momento que o Brasil precisa de pessoas para ajudar a construir”, diz a postagem do presidente do Senado.

    “Conheço o general Santos Cruz. É um homem que tem ajudado o Brasil, o governo, o presidente Bolsonaro e tem ajudado muito na articulação política. Em relação ao Olavo de Carvalho, ele não está ajudando o Brasil”, acrescentou.

    Também pelo Twitter, o presidente da comissão especial da Câmara que discute a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), criticou a postura de Bolsonaro em relação à crise.

    “O Brasil precisando discutir a Reforma da Previdência e o presidente da República preocupado com armas pra caçadores e defesa do Olavo de Carvalho. Um presidente precisa ter noção de prioridade”, publicou Ramos.

    Depois, em entrevista a jornalistas, explicou a necessidade de uma defesa mais convicta da reforma por parte do presidente para que convença “cada vez mais pessoas que acreditaram nele durante o processo eleitoral” de que a proposta é o caminho para que o país retome o desenvolvimento.

    “Claro que, longe de mim --ali no Twitter é um espaço mais livre-- mas longe de mim querer dizer o que o presidente deve fazer. Mas se nós estamos pensando no Brasil, o Brasil hoje tem um foco e o foco do Brasil não é o Olavo de Carvalho, não é porte de armas para caçador. O foco do Brasil hoje é reforma da Previdência”, disse, referindo-se a decreto assinado nesta terça por Bolsonaro sobre armas de fogo e munições, além de colecionadores de armas, atiradores esportivos e caçadores.

    A senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, uma das mais importantes da Casa, cobrou de Bolsonaro que tome o controle da situação e criticou o fato de uma “única pessoa” desestabilizar o governo.

    “Bolsonaro, nos ajude a ajudá-lo a construir um outro país. Nós estamos aqui paralisados porque vossa excelência não diz quem manda no Executivo. O núcleo militar, político e o econômico são, todos, fundamentais. E aqui eu falo com toda a tranquilidade de quem quer apoiar o governo e quer que o país dê certo”, disse, também criticando a interferência dos filhos do presidente no governo.

    “Capitão é quem manda. É preciso que o capitão Jair Bolsonaro determine, imponha, coloque o seu pensamento junto à sua equipe e, democraticamente, decida o que é melhor para o país e mande os projetos prioritários”, disse a senadora, no plenário.

    A senadora não foi a única a se posicionar em plenário. O senador Lasier Martins (Pode-RS) afirmou que as críticas de Olavo dirigidas a Villas Boas passaram “completamente do limite” e afirmou que as ofensas atingem os nascidos no Rio Grande do Sul, terra do militar.

    Olavo de Carvalho redobrou os ataques aos militares após ter suas acusações respondida por Villas Boas, um dos nomes mais respeitados pelas tropas.

    Mais cedo nesta terça-feira, Bolsonaro havia dito que esperava que os atritos entre Olavo de Carvalho e os militares fossem página virada. Elogiou o escritor, a quem atribuiu a luta contra uma “ideologia insana”, mas também os militares, de quem disse que deve sua formação. Depois afirmou que o escritor é dono de seu próprio nariz.

    Na segunda, depois de um final de semana de ofensas de Carvalho aos militares - especialmente a Santos Cruz, seu alvo mais recente - Bolsonaro afirmou que a melhor resposta seria “ficar quieto”.

    Nesta terça, a ala militar do governo tem mantido o silêncio, apesar dos ataques do escritor prosseguirem. Expoentes da ala olavista do governo, os filhos do presidente, Eduardo e Carlos, defenderam o escritor no Twitter.

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    Pedido de demissão de Mattis preocupa aliados dos EUA

    Por Jan Strupczewski

    BRUXELAS (Reuters) - Aliados cruciais dos Estados Unidos expressaram preocupação nesta sexta-feira com o pedido de demissão do secretário de Defesa norte-americano, Jim Mattis, e as diretrizes do presidente Donald Trump que a causaram, elogiando Mattis por ser um parceiro comprometido.

    Mattis anunciou na quinta-feira que estava deixando o cargo por ter se desentendido com Trump sobre a política externa do presidente, inclusive a decisão surpreendente de retirar tropas da Síria e os planos de uma ação semelhante no Afeganistão.

    'O secretário Mattis fez uma contribuição essencial para manter a Otan forte e pronta para lidar com os desafios de segurança significativos que enfrentamos', disse a porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Oana Lungescu. 'Ele é amplamente respeitado como soldado e diplomata'.

    A Europa considerava Mattis firmemente comprometido com a Otan, ao contrário de seu chefe. Trump alertou aliados europeus que os EUA podem retirar seu apoio da entidade a menos que seus membros invistam mais na defesa.

    'Somos gratos pelo comprometimento firme dos Estados Unidos com a Otan. A liderança dos EUA mantém nossa aliança transatlântica forte', disse Oana.

