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    Trump diz estar ansioso por segundo encontro com Putin

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, culparam forças de dentro dos EUA nesta quinta-feira por macularem o que chamaram de sucesso de sua primeira cúpula, e Trump disse estar ansioso pelo segundo encontro entre os dois.

    Trump, que vem lutando para acalmar a turbulência política por ter sido incapaz de confrontar Putin pela interferência russa na eleição norte-americana de 2016, renovou suas críticas ferozes a um de seus alvos favoritos, a mídia noticiosa.

    O presidente republicano acusou a mídia de distorcer comentários nos quais deu crédito às negações de Putin de intromissão eleitoral, apesar das conclusões da comunidade de inteligência norte-americana sobre a conduta de Moscou.

    'A cúpula com a Rússia foi um grande sucesso, exceto com o verdadeiro inimigo do povo, a mídia fake news', tuitou Trump.

    'Aguardo nossa segunda reunião para que possamos começar a implementar algumas das muitas coisas debatidas, inclusive deter o terrorismo, segurança para Israel, proliferação nuclear, ataques cibernéticos, comércio, Ucrânia, a paz no Oriente Médio, a Coreia do Norte e mais', acrescentou.

    Trump atraiu muitas críticas nos EUA, inclusive de parlamentares dos dois partidos, por se recusar a culpar Putin pela interferência na eleição. Putin nega tal interferência.

    Um dia depois de se recusar a culpar Putin por interfência nas eleições, Trump disse ter se expressado mal e acusou 'algumas pessoas' de odiarem o fato de ele ter se dado bem com Putin.

    Agências de inteligência norte-americanas anunciaram no ano passado que a Rússia realizou uma campanha de hackeamento e propaganda visando a eleição dos EUA em 2016, na tentativa de semear discórdia, prejudicar a candidata democrata, Hillary Clinton, e ajudar a candidatura de Trump. Putin tem negado qualquer interferência desse tipo.

    Em Moscou, Putin acusou forças 'poderosas' dos EUA de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com Trump, mas disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso.

    (Reportagem de Doina Chiacu e Susan Heavey em Washington, Andrew Osborn e Olesya Astakhova em Moscou)

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    EUA dizem que todas as crianças imigrantes pequenas elegíveis foram reunidas com pais

    Por Tom Hals e Jonathan Stempel

    (Reuters) - O governo Trump informou nesta quinta-feira que todas as crianças imigrantes pequenas elegíveis foram reunidas com seus pais após terem sido separadas deles quando cruzaram a fronteira entre Estados Unidos e México, dois dias após um prazo final imposto por um tribunal.

    Mas quase metade --46 das 103 crianças com menos de cinco anos que foram colocadas sob cuidados do governo-- permanecem separadas por conta de preocupações de segurança, deportação de seus pais e outras questões, de acordo com o Departamento de Segurança Nacional dos EUA.

        O governo foi ordenado no final do mês passado pelo juiz distrital Dana Sabraw, de San Diego, a reunir famílias separadas sob a política imigratória de tolerância zero do presidente Donald Trump de processar todos os adultos que entrem ilegalmente no país.

        Estas separações ocorreram entre o começo de maio e 20 de junho, quando Trump assinou um decreto presidencial cessando-as. O presidente republicano tem enfrentado repercussões pela política, que alguns críticos disseram ser uma desgraça nacional.

        Sabraw ordenou em 26 de junho reunificações para crianças com menos de cinco anos até o dia 10 de julho, e para mais de 2 mil crianças mais velhas até 26 de julho.

        Ele deu ao governo até 22h, no horário de Brasília, desta quinta-feira para atualizá-lo sobre progressos.

        O juiz emitiu a ordem em ligação com um processo da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês) desafiando as separações.

        Em comunicado, a ACLU criticou o fracasso do governo em cumprir o prazo de 10 de julho e informou que está decidindo quais penalidades Sabraw deve impor.

        “Se de fato 57 crianças tiverem sido reunidas por conta do processo, não poderíamos estar mais felizes por estas famílias”, disse Lee Gelernt, advogado do grupo de direitos civis.

        “Mas não se enganem sobre isto: o governo perdeu o prazo até mesmo para estas 57 crianças”, acrescentou.

        O governo informou que 46 crianças pequenas que não foram reunidas eram inelegíveis por diversas razões, incluindo problemas de saúde ou porque seus pais possuíam “sérios” históricos criminais, estão sob custódia ou haviam sido deportados.

