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    Trump assina medida que alivia cotas de importação de aço do Brasil e outros países

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou declarações que permitem o alívio das cotas de importação de aço e alumínio de alguns países, inclusive o Brasil, informou o Departamento de Comércio dos EUA na quarta-feira a noite.

    Trump, que impôs tarifas sobre as importações de aço e alumínio em março, assinou declarações que permitem o alívio das cotas de aço da Coreia do Sul, Brasil e Argentina e do alumínio da Argentina, informou o departamento em comunicado.

    'As empresas podem solicitar exclusões de produtos com base na quantidade insuficiente ou na qualidade disponível dos produtores de aço ou alumínio dos EUA', disse o comunicado.

    'Nesses casos, uma exclusão da cota pode ser concedida e nenhuma tarifa seria devida.'

    Trump, citando preocupações com a segurança nacional, colocou tarifas de 25 por cento nas importações de aço e 10 por cento nas importações de alumínio.

    As tarifas sobre as importações de aço e alumínio da União Europeia, Canadá e México entraram em vigor em 1º de junho, e o secretário do Comércio Wilbur Ross disse em 31 de maio que foram feitos acordos com alguns países para estabelecer limites não-tarifários para as exportações dos dois metais para os Estados Unidos.

    O governo brasileiro disse à época que as cotas e tarifas dos EUA sobre as exportações brasileiras de aço e alumínio eram injustificadas, mas que permanecia aberto para negociar uma solução.

    As exportações brasileiras de aço semi-acabado para os Estados Unidos estão sujeitas a cotas com base na média dos três anos de 2015 a 2017, enquanto os produtos de aço acabado serão limitados a uma cota de 70 por cento da média dos três anos.

    (Por David Alexander)

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    Conselho da Gerdau autoriza venda de operações e ativos na Índia por US$120 mi

    SÃO PAULO (Reuters) - O conselho de administração da Gerdau aprovou a venda das operações e ativos da siderúrgica na Índia detidos por meio da subsidiária Gerdau Hungria KFT y Cia Sociedad Regular Colectiva, por um valor de 120 milhões de dólares, avançando em seu plano de desinvestimento para focar nos mercados do Brasil e dos Estados Unidos.

    Os ativos serão vendidos para a Blue Coral Investment Holdings e a Mountainpeak Investment Holdings.

    A Gerdau Hungria KFT y Cia Sociedad Regular Colectiva, com sede na Espanha, detém 98,89 por cento das ações da Gerdau Steel India Private.

    A transação compreende a venda de 100 por cento das operações e ativos na Índia, incluindo a unidade industrial de aços especiais localizada em Tadipatri, com capacidade anual instalada de 250 mil toneladas de aço bruto e 300 mil toneladas de aço laminado, disse a empresa.

    No início do mês, o vice-presidente financeiro da Gerdau, Harley Scardoelli, disse que a empresa deve concluir este ano seu plano de desinvestimento que levantou mais de 6 bilhões de reais desde 2014 e deixou a empresa mais focada em suas operações no Brasil e nos Estados Unidos.

    A previsão é que a conclusão da venda das operações na Índia ocorra até o fim deste ano, sujeita às condições normais de fechamento.

    O Citigroup Global Markets Inc está atuando como consultor financeiro exclusivo da Gerdau.

    (Por Flavia Bohone)

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    Usiminas vê retomada de alto forno 3 de Usina de Ipatinga até 4ª-feira; não tem estimativa de prejuízo

    SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas prevê a retomada do Alto Forno nº 3 da usina de Ipatinga, em Minas Gerais, até o dia 15, quarta-feira, disse a siderúrgica em fato relevante divulgado nesta segunda-feira, acrescentando que ainda não há nenhuma estimativa de prejuízos operacionais, financeiros e materiais com a explosão de um gasômetro da usina na sexta-feira.

    A empresa informou também que já foram retomadas as operações dos Altos Fornos nº 1 e 2, Laminações a Frio, Unigal e Despacho, e que as operações de Laminadores de Chapas Grossas e Tiras a Quente devem retornar respectivamente na terça e quinta-feira desta semana.

    'A companhia trabalha para compensar as perdas de produção ao longo do ano', disse a Usiminas, acrescentando que possui seguro para este tipo de evento, incluindo seguro do equipamento em si, ressarcimento de danos a terceiros e lucros cessantes, e que já está tomando as medidas necessárias junto à seguradora.

    As operações da usina de Ipatinga foram interrompidas após a explosão de um dos quatro gasômetros --grande tanque que armazena gases gerados pelo processo de produção de aço-- por volta das 12h de sexta-feira, deixando 34 feridos. A força da explosão, que pode ser vista a quilômetros de distância, causou pânico em Ipatinga, cidade que tem a Usiminas como principal empregadora.

