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    Governo realiza 2ª reunião ministerial sem anúncio de medidas nem proposta para Previdência

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Apesar da promessa de que o governo começaria a divulgar ainda nesta semana medidas consideradas prioritárias, o Palácio do Planalto encerrou a segunda reunião ministerial sem o cronograma prometido pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e, por ora, sem dar detalhes sobre a proposta de reforma da Previdência, tida como uma das principais para o ajuste das contas públicas do país.

    De acordo com fontes ouvidas pela Reuters, a reunião se concentrou nas medidas de enxugamento da máquina e de economia nos ministérios.

    'Nem nessa nem na reunião anterior as medidas foram apresentadas. Nós já temos pronto e encaminhamos para a Casa Civil, mas não tem cronograma', disse uma fonte.

    Em seu segundo dia no cargo, Onyx anunciou que o presidente Jair Bolsonaro havia pedido a seus ministros que apresentassem, cada um, duas medidas prioritárias em suas pastas para serem apresentadas nos primeiros dias de governo.

    'Vamos concluir hoje à tarde (do dia 2) a totalização das mais de 50 medidas propostas e na reunião de quinta-feira vamos levar a ele para que comece a montar o cronograma de medidas que vamos fazer', disse Onyx logo depois da sua cerimônia de transmissão de cargo.

    De acordo com informações da Casa Civil, todos os ministérios entregaram nesta terça-feira as medidas prioritárias, em um total de 50, que serão agora analisadas e repassadas ao presidente para que sejam definidas quais serão as primeiras a serem divulgadas.

    Até agora, a medida que está mais avançada é a de facilitação da posse de armas, que está sendo preparada pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública e é uma das promessas de campanha de Bolsonaro.

    O decreto ampliando o prazo de validade da posse de armas de fogo deve ser o primeiro a ser anunciado, possivelmente na semana que vem.

    O governo prepara ainda uma medida provisória que mexe na legislação previdenciária para tornar mais difícil a concessão de alguns benefícios, como auxílio-reclusão e as pensões por morte, e diminuir a ocorrência de fraudes. Segundo uma fonte, o texto estaria pronto também para ser assinado pelo presidente.

    PREVIDÊNCIA

    Um dos temas mais importantes para os investidores, o encaminhamento da reforma da Previdência, segue indefinido. O tema não foi discutido na reunião ministerial desta terça-feira, segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

    “Não teve nada” de reforma da Previdência no encontro, disse Mandetta à Reuters.

    Na entrevista coletiva após a primeira reunião ministerial, na semana passada, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, iria fazer uma apresentação sobre a proposta de reforma da Previdência a Bolsonaro nesta semana.

    No final da tarde desta terça-feira, Onyx se reuniu com Guedes, para discutir o tema. Ao final do encontro, os dois falaram que deve ser apresentada ao presidente uma medida provisória visando combater fraudes no sistema previdenciário, que, segundo Guedes deve ter um impacto de 17 a 20 bilhões de reais por ano. Eles disseram agora que a proposta de reforma deve ser apresentada na semana que vem a Bolsonaro.

    Ao comentar a reunião ministerial desta manhã, Mandetta disse que a pauta foi mais voltada para a segurança pública, em especial diante da crise por que passa a área no Ceará, a crise hídrica no Nordeste e iniciativas na área de ciência e tecnologia.

    O ministro da Saúde relatou que a dinâmica do encontro foi que os ministros falaram, em linhas gerais, sobre ações de suas respectivas pastas que precisem passar por outros ministérios.

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    Mercosul e UE tentarão mais uma vez acordo em reunião na próxima semana

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Em uma nova rodada técnica de negociações, Mercosul e União Europeia reúnem-se na próxima semana, em Montevidéu, para tentar destravar as negociações que, desde dezembro de 2017, praticamente não andaram, mas as possibilidades de sucesso são, até agora, pequenas, de acordo com uma fonte ouvida pela Reuters.

    'Chegou-se em um ponto que o que se exige de nós tem um custo político alto demais para os países, está muito complicado', disse a fonte, que acompanha de perto as negociações.

    Ao mesmo tempo, do outro lado a UE não tem chegado a oferecer o que o Mercosul espera em acesso a mercados, especialmente produtos agropecuários, que os países sul-americanos são competitivos.

    Depois de uma reunião de chanceleres em Brasília para tentar acertar os ponteiros, o ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Nóvoa, afirmou que existe uma assimetria entre o acesso a mercados que a Europa oferece e o que o Mercosul quer. Além dos já tradicionais problemas com os subsídios europeus a produtos agrícolas.

