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    Representante de Trump para a Venezuela anuncia sanções a bancos que apoiam Maduro

    Por Lesley Wroughton e Patricia Zengerle

    WASHINGTON (Reuters) - O representante especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Venezuela afirmou nesta quinta-feira que Washington 'ampliará a rede' de sanções contra o país sul-americano, incluindo mais medidas contra bancos que apoiam o governo do presidente Nicolás Maduro.

    'Haverá mais sanções a instituições financeiras que estão obedecendo às ordens do regime Maduro', disse Elliott Abrams em uma audiência de um subcomitê do Senado norte-americano.

    Os EUA e dezenas de países reconheceram o líder opositor venezuelano Juan Guaidó como presidente interno do país rico em petróleo e aumentaram a pressão para que o socialista Maduro renuncie.

    Nesta semana, Washington revogou os vistos de entrada de autoridades de alto escalão da Venezuela nos EUA, e na quarta-feira disse ter identificado esforços de Maduro para trabalhar com bancos estrangeiros para movimentar e ocultar dinheiro.

    Abrams, um neoconservador que defende há tempos um ativismo maior dos EUA no mundo, disse que tem pedido a bancos europeus que adotem medidas para blindar ativos de indivíduos venezuelanos do governo Maduro, mas não identificou os bancos.

    Alguns parlamentares pressionaram Abrams, que foi indicado à sua posição atual em janeiro, para que conceda um status temporário de proteção (TPS) a venezuelanos nos EUA.

    Acredita-se que mais de três milhões de pessoas fugiram da Venezuela nos últimos anos devido a uma crise econômica profunda, marcada pela escassez generalizada de alimentos e remédios e uma hiperinflação.

    Maduro, que tomou posse como presidente em 2013 e foi reeleito no ano passado em uma votação vista amplamente como fraudulenta, atribui a crise a uma campanha de sabotagem apoiada por Washington. Seus oponentes dizem que as políticas socialistas causaram o colapso.

    O senador norte-americano Bob Menendez, democrata de Nova Jersey que redigiu a legislação que pediu o TPS, disse: 'A diáspora venezuelana é fantástica, eles são incríveis. Uma razão a mais para lhes dar o TPS'.

    Abrams disse que o TPS está sendo estudado e que o debaterá com o secretário de Estado, Mike Pompeo. Há 74 mil venezuelanos que pediram asilo aos EUA, acrescentou Abrams.

    Ele acusou a Rússia e Cuba de blindarem Maduro, que afirmou ser protegido por 'milhares e milhares' de militares e agentes de inteligência cubanos, enquanto Moscou forneceu dezenas de milhões de dólares ao governo.

    (Por Patricia Zengerle e Lesley Wroughton)

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    Trump diz que não houve acordo com Coreia do Norte por exigência de Kim sobre sanções

    Por Jeff Mason e Josh Smith

    HANÓI (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que não houve acordo em sua reunião com o líder norte-coreano Kim Jong Un por causa de exigências inaceitáveis da Coreia do Norte para que sanções impostas pelos EUA ao país fossem retiradas.

    Trump disse que houve um bom progresso nos dois dias de negociações em Hanói, capital do Vietnã, na construção de relações e na questão-chave da desnuclearização, mas afirmou que é importante não se precipitar e acabar em um acordo ruim.

    'Foi tudo por causa das sanções', disse Trump em entrevista coletiva após as negociações serem encerradas antes do previsto.

    'Basicamente, eles queriam que as sanções fossem retiradas por completo, e não podemos fazer isso.'

    A Organização das Nações Unidas (ONU) e os EUA intensificaram as sanções sobre a Coreia do Norte quando o país realizou uma série de testes de mísseis nucleares balísticos em 2017, cortando as principais fontes de recursos do país.

    Tanto Trump quanto Kim deixaram o local onde aconteceram as negociações, o hotel Metropole, da era colonial francesa, sem participar de um almoço a que, inicialmente, os dois iriam comparecer.

    'Às vezes você tem que ir embora, e esta foi uma dessas vezes', disse Trump acrescentando: 'foi um abandono amigável'.

