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    Disputa acirrada no Texas aumenta esperança democrata de retomar Senado dos EUA, diz pesquisa Reuters

    Por Chris Kahn

    NOVA YORK (Reuters) - O candidato democrata que busca substituir o republicano Ted Cruz como representante do Texas no Senado dos Estados Unidos apareceu em empate técnico com o adversário na corrida eleitoral, mostrou uma pesquisa da Reuters, aumentando a esperança do partido de oposição de conquistar uma maioria na Casa para frear a agenda do presidente Donald Trump.

    Divulgada nesta quarta-feira, a pesquisa Reuters/Ipsos/Centro para Políticas UVA sobre várias disputas para o Senado dos EUA revelou um quadro misto sobre as chances dos democratas de obter as duas cadeiras a mais que os republicanos que precisam para assumir o controle do Senado em novembro.

    A sondagem apontou ainda disputas acirradas no Arizona, onde os democratas esperam conquistar um assento ocupado por um republicano prestes a se aposentar, e na Flórida, onde os republicanos tentam tomar o lugar de um democrata.

    Muitos acreditam que os democratas enfrentarão dificuldades para obter uma maioria no Senado nas eleições parlamentares de 6 de novembro, já que têm que defender cadeiras em 10 Estados nos quais o republicano Trump venceu na eleição presidencial de 2016. Texas, Flórida, Arizona e Nevada, todos analisados na pesquisa, são quatro das corridas mais acirradas para o Senado.

    Entre as esperanças democratas estão o deputado Beto O'Rourke, do Texas, que tem uma vantagem de dois pontos percentuais sobre Cruz entre os eleitores prováveis do Estado, e a deputada Kyrsten Sinema, do Arizona, que tem uma vantagem de três pontos percentuais sobre a congressista republicana Martha McSally na briga pela cadeira do senador Jeff Flake, um dos maiores críticos de Trump dentro de seu próprio partido.

    As duas dianteiras estão dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais, o que significa que os candidatos estão angariando aproximadamente o mesmo nível de apoio.

    Os resultados mostram que O'Rourke tem chance de se tornar o primeiro democrata a representar o Texas no Senado dos EUA em um quarto de século.

    'Existe a possibilidade de acontecer. Eu não disse provável. Mas é possível', disse Larry Sabato, diretor do Centro para Políticas UVA.

    As desavenças de Cruz com Trump durante sua campanha mal-sucedida pela indicação partidária em 2016 também o deixaram mal com alguns texanos republicanos, acrescento Sabato, dizendo: 'Isso o prejudicou com partes do eleitorado do Texas que ele precisa para se reeleger'.

    A Pesquisa Reuters/Ipsos/Centro para Políticas UVA foi realizada pela internet em inglês entre os dias 5 e 17 de setembro. Ela entrevistou entre 992 e 1039 pessoas em cada um dos cinco Estados, incluindo a Califórnia, e pesou as respostas levando em conta as estimativas populacionais mais recentes do governo.

    A pesquisa também mostrou o governador republicano da Flórida, Rick Scott, com uma vantagem de 1 por cento frente ao senador democrata Bill Nelson. O acento de Nelson é um dos 10 que os democratas estão lutando para manter nos Estados que Trump venceu na eleição de 2016.

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    Senado da Argentina rejeita projeto de lei para legalizar aborto

    Por Scott Squires

    BUENOS AIRES (Reuters) - Senadores argentinos rejeitaram um projeto de lei para legalizar o aborto no país em debate acalorado que se estendeu até a madrugada desta quinta-feira, contrariando uma onda crescente de apoio por parte de movimentos pelos direitos das mulheres.

    Com 38 votos a 31, o Senado rejeitou a medida, que teria legalizado o direito de mulheres fazerem um aborto até a 14ª semana da gravidez. O projeto de lei tinha sido aprovado por estreita margem na Câmara dos Deputados em julho.

    Famílias e clérigos usando bandanas azuis festejaram do lado de fora do Congresso quando o resultado foi anunciado pouco antes das 3h da manhã, balançando bandeiras da Argentina em apoio ao posicionamento da Igreja Católica contra o aborto no país natal do papa Francisco.

    'O que essa votação mostrou é que a Argentina ainda é um país que representa valores de família', disse a ativista antiaborto Victoria Osuna, de 32 anos, à Reuters.

    A lei atual da Argentina só permite o aborto em casos de estupro, ou se a saúde da mãe estiver em risco.

    Defensores do direito ao aborto, carregando bandanas verdes que se tornaram um símbolo do movimento, ocuparam as ruas da cidade até o fim da votação, apesar de forte vento e chuva.

