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    Forças de Rússia e Síria intensificam ataques contra rebeldes no noroeste sírio

    Por Suleiman Al-Khalidi

    AMÃ (Reuters) - Forças russas e sírias intensificaram os ataques aéreos e os bombardeios no noroeste da Síria de madrugada, na investida mais robusta contra a última área controlada por rebeldes desde que a região foi declarada uma zona desmilitarizada por meio de um acordo entre Rússia e Turquia, disseram fontes nesta quinta-feira.

    Os vilarejos e cidades do norte de Hama e do sul de Idlib visados pela ofensiva estão dentro de uma zona-tampão que Rússia e Turquia acertaram em setembro no âmbito de um acordo que evitou uma grande ofensiva na área.

    No início desta semana, Washington alertou que a violência na zona-tampão 'resultará na desestabilização da região'.

    Desde terça-feira, ataques militares russos e sírios forçaram milhares de civis a fugirem para campos situados mais ao norte, ao longo da fronteira turca, e danificaram quatro instalações médicas, segundo autoridades da defesa civil de Idlib e uma organização de assistência médica dos Estados Unidos que trabalha na área.

    'As instalações médicas estão sendo esvaziadas, deixando os mais vulneráveis sem acesso a cuidados médicos. Estamos à beira de uma catástrofe humanitária', disse Khaula Sawah, vice-presidente da União de Organizações de Cuidados Médicos e Alívio dos EUA (UOSSM US) em um comunicado na quarta-feira.

    Helicópteros do Exército sírio lançaram bombas-barril, tambores ou cilindros cheios de explosivos e estilhaços que causam destruição indiscriminada, matando ao menos 15 civis e ferindo dezenas, disseram agentes de resgate da província de Idlib.

    Agências de defesa civil comandadas pela oposição dizem que centenas de pessoas, a maioria civis, foram mortas por ataques russos e sírios desde o acordo de setembro, que conteve uma ofensiva potencialmente devastadora em Idlib e áreas vizinhas controladas por rebeldes e que hoje abrigam mais de 3 milhões de pessoas.

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    Síria promete recuperar Golã depois de Trump apoiar ocupação de Israel

    BEIRUTE (Reuters) - O governo da Síria prometeu nesta sexta-feira recuperar as Colinas de Golã ocupadas por Israel, enquanto aliados e inimigos criticaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por indicar que reconhece a soberania israelense sobre o território tomado durante uma guerra.

    O comentário feito por Trump na quinta-feira marcou uma mudança dramática na diretriz norte-americana sobre a condição legal de uma área disputada que Israel capturou da Síria na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou em 1981, em uma manobra sem reconhecimento internacional.

    Rússia e Irã, aliados militares de Damasco, repudiaram o reconhecimento, que o governo sírio disse revelar o viés pró-israelense 'cego' de Washington.

    'A nação síria está mais determinada a libertar esta parte preciosa da terra nacional síria através de todos os meios disponíveis', disse uma fonte oficial, segundo a agência estatal de notícias síria.

    As Colinas de Golã continuarão 'sírias, árabes', disse, afirmando que a declaração de Trump mostrou desprezo pela lei internacional.

    A Turquia, aliada dos EUA e adversária do governo de Damasco, também criticou o gesto, dizendo que colocou o Oriente Médio à beira de uma nova crise e que não se pode permitir a legitimação da ocupação das Colinas de Golã.

    'O comunicado infeliz do presidente Trump dos EUA ontem colocou a região à beira de uma nova crise', disse o presidente turco, Tayyip Erdogan.

    O Irã disse que a posição norte-americana é ilegal e inaceitável, e a Rússia disse que uma mudança no status das Colinas de Golã seria uma violação direta de resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU).

    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que faz uma turnê pela região, segue nesta sexta-feira para Beirute, onde se encontrará com aliados políticos do Hezbollah, grupo poderoso e aliado do Irã, incluindo o presidente Michel Aoun.