    'Teremos uma nova rodada de negociações semana que vem em Montevidéu e, se não fecharmos, temos uma nova janela nos primeiros meses de 2019', disse Nóvoa a jornalistas após reunião no Itamaraty.

    O Parlamento Europeu tem uma nova eleição em maio do ano que vem, o que pode mudar a configuração política do bloco e fazer a negociação retroceder do ponto atual, o que aumenta a importância de se avançar nas negociações, afirmou o chanceler.

    'Há acontecimentos políticos, entre outros a troca do Parlamento na UE, e com isso, com toda certeza, a troca de alguns comissários, que será em abril ou em maio, que nos indica que deveríamos tratar de ter uma data limite nos primeiros meses do próximo ano', disse Novoa.

    A tentativa de acordo está praticamente parada desde dezembro de 2017, quando chegou no ponto mais perto de um pacto nos últimos anos.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Sem acordo com Rússia, corte de oferta de petróleo da Opep corre risco

    Por Rania El Gamal e Ahmad Ghaddar

    VIENA (Reuters) - A Opep e aliados estão trabalhando para reduzir a produção de petróleo em até 1,5 milhão de barris por dia, mas não conseguirão chegar a um pacto se não houver um acordo com a Rússia, que não integra o grupo, disse o ministro saudita da Energia, Khalid al-Falih, nesta quinta-feira.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúne nesta quinta-feira em Viena, mas está à espera de notícias do ministro da Energia da Rússia, Alexander Novak, que deixou a capital austríaca para possíveis conversas com o presidente russo, Vladimir Putin.

    Novak retorna a Viena na sexta-feira para conversas entre a Opep e seus aliados.

    A Opep espera elevar o preço do petróleo, que caiu quase um terço desde outubro, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que o petróleo seja mais barato, evitando os cortes na produção.

    'Esperamos concluir algo até o final do dia de amanhã... Temos de incluir os países não membros da Opep', disse o ministro saudita a repórteres. 'Se todos não estiverem dispostos a se unir e contribuir igualmente, vamos esperar até que eles estejam.'

    Perguntado se a Opep poderia não conseguir chegar a um acordo, ele disse que todas as opções estavam na mesa. Possíveis cortes na produção da Opep e de seus aliados variavam de 500 mil a 1,5 milhão bpd, e 1 milhão de bpd era aceitável, disse.

    Os futuros do petróleo Brent e nos EUA operam em queda nesta quinta-feira, com operadores dizendo que um corte de 1 milhão de bpd estava abaixo das expectativas.

    'Achamos que a Opep vai gastar algum tempo para escolher as palavras que estão sendo usadas. Ser cauteloso demais nas palavras, para agradar o presidente Trump, corre o risco de diluir a mensagem', disse Olivier Jakob, da consultoria Petromatrix.

    Delegados da Opep disseram que a organização e aliados poderiam cortar a produção em 1 milhão de barris por dia se a Rússia contribuísse com 150 mil bpd dessa redução. Se a Rússia contribuísse com cerca de 250 mil bpd, o corte total poderia ultrapassar 1,3 milhão de bpd.

    Novak disse nesta quinta-feira que a Rússia acharia mais difícil cortar a produção de petróleo no inverno do que outros produtores por causa do clima frio.

    Os preços do petróleo caíram à medida que a Arábia Saudita, Rússia e Emirados Árabes Unidos aumentaram a produção desde junho, depois que Trump pediu maior produção para compensar as exportações mais baixas do Irã, o terceiro maior produtor da Opep.

    (Reportagem adicional de Shadia Nasralla, Olesya Astakhova e Alex Lawler)

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    Líderes chegam à Polônia em busca de ações para acordo climático da ONU

    KATOWICE, Polônia (Reuters) - Líderes políticos começaram a chegar nesta segunda-feira a Katowice, cidade polonesa mineradora de carvão onde se inciaram conversas para ressuscitar o acordo histórico fechado em Paris, em 2015, para conter a mudança climática, em meio ao aumento de alertas sobre a falta de ação.

    Representantes de alguns dos países mais poderosos do mundo e grandes poluidores se destacaram por sua ausência –os Estados Unidos disseram que estão rompendo com o processo da Organização das Nações Unidas (ONU) e a China não deve enviar políticos de alto escalão.

    Para maximizar as chances de sucesso, as negociações técnicas começaram no domingo, um dia antes do planejado, com delegados de quase 200 nações discutindo como implantar as promessas abrangentes do acordo de Paris sobre o abandono dos combustíveis fósseis.

