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    EUA aceitam diálogo com Pyongyang apesar de retomada de programa de mísseis

    Por David Brunnstrom e Hyonhee Shin

    WASHINGTON/SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está aberto a conversas adicionais com Pyongyang a respeito da desnuclearização, disse seu conselheiro de Segurança Nacional nesta quinta-feira, apesar de relatos de que a Coreia do Norte está reativando partes de seu programa de mísseis.

    Novas atividades foram detectadas em uma fábrica que produziu os primeiros mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) norte-coreanos capazes de alcançar os EUA, relataram os jornais sul-coreanos JoongAng Ilbo e Donga Ilbo, citando parlamentares informados pelo Serviço de Inteligência Nacional na terça-feira.

    Nesta semana, dois centros de estudo dos EUA e a agência de espionagem de Seul disseram que a Coreia do Norte está reconstruindo uma instalação de lançamento de foguetes, levando Trump a dizer que ficaria 'muito, muito decepcionado com o presidente Kim' se isso for verdade.

    Os relatos sobre as atividades norte-coreanas causaram mais dúvidas sobre o futuro do diálogo que Trump vem buscando com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, depois que uma segunda cúpula dos dois líderes no Vietnã fracassou na semana passada.

    O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, disse nesta quinta-feira que Trump ainda está aberto a conversas adicionais com a Coreia do Norte sobre a desnuclearização.

    'O presidente obviamente está aberto a conversar novamente. Veremos quando isso pode ser marcado ou como pode ser arranjado', disse Bolton em uma entrevista à Fox News.

    'Temos muitas maneiras de obter informações. Estudaremos a situação cuidadosamente. Como o presidente disse, seria muito, muito decepcionante se eles estiverem tomando esta direção.'

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    Na volta do Congresso, Poderes mostram sintonia na prioridade para reforma da Previdência

    Por Maria Carolina Marcello, Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A reforma da Previdência dominou a sessão solene de retomada das atividades do Congresso Nacional, nesta segunda-feira, ainda que outros assuntos como o diálogo e o respeito institucional tenham perpassado as falas das autoridades.

    Logo no início, em sua primeira mensagem presidencial ao Parlamento, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a reforma da Previdência será responsável por um grande impulso para melhoria do ambiente econômico do país, com o aumento da confiança, dos negócios e dos empregos. O governo, no entanto, ainda não tem a proposta de reforma fechada.

    'O grande impulso deste novo ambiente virá com o projeto da Nova Previdência. Estamos concebendo uma proposta moderna e, ao mesmo tempo, fraterna, que conjuga o equilíbrio atuarial com o amparo a quem mais precisa, separando 'previdência' de 'assistência', ao tempo em que combate fraudes e privilégios', disse o presidente na mensagem.

    Entregue aos parlamentares pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni na abertura do ano legislativo de 2019, a mensagem sustenta ainda que a nova Previdência será baseada na Poupança Individual de Aposentadoria --a chamada capitalização, em que o empregado poupa para pagar sua própria aposentadoria no futuro. Bolsonaro segue internado em hospital de São Paulo após cirurgia na semana passada para retirada da bolsa de colostomia.

    Na mesma linha da mensagem encaminhada pelo chefe do Executivo, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que a reforma é o 'objetivo da grande união nacional' e defendeu um pacto nacional para aprová-la, assim como tem pregado o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

    'Deverá ser feito um grande pacto nacional em torno da Previdência brasileira', disse Onyx a jornalistas após a sessão solene de abertura do Legislativo.

    'O governo trabalha na construção de um projeto que conceitualmente conserta a atual Previdência e por outro lado cria um novo mecanismo para o Brasil no que diz respeito à Previdência Social, como estava na mensagem presidencial', afirmou o ministro.

    Ao discursar na solenidade Toffoli defendeu, assim como quando assumiu a presidência do STF, um pacto entre os três Poderes para a realização das reformas previdenciária, tributária e fiscal e destacou que o diálogo é 'fundamental' para o avanço da agenda de reformas.

    'Por isso, venho propondo a celebração de um novo grande pacto entre os três Poderes da República, que envolva reformas fundamentais, como a previdenciária e a fiscal/tributária, e compreenda, necessariamente, uma repactuação federativa, evitando que Estados e municípios cheguem a um quadro insustentável de inadimplência', disse o presidente do STF.

    E em consonância dos representantes dos outros poderes, tanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também preside o Congresso Nacional, quanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defenderam a aprovação das reformas em seus discursos, com destaque para a da Previdência.

    'É importante que o presidente da República, do STF e do Congresso estejam sintonizados na mesma frequência', disse o presidente do Senado, que também propôs um pacto nacional, entre a sociedade e os três Poderes, que citou a 'importância vital para o equilíbrio e a sustentabilidade das finanças públicas'.

    'Para que essas reformas sejam bem-sucedidas, deverá ser promovida a mais ampla discussão possível', defendeu o senador.