    Tanto a Rússia quanto o Irã enviaram forças à Síria para apoiar o presidente Bashar al-Assad durante o conflito sírio – Teerã despachou suas próprias forças e também apoia milícias xiitas regionais, como o libanês Hezbollah, que vêm auxiliando Damasco.

    'Este reconhecimento ilegal e inaceitável não muda o fato de que elas (Colinas de Golã) pertencem à Síria', disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano na televisão estatal.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pressionou os EUA para que reconhecessem sua reivindicação e aventou essa possibilidade em sua primeira reunião com Trump na Casa Branca em fevereiro de 2017. O comentário de Trump ajudou Netanyahu em sua atual campanha de reeleição.

    (Reportagem de Ali Abdelaty, no Cairo; Tom Perry, em Beirute; Maria Kiselyova, em Moscou; Parisa Hafezi, em Dubai; Yousef Saba, no Cairo; Ezgi Erkoyun e Ali Kucukgocmen, em Istambul)

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    Centenas se rendem em enclave do Estado Islâmico ante avanço de forças apoiadas pelos EUA

    Por Ellen Francis

    BAGHOUZ, Síria (Reuters) - Centenas de combatentes do Estado Islâmico e suas famílias se renderam às Forças Democráticas Sírias (FDS), nesta quinta-feira, à medida que os jihadistas perderam terreno mediante ataque das tropas apoiados pelos Estados Unidos com o objetivo de libertar o último território ocupado pelos militantes, disseram as FDS.

    Muitos homens estavam mancando quando saíram do enclave sitiado em Baghouz por um caminho de terra batida sobre uma colina rochosa, acompanhados por crianças chorando e mulheres completamente cobertas por véus, arrastando malas e com mochilas.

    Muitos dos homens eram considerados estrangeiros, disseram os combatentes da FDS. Crianças foram postas sobre os ombros dos adultos para subirem a colina, e carrinhos de bebê eram deixados para trás.

    O comandante das FDS, Adnan Afrin, disse que o número de pessoas ainda não foi determinado, uma vez que as pessoas ainda estão emergindo, mas que eram centenas, que se somam aos milhares que saíram de Baghouz nas últimas semanas.

    A rendição ocorreu durante uma pausa na ofensiva apoiada pelos EUA, que começou no domingo a tomar o último território do Estado Islâmico -- que já ocupou um terço do Iraque e da Síria, incluindo as cidades de Mosul e Raqqa.

    Mais cedo, disparos de artilharia atingiram o enclave sitiado quando aviões sobrevoaram a cidade.

    As FDS disseram que os jihadistas empregaram mais de 20 homens-bomba em três contra-ataques nos últimos dois dias. Ele disse que pelo menos 112 militantes foram mortos desde que o ataque recomeçou, incluindo mais de 15 na manhã de quinta-feira.

    Acredita-se que nenhum líder do Estado Islâmico esteja em Baghouz, segundo uma autoridade de defesa dos EUA. Especialistas do governo dos EUA acreditam fortemente que o líder do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi, está vivo e possivelmente se escondendo no Iraque.

    O grupo ainda é considerado uma poderosa ameaça à segurança, com uma forte presença em áreas remotas, e espera-se amplamente que lance uma campanha de ataques de guerrilha.

    (Reportagem de Ellen Francis)

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    Forças da Síria dizem ter frustrado ataque suicida do Estado Islâmico em último enclave

    DEIR AL ZOR, Síria (Reuters) - Apoiadas pelos Estados Unidos, as Forças Democráticas Sírias (FDS) disseram ter frustrado um ataque suicida coletivo do Estado Islâmico na manhã desta quarta-feira, durante uma batalha decisiva pelo controle do último enclave do grupo jihadista.

    As FDS disseram na terça-feira que a batalha por Baghouz, um aglomerado de vilarejos e plantações próximo da fronteira iraquiana, estava praticamente encerrada.