    As conversas em Katowice são consideradas a conferência climática mais importante da ONU desde o pacto parisiense inédito, já que antecede um prazo no final do ano para se acertar um 'livro de instruções' sobre como impor ações para limitar o aquecimento global entre 1,5 e 2 graus Celsius.

    A expectativa da cúpula polonesa é baixa, já que o clima de unidade política criado em Paris foi abalado por uma série de governos populistas que colocam a pauta nacional acima da ação coletiva.

    A anfitriã Polônia continua comprometida com o carvão, o mais poluidor dos combustíveis fósseis, e pede uma 'transição justa' para permitir que as comunidades dependentes dos combustíveis fósseis recebam ajuda para mudar seu estilo de vida.

    Os tumultos vistos em Paris neste final de semana, em parte em protesto contra aumentos nos combustíveis, também ilustram o enigma: como líderes políticos adotam diretrizes que trarão benefícios de longo prazo ao meio ambiente sem infligir custos extras aos eleitores, o que pode prejudicar suas chances de se reelegerem?

    Delegados presentes disseram que, entre as questões principais, devem estar o financiamento e o nível de vigilância associados ao monitoramento das emissões de nações individuais. A ONU tem a meta de arrecadar 100 bilhões de dólares para as ações climáticas todos os anos a partir de 2020. Para criar ímpeto, o Grupo do Banco Mundial disse nesta segunda-feira que fornecerá 200 bilhões de dólares adicionais ao longo de cinco anos a partir do início da próxima década.

    Entre outras tentativas de inspirar urgência às conversas na Polônia estarão uma intervenção de David Attenborough, apresentador e ambientalista britânico, e a presença de cerca de 25 chefes de Estado e governo.

    (Por Barbara Lewis)

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    Governo discute como destinar recursos da cessão onerosa sem ferir teto de gastos

    BRASÍLIA (Reuters) - As equipes do atual e do próximo governo discutem a forma de garantir o repasse de recursos de um eventual leilão do excedente de petróleo da cessão onerosa a Estados e municípios sem ferir o teto de gastos, o que pode prolongar o debate no Senado de um projeto de lei importante para a Petrobras.

    Segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), há consenso entre as duas equipes sobre a partilha dos recursos arrecadados com o leilão, mas ainda não foi decidido se esses recursos sairão do Fundo Social ou dos bônus de assinatura obtidos com os certames.

    'O entendimento em comum dos dois governos é para que haja repasses dos recursos para Estados e municípios, mas ainda estamos construindo como isso se dará. Precisamos dar uma solução técnica para que não haja um impacto no teto do gasto. Continuaremos a discussão ainda hoje', disse o líder nesta quarta-feira.

    A discussão ocorre porque os recursos obtidos com o leilão seriam considerados receitas patrimoniais, regulamentadas pelo teto de gastos, e não royalties. A regra do teto limita as despesas de um ano ao gasto do ano anterior, acrescido da inflação.

    Havia expectativa de votação do projeto da cessão onerosa ainda nesta semana no Senado, mas as negociações sobre o tema têm se estendido.

    Jucá participou de reunião no Palácio do Planalto na tarde desta quarta-feira com o presidente Michel Temer, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Eduardo Guardia, da Fazenda, além do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Eunício chegou a sugerir, segundo a líder da maioria no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), a divisão de ao menos 20 por cento dos recursos dos bônus de assinatura entre os entes da federação.

    A proposta reduz o montante que seria repassado à União, sem qualquer exigência de contrapartida em um momento de crise fiscal nos Estados.

    Ainda na terça-feira, Jucá explicou que a ideia era destinar 20 por cento do saldo, abatida a parte que a Petrobras teria direito a receber na renegociação do contrato da cessão onerosa, sendo que o repasse a Estados e municípios ocorreria via transferência do Tesouro pelas tabelas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

    O projeto de lei deve viabilizar o leilão do petróleo excedente da área da cessão onerosa, cujo contrato original foi assinado com a Petrobras.

    Além de permitir uma prevista renegociação de contrato entre Petrobras e União, o projeto de lei prevê autorizar a estatal a vender para outras empresas até 70 por cento dos direitos de exploração na área da cessão onerosa.

    A Petrobras tem, pelo contrato original, direito de explorar até 5 bilhões de barris de óleo equivalente na área do pré-sal. Mas a região tem muito mais do que este volume.