    Segundo a empresa, foi realizado um monitoramento de presença de gases na comunidade e não foi registrada qualquer anormalidade. 'Apesar dos impactos, em momento algum houve risco para a comunidade de Ipatinga', disse a empresa em fato relevante.

    As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela empresa e autoridades públicas, mas a Usiminas ressaltou que toda a manutenção preventiva dos gasômetros foi realizada.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Usiminas retoma expediente na usina de Ipatinga após explosão de gasômetro

    SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas informou no domingo que o expediente de trabalho das equipes da Usina de Ipatinga será retomado nesta segunda-feira, mas ainda não há data para o retorno da produção plena da unidade.

    Alguns setores da unidade sem conexão com a área afetada pela explosão de um gasômetro na sexta-feira, que deixou 34 feridos, como Laminação a Frio, Despacho e Unigal, já voltaram a operar, 'com máxima segurança', após uma 'rigorosa vistoria em todas as áreas', disse a empresa em comunicado.

    'A companhia segue com os estudos e preparações necessários para retomar, gradativamente, as demais áreas. No momento ainda não é possível precisar uma data para o retorno da produção plena da unidade.'

    O gasômetro, um grande tanque que armazena gases gerados pelo processo de produção de aço, explodiu por volta das 12h de sexta-feira. A força da explosão, que pode ser vista a quilômetros de distância, causou pânico em Ipatinga, cidade que tem a Usiminas como principal empregadora.

    O incidente ocorreu em um momento em que a Usiminas discute um plano estratégico de longo prazo, após vários anos de uma intensa disputa entre os sócios Ternium e Nippon Steel pelo controle do dia a dia das operações da companhia.

    As ações da Usiminas fecharam em queda de 7,27 por cento na sexta-feira, tendo despencado quase 11 por cento no pior momento, logo após as primeiras notícias sobre a explosão em Ipatinga.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Explosão deixa 30 feridos e paralisa usina siderúrgica da Usiminas em MG

    SÃO PAULO (Reuters) - A usina siderúrgica da Usiminas em Ipatinga (MG) sofreu uma forte explosão nesta sexta-feira e paralisou alto-fornos, em um incidente que deixou 30 feridos e assustou moradores da cidade.

    Segundo informações da usina e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, um equipamento conhecido como gasômetro explodiu causando forte estrondo ouvido na cidade e a emissão de grossa coluna de fumaça.

    O gasômetro, um equipamento de grande porte com vários metros de altura, armazena gases que são gerados no processo de produção de aço.

    'Houve uma explosão no gasômetro por volta das 12h. O incidente está controlado. Já foi interrompido o fluxo de gás', informou um representante da Usiminas. Em comunicados ao mercado, a Usiminas afirmou que, como medida de precaução, decidiu paralisar, 'de forma emergencial e temporária', os altos-fornos da usina.

    'Foram realizados, até o momento, 30 atendimentos no Hospital Márcio Cunha (em Ipatinga). Não há feridos em estado grave e a maior parte das pessoas apresenta leves escoriações. Não há registro de vítima fatal', afirmou a companhia.

    As ações da empresa chegaram a despencar quase 11 por cento logo após as primeiras notícias do incidente, mas às 16h14 os papéis reduziam perdas, recuando 6,57 por cento, enquanto o Ibovespa exibia baixa de 3,18 por cento.

    'Ipatinga é a única usina da Usiminas que produz aço bruto atualmente, com uma capacidade total de 5 milhões de toneladas (por ano). Como referência, a CSN teve um importante incidente em janeiro de 2016 que parou suas operações por vários meses. A ação da CSN caiu 10 por cento no dia que o incidente foi revelado, mas o impacto para o fluxo de caixa da companhia foi minimizado pelo fato da CSN ter seguro, que cobriu as perdas de lucro', afirmaram analistas do Itaú BBA em nota a clientes, acrescentando que avaliam o impacto sobre a ação da empresa como 'exagerado'.

    A explosão em Ipatinga ocorreu depois que na quarta-feira um funcionário terceirizado morreu prestando serviços de manutenção em equipamento na área de aciaria da usina.

    A usina de Ipatinga está em operação desde a década de 1960 e tem cerca de 6.500 funcionários diretos. O complexo tem três alto-fornos, dos quais o número 1 foi reativado em abril deste ano após ficar parado desde 2015 em meio à queda na demanda brasileiro por aço.

    (Por Alberto Alerigi Jr.; com reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Com minério de ferro a US$65, mineração é menos estratégica para Usiminas, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - A unidade de produção de minério de ferro da Usiminas é menos estratégica para a empresa atualmente em função do atual nível de preço da commodity, afirmou nesta sexta-feira o presidente-executivo do grupo siderúrgico, Sergio Leite.

