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    Segurança é intensificada em Tóquio às vésperas de imperador abdicar

    Por Ayai Tomisawa e Kwiyeon Ha

    TÓQUIO (Reuters) - Mergulhadores atuavam no entorno do Palácio Imperial e policiais com cães farejadores vasculhavam arbustos nesta segunda-feira em um momento que as autoridades aumentavam a segurança para o início da nova era imperial 'Reiwa' no Japão.

    A nova era começa na quarta-feira, quando o príncipe Naruhito assumirá o Trono de Crisântemo, um dia depois da abdicação de seu pai, o imperador Akihito, que encerrará a era Heisei, que durou 31 anos.

    A polícia aumentou a segurança no Palácio Imperial, uma área de 115 hectares que é a casa do imperador e da imperatriz e fica localizada no coração de Tóquio.

    Autoridades checavam arbustos com bastões de metal em busca de objetos escondidos, enquanto cães farejavam os arredores. Mergulhadores checavam a água no fosso ao redor do palácio.

    O acesso do público à praça em frente ao palácio será restrito durante as cerimônias de abdicação e de ascensão.

    A segurança também será rígida na residência de Naruhito, na propriedade imperial de Akasaka, disse uma autoridade policial.

    'Vamos aprimorar a segurança para evitar que comportamento ilegal, incluindo atos terroristas, aconteçam perto do palácio e da propriedade imperial de Akasaka, assim como nas ruas de acesso', disse a autoridade que pediu para não ter o nome revelado por não ser autorizada a falar com a imprensa.

    A agência de notícias Kyodo disse que milhares de policiais farão a segurança das cerimônias e de uma aparição pública do novo imperador na quinta-feira, quando multidões gigantescas são esperadas.

    'Percebo que há mais policiais hoje. Vejo muito mais pessoas que o comum', disse Mariko Hiratsuka, 36, que pratica corrida ao redor do palácio numa vez por semana.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Combates na Líbia matam 56 em uma semana; potências europeias divergem sobre reação

    Por Ahmed Elumami e Giselda Vagnoni

    TRÍPOLI/ROMA (Reuters) - Os combates entre forças do leste líbio e tropas do governo de Trípoli mataram 56 pessoas e obrigaram 6 mil a abandonarem suas casas na capital na última semana, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira, e França e Itália divergiram sobre como reagir à intensificação do conflito.

    Depois de chegarem do sul, as forças do Exército Nacional Líbio (ENL), de Khalifa Haftar, foram retidas nos subúrbios do sul de Trípoli, situados a cerca de 11 quilômetros do centro.

    De madrugada, um repórter da Reuters no centro de Trípoli ouviu tiros e explosões enquanto o ENL enfrentava forças do governo do primeiro-ministro, Fayez al-Serraj, ao redor do antigo aeroporto internacional e do distrito de Ain Zara.

    A ofensiva de Haftar sobre Trípoli é o episódio mais recente do ciclo de violência e caos que assola a Líbia desde a deposição do autocrata Muammar Gaddafi em 2011.

    Em Roma, a ex-metrópole colonial Itália aconselhou a França, que tem laços estreitos com Haftar, a não apoiar nenhuma facção depois que diplomatas disseram que Paris barrou um comunicado da União Europeia pedindo-lhe que detivesse sua ofensiva.

    'Seria muito sério se a França, por razões econômicas ou comerciais, tivesse impedido uma iniciativa da UE para levar paz à Líbia e apoiasse uma parte que está combatendo', disse o vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini à Rádio RTL 102.5.

    'Como ministro do Interior, não ficarei parado assistindo'.

    A França, que tem investimentos em petróleo no leste líbio, já ofereceu assistência militar a Haftar em seu reduto do leste no passado, disseram autoridades líbias e francesas, e também teve papel de destaque na guerra para depor Gaddafi.

    A Itália apoia o governo de Serraj, que tem endosso da ONU.

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    Combate à violência estimula empresas de defesa apesar de dúvidas sobre economia brasileira

    Por Gabriel Stargardter

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Empresas de defesa e segurança globais reunidas na maior feira de segurança da América Latina, realizada nesta semana no Rio de Janeiro, esperam que as iniciativas de combate à violência Brasil impulsionem as vendas, apesar de se preocuparem com as incertezas econômicas e o clima político tenso.

    Eleito com a promessa de combater a corrupção e a violência crescente, o presidente Jair Bolsonaro prometeu não ter perdão com os criminosos, mas suas primeiras semanas no cargo foram ofuscadas por disputas internas, atritos com o Congresso e uma economia vacilante, que estão prejudicando seus índices de aprovação e provocando dúvidas sobre a capacidade de honrar promessas.

