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    Governo vai ampliar programa Brasil Mais Produtivo e revisar todos os subsídios, diz secretário

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo do presidente Jair Bolsonaro vai ampliar o programa voltado às pequenas e médias empresas Brasil Mais Produtivo e revisar todos os programas de subsídios do país, afirmou nesta terça-feira o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa.

    'Evidências são de que (Brasil Mais Produtivo) funcionou muito bem, portanto deve ser ampliado sim', disse ele, sobre o programa que busca elevação da produtividade via melhoria da gestão e otimização da produção no chão de fábrica. Atualmente, o programa contempla cerca de 3 mil empresas, número que Costa já avaliou em outras oportunidades como 'muito reduzido'.

    Em relação revisão dos programas de subsídios, incluindo programa de incentivo à indústria automobilística Rota 2030, ele afirmou que tudo que o governo resolver mudar será feito de maneira gradual, obedecendo à segurança jurídica.

    'Nosso foco hoje é em recuperar a produtividade, reduzir tudo aquilo que dificulta, e não colocar muletas para que o setor produtivo continue sobrevivendo', disse ele a jornalistas após evento de apresentação da secretaria, que herdará parte das atividades do extinto Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

    Após o órgão de apelação da Organização Mundial do Comércio (OMC) ter mantido algumas condenações contra medidas de incentivos tributários do Brasil, Costa disse que as decisões têm fundamentos que devem ser considerados para construção de um país mais produtivo.

    'Talvez seja o momento exatamente de sentar e nós, utilizando todas essas informações, mudemos aquilo que precisa ser alterado', disse.

    Segundo Costa, o governo vai convocar empresários para conversas em mesas executivas com o intuito de reduzir entraves à atividade produtiva. Nesse sentido, pontuou que é necessário tirar o peso de regulações excessivas.

    'Três coisas vão ser proibidas de ser discutidas: subsídio, proteção e mais gasto público', ressalvou.

    Questionado sobre mudança no direcionamento de recursos para o Sistema S, assunto já mencionado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, Costa se limitou a dizer que isso ainda está sendo estudado.

    (Por Marcela Ayres)

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    Secretário de Segurança do RJ descarta reforço da PF em investigações sobre assassinato de Marielle

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O secretário de Segurança do Estado, general Richard Nunes, descartou um apoio extra da Polícia Federal nas investigações em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco, que completa nessa terça-feira cinco meses ainda sem solução.

    Ele argumentou que já há uma colaboração da PF nas investigações, que continuam sem prazo para serem finalizadas.

    Na véspera, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que conversou com o presidente Michel Temer antes de oferecer o auxílio extra da PF. As investigações estão a cargo da polícia civil do Rio de Janeiro, que está sob controle do gabinete da intervenção federal.

    “Essa ajuda da PF já está acontecendo e estamos juntos e desde sempre a Polícia Federal tem colaborado e participado conosco”, disse Nunes à Reuters após participar de um evento no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. Ele lembrou que o trabalho de perícia sobre armas e munições usados na morte de Marielle contaram com ajuda da PF.

    Nunes disse em sua palestra sobre os preparativos para as eleições estaduais no Rio que confia nas investigações feitas pela polícia civil do Rio de Janeiro, numa possível alusão à oferta de Jungmann.

    Para a PF entrar mais a fundo nas investigações seria necessário um pedido formal da parte do Ministério Público do Rio de Janeiro e do gabinete de intervenção, mas as duas instituições já sinalizaram que não vão dar esse passo.

    O secretário de segurança admitiu a complexidade na solução do caso e disse que não há prazo para a elucidação.

    “Esse caso é de complexidade tal e tem tudo a ver com a atuação política dela e ao grupo que ela pertencia... não tem data, não tem prazo”, disse ele. “Aquelas pessoas que querem, efetivamente querem, que esse crime seja elucidado apoiem o nosso trabalho e acreditem no trabalho da polícia civil do Rio de Janeiro, que tem feito um trabalho extraordinário e exaustivo”, disse. Segundo Nunes já foram produzidos nove volumes sobre o caso Marielle.

    As investigações, de acordo com autoridades locais e federais, apontam para o envolvimento de agentes de Estado e políticos na morte da vereadora.

    “A dificuldade é inerente à complexidade do caso e não fazemos promessa de prazo ou data. O que prometemos é trabalho“, destacou Nunes

    A família de Marielle tentou um encontro com Nunes e com o interventor na área de segurança Walter Braga Netto, mas não foi possível por motivo de agenda

    A Anistia Internacional divulgou nessa terça uma nota pedindo uma investigação externa e independente sobe o caso.

    ”É grave que se inicie um processo eleitoral sem que se descubra quem são os responsáveis pelo assassinato de uma vereadora em pleno exercício de seu mandato e quais foram as motivações. O início do período de campanha eleitoral levanta a preocupação de que o caso seja negligenciado', disse Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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