    Maia, por sua vez, admitiu a possibilidade de discutir 'questões pontuais' da reforma da Previdência, um dos temas prioritários do governo.

    'A realidade aponta para a necessidade inexorável da reforma; podem-se discutir, entretanto, questões pontuais envolvidas na sua implantação', discursou o presidente da Câmara.

    O deputado defendeu ainda que é preciso ter 'sensibilidade' para evitar que o 'sacrifício' da reforma imposto à população não seja 'demasiado'.

    'Devemos aprovar uma reforma adequada às exigências de dinamização da nossa economia. Ao mesmo tempo, precisamos ter sensibilidade para evitar que o sacrifício imposto ao conjunto da população venha a ser demasiado, e injustamente distribuído', argumentou Maia.

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    Norsk Hydro vai retomar produção da Alunorte após ameaçar demissões

    OSLO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O grupo norueguês Norsk Hydro obteve permissão de autoridades brasileiras para reiniciar a produção na refinaria de alumina Alunorte, a maior do mundo, localizada no Pará, com metade da capacidade, informou a produtora de metais em comunicado divulgado nesta terça-feira.

    O anúncio ocorre após a empresa ter informado na semana passada que iria parar completamente a produção de sua refinaria, bem como a mina de bauxita de Paragominas, podendo impactar pelo menos 4.700 trabalhadores, devido a embargos de autoridades que a impediam de usar estruturas da empresa.

    A unidade já estava operando com metade da capacidade desde março, por determinação de autoridades, depois que foram descobertos descartes de efluentes ilegais pela empresa em áreas da Floresta Amazônica.

    A empresa já admitiu os despejos, mas nega que tenham causado impactos ao meio ambiente.

    A decisão de fechar a refinaria, segundo a empresa, foi tomada quando o Depósito de Resíduos Sólidos 1 (DRS1) da Alunorte estava prestes a atingir sua capacidade total, mas a Hydro conseguiu na segunda-feira a permissão do órgão ambiental federal Ibama para usar uma tecnologia para aliviar a situação, disse a empresa.

    'A expectativa é que a produção da Alunorte consiga gradativamente chegar a 50 por cento em até duas semanas', disse a Hydro sobre a usina, que tem capacidade total para produzir cerca de 6,4 milhões de toneladas de alumina por ano, ou 10 por cento da capacidade mundial fora da China.

    'A Hydro mantém o diálogo com todas as autoridades relevantes para retomar a produção total da Alunorte e normalizar suas operações no Brasil', acrescentou.

    Para a retomada, a empresa seguiu orientação técnica da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), que irá supervisionar as atividades.

    EMBARGOS

    Em nota, o Ibama pontuou à Reuters que a empresa permanece impedida de utilizar seu mais recente depósito DRS2, que não tem licença de operação e também está embargado por uma decisão judicial.

    Para permitir que a empresa continue operando com 50 por cento da capacidade, o Ibama permitiu apenas que a companhia utilize uma estrutura chamada filtro-prensa de forma associada ao DSR1, que dispõe de licença ambiental válida.

    'O sistema de filtros funcionará de forma independente e desvinculada ao DRS2', disse o Ibama.

    A produção da Alunorte, o suficiente para produzir mais de 3 milhões de toneladas de alumínio por ano, é vendida para usinas de metal em todo o mundo, incluindo instalações próprias da Hydro na Noruega e no Brasil, e as paralisações elevaram os preços globais do metal.

    A fundição da Albras, uma joint venture entre a Hydro e a Nippon Amazon Aluminium e localizada ao lado da planta de alumina, será capaz de manter a produção de alumínio a uma taxa anual de 230 mil toneladas por ano, metade de sua capacidade, em linha com os anúncios feitos em abril.

    (Reportagem de Terje Solsvik e Marta Nogueira)

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    Questões técnicas e de segurança adiam retomada da maior refinaria da Petrobras

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A retomada das operações na Refinaria de Paulínia (Replan), que era aguardada para esta sexta-feira, deverá ocorrer somente na semana que vem, uma vez que depende do atendimento de algumas condições técnicas e de segurança, disse à Reuters o diretor da Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) Aurélio Amaral nesta sexta-feira.

    Ele havia dito na véspera que a retomada da maior refinaria da Petrobras poderia ocorrer nesta sexta-feira, após uma explosão que paralisou as atividades desde a última segunda-feira. O adiamento na volta da Replan ocorreu em meio a exigências dos petroleiros por mais segurança.

    A autarquia ouviu apelos do sindicato dos trabalhadores e se reuniu com representantes da petroleira nesta sexta-feira antes de optar pelo novo prazo para a retomada da refinaria, revelou Amaral.

    'A Replan não voltará a operar ainda porque tem algumas pendências técnicas', disse Amaral.