    'As preocupações com a segurança pública são um assunto de destaque, seja em eleições presidenciais ou estaduais, e certamente esperamos que isso traga bons resultados para nossa empresa', disse Elton Borgonovo, gerente nacional de Motorola Solutions, que divulga sua tecnologia de câmeras corporais.

    Bolsonaro está tendo dificuldade para fazer avançar a prioritária reforma da Previdência, abrir a economia do país e acelerar a recuperação após uma longa recessão.

    Para empresas que dependem de contratos com governos estaduais e federais, o sucesso provavelmente dependerá do estado das finanças públicas brasileiras, disse Jean-Luc Alfonsi, vice-presidente da Helibras, fabricante de helicópteros e subsidiária da Airbus .

    Por isso a aprovação da reforma previdenciária é crucial, acrescentou, sendo uma condição necessária para os governos brasileiros e os consumidores particulares terem estabilidade financeira para fazer grandes compras.

    'As finanças públicas são resultado de políticas, então estamos esperando para ver se o novo governo e parlamentares trabalharão juntos para clarear a política orçamentária do país', disse.

    Marcos Fellipe, representante de vendas da companhia de produtos químicos, de defesa e aeroespacial IPI do Brasil, unidade local da empresa norte-americana Island Group Enterprises, disse ter esperança de que Bolsonaro afrouxará as restrições comerciais e atacará a burocracia.

    'Mas até agora, não vi nenhuma mudança', observou, acrescentando que, depois de participar de três edições da Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (Laad, na sigla em inglês), nunca viu uma mais vazia, o que atribuiu ao estado da economia brasileira.

    Pouco depois de tomar posse, Bolsonaro assinou um decreto tornando mais fácil a compra de armas -- uma medida que Fellipe achava que reforçaria seu negócio de munição. No entanto, ele disse que o movimento para afrouxar os controles de armas, que ele chamou de 'tímido', não teve nenhum efeito perceptível nas vendas.

    Um dos ganhadores imediatos do decreto de armas de Bolsonaro foi a fabricante brasileira de armas Taurus , cujas ações subiram antes da medida, mas desde então caíram.

    Falando na Laad na terça-feira, o presidente da Taurus, Salesio Nuhs, elogiou o governo Bolsonaro.

    'O Brasil está em uma fase melhor. Nós acreditamos que esse governo realmente vai trazer crescimento para o nosso país e nosso segmento, evidentemente, as coisas vão melhorar muito', disse ele à Reuters.

    Outros, no entanto, queriam de ver o Brasil se abrir mais, com novas propostas para empresas internacionais que tem sofrido para se consolida em toda a América Latina nos últimos anos.

    'Eu gostaria de ver mais negócios... e espero que o Brasil saia da crise para impulsionar esses projetos', disse Bernhard Brenner, vice-presidente executivo de marketing e vendas da Airbus Defence and Space.

    Ele acrescentou que ainda é cedo demais para saber se o foco de Bolsonaro em questões de defesa se traduzirá em melhores vendas.

    'Pergunte-me daqui a dois anos', disse.

    (Reportagem adicional de Sérgio Queiroz)

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    Ataque a mesquitas desgasta reputação de segurança e tolerância da Nova Zelândia

    (Reuters) - Um massacre a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia durante as orações desta sexta-feira horrorizou os moradores da nação do sul do Pacífico, conhecida por seus níveis baixos de violência armada e por sua reputação de segurança e tolerância.

    Foram mortas 49 pessoas e mais de 20 ficaram gravemente feridas nos ataques em Christchurch, disse o comissário da polícia neozelandesa, Mike Bush.

    Imagens de vídeo amplamente divulgadas em redes sociais, aparentemente gravadas por um atirador e publicadas ao vivo na internet durante o ataque, mostraram o agressor dirigindo até uma mesquita, entrando e atirando aleatoriamente nas pessoas em seu interior.

    'Está claro que isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista', disse a primeira-ministra, Jacinda Ardern, acrescentando ser um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia.

    'Muitos daqueles que teriam sido afetados por este ataque a tiros podem ser imigrantes para a Nova Zelândia. Eles podem até ser refugiados aqui. Eles decidiram fazer da Nova Zelândia seu lar, e ela é o seu lar'.

    O site de debates 8chan, conhecido por uma gama ampla de conteúdos, inclusive discursos de ódio, publicou uma postagem anônima que a conectava à transmissão ao vivo do atirador em uma das duas mesquitas e a um 'manifesto' criticando a imigração.

