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    Senado dos EUA fará votação para tentar encerrar paralisação do governo e impasse sobre muro

    Por Richard Cowan e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos deu um passo na terça-feira em direção a uma solução para a paralisação parcial do governo que já dura um mês, mas ainda não há sinal de alívio imediato para os 800 mil funcionários federais forçados a tirar licenças ou que estão trabalhando sem receber salário.

    O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, abriu caminho para votar na quinta-feira uma proposta democrata para financiar o governo durante três semanas, que não inclui os 5,7 bilhões de dólares exigidos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a construção de um muro na fronteira com o México.

    Trump já se opôs a legislações semelhantes aprovadas pela Câmara dos Deputados.

    Anteriormente, McConnell disse que não consideraria um projeto de lei orçamentário que Trump se recusasse a sancionar.

    O líder do Senado disse que também colocará a voto na quinta-feira uma proposta de Trump para encerrar a paralisação que inclui recursos para o muro de fronteira e assistência para os chamados “sonhadores”, pessoas levadas ilegalmente aos Estados Unidos quando crianças.

    No entanto, é improvável que o plano seja aprovado no Senado, e tem ainda menos chances na Câmara dos Deputados, controlada por democratas.

    Democratas têm dito que não irão trocar uma restauração temporária da proteção dos imigrantes contra a deportação por um muro de fronteira permanente que vêem como ineficaz. Em 2017, Trump deu passos para encerrar a proteção dos sonhadores, desencadeando uma briga jurídica.

    Entretanto, a ação do Senado pode abrir caminho para o tipo de negociação bipartidária que será necessária para encerrar a paralisação que começou em 22 de dezembro. Norte-americanos têm amplamente culpado Trump pela paralisação, agora a mais longa da história dos EUA.

    Funcionários federais afetados estão enfrentando dificuldades para pagar as contas no final do mês.

    Uma fonte do governo Trump disse na terça-feira que o presidente ainda pretende realizar o seu discurso de Estado da União no dia 29 de janeiro, apesar da presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, a principal democrata dos EUA, ter sugerido que ele adiasse a cerimônia devido à paralisação.

    O pedido parecia capaz de resultar em um novo confronto entre Trump e Nancy, dias antes do presidente se recusar a deixar Nancy usar um avião militar dos EUA para fazer uma viagem, horas antes de ela embarcar.

    Assessores de Nancy não responderam a pedidos por comentários sobre se o convite de Trump para falar será válido.

    (Reportagem de Richard Cowan e Jeff Mason; Reportagem adicional de Susan Cornwell, Colette Luke e Sarah N. Lynch)

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    Candidatura de Simone Tebet não divide MDB, diz partido

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidatura da líder Simone Tebet (MDB-MS) à presidência do Senado anunciada na véspera não divide o MDB, afirmou nota divulgada pelo partido nesta terça-feira.

    Simone, que até então vinha se movimentando de forma discreta na disputa pelo comando do Senado, confirmou sua candidatura na segunda-feira e se posicionou como uma forte concorrência ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), que também atua para conseguir o posto.

    'O MDB vê com satisfação o lançamento da candidatura da senadora Simone Tebet para a presidência do Senado. O partido tem bons candidatos e vai colocá-los para avaliação da bancada', diz a nota.

    'Em nenhum momento, esta candidatura divide o MDB', avalia.

    A nota destaca que o nome da senadora foi o único oficialmente apresentado até o momento e lembra que Renan ou outros nomes ainda não se posicionaram.

    Também por meio de nota em que confirma sua candidatura à presidência do Senado, Tebet ressalta o papel do Senado em um momento em que o Congresso poderá votar temas polêmicos como a reforma da Previdência.

    'Coloco minha candidatura em defesa da independência, da autonomia, da soberania do Senado, que será a ponte de travessia para todas as saídas econômicas, sociais, regionais e políticas para o país', disse a senadora.

