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    Tarifa de energia terá alívio de 4,9% em 2019 e 2020 após acordo com bancos, diz Aneel

    (Reuters) - As tarifas de eletricidade dos consumidores brasileiros serão aliviadas em 4,9 por cento no agregado de 2019 e 2020, após acordo com bancos para quitar antecipadamente empréstimos contraídos pelo governo com recursos da conta de luz em 2014 e 2015, disse nesta quarta-feira a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    'Estamos atenuando o processo tarifário em um momento importante, em que as tarifas estão altas no país', afirmou o diretor-geral da agência, André Pepitone, em coletiva de imprensa sobre a medida.

    Ele afirmou que o impacto médio da negociação será uma redução de 3,7 por cento nas tarifas em 2019 e 1,2 por cento em 2020.

    Os financiamentos, no total de 21,2 bilhões de reais em valores sem considerar a inflação, foram autorizados pela então presidente Dilma Rousseff para aliviar reajustes para os consumidores em 2014 e 2015, quando os custos da energia foram impactados por chuvas ruins na região das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil.

    As operações, que venceriam originalmente em 2020, foram viabilizadas por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que repassou a verba a distribuidoras de energia para compensar gastos adicionais das empresas com a seca e outros custos.

    Já o pagamento das operações vinha sendo realizado por meio de encargo cobrado nas contas de luz, o que exigia cerca de 700 milhões de reais por mês dos consumidores, disse Pepitone.

    O diretor da Aneel Sandoval Feitosa disse que a redução tarifária será sentida por todos consumidores, inclusive clientes de distribuidoras que tiveram reajustes a partir de dezembro, que terão uma revisão extraordinária das tarifas para capturar o alívio.

    Ele afirmou ainda que a agência pretende continuar estudando outras medidas que possam aliviar custos, um trabalho iniciado recentemente pela Aneel e que levou à negociação com os bancos sobre os empréstimos.

    'Não se limitará apenas a isso. Claro, estamos buscando outras ações com objetivo de reduzir a tarifa paga pelo consumidor brasileiro', afirmou.

    Para viabilizar a quitação antecipada dos financiamentos, a Aneel utilizará recursos de um fundo de reserva previsto para compensar eventuais inadimplências no pagamento da operação às instituições financeiras.

    (Por Luciano Costa, de São Paulo)

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    Aneel avalia elevar sobrecusto associado às bandeiras tarifárias na conta de luz

    SÃO PAULO (Reuters) - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve avaliar em reunião na próxima terça-feira uma proposta que prevê aumentar os custos extras gerados pelo acionamento das chamadas bandeiras tarifárias na conta de luz, segundo nota técnica vista pela Reuters.

    As bandeiras, que geram cobranças adicionais para os consumidores quando saem do verde para o patamar amarelo ou vermelho, sinalizando uma menor oferta de energia, também teriam mudanças em parâmetros técnicos que levam ao seu acionamento, com as alterações válidas a partir de maio.

    Pela proposta da área técnica da agência, que deve ser colocada em audiência pública, o custo extra gerado pela bandeira vermelha nível 2, a mais crítica na escala do mecanismo, passaria a 60 reais por megawatt-hora (ou 6 reais a cada 100 quilowatts-hora), contra 50 reais/MWh atualmente.

    A bandeira vermelha iria para 35 reais, de 30 reais atuais, enquanto a amarela passaria para 15 reais, contra 10 reais hoje.

    Entre os motivos para o aumento, segundo a nota técnica da Aneel, estariam a atualização pela inflação e as chuvas desfavoráveis de 2018, agora consideradas nas contas, entre outros fatores.

    A proposta dos técnicos também prevê mudar um componente dos cálculos sobre quando as bandeiras devem ser acionadas, a 'sazonalização', processo pelo qual as elétricas alocam mês a mês a energia que possuem disponível para venda.

    Atualmente, os cálculos levam em conta dois perfis de sazonalização, com determinado peso estatístico (55 por cento e 45 por cento) para cada.

    Mas a proposta é de uso de apenas um perfil de sazonalização ('flat').

    Em relatório neste mês, a consultoria PSR apontou que se a metodologia das bandeiras utilizasse apenas a sazonalização 'flat', como proposto agora, o mês de fevereiro poderia ter bandeira tarifária vermelha patamar 1, e não verde, como ocorreu de fato.