    O enclave é a última porção de território controlada pelos jihadistas, que foram expulsos das grandes áreas que ocupavam no Iraque e na Síria ao longo dos últimos quatro anos.

    Mustafa Bali, chefe do escritório de mídia das FDS, disse que as forças bombardearam Baghouz intensamente de madrugada e depois se envolveram em confrontos diretos com combatentes do Estado Islâmico entre as 4h e as 6h da manhã.

    Imagens transmitidas ao vivo pela TV curda Ronahi de madrugada mostraram uma série de grandes explosões iluminando o céu noturno de Baghouz.

    'Houve ataques de um grupo de homens-bomba com coletes suicidas que tentaram se explodir entre nossas forças. Nossas forças os miraram e mataram antes de eles alcançarem nossas posições', disse Bali.

    As FDS estão sitiando Baghouz há semanas, mas adiaram seu ataque final várias vezes para permitir a retirada de milhares de civis, incluindo mulheres e filhos de combatentes do Estado Islâmico, retomando-o no domingo.

    Cerca de 3 mil combatentes e suas famílias se renderam a forças das FDS em 24 horas, disse Bali de madrugada. Três mulheres e quatro crianças da seita yazidi, um grupo minoritário que foi sequestrado e escravizado pelo Estado Islâmico em 2014, também foram libertadas, afirmou.

    Embora Baghouz seja o último território habitado do que antes foi um 'califado' autoproclamado do grupo, combatentes ainda atuam em partes remotas de outras áreas.

    Na madrugada de segunda-feira, o grupo divulgou um novo vídeo de propaganda filmado nas últimas semanas dentro de Baghouz, no qual insiste em reivindicar a liderança de todos os muçulmanos e exorta seus apoiadores a manterem a fé.

    'Amanhã, se Deus quiser, estaremos no paraíso e eles estarão ardendo no inferno', disse um dos homens entrevistados no vídeo.

    (Por Rodi Said em Deir al-Zor, Síria)

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    Anúncio de Trump sobre retirada da Síria aumenta tarefa da Turquia

    Por Orhan Coskun e Lesley Wroughton

    ANCARA/WASHINGTON (Reuters) - O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Tayyip Erdogan de que está retirando soldados dos EUA da Síria surpreendeu a Turquia e a deixou em maus lençóis para reagir ao cenário em mutação em sua fronteira sul.

    No telefonema de uma quinzena atrás, esperava-se que Trump fizesse uma advertência de praxe ao presidente turco por causa de seu plano de lançar um ataque através da divisa visando forças curdas apoiadas por Washington no nordeste da Síria, disseram autoridades dos EUA.

    Ao invés disso, no decorrer da conversa Trump reformulou a diretriz norte-americana para o Oriente Médio, abandonando um quarto do território sírio e deixando a Ancara a tarefa de aniquilar o Estado Islâmico no país.

    'Trump perguntou: 'se retirarmos nossos soldados, vocês conseguem limpar o Isis (Estado Islâmico)?'', contou um funcionário turco à Reuters, dizendo que Erdogan respondeu que suas forças estão à altura da tarefa.

    'Então o façam', disse-lhe Trump abruptamente. Para seu conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, que acompanhava a conversa, Trump disse: 'Comece o trabalho para a retirada das tropas dos EUA da Síria'.

    'Tenho que dizer que foi uma decisão inesperada. A palavra 'surpresa' é fraca demais para descrever a situação', disse o funcionário, uma de cinco fontes turcas que conversaram com a Reuters sobre a ligação de 14 de dezembro.

    A decisão de Trump também causou choque em Washington, onde autoridades de alto escalão, inclusive o então secretário de Defesa, Jim Mattis, passaram dias tentando fazer o presidente mudar de ideia, segundo autoridades dos EUA. Quando Trump deixou claro que não recuaria, Mattis e Brett McGurk, um funcionário graduado que coordenava a luta contra o Estado Islâmico, renunciaram.

