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    EXCLUSIVO-Petrobras venderá outros gasodutos após negócio com TAG, dizem fontes

    Por Carolina Mandl e Tatiana Bautzer

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras está preparando a venda de mais três gasodutos depois de levantar 8,6 bilhões de dólares com o repasse do controle da TAG à francesa Engie, disseram três fontes com conhecimento do assunto.

    O conjunto de gasodutos, consideravelmente menores do que os da TAG já vendidos pela Petrobras, podem ser avaliados em mais de 3 bilhões de dólares juntos, uma fonte disse.

    A Petrobras contratou a unidade do banco de investimento do Credit Suisse para vender os gasodutos que conectam a área do pré-sal na Bacia de Santos à infraestrutura terrestre, segundo as fontes.

    Os planos iniciais previam a venda apenas de uma parcela minoritária dos três gasodutos, mas depois de conseguir mais recursos com a venda da TAG do que o imaginado, a Petrobras já considera vender o controle desses ativos, duas fontes disseram, pedindo para não ter seus nomes revelados porque as discussões ainda são privadas.

    Uma decisão final será tomada depois que a nova diretora financeira indicada, Andrea Marques de Almeida, assumir o cargo.

    As três unidades, conhecidas como Rota 1, Rota 2 e Rota 3, têm cerca de 1 mil quilômetros de extensão de gasodutos que partem da Bacia de Santos para a costa.

    Antes da venda da TAG, a Petrobras já havia negociado 90 por cento da unidade de gasodutos Nova Transportadora do Sudeste (NTS), por mais de 5 bilhões de dólares, em 2016, para um consórcio liderado pela canadense Brookfield.

    Petrobras e Credit Suisse não comentaram o assunto.

    Dois desses gasodutos já transportam gás natural gerado na exploração dos campos do pré-sal na Bacia de Santos para o litoral de Rio de Janeiro e São Paulo, e um terceiro ainda está em construção.

    A venda de uma fatia majoritária nos gasodutos deve atrair mais interessados do que uma alienação minoritária, uma das fontes afirmou. Alguns dos investidores que participaram do processo de venda da TAG estão interessados nesses gasodutos, que também oferecem uma fonte estável de fluxo de caixa.

    O processo de venda não deve começar antes do segundo semestre, disse uma fonte, porque a Petrobras precisa da concordância de seus parceiros de exploração no pré-sal para a transação, uma vez que eles têm participação na exploração do gás produzidos pelos campos.

    Esses parceiros incluem a francesa Total, a Shell e a chinesa CNPC, entre outros.

    As ações da companhia abriram em alta na B3, mas operavam em queda de 0,7 por cento, por volta das 10h30.

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    Engie aposta em abertura do mercado de gás do Brasil com TAG e mira também térmica

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - A aquisição da empresa de gasodutos TAG junto à Petrobras, em um negócio de 8,6 bilhões de dólares, é uma aposta da francesa Engie no desenvolvimento do mercado de gás do Brasil, que deverá passar por abertura semelhante a movimento visto no passado no setor elétrico local, disse o CEO da Engie no Brasil, Mauricio Bahr.

    Em teleconferência com acionistas nesta segunda-feira sobre o negócio feito em parceria com um fundo canandense CDPQ, executivos da Engie também afirmaram que a empresa buscará viabilizar ainda em 2019 um projeto termelétrico a gás natural no Brasil, por meio de um leilão do governo federal previsto para setembro.

    'Nossa visão é que o setor de gás está vivendo hoje algo parecido com o que a gente viveu na energia elétrica lá atrás, que se abriu para o investidor privado a entrada. E a gente está vislumbrando outra ocorrência, que é o pré-sal começando a ser explorado, e esse gás precisa ser escoado', disse Bahr.

    O governo prevê apresentar em breve em programa para reformar o setor de gás natural no Brasil, uma medida que também visa reduzir os custos de energia no país. O esforço exigirá que os governos estaduais trabalhem para acabar com os monopólios das distribuidoras estatais regionais de gás, permitindo novos agentes privados no segmento.

    O executivo da elétrica acrescentou que o movimento da companhia parte de uma meta da Engie de ampliar seus negócios em infraestrutura de transporte de energia, o que passa por gasodutos e linhas de transmissão, segmento em que sua subsidiária no Brasil já começou a investir.

    'O objetivo é justamente diversificar a atividade na área de infraestrutura em termos de geografia. Hoje o grupo está muito concentrado em atividades reguladas de infraestrutura na Europa, e o objetivo é diversificar mais esses ativos, para dar um equilíbrio nesse portfólio', afirmou Bahr.

    A TAG opera 4,5 mil quilômetros em gasodutos no Brasil, enquanto a Engie já possui mais de 32 mil km de gasodutos na Europa, México, Chile, Argentina e Turquia.

    A aquisição da TAG deverá ser concluída até maio, disseram os executivos. O negócio, anunciado na sexta-feira, foi fechado por meio de um consórcio entre a subsidiária francesa da Engie, a unidade local Engie Brasil Energia e o fundo de pensão canadense CDPQ.