    O fracasso em obter um acordo é um revés para Trump, um negociador de estilo próprio que está sendo pressionado nos EUA por suas relações com a Rússia e pelo depoimento de seu ex-advogado Michael Cohen, que o acusa de violar a lei no governo.

    Trump disse que Cohen 'mentiu muito' no depoimento que prestou ao Congresso em Washington na quarta-feira, embora tenha afirmado que seu ex-advogado falou a verdade quando disse que 'não houve conluio' com a Rússia.

    O fracasso das negociações com Kim também levantará questões sobre o preparo do governo Trump e sobre as críticas de alguns ao estilo de diplomacia adotado por ele.

    Desde sua primeira cúpula em Cingapura, em junho, Trump tem enfatizado a boa química com Kim, mas surgiram dúvidas de que a bonomia poderia ultrapassar a pompa da reunião e se transformar em um avanço palpável para a eliminação do arsenal nuclear norte-coreano que ameaça os EUA.

    As coisas pareciam mais promissoras quando os líderes se encontraram na quarta-feira, prenunciando conversas bem-sucedidas antes de um jantar social com assessores de primeiro escalão.

    A Casa Branca estava confiante o suficiente para agendar uma 'cerimônia conjunta de assinatura de um acordo' após a conclusão das conversas. Como o almoço, a cerimônia não aconteceu.

    SURPRESA

    'Nenhum acordo é uma surpresa, especialmente porque ambos estavam sorridentes a noite passada', disse Lim Soo-ho, do Instituto de Estratégia de Segurança Nacional.

    'Mas nenhum acordo hoje não significa que não haverá um nos próximos meses. Significa que as apostas eram altas demais para os dois líderes emitirem outro comunicado insípido como fizeram em Cingapura.'

    A cúpula de Cingapura, a primeira entre um presidente norte-americano no exercício do cargo e um líder norte-coreano, produziu um comunicado vago no qual Kim prometeu trabalhar para a desnuclearização da península coreana, e que rendeu pouco progresso.

    A Coreia do Sul, velha rival da Coreia do Norte que apoia os esforços para encerrar a confrontação na península, disse que lamenta que não se tenha chegado a um acordo, mas que os dois lados avançaram.

    O graduado diplomata chinês Wang Yi disse que as dificuldades eram inevitáveis nas conversas, mas que os dois lados deveriam persistir e que a China desempenhará um papel construtivo.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, por sua vez, disse que apoia a decisão de Trump e que deseja uma reunião com Kim.

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    Venezuela vê economia ameaçada por sanções dos EUA e retém petróleo nos portos

    Por Mayela Armas e Deisy Buitrago

    CARACAS (Reuters) - Os venezuelanos se preparavam nesta terça-feira para o aprofundamento de uma crise econômica brutal, depois que os Estados Unidos impuseram sanções que restringem acentuadamente as exportações de petróleo do país, e o governo socialista reagiu se recusando a enviar petróleo sem pagamento antecipado.

    O governo Trump espera que as sanções, que proíbem a petroleira estatal PDVSA de receber os lucros da venda de petróleo a refinarias dos EUA, forcem o presidente Nicolás Maduro a renunciar e permitam ao líder opositor e autoproclamado presidente interino Juan Guaidó convocar eleições.

    Em um pronunciamento em rede nacional feito na noite de segunda-feira em tom desafiador, Maduro disse que adotará ações legais para contestar as sanções e defender a Citgo Petroleum Corp, subsidiária de refino da PDVSA nos EUA que acusou Washington de tentar roubar. Ele também prometeu retaliar, mas não anunciou nenhuma medida específica.

    'Daremos a resposta recíproca e convincente necessária para defender os interesses da Venezuela no devido tempo', disse Maduro.

    A PDVSA reagiu às sanções ordenando aos clientes com navios-tanque que segurem carregamentos de petróleo com destino aos EUA até que recebam pagamento antecipadamente, segundo três fontes a par da decisão. Tais pagamentos adiantados podem ser uma violação das sanções, o que prepara o cenário de um impasse nos portos.