    Durante uma visita a uma base aérea norte-americana no Iraque nesta semana, Trump disse que comandantes militares fizeram pedidos reiterados de prorrogação da presença de seus dois mil soldados na Síria – pedidos que ele por fim rejeitou dizendo que o Estado Islâmico está praticamente derrotado.

    'Arrasamos com eles. Direi a vocês que tive algumas conversas muito boas com o presidente Erdogan, que também quer nocauteá-los, e o fará', disse ele às tropas de seu país.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Exército da Síria reage a alerta de curdos sobre avanço turco no noroeste

    BEIRUTE (Reuters) - O Exército da Síria disse ter enviado forças a Manbij, no noroeste do país, nesta sexta-feira depois que a milícia curda YPG pediu para Damasco proteger a cidade da ameaça de ataques da Turquia.

    Um morador disse que as forças não entraram na cidade, onde tropas norte-americanas operam e têm uma base militar. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, um grupo de monitoramento sediado no Reino Unido, disse que as unidades do governo estão nos arredores, entre a cidade e territórios sob influência turca.

    A decisão abrupta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar soldados da Síria alarmou os combatentes liderados pelos curdos, que enfrentam o Estado Islâmico ao seu lado há anos.

    Líderes curdos estão correndo para encontrar uma estratégia para proteger sua região, que se estende pelo norte e o leste e onde a presença de cerca de dois mil soldados dos EUA vêm contendo uma incursão da Turquia, que vê a YPG como uma ameaça ao seu próprio território e prometeu dizimá-la.

    Uma mobilização de forças do governo auxiliada pela Rússia provavelmente terá um efeito semelhante.

    Encabeçadas pela YPG, as Forças Democráticas Sírias (SDF) tomaram Manbij do Estado Islâmico em 2016, um marco na batalha liderada pelos EUA contra os jihadistas.

    A cidade é controlada pelo Conselho Militar de Manbij, um grupo de combatentes aliados às SDF, e faz divisa com territórios comandados por rebeldes sírios apoiados por Ancara que vêm se preparando para um ataque.

    O apoio militar norte-americano aos combatentes curdos enfureceu a Turquia, sua aliada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que vê a YPG como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que vem mantendo uma insurgência dentro da Turquia há décadas.

    Uma autoridade rebelde apoiada pela Turquia disse que o plano de atacar territórios da SDF está mantido. 'Não existe nenhum soldado sírio das forças do regime dentro da cidade de Manbij', disse o major Youssef Hamoud, porta-voz da força rebelde Exército Nacional.

    Ele disse que suas forças estão esperando Washington e Ancara acertarem como as forças dos EUA deixarão Manbij.

    O comunicado dos militares sírios disse que tropas hastearam a bandeira nacional em Manbij nesta sexta-feira e que garantirão a segurança 'para todos os cidadãos sírios e outros presentes'.

    O morador da localidade disse que nada mudou e que não viu tais bandeiras.

    A YPG afirma que seus combatentes já se retiraram anteriormente de Manbij para enfrentar o Estado Islâmico no leste da Síria.

    (Por Ellen Francis)

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    Retirada de tropas dos EUA da Síria ressuscitará Estado Islâmico, dizem combatentes curdos

    Por Ellen Francis

    BEIRUTE (Reuters) - A decisão dos Estados Unidos de se retirarem da Síria permitirá ao Estado Islâmico se reagrupar em um momento crucial do conflito, disseram os parceiros curdos dos EUA nesta quinta-feira, depois que aliados ocidentais expressaram alarme com a medida súbita.

    As Forças Democráticas da Síria (FDS), que têm apoio dos EUA, disseram que a decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar todas as tropas do país também deixaria os sírios 'nas garras de partes hostis' que lutam por territórios na guerra de sete anos.

    O anúncio feito por Trump na quarta-feira reverteu um pilar central da política dos EUA para o Oriente Médio e surpreendeu parlamentares e aliados, que contestaram a reivindicação de vitória do presidente.