    No relatório, a PSR defendeu uma mudança como a em análise pela agência, argumentando que uma bandeira vermelha seria 'bem mais coerente com a conjuntura atual', uma vez que as chuvas estão fracas na região das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil.

    Está em vigor em fevereiro a bandeira verde.

    A proposta da Aneel para as mudanças na metodologia das bandeiras tarifárias deverá ser colocada em audiência pública. As mudanças valeriam a partir de maio, com possibilidade de nova revisão em 2020.

    Se mantidas as regras atuais, as contas de luz poderiam ter bandeira vermelha tarifária nível 2, a mais cara, entre maio e a reta final do ano, principalmente devido ao fator técnico da sazonalização, que agora pode ser alterado, disseram especialistas à Reuters no final de janeiro.

    (Por Luciano Costa)

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    Trump está “inclinado” a impor novas tarifas sobre veículos, diz senador

    Por David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve seguir em frente com a imposição de novas tarifas sobre veículos importados, uma medida que pode levar a União Europeia a firmar um novo acordo comercial, disse o presidente da Comissão Financeira do Senado dos EUA, Charles Grassley, na quarta-feira.

    “Eu acho que o presidente está inclinado a fazê-lo”, disse o senador republicano a repórteres. “Eu acho que a Europa (está) muito, muito preocupada com essas tarifas... pode ser o instrumento que leve a Europa a negociar”.

    O Departamento de Comércio dos EUA deve emitir até o meio de fevereiro sua recomendação sobre se Trump deve impor tarifas de até 25 por cento sobre peças automobilísticas e carros importados por motivos de segurança nacional. Uma porta-voz do departamento se recusou a comentar.

    Grassley, que tem frequentemente participado de conversas com Trump e com o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, sobre questões de comércio, disse não gostar de novas tarifas, mas que “elas são um fato da vida quando Trump está na Casa Branca”.

    Ele disse que as tarifas podem ter sido uma “ferramenta efetiva” para levar a China, Canadá e México à mesa de negociações comerciais.

    Senador pelo Estado de Iowa, Grassley também quer que a União Europeia concorde em incluir questões agrícolas nas negociações comerciais, embora a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström, tenha dito na semana passada que o bloco de 28 países não pode negociar a agricultura.

    A Casa Branca tem se comprometido a não impor as tarifas contra a União Europeia ou o Japão enquanto estiver alcançando progresso construtivo em conversas comerciais bilaterais.

    Trump tem pedido que a União Europeia reduza sua tarifa de 10 por cento sobre veículos importados. A tarifa dos Estados Unidos é de 2,5 por cento sobre carros de passageiros e de 25 por cento sobre caminhões.

    Trump tem repetidamente ameaçado impor novas tarifas automobilísticas.

    A perspectiva de tarifas de 25 por cento abalou a indústria automobilística, com produtoras norte-americanas e estrangeiras fazendo campanha contra a medida.

    Montadoras alemãs se encontraram com Trump em dezembro para pedir que o presidente norte-americano não imponha as tarifas.

    Montadoras alegam que tarifas de 25 por cento elevariam o preço cumulativo de veículos norte-americanos em 83 bilhões de dólares por ano e custariam centenas de milhares de empregos. As companhias afirmam que não há nenhuma evidência de que importações de automóveis representem um risco para a segurança nacional.

    (Reportagem de David Shepardson)

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    Trump diz que China cortará tarifas de carros dos EUA após trégua comercial

    Por David Lawder e Christian Shepherd

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - A China concordou em 'reduzir e remover' tarifas abaixo do nível de 40 por cento que Pequim cobra atualmente de veículos fabricados nos Estados Unidos, disse o presidente Donald Trump, agora que uma trégua comercial entre os dois países está ganhando impulso e animando os mercados.

    Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram em adiar novas tarifas durante conversas na Argentina no sábado, declarando uma trégua depois de meses de escalada nas tensões no comércio e em outras áreas.

    Em um encontro de duas horas e meia, os EUA concordaram em não elevar mais as tarifas em 1º de janeiro, e a China concordou em comprar mais produtos agrícolas dos agricultores norte-americanos imediatamente.

    Os dois lados também concordaram em iniciar debates sobre como resolver assuntos preocupantes, como a proteção à propriedade intelectual, barreiras comerciais não-tarifárias e o roubo cibernético.

