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    Aneel estuda formas de frear escalada da conta de luz, diz diretor

    Por Luciano Costa

    BRASÍLIA (Reuters) - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem levantado dados para preparar um 'diagnóstico' sobre as tarifas de eletricidade no país e sugerir medidas que o próprio órgão, o governo ou parlamentares poderiam tomar para conter a escalada dos custos, disse nesta terça-feira o diretor-geral da reguladora, André Pepitone.

    As tarifas residenciais de energia acumulam alta de 62 por cento entre o final de 2013 e o primeiro trimestre 2018, o dobro da variação de 30 por cento da inflação no período medida pelo IPCA, segundo dados da própria Aneel.

    'Estamos fazendo uma avaliação, um diagnóstico, do que pode ser feito para a gente contribuir com a redução da tarifa... identificando e apontando soluções que venham a contribuir para a modicidade tarifária, vamos apresentar isso tanto para o Exectuivo quanto para o Legislativo', afirmou Pepitone a jornalistas após a reunião de diretoria da agência.

    A análise tem focado principalmente o aumento do peso de subsídios embutidos nas tarifas e a alta nos gastos com geração de energia, associada a princípio ao despacho de termelétricas com elevado custo de operação que formam parte do parque gerador do país.

    'As usinas hidrelétricas não têm mais reservatórios... com a intermitência sobretudo das eólicas e solares, isso traz uma mudança na forma de operar o setor. A gente precisa dessas térmicas, e como esse parque térmico tem um custo elevado, isso vem onerando a tarifa', explicou.

    Nos subsídios, estão na mira da agência a disparada nos custos com descontos tarifários na distribuição de energia, concedidos a um amplo universo de beneficiados que vai desde famílias de baixa renda até agricultores, empresas de saneamento e consumidores que compram energia renovável no chamado mercado livre de energia.

    Esses descontos dobraram de proporção desde 2013, de 4 bilhões de reais para cerca de 8 bilhões, disse Pepitone.

    'O desejável era que subsídios tivessem um marco inicial e um marco final... a gente precisava promover uma ampla discussão, inclusive com o Congresso Nacional, e setorial também, sobre a pertinência de manter essa política de subsídios... carece essa reflexão da sociedade porque isso está onerando a conta de luz dos brasileiros', afirmou.

    Além do possível encaminhamento de propostas ao governo, a Aneel também pretende avaliar medidas regulatórias e infralegais que possam conter a escalada das tarifas sem necessidade de mudanças legislativas.

    'São ações simples... a gente está buscando identificar para depois fazer uma ação regulatória', explicou o diretor.

    Antes da Aneel, o Ministério de Minas e Energia também já havia anunciado um plano para rever os subsídios embutidos nas contas de luz como forma de reduzir tarifas, mas as propostas da pasta sobre o tema ainda não avançaram, apesar de uma consulta pública sobre as medidas ter sido concluída ainda em junho.

    (Por Luciano Costa)

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    China vai taxar US$60 bi em produtos dos EUA, mas reduz nível de tarifas

    PEQUIM (Reuters) - A China vai impor taxas sobre cerca de 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos em retaliação pelas novas tarifas dos Estados Unidos, como planejado anteriormente, mas reduziu o nívei de tarifas cobradas sobre os produtos.

    As medidas fazem parte da mais recente intensificação de uma disputa comercial cada vez mais prolongada entre as duas maiores economias do mundo.

    Na segunda-feira, o governo norte-americano disse que começará a cobrar em 24 de setembro novas tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, com as tarifas subindo para 25 por cento até o final de 2018.

    Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou aplicar sobre esses produtos tarifas de 25 por cento imediatamente.

    'A China é forçada a responder ao unilateralismo e ao protecionismo comercial dos EUA, e não tem escolha senão responder com suas próprias tarifas', disse o Ministério das Finanças em um comunicado divulgado em seu site nesta terça-feira.

    A China vai cobrar tarifas sobre um total de 5.207 produtos dos Estados Unidos, com taxas que variam entre 5 e 10 por cento, em vez de 5, 10, 20 e 25 por cento proposto anteriormente, mesmo que os produtos tenham permanecido inalterados em relação ao plano anterior, disse o Ministério das Finanças.

    A China vai impor uma tarifa de 10 por cento sobre os produtos norte-americanos que designou anteriormente para uma taxa de 20 e 25 por cento, e tarifas de 5 por cento em produtos anteriormente designados a 5 e 10 por cento.

    Os itens anteriormente determinados a serem taxados entre 20 ou 25 por cento incluíam produtos que vão desde gás natural liquefeito e minérios até café e vários tipos de óleos comestíveis. Esses produtos serão agora taxados em 10 por cento.