    Em campanha aberta pelo posto já desde o ano passado, Renan enfrenta certa resistência entre aliados do governo, mas tem desenhado um alinhamento à nova gestão, apesar da candidatura ao posto do deputado federal e senador eleito Major Olímpio (PSL-SP). Por isso mesmo, vêm prometendo apoio à reforma da Previdência, carro-chefe da área econômica do governo, e não são raras as declarações favoráveis a integrantes do governo, principalmente ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Apesar de toda sua movimentação, Renan ainda insiste que não deseja o cargo e que sua candidatura depende da bancada do partido.

    'Não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente', disse Renan na terça-feira no Twitter. 'Já fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão caberá à bancada, e temos outros nomes.'

    A bancada do MDB deve se reunir entre os dias 29 e 31 de janeiro para discutir as candidaturas de seus integrantes e os postos que pretende ocupar na Mesa do Senado.

    Por se tratar da maior bancada da Casa, o MDB tem preferência na indicação de um nome para comandar a Casa, mas não são impedidas candidaturas de outras legendas. Dentro do partido já foram ventilados alguns nomes para a disputa além de Tebet e Renan, como o dos senadores Eduardo Braga (AM) e Fernando Bezerra Coelho (PE).

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Toffoli derruba liminar e determina eleição secreta para presidente do Senado

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, derrubou na noite de quarta-feira liminar do ministro da corte Marco Aurélio que determinava votação aberta na eleição para a presidência do Senado, mantendo eleição secreta para a escolha do futuro presidente da Casa.

    Toffoli acatou pedido apresentado pela Mesa do Senado contra a liminar de Marco Aurélio afirmando que a votação aberta representaria uma 'modificação repentina da forma como a eleição da mesa diretiva regimentalmente vem se realizando ao longo dos anos', e lembrando que ele próprio havia decido mais cedo pela realização de votação aberta para a eleição do presidente da Câmara.

    'Neguei a liminar postulada, mantendo a norma regimental de eleição da Mesa Diretiva da Câmara (que igualmente prevê o escrutínio secreto), pelo que, também em face da necessária harmonia, e muitas vezes simetria, que deve reger as atividades das Casas que compõem o Congresso Nacional, mostra-se relevante a concessão da medida liminar pleiteada, até apreciação pelo plenário desta Suprema Corte', disse o ministro em sua decisão.

    A liminar do ministro Marco Aurélio que determinava a votação aberta para o comando do Senado fora concedida em dezembro em atendimento a pedido apresentado à corte pelo senador Lasier Martins (PSD-RS), que tem intenção de concorrer ao posto.

    As eleições para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado estão marcadas para o início de fevereiro.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Senado dos EUA aprova texto orçamentário sem financiamento para muro de fronteira

    Por Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos aprovou na quarta-feira legislação para financiar diversas agências federais até 8 de fevereiro e evitar uma paralisação parcial do governo, mas não incluiu os 5 bilhões de dólares para um muro de fronteira entre o país e o México que o presidente norte-americano, Donald Trump, tem exigido.

    Por votação oral, o Senado aprovou a medida e a enviou à Câmara dos Deputados, onde precisa ser aprovada antes de meia-noite de sexta-feira, quando acaba o financiamento atual de diversas agências federais, incluindo do Departamento de Segurança Interna.

    De acordo com o projeto de lei, os gastos permanecerão no mesmo nível para cerca de 25 por cento dos programas geridos por Washington.

    Se aprovado pela Câmara dos Deputados e sancionado por Trump, o texto forçará os novos integrantes do Congresso a começarem 2019 enfrentando ainda outra disputa sobre orçamento e segurança de fronteira.

    Ao adiar decisões de longo prazo sobre gastos de agências que também incluem os Departamentos de Justiça, Comércio, Interior e Agricultura, democratas estarão, de certa forma, em uma posição mais forte para negociar no próximo ano quando assumirem a maioria da Câmara dos Deputados.