    Mas a Casa Branca também disse que as atuais tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares de bens chineses serão elevadas para 25 por cento se não se chegar a um acordo dentro de 90 dias, o que reinicia o cronômetro.

    Tuitando na noite de sábado, Trump disse: 'A China concordou em reduzir e remover tarifas sobre carros indo dos EUA para a China. Atualmente a tarifa é de 40 por cento'. Ele não deu detalhes.

    Agências reguladoras da China não responderam a pedidos de comentário sobre o que seria um impulso em potencial para montadoras como Tesla e BMW, que fabricam nos EUA e exportam para a China.

    Nenhum dos países mencionou tarifas a automóveis nas transcrições oficiais da reunião Trump-Xi.

    Falando em Pequim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, reiterou comentários do principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, que disse no sábado que o objetivo final é a eliminação de todas as tarifas.

    'O consenso obtido pelos líderes de nossos dois países é deter a imposição de novas tarifas, e ao mesmo tempo os líderes dos dois lados instruíram as equipes econômicas dos dois lados a intensificarem as conversas para a remoção de todas as tarifas que foram impostas', disse Geng em um boletim de notícias diário.

    As ações e commodities chinesas e a moeda iuan tiveram alta, apesar das incertezas que pairam sobre o acordo. O índice de referência Shanghai Composite fechou o pregão 2,6 por cento mais elevado com 2.654,80 pontos, e o índice blue-chip CSI300 subiu 2,8 por cento – ambos tiveram seus maiores ganhos diários desde 2 de novembro.

    (Reportagem adicional de Meng Meng e Stella Qiu em Pequim, Andrew Galbraith e David Stanway em Xangai e Noah Sin e Anne Marie Roantree em Hong Kong)

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    Aneel estuda formas de frear escalada da conta de luz, diz diretor

    Por Luciano Costa

    BRASÍLIA (Reuters) - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem levantado dados para preparar um 'diagnóstico' sobre as tarifas de eletricidade no país e sugerir medidas que o próprio órgão, o governo ou parlamentares poderiam tomar para conter a escalada dos custos, disse nesta terça-feira o diretor-geral da reguladora, André Pepitone.

    As tarifas residenciais de energia acumulam alta de 62 por cento entre o final de 2013 e o primeiro trimestre 2018, o dobro da variação de 30 por cento da inflação no período medida pelo IPCA, segundo dados da própria Aneel.

    'Estamos fazendo uma avaliação, um diagnóstico, do que pode ser feito para a gente contribuir com a redução da tarifa... identificando e apontando soluções que venham a contribuir para a modicidade tarifária, vamos apresentar isso tanto para o Exectuivo quanto para o Legislativo', afirmou Pepitone a jornalistas após a reunião de diretoria da agência.

    A análise tem focado principalmente o aumento do peso de subsídios embutidos nas tarifas e a alta nos gastos com geração de energia, associada a princípio ao despacho de termelétricas com elevado custo de operação que formam parte do parque gerador do país.

    'As usinas hidrelétricas não têm mais reservatórios... com a intermitência sobretudo das eólicas e solares, isso traz uma mudança na forma de operar o setor. A gente precisa dessas térmicas, e como esse parque térmico tem um custo elevado, isso vem onerando a tarifa', explicou.

    Nos subsídios, estão na mira da agência a disparada nos custos com descontos tarifários na distribuição de energia, concedidos a um amplo universo de beneficiados que vai desde famílias de baixa renda até agricultores, empresas de saneamento e consumidores que compram energia renovável no chamado mercado livre de energia.

    Esses descontos dobraram de proporção desde 2013, de 4 bilhões de reais para cerca de 8 bilhões, disse Pepitone.

    'O desejável era que subsídios tivessem um marco inicial e um marco final... a gente precisava promover uma ampla discussão, inclusive com o Congresso Nacional, e setorial também, sobre a pertinência de manter essa política de subsídios... carece essa reflexão da sociedade porque isso está onerando a conta de luz dos brasileiros', afirmou.

    Além do possível encaminhamento de propostas ao governo, a Aneel também pretende avaliar medidas regulatórias e infralegais que possam conter a escalada das tarifas sem necessidade de mudanças legislativas.

    'São ações simples... a gente está buscando identificar para depois fazer uma ação regulatória', explicou o diretor.

