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    TSE aprova com ressalvas contas da campanha de Bolsonaro

    (Reuters) - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou com ressalvas, na noite de terça-feira, as prestações de contas da campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro e de seu partido, o PSL, seguindo recomendação da área técnica da corte e do Ministério Público, informou o tribunal.

    A aprovação das contas era uma condição formal para o TSE diplomar Jair Bolsonaro como presidente da República.

    A campanha de Bolsonaro informou ter arrecadado um total de 4,39 milhões de reais e gasto 2,45 milhões de reais, e as irregularidades verificadas pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do TSE foram de apenas 1,52 por cento dos recursos movimentados pela chapa, de acordo com o tribunal.

    Os ministros do TSE determinaram a devolução ao erário de 8,2 mil reais oriundos de recebimento de doações de fontes vedadas e não identificadas.

    O ministro Luís Roberto Barroso, relator das contas do presidente eleito, afirmou ao proferir voto em favor da aprovação com ressalvas das contas que as irregularidades identificadas nas contas são de 'pouquíssima relevância', tanto em termos absolutos como em percentuais, segundo nota publicada no site do TSE.

    “Irregularidades em percentual inexpressivo, sem qualquer evidência de má-fé por parte do prestador de contas, não ensejam a desaprovação das contas, mas a sua aprovação com ressalvas”, afirmou.

    Os demais ministros do tribunal seguiram o voto de Barroso, aprovando com ressalvas as contas de Bolsonaro por unanimidade.

    No caso das contas do PSL, o relator Admar Gonzaga apontou que permaneceram não esclarecidas ou não sanadas falhas como ausência de informação de gastos eleitorais em prestação de contas parcial do Fundo Eleitoral no valor de 100 mil reais, mas ponderou que as irregularidades apontadas pela Asepa não constituem elementos que possam determinar a rejeição das contas encaminhadas pelo partido e correspondem a somente 0,9 por cento do total de 10,8 milhões de reais arrecadados pela legenda.

    A cerimônia de diplomação de Bolsonaro e de seu vice, general Hamilton Mourão, vai acontecer no dia 10 de dezembro.

    (Por Pedro Fonseca no Rio de Janeiro)

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    Barroso acata parecer sobre indícios de irregularidades em contas de Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acolheu no final da tarde desta terça-feira a análise feita pela área técnica da corte que apontou uma série de indícios de irregularidades na prestação de contas da campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro e deu prazo de três dias para o envio de esclarecimentos.

    A Assessoria de Exame e Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) apontou como irregularidades na prestação de contas indícios de doação de fonte vedada, indícios de recursos de origem não identificada e ausência de informação de gastos eleitorais na prestação de contas parcial, entre outras.

    A área técnica também tinha apontado ausência de contrato de prestação de serviços de financiamento coletivo e descumprimento de prazo para entrega do relatório financeiro.

    “Ao efetuar o exame das manifestações e da documentação entregues pelo candidato, em atendimento à legislação eleitoral, foram observadas inconsistências ou registros na prestação de contas, relatados a seguir, para os quais se solicitam esclarecimentos e encaminhamento de documentação comprobatório”, disseram analistas do TSE na avaliação da prestação de contas de Bolsonaro.

    Em sua decisão, Barroso disse que são 'pertinentes' as diligências propostas pela área técnica da corte. Determinou que em três dias a campanha de Bolsonaro complemente os dados e documentação para sanear os apontamentos feitos. Determinou também no mesmo período que encaminhe nova prestação de contas com status de 'final retificadora de segundo turno', bem como uma mídia eletrônica com os documentos solicitados.

    Mais cedo, a advogada Karina Kufa, da defesa de Bolsonaro junto ao TSE, disse que os indícios apontados pelo tribunal são “detalhes técnicos”, e que a defesa vai apresentar respostas para todos os apontamentos feitos pela área técnica da corte.

    “Não há nada que nos preocupe”, disse a advogada à Reuters.

    Para que o candidato eleito seja diplomado pela Justiça Eleitoral, é necessário que as contas estejam julgadas pelo plenário do TSE, para onde o processo será encaminhado após a conclusão da análise pela área técnica.

    No caso de Bolsonaro, a diplomação está marcada para o dia 10 de dezembro, de acordo com o tribunal.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    TSE convida partidos para acompanhar apuração eleitoral na sede do tribunal

    (Reuters) - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou na noite de sexta-feira que convidou todos os 35 partidos políticos registrados na corte a acompanharem a apuração dos votos do segundo turno da eleição de domingo, assim como havia feito na primeira rodada de votação realizada no dia 7 de outubro.

