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    Morre soldado do Exército ferido em operação em favelas do Rio

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um soldado do Exército que ficou ferido por disparo de arma de fogo na segunda-feira durante operação contra o tráfico de drogas em favelas do Rio de Janeiro morreu na tarde desta quarta-feira em decorrência do ferimento, informou o Comando Militar do Leste (CML), o que eleva para três o número de militares mortos na ação.

    O soldado havia sofrido um ferimento na perna considerado inicialmente de média complexidade, o que levou os militares a dizerem na segunda-feira que ele não corria risco de morte.

    O quadro clínico do soldado, no entanto, sofreu uma 'evolução indesejável' que resultou em sua morte, de acordo com o CML, que é responsável por implementar a intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro.

    A confirmação da morte aumenta para três os números de militares mortos na operação nos Complexos do Alemão, da Penha e da Maré no contexto da intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio. As mortes foram as primeiras de militares das Forças Armadas desde o início da intervenção, há seis meses.

    A operação, segundo os militares, também resultou nas mortes de cinco suspeitos e na prisão de mais de 70 pessoas, além da apreensão de armas, munições e drogas.

    Há seis meses o presidente Michel Temer decretou uma intervenção federal na segurança pública do Rio devido à crise de violência no Estado.

    Desde o início da intervenção, tanto o número de assassinatos como o número de pessoas mortas em confrontos com a polícia subiram, colocando em dúvida a eficiência da estratégia, criticada por depender de táticas militares, pela falta de transparência e por ter metas incertas.

    Cerca de 64 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2017, e a violência tem se tornado uma questão-chave para as eleições presidenciais de outubro.

    (Por Pedro Fonseca)

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    Números de assassinatos e mortos em confrontos com polícia crescem no Rio após 6 meses de intervenção

    Por Gabriel Stargardter

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Seis meses após o governo enviar forças federais para assumirem controle da segurança no Estado do Rio de Janeiro, os números de assassinatos e de pessoas mortas em confrontos com a polícia aumentaram, segundo dados oficiais, levantando dúvidas sobre as estratégias utilizadas.

    O presidente Michel Temer anunciou em 16 de fevereiro medidas de emergência autorizando que o Exército assumisse comando de forças policiais no Estado do Rio, onde grupos criminosos rivais e milícias impulsionaram um aumento acentuado na violência.

    Nos primeiros seis meses da intervenção federal, no entanto, houve 3.479 assassinatos no Estado, um aumento de quase 5 por cento em relação ao mesmo período no ano passado, de acordo com dados oficiais do Estado.

    Entre fevereiro e o final de julho, 738 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia, indicam dados examinados pela Reuters, em aumento de 35 por cento em relação ao ano anterior. Entre fevereiro e o mês passado, 16 policiais foram mortos, um a menos que no período em 2017.

    “É muito preocupante um cenário em que os indicadores mais sensíveis estão piorando, com uma política de segurança voltada para o aprofundamento disso, que causa insegurança, que são confrontos, tiroteios e barulhos de armas nas ruas”, disse Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, no Rio.

    A crescente violência se tornou uma questão importante para as eleições de outubro, com candidatos de todo o espectro político buscando mostrar suas credenciais de combate ao crime e apelar para um eleitorado farto de uma economia fraca e corrupção endêmica.

    Embora pesquisas de opinião indiquem que a maior parte das pessoas no Rio é a favor da intervenção federal, poucas percebem grandes melhorias desde seu começo e a intervenção tem sido amplamente criticada por uma falta de transparência e por metas pouco claras.

    Em comunicado, o gabinete de intervenção federal destacou que estatísticas de crime caíram, como roubo de carros e de carga, acrescentando que “a tendência é que a redução dos índices continue nos próximos meses”.

    Em entrevista antes da data de seis meses, o porta-voz da intervenção federal, Roberto Itamar, disse que grande parte do trabalho do governo foi focado em consertos administrativos e logísticos que levarão mais tempo para serem percebidos.

    Ele acrescentou que a parte mais difícil do trabalho do governo no Estado é reparar relações entre a população e a polícia.

    “Ao longo de alguns anos pra cá (as relações) tem se enfraquecido”, disse. “Tem que ser uma construção de uma confiança mútua”.

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    Em ataque contra críticos, Trump ameaça retirar autorizações de segurança de ex-autoridades

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - A Casa Branca ameaçou nesta segunda-feira retirar autorizações de segurança de seis ex-autoridades da inteligência e da segurança dos Estados Unidos, incluindo o diretor da CIA na era Obama, John Brennan, conforme o presidente Donald Trump considera atacar de volta críticos a respeito de seu encontro na semana passada com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

    A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o governo Trump também está considerando retirar autorizações de segurança do ex-diretor do FBI James Comey, um crítico de Trump demitido no ano passado.

    O ex-diretor da Inteligência Nacional James Clapper, o ex-diretor da Agência de Segurança Nacional Michael Hayden, a ex-assessora de segurança nacional do presidente Barack Obama, Susan Rice, e o ex-vice-diretor do FBI Andrew McCabe também podem perder suas autorizações, afirmou Sanders.