    Antes da Aneel, o Ministério de Minas e Energia também já havia anunciado um plano para rever os subsídios embutidos nas contas de luz como forma de reduzir tarifas, mas as propostas da pasta sobre o tema ainda não avançaram, apesar de uma consulta pública sobre as medidas ter sido concluída ainda em junho.

    (Por Luciano Costa)

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    China vai taxar US$60 bi em produtos dos EUA, mas reduz nível de tarifas

    PEQUIM (Reuters) - A China vai impor taxas sobre cerca de 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos em retaliação pelas novas tarifas dos Estados Unidos, como planejado anteriormente, mas reduziu o nívei de tarifas cobradas sobre os produtos.

    As medidas fazem parte da mais recente intensificação de uma disputa comercial cada vez mais prolongada entre as duas maiores economias do mundo.

    Na segunda-feira, o governo norte-americano disse que começará a cobrar em 24 de setembro novas tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, com as tarifas subindo para 25 por cento até o final de 2018.

    Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou aplicar sobre esses produtos tarifas de 25 por cento imediatamente.

    'A China é forçada a responder ao unilateralismo e ao protecionismo comercial dos EUA, e não tem escolha senão responder com suas próprias tarifas', disse o Ministério das Finanças em um comunicado divulgado em seu site nesta terça-feira.

    A China vai cobrar tarifas sobre um total de 5.207 produtos dos Estados Unidos, com taxas que variam entre 5 e 10 por cento, em vez de 5, 10, 20 e 25 por cento proposto anteriormente, mesmo que os produtos tenham permanecido inalterados em relação ao plano anterior, disse o Ministério das Finanças.

    A China vai impor uma tarifa de 10 por cento sobre os produtos norte-americanos que designou anteriormente para uma taxa de 20 e 25 por cento, e tarifas de 5 por cento em produtos anteriormente designados a 5 e 10 por cento.

    Os itens anteriormente determinados a serem taxados entre 20 ou 25 por cento incluíam produtos que vão desde gás natural liquefeito e minérios até café e vários tipos de óleos comestíveis. Esses produtos serão agora taxados em 10 por cento.

    Os produtos que antes estavam na categoria de 10 por cento incluíam produtos como vegetais congelados, pó de cacau e químicos, e agora serão taxados em 5 por cento.

    As novas medidas tarifárias entrarão em vigor às 01h01 (horário de Brasília) do dia 24 de setembro.

    A China responderá mais e de forma adequada se os Estados Unidos insistirem em aumentar as tarifas, de acordo com o Ministério das Finanças.

    (Reportagem de Ryan Woo, Se Young Lee, Yawen Chen e Lusha Zhang)

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    Trump impõe tarifas sobre US$200 bi em produtos chineses e ameaça taxar outros US$267 bi

    Por David Lawder e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que vai impor tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em produtos chineses, mas deixou de lado relógios inteligentes da Apple e do Fitbit e outros produtos de consumo, como capacetes para ciclistas e cadeirinhas infantis para automóveis.

    Em comunicado anunciando a nova rodada de tarifas, Trump alertou que se a China tomar medidas retaliatórias contra fazendeiros ou indústrias dos EUA, 'vamos buscar imediatamente a fase 3, que são tarifas sobre aproximadamente 267 bilhões de dólares em importações adicionais'.

    O recolhimento das tarifas sobre a aguardada lista vai começar no dia 24, mas a alíquota vai subir para 25 por cento no fim de 2018, permitindo às companhias dos EUA algum tempo para ajustar suas cadeias de fornecimento em outros países, disse uma autoridade do governo.

    Os EUA já impuseram tarifas sobre produtos chineses no valor de 50 bilhões de dólares para pressionar a China a fazer mudanças radicais em suas políticas de comércio, transferência de tecnologia e subsídios industriais de alta tecnologia.

    A escalada das tarifas de Trump sobre a China ocorre após negociações entre as duas maiores economias do mundo para resolver diferenças comerciais não produzirem resultados. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, convidou na semana passada altos funcionários chineses para uma nova rodada de negociações, mas até agora nada foi marcado.

    Um funcionário de alto escalão do governo Trump disse que os EUA estão abertos a futuras negociações com Pequim, mas não deu detalhes imediatos sobre quando novas reuniões podem ocorrer.