    Os produtos que antes estavam na categoria de 10 por cento incluíam produtos como vegetais congelados, pó de cacau e químicos, e agora serão taxados em 5 por cento.

    As novas medidas tarifárias entrarão em vigor às 01h01 (horário de Brasília) do dia 24 de setembro.

    A China responderá mais e de forma adequada se os Estados Unidos insistirem em aumentar as tarifas, de acordo com o Ministério das Finanças.

    (Reportagem de Ryan Woo, Se Young Lee, Yawen Chen e Lusha Zhang)

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    Trump impõe tarifas sobre US$200 bi em produtos chineses e ameaça taxar outros US$267 bi

    Por David Lawder e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que vai impor tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em produtos chineses, mas deixou de lado relógios inteligentes da Apple e do Fitbit e outros produtos de consumo, como capacetes para ciclistas e cadeirinhas infantis para automóveis.

    Em comunicado anunciando a nova rodada de tarifas, Trump alertou que se a China tomar medidas retaliatórias contra fazendeiros ou indústrias dos EUA, 'vamos buscar imediatamente a fase 3, que são tarifas sobre aproximadamente 267 bilhões de dólares em importações adicionais'.

    O recolhimento das tarifas sobre a aguardada lista vai começar no dia 24, mas a alíquota vai subir para 25 por cento no fim de 2018, permitindo às companhias dos EUA algum tempo para ajustar suas cadeias de fornecimento em outros países, disse uma autoridade do governo.

    Os EUA já impuseram tarifas sobre produtos chineses no valor de 50 bilhões de dólares para pressionar a China a fazer mudanças radicais em suas políticas de comércio, transferência de tecnologia e subsídios industriais de alta tecnologia.

    A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado.

    Um funcionário de alto escalão do governo Trump disse que os EUA estão abertos a futuras negociações com Pequim, mas não deu detalhes imediatos sobre quando novas reuniões podem ocorrer.

    'Este não é um esforço para restringir a China, mas para trabalhar com a China e dizer: É hora de abordar essas práticas comerciais injustas que identificamos e que prejudicam todo o sistema de comércio', disse ele.

    A China prometeu retaliar ainda mais as novas tarifas dos EUA, com a mídia estatal defendendo um contra-ataque agressivo.

    O iuan da China em moeda estrangeira caiu cerca de 6 por cento em relação ao dólar desde meados de junho, compensando a alíquota de 10 por cento por uma margem considerável.

    O escritório do representante de Comércio dos EUA eliminou cerca de 300 categorias de produtos da lista de tarifas proposta, junto com alguns subconjuntos de outras categorias, mas autoridades do governo disseram que o valor total da lista revisada ainda seria de cerca de 200 bilhões de dólares.

    Uma ampla categoria de dispositivos conectados à internet de 23 bilhões de dólares seguirá sujeita a tarifas, mas alguns produtos, como relógios inteligentes, dispositivos bluetooth e outros produtos de tecnologia para o consumidor foram removidos.

    Também foram poupados das tarifas os insumos chineses para os produtos químicos produzidos nos EUA usados na manufatura, têxteis e agricultura.

    Os ajustes fizeram pouco para apaziguar os grupos de tecnologia e varejo que argumentavam que as tarifas afetariam duramente os consumidores.

    'A decisão do presidente Trump de impor mais 200 bilhões de dólares é imprudente e causará danos duradouros às comunidades em todo o país', disse Dean Garfield, presidente do Information Technology Industry Council, que representa as principais empresas de tecnologia.

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    Jornal chinês alerta que país não ficará na defensiva em guerra comercial com os EUA

    PEQUIM (Reuters) - A China não se contentará em ficar apenas na defensiva em uma intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos, alertou um tablóide chinês de ampla audiência, em meio às expectativas de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncie novas tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses ainda nesta segunda-feira.

    Os Estados Unidos e a China já taxaram 50 bilhões de dólares em importações um do outro em uma disputa crescente que vem afetando os mercados financeiros nos últimos meses.

    Na semana passada, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos convidou autoridades chinesas, incluindo o vice-premiê Liu He, para mais negociações sobre a disputa tarifária, embora o ceticismo permanecesse alto entre analistas de ambos os lados sobre as perspectivas de um progresso.

    O Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a intensificação do conflito comercial não é do interesse de ninguém.