    A perda da renda oriunda dos EUA, o principal comprador de petróleo venezuelano, reduzirá ainda mais a capacidade do governo de importar itens básicos, como alimentos e remédios, exacerbando uma crise humanitária que levou mais de 3 milhões de pessoas a fugirem da nação assolada pela hiperinflação nos últimos anos.

    'Se vocês não encontrarem um lugar para esse cru rapidamente, o espaço de manobra encolherá e as importações serão afetadas', disse Asdrubal Oliveros, diretor da consultoria Ecoanalitica, sediada em Caracas.

    Guaidó, que argumenta que Maduro usurpou a presidência ao tomar posse para um segundo mandato de seis anos em 10 de janeiro após a eleição de maio de 2018, que a oposição considerou fraudulenta, disse estar preparado para receber 20 milhões de dólares em ajuda humanitária prometida pelos EUA.

    Ele também está se movimentando para criar novos conselhos de diretores para a Citgo e a PDVSA, o que pode permitir ao seu governo paralelo receber dinheiro mantido em contas caução nos EUA.

    Mas para controlar de fato funções estatais ele precisaria do apoio dos militares, até agora fiéis a Maduro, que vem assegurando seu endosso em parte lhes concedendo o comando de instituições estatais cruciais, como a própria PDVSA.

    (Por Mayela Armas e Deisy Buitrago)

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    Sanções ameaçam projeto de reconexão ferroviária e rodoviária das Coreias

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul e a Coreia do Norte lançaram nesta quarta-feira um projeto para ligar conexões ferroviárias e rodoviárias rompidas desde a Guerra da Coreia de 1950-53, mas a construção em si não pode começar enquanto estiverem em vigor sanções contra a Coreia do Norte, disseram autoridades.

    Em outubro, os dois países concordaram em reconectar ferrovias e estradas como parte de uma reaproximação que os Estados Unidos temem poder comprometer os esforços para pressionar Pyongyang a abrir mão de suas armas nucleares.

    'Há muitas coisas a fazer antes de realmente começarmos a construção', disse o ministro dos Transportes sul-coreano, Kim Hyun-mee, antes da cerimônia na cidade de Kaesong, do lado norte-coreano da fronteira.

    Os materiais e o investimento necessários para iniciar as obras estão banidos por sanções dos EUA e da Organização das Nações Unidas (ONU), impostas em reação aos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte. Washington insiste que as sanções permanecerão até o regime abrir mão de suas armas nucleares.

    Autoridades, políticos e membros de famílias sul-coreanas deslocadas pela guerra embarcaram em um trem especial para a cerimônia.

    Shin Jang-chul, que conduziu o último trem de carga entre as Coreias, que operavam um parque industrial conjunto há uma década, disse que nunca pensou que voltaria à região.

    'Estou profundamente comovido', disse. 'Faz 10 anos, e eu me perguntava se conseguiria voltar um dia depois de me aposentar'.

    Eles foram acompanhados por uma delegação norte-coreana, além de autoridades da ONU, China, Rússia e Mongólia, segundo o Ministério da Reunificação sul-coreano.

    Durante discurso no evento, o vice-ministro de Ferrovias norte-coreano, Kim Yun Hyok, pediu uma 'determinação inflexível para enfrentar ventos adversos' que poderiam ameaçar o projeto.

    'Os resultados do projeto de ferrovias e estradas depende do espírito e da vontade de nosso povo', disse Kim.

    Os dois lados realizarão avaliações conjuntas adicionais e elaborarão obras que podem demorar de um a dois anos, disse o sul-coreano Kim Hyun-mee.

    A cerimônia desta quarta-feira foi mais um exemplo da reaproximação entre as Coreias --tecnicamente ainda em guerra, depois que seu conflito terminou com uma trégua, não um tratado de paz.

    Entretanto grandes iniciativas econômicas ainda não decolaram devido à falta de progresso na desnuclearização da Coreia do Norte.

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    Começam sanções dos EUA contra petróleo do Irã, mas Washington isenta alguns países

    Por Jane Chung e Osamu Tsukimori

    SEUL/TÓQUIO (Reuters) - Os Estados Unidos reintroduziram sanções contra o petróleo iraniano nesta segunda-feira, enquanto garantiram algumas isenções aos seus aliados mais próximos, permitindo que os maiores clientes de Teerã, principalmente na Ásia, ainda comprem petróleo por enquanto.