    Com a possível venda do excedente para petroleiras em um leilão, a expectativa é de que a União possa arrecadar até 130 bilhões de reais, conforme Eunício falou anteriormente.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello; com reportagem adicional de Marcela Ayres)

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    Senadores aguardam reunião entre atual e futuro governo sobre cessão onerosa

    BRASÍLIA (Reuters) - Senadores aguardam o resultado de reunião no Palácio do Planalto na tarde desta quarta-feira entre integrantes do futuro e do atual governo sobre a cessão onerosa, encontro que pode permitir a votação do projeto sobre o tema no Senado se houver acordo.

    Agenda do presidente Michel Temer aponta reunião com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Eduardo Guardia, da Fazenda, além do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. O senador Romero Jucá (MDB-RR), que reassume a liderança do governo na Casa nesta quarta, também encontra-se no Planalto para discutir o assunto.

    “Estamos aguardando o final da reunião em que os ministros do atual e do futuro governo estão discutindo essa questão”, disse o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que participa das negociações por ter exercido até terça-feira a função de líder do governo no Senado.

    A discussão gira em torno da divisão de recursos da cessão onerosa entre Estados e municípios. No Congresso, a postura do atual ministro da Fazenda tem sido lida como a de resistência à proposta.

    A repartição sugerida, somada à divisão de parte dos recursos do Fundo Social da cessão onerosa prevista em outro projeto em análise na Câmara, reduz o montante que seria repassado à União, sem qualquer exigência de contrapartida em um momento de crise fiscal nos Estados.

    A líder da maioria no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), comentou na terça-feira que a sugestão oferecida por Eunício previa a divisão de ao menos 20 por cento dos recursos dos bônus de assinatura entre os entes da federação.

    Mais tarde na terça-feira, Jucá explicou que a ideia é destinar 20 por cento do saldo, abatida a parte que a Petrobras tem direito a receber, sendo que o repasse a Estados e municípios ocorreria via transferência do Tesouro pelas tabelas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

    O projeto de lei deve viabilizar o leilão do petróleo excedente da área da cessão onerosa, cujo contrato original foi assinado com a Petrobras.

    Além de permitir uma prevista renegociação de contrato entre Petrobras e União, o projeto de lei prevê autorizar a estatal a vender para outras empresas até 70 por cento dos direitos de exploração na área da cessão onerosa.

    A Petrobras tem, pelo contrato original, direito de explorar até 5 bilhões de barris de óleo equivalente na área do pré-sal. Mas a região tem muito mais do que este volume.

    Com a possível venda do excedente para petroleiras em um leilão, a expectativa é de que a União possa arrecadar até 130 bilhões de reais, conforme Eunício falou anteriormente.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Papa abre reunião de bispos sob sombra de escândalo de abusos sexuais na Igreja

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco abriu nesta quarta-feira uma reunião de bispos no momento em que a Igreja Católica atravessa uma crise causada por abusos sexuais, exortando líderes católicos a não deixarem que a fé da próxima geração seja extinta 'por nossas limitações, erros e pecados'.

    Indicando a pressão extraordinária que a Igreja está sofrendo por causa do escândalo mundial de abusos sexuais, o cardeal Charles Chaput, arcebispo do Estado norte-americano da Filadélfia, pediu que o 'sínodo da juventude' fosse cancelado para que o Vaticano pudesse se concentrar nos preparativos de outra reunião de bispos sobre a prevenção de abusos sexuais.

    O cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark, em Nova Jersey, ficou em casa para lidar com as consequências do escândalo, e o bispo holandês Robert Mutsaerts, de Den Bosch, boicotou o encontro dizendo que o sínodo carece de credibilidade.

    Mais de 250 outros bispos de todo o mundo participarão do encontro de um mês, e cerca de 40 jovens foram convidados a participar como observadores.

    Dois dos bispos são da China, um fato inédito resultante de um acordo histórico firmado pelo Vaticano no início deste mês que melhorou os laços com o governo comunista chinês. Aplausos irromperam quando o papa assinalou sua presença na homilia de uma missa para dezenas de milhares de pessoas na Praça São Pedro.

    Embora o título oficial do sínodo seja 'Jovens, Fé e Discernimento Vocacional', o escândalo global de abusos sexuais se faz sentir nos bastidores, e muitos acreditam que será parte da pauta informal dos debates.

    'Que o Espírito nos dê a graça de ser uma memória que é diligente, viva e eficiente, que não se permite extinguir de uma geração para a outra ou ser esmagada pelos profetas da perdição e do infortúnio, por nossas limitações, erros e pecados', disse Francisco em sua homilia.

    A Igreja está implicada em uma crise de abusos sexuais em países que incluem Chile, Alemanha, Estados Unidos e Austrália, e o Vaticano sabe que precisa reconquistar os jovens desencantados.