    Democratas e muitos republicanos têm questionado o sentido de dar a Trump 5 bilhões de dólares este ano para construir o muro --que custaria no total 24 bilhões de dólares-- que eles argumentam ser menos efetivo para proteger a fronteira do que o uso de uma série de ferramentas já disponíveis.

    Na terça-feira, a Casa Branca disse que buscará fundos governamentais apropriados para direcionar à construção do muro, já que o Congresso não estava cooperando com seu pedido pelos recursos.

    A afirmação reconheceu que o Congresso provavelmente não financiaria o muro e marcou uma mudança na retórica dura assumida por Trump na semana passada, quando o presidente afirmou que teria 'orgulho' em paralisar o governo devido ao financiamento do muro.

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    Arábia Saudita rejeita resoluções do Senado dos EUA sobre Khashoggi e Iêmen

    RIAD (Reuters) - A Arábia Saudita rejeitou nesta segunda-feira resoluções do Senado dos Estados Unidos que pedem o fim do apoio militar norte-americano à guerra no Iêmen e culpam o príncipe herdeiro do reino, Mohammed bin Salman, pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, dizendo que se baseiam em alegações infundadas.

    As resoluções aprovadas na quinta-feira foram uma repreensão rara do Senado ao presidente dos EUA, Donald Trump, mas essencialmente simbólicas. Para se tornarem leis, elas precisariam passar pela Câmara dos Deputados, cujos líderes republicanos barraram toda e qualquer legislação concebida para repreender os sauditas.

    'O reino rejeita categoricamente qualquer interferência em seus assuntos internos, toda e qualquer acusação, de qualquer forma, que desrespeite sua liderança... e quaisquer tentativas de minar sua soberania ou diminuir sua estatura', disse um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

    Khashoggi, íntimo dos círculos do poder que se tornou crítico do príncipe Mohammed e passou a escrever para o jornal Washington Post depois de se mudar para os EUA no ano passado, foi morto dentro do consulado saudita em Istambul no início de outubro. Autoridades sauditas rejeitaram as acusações de que o príncipe herdeiro ordenou seu assassinato.

    O crime provocou revolta mundial e prejudicou a reputação internacional do príncipe Mohammed, de 33 anos, o líder de fato do reino, que está impulsionando reformas econômicas e sociais no maior exportador de petróleo do mundo.

    A Arábia Saudita também tem sido cada vez mais questionada pelas mortes de civis e uma crise humanitária no Iêmen, onde apoia o governo reconhecido internacionalmente contra rebeldes houthis alinhados ao Irã em uma guerra civil de quase quatro anos.

    Em conversas mediadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Suécia na semana passada, as partes em conflito concordaram com um cessar-fogo local para tentar evitar mais mortes na cidade portuária de Hodeidah, que é vital para as remessas de alimentos e ajuda humanitária.

    Oponentes das resoluções do Senado dos EUA querem manter o relacionamento entre Washington e Riad, que consideram um resposta essencial a Teerã no Oriente Médio.

    Autoridades norte-americanas também veem o apoio saudita como um pilar do plano de paz para israelenses e palestinos ainda a ser debatido pelo governo Trump, e argumentaram que suspender o apoio dos EUA pode complicar os esforços de pacificação no Iêmen.

    O comunicado saudita disse que o reino 'espera não se arrastado para debates políticos internos nos Estados Unidos da América para evitar quaisquer ramificações nos laços entre os dois países que poderiam ter impactos negativos significativos nesta parceria estratégica importante'.

    (Por Mohamed El-Sherif)

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    Eunício diz que votar cessão onerosa sem acordo pode 'destruir' projeto

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), reiterou nesta quinta-feira que não colocará em votação o projeto relativo à cessão onerosa enquanto não houver um entendimento com o governo federal sobre a divisão de parte dos recursos para Estados e municípios, e que o caminho é buscar uma negociação.