    Washington restaurou medidas suspensas em um acordo nuclear de 2015 negociado com Teerã pela administração do presidente Barack Obama.

    A administração do presidente Donald Trump adicionou 300 novas designações, incluindo os setores de petróleo, transporte, seguros e bancário do Irã, com o objetivo de prejudicar as principais receitas de exportação da indústria iraniana de petróleo.

    Apesar disso, o Irã continuará a vender um pouco de petróleo, após Washington dizer na sexta-feira que permitirá temporariamente que oito importadores continuem comprando barris iranianos.

    O governo dos EUA não citou quem recebeu as isenções, que durarão até 180 dias e foram concedidas com base no fato de que os importadores já reduziram as compras e as reduzirão ainda mais no futuro.

    Ainda não estava claro quais volumes individuais ou o volume agregado dos 'waivers'.

    A Coreia do Sul disse nesta segunda-feira que recebeu uma dispensa para pelo menos temporariamente continuar a importar condensado do Irã e realizar transações financeiras com o país do Oriente Médio. O condensado --um petróleo super leve-- é um insumo crítico para a indústria petroquímica coreana.

    A Coreia do Sul, aliada dos EUA e um dos maiores compradores asiáticos de petróleo iraniano, pediu a Washington 'máxima flexibilidade' na semana passada, depois que algumas de suas construtoras cancelaram contratos relacionados à energia na república islâmica devido a dificuldades de financiamento.

    O Japão informou nesta segunda-feira que está em estreita comunicação com os Estados Unidos sobre as medidas, embora o chefe do gabinete, Yoshihide Suga, tenha se recusado a fornecer detalhes.

    Outros compradores asiáticos de petróleo iraniano, incluindo seus dois maiores, China e Índia, também estão pedindo isenção do embargo, embora ainda não esteja claro nesta segunda-feira os volumes que estariam autorizados a comprar.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês reiterou suas objeções às sanções, mas não disse diretamente se a China recebeu ou não uma isenção.

    O ministro do Comércio turco, Ruhsar Pekcan, disse no sábado que a Turquia recebeu indícios de que estará entre os países que receberão uma isenção, mas ainda aguardava esclarecimentos na segunda-feira. Alguns países europeus também podem receber isenções.

    Os maiores compradores de petróleo do Irã nos últimos anos foram a China, a Índia, a Coreia do Sul, a Turquia, a Itália, os Emirados Árabes Unidos e o Japão.

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    Alcance amplo de sanções dos EUA afeta reconstrução da Síria

    Por Angus McDowall

    BEIRUTE (Reuters) - O presidente da Síria, Bashar al-Assad, está tentando transformar o sucesso militar em uma reconstrução pós-guerra, mas as sanções ocidentais são um grande obstáculo que pode afugentar investidores estrangeiros.

    A Síria sofreu uma destruição física imensa, e milhões de trabalhadores fugiram, foram recrutados como combatentes ou morreram. Uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a guerra custou 388 bilhões de dólares.

    Uma reconstrução ampla ainda parece distante. Rússia e Irã, aliados de Assad, assim como a China, fizeram alguns investimentos no país, mas não conseguem arcar com o custo da reforma e querem que outros países dividam o fardo.

    Países ocidentais dizem que não aprovarão fundos para a reconstrução da Síria, ou suspender sanções, sem um acordo político. Enquanto isso, as sanções tornam difícil para as companhias estrangeiras trabalharem no país.

    Embora algumas tenham conseguido fazer negócios na Síria, o alcance amplo das sanções e os poderes abrangentes dos Estados Unidos para aplicá-las sujeitam as empresas ao risco de violações involuntárias.

    A maioria delas está mantendo distância. Uma que espera realizar obras no país no futuro, a fabricante de tubulações alemã Ostendorf Kunststoffe, fez uma exposição em uma feira internacional comercial em Damasco e está desenvolvendo relacionamentos com clientes em potencial.

