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    Joaquim Levy renuncia à presidência do BNDES

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Joaquim Levy pediu para deixar a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), segundo informou o economista em nota publicada neste domingo, um dia após o presidente da República, Jair Bolsonaro, ameaçar publicamente demiti-lo se ele não afastasse um executivo do banco de fomento.

    No comunicado, Levy disse que já encaminhou o pedido de desligamento ao ministro da Economia, Paulo Guedes, responsável por nomeações na área econômica.

    Em comunicado, Levy agradeceu ao ministro pela confiança e disse que espera sucesso do país na aprovação de reformas.

    'Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco', disse Levy.

    A relação de Levy com o planalto vinha desgastada há algum tempo e, dentre os motivos, estão temas como a devolução de recursos ao Tesouro Nacional e a abertura de informações do banco com detalhes sobre financiamentos do passado.

    Mais recentemente houve um novo desgaste interno com as mudanças propostas no Fundo Amazônia, mas a gota da água foi a nomeação de um profissional para área de mercado de capitais do banco com ligação com o PT.

    Levy nomeou o advogado Marcos Pinto, que teve cargo no banco durante governos do PT, para ser diretor de Mercado de Capitais da instituição.

    No sábado, Bolsonaro afirmou a jornalistas que falou a Levy que ele deveria demitir Pinto ou que ele mesmo seria demitido.

    O governo ainda não anunciou oficialmente a saída de Levy e o nome do substituto.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Catar anuncia saída da Opep, critica Arábia Saudita e focará em gás

    Por Eric Knecht

    DOHA (Reuters) - O Catar anunciou nesta segunda-feira que deixará a Opep em janeiro para se concentrar em seus negócios de gás, atacando a líder de fato do grupo, a Arábia Saudita, e prejudicando esforços para mostrar certa unidade antes do encontro de exportadores do petróleo nesta semana que visa reverter a queda de preços.

    O Catar, um dos menores produtores de petróleo entre os membros da Opep, mas o maior exportador mundial de gás natural liquefeito (GNL), está envolvida em uma disputa diplomática prolongada com a Arábia Saudita e alguns outros Estados árabes.

    O governo de Doha informou que sua decisão não foi motivada por política, mas, em um aparente ataque a Riad, o ministro de Estado para Assuntos Energéticos, Saad al-Kaabi, disse: 'Não estamos dizendo que vamos sair do setor petrolífero, mas isso é controlado por um organização gerida por um país'. Ele não nomeou a nação.

    Al-Kaabi disse em uma coletiva de imprensa que a decisão de Doha 'foi comunicada à Opep', mas disse que o Catar participará da reunião do grupo na quinta e na sexta, e cumprirá seus compromissos.

    Ele disse que Doha se concentrará em seu potencial de gás porque não é prático para o Catar 'colocar esforços, recursos e tempo em uma organização na qual somos um participante muito pequeno, e eu não tenho nada a dizer sobre o que acontece'.

    Delegados da Opep, que tem 15 membros, incluindo o Catar, procuraram minimizar o impacto, mas perder um membro de longa data prejudica a tentativa de mostrar uma frente unida antes de uma reunião que deverá reduzir o corte de oferta para reforçar os preços do petróleo, que perderam quase 30 por cento desde o pico de outubro.

    'Eles não são grandes produtores, mas tiveram um grande papel na história da (Opep)', disse uma fonte da Opep.

    A fonte destacou o crescente domínio sobre a elaboração de políticas no mercado de petróleo por Arábia Saudita, Rússia e Estados Unidos, os três maiores produtores de petróleo do mundo, que juntos respondem por quase um terço da produção global.

    Riad e Moscou têm decidido cada vez mais as políticas de produção, sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, na Opep, para reduzir os preços. O Brent está sendo negociado a cerca de 62 dólares por barril, ante 86 dólares em outubro.

    'Isso pode sinalizar um ponto de virada histórica da organização em relação à Rússia, Arábia Saudita e Estados Unidos', disse o ex-ministro da Energia da Argélia e presidente da Opep, Chakib Khelil, comentando a decisão do Catar.

    (Reportagem adicional por Florence Tan, em Cingapura, Rania El Gamal, em Dubai, Ahmed Ghaddar, em Vienna,e Lamine Chikhi, em Algiers)

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