    Em nota, a reguladora destacou que comunicou à Petrobras 'medida cautelar de interdição' da Replan para garantir a segurança operacional das instalações e evitar novos acidentes, diante da possível retomada da operação das unidades da refinaria que não foram afetadas no acidente.

    'Cabe ressaltar que a medida cautelar de interdição não inclui as operações de tancagem e utilidades, desde que não afetadas pelo acidente', afirmou a ANP, em nota.

    Em nota divulgada na noite desta sexta, o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) disse que a retomada da refinaria deve se iniciar na próxima quarta-feira.

    “A empresa comunicou ainda que pretende começar o processo de partida operacional da Replan na quarta-feira, dia 29”, informou a entidade em nota.

    O adiamento da retomada das atividades, que seria por meio de uma operação da refinaria com metade da capacidade, não atingida pelo incêndio, deu-se após protestos de trabalhadores nesta sexta-feira.

    Em uma carta à direção da Replan, a direção do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo ameaçou promover uma greve caso as reivindicações não fossem atendidas.

    Eles apresentaram à Petrobras uma pauta mínima de segurança para a partida da refinaria.

    'Informamos também que não aceitaremos pressões da ANP ou de qualquer outra entidade de governo para acelerar a partida da refinaria. Compreendemos as preocupações com o abastecimento do mercado diante da importância de nossa refinaria, no entanto a vida dos trabalhadores, da comunidade local e a integridade da planta são prioridade', afirmou o sindicato.

    Foi apresentado também à Petrobras um plano de operação das unidades com a revisão dos procedimentos envolvendo tratamento de águas ácidas para todos setores envolvidos com as mudanças decorrentes do sinistro.

    'A expectativa é de que tudo seja atendido já no início da próxima semana, de modo a permitir a desinterdição da instalação e o retorno das operações em condições de segurança aprovadas', prometeu o diretor da ANP.

    Na véspera, a Petrobras informou que a Replan estava sendo preparada para uma retomada parcial nos próximos dias, mas não deu uma data.

    A unidade deve ser retomada com cerca de 50 por cento da capacidade de produção, que é de 415 mil barris de derivados, segundo a assessoria de imprensa da estatal.

    A companhia informou também que a Replan já retomou a entrega de produtos às distribuidoras e que a Petrobras 'conta com estoque e produção das demais refinarias para garantir a oferta de combustíveis aos seus clientes'.

    O incêndio no início da semana atingiu parte de uma das unidades de craqueamento catalítico e uma das unidades de destilação atmosférica, que fazem parte do processo de refino de petróleo.

    A Petrobras informou que não estima impactos financeiros relevantes do incidente na Replan, mesmo com os remanejamentos da produção de outras refinarias, reforma das unidades atingidas e eventual importação de derivados, se necessária.

    (Por Rodrigo Viga Gaier; reportagem adicional de José Roberto Gomes, em São Paulo)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Usiminas vê retomada de alto forno 3 de Usina de Ipatinga até 4ª-feira; não tem estimativa de prejuízo

    Usiminas vê retomada de alto forno 3 de Usina de Ipatinga até 4ª-feira; não tem estimativa de prejuízo

    SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas prevê a retomada do Alto Forno nº 3 da usina de Ipatinga, em Minas Gerais, até o dia 15, quarta-feira, disse a siderúrgica em fato relevante divulgado nesta segunda-feira, acrescentando que ainda não há nenhuma estimativa de prejuízos operacionais, financeiros e materiais com a explosão de um gasômetro da usina na sexta-feira.

    A empresa informou também que já foram retomadas as operações dos Altos Fornos nº 1 e 2, Laminações a Frio, Unigal e Despacho, e que as operações de Laminadores de Chapas Grossas e Tiras a Quente devem retornar respectivamente na terça e quinta-feira desta semana.

    'A companhia trabalha para compensar as perdas de produção ao longo do ano', disse a Usiminas, acrescentando que possui seguro para este tipo de evento, incluindo seguro do equipamento em si, ressarcimento de danos a terceiros e lucros cessantes, e que já está tomando as medidas necessárias junto à seguradora.

    As operações da usina de Ipatinga foram interrompidas após a explosão de um dos quatro gasômetros --grande tanque que armazena gases gerados pelo processo de produção de aço-- por volta das 12h de sexta-feira, deixando 34 feridos. A força da explosão, que pode ser vista a quilômetros de distância, causou pânico em Ipatinga, cidade que tem a Usiminas como principal empregadora.

    Segundo a empresa, foi realizado um monitoramento de presença de gases na comunidade e não foi registrada qualquer anormalidade. 'Apesar dos impactos, em momento algum houve risco para a comunidade de Ipatinga', disse a empresa em fato relevante.

    As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela empresa e autoridades públicas, mas a Usiminas ressaltou que toda a manutenção preventiva dos gasômetros foi realizada.

    (Por Raquel Stenzel)

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