    O manifesto disse que inicialmente a Nova Zelândia não havia sido escolhida para o ataque, mas que foi identificada como um 'alvo rico de um ambiente como qualquer outro no Ocidente'.

    Um ataque na Nova Zelândia mostraria 'que nenhum lugar do mundo é seguro, que os invasores estão em todas as nossas terras, nas áreas mais remotas do mundo e que não há mais para onde ir que seja seguro e livre da imigração em massa', disse o manifesto.

    A Reuters não conseguiu confirmar a autenticidade do manifesto.

    Paul Buchanan, ex-analista de inteligência e de políticas de defesa hoje na consultoria 36th Parallel Assessments, disse que a ameaça de grupos neonazistas da Nova Zelândia é bem conhecida.

    'Christchurch tem uma comunidade de supremacistas brancos muito ativa, uma comunidade que atacou refugiados e pessoas de cor em diversas ocasiões ao longo dos últimos 20 anos', disse ele à Rádio Nova Zelândia.

    (Reportagem de Lincoln Feast em Sydney)

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    Pacote enviado a universidade escocesa é associado com bombas identificadas em Londres

    Por Michael Holden

    LONDRES (Reuters) - A polícia da Escócia detonou uma encomenda enviada a uma universidade escocesa nesta quarta-feira e disse estar ligando o incidente a três dispositivos enviados a grandes centros de transporte de Londres no dia anterior.

    A polícia disse ter conduzido uma explosão controlada do pacote enviado à Universidade de Glasgow.

    Pacotes postais brancos contendo pequenas bombas foram enviados aos aeroportos de Heathrow e da Cidade de Londres e à estação de trem de Waterloo --a mais movimentada da capital-- na terça-feira. Um dos dispositivos pegou fogo quando aberto, mas eles não deixaram nenhum ferido e os serviços continuaram normalmente nos três centros.

    “Devido a semelhanças no pacote, suas marcas e o tipo do dispositivo que foi recuperado em Glasgow, nós o estamos tratando como sendo conectado com os três pacotes que estamos investigando em Londres”, disse o comandante Clarke Jarrett do comando antiterrorismo de Londres.

    “Estamos trabalhando muito de perto com nossos colegas da polícia da Escócia e as duas investigações estão sendo conduzidas em ligação.”

    O coordenador nacional do policiamento antiterrorista britânico, Dean Haydon, disse a repórteres mais cedo nesta quarta-feira que os dispositivos enviados em Londres eram pequenos e não tinham o objetivo de matar, mas que exigiam algum conhecimento especializado para sua fabricação. Não houve nenhuma reivindicação de responsabilidade.

    Os pacotes foram enviados da República da Irlanda e a polícia irlandesa também está ajudando na investigação.

    “No momento, não há nada que indique a motivação, o remetente ou uma ideologia”, disse Haydon.

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    EXCLUSIVO-Agentes ligados ao Kremlin ajudam a proteger Maduro na Venezuela, dizem fontes

    Por Maria Tsvetkova e Anton Zverev

    MOSCOU (Reuters) - Agentes contratadas pela Rússia para missões militares secretas se dirigiram nos últimos dias à Venezuela para reforçar a segurança do presidente Nicolás Maduro, que enfrenta protestos de oposicionistas apoiados pelos Estados Unidos, de acordo com duas pessoas próximas a essas companhias.

    Uma terceira fonte próxima aos russos também disse à Reuters haver um grupo de pessoas contratados por Moscou na Venezuela, mas não pôde precisar quando chegaram ou qual função iriam cumprir.

    A Rússia, que tem apoiado o governo socialista de Maduro com bilhões de dólares, prometeu nesta semana manter-se leal a ele depois de o líder oposicionista Juan Guaidó ter se autoproclamado presidente interino, com o respaldo de Washington.

    Trata-se da mais recente crise internacional a contrapor as superpotências mundiais, com os EUA e a Europa apoiando Guaidó, enquanto Rússia e China defendem a não interferência.

    Yevgeny Shabayev, líder de um braço local de um grupo paramilitar ligado aos terceirizados russos, disse saber da existência de cerca de 400 russos contratados para atuar na Venezuela. Mas as outras fontes falaram em grupos menores.

    O Ministério da Defesa russo e o Ministério da Informação venezuelano não responderam a pedidos de comentário sobre as empresas contratadas. Mas o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou: “não temos tal informação”.

    Os terceirizados estão associados ao chamado grupo Wagner, cujos membros, a maioria ex-agentes de segurança, já combateram clandestinamente em apoio às forças russas na Síria e na Ucrânia, de acordo com entrevistas feitas pela Reuters com dezenas de contratados, seus amigos e parentes.