    A declaração, somada à de lideranças na Casa durante a semana, joga água fria nas expectativas de votação da matéria ainda este ano, mesmo com a tramitação em regime de urgência e toda a pressão para que seja votada.

    Segundo Eunício, se a matéria for colocada em votação no Senado sem um entendimento prévio, serão aprovadas emendas que irão “destruir” o projeto como um todo.

    Eunício relatou que uma das emendas prevê a distribuição de 100 por cento dos recursos para os entes da Federação. As discussões que vinham sendo tocadas abordavam parcelas do fundo social ou dos bônus de assinatura, já abatida a parte a que a Petrobras tem direito.

    “Eu sei que se eu colocar a matéria em votação as emendas serão aprovadas, eu não tenho dúvida, porque eu conheço o plenário já há bastante tempo, e isso vai destruir esse projeto como um todo”, disse Eunício a jornalistas.

    “Se eu votar essa matéria hoje vou criar mais problema do que solução”, resumiu.

    O acordo esperado pelo senador passaria pela edição de uma medida que formalizasse a divisão entre Estados e municípios. O plenário, por sua vez, aprovaria o projeto da cessão onerosa sem qualquer alteração, para que seguisse diretamente à sanção presidencial.

    Mas a solução esbarra, segundo Eunício, no atual ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que vê dificuldades em editar um texto com a repartição sem que ele afete o teto de gastos.

    Eunício chegou a citar, durante a entrevista, que os recursos dos royalties não estariam sujeitos à regra do teto dos gastos.

    “Sou municipalista, defendo uma Federação de verdade e acho que tem que ser partilhado... assim como sou contra que as contribuições criadas ainda pelo presidente Fernando Henrique Cardoso não sejam distribuídas com Estados e municípios”, argumentou o presidente do Senado.

    “O Artigo 20 da Constituição diz exatamente isso, que royalties não pertencem a um Estado brasileiro, não pertencem a uma estatal brasileira”, disse. “Está na Constituição, é obrigatório, inclusive não entra em nenhum tipo de teto.”

    TELECOM

    O presidente do Senado afirmou, ainda, que vai tentar colocar em votação o projeto das agências reguladoras da forma que era no Senado, antes de ter passado por mudanças na Câmara, e garantiu que o Orçamento será votado ainda neste ano.

    A ideia, explicou o senador, é colocar o projeto em votação e tentar aprovar uma emenda para suprimir dispositivo acrescentado pela Câmara.

    “Ou faço isso ou também não colocarei em votação se tiver risco de esse projeto ser descaracterizado.”

    O senador também se disse desconfortável em colocar em votações projeto com novo marco regulatório do setor de Telecomunicações. Segundo ele, há divergências entre o atual e o próximo governo sobre o texto.

    “Eu não quero ser o pivô dessa divergênca”, disse Eunício.

    ORÇAMENTO

    O presidente do Senado e do Congresso Nacional garantiu ainda que a votação do Orçamento de 2019 ocorrerá ainda neste ano, mas não deve ocorrer já na próxima semana, como esperavam os parlamentares da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

    Na próxima semana deve haver uma sessão conjunta do Congresso Nacional para limpar a pauta --há projetos e vetos que aguardam deliberação. E na semana seguinte deve ocorrer uma nova sessão para a votação do Orçamento, que ainda depende de análise na CMO.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Senado aprova texto-base de projeto sobre distrato imobiliário

    SÃO PAULO (Reuters) - O plenário do Senado aprovou na noite de terça-feira o texto-base do projeto de lei que regula direitos e deveres nos casos de rompimento de contratos de compra de imóveis, o chamado 'distrato', uma antiga demanda da indústria de construção.

    Segundo a Agência Senado, a votação foi interrompida após a aprovação do texto-base e deve ser retomada nesta quarta-feira, com a análise de emendas aprovadas no início do mês pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). [nL2N1XI1OF]

    O texto prevê que 50 por cento do valor pago pelo comprador seja retido pela construtora se o imóvel estiver dentro do regime conhecido como patrimônio de afetação, no qual é criada uma empresa para tocar o projeto com patrimônio separado da construtora. Em outros casos, a penalidade será de 25 por cento.