    As FDS, apoiadas por cerca de dois mil soldados dos EUA, estão nos estágios finais de uma campanha para recapturar áreas tomadas por militantes do Estado Islâmico.

    No entanto, os curdos encaram a ameaça de uma incursão militar da Turquia, que os considera terroristas, e possíveis avanços de forças sírias apoiadas pela Rússia e o Irã comprometidas a restaurar o controle do presidente Bashar al-Assad sobre todo o país.

    Depois de três anos lutando ao lado de forças dos EUA, as FDS disseram que a batalha contra o Estado Islâmico chegou a uma fase decisiva que exige mais apoio, e não uma retirada precipitada dos norte-americanos.

    Aliados ocidentais, como França e Reino Unido, também descreveram o brado de vitória de Trump como prematuro.

    Autoridades disseram que a França manterá seus soldados no norte da Síria por ora porque os militantes do Estado Islâmico não foram eliminados e representam uma ameaça a interesses franceses.

    'Por ora é claro que vamos ficar na Síria, porque a luta contra o Estado Islâmico é essencial', disse a ministra de Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau.

    A França tem cerca de 1.100 tropas no Iraque e na Síria oferecendo logística, treinamento e apoio de artilharia pesada, além de caças.

    Na Síria o país tem dezenas de forças especiais, conselheiros militares e alguns servidores do Ministério de Relações Exteriores.

    Na quarta-feira o ministro da Defesa britânico disse discordar fortemente de Trump. '(O Estado Islâmico) assumiu outras formas de extremismo, e a ameaça ainda é muito grande', afirmou Tobias Ellwood em um tuíte.

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    Forças dos EUA começam a deixar Síria, autoridades veem retirada total

    Por Idrees Ali e Phil Stewart

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira que começaram a retirar suas forças da Síria, e autoridades disseram que o país cogita remover todos seus soldados agora que encerra sua campanha para retomar territórios antes ocupados pelo Estado Islâmico.

    'Começamos a mandar tropas dos Estados Unidos para casa agora que passamos para a próxima fase desta campanha', disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, em um comunicado emitido depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, tuitou que 'derrotamos o ISIS (Estado Islâmico) na Síria, minha única razão para estar lá'.

    O comunicado de Sarah não deixou claro de imediato se todos os cerca de 2 mil soldados dos EUA no país partirão e, em caso positivo, a partir de quando. Ela deu a entender que Washington continuará engajada até certo ponto.

    'Os Estados Unidos e nossos aliados estão a postos para reengajamento em todos os níveis para defender interesses americanos sempre que necessário, e continuaremos a trabalhar juntos para negar territórios, financiamento e apoio a terroristas islâmicos radicais.'

    A decisão de uma retirada total, se confirmada, contradiz suposições a respeito de uma presença militar norte-americana de prazo mais longo na Síria, o que autoridades de primeiro escalão dos EUA postularam para garantir que o Estado Islâmico não consiga se reerguer.

    Ela também pode reduzir a influência de Washington na região e minar os esforços diplomáticos para encerrar uma guerra civil que matou centenas de milhares de pessoas na Síria e deslocou cerca de metade da população pré-conflito de 22 milhões de habitantes.

    O Departamento de Estado dos EUA retirará todo seu pessoal da Síria dentro de 24 horas, disse um funcionário norte-americano graduado à Reuters.

    Relatos de uma retirada militar total renderam críticas de imediato, inclusive de alguns dos colegas republicanos de Trump.

    Trump já expressou um desejo forte de chamar as tropas de volta quando possível, e seu tuíte desta quarta-feira mostrou que ele não vê razões adicionais para permanecer.

    Autoridades dos EUA que conversaram com a Reuters sob condição de anonimato não revelaram detalhas das deliberações sobre o recuo das tropas, e a ocasião não ficou clara de imediato.