    Uma pessoa que acredita-se trabalhar para o grupo Wagner não respondeu a uma mensagem com pedidos de informação.

    Ao citar contatos no aparato de segurança russo, Shabayev disse que o contingente que voou para a Venezuela se dirigiu ao país no início da semana, um ou dois dias antes de começarem os protestos da oposição.

    Ele disse que os terceirizados partiram em dois aviões fretados para Havana, em Cuba, onde foram transferidos para voos comerciais em direção à Venezuela. O governo cubano, que pelas duas últimas décadas tem sido um aliado próximo do governo socialista venezuelano, não respondeu a pedidos de comentário.

    A tarefa dos terceirizados russos na Venezuela seria proteger Maduro de qualquer tentativa de prendê-lo por parte de simpatizantes da oposição infiltrados nas forças de segurança, disse Shabayev. “Nosso pessoal está lá para sua proteção direta”, disse.

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    Forças do Quênia matam militantes que atacaram hotel em Nairóbi

    Por Duncan Miriri e Omar Mohammed

    NAIRÓBI (Reuters) - Forças de segurança do Quênia eliminaram os militantes que invadiram um hotel luxuoso deixando ao menos 14 mortos, em um ataque reivindicado pelo grupo islâmico somali Al Shabaab, afirmou o presidente Uhuru Kenyatta nesta quarta-feira.

    Mais de 700 civis foram retirados com segurança do hotel dusitD2, acrescentou, após o ataque que fez lembrar uma ação de 2013 contra um shopping que deixou 67 mortos em Nairóbi.

    “A operação de segurança no complexo dusit foi encerrada e todos os terroristas eliminados. A partir desse momento, podemos confirmar que 14 vidas inocentes foram perdidas nas mãos desses terroristas assassinos”, disse Kenyatta.

    O presidente não especificou quantos agressores participaram do aterrorizador ataque de 20 horas de duração. Depois, imagens de câmeras de segurança mostraram ao menos quatro participantes.

    “Com os meios disponíveis para os serviços de segurança e braços judiciais, continuaremos a tomar todos os passos para tornar nossa nação inóspita para grupos terroristas e suas redes”, acrescentou Kenyatta, filho do fundador do Quênia.

    O país do leste da África é um centro para expatriados que tem frequentemente sido alvo de ataques do Al Shabaab por enviar tropas para proteger o fraco e apoiado pela ONU governo da Somália.

    O ataque contra o hotel dusitD2 começou pouco depois das 15h de terça-feira com uma explosão no estacionamento, seguida por uma explosão suicida no saguão do prédio, segundo a polícia.

    Ao menos dois grupos de pessoas ainda estavam presos no complexo no amanhecer desta quinta-feira e a troca de tiros continuava.

    Entre as vítimas estão 11 quenianos, um norte-americano e um britânico, segundo funcionários de um necrotério. Duas vítimas não foram identificadas.

    De acordo com o site do complexo onde fica o hotel, o local abriga escritórios de companhias internacionais incluindo a Colgate Palmolive, Reckitt Benckiser, Pernod Ricard, Dow Chemical e SAP, assim como o hotel dusitD2, parte do grupo tailandês de hotéis Dusit Thani.

    O Quênia também é base para centenas de diplomatas, funcionários de auxílio humanitário, empresários e outros que operam na região.

    (Reportagem adicional de Katharine Houreld, John Ndiso, Humphrey Malalo, David Lewis, Hereward Holland e George Obulutsa)

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    Moro autoriza envio de Força Nacional ao Ceará para combater criminalidade

    (Reuters) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, determinou nesta sexta-feira o envio de 300 homens e 30 viaturas da Força Nacional de Segurança Pública ao Ceará para apoiar a polícia cearense no combate ao crime após recentes episódios de violência, informou o ministério.

    Além do envio da Força Nacional, o ministro colocou a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e o Departamento Penitenciário Nacional à disposição para apoiar as forças policiais estaduais.

    'A decisão foi tomada após os episódios de violência registrados e à dificuldade das forças locais combaterem sozinhas o crime organizado', disse o ministério em nota.

    'Também foram consideradas a gravidade dos fatos, a necessidade de manutenção da segurança pública e o dever das forças policiais federais e estaduais de, por ação integrada, proteger a população civil e o patrimônio público e privado de novos incidentes', acrescenta a nota, que informa ainda que o prazo de atuação da Força Nacional poderá ser prorrogado caso necessário.

    O envio das tropas ao Ceará, a primeira medida do tipo determinada pelo ex-juiz federal Moro desde que assumiu o comando do ministério, foi tomada em resposta à solicitação do governo do Ceará, em consequência de uma onda de violência.