    Senadores favoráveis argumentam que o projeto atualiza as regras de venda de imóveis residenciais no país, dando segurança jurídica às construtoras e aos consumidores na hora da negociação.

    Por outro lado, há parlamentares que consideraram o texto mais favorável às empresas, sendo necessário mais equilíbrio, uma vez que permite que construtoras atrasem por até seis meses, sem qualquer ônus, a entrega dos imóveis aos compradores, enquanto podem reter até metade do valor pago pelo consumidor caso ele desista da aquisição, segundo a agência.

    Além disso, o comprador que desistir do negócio poderá reaver o valor pago somente após 180 dias do distrato ou, se houver patrimônio de afetação, após 30 dias da obtenção do “habite-se” da construção.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Bem-vista até por bolsonaristas, Simone Tebet vira opção de 'equilíbrio' para presidir Senado

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A líder do MDB do Senado, Simone Tebet (MS), começou a ser vista como uma opção de equilíbrio para presidir a Casa a partir de fevereiro de 2019, em um cenário de forte renovação no Parlamento evidenciada pela derrota de caciques nas urnas e a ascensão de forças ligadas ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), favorito nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto.

    Mesmo sem ter feito gesto público de interesse de disputar o cargo, Simone passou a ser abordada após o primeiro turno por colegas do MDB e de outros partidos, como PSDB e PDT, como um potencial nome para comandar o Senado no início do mandato do próximo presidente da República, segundo relatou à Reuters uma fonte com conhecimento das tratativas.

    A senadora é bem vista até por apoiadores de Bolsonaro, disse outra fonte ligada ao candidato do PSL à Reuters, sendo considerada como um nome mais palatável dentro do MDB para presidir o Senado. Uma eventual escolha dela --em votação secreta-- respeitaria a tradição da Casa de eleger como presidente o partido de maior bancada. O MDB, apesar de baixas no primeiro turno, ainda se manterá como a principal do Senado em fevereiro, com 12 senadores.

    O MDB no Mato Grosso do Sul, diretório ao qual a senadora é ligada, decidiu apoiar no segundo turno na disputa estadual o candidato do PDT ao governo, Odilon de Oliveira, que publicamente defendeu apoio a Bolsonaro.

    Nos bastidores, segundo fontes, Simone tem sido apontada como uma espécie contraponto ao senador reeleito Renan Calheiros (MDB-AL), nome também cotado ao posto e que já presidiu o Senado por quatro vezes. Segundo fonte ligada a Bolsonaro, ele é considerado como uma espécie de 'velha política' -- foi um dos principais alvos no Congresso envolvidos na operação Lava Jato.

    Defensor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem chegou a visitar na prisão em Curitiba PR), o senador também apoia a candidatura do petista Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro.

    Outros nomes dentro do MDB, como Fernando Bezerra Coelho (PE), e fora dele, como os senadores eleitos Esperidião Amim (PP-RS) e Cid Gomes (PDT-CE), são citados para a disputa ao comando do Senado.

    Nesta quarta-feira, questionado por jornalistas em Brasília, Renan disse que não é candidato ao cargo. 'Presidência do Senado não é um fim em si mesmo, é preciso aguardar o que chegar, entender a complexidade do momento que nós vivemos no país. Eu quero colaborar na planície', afirmou.

    Questionado se iria colaborar com o eventual governo Bolsonaro, o senador disse que vai 'colaborar com o país' e fez um aceno à colega da bancada. 'O Senado não tem escassez de nomes. A senadora Simone Tebet mesmo é um excelente nome', disse. 'Eu acho que tem que aguardar. Essa discussão não deve ser tratada antes de fevereiro de 2019', completou.

