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    Trump diz à CNBC que está pronto para impor tarifas sobre US$500 bi em importações chinesas

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que está pronto para impor tarifas sobre mais 500 bilhões de dólares em produtos importados da China, ameaçando intensificar a atual disputa comercial com o país asiático.

    'Estamos em tremenda desvantagem', disse Trump em entrevista sobre desequilíbrios comerciais com a China com a CNBC, gravada na quinta-feira e divulgada nesta sexta-feira. 'Estou pronto ir a 500.'

    Neste mês, os Estados Unidos impuseram tarifas sobre 34 bilhões de dólares em importações chinesas. Em resposta, a China aplicou taxas sobre o mesmo valor de produtos norte-americanos.

    Os Estados Unidos contestaram as tarifas retaliatórias na Organização Mundial do Comércio (OMC) na segunda-feira, junto com as que a União Europeia, Canadá, México e Turquia impuseram em resposta aos novos impostos norte-americanos sobre aço e alumínio. [nL1N1UC1IC]

    Quando questionado sobre a possível queda do mercado acionário se os Estados Unidos adotassem impostos sobre uma quantidade tão grande de produtos, Trump disse: 'Se isso acontecer, aconteceu. Olha, não estou fazendo isso pela política'.

    Trump quer que os líderes chineses adotem ações que reduzam o déficit comercial de 375 bilhões de dólares dos EUA com a China.

    O governo norte-americano também acusou a China de adotar práticas comerciais injustas ao forçar investidores norte-americanos a entregarem tecnologia importante a empresas chinesas.

    (Reportagem de Susan Heavey e Doina Chiacu)

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    Com entrada em vigor de tarifas, China culpa EUA por 'maior guerra comercial' da história

    Por Christian Shepherd e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos e a China adotaram tarifas sobre 34 bilhões de dólares em importações um do outro nesta sexta-feira, com Pequim acusando Washington de desencadear a maior guerra comercial da história em uma forte intensificação do conflito que já dura meses.

    Horas antes do prazo de Washington para que as tarifas entrassem em vigor, o presidente norte-americano, Donald Trump, aumentou o tom, alertando que os EUA poderiam visar mais de 500 bilhões de dólares em produtos chineses, ou o volume total das importações norte-americanas da China no ano passado.

    O Ministério do Comércio da China, em comunicado pouco depois do prazo dos EUA, afirmou que foi forçado a retaliar, o que significa que 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA importados, incluindo automóveis e produtos agrícolas, também serão sobretaxados em 25 por cento.

    Entretanto, um atraso subsequente até que Pequim confirmasse que havia implementado tarifas retaliatórias causou confusão nos mercados.

    Após os EUA terem elevado de forma injusta as tarifas contra a China, a China imediatamente colocou em vigor a elevação de tarifas sobre alguns bens dos EUA , disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, em entrevista na sexta-feira.

    Alguns portos chineses adiaram a liberação de produtos dos EUA, disseram quatro fontes. Aparentemente não havia nenhuma instrução direta para reter os carregamentos, mas alguns departamentos alfandegários aguardavam orientação oficial sobre a imposição de tarifas adicionais, explicaram as fontes.

    Antes da implementação das tarifas, não havia sinais de novas negociações entre autoridades chinesas e norte-americanas, de acordo com fontes empresariais de Washington e Pequim.

    Provavelmente podemos dizer que a guerra comercial oficialmente começou , disse Chen Feixiang, professor de economia aplicada da Faculdade de Economia e Administração Antai, da Univerdade Xangai Jiaotong.

    Se isso acabar em 34 bilhões de dólares, terá um efeito marginal sobre ambas as economias. Mas se aumentar para 500 bilhões de dólares como Trump disse, então terá um grande impacto para ambos os países , completou Chen.

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    China diz que não vai disparar primeiro tiro em guerra comercial com os EUA

    Por Stella Qiu e Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China não vai absolutamente disparar o primeiro tiro em uma guerra comercial com os Estados Unidos e não será a primeira a cobrar tarifas, disse o Ministério das Finanças do país nesta quarta-feira.

    Uma pessoa com conhecimento do plano disse à Reuters que as tarifas da China sobre 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA vão entrar em vigor no início a partir do início da sexta-feira. Dada a diferença de 12 horas, isso coloca sua implementação antes da entrada em vigor das tarifas de Washington. Outras mídias publicaram notícias semelhantes.

    Mas o ministério emitiu um esclarecimento breve em resposta.

    A posição do governo chinês foi declarada muitas vezes. Nós não vamos absolutamente disparar o primeiro tiro, e não vamos implementar medidas tarifárias antes que os EUA o façam , afirmou, sem dar mais detalhes.

    Washington diz que implementará tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos chineses em 6 de julho, e Pequim prometeu retaliar com medidas similares no mesmo dia.

    Mais cedo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse que a China está pronta para agir, mas não confirmou a data de início das imposições das tarifas chinesas.

    A China já fez preparativos , disse Lu em uma entrevista coletiva diária.

    Desde que os Estados Unidos emitam a chamada lista tarifária, a China tomará as medidas necessárias para proteger firmemente seus interesses legítimos , acrescentou ele, sem dar mais detalhes.