    'Nós sempre mantivemos que o único meio correto para resolver a disputa comercial é por meio de diálogo e consulta em bases iguais com confiança e respeito mútuos', disse o porta-voz do ministério, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

    Uma autoridade do governo norte-americano disse à Reuters no fim de semana que Trump deve anunciar as novas tarifas nesta segunda-feira.

    Em publicações no Twitter pela manhã, Trump disse que a adoção de tarifas fortalece a posição de barganha dos EUA e que até agora qualquer aumento de custo sobre os produtos foi 'quase imperceptível'.

    'Se os países não fizerem acordos justos conosco, seles serão Tarifados!', escreveu Trump.

    O Global Times, publicado pelo People's Daily, do Partido Comunista, escreveu em um editorial: 'Não é novidade que os EUA tentem intensificar as tensões para explorar mais ganhos na mesa de negociações'.

    'Estamos esperando um contra-ataque mais bonito e continuaremos aumentando a dor sentida pelos EUA', disse a coluna em língua chinesa.

    Além de retaliar com tarifas, a China também pode restringir a exportação de produtos, matérias-primas e componentes para as cadeias de suprimento de manufatura dos EUA, disse o ex-ministro das Finanças, Lou Jiwei, a um fórum em Pequim no domingo, segundo um participante.

    Lou é presidente do Conselho Nacional do Fundo de Seguridade Social.

    A pessoa que participou do evento e está familiarizada com o pensamento da Casa Branca disse que tal medida provavelmente atrairá retaliação aguda de Washington, que estudou seus próprios limites sobre exportação de tecnologias importantes para a China.

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    UE promete elevar tarifas de automóveis se Trump renegar acordo

    BERLIM (Reuters) - A União Europeia responderá da mesma forma se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renunciar à promessa de se abster da imposição de tarifas sobre automóveis da região, disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, enquanto as tensões comerciais entre a Europa e os Estados Unidos aumentavam novamente.

    Juncker disse à emissora alemã ZDF nesta sexta-feira que a UE não deixará ninguém determinar suas políticas comerciais. Se Washington decidiu impor tarifas de automóveis depois de tudo, 'então nós também faremos isso'.

    Trump rejeitou na quinta-feira uma oferta da UE para eliminar tarifas sobre carros e disse que as políticas comerciais da UE são 'quase tão ruins quanto as da China', informou a Bloomberg News.

    Juncker disse que negociou um 'acordo para acessar-fogo' com Trump em julho e, apesar de tais acordos serem frequentemente ameaçados, eles geralmente são respeitados.

    A chanceler Angela Merkel deve se reunir com Juncker na terça-feira, informou a porta-voz do governo alemão, Ulrike Demmer, nesta sexta-feira. Ela se recusou a comentar sobre as últimas declarações de Trump, mas disse que a Alemanha fundamentalmente procurou reduzir as barreiras comerciais e promover o livre comércio.

    A questão comercial também deve ser abordada quando Merkel se encontrar com o presidente francês, Emmanuel Macron, na França, nesta sexta-feira.

    A UE continua em desacordo com os Estados Unidos em relação ao bloqueio dos Estados Unidos à nomeação de juízes na Organização Mundial do Comércio, às tarifas estabelecidas por razões de segurança nacional e à dura postura de Washington em relação à China.

    Trump havia concordado em julho em conter as tarifas de 25 por cento sobre as importações de automóveis, enquanto os Estados Unidos e a Europa falavam em cortar outras barreiras comerciais, mas as autoridades americanas ficaram frustradas com o ritmo lento do progresso.

    (Por Andrea Shalal com reportagem adicional da Marine Pennetier)

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    China decide impor tarifas adicionais sobre US$ 16 bi em produtos dos EUA

    Por Ryan Woo e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON(Reuters) - A China vai impor tarifas adicionais de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em produtos importados dos EUA, de combustíveis e siderúgicos a automóveis e equipamento médico, disse o Ministério do Comércio da China, em meio à escalada da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    As tarifas entram em vigor no dia 23 de agosto, informou o ministério, no mesmo dia em que os Estados Unidos planejam iniciar a cobrança de mais 25 por cento em tarifas sobre 16 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Os Estados Unidos publicaram sua lista final de produtos sujeitos a novas tarifas na véspera.

    A lista final da China, anunciada nesta quarta-feira, difere da versão anterior publicada em junho, que incluía petróleo bruto. O número de categorias de produtos sujeitos a tarifas subiu para 333 ante 114 na versão de junho, embora o valor final seja o mesmo.

    A ação dos EUA que levou à retaliação chinesa foi a última adotada pelo presidente Donald Trump para colocar pressão sobre a China para negociar concessões comerciais, depois que Washington impôs tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos no mês passado. A China prometeu retaliar com tarifas equivalentes qualquer ação dos EUA.