    O deputado federal e senador eleito Major Olimpio (PSL), um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro em São Paulo, disse à Reuters que ainda não é o momento para se discutir a respeito da sucessão na Câmara e no Senado. Ele destacou que o foco é eleger primeiro Jair Bolsonaro presidente e somente após o segundo turno essa discussão vai começar a ser feita.

    Para Olimpio, debater sucessão ao comando do Senado é precoce e não quis se manifestar sobre uma eventual candidatura ao cargo por um integrante do MDB. O senador eleito, entretanto, disse que, se fosse eleitor de Alagoas, 'não votaria' em Renan.

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    Senado confirma Kavanaugh para a Suprema Corte após debate que agitou os EUA

    WASHINGTON (Reuters) - Um Senado norte-americano profundamente dividido confirmou neste sábado Brett Kavanaugh à Suprema Corte dos Estados Unidos, com republicanos rejeitando as acusações de agressão sexual contra o juiz conservador e dando uma grande vitória ao presidente Donald Trump.

    Por uma votação de 50 a 48, o Senado deu um emprego vitalício a Kavanaugh, de 53 anos, após semanas de intenso debate sobre violência sexual, abuso de álcool e privilégios que sacudiram a nação poucas semanas antes das eleições para o Congresso, previstas para 6 de novembro.

    A votação no Senado direciona o mais alto tribunal dos EUA a um caminho mais conservador, talvez por uma geração, e é um duro golpe para os democratas que já estão se irritando com o controle republicano da Casa Branca e das duas casas do Congresso norte-americano.

    Mulheres que protestavam na galeria do Senado gritando 'Que vergonha' interromperam brevemente o início da votação final de confirmação na tarde de sábado.

    A nomeação de Kavanaugh tornou-se um intenso drama pessoal e político quando a professora universitária Christine Blasey Ford o acusou de agredi-la sexualmente quando eram estudantes do ensino médio em um rico subúrbio de Washington em 1982.

    Duas outras mulheres acusaram-no na mídia de má conduta sexual na década de 1980.

    Kavanaugh reagiu duramente, negando as acusações em depoimento irado e choroso perante o Comitê Judiciário do Senado, que foi visto ao vivo na televisão por cerca de 20 milhões de pessoas.

    Trump apoiou Kavanaugh, um juiz federal de apelação com uma história de avanço das causas republicanas, e esta semana zombou do relato de Ford sobre o que ela diz que foi um ataque bêbado contra ela por Kavanaugh quando eles eram adolescentes.

    Antes da votação, Trump disse neste sábado que Kavanaugh faria um 'ótimo trabalho' na Suprema Corte.

    Centenas de manifestantes contra Kavanaugh se reuniram no sábado nos arredores do Capitólio e da Suprema Corte.

    Os democratas disseram que a defesa partidária de Kavanaugh, em que ele disse que foi vítima de um 'golpe político', foi suficiente para desqualificá-lo do tribunal.

    Repetidamente durante o debate no Senado, os republicanos acusaram os democratas de encenar uma campanha de 'difamação' contra Kavanaugh para impedir que um conservador se tornasse um juiz da Suprema Corte.

    Espera-se que Kavanaugh seja empossado rapidamente e se juntará a quatro juízes liberais e quatro outros conservadores no tribunal, que deve em breve ouvir disputas polêmicas envolvendo aborto, imigração, direitos dos gays e direitos de voto.

    A disputa sobre Kavanaugh aumentou a pressão para as eleições de meio de mandato em novembro, quando os democratas tentarão assumir o controle do Congresso dos republicanos.

    (Reportagem de Amanda Becker, Richard Cowan e David Morgan)

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    Senado dos EUA segue para votação final para confirmação de Kavanaugh à Suprema Corte

    Por Richard Cowan e Amanda Becker

    WASHINGTON (Reuters) - Brett Kavanaugh, o conturbado indicado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Suprema Corte norte-americana, parecia pronto para receber confirmação do Senado neste sábado, apesar de acusações de condutas sexuais impróprias e ataques contra seu caráter e seu temperamento.