    Após Trump dar credibilidade na cúpula em Helsinque para as negações de Putin sobre envolvimento russo na eleição presidencial norte-americana de 2016 apesar de conclusões da comunidade de inteligência dos EUA, Brennan chamou os comentários de Trump de “nada menos que traidores”. Em publicação no Twitter no dia 16 de julho, Brennan acrescentou que “não somente os comentários de Trump foram tolos, ele está completamente no bolso de Putin”.

    “Acusar o presidente dos Estados Unidos de atividades traidoras quando você possui o nível mais alto de autorizações de segurança, quando você é a pessoa que mantém os segredos mais sagrados, mais profundos da nação em suas mãos e você faz acusações falsas contra o presidente dos Estados Unidos, ele (o presidente) acha que isto é algo para ficar muito preocupado. E nós estamos explorando quais são estas opções e o que isto parece”, disse Sanders.

    Perguntada se Trump está punindo as ex-autoridades por conta de suas críticas, Sanders disse: “Não, eu acho que vocês estão criando suas próprias histórias nisto”.

    Clapper chamou a possibilidade de retirada de autorizações de segurança de “somente uma coisa muito, muito mesquinha a se fazer”.

    “Há um processo legal para fazer isto, mas você sabe que eu acho que legalmente o presidente possui este privilégio”, disse Clapper à CNN. “Ele pode suspender ou revogar autorizações conforme achar melhor, e acho que ele escolher fazer isto por razões políticas, bem, eu acho que isto é um precedente terrível. E este é um comentário muito triste. E isto é um abuso do sistema”.

    Muitas ex-autoridades dos EUA mantêm suas autorizações de segurança após deixarem funções no governo porque continuam aconselhando suas antigas agências ou porque isto é uma condição de emprego como terceirizados ou consultores para o governo.

    A CIA e o gabinete de Inteligência Nacional, que supervisiona todas as agências de inteligência dos EUA, disseram que não tinham comentários sobre a ameaça da Casa Branca.

    Sanders disse que Trump está “explorando os mecanismos” para remover as autorizações de segurança e disse que estas autoridades se tornaram “politizadas e em alguns casos monetizaram seus serviços públicos e autorizações de segurança, fazendo acusações infundadas de contatos impróprios com a Rússia ou influências pela Rússia”.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu, Eric Beech, Jonathan Landay e Warren Strobel)

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    Macron demite guarda-costas filmado espancando manifestante

    Por Jean-Baptiste Vey e Michel Rose

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, demitiu o chefe de sua equipe de segurança pessoal nesta sexta-feira, mas enfrentou críticas por não ter agido antes, depois da divulgação de um vídeo que mostra o guarda-costas se passando por policial e espancando um manifestante fora do horário de trabalho em maio.

    Inicialmente Alexandre Benalla recebeu uma suspensão de 15 dias por causa do incidente, ocorrido quando ele compareceu aos protestos de 1º de maio com um capacete de tropa de choque e insígnias da polícia.

    Fontes judiciais disseram à Reuters que o guarda-costas --que poucos dias atrás foi visto em público ajudando a organizar a segurança para as comemorações do retorno da seleção de futebol campeã do mundo-- está detido pela polícia no momento.

    Parlamentares iniciaram um inquérito sobre o incidente, a leniência da punição inicial de Benalla e a omissão das autoridades por não denunciá-lo imediatamente ao Judiciário.

    Na filmagem, divulgada na quarta-feira pelo jornal Le Monde, Benalla é visto arrastando uma mulher para longe de um protesto e mais tarde espancando um manifestante. Nesta sexta-feira a mídia francesa divulgou um segundo vídeo que mostra Benalla usando força contra uma mulher.

    O gabinete de Macron refutou as acusações de que só reagiu porque os vídeos de quase três meses atrás vieram a público, dizendo que agora se tomou a decisão de demitir Benalla porque o guarda-costas obteve um documento de forma indevida enquanto tentava se defender das acusações.

    'Novos fatos que poderiam constituir um delito de Alexandre Benalla foram levados ao conhecimento do presidente', disse um funcionário do palácio presidencial à Reuters. 'Como resultado... a Presidência decidiu iniciar o processo de demissão de Alexandre Benalla.'

    Mas críticos de Macron classificaram sua reação lenta ao incidente como mais um sinal de que ele está desconectado da realidade.

    O caso vem na esteira de polêmicas ligadas a gastos do governo com peças de louça oficial, uma piscina em um retiro presidencial e comentários ásperos de Macron a respeito dos custos da assistência social.

    Partidos da oposição repudiaram a maneira como a Presidência tratou do caso, exigindo saber por que o incidente não foi encaminhado prontamente às autoridades judiciais. Depois de horas de debate na câmara baixa na quinta-feira, parlamentares concordaram em iniciar um inquérito sobre o caso.

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