    O grupo fez uma oferta de 8,6 bilhões de dólares, incluindo dívida perante do BNDES de 800 milhões de dólares. Após a transação, a Engie terá 58,5 por cento da TAG (sendo 29,25 por cento por meio da Engie Brasil Energia), enquanto o CDPQ ficará com 31,5 por cento e a Petrobras manterá 10 por cento na empresa.

    A compra será financiada em 70 por cento por um grupo de bancos, sendo parte da operação em reais e parte em dólares.

    'A parte em moeda estrangeira está 100 por cento atrelada a recebíveis também vinculados à mesma moeda. Não haverá nenhum tipo de exposição (a risco cambial) em função disso', afirmou Bahr.

    A Engie já tem compromisso firme com um grupo de bancos brasileiros e internacionais para o financiamento do negócio, conforme publicado pela Reuters no sábado.

    O presidente da Engie no Brasil afirmou ainda que a oferta da companhia pela TAG está 80 por cento baseada no valor de contratos de longo prazo já assinados entre a empresa de gasodutos e a Petrobras, que têm receita atrelada à inflação.

    TÉRMICA

    O gerente de Relações com Investidores da Engie Brasil Energia, Rafael Bósio, afirmou que a empresa pretende inscrever um projeto de termelétrica a gás no leilão de energia A-6 que será realizado pelo governo em setembro, no qual serão contratadas usinas de geração para entrada em operação a partir de 2025.

    'Geração térmica a gás natural é um dos focos... a gente acredita que consegue participar do próximo leilão. Esse é nosso plano, se a gente vai ser competitivo ou não, precisamos aguardar', afirmou.

    Executivos da Engie Brasil Energia afirmaram em fevereiro que a companhia tem um projeto de usina térmica (Termo Norte Catarinense) a Gás Natural Liquefeito (GNL) já com licença para uma capacidade de até 600 megawatts. A companhia, no entanto, tem buscado licença para dobrar essa potência para 1,2 gigawatt.

    A Engie, líder privada em geração no Brasil, ainda não possui ativos térmicos a gás no país. A subsidiária local da companhia opera principalmente hidrelétricas e busca vender ativos térmico a carvão, em meio a um movimento global do grupo francês de focar em ativos renováveis e gás, considerado um combustível de transição energética.

    (Por Luciano Costa)

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    Engie tem acordo com bancos para financiar 70% da compra da TAG, diz presidente

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia francesa de energia Engie tem acordo fechado com um grupo de bancos para financiar 70 por cento do valor da bilionária aquisição da Transportadora Associada de Gás (TAG) junto à Petrobras, enquanto o restante da transação deverá ser pago com recursos próprios.

    O comentário foi feito à Reuters neste sábado pelo presidente da Engie no Brasil, Mauricio Bahr, que acrescentou que o negócio praticamente dobrará a participação da companhia no país.

    A Petrobras anunciou na sexta-feira que a Engie e o fundo de pensão canadense Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ) apresentaram a melhor oferta por 90 por cento da TAG, uma proposta vinculante que representa valor de empresa de 35,1 bilhões de reais por 100 por cento do ativo em dezembro de 2017 (8,6 bilhões de dólares). A Engie Brasil Energia, braço da francesa no país, tem um valor de mercado de cerca de 35,9 bilhões de reais, segundo dados do Eikon, da Refinitiv.

    'É um movimento estratégico importante, praticamente dobra a nossa participação no Brasil. O grupo tem uma estratégia de expandir internacionalmente em linhas de transmissão e também em gasodutos. Estávamos bucando uma aquisição na área de infraestrutura de gás, a entrada na cadeia de valor do gás, já há uns dois ou três anos', disse Bahr.

    'Já existe um comprometimento firme dos bancos, o que é muito importante. Mostra que não só os investidores estão acreditando no Brasil, mas também os bancos, porque eles estão dando esse empréstimo de longo prazo sem garantia corporativa. São empréstimos na modalidade project finance, a garantia é o recebível dos contratos (da TAG), é uma evolução muito importante', acrescentou o executivo.

    Bahr afirmou que a operação terá prazo de 10 anos e deve envolver três bancos brasileiros e seis internacionais, mas disse que não poderia abrir nomes ou dar maiores detalhes no momento devido a contratos de confidencialidade.

    Duas fontes próximas do assunto afirmaram na véspera à Reuters que cerca de 60 por cento da proposta será financiada por Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil.

    'Conseguimos um prazo de médio para longo. É um bom teste de mercado, estamos saindo daquilo de uma fonte única (de financiamento) do passado, que era só o BNDES para longo prazo, e agora temos os bancos entrando, com a melhora do risco-país', comentou.

    O grupo Engie terá 58,5 por cento da TAG, sendo 29,25 por cento por meio da Engie Brasil Energia, enquanto os canadenses do CDPQ terão 31,5 por cento. A Petrobras manterá 10 por cento no capital da empresa, que opera 4,5 mil quilômetros em gasodutos no Sudeste, Nordeste e Norte.