    Supremo Tribunal Federal (STF), Congresso Nacional, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público, Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal, e Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) também foram convidados a enviar representantes.

    Na sexta-feira a coligação encabeçada pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de domingo, pediu ao TSE para que cinco representantes da coligação tivessem acesso à sala-cofre do tribunal no dia da eleição, assim como cinco representantes da coligação encabeçada por Fernando Haddad, do PT.

    Na nota em que anunciou o convite aos partidos, o TSE informou que a presidente da corte, ministra Rosa Weber, aceitou o pedido 'prontamente'.

    'No despacho em que acolheu o pedido, (a ministra) lembrou que o próprio tribunal já havia tomado a iniciativa do convite a ambas as coligações para acompanhamento da totalização de votos e divulgação de resultados nos dois turnos das eleições', afirmou a nota do TSE.

    'A ministra ressaltou ainda em sua decisão que os representantes das coligações poderão acessar quaisquer salas e espaços físicos no TSE, no dia da eleição.'

    Bolsonaro e aliados têm, desde o primeiro turno, colocado em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas e levantado a possibilidade de fraude na eleição. No primeiro turno da eleição, no dia 7, simpatizantes do capitão da reserva do Exército chegaram a gravar vídeos nas cabines de votação, o que é proibido por lei, apontando supostas fraudes.

    O TSE tem reiterado a confiabilidade do processo de votação eletrônica e garantido reiteradamente que a eleição pode ser auditada, ao contrário do que afirmam Bolsonaro e seus aliados. A Justiça Eleitoral realizou auditorias nas urnas após o primeiro turno e afirmou que nenhuma fraude foi detectada.

    'No primeiro turno, convidado pelo TSE a acompanhar os trabalhos de totalização diretamente na corte, o Partido Social Liberal (PSL), que integra a Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, não indicou representante', informou o TSE na nota da noite de sexta.

    (Por Eduardo Simões)

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    Coligação de Bolsonaro entra com ação para ter acesso à sala-cofre no TSE

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A coligação do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) entrou nesta sexta-feira com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ter acesso junto com o PT à sala-cofre da corte, por onde passam os dados sigilosos da apuração de uma eleição, disse nesta sexta-feira o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que antecipou que se o pedido for negado haverá recurso no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Segundo Onyx, que foi indicado como futuro ministro da Casa Civil caso Bolsonaro seja eleito, na lei brasileira eleitoral não há nada que impeça o acesso e considera que a presença dos “fiscais” será importante para a lisura do processo.

    Desde antes do primeiro turno, Bolsonaro e seus apoiadores vêm questionando a votação eletrônica no país e defendendo a necessidade de se implantar o voto impresso no Brasil.

    Supostas falhas em urnas eletrônicas foram denunciadas na votação de primeiro turno pelo partido, rejeitadas pela Justiça Eleitoral.

    “O TSE tomou uma decisão que não está suportada por nenhuma lei que foi criar uma sala-cofre.... Ali ficam ministros do TSE e convidados para acompanhar os números na tela e ninguém sabe se são corretos ou não”, disse ele a jornalistas.

    “Em nome da transparência que se permita que cinco da nossa coligação e do oponente possam adentrar na sala-cofre”, acrescentou.

    Onyx disse que se a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, não acatar o pedido a coligação vai recorrer ao STF para conseguir o acesso.

    O pedido feito pela coligação teve como base um super especialista em TI e um corpo jurídico.

    “Que medo se tem da transparência?”, questionou.

    O disse ainda que realmente, por questão de segurança, se chegou a cogitar que Bolsonaro não fosse votar no domingo, mas se concluiu que a presença dele no domingo tem “um simbolismo muito grande“.

    MINISTÉRIOS

    Lorenzoni disse ainda que ainda há estudos sobre a possibilidade de fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, apesar de um possível recuo sinalizado por Bolsonaro.

    O deputado revelou que o martelo sobre os ministérios ainda não foi batido e que a tendência é de que sejam entre 14 e 16.

    “Pedi para ele (Bolsonaro) que a definição dos nomes saia em dezembro... para dar tempo de amadurecer tudo, ajustar e tomar pé das coisas”, finalizou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    TSE nega pedido de Haddad para entrevista em horário de debate na TV Globo

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou na noite desta quarta-feira pedido feito pela campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, que tentava obrigar a TV Globo a entrevistar o petista no horário previsto para que a emissora realizasse o debate com o adversário dele no segundo turno, o líder das pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL).