    O ex-primeiro-ministro belga Guy Verhofstadt, líder dos progressistas no Parlamento Europeu, disse que a renúncia só tornou mais urgente para a União Europeia levar adiante seus planos de fortalecer os próprios recursos defensivos.

    'Mattis segurava os piores instintos do presidente Trump e era um forte apoiador da Otan e do multilateralismo. Sua partida é uma má notícia, e parece que o plano de Putin está sendo cumprido', disse Verhofstadt no Twitter, mencionando o presidente russo, Vladimir Putin.

    A saída de Mattis também preocupou os aliados de Washington na região Ásia-Pacífico, que dão crédito ao general aposentado por criar confiança e moderar impulsos isolacionistas.

    A região inclui Japão, Coreia do Sul e Austrália, grandes aliados dos EUA, e tem algumas das áreas de conflito mais voláteis do mundo, exemplificadas pela tensão da península coreana e o atrito causado pela militarização chinesa no Mar do Sul da China.

    A renúncia também surpreendeu Cabul, onde o fuzileiro naval aposentado era visto como um fiador do engajamento norte-americano com o Afeganistão. As autoridades afegãs reagiram com preocupação aos planos de retirada de mais de 5 mil dos 14 mil soldados dos EUA no país.

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

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    REPERCUSSÃO-Políticos e entidades analisam vitória de Jair Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito presidente da República neste domingo, derrotando Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial com 55 por cento dos votos válidos.

    Confira, a seguir, as avaliações de políticos, cientistas políticos, além de posicionamentos de partidos e organizações:

    SENADOR EUNÍCIO OLIVEIRA (MDB-CE), PRESIDENTE DO SENADO:

    'A eleição é o ápice da democracia. Neste domingo, o povo brasileiro foi às urnas e escolheu Jair Bolsonaro para ser o próximo Presidente da República Federativa do Brasil...

    Como cidadão, acredito que o futuro gestor dos destinos políticos do país busque desde já uma reconciliação nacional, com base no respeito à Constituição, às diferenças e aos direitos fundamentais da população.'

    SENADORA GLEISI HOFFMANN, PRESIDENTE NACIONAL DO PT:

    'Nesta noite de 28 de outubro nossa primeira palavra para o povo brasileiro é: resistiremos. Resistiremos em defesa dos direitos, das liberdades da soberania! Um processo eleitoral construído em cima de impedimentos, mentiras, distorções, caixa dois vai nos impulsionar a lutar mais.'

    SENADORA KÁTIA ABREU (PDT), CANDIDATA A VICE-PRESIDENTE NA CHAPA DE CIRO GOMES:

    'PT deve soltar foguete, minha gente. Elegeram Bolsonaro. Bolsonaro candidato dos petistas. Você escolheram o candidato que chamam de fascista. Sabiam desde agosto que não ganhavam do capitão. 11 milhões de votos de frente. Não adianta xingar nem chorar. Tiveram o que mereceram. O Brasil sinalizou várias vezes que não queria o PT no governo. Insistiram por pura soberba. As pessoas só servem pra vcs quando os apoia. Se não, vcs destilam ódio. Vão dormir com esta.'

    SIMONE TEBET (MDB-MS), LÍDER DO MDB NO SENADO:

    'Parabenizo o novo Presidente, sr. Jair Bolsonaro. É preciso respeitar o resultado das urnas, porque o povo ali depositou a sua legítima vontade, sob o manto da Constituição e da Democracia. Agora, é tempo de construirmos, juntos, ações efetivas para pacificar as ruas. Respeitar e valorizar a nossa diversidade, porque ela sempre foi a nossa maior riqueza.'

    SENADOR HUMBERTO COSTA (PT-PE), LÍDER DA MINORIA NO SENADO:

    'Seremos a resistência contra todos os retrocessos de Jair Bolsonaro. Tivemos uma grande vitória política!!! O PT está de pé apesar de todo o ataque que sofreu nesses anos. Haddad foi um gigante e emerge como um dos maiores líderes da esquerda nesse momento!'

    GERALDO TADEU MONTEIRO, CIENTISTA POLÍTICO, COORDENADOR DO CEBRADI:

    'Para além da pacificação do país, onde deve prevalecer de agora em diante o discurso de um líder de nação e não de um candidato, o presidente Bolsonaro enfrenta o desafio de gerenciar uma coalizão de governo em um Congresso bastante modificado'

    'Os partidos grandes perderam espaço e partidos pequenos ou médios estão agora mais representados. Essa correlação de forças em um governo que prometeu acabar com o troca-troca entre Executivo e Legislativo é seu maior desafio.'

    ANTONIO MEGALE, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FABRICANTES DE VEÍCULOS AUTOMOTORES (Anfavea):

    'O mais importante nestas eleições foi o nítido fortalecimento da democracia e o respeito à opinião das urnas. Desejamos um governo voltado para as soluções urgentes do País. Que construa e execute uma agenda de desenvolvimento sustentável, fortaleça a indústria, faça o ajuste das contas públicas e a retomada do crescimento da economia. E, mais do que nunca, preocupe-se com a geração de empregos, a educação, a segurança e o bem estar da população.'