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    Exigências do Irã podem provocar impasse em conversas com potências sobre acordo nuclear

    Por Parisa Hafezi e Francois Murphy e John Irish

    VIENA (Reuters) - As conversas em curso nesta sexta-feira para salvar o acordo nuclear de 2015 não devem satisfazer o Irã, disseram potências europeias, e Teerã alertou que pode abandonar o pacto se não for plenamente compensada pela retomada de sanções dos Estados Unidos.

    Ministros de Relações Exteriores do Reino Unido, China, França, Alemanha e Rússia se reuniram com seu homólogo iraniano em Viena pela primeira vez desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu deixar o acordo em maio, mas diplomatas veem pouca perspectiva de manutenção do pacto.

    Trump retirou os Estados Unidos do acordo multinacional que suspendeu sanções contra o Irã em troca de limites ao programa nuclear iraniano verificáveis pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Desde então, Washington disse aos países que eles devem parar de comprar petróleo do Irã a partir de 4 de novembro ou enfrentarão consequências financeiras.

    Falando à rádio francesa antes de chegar à capital austríaca, o ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, disse que as potências mundiais se empenharão em preparar um pacote econômico imediatamente.

    Eles (Irã) precisam parar de ameaçar romper os compromissos com o acordo nuclear , disse. Estamos tentando fazê-lo (pacote econômico) antes de as sanções serem impostas no início de agosto e depois a próxima leva de sanções em novembro. Para agosto parece um pouco apertado, mas estamos tentando fazê-lo até novembro .    

    Ao chegar a Viena, o ministro do Exterior alemão, Heiko Mass, disse não acreditar que as conversas fracassarão, mas insinuou que mais negociações serão necessárias no futuro. Ele enfatizou que as potências mundiais se esforçarão para compensar Teerã pelas empresas que estão deixando o Irã.

    Os pilares da estratégia da União Europeia são: empréstimos do Banco de Investimento Europeu, uma medida especial para blindar empresas da UE de sanções secundárias dos EUA e uma proposta da Comissão para que os governos do bloco façam transferências de dinheiro diretas ao Banco Central iraniano para evitar as penalidades norte-americanas.

    Autoridades iranianas disseram que para elas é essencial obter medidas que garantam que as exportações de petróleo não serão interrompidas e que Teerã continue tendo acesso ao sistema de mensagens de pagamentos bancários internacionais SWIFT ou uma alternativa.

    Durante uma visita à Europa nesta semana, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, alertou que seu país pode diminuir sua cooperação com a agência nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A Guarda Revolucionária do Irã também alertou que pode bloquear o transporte de petróleo através do Estreito de Hormuz em resposta à pressão dos EUA para proibir as exportações de petróleo iraniano.

    (Reportagem adicional de Parisa Hafezi, em Viena, e Alissa de Carbonnel, em Bruxelas)

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    Pompeo se reúne com norte-coreanos em Pyongyang para acertar detalhes sobre desnuclearização

    Por Hyonhee Shin e John Walcott

    SEUL/WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, se reuniu com autoridades norte-coreanas nesta sexta-feira em Pyongyang, na esperança de esclarecer alguns detalhes sobre o desmantelamento do programa nuclear da Coreia do Norte e recuperar os restos mortais de soldados dos EUA desaparecidos durante a Guerra da Coreia.

    Pompeo se encontrou com Kim Yong Chol, que juntamente com ele desempenhou um papel crucial na preparação da cúpula do mês passado entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura, de acordo com uma reportagem conjunta de repórteres que viajam com o secretário.

    A reunião de Pompeo com Kim deve durar algumas horas e não se sabe ao certo se ele se encontrará com Kim Jong Un, disse a reportagem. Ele passará a noite em Pyongyang, a primeira vez que pernoita na Coreia do Norte.

    A reunião de hoje é uma reunião realmente significativa , disse Kim Yong Chol a Pompeo.

    Sim, concordo , respondeu Pompeo. Espero por ela e conto que seja muito produtiva .

    Na cúpula de Cingapura, Kim Jong Un assumiu o compromisso de trabalhar rumo à desnuclearização , mas não detalhou como ou quando desativará o programa nuclear que desenvolveu desafiando resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

    O presidente me disse que acredita que o presidente Kim vê um futuro diferente e mais brilhante para o povo da Coreia do Norte. Nós dois esperamos que isso seja verdade , disse Pompeo no Twitter depois de uma conversa por telefone com Trump quando seguia para a Coreia do Norte.