    Mas a companhia ainda não fechou nenhum contrato, e seu representante local, Nabil Moughrabie, que tem sede em Beirute, disse que a empresa está esperando o clima político se desanuviar.

    'Temos obstáculos. Não há remessas diretas da Alemanha à Síria. Há bancos sírios que não podem receber dinheiro da Europa, e empresas europeias que temem receber mais dinheiro da Síria', explicou.

    As sanções dos EUA contra a Síria antecedem a crise, mas foram ampliadas depois da repressão de Assad a protestos em 2011 e novamente quando o país entrou em guerra.

    Elas congelaram os bens do Estado sírio e de centenas de negócios e indivíduos, inclusive membros do governo, dos militares e do aparato de segurança e outros acusados de envolvimento na fabricação ou no uso de armas químicas.

    As sanções ainda proibiram exportações, vendas ou prestação de serviços, além de qualquer investimento novo, de qualquer norte-americano na Síria, e também qualquer negócio de norte-americanos com derivados de petróleo e hidrocarbonetos na Síria ou sua importação aos EUA.

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    Sanções dos EUA contra Rússia por ataque com agente nervoso entrarão em vigor na 2ª-feira

    Por Lisa Lambert e Lesley Wroughton

    WASHINGTON (Reuters) - As sanções dos Estados Unidos contra a Rússia relacionadas a um ataque com agente nervoso no Reino Unido, anunciadas no início do mês, entrarão em vigor na segunda-feira, informou o governo norte-americano nesta sexta-feira, se somando à série de penalidades econômicas que tem imposto contra Moscou nos últimos anos.

    As novas medidas, detalhadas em nota publicada no Registro Federal, irão encerrar a assistência externa e algumas vendas de armas e financiamento para a Rússia, assim como negar crédito ao país e proibir a exportação de bens e tecnologias sensíveis em nível de segurança.

    O Ministério de Relações Exteriores russo disse nesta sexta-feira que as novas sanções só criarão mais tensão nas relações entre os dois países, relatou a agência de notícias RIA.

    Embora o presidente norte-americano, Donald Trump, afirme com frequência que gostaria de melhores laços com o presidente russo, Vladimir Putin, as relações entre Washington e Moscou estão em baixa, com as alegações dos EUA de que a Rússia interferiu nas eleições presidenciais de 2016 e por divergências sobre a anexação da Crimeia em 2014 e seu papel na guerra civil síria.

    As sanções, foram anunciadas pelo governo Trump no dia 8 de agosto pelo que o Departamento de Estado dos EUA considerou como o uso de um agente nervoso por Moscou contra um ex-espião russo e sua filha no Reino Unido.

    Sergei Skripal, ex-coronel do serviço de inteligência russo GRU, e sua filha de 33 anos Yulia foram encontrados inconscientes em um banco em Salisbury, cidade do sul da Inglaterra, em março depois que uma forma líquida do agente nervoso Novichok foi aplicada na porta de sua casa. Ambos sobreviveram ao ataque.

    Uma segunda leva de penalidades será imposta em 90 dias a menos que a Rússia ofereça 'garantias confiáveis' de que não usará mais armas químicas e que permitirá inspeções da Organização das Nações Unidas (ONU) ou de outro grupo internacional em suas instalações.

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    EUA estão tentando fazer o Irã 'se render' com sanções, diz vice-presidente iraniano

    (Reuters) - Os Estados Unidos estão tentando fazer o Irã se render através da imposição de sanções, disse o vice-presidente iraniano, Eshaq Jahangiri, nesta quarta-feira.

    As novas sanções norte-americanas contra Teerã entraram em vigor na semana passada, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que empresas que fizerem negócios com o Irã serão barradas dos EUA.

    'A maior prioridade para todos nós em uma situação de sanções é trabalhar para administrar o país de uma maneira que provoque a menor quantidade de danos possível à vida das pessoas', disse Jahangiri, segundo a agência de notícias Fars News. 'Os Estados Unidos estão tentando, ao aplicar várias pressões contra nossa sociedade, nos forçar a recuar e a nos render'.