    Segundo o ministro, a legislação citada pelos advogados de Haddad não impõe que a emissora tenha que entrevistar o candidato do PT.

    'Portanto, trata-se de norma permissiva, e não impositiva. Não há direito a ser resguardado no caso, pois não se depreende do dispositivo invocado que a emissora está obrigada a realizar entrevista com o candidato que tenha confirmado presença', disse o ministro.

    'Aliás, conforme os próprios representantes informam, a emissora de televisão cancelou o debate devido à ausência de um dos candidatos convocados, conduta que se insere na liberdade de imprensa, cuja garantia tem sido assegurada com muita veemência por esta Justiça especializada e pelo Supremo Tribunal Federal, com fulcro nos preceitos fundamentais da Carta da República', completou.

    Bolsonaro já havia anunciado publicamente que não vai comparecer ao debate da Globo, que estava marcado para sexta-feira.

    A campanha do petista alegava que a posição da Globo de cancelar o debate após o não comparecimento de Bolsonaro “não coaduna com o interesse público e, principalmente, com a lisura e rigidez do processo eleitoral verdadeiramente democrático”.

    “Com esse cancelamento, excelências, será a primeira vez desde a redemocratização que não haverá debates presidenciais no segundo turno. Ou seja, após o fim da censura que era imposta pelo regime militar, será esta a única oportunidade em que o eleitorado não poderá ver e ouvir os candidatos pondo em contraposição os seus projetos de país, dificultando-se a promoção de uma análise comparativa dos debates sincera”, dizia a coligação de Haddad.

    “Em outras palavras, apesar de haver a liberalidade de um player não participar do debate, isto não pode significar a ausência de sua realização, sob pena de deixar o espaço político, próprio deste evento tradicional, vazio e, por conseguinte, prejudicado o processo de escolha do próximo Presidente da República”, reforçava.

    Bolsonaro — alvo de uma atentado à faca no início do mês passado — só participou de dois debates em toda a corrida eleitoral, ainda no primeiro turno. Recentemente, contudo, a equipe médica que o atende permitiu que ele participasse de debates, mas ele decidiu não comparecer a esse tipo de evento.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    “Ainda não descobrimos o milagre” para evitar fake news, diz presidente do TSE

    BRASÍLIA (Reuters) - A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, afirmou neste domingo que ainda não conseguiu uma solução para coibir a disseminação de notícias falsas, ainda que tenha negado qualquer erro de atuação por parte da Justiça Eleitoral.

    Rosa afirmou que a Justiça Eleitoral dará a resposta “adequada” às suspeitas de compra de pacotes de envio em massa de notícias falsas na campanha eleitoral, mas respeitando o prazo exigido pelo devido processo legal.

    “Se tiverem a solução para que se evitem ou se coíbam fake news, por favor, nos apresentem. Nós ainda não descobrimos o milagre”, disse a presidente do TSE, em coletiva ao lado de outras autoridades como o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), general Sérgio Etchegoyen, e a advogada-geral da União, Grace Mendonça, além do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, entre outros.

    A ministra se disse especialmente preocupada com as notícias falsas que têm como objetivo “minar” a credibilidade da Justiça Eleitoral e do sistema eletrônico de votação, defendido como seguro e hígido pelos presentes na coletiva e lembrou que o fenômeno das fake news ocorre em proporção mundial.

    Com fala mais enfática, a advogada-geral Grace Mendonça afirmou que o sistema de votação eletrônica é seguro, confiável e auditável e disse que os envolvidos têm trabalhado para garantir a regularidade do processo.

    “Não estamos brincando em serviço, estamos trabalhando intensamente.”

    PRAZO

    Mais de uma vez questionada sobre o risco de realização do segundo turno sob a incerteza sobre a validade do processo, após denúncias de envolvimento de empresas em envio de mensagens em massa por WhatsApp para favorecer o candidato Jair Bolsonaro (PSL), Rosa afirmou que a Justiça eleitoral “não combate boatos com boatos”.

    “Há um tempo para a resposta responsável. A Justiça Eleitoral combate boatos com respostas fundamentadas no âmbito das ações judiciais que lhe são propostas. E as ações judiciais exigem a observância do devido processo legal nos exatos termos da Constituição”, disse a presidente da corte.