    A Engie é líder privada em geração de energia no Brasil e pretende continuar investindo fortemente no setor, com foco em fontes renováveis, disse Bahr. Em paralelo, o grupo também tem ampliado negócios locais em serviços de energia, em movimento que incluiu aquisições, mirando a entrada em áreas como geração distribuída, prestação de consultoria, iluminação pública e mobilidade urbana.

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    Engie oferece US$8,6 bi por unidade de gasodutos da Petrobras e supera concorrência

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras informou que a francesa Engie e o fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) apresentaram a melhor proposta para a compra de uma fatia de 90 por cento de sua unidade Transportadora Associada de Gás (TAG), no valor total de 8,6 bilhões de dólares.

    O valor do negócio inclui o pagamento, pelos compradores, de dívidas da TAG perante o BNDES (800 milhões de dólares) e considera taxa de câmbio de 3,85 reais por dólar, acrescentou a estatal em comunicado nesta sexta-feira.

    Além do grupo vencedor, também estavam na disputa pela TAG um grupo liderado pela Itaúsa e uma associação entre EIG Global Energy Partners e Mubadala Investment, conforme publicado pela Reuters mais cedo neste mês com informação de fontes.

    Duas fontes com conhecimento do assunto disseram que a diferença entre as propostas foi pequena e que o segundo maior lance, da EIG e do Mubadala, foi menos de 1 por cento inferior à oferta vitoriosa.

    Subsidiárias da Engie terão 75 por cento do consórcio vencedor, enquanto o CDPQ ficará com 25 por cento, disse uma das fontes, que falou sob a condição de anonimato.

    A subsidiária local da francesa, Engie Brasil Energia, disse em comunicado que passará a deter uma participação indireta de 29,25 por cento no capital social da TAG após a conclusão da transação.

    Com a venda da TAG, a Petrobras prevê levantar um total de 10 bilhões de dólares com desinvestimentos em ativos nos primeiros quatro meses do ano, conforme afirmou recentemente o presidente da empresa, Roberto Castello Branco.

    A TAG é um dos principais desinvestimentos do atual plano de venda de ativos da Petrobras, que prevê potencial total de entrada de recursos de 26,9 bilhões de dólares no período 2019-2023.

    'A Petrobras continuará a utilizar os serviços de transporte de gás natural prestados pela TAG, por meio dos contratos de longo prazo já vigentes entre as duas companhias, sem qualquer impacto em suas operações e na entrega de gás para distribuidoras e demais clientes', disse a empresa.

    A conclusão da transação ainda está sujeita à aprovação pelos órgãos de governança da Petrobras e de defesa da concorrência.

    PROCESSO LONGO

    Havia grande expectativa de analistas e investidores pelo processo de alienação da TAG, iniciado ainda em outubro de 2017.

    O negócio chegou a ser interrompido no ano passado após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas dependeria de aval legislativo. Uma ação de petroleiros na Justiça também chegou a suspender temporariamente o processo.

    A Petrobras acabou por retomar a concorrência para a venda da TAG e outros ativos em janeiro, com base em avaliação da Advocacia Geral da União (AGU) de que a empresa atende requisitos do próprio STF para alienar subsidiárias. Também foi derrubada a liminar que impedia a negociação da empresa.

    A TAG opera infraestrutura de transporte de gás com capacidade de movimentar 74 milhões de m³/dia. A malha de gasodutos da empresa soma cerca de 4.505 km, contando ainda com 10 instalações de compressão de gás, 6 próprias e 4 alugadas, e 91 pontos de entrega em 10 Estados, nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte, segundo informações do site da companhia.

    (Por Luciano Costa e Tatiana Bautzer em São Paulo e Marta Nogueira no Rio de Janeiro)

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    AGU derruba liminar contra a venda da TAG pela Petrobras

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou liminar contra a venda pela Petrobras de 90 por cento da Transportadora Associada de Gás (TAG), subsidiária que opera gasodutos, informou a Advocacia-Geral da União (AGU).

    A liminar havia sido concedida pela 4a turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) no âmbito de uma ação popular proposta pelo Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros nos Estados de Alagoas e Sergipe, que questionaram o processo aberto pela Petrobras para realizar a venda.

    O sindicato havia alegado na ação que a operação não observou a legislação que trata dos processos licitatórios.

    'Observa-se que a Petrobras realizou verdadeiro procedimento competitivo e público, com regras claras e objetivas à luz das normas legais e regulamentares aplicáveis', disse a AGU em nota.

    Na decisão em que acolheu o pedido de suspensão da liminar, o presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, reconheceu que a paralisação do processo afetaria o 'interesse público' e traria 'grave lesão à ordem e à economia públicas'.

    Para o ministro, impactos diretos e indiretos para o setor de petróleo e a União foram comprovados caso a decisão não fosse revertida, 'além da insegurança jurídica gerada aos investidores interessados no procedimento, afetando a confiança do mercado quanto às perspectivas do setor de petróleo e gás brasileiro'.

    A venda da TAG também estava suspensa devido decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), no ano passado, pela qual a venda de ações de empresas públicas depende de aval legislativo.

    Questionada se a empresa permanece impedida de vender a TAG, a Petrobras não respondeu de imediato a pedidos de comentários.

    (Por Ricardo Brito)

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