    'Esta é uma prática bastante insensata', disse o Ministério do Comércio da China sobre as ações dos EUA na quarta-feira, enquanto apresentava as tarifas retaliatórias da China.

    Para compensar o espaço deixado na lista de tarifas com a exclusão de petróleo bruto, a China acrescentou refeições de peixe, resíduos de madeira, papéis e seus resíduos, sucata de metal e vários tipos de bicicletas e carros, entre outros produtos.

    Na semana passada, a China propôs tarifas adicionais sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA, depois que Trump elevou para 25 por cento as tarifas inicialmente planejadas como 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em importações da China.

    Até agora, a China impôs ou propôs a adoção de tarifas sobre 110 bilhões de dólares em produtos dos EUA, representando a ampla maioria dos produtos americanos que importa anualmente. Produtos de alto valor dos EUA, como petróleo cru e aeronaves grandes, ainda não estão em nenhuma lista.

    Uma porta-voz do Representante do Comércio dos EUA não estava disponível imediatamente para comentar o anúncio da retaliação da China ou se isso levaria Trump a uma nova rodada de ameaças de tarifas sobre 200 bilhões de produtos chineses.

    O representante comercial dos EUA conduz, até 5 de setembro, um período de consulta pública para as tarifas, que podem chegar a 25 por cento. Levaria mais algumas semanas para revisar a lista e programar mudanças na aduana para começar a cobrança.

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    China promete retaliar se Trump impuser tarifa de 25% sobre US$ 200 bi produtos chineses

    Por Ben Blanchard e Steve Holland

    PEQUIM / WASHINGTON (Reuters) - A China disse nesta quarta-feira que 'chantagem' não funcionará e que retaliará se os Estados Unidos tomarem outras medidas que dificultem o comércio, conforme o governo Trump considera uma taxação de 25 por cento sobre os 200 dólares bilhão de mercadorias chinesas.

    A proposta aumentaria a alíquota de 10 por cento que o governo havia inicialmente proposto em 10 de julho para essa onda de impostos, numa tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o plano na véspera.

    As tarifas visam milhares de importações chinesas, incluindo produtos alimentícios, produtos químicos, aço e alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes até pneus de carros, bicicletas e luvas de beisebol e produtos de beleza.

    A fonte disse que o governo do presidente Donald Trump poderia anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira em Washington. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News.

    A China, que acusou os Estados Unidos de intimidação, novamente prometeu retaliar se Trump prosseguir com as medidas, alertando que as táticas de pressão falharão.

    'A pressão e a chantagem dos EUA não terão efeito. Se os Estados Unidos adotar novos passos, a China inevitavelmente tomará contramedidas e nós protegeremos nossos direitos legítimos', disse o porta-voz do primeiro-ministro chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

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    Trump deve impor tarifas de 25% sobre US$ 200 bi em importações chinesas, diz fonte

    Por Steve Holland e David Lawder

    WASHINGTON (Reuters) - O governo Trump pretende impor tarifas de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos importados da China depois de inicialmente taxá-los em 10 por cento, em uma tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o assunto na véspera.

    O governo do presidente Donald Trump disse em 10 de julho que vai impor tarifas de 10 por cento sobre milhares de importações chinesas.

    Elas incluem produtos alimentícios, produtos químicos, aço, alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes, até pneus de carros, bicicletas, luvas de beisebol e produtos de beleza.

    Enquanto as tarifas não são impostas até um período de comentários públicos, aumentar o nível proposto para 25 por cento pode agravar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    A fonte disse que o governo Trump pode anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News.

    Não houve reação imediata do governo chinês. Em julho, a China acusou os Estados Unidos de intimidação e avisou que iria contra-atacar.

    Os investidores temem que uma escalada da guerra comercial entre Washington e Pequim possa atingir o crescimento global, e proeminentes grupos empresariais dos EUA condenaram as tarifas agressivas de Trump.

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    Trump diz à CNBC que está pronto para impor tarifas sobre US$500 bi em importações chinesas

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que está pronto para impor tarifas sobre mais 500 bilhões de dólares em produtos importados da China, ameaçando intensificar a atual disputa comercial com o país asiático.

    'Estamos em tremenda desvantagem', disse Trump em entrevista sobre desequilíbrios comerciais com a China com a CNBC, gravada na quinta-feira e divulgada nesta sexta-feira. 'Estou pronto ir a 500.'

    Neste mês, os Estados Unidos impuseram tarifas sobre 34 bilhões de dólares em importações chinesas. Em resposta, a China aplicou taxas sobre o mesmo valor de produtos norte-americanos.