    Próxima parada: Pyongyang. Espero poder continuar minhas reuniões com líderes norte-coreanos. Há muito trabalho duro pela frente, mas a paz vale a pena , acrescentou.

    Pompeo disse que está tentando esclarecer alguns detalhes sobre os compromissos norte-coreanos e manter o incentivo para a implantação do acordo resultante da cúpula, segundo a reportagem conjunta.

    O secretário tentará obter consentimento ao menos a respeito de uma lista inicial de instalações nucleares e um inventário que possam ser comparados com a inteligência disponível, disseram autoridades de inteligência à Reuters.

    Também terá destaque na agenda a questão dos corpos de soldados norte-americanos desaparecidos durante a Guerra da Coreia de 1950-53. Após a cúpula de Cingapura, Trump disse que ele e Kim concordaram em enviá-los de volta aos EUA.

    (Reportagem adicional de Lesley Wroughton em Washington)

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    Opep concorda com modesto aumento de produção após acordo entre sauditas e Irã

    Por Rania El Gamal e Alex Lawler e Shadia Nasralla

    VIENA (Reuters) - A Opep concordou nesta sexta-feira com um modesto aumento na produção de petróleo a partir de julho, depois que seu líder, a Arábia Saudita, persuadiu o Irã a cooperar em meio a pedidos de grandes consumidores para ajudar a reduzir o preço da commodity.

    Mas o acordo falhou em anunciar uma clara meta de aumento de produção, deixando operadores avaliando quanto a Opep vai efetivamente produzir. Os preços do petróleo nos EUA subiram 5 por cento.

    Espero que a Opep aumente a produção substancialmente. É preciso manter os preços baixos! , escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Twitter, menos de uma hora depois de a Opep ter anunciado sua decisão.

    Os Estados Unidos, a China e a Índia pediram à Opep que liberasse mais oferta para evitar um déficit petrolífero que prejudicaria a economia global.

    A Organização de Países Exportadores de Petróleo disse em comunicado que o grupo retomará o comprometimento de 100 por cento dos cortes de produção acordados anteriormente, o que na prática representaria aumento de produção. A Opep não deu um volume específico.

    A Arábia Saudita disse que a mudança seria traduzida em um aumento nominal da produção de 1 milhão de barris por dia (bpd), ou 1 por cento da oferta global. O Iraque disse que o aumento efetivo seria de cerca de 770 mil bpd, porque muitos países que sofreram com o declínio da produção teriam dificuldade de alcançar as cotas completas.

    Ao evitar estabelecer objetivos individuais para os países, o acordo parece dar margem de manobra para a Arábia Saudita produzir mais do que o seu objetivo oficial da Opep e preencher a lacuna deixada por produtores como a Venezuela, que não conseguem bombear o suficiente para suprir sua cota oficial.

    O Irã, terceiro maior produtor da Opep, exigiu que a organização rejeite pedidos do presidente dos EUA, Donald Trump, por um aumento no fornecimento de petróleo, argumentando que o norte-americano contribuiu para um aumento recente dos preços ao impor sanções ao Irã e à Venezuela.

    Trump impôs novas sanções a Teerã em maio, e analistas do mercado esperam que a produção do Irã caia em um terço até o final de 2018. Isso significa que o país tem pouco a ganhar com um acordo para aumentar a produção da Opep, diferentemente da Arábia Saudita.

    No entanto, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, parece ter convencido seu colega iraniano Bijan Zanganeh a apoiar o aumento poucas horas antes da reunião desta sexta-feira, em Viena, na Áustria.

    A Opep e seus aliados participaram desde o ano passado de um pacto para reduzir a produção em 1,8 milhão de bpd. A medida ajudou a reequilibrar o mercado nos últimos 18 meses e impulsionou os preços para cerca de 75 dólares por barril, de 27 dólares em 2016.

    Mas interrupções inesperadas na Venezuela, Líbia e Angola reduziram efetivamente os cortes de oferta para cerca de 2,8 milhões de bpd nos últimos meses.

    O aumento do bombeamento acordado nesta sexta-feira tem sido altamente influente no mercado e foi visto como modesto.

    Será o suficiente para o momento, mas não o suficiente para o quarto trimestre para suprir os cortes nas exportações iranianas e da Venezeula , disse Gary Ross, chefe de análises globais de petróleo na S&P Global.

    Não há muita capacidade ociosa no mundo. Se perdermos 1 milhão de bpd de produção da Venezuela e do Irã no quarto trimestre, de onde virão esses barris? Estamos em busca de preços mais altos por mais tempo , ele disse.

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