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    Exército não matou ninguém, houve um incidente, diz Bolsonaro sobre morte de músico no Rio

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que o 'Exército não matou ninguém', na primeira declaração pública seis dias após a morte do músico Evaldo Rosa dos Santos no momento em que o carro em que estava com a família foi atingido por 80 tiros disparados por militares no Rio de Janeiro.

    'O Exercito não matou ninguém não. O Exército é do povo. Não pode acusar o povo de assassino, não. Houve um incidente. Houve uma morte', disse Bolsonaro, em entrevista após inauguração do aeroporto de Macapá (AP).

    'Lamentamos a morte de um cidadão trabalhador, honesto e está sendo apurada a responsabilidade, porque no Exército sempre há um responsável, não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer um responsável', acrescentou.

    O ataque ao carro músico -- que teria sido confundido pelos militares com um de suspeitos -- gerou forte repercussão no país e levou a questionamento a respeito da atuação das Forças Armadas em operações de segurança pública.

    O presidente disse que uma perícia foi pedida para que se tenha clareza sobre o que ocorreu no caso. Afirmou ainda que o Exército, 'na pessoa do seu comandante, ministro da Defesa, vai se pronunciar sobre este assunto'. 'E se for o caso eu me pronunciou também', disse.

    'Com os dados na mão, os números na mão, nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar realmente o que aconteceu para a população brasileira', disse Bolsonaro, que é um capitão da reserva do Exército.

    Nesta sexta-feira, o ministro do Superior Tribunal Militar (STM) Lúcio Mario de Barros Góes negou liminar, por falta de amparo legal, para revogar a prisão preventiva e colocar em liberdade nove militares que estão presos em razão da morte.

    Na decisão, o ministro do STM relatou os fundamentos já adotados anteriormente pela Justiça quando converteu a prisão dos militares de flagrante em preventiva. Citou argumento anterior de que foram 'desrespeitadas as regras de engajamento que devem pautar a atuação dos militares, o que culminou na prática delitiva'.

    (Reportagem de Ricardo Brito, em Brasília)

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    Premiê da Nova Zelândia promete endurecer controle de armas após massacre

    Por Charlotte Greenfield e Tom Westbrook

    CHRISTCHURCH (Reuters) - A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, disse nesta segunda-feira que anunciará novas leis de controle de armas em alguns dias, depois que um atirador solitário matou 50 pessoas em um atentado a tiros em duas mesquitas da cidade de Christchurch.

    O australiano Brenton Tarrant, supostamente um supremacista branco de 28 anos, foi acusado de assassinato no sábado. Tarrant foi mantido em custódia sem se manifestar e deve voltar ao tribunal em 5 de abril, quando a polícia disse que provavelmente enfrentará mais acusações.

    'Passados 10 dias deste ato de terrorismo horrível, teremos anunciado reformas que, acredito, tornarão nossa comunidade mais segura', disse Jacinda, em uma coletiva de imprensa, depois que seu gabinete concordou em princípio com decisões sobre leis de reformulação do controle de armas na esteira do pior massacre a tiros da história da Nova Zelândia.

    Além das 50 pessoas mortas, dezenas ficaram feridas nas duas mesquitas da cidade da Ilha Sul durante as preces de sexta-feira.

    O proprietário da loja de armas Gun City, David Tipple, disse que o suposto atirador comprou quatro armas e munição legalmente pela internet entre dezembro de 2017 e março de 2018, mas que não lhe vendeu a arma de grande potência que usou nos ataques.

    'A MSSA, automática de estilo militar, que se relatou ter sido usada pelo suposto atirador não foi comprada da Gun City. A Gun City não lhe vendeu uma MSSA, só armas de fogo de categoria A', disse Tipple em uma coletiva de imprensa em Christchurch.

    Pelas leis neo-zelandesas, armas de categoria A podem ser semiautomáticas, mas limitadas a sete tiros.

    Uma transmissão ao vivo do ataque em uma das mesquitas mostrou uma arma semiautomática com um pente grande.

    Tipple disse apoiar a decisão da premiê de reformar as leis de armas, já que o massacre de Christchurch provocou questionamentos legítimos.

    Jacinda não detalhou as novas leis, mas disse que apoia a proibição de armas semiautomáticas depois dos ataques.

    A Austrália adotou algumas das leis de controle de armas mais rígidas do mundo depois de seu pior ataque a tiros em massa, o massacre de Port Arthur de 1996, em que um atirador solitário matou 35 pessoas usando um AR-15 semiautomático --a mesma arma usada na carnificina de Christchurch.

    A Rádio Nova Zelândia disse em uma reportagem baseada em dados da polícia que mais de 99 por cento das pessoas que pediram portes de arma em 2017 foram atendidas.