    O sínodo começou um dia depois de uma nova enquete do Centro de Pesquisas Pew revelar que a confiança na maneira como o papa está lidando com a crise despencou entre os católicos norte-americanos.

    Francisco disse esperar que o encontro, que termina em 28 de outubro e resultará em um documento papal, seja 'ungido pela esperança'.

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    Famílias coreanas separadas pela guerra se reencontram após 65 anos

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - Cerca de 90 famílias das Coreias do Norte e do Sul choraram e se abraçaram nesta segunda-feira, quando os países vizinhos realizaram os primeiros reencontros em três anos para parentes afastados pela Guerra da Coreia durante mais de seis décadas.

    As reuniões breves devem durar pouco menos de 11 horas nos próximos três dias no balneário turístico do Monte Kumgang, na Coreia do Norte, como resultado da retomada dos contatos bilaterais neste ano na esteira de um impasse provocado pelos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, acertaram o evento de reencontro durante uma cúpula em abril.

    Cerca de 330 sul-coreanos de 89 famílias, muitos em cadeiras de rodas, abraçaram 185 familiares que vivem no vizinho do norte. Alguns tiveram dificuldades para reconhecer familiares que não viam há mais de 60 anos.

    'Como você pode estar tão velha?', perguntou Kim Dal-in, de 92 anos, à sua irmã, Yu Dok, após contemplá-la brevemente em silêncio.

    'Vivi todo este tempo para encontrá-lo', respondeu a parente de 85 anos, enxugando as lágrimas e segurando uma foto do irmão ainda jovem.

    As famílias separadas são vítimas de um impasse político de décadas porque a guerra de 1950-53 terminou em uma trégua, não um tratado de paz, e os laços ficaram mais tensos à medida que Pyongyang intensificava seus programas de armas.

    Mais de 57 mil sobreviventes sul-coreanos se registraram para os reencontros familiares, que geralmente terminam em despedidas dolorosas.

    Seul passou anos pedindo reuniões frequentes entre famílias separadas, inclusive por meio de videoconferências, mas a iniciativa muitas vezes foi prejudicada pela fragilidade dos laços.

    Em sua cúpula histórica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em junho, Kim prometeu abandonar os programas nucleares de seu país se Washington oferecer garantias de segurança, mas desde então os dois lados têm se mostrado incapazes de combinar uma forma de alcançar esse objetivo.

    Os reencontros deveriam aumentar consideravelmente, ser realizados com frequência e incluir visitas e cartas mútuas, disse Moon, ele mesmo pertencente a uma família separada de Hungnam, cidade portuária do leste da Coreia do Norte.

    Os reencontros, que começaram em 1985, às vezes são uma experiência traumática, dizem sobreviventes que sabem que dificilmente voltarão a ver seus familiares, já que muitos têm 80 anos ou mais e os que estão sendo contemplados pela primeira vez normalmente têm prioridade para visitas.

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    Josué diz a Alckmin que não contribuiria com muitos votos como vice na chapa

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O empresário Josué Gomes disse ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, nesta segunda-feira que não teria muito a contribuir em termos de voto se for indicado a vice da chapa encabeçada pelo tucano, segundo relato do líder do PR na Câmara, José Rocha (BA), à Reuters.

    Alckmin se reuniu com o cacique do PR, o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, e Josué, filiado ao partido, para discutir a eventual escolha do empresário como vice.

    Rocha disse ter conversado com Costa Neto por telefone após o encontro. Segundo o relato feito ao líder do PR, Josué afirmou ao tucano para ficar à vontade de escolher quem quisesse para o vice da chapa.

    Valdemar deixou a reunião e Alckmin e Josué ficaram conversando a sós, afirmou Rocha.

    Integrantes do blocão --grupo de partidos formados pelo PR, PP, DEM, PRB e Solidariedade-- têm ventilado o nome de Josué para ser companheiro de Alckmin na aliança.

    O blocão decidiu na quinta-feira passada fechar uma aliança com Alckmin após estar quase perto de ter acertado com o candidato do PDT ao Palácio do Planalto, o ex-ministro Ciro Gomes.

    Segundo Rocha, a intenção do grupo é anunciar formalmente o acerto com Alckmin até a quinta-feira desta semana, juntamente com a indicação de quem seria o candidato a vice na chapa, podendo ser Josué ou outro nome.

    A convenção partidária do PSDB que vai oficializar o nome de Alckmin ao Planalto só vai ocorrer no dia 4 de agosto.

    Na pesquisa CNI/Ibope realizada no mês passado, Alckmin aparece com 4 a 6 por cento de intenções de voto.

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