    Os Estados Unidos contestaram as tarifas retaliatórias na Organização Mundial do Comércio (OMC) na segunda-feira, junto com as que a União Europeia, Canadá, México e Turquia impuseram em resposta aos novos impostos norte-americanos sobre aço e alumínio. [nL1N1UC1IC]

    Quando questionado sobre a possível queda do mercado acionário se os Estados Unidos adotassem impostos sobre uma quantidade tão grande de produtos, Trump disse: 'Se isso acontecer, aconteceu. Olha, não estou fazendo isso pela política'.

    Trump quer que os líderes chineses adotem ações que reduzam o déficit comercial de 375 bilhões de dólares dos EUA com a China.

    O governo norte-americano também acusou a China de adotar práticas comerciais injustas ao forçar investidores norte-americanos a entregarem tecnologia importante a empresas chinesas.

    (Reportagem de Susan Heavey e Doina Chiacu)

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    Com entrada em vigor de tarifas, China culpa EUA por 'maior guerra comercial' da história

    Por Christian Shepherd e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos e a China adotaram tarifas sobre 34 bilhões de dólares em importações um do outro nesta sexta-feira, com Pequim acusando Washington de desencadear a maior guerra comercial da história em uma forte intensificação do conflito que já dura meses.

    Horas antes do prazo de Washington para que as tarifas entrassem em vigor, o presidente norte-americano, Donald Trump, aumentou o tom, alertando que os EUA poderiam visar mais de 500 bilhões de dólares em produtos chineses, ou o volume total das importações norte-americanas da China no ano passado.

    O Ministério do Comércio da China, em comunicado pouco depois do prazo dos EUA, afirmou que foi forçado a retaliar, o que significa que 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA importados, incluindo automóveis e produtos agrícolas, também serão sobretaxados em 25 por cento.

    Entretanto, um atraso subsequente até que Pequim confirmasse que havia implementado tarifas retaliatórias causou confusão nos mercados.

    Após os EUA terem elevado de forma injusta as tarifas contra a China, a China imediatamente colocou em vigor a elevação de tarifas sobre alguns bens dos EUA , disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, em entrevista na sexta-feira.

    Alguns portos chineses adiaram a liberação de produtos dos EUA, disseram quatro fontes. Aparentemente não havia nenhuma instrução direta para reter os carregamentos, mas alguns departamentos alfandegários aguardavam orientação oficial sobre a imposição de tarifas adicionais, explicaram as fontes.

    Antes da implementação das tarifas, não havia sinais de novas negociações entre autoridades chinesas e norte-americanas, de acordo com fontes empresariais de Washington e Pequim.

    Provavelmente podemos dizer que a guerra comercial oficialmente começou , disse Chen Feixiang, professor de economia aplicada da Faculdade de Economia e Administração Antai, da Univerdade Xangai Jiaotong.

    Se isso acabar em 34 bilhões de dólares, terá um efeito marginal sobre ambas as economias. Mas se aumentar para 500 bilhões de dólares como Trump disse, então terá um grande impacto para ambos os países , completou Chen.

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    China diz que não vai disparar primeiro tiro em guerra comercial com os EUA

    Por Stella Qiu e Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China não vai absolutamente disparar o primeiro tiro em uma guerra comercial com os Estados Unidos e não será a primeira a cobrar tarifas, disse o Ministério das Finanças do país nesta quarta-feira.

    Uma pessoa com conhecimento do plano disse à Reuters que as tarifas da China sobre 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA vão entrar em vigor no início a partir do início da sexta-feira. Dada a diferença de 12 horas, isso coloca sua implementação antes da entrada em vigor das tarifas de Washington. Outras mídias publicaram notícias semelhantes.

    Mas o ministério emitiu um esclarecimento breve em resposta.

    A posição do governo chinês foi declarada muitas vezes. Nós não vamos absolutamente disparar o primeiro tiro, e não vamos implementar medidas tarifárias antes que os EUA o façam , afirmou, sem dar mais detalhes.

    Washington diz que implementará tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos chineses em 6 de julho, e Pequim prometeu retaliar com medidas similares no mesmo dia.

    Mais cedo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse que a China está pronta para agir, mas não confirmou a data de início das imposições das tarifas chinesas.

    A China já fez preparativos , disse Lu em uma entrevista coletiva diária.

    Desde que os Estados Unidos emitam a chamada lista tarifária, a China tomará as medidas necessárias para proteger firmemente seus interesses legítimos , acrescentou ele, sem dar mais detalhes.

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