    'Este não é um esforço para restringir a China, mas para trabalhar com a China e dizer: É hora de abordar essas práticas comerciais injustas que identificamos e que prejudicam todo o sistema de comércio', disse ele.

    A China prometeu retaliar ainda mais as novas tarifas dos EUA, com a mídia estatal defendendo um contra-ataque agressivo.

    O iuan da China em moeda estrangeira caiu cerca de 6 por cento em relação ao dólar desde meados de junho, compensando a alíquota de 10 por cento por uma margem considerável.

    O escritório do representante de Comércio dos EUA eliminou cerca de 300 categorias de produtos da lista de tarifas proposta, junto com alguns subconjuntos de outras categorias, mas autoridades do governo disseram que o valor total da lista revisada ainda seria de cerca de 200 bilhões de dólares.

    Uma ampla categoria de dispositivos conectados à internet de 23 bilhões de dólares seguirá sujeita a tarifas, mas alguns produtos, como relógios inteligentes, dispositivos bluetooth e outros produtos de tecnologia para o consumidor foram removidos.

    Também foram poupados das tarifas os insumos chineses para os produtos químicos produzidos nos EUA usados na manufatura, têxteis e agricultura.

    Os ajustes fizeram pouco para apaziguar os grupos de tecnologia e varejo que argumentavam que as tarifas afetariam duramente os consumidores.

    'A decisão do presidente Trump de impor mais 200 bilhões de dólares é imprudente e causará danos duradouros às comunidades em todo o país', disse Dean Garfield, presidente do Information Technology Industry Council, que representa as principais empresas de tecnologia.

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    Jornal chinês alerta que país não ficará na defensiva em guerra comercial com os EUA

    PEQUIM (Reuters) - A China não se contentará em ficar apenas na defensiva em uma intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos, alertou um tablóide chinês de ampla audiência, em meio às expectativas de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncie novas tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses ainda nesta segunda-feira.

    Os Estados Unidos e a China já taxaram 50 bilhões de dólares em importações um do outro em uma disputa crescente que vem afetando os mercados financeiros nos últimos meses.

    Na semana passada, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos convidou autoridades chinesas, incluindo o vice-premiê Liu He, para mais negociações sobre a disputa tarifária, embora o ceticismo permanecesse alto entre analistas de ambos os lados sobre as perspectivas de um progresso.

    O Ministério das Relações Exteriores da China reiterou que a intensificação do conflito comercial não é do interesse de ninguém.

    'Nós sempre mantivemos que o único meio correto para resolver a disputa comercial é por meio de diálogo e consulta em bases iguais com confiança e respeito mútuos', disse o porta-voz do ministério, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

    Uma autoridade do governo norte-americano disse à Reuters no fim de semana que Trump deve anunciar as novas tarifas nesta segunda-feira.

    Em publicações no Twitter pela manhã, Trump disse que a adoção de tarifas fortalece a posição de barganha dos EUA e que até agora qualquer aumento de custo sobre os produtos foi 'quase imperceptível'.

    'Se os países não fizerem acordos justos conosco, seles serão Tarifados!', escreveu Trump.

    O Global Times, publicado pelo People's Daily, do Partido Comunista, escreveu em um editorial: 'Não é novidade que os EUA tentem intensificar as tensões para explorar mais ganhos na mesa de negociações'.

    'Estamos esperando um contra-ataque mais bonito e continuaremos aumentando a dor sentida pelos EUA', disse a coluna em língua chinesa.

    Além de retaliar com tarifas, a China também pode restringir a exportação de produtos, matérias-primas e componentes para as cadeias de suprimento de manufatura dos EUA, disse o ex-ministro das Finanças, Lou Jiwei, a um fórum em Pequim no domingo, segundo um participante.

    Lou é presidente do Conselho Nacional do Fundo de Seguridade Social.

    A pessoa que participou do evento e está familiarizada com o pensamento da Casa Branca disse que tal medida provavelmente atrairá retaliação aguda de Washington, que estudou seus próprios limites sobre exportação de tecnologias importantes para a China.

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    UE promete elevar tarifas de automóveis se Trump renegar acordo

    BERLIM (Reuters) - A União Europeia responderá da mesma forma se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renunciar à promessa de se abster da imposição de tarifas sobre automóveis da região, disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, enquanto as tensões comerciais entre a Europa e os Estados Unidos aumentavam novamente.