    Após semanas de intensos debates que prenderam atenção da nação, o juiz conservador da corte de apelações recebeu na sexta-feira promessas de apoio de dois senadores de centro, deixando nenhum caminho livre no Senado para oponentes bloquearem a trajetória de Kavanaugh.

    Mais cedo na sexta-feira, ele sobreviveu por pouco a um teste processual, quando senadores votaram por 51 a 49 para avançar com sua indicação para uma votação final, que estava marcada para as 18h deste sábado, no horário de Brasília. A votação pode acontecer um pouco mais cedo, no entanto.

    A confirmação de Kavanaugh dará a Trump uma vitória clara em seus avanços para consolidar domínio conservador na Suprema Corte. O resultado é amargo para democratas, que não conseguiram ter seu indicado liberal confirmado por conta de táticas republicanas de adiamento em 2016.

    Os republicanos mantiveram um assento vazio naquele ano, que foi preenchido por Trump em 2017 com o juiz conservador Neil Gorsuch. O juiz Anthony Kennedy, que Kavanaugh irá substituir, se aposentou neste ano após décadas sendo um voto decisivo do tribunal.

    Com casos divergentes sobre direitos de aborto, imigração, direitos de pessoas transgênero e regulação de negócios seguindo para o tribunal, Kavanaugh provavelmente dará vantagem aos conservadores.

    Sua confirmação também irá permitir que Trump faça campanha nas eleições congressionais de 6 de novembro se vangloriando de ter cumprido sua promessa de 2016 de moldar um judiciário mais conservador.

    Encerrando um dia de suspense na sexta-feira, a senadora republicana Susan Collins, do Maine, declarou no plenário do Senado: “Irei votar para confirmar o juiz Kavanaugh”.

    Ela elogiou seu histórico de decisões judiciais e argumentou que não havia corroboração de acusações de abuso sexual feitas contra ele pela professora universitária Christine Blasey Ford. Duas outras mulheres também acusaram Kavanaugh de condutas sexuais impróprias décadas atrás.

    Kavanaugh negou todas as acusações.

    Momentos após Collins prometer apoiar Kavanaugh, o senador democrata Joe Manchin, em uma acirrada corrida para reeleição na Virgínia Ocidental, onde Trump é popular, também declarou seu apoio, deixando poucas dúvidas sobre uma vitória republicana.

    Senadores então aguentaram uma rara sessão durante toda a noite para cumprir a exigência de 30 horas de debate após a votação de sexta-feira.

    Com a segurança mais rígida que o normal, um grande grupo de manifestantes se juntou no Capitólio, gritando “Nós acreditamos em sobreviventes (de abusos sexuais)” e “Vergonha”.

    Senadores republicanos, com exceção de Lisa Murkowski, apoiaram Kavanaugh, em uma ação que pode ecoar, especialmente entre eleitoras mulheres, nas eleições de 6 de novembro para determinar controle do Senado e da Câmara dos Deputados.

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    Comitê do Senado dos EUA apoia escolha de Trump para Suprema Corte, mas republicano pede investigação do FBI

    Por Amanda Becker, David Morgan e Lawrence Hurley

    WASHINGTON, 28 Set (Reuters) - Um comitê liderado por senadores republicanos aprovou a nomeação de Brett Kavanaugh, apontado pelo presidente Donald Trump para a Suprema Corte do país, mas em um desenrolar dramático do evento, o senador republicano Jeff Flake pediu que uma investigação do FBI sobre as acusações de agressões sexuais contra Kavanaugh seja conduzida antes da votação final no Senado.

    A intervenção de Flake, um republicando moderado, significa que uma votação final do Senado sobre a nomeação pode ser atrasada por até uma semana para que uma possível investigação do FBI possa ser completada. Democratas haviam pedido uma investigação do FBI, mas os republicanos se opuseram à medida.