    Mas um funcionário contou à Reuters que parceiros e aliados foram consultados. Dois outros disseram que uma decisão já foi tomada, mas não foi possível confirmá-lo imediatamente.

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    Rússia fornecerá sistema de defesa aérea S-300 à Síria após acusações contra Israel

    BEIRUTE (Reuters) - A Rússia anunciou nesta segunda-feira que irá fornecer um sistema de mísseis terra-ar S-300 para a Síria dentro de duas semanas, contra forte objeção israelense, uma semana depois que Moscou acusou Israel de causar indiretamente a queda de um avião militar russo na Síria.

    O incidente da última semana, que deixou 15 militares russos mortos, forçou Moscou a tomar 'medidas retaliatórias adequadas para aumentar a segurança de soldados russos que estão combatendo o terrorismo internacional na Síria', disse o ministro de Defesa, Sergei Shoigu, em pronunciamento televisionado nesta segunda-feira.

    'Um moderno sistema de mísseis de defesa aérea S-300 será transferido para as Forças Armadas sírias dentro de duas semanas', disse. O sistema irá 'aumentar significativamente as capacidades combativas do Exército sírio', acrescentou.

    A Rússia, que luta na Síria em apoio ao governo, disse que Damasco derrubou o avião de vigilância IL-20 por engano, pouco depois que caças israelenses atingiram um alvo próximo. Moscou culpou Israel por criar condições perigosas que causaram a queda.

    Israel, que já atacou a Síria diversas vezes durante a guerra de 7 anos, disse pouco depois do incidente que irá trabalhar para aprimorar o 'desconflito' de suas missões com forças russas, mas que não irá interrompê-las. Há muito tempo, Israel pressiona Moscou para que a Rússia não forneça o S-300 à Síria.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres que a decisão de fornecer as armas 'não é dirigida a nenhum terceiro país'. 'A Rússia precisa melhorar a segurança de seus soldados e isso deve ser claro para todos', disse.

    Mas, Peskov também repetiu as acusações de Moscou de que Israel seria responsável pela queda do avião: 'Não há dúvidas de que, de acordo com nossos especialistas militares, ação deliberada de pilotos israelenses foi a razão da tragédia e isso só pode prejudicar nossos laços'.

    (Reportagem de Maria Kiselyova, Gabrielle Tétrault-Farber e Polina Nikolskaya em Moscou e Ellen Francis em Beirute)

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    Rússia diz que Israel tem culpa indireta por abate de avião russo sobre Síria

    Por Christian Lowe e Katya Golubkova

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia acusou Israel nesta terça-feira de causar indiretamente a queda de um avião militar russo perto do litoral mediterrâneo da Síria, e ameaçou retaliar o que descreveu como um ato hostil do Estado judeu.

    O Ministério da Defesa da Rússia disse que a aeronave de reconhecimento Il-20, que tinha 15 militares russos a bordo, foi abatida por baterias antiaéreas da Síria, aliada de Moscou, em um incidente de fogo amigo.

    Mas o ministério disse ter responsabilizado Israel porque, na ocasião do incidente, caças israelenses realizavam ataques aéreos contra alvos sírios e só deram um minuto de aviso a Moscou, criando o risco de a aeronave russa ser pega no fogo cruzado.

    'Vemos as ações dos militares israelenses como hostis', disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, à televisão estatal russa. 'Em resultado das ações irresponsáveis dos militares israelenses, 15 militares russos pereceram'.

    Os militares de Israel não quiseram comentar, e tampouco o gabinete do primeiro-ministro e o Ministério de Relações Exteriores.

    O ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, conversou com seu equivalente israelense, Avigdor Lieberman, e lhe disse que Moscou responsabiliza Israel totalmente pelo abate do avião, relataram agências de notícias russas. O Ministério da Defesa de Israel confirmou a ligação, mas não quis dar maiores detalhes.