    A Usiminas desenvolve atualmente uma série de estudos sobre o futuro da companhia, que incluem o que fazer com uma divisão de minério de ferro que precisará em alguns anos de investimentos volumosos para continuar operando.

    'Nosso negócio principal é produzir aço. Há 10 anos, em função dos preços (do minério) houve uma discussão sobre se as siderúrgicas deveriam verticalizar...(Hoje) o que é estratégico para a Usiminas é produzir aço', disse Leite ao responder se a mineradora Musa é um ativo estratégico para companhia ou se poderia ser um ativo passível de uma eventual venda.

    'Quando o minério estava a 200 dólares (a tonelada), uma mineração era estratégica, a 65 é menos estratégica', acrescentou o executivo.

    A Musa elevou sua capacidade de produção de 4 milhões para 12 milhões de toneladas de minério de ferro entre 2008 e 2012, mas em 2024 ou 2025 a reserva de minério mais facilmente extraível vai se esgotar. Para continuar operando, a empresa precisará fazer investimentos de grande porte para explorar minérios mais profundos.

    Este projeto, chamado de 'Compactos', teria como objetivo elevar a capacidade de produção das minas da Musa em Minas Gerais, que hoje produzem a commodity por método 'friável', de mais fácil extração que o minério 'compacto', que precisa de perfuração e detonações de rocha.

    Segundo Leite, para continuar tendo minério de ferro para vender a partir de 2025, a Musa precisará do projeto Compactos, um investimento que precisa de dois anos para ser implantado. 'Temos uns quatro anos ainda para decidir (se a Musa fará o projeto Compactos). Não há urgência agora para a decisão', disse o executivo.

    ALTO-FORNO

    Outro item na pauta de estudos da Usiminas são reformas de alto-fornos. O maior da empresa é o de número 3, na usina de Ipatinga (MG), com capacidade para 3 milhões de toneladas de ferro gusa por ano.

    O equipamento está perto de atingir 20 anos de operação, prazo em que precisa passar por uma reforma geral que costuma exigir investimentos de 'centenas de milhões de reais', disse Leite. Segundo ele, o equipamento passará por uma reforma em 2021, mas a empresa ainda não decidiu se os trabalhos envolverão uma remodelação completa do forno.

    'O mais provável será uma reforma completa', disse Leite, comentando que o alto-forno 3 está operando a um ritmo de 8 mil toneladas diárias.

    Em outra frente, o executivo afirmou que a Usiminas deverá tomar até o ano que vem decisão sobre a implantação de uma quarta linha de galvanização em Ipatinga, de 500 mil toneladas por ano. Atualmente, as três linhas da usina estão operando na capacidade total de 1,35 milhão de toneladas, impulsionadas pela demanda do setor automotivo, que no primeiro semestre elevou a produção em cerca de 14 por cento sobre um ano antes.

    'Para este ano não tem decisão sobre isso', disse o presidente da Usiminas.

    CUBATÃO E FRETE

    Mais cedo, o executivo comentou durante teleconferência com analistas que uma reativação das áreas de produção de aço-bruto da usina da empresa em Cubatão (SP) não será feita antes de 2021 e quando esse prazo chegar a empresa ainda fará uma análise sobre se a demanda por aço gerada pela economia será suficiente para a retomada.

    'O que vai acontecer com a demanda de aço é o que vai acontecer com a economia...Este ano começamos com projeções de crescimento do PIB de 3 por cento, mas estamos vendo que vai ser um número próximo de 1 por cento', disse Leite.

    Neste ano, o grosso do investimento previsto de 500 milhões de reais será feito no segundo semestre, apesar da expectativa da empresa de crescimento menor da demanda por aço que na primeira metade do ano. Leite afirmou que os 368 milhões de reais que ainda faltam ser investidos pela Usiminas serão aplicados em 'dezenas de projetos de manutenção de capacidade produtiva. Muitos destes projetos foram aprovados entre o fim do ano passado e início deste ano'.

    Sobre os impactos da greve dos caminhoneiros no planejamento estratégico da Usiminas, Leite comentou que os estudos da empresa também envolvem ampliar operações da cabotagem usando os portos da companhia. 'A greve, no longo prazo, traz reflexão sobre uso de outros modais. Temos dois portos e estamos estudando fazer mais cabotagem', disse o executivo, citando que atualmente a empresa usa navios para o transporte de produtos para a região Nordeste, mas não para o Sul do país.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Indústria siderúrgica brasileira reduz projeções para 2018

    SÃO PAULO (Reuters) - Os produtores de aço do Brasil reduziram nesta quarta-feira projeções para produção, vendas no mercado interno e exportações neste ano, em efeito gerado pela recuperação da atividade econômica abaixo do esperado e greve dos caminhoneiros no final de maio.