    Muitos acamparam em frente ao Congresso desde a noite de quarta-feira.

    'Ainda estou otimista. Não foi aprovado hoje, mas será aprovado amanhã, será aprovado no próximo dia', disse a defensora do direito ao aborto Natalia Carol, de 23 anos. 'Isso não acabou'.

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    Senado aprova MPs de acordo com caminhoneiros

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta quarta-feira duas medidas provisórias editadas pelo governo após a greve dos caminhoneiros, como parte das negociações para encerrar aquela paralisação.

    Votada na véspera pela Câmara dos Deputados, uma delas determina que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destine ao menos 30 por cento de seus contratos de transporte de grãos a cooperativas e associações de caminhoneiros autônomos.

    A MP foi aprovada de maneira simbólica no plenário do Senado.

    Outra medida encaminhada pelos deputados na noite da terça-feira e já chancelada nesta quarta pelos senadores isenta a cobrança de pedágio para o eixo suspenso de veículo de transporte nas rodovias no país.

    As duas propostas foram editadas pelo governo em resposta a demandas de caminhoneiros, que paralisaram o país em maio.

    Os senadores aprovaram também outra MP publicada no contexto da greve, que estabelece uma indenização temporária a policiais rodoviários que trabalharam em dias de folga para lidar com as interrupções nas estradas do país durante a paralisação dos caminhoneiros.

    As três MPs foram aprovadas em tempo recorde, se comparado a outras deliberações no plenário da Casa. O Senado vem realizando um esforço concentrado de votações nesta semana. Mas diante do clima eleitoral e de um quórum relativamente baixo, está dedicando suas atenções a temas consensuais e indicações de autoridades, evitando temas polêmicos.

    DIESEL

    Mais cedo, comissão especial responsável pela análise de MP sobre o subsídio ao óleo diesel rodoviário – outra medida editada durante a greve – aprovou parecer do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) que prevê a subvenção econômica na comercialização de óleo diesel rodoviário por meio de equalização de parte dos custos.

    O relator chegou a declarar a intenção de estender por mais dois meses o prazo de vigência desse subsídio, mas acabou optando pelo prazo original estabelecido pela MP, que prevê o fim da subvenção em 31 de dezembro de 2018.

    Segundo Jardim, como ainda não foi aprovado o Orçamento de 2019, não seria possível estabelecer no texto do relatório uma fonte de recursos para a prorrogação.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Senadores da Argentina debatem lei do aborto em meio a manifestações a favor e contra

    BUENOS AIRES (Reuters) - O Senado da Argentina começou a debater nesta quarta-feira um projeto de lei para legalizar o aborto, que já foi aprovado em parte pelos deputados, em meio a manifestações a favor e contra nos arredores do Congresso.

    A medida garante a possibilidade de abortar até a 14ª semana de gestação dentro do sistema público de saúde de maneira gratuita, algo que atualmente só é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante. Os deputados a aprovaram em junho depois de quase um dia de discussão.

    Nas últimas horas, senadores como José Alperovich, – da província de Tucumán, no norte – ou Silvina García Larraburu – de Río Negro, na Patagônia – se manifestaram contra o projeto, pelo que se avalia que o resultado da votação na Casa de 72 membros será negativo.

    'Se é verdade que não falei antes (...) é um tema que divide muito a sociedade. Depois de ter falado com muitos tucumanos e percorrido a província, vou votar contra o projeto', disse Alperovich em sua conta de Twitter.

    Silvina disse no domingo que, apesar de declarações prévias a favor, votará contra a proposta.

    O debate do projeto envolve tanto a oposição como os governistas e causou uma divisão profunda na sociedade – organizações de direitos humanos e grupos feministas defendem a medida, enquanto grupos católicos e religiosos a rejeitam.

    Os defensores da proposta, que se identificam com lenços verdes, argumentam que os abortos clandestinos são a principal causa de mortalidade materna na Argentina e que as mulheres com poucos recursos são as mais sujeitas a realizar estes procedimentos em condições insalubres.

    'O aborto legal, seguro e gratuito é a única forma de acabar com a morte de mais mulheres com gestações indesejadas', disse nesta quarta-feira no recinto o senador opositor Pedro Guastavino, da província de Entre Ríos.

    Se o projeto de lei for aprovado, a Argentina será o terceiro país da América Latina que permite às mulheres decidir a interrupção da gravidez e cujo sistema público de saúde a contempla. Só Cuba e Uruguai possuem uma legislação semelhante.

    (Por Eliana Raszewski)

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