    CLAUDIO LAMACHIA, PRESIDENTE NACIONAL DA OAB:

    'A Ordem dos Advogados do Brasil parabeniza o presidente da República eleito, Jair Bolsonaro, e deseja que o mandato seja bem-sucedido e em prol de todos os brasileiros. O respeito à vontade do eleitor, manifestada livremente nas urnas, é pressuposto do próprio Estado Democrático de Direito.'

    'Governo e oposição devem cumprir suas funções, dentro dos limites da lei e zelando pelo respeito às instituições e à Constituição. O debate eleitoral deve ser encerrado hoje e, daqui em diante, tomar lugar a discussão sobre o Brasil.'

    MDB:

    'Acabamos de sair da eleição presidencial mais dividida da história do País, com manifestações de ódio e intolerância. Passada a disputa, o MDB defende a responsabilidade e a discussão democrática dos rumos que devem conduzir o País. Os poderes da República precisam ser respeitados e trabalhar em harmonia e independência. O MDB estará vigilante em defesa da democracia.'

    NILO D'ÁVILA, DIRETOR DE CAMPANHAS DE CAMPANHAS DO GREENPEACE BRASIL:

    'O novo presidente da República precisa agir à altura da importância global do Brasil para a preservação do meio ambiente.'

    'Reduzir o combate ao desmatamento faz com que o Brasil perca competitividade econômica, o que pode inclusive afetar a geração de empregos. Mercados internacionais e consumidores querem garantias de que o nosso produto agrícola não esteja manchado com a destruição florestal.'

    OBSERVATÓRIO DO CLIMA:

    'O Observatório do Clima trabalhará para que o novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, faça o oposto do que prometeu...O retrocesso civilizatório anunciado e reafirmado por Bolsonaro e vários de seus auxiliares não pode se tornar política de Estado.'

    'Na área ambiental, lutaremos para que as instâncias de governança sejam fortalecidas, em especial o Ministério do Meio Ambiente e seus órgãos vinculados, bem como para que seja ampliada a política de áreas protegidas, que inclui a criação de unidades de conservação e a demarcação e homologação de terras indígenas.'

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Establishment da Rússia vê cúpula com Trump como vitória para Putin

    Por Christian Lowe

    MOSCOU (Reuters) - O establishment político e a mídia da Rússia consideraram as conversas entre Vladimir Putin e Donald Trump em Helsinque como uma vitória para o presidente russo por acabarem com a determinação ocidental de tratar seu país como um pária.

    'As tentativas do Ocidente para isolar a Rússia fracassaram', disse a manchete de uma reportagem do jornal estatal Rossiisskaya Gazeta sobre a cúpula de segunda-feira na Finlândia.

    O elogio da elite russa ao desempenho de Putin na cúpula contrastou acentuadamente com a reação em Washington, onde o próprio Partido Republicano, de Trump, o acusou de ser incapaz de fazer frente a Putin.

    Em Moscou se reconheceu que a cúpula não produziu qualquer avanço em temas como a Síria, a Ucrânia ou o controle de armas. Na véspera do encontro o Kremlin minimizou as expectativas de grandes progressos.

    Ao invés disso, o foco foi o simbolismo de o líder da maior superpotência mundial se reunir pessoalmente com Putin depois de quatro anos de um isolamento internacional provocado pela anexação russa da região ucraniana da Crimeia em 2014.

    'É curioso lembrar a insensatez de Obama e companhia a respeito de a Rússia ser uma 'potência regional' fraca', disse Alexey Pushkov, membro da câmara alta do Parlamento russo, referindo-se ao ex-presidente norte-americano Barack Obama.

    'A atenção de todo o mundo está concentrada em Helsinque hoje, e está claro para todos: o destino do mundo está sendo decidido entre a Rússia e os Estados Unidos, os líderes das duas maiores potências de nosso planeta estão reunidos', disse Pushkov no Twitter na segunda-feira.

    Indagado por repórteres em Helsinque como as conversas transcorreram, o ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, respondeu: 'Magníficas... melhores que super'.

    A oportunidade para Putin se apresentar como um igual do presidente dos EUA era um dos grandes objetivos do Kremlin nos preparativos para a cúpula, segundo pessoas próximas do establishment de política externa russo.

    Putin baseou grande parte de seu apelo doméstico – tanto entre as pessoas comuns quanto entre as elites – em uma narrativa a respeito da restauração do prestígio internacional que a Rússia perdeu quando a União Soviética desmoronou em 1991.

    A coletiva de imprensa pós-cúpula de Trump e Putin foi 'tudo que o Kremlin poderia ter esperado pensando de maneira realista', disse Mark Galeotti, acadêmico especializado em Rússia do Instituto de Relações Internacionais de Praga.

    (Reportagem adicional de Denis Pinchuk, em Helsinque)

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