    Juncker disse à emissora alemã ZDF nesta sexta-feira que a UE não deixará ninguém determinar suas políticas comerciais. Se Washington decidiu impor tarifas de automóveis depois de tudo, 'então nós também faremos isso'.

    Trump rejeitou na quinta-feira uma oferta da UE para eliminar tarifas sobre carros e disse que as políticas comerciais da UE são 'quase tão ruins quanto as da China', informou a Bloomberg News.

    Juncker disse que negociou um 'acordo para acessar-fogo' com Trump em julho e, apesar de tais acordos serem frequentemente ameaçados, eles geralmente são respeitados.

    A chanceler Angela Merkel deve se reunir com Juncker na terça-feira, informou a porta-voz do governo alemão, Ulrike Demmer, nesta sexta-feira. Ela se recusou a comentar sobre as últimas declarações de Trump, mas disse que a Alemanha fundamentalmente procurou reduzir as barreiras comerciais e promover o livre comércio.

    A questão comercial também deve ser abordada quando Merkel se encontrar com o presidente francês, Emmanuel Macron, na França, nesta sexta-feira.

    A UE continua em desacordo com os Estados Unidos em relação ao bloqueio dos Estados Unidos à nomeação de juízes na Organização Mundial do Comércio, às tarifas estabelecidas por razões de segurança nacional e à dura postura de Washington em relação à China.

    Trump havia concordado em julho em conter as tarifas de 25 por cento sobre as importações de automóveis, enquanto os Estados Unidos e a Europa falavam em cortar outras barreiras comerciais, mas as autoridades americanas ficaram frustradas com o ritmo lento do progresso.

    (Por Andrea Shalal com reportagem adicional da Marine Pennetier)

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    China decide impor tarifas adicionais sobre US$ 16 bi em produtos dos EUA

    Por Ryan Woo e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON(Reuters) - A China vai impor tarifas adicionais de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em produtos importados dos EUA, de combustíveis e siderúgicos a automóveis e equipamento médico, disse o Ministério do Comércio da China, em meio à escalada da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    As tarifas entram em vigor no dia 23 de agosto, informou o ministério, no mesmo dia em que os Estados Unidos planejam iniciar a cobrança de mais 25 por cento em tarifas sobre 16 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Os Estados Unidos publicaram sua lista final de produtos sujeitos a novas tarifas na véspera.

    A lista final da China, anunciada nesta quarta-feira, difere da versão anterior publicada em junho, que incluía petróleo bruto. O número de categorias de produtos sujeitos a tarifas subiu para 333 ante 114 na versão de junho, embora o valor final seja o mesmo.

    A ação dos EUA que levou à retaliação chinesa foi a última adotada pelo presidente Donald Trump para colocar pressão sobre a China para negociar concessões comerciais, depois que Washington impôs tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos no mês passado. A China prometeu retaliar com tarifas equivalentes qualquer ação dos EUA.

    'Esta é uma prática bastante insensata', disse o Ministério do Comércio da China sobre as ações dos EUA na quarta-feira, enquanto apresentava as tarifas retaliatórias da China.

    Para compensar o espaço deixado na lista de tarifas com a exclusão de petróleo bruto, a China acrescentou refeições de peixe, resíduos de madeira, papéis e seus resíduos, sucata de metal e vários tipos de bicicletas e carros, entre outros produtos.

    Na semana passada, a China propôs tarifas adicionais sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA, depois que Trump elevou para 25 por cento as tarifas inicialmente planejadas como 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em importações da China.

    Até agora, a China impôs ou propôs a adoção de tarifas sobre 110 bilhões de dólares em produtos dos EUA, representando a ampla maioria dos produtos americanos que importa anualmente. Produtos de alto valor dos EUA, como petróleo cru e aeronaves grandes, ainda não estão em nenhuma lista.

    Uma porta-voz do Representante do Comércio dos EUA não estava disponível imediatamente para comentar o anúncio da retaliação da China ou se isso levaria Trump a uma nova rodada de ameaças de tarifas sobre 200 bilhões de produtos chineses.

    O representante comercial dos EUA conduz, até 5 de setembro, um período de consulta pública para as tarifas, que podem chegar a 25 por cento. Levaria mais algumas semanas para revisar a lista e programar mudanças na aduana para começar a cobrança.

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