    As novas sanções visam a compra iraniana de dólares, o comércio de metais, carvão, software industrial e seu setor automobilístico, mas as medidas mais duras contra as exportações de petróleo só entrarão em vigor em quatro meses.

    Poucas empresas norte-americanas fazem negócios com o Irã, por isso o impacto das sanções deriva principalmente da capacidade de Washington impedir companhias europeias e asiáticas de atuarem no país.

    O presidente Hassan Rouhani fez comentários semelhantes aos de Jahangiri, mas não se referiu especificamente aos Estados Unidos.

    'Não deixaremos o inimigo nos colocar de joelhos', disse Rouhani, segundo a televisão estatal. 'Se o inimigo pensa que irá nos derrotar, eles levarão essa esperança para o caixão'.

    Washington já disse que a única maneira de Teerã evitar as sanções seria aceitar uma oferta de Trump para negociar um acordo nuclear mais rígido do que o assinado em 2015. Em maio, Trump retirou os Estados Unidos do acordo fechado com potências mundiais.

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    Rússia diz que novas sanções dos EUA são ilegais e avalia retaliação

    Por Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia condenou uma nova rodada de sanções dos Estados Unidos como ilegais nesta quinta-feira depois que a notícia das medidas fez o rublo sofrer sua pior queda em dois anos e desencadeou uma liquidação ainda maior de ativos devido aos temores de que Moscou esteja presa em uma espiral de punições ocidentais sem fim.

    Moscou vem tentando, com sucesso relativo, melhorar os laços desgastados entre os EUA e a Rússia desde que Donald Trump conquistou a Casa Branca em 2016, e a elite política russa não perdeu tempo em classificar uma cúpula do mês passado entre Trump e Vladimir Putin como uma vitória.

    Mas o triunfalismo inicial logo azedou, já que a irritação diante do que alguns parlamentares dos EUA viram como uma postura excessivamente deferente de Trump e sua incapacidade de questionar Putin a respeito da suposta interferência de Moscou na política norte-americana se transformou em um novo clamor por sanções.

    Depois de apostar alto na melhoria das relações com Washington através de Trump, Moscou percebe agora que Trump sofre uma pressão cada vez maior de parlamentares para mostrar que é duro com a Rússia antes das eleições de meio de mandato.

    Em sua investida mais recente, o Departamento de Estado dos EUA informou na quarta-feira que adotará novas sanções até o final do mês depois de concluir que Moscou usou um agente nervoso contra um ex-espião duplo russo, Sergei Skripal, e sua filha, Yulia, no Reino Unido, o que Moscou nega.

    O Kremlin disse que as sanções são ilegais e inamistosas e que a medida norte-americana se choca com o 'clima construtivo' do encontro de Trump e Putin em Helsinque.

    Moscou começará a trabalhar sobre medidas retaliatórias 'no mesmo espírito' de qualquer restrição que vier a ser imposta pelos EUA, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

    As novas sanções virão em duas levas. A primeira, que visa as exportações norte-americanas de bens sensíveis relacionados à segurança nacional, chega com grandes isenções, e muitos dos itens que cobre já foram proibidos por restrições anteriores.

    Mas a segunda leva, ativada depois de 90 dias se Moscou não der 'garantias confiáveis' de que não usará mais armas químicas e permitirá inspeções da Organização das Nações Unidas (ONU) ou de outros grupos de observadores internacionais em suas instalações, é potencialmente mais séria.

    De acordo com a lei, a segunda leva pode incluir um rebaixamento das relações diplomáticas, a suspensão da autorização da companhia aérea russa Aeroflot para voar aos EUA e o corte de quase todas as exportações e importações.

    O Kremlin disse que as novas sanções são 'ilegais e não correspondem à lei internacional'.

    'Tais decisões do lado americano são absolutamente inamistosas e dificilmente podem ser associadas de alguma forma ao clima construtivo --não simples, mas construtivo-- que se viu no último encontro entre os dois presidentes', disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

    (Reportagem adicional de Dmitry Zhdannikov, Tom Balmforth, Denis Pinchuk, Andrey Ostroukh)

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