    (Reportagem adicional de John Mair e Praveen Menon em Wellington)

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    Massacre em mesquitas da Nova Zelândia deixa ao menos 49 mortos

    Por Praveen Menon e Charlotte Greenfield

    WELLINGTON (Reuters) - Pelo menos um atirador matou 49 pessoas e feriu mais de 40 durante as orações de sexta-feira em duas mesquitas da Nova Zelândia, no pior massacre a tiros da história do país, que a primeira-ministra Jacinda Ardern condenou como terrorismo.

    Um atirador transmitiu imagens ao vivo no Facebook do ataque a uma mesquita na cidade de Christchurch, refletindo carnificinas que acontecem em videogames, depois de publicar um 'manifesto' no qual denunciava os imigrantes, chamando-os de 'invasores'.

    A Nova Zelândia declarou seu mais alto nível de segurança, disse Ardern, acrescentando que quatro pessoas que foram presas tinham opiniões extremistas, mas não estavam em nenhuma lista de observação da polícia.

    'Está claro que isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista', disse Ardern, que afirmou ser 'um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia'.

    A polícia disse posteriormente que três pessoas estavam sob custódia e que um homem de 30 anos foi acusado de homicídio. Ele vai comparecer a um no tribunal no sábado.

    A seleção de críquete de Bangladesh estava chegando para orações em uma das mesquitas quando os tiros começaram, mas todos os membros do time estão em segurança, disse o treinador à Reuters.

    O comissário da polícia da Nova Zelândia, Mike Bush, afirmou que 49 pessoas foram mortas no total.

    VÍDEO DO ATAQUE

    Um vídeo do ataque circulou amplamente nas redes sociais, aparentemente feito pelo atirador e transmitido ao vivo online enquanto o ataque acontecia, mostrando o caminho até uma das mesquitas, a chegada e os tiros que atingiram pessoas aleatoriamente.

    O vídeo mostrou que fiéis, possivelmente mortos ou feridos, estavam encolhidos no chão. A Reuters não pôde confirmar a autenticidade das imagens.

    Um homem que disse estar na mesquita Al Noor afirmou à mídia que o atirador era branco, loiro e usava um capacete e um colete à prova de balas. O homem invadiu a mesquita enquanto os fiéis estavam ajoelhados para orar.

    'Ele tinha uma arma grande... ele chegou e começou a atirar em todos na mesquita, em todos os lugares', disse um dos fiéis, Ahmad Al-Mahmoud, que, junto a outras pessoas, escapou por uma porta de vidro.

    De acordo com a polícia, 41 pessoas foram mortas na mesquita de Al Noor, em Christchurch, 7 em uma mesquita no bairro de Linwood e 1 morreu no hospital. Os hospitais disseram que crianças estavam entre as vítimas.

    Pouco antes de o ataque começar, uma publicação anônima no fórum 8chan, conhecido por ampla disseminação de conteúdo com discursos de ódio, disse que o autor 'iniciaria um ataque contra invasores' e incluía links para uma transmissão ao vivo no Facebook, nos quais o tiroteio era exibido, e um manifesto.

    O manifesto citava 'genocídio branco', um termo geralmente utilizado por grupos racistas para se referir à imigração e ao crescimento de minorias, como motivação.

    Não estava imediatamente claro se os ataques nas duas mesquitas foram provocados pelo mesmo homem.

    A filmagem online, cuja captura pareceu ser de uma câmera presa à cabeça do atirador, mostrou-o dirigindo enquanto ouvia música no carro. Após estacionar, ele pegou duas armas e caminhou uma curta distância para a mesquita em que abriu fogo.

    Durante cinco minutos, ele atirou repetidamente em fiéis, deixando mais de uma dúzia de corpos em apenas um cômodo. Ele retornou ao carro para trocar de arma e voltou para a mesquita para atirar em qualquer um que mostrasse sinais de vida.

    Um homem, ainda com sangue na camisa, disse em uma entrevista à TV que se escondeu do atirador debaixo de um banco e rezou para que as balas acabassem.

    'Eu estava apenas orando a Deus e esperando que nosso Deus, por favor, fizesse esse cara parar', disse Mahmood Nazeer à TVNZ. 'Os disparos continuaram e continuaram. Uma pessoa que estava com a gente estava com uma bala no braço. Quando os tiros pararam, eu olhei sobre a grade, havia um cara, trocando sua arma.'

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    Dois encapuzados matam 8 antes de se matarem em massacre em Suzano

    Por Laís Martins e Eduardo Simões

    SUZANO (Reuters) - Dois jovens encapuzados mataram sete pessoas em uma escola em Suzano, na Grande São Paulo, e posteriormente se mataram ao se deparar com a polícia, informaram autoridades nesta quarta-feira, acrescentando que os assassinos eram ex-alunos da instituição e ainda mataram uma outra pessoas mais cedo.

    No episódio, a segunda tragédia com múltiplos mortos por armas de fogo em três meses no Estado e que intensificou o debate entre críticos e defensores do porte de armas, os criminosos usaram um revólver calibre 38, uma besta, um arco e flecha e uma machadinha, segundo a polícia.