    Moscou disse que seu avião desapareceu dos radares quando se aproximava para pousar na base aérea de Hmeymim, no oeste líbio, na noite de segunda-feira, ocasião em que caças israelenses e embarcações da Marinha francesa realizavam ataques aéreos contra alvos na mesma área da Síria.

    A França negou ter lançado qualquer ataque com mísseis.

    De acordo com o ministério, os caças F-16 de Israel envolvidos nos bombardeios usaram o avião russo como cobertura para se aproximarem de seus alvos no solo sem serem alvejados pela artilharia antiaérea síria.

    'Escondendo-se atrás da aeronave russa, os pilotos israelenses a colocaram na linha de fogo de sistemas antiaéreos sírios. Em resultado, o Il-20... foi abatido pelo sistema de mísseis (sírio) S-200', disse Konashenkov.

    Ele disse que os pilotos israelenses 'não poderiam ter deixado de ver a aeronave russa, já que ela se aproximava para pousar de uma altura de 5 quilômetros. Apesar disso eles realizaram esta provocação deliberadamente', afirmou Konashenkov.

    (Reportagem adicional de Tom Balmforth e Andrew Osborn, em Moscou; Maayan Lubell, em Jerusalém; John Irish e Sophie Louet, em Paris; Phil Stewart, em Washington; e Nayera Abdallah, no Cairo)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Alcance amplo de sanções dos EUA afeta reconstrução da Síria

    Alcance amplo de sanções dos EUA afeta reconstrução da Síria

    Por Angus McDowall

    BEIRUTE (Reuters) - O presidente da Síria, Bashar al-Assad, está tentando transformar o sucesso militar em uma reconstrução pós-guerra, mas as sanções ocidentais são um grande obstáculo que pode afugentar investidores estrangeiros.

    A Síria sofreu uma destruição física imensa, e milhões de trabalhadores fugiram, foram recrutados como combatentes ou morreram. Uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a guerra custou 388 bilhões de dólares.

    Uma reconstrução ampla ainda parece distante. Rússia e Irã, aliados de Assad, assim como a China, fizeram alguns investimentos no país, mas não conseguem arcar com o custo da reforma e querem que outros países dividam o fardo.

    Países ocidentais dizem que não aprovarão fundos para a reconstrução da Síria, ou suspender sanções, sem um acordo político. Enquanto isso, as sanções tornam difícil para as companhias estrangeiras trabalharem no país.

    Embora algumas tenham conseguido fazer negócios na Síria, o alcance amplo das sanções e os poderes abrangentes dos Estados Unidos para aplicá-las sujeitam as empresas ao risco de violações involuntárias.

    A maioria delas está mantendo distância. Uma que espera realizar obras no país no futuro, a fabricante de tubulações alemã Ostendorf Kunststoffe, fez uma exposição em uma feira internacional comercial em Damasco e está desenvolvendo relacionamentos com clientes em potencial.

    Mas a companhia ainda não fechou nenhum contrato, e seu representante local, Nabil Moughrabie, que tem sede em Beirute, disse que a empresa está esperando o clima político se desanuviar.

    'Temos obstáculos. Não há remessas diretas da Alemanha à Síria. Há bancos sírios que não podem receber dinheiro da Europa, e empresas europeias que temem receber mais dinheiro da Síria', explicou.

    As sanções dos EUA contra a Síria antecedem a crise, mas foram ampliadas depois da repressão de Assad a protestos em 2011 e novamente quando o país entrou em guerra.

    Elas congelaram os bens do Estado sírio e de centenas de negócios e indivíduos, inclusive membros do governo, dos militares e do aparato de segurança e outros acusados de envolvimento na fabricação ou no uso de armas químicas.

    As sanções ainda proibiram exportações, vendas ou prestação de serviços, além de qualquer investimento novo, de qualquer norte-americano na Síria, e também qualquer negócio de norte-americanos com derivados de petróleo e hidrocarbonetos na Síria ou sua importação aos EUA.

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