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    UE responde tarifas de Trump com sobretaxa de 25% a partir de 6ª-feira

    Por Philip Blenkinsop

    BRUXELAS (Reuters) - A União Europeia vai começar a cobrar tarifas de importação de 25 por cento sobre uma série de produtos norte-americanos na sexta-feira, depois que Washington impôs sobretaxas para aço e alumínio do bloco no início de junho, disse a Comissão Europeia nesta quarta-feira.

    A medida confirma a disputa que pode se transformar em uma guerra comercial em larga escala, especialmente se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumprir sua ameaça de taxar carros europeus.

    A Comissão adotou formalmente a medida que estabelece as tarifas sobre 2,8 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em mercadorias dos EUA, incluindo produtos de aço e alumínio, agrícolas, bourbon, jeans e motocicletas.

    Não queremos estar nesta posição , disse a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmstrom, em um comunicado, acrescentando que a decisão unilateral e injustificada dos EUA deixou a UE sem escolha.

    Ela classificou a resposta da UE como proporcional e de acordo com as regras da Organização Mundial do Comércio, e disse que elas serão retiradas se Washington remover suas tarifas sobre metais. As exportações de aço e alumínio da UE que agora têm tarifas dos EUA totalizam 6,4 bilhões de euros.

    Donald Trump golpeou UE, Canadá e México com tarifas de 25 por cento sobre o aço e 10 por cento sobre o alumínio no início de junho, pondo fim às isenções que estavam em vigor desde março.

    O Canadá anunciou que irá impor tarifas retaliatórias sobre 12,5 bilhões de dólares em exportações dos EUA em 1 de julho. O México colocou tarifas sobre produtos norte-americanos que vão desde o aço até a carne suína há duas semanas.

    (Por Philip Blenkinsop)

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    Tarifas de Trump são por enquanto erro menor para economia dos EUA

    WASHINGTON (Reuters) - As tarifas comerciais impostas pelo governo do presidente norte-americano, Donald Trump, vão reduzir levemente o crescimento dos Estados Unidos e elevar também ligeiramente a inflação no país, uma consequência menor para uma economia de 19 trilhões de dólares que está passando pela segunda fase mais longa de expansão econômica já registrada.

    Nesta sexta-feira, Trump impôs tarifas sobre 50 bilhões de dólares em importações da China, uma decisão que veio após decidir pesadas sobretaxas sobre compras de aço e alumínio, que passaram a valer neste mês.

    Consumidores e empresas norte-americanas incorporaram o custo das tarifas e a economia em crescimento adicionou mais empregos e reduziu o desemprego para níveis não vistos desde a década de 1960.

    Os custos até agora têm sido administráveis e o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, afirmou que a sobretaxa sobre os metais, por exemplo, vai adicionar algumas centenas de dólares ao custo de um automóvel.

    A retaliação comercial da China até agora foi confinada principalmente ao setor agrícola, uma pequena parte da economia norte-americana.

    Mas isso pode mudar se Trump seguir adotando mais medidas protecionistas, possivelmente disparando uma venda de ações que prejudicaria a confiança dos empresários e dos consumidores, disse Michael Gapen, economista-chefe do Barclays nos EUA.

    Os riscos surgem em um momento em que o Federal Reserve tem levado os juros dos EUA para terreno positivo em termos reais pela primeira vez em uma década, uma medida que vai elevar o custo do crédito.

    Trump já ameaçou anular o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) após um ano de negociações com Canadá e México, e ordenou uma avaliação sobre se os EUA deveriam impor tarifas sobre importações de veículos sob o argumento de que elas prejudicam a segurança econômica do país.

    Políticas contra o comércio, particularmente tarifas, atuam como um imposto para consumidores e empresas ao elevarem os custos. Ao criar incertezas, elas também pesam sobre o valor de ativos, o que pode pesar sobre o gasto das famílias e reduzir incentivos para investimento de empresas , disse Gapen, do Barclays.

    As medidas unilaterais de Trump vão muito além de ações tomadas pelos EUA na história. Antes de Trump, a maior medida comercial adotada pelo país foi imposta na década de 1980, quando Washington forçou o Japão a limitar suas exportações de veículos.

    O principal negociador de Trump, Robert Lighthizer, foi fundamental para a medida, que ajudou a proteger as montadoras de veículos da competição japonesa, mas não sem um custo.

    Segundo estimativa do centro de pesquisas PERC, o custo adicional ao preço de um carro para consumidores dos EUA subiu em 1.200 dólares por veículo. No geral, o prejuízo dos consumidores somaram 13 bilhões de dólares, afirmou o centro em relatório de 1999.

    China, Europa, Canadá e México não se curvaram aos EUA da mesma forma que o Japão fez na década de 1980 e lançaram medidas retaliatórias.

    Os aliados dos EUA se mostraram contrariados com a recusa de Washington em negociar exceções para as tarifas sobre importações de aço e alumínio e a questão foi discutida pelo G7 neste mês, em uma cúpula que deixou Trump isolado.

    (Por David Chance)

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