    Duas das vítimas morreram já no hospital.

    Uma fonte policial com conhecimento das investigações, disse que as apurações indicam que os dois jovens, um de 17 e o outro de 25 anos, planejavam o ataque há um ano e meio e tinham a intenção de chamar mais atenção do que o massacre na escola de Columbine, nos Estados Unidos, no qual 15 pessoas foram mortas em 1999, incluindo os dois assassinos.

    O secretário de Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, disse que os assassinos primeiro balearam o dono de uma locadora de carros, que era tio de um dos criminosos, e roubaram um veículo. Depois, foram à escola e, após entrarem pela porta da frente, dispararam contra a coordenadora pedagógica do colégio e outra funcionária, além de cinco alunos.

    Não está claro como os dois assassinos morreram, se um deles matou o outro e depois suicidou-se, ou se um deles suicidou-se primeiro e, na sequência, o outro pegou a arma e também se matou.

    O secretário de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, disse que o autor mais jovem do massacre, que deixou a escola alvo do ataque no ano passado, chegou ao local dizendo que iria à secretaria para retomar os estudos.

    Inicialmente a Polícia Militar havia informado que seis alunos foram mortos no massacre, mas a informação foi retificada pelo secretário.

    'Esse dia de hoje é um dos dias mais tristes da minha vida. Lamentavelmente duas pessoas --um maior de idade e um menor de idade--, antigos alunos deste colégio, fizeram uma ação preliminar em uma locadora onde atiraram em um senhor... roubaram um Onyx branco e seguiram para esta escola', disse o secretário.

    A polícia investiga agora as motivações dos autores do massacre. Foram feitas buscas nas casas dos assassinos e cerca de 20 pessoas já foram ouvidos pela polícia. A fonte com conhecimento das investigações disse que o dono da locadora pode ter sido morto como queima de arquivo, pois teria conhecimento de que os jovens planejavam o ataque.

    Segundo informações do governo de São Paulo, outras 11 pessoas feridas estavam hospitalizadas.

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), visitou o local do massacre pela manhã e decretou luto oficial de três dias no Estado.

    'É a cena mais triste que já assisti em toda minha vida, e fico muito triste que um fato como esse ocorra em nosso país e aqui em São Paulo', disse Doria a jornalistas no pátio da escola.

    O massacre também deixou chocados os moradores que vivem nos arredores da escola.

    'Eu cresci ali, estudei ali minha vida toda. Tem uma parte de mim ali, uma parte da minha história', disse o publicitário Igor Ribeiro, de 42 anos, que mora na lateral da escola Raul Brasil.

    'Estava sentado aqui na varanda lendo e ouvi os estouros. Até pensei que fosse bombinha, mas logo vi as viaturas e a correria. Fui correndo e cheguei junto com as viaturas e logo já vi os corpos na entrada, muito sangue no chão, tinham três corpos. Os alunos ainda estavam saindo desesperados', disse.

    Em dezembro do ano passado, um atirador abriu fogo na Catedral Metropolitana de Campinas (SP), matando cinco pessoas no total. O atirador se suicidou após os disparos. [nL1N1YH1I8]

    Já em abril de 2011, um homem armado invadiu uma escola no Rio de Janeiro e disparou contra estudantes, matando 12 alunos antes de ser atingido pela polícia e cometer suicídio.

    SOLIDARIEDADE

    O episódio em Suzano gerou repercussão no mundo político, e a Câmara dos Deputados encerrou sua sessão plenária desta quarta-feira em razão do massacre.

    O presidente Jair Bolsonaro expressou sua solidariedade às famílias das vítimas por meio de um post no Twitter.

    'Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atentado ocorrido hoje na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos!'

    O massacre em Suzano também intensificou o debate sobre partidários do armamento da população e defensores do desarmamento.

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) criticou o Estatuto do Desarmamento durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e disse que a tragédia poderia ter sido evitada se houvessem pessoas com armas regulares no local.

    'Se houvesse um cidadão com uma arma regular dentro da escola, professor, um servente ou policial aposentado que trabalha lá, ele poderia ter minimizado o tamanho da tragédia', disse o parlamentar.

    Já o coronel da reserva da PM de São Paulo e ex-secretário nacional de Segurança Pública, José Vicente da Silva Filho, afirmou que armar os funcionários pode gerar outras tragédias.

    “Quanto mais armas existirem, mais tragédias como essas vão acontecer', disse. 'Funcionários armados sem o preparo que o policial tem pode colocar ainda mais gente na linha de fogo. Pode criar outras situações de tragédia como essa. Imagina se um aluno tem um bronca com um funcionário, ou se existe um bate-boca entre aluno e professor”, avaliou.

    (Reportagem de Laís Martins, em Suzano, e Eduardo Simões, em São Paulo; Reportagem adicional de Pedro Fonseca e Débora Moreira, no Rio de Janeiro; Leonardo Benassatto, em Suzano; e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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