    “Direito tem o seu tempo. A nossa Constituição, que é uma Constituição democrática, uma Constituição cidadã, assegura um devido processo legal... Nós, observado o devido processo legal, daremos no momento oportuno a resposta adequada.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    TSE autoriza investigação pedida pela chapa de Haddad sobre suposto envio de mensagens anti-PT por empresários

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou nesta sexta-feira a abertura de uma investigação requerida pela chapa presidencial de Fernando Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas, conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo.

    A coligação de Haddad tinha requerido na quinta-feira a apuração com o objetivo de cassar a chapa do adversário e líder das pesquisas na corrida ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PSL), apontado pela chapa petista como beneficiário da ação que teria sido feita por empresários.

    Embora tenha autorizado a investigação, o ministro do TSE rejeitou os pedidos de liminar requeridos pela coligação petista para conceder liminares para fazer busca e apreensão e quebrar sigilos bancário, telefônico e telemático de empresários e empresas supostamente envolvidos no caso.

    '(...) Observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará (LC nº 64/90, art. 22, V a VIII), razão pela qual, à míngua dos pressupostos autorizadores, indefiro as postulações cautelares', decidiu o magistrado.

    Ao autorizar a instauração da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, o ministro do TSE determinou a citação dos envolvidos para, no prazo de cindo dias, oferecerem defesa.

    Nesta sexta-feira, o WhatsApp informou que está 'tomando medida legal imediata' contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    PT pede ao TSE investigação contra campanha de Bolsonaro por abuso de poder econômico

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O PT entrou nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral com um pedido de investigação judicial contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social, com base na suspeita de que a campanha esteja sendo beneficiada pelo disparo em massa de mensagens contra o PT, pagas por empresários simpatizantes do candidato.

    Na ação, o partido pede que sejam investigadas a campanha de Bolsonaro, cinco empresas que são citadas pela Folha de S.Paulo como responsáveis pelo disparo de mensagens em massa via WhatsApp, e um empresário que teria financiado o envio de mensagens e, caso comprovados os fatos, a inelegibilidade de Jair Bolsonaro.

    'O caráter eleitoral dos fatos aqui narrados é evidente, além de demonstrar potencial suficiente a comprometer o equilíbrio do pleito eleitoral de 2018. Afinal, trata-se de propaganda eleitoral ilegal em favor do candidato Jair Bolsonaro, por parte de empresas a serem aqui investigadas', diz o pedido entregue ao TSE.

    'Resta evidente claro o abuso de poder econômico na medida em que a campanha do candidato representado ganha reforço financeiro que não está demonstrado nos gastos oficiais de arrecadação eleitoral e, possivelmente têm origem vedada (Pessoa Jurídica), todavia os resultados do abuso perpetrado serão por ele usufruídos', continuam os advogados do partido.

    Segundo reportagem publicada nesta quinta pela Folha, empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    O jornal relata que cada pacote de disparos em massa custaria até 12 milhões de reais, para o envio de centenas de milhões de mensagens.

    O PT pede que sejam investigados, além da campanha de Bolsonaro, as empresas citadas na reportagem.

    O partido ainda quer que o WhatsApp apresente em 24 horas um plano para impedir o disparo de mensagens em massa contra a sigla, alegando que o plano apresentado na reportagem da Folha, de uma ação às vésperas do 2º turno, poderia afetar diretamente a campanha de Haddad.

    O partido cita ainda diversos exemplos de ações de distribuição de notícias falsas contra a campanha de Haddad.

    'Para além da reportagem da Folha de S.Paulo, toda a circunstância acima trazida demonstra a plausibilidade das suspeitas aqui suscitadas, o que motiva o ajuizamento da presente ação investigativa', defendem os advogados.

    Especialistas ouvidos pela Reuters avaliaram que, confirmadas as informações reveladas pela Folha, a campanha de Jair Bolsonaro pode ser acusada de abuso de poder econômico, abuso do uso de meios de comunicação e omissão de doações de campanha, o que poderia levar à impugnação da chapa, mesmo que Bolsonaro não soubesse da ação de empresários a seu favor.

    Os juristas concordam que, em tese, mesmo a campanha alegando que não tem relação com a decisão de empresários que agiram em prol de Bolsonaro, o candidato poderá ser responsabilizado por crime eleitoral, já que o resultado da eleição pode ser alterado por ações em seu benefício.