    Segundo dados do Instituto Aço Brasil (IABr), que representa o setor siderúrgico, a projeção para a produção brasileira de aço bruto este ano passou de crescimento de 8,6 por cento para alta de 4,3 por cento, a 35,84 milhões de toneladas. A estimativa anterior havia sido divulgada no final de abril.

    A projeção de crescimento das vendas no mercado interno foi reduzida de 6,6 por cento para 5 por cento, a 17,74 milhões de toneladas.

    As previsões foram revisadas 'diante da não retomada do crescimento econômico como esperado', afirmou a entidade a jornalistas, citando ainda que a greve dos caminhoneiros 'contaminou parte do crescimento da indústria de aço em 2018'.

    De janeiro a junho, a produção do setor caiu 2,9 por cento, a 17,19 milhões de toneladas. Considerando junho apenas, a produção teve alta de 10,2 por cento, se recuperando após tombo de 8,5 por cento em maio. Já as vendas tiveram alta de 10 por cento no semestre sobre um ano antes, para 8,83 milhões de toneladas, enquanto em junho apenas a expansão foi de 19 por cento, a 1,77 milhão de toneladas. Em maio, o setor amargou queda de quase 18 por cento na comparação anual.

    Em relatório, analistas do BTG Pactual afirmaram que foram surpreendidos com o desempenho do setor em junho, mas que estão 'convencidos que os dados serão mais fracos no segundo semestre'. Os analistas liderados por Leonardo Correa comentaram que o desempenho de junho foi afetado por um efeito de arrasto de negócios que deixaram de ser feitos em maio por causa da paralisação dos caminhoneiros.

    'As expectativas de demanda no Brasil foram reduzidas nas últimas semanas, mas ainda vemos um resultado positivo para o ano', afirmaram os analistas, mantendo recomendação de compra para as ações da Gerdau.

    O presidente-executivo do IABr, Marco Polo de Mello Lopes, evitou fazer projeções sobre 2019, mas afirmou que espera um ano com desempenho melhor que 2018 diante da perspectiva de que os principais presidenciáveis afirmam defender uma agenda de reformas que incluem a tributária e previdenciária. A entidade defende uma pauta com viés nacionalista em que uma abertura da economia ao mercado externo não ocorra antes 'da correção de assimetrias' que incluem as geradas pelo sistema tributário do país.

    'Há uma preocupação (entre os presidenciáveis) com o que não foi feito por questões políticas', disse o executivo em referência às reformas. Já o vice-presidente do conselho do IABr e presidente-executivo da Usiminas, Sergio Leite, afirmou que o setor espera que 'a partir de 2019 o Brasil inaugure um novo ciclo de crescimento'.

    Segundo Leite, o setor siderúrgico atualmente ocupa entre 60 e 70 por cento de sua capacidade instalada no Brasil, quando o ideal seria 80 por cento. 'Não há possibilidade de chegarmos a um patamar de 80 por cento nos próximos quatro anos', afirmou.

    Questionados sobre os efeitos da greve dos caminhoneiros sobre o setor, Lopes comentou que o IABr calcula em 1,8 bilhão de reais o impacto a ser gerado em 12 meses pela tabela de fretes que se soma ao 1,1 bilhão de reais produzidos diretamente pela paralisação dos motoristas. Leite avalia que 'não há clima' no país para uma nova paralisação dos caminhoneiros e chamou a criação da tabela de fretes de 'lamentável'.

    'Isso foi mais que uma greve, foi uma crise. Os fretes subiram, aumentou o custo para a indústria...e um dos impactos que já se fez sentir é na inflação', disse Leite.

    O IABr projeta as exportações de aço do Brasil em 2018 em 15,26 milhões de toneladas, uma queda de 0,6 por cento sobre 2017 e uma forte revisão ante a expectativa anterior de crescimento de 10,7 por cento. Lopes afirmou que o setor siderúrgico deve fazer uma nova missão para Washington nos próximos dias para tentar esclarecer pontos de dúvida nas vendas externas aos Estados Unidos.

    O governo de Donald Trump aceitou a criação de cotas para as exportações brasileiras de aço, calculadas com base no histórico de vendas dos três anos anteriores, mas pontos que incluem o controle dos volumes enviados ao mercado norte-americano seguem sob dúvidas.

    'Estamos buscando que através destas conversas com os EUA possamos ter uma roupagem para o acordo (de cotas) que permita que o governo brasileiro possa fazer o controle das exportações', disse Lopes. Ele afirmou que a adesão pelas siderúrgicas brasileiras ao sistema de cotas tem sido 'voluntária'.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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