    Diversos ataques foram registrados na madrugada desta sexta-feira, inclusive a delegacias e agências bancárias, na região da Grande Fortaleza e em cidades do interior do Estado, segundo reportagens, e também houve um ataque contra um viaduto em uma rodovia do Estado, que corre o risco de desabar.

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    Ameaças contra Bolsonaro continuam e decisão sobre carro aberto será no dia da posse

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, afirmou nesta terça-feira que as ameaças contra o presidente eleito Jair Bolsonaro continuam 'vivas' e que a decisão de usar ou não um carro aberto na posse do novo governo será tomada no dia da cerimônia.

    Etchegoyen observou que apenas um caso de ameaça contra Bolsonaro foi esclarecido até o momento, em referência a uma operação da Polícia Federal que cumpriu mandados no Rio de Janeiro.

    'Toda ameaça só deixa de ser ameaça quando é plenamente esclarecida. Se ameaças ainda não foram, são ameaças vivas, é dessa forma que tratamos', defendeu o ministro durante entrevista nesta terça.

    Etchegoyen não quis informar qual o tamanho do efetivo de segurança que será empregado durante a cerimônia, ou se serão usados atiradores de elite, mas confirmou que será maior que em posses anteriores.

    'Cada presidente, cada circunstância é uma avaliação de risco. Nós nunca tivemos um presidente que sofreu tentativa de assassinato, isso sugere cautela', admitiu.

    As barreiras de segurança e as restrições de acesso serão maiores que em anos anteriores. Serão montadas barreiras com revista pessoal, detectores de metal e pórticos em quatro posições ao longo da Esplanada dos Ministérios. O acesso só poderá ser feito a pé, a partir da Rodoviária que fica no início da Esplanada.

    A segurança também determinou que será proibido o acesso com objetos como bolsas e mochilas, carrinhos de bebê, máscaras, garrafas --mesmo plásticas-- guarda-chuvas e outros mais óbvios, objetos cortantes, apontadores de laser e armas de fogo.

    Etchegoyen negou que seja possível usar bloqueadores de celular durante a posse. 'O que vai ser bloqueado serão os sinais com frequências eletromagnéticas de controle de drones, que não serão autorizados, de nenhuma natureza, e as chamadas frequências piratas, clandestinas', afirmou.

    A Esplanada será fechada à zero hora do dia 30 e só será reaberta às 8h do dia 2 de janeiro, em um bloqueio de 80 horas. Não haverá expediente no dia 31 e as forças de segurança começarão a ocupar os espaços já no dia 30.

    Segundo o ministro, não há ainda uma avaliação precisa de quantas pessoas são esperadas na Esplanada dos ministérios, mas a expectativa é de entre 250 mil e 500 mil pessoas. Nos anos recentes, a posse que reuniu o maior número de pessoas foi a primeira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. A estimativa da Polícia Militar à época foi de 200 mil pessoas presentes.

    As questões de segurança e de espaço também irão limitar, segundo o general Augusto Heleno, futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional, os convites para a cerimônia no Palácio do Planalto.

    'Temos uma restrição de espaço no Planalto que tem de ser considerada. Estamos prevendo que é impossível convidar todos os parlamentares. A idéia é convidar os líderes dos partidos', informou, acrescentando que os senadores, por serem considerados uma 'entidade única', devem ser convidados todos. Já no Itamaraty, está prevista a presença de 2 mil a 2,5 mil pessoas.

    De acordo com o embaixador Carlos França, que vem coordenando o cerimonial da posse, estão confirmados até o momento nove chefes de Estado, dois vice-presidentes, oito chanceleres e dois altos dirigentes de organizações internacionais. Entre eles, Mike Pompeo, secretário de Estado dos Estados Unidos, que deverá chefiar a comitiva norte-americana.

    A previsão no dia 1º é que o presidente eleito saia da Granja do Torto, onde está morando provisoriamente, às 14h e comece o desfile na Esplanada dos Ministérios --em carro aberto ou fechado-- às 14h30. A cerimônia de posse no Congresso Nacional está marcada para às 15h.

    Depois do Congresso, Bolsonaro sobe a rampa do Palácio do Planalto, recebe a faixa presidencial do presidente Michel Temer no Parlatório e discursa em seguida.

    Já Temer, ao deixar o Planalto rumo a São Paulo, não decidiu ainda se descerá a rampa, como fez Lula em 2011, ao entregar o governo para Dilma Rousseff, ou sairá por uma porta lateral, como fez Fernando Henrique Cardoso, em 2003, na posse de Lula.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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