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    Justiça Eleitoral diz que vídeo em que urna 'auto completa' voto é falso

    (Reuters) - A Justiça Eleitoral afirmou que vídeos e mensagens que circulam em redes sociais mostrando que votos são processados antes de o eleitor terminar de digitar são falsos.

    Mais cedo, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, disse que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal haviam sido acionados para averiguar uma suposta ocorrência envolvendo uma urna que impedia eleitores de escolherem outros candidatos a presidente da República.

    Em vídeo nas redes sociais, o candidato a senador pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), disse que uma urna não deixava o eleitor concluir seu voto para presidente em Bolsonaro, com o sistema remetendo a escolha para o adversário petista, Fernando Haddad.

    'A Justiça Eleitoral esclarece que um vídeo que circula na internet no qual a urna, supostamente, 'autocompleta' o voto para presidente... é falso. Os vídeos não mostram o teclado da urna, onde uma pessoa digita o restante do voto. Não existe a possibilidade de a urna autocompletar o voto do eleitor, e isso pode ser comprovado pela auditoria de votação paralela', disse o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais.

    Durante coletiva de imprensa em Brasília, Rosa Weber destacou que o TSE ainda está 'aprendendo' a lidar com as chamadas fake news, 'porque o fenômeno não é de fácil compreensão, não é de fácil prevenção, mas o TSE está atento'.

    Ela, porém, ressaltou que o sistema eletrônico de urnas é confiável.

    'Hoje temos um sistema ágil, seguro e que nos inspira a maior confiança... Se ocorrer alguma fraude, algum dia, poderá ser constatada. O sistema eletrônico permite que, numa hipótese de fraude, sejam constatadas as pegadas, ficam marcas que nos permitem chegar e fazer a apuração', disse.

    Na mesma coletiva, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que 'não há qualquer improviso no processo eleitoral'.

    'Pelo contrário, houve um preparo intenso do Tribunal Superior Eleitoral, da Procuradoria Geral Eleitoral e de todos os órgãos envolvidos na realização dessas eleições', frisou.

    PROBLEMAS

    Até as 14h, 964 urnas, de um total de 454,4 mil apresentaram defeito no país e precisaram ser trocadas, segundo dados da TSE divulgados pela Agência Brasil.

    Os Estados que registraram o maior número de urnas com defeito foram Minas Gerais (252), Rio de Janeiro (123), Pernambuco (83) e São Paulo (78).

    (Por José Roberto Gomes, em São Paulo)

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    Justiça proíbe dono da Havan de pressionar funcionários a votar em Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    (Reuters) - A Justiça do Trabalho em Santa Catarina decidiu proibir nesta quarta-feira o dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, de pressionar seus funcionários a votar no candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, para não correrem o risco de serem demitidos em caso de vitória de candidatos de esquerda e de que lojas sejam fechadas.

    Em decisão, o juiz Carlos Alberto Pereira de Castro fixou multa de 500 mil reais em caso de descumprimento e ainda lembrou da possibilidade de que Hang possa responder pelo crime de desobediência.

    O magistrado disse que a situação se compara a uma reedição do popular voto de cabresto. 'A situação se agrava quando, posteriormente a este fato, coloca-se de forma subreptícia sob a espada de Dâmocles o emprego de todos os 15 mil empregados - evidentemente, com ênfase para aqueles que declararam voto a outro candidato ou, como fica claro na fala do réu, os que pretendem não exercitar o voto em qualquer candidato presidencial. Revela-se aí, sem dúvidas, conduta que se enquadra como assédio moral', afirmou.

    Relatos na imprensa indicam que empresários estariam pressionando funcionários a apoiar Bolsonaro. O Ministério Público do Trabalho (MPT) já divulgou um alerta de que é 'proibida a imposição, coação ou direcionamento nas escolhas políticas dos empregados'.

    'O objetivo é garantir o respeito e a proteção à intimidade e à liberdade do cidadão-trabalhador no processo eleitoral, no ambiente de trabalho', disse o MPT em nota pública.

    ABUSO DE PODER

    A coligação presidencial encabeçada pelo petista Fernando Haddad ingressou na noite de terça-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido para se investigar a campanha de Bolsonaro por abuso de poder econômico.

    Segundo a chapa petista, o pedido refere-se ao fato de o presidente da empresa de ar condicionado Komeco, Denisson Moura Freitas, ter supostamente gravado um áudio a funcionários pedindo que apoiassem a candidatura de Bolsonaro por meio do uso de adesivos e camisetas.

    A coligação de Haddad pede ao TSE que Bolsonaro se