    'Eu vou deixar o Senado resolver isso. Eles vão tomar suas próprias decisões. E eles estão fazendo um bom trabalho. Muito profissional', disse Trump a jornalistas na Casa Branca quando lhe contaram sobre o pedido de Flake.

    O presidente republicano, no entanto, indicou que continua apoiando a nomeação de Kavanaugh, dizendo que não pensou 'nem um pouquinho' sobre um substituto para seu indicado.

    O comitê do Senado se reuniu um dia após uma chocante e emotiva audiência sobre acusações de má conduta sexual contra Kavanaugh que prenderam as atenções do país, com uma professora universitária chamada Christine Blasey Ford acusando o juiz de agressão. Kavanaugh negou as acusações.

    'Esse país está sendo destruído aqui', disse Flake, com sofrimento estampado no rosto, aos demais senadores. '... eu acho que podemos fazer uma pausa curta', acrescentou Flake.

    'Precisamos fazer o que podemos para ter certeza que fizemos de tudo em relação a essa nomeação tão importante', acrescentou Flake.

    A comissão aprovou enviar a indicação do juiz federal para o plenário do Senado por uma votação de 11 a 10 -- todos os republicanos do comitê apoiaram a aprovação, enquanto todos os democratas se opuseram.

    Não está claro ainda se a investigação do FBI vai de fato acontecer. Os líderes do Senado concordaram com o pedido de Flake, mas a Casa Branca teria que orientar o FBI para agir.

    Pouco antes da votação agendada no Comitê Judiciário, Flake deixou a sala para conversar com alguns democratas, acrescentando novas turbulências aos procedimentos. Durante o atraso, senadores e assessores podiam ser vistos na sala do comitê conversando em tom de voz baixo, com alguns indo e voltando da antessala da câmara do comitê.

    'Sou grato ao senador Flake', disse o senador democrata Chris Coons.

    'É minha esperança que possamos trabalhar em conjunto em uma base bipartidária para nos esforçarmos em ir atrás de uma investigação do FBI para a próxima semana, não para adiarmos a votação, mas para investigarmos ainda mais -- tanto as acusações da dra. Ford quanto as de outras'.

    No início do dia, Flake, que havia manifestado antes suas preocupações sobre as acusações contra Kavanaugh, disse que Christine Ford deu um 'depoimento convincente', mas que Kavanaugh havia dado uma 'resposta persuasiva'.

    Pouco após Flake fazer seu anúncio de que votaria a favor de Kavanaugh no comitê, o senador foi confrontado no elevador enquanto estava a caminho da reunião do comitê por duas manifestantes que disseram ser sobreviventes de ataques sexuais.

    'É isso que você está dizendo a todas as mulheres da América - que elas não importam, que elas deveriam se manter em silêncio', disse uma das manifestantes gritando em direção a Flake, em um confronto transmitido pela CNN.

    'Eu preciso ir à audiência. Eu já emiti meu pronunciamento', disse Flake.

    O plenário do Senado precisa confirmar as indicações para a Suprema Corte.

    Mesmo antes do anúncio de Flake, não estava claro se os republicanos tinham os votos para confirmar Kavanaugh no plenário do Senado. O Partido Republicano detêm uma maioria apertada de 51 a 49, tornando cruciais os votos de duas senadoras republicanas moderadas que até agora estão indecisas: Lisa Murkowski e Susan Collins.

    Trump disse que Murkowski e Collins devem fazer o que elas pensam ser o correto.

    O horário da sessão deu aos membros do comitê pouco tempo para revisar os depoimentos de Kavanaugh e Christine Ford, que o acusou de tê-la agredido sexualmente quando eles eram estudantes do ensino médio em 1982. Kavanaugh negou veementemente as acusações e acusou os democratas de promoverem um 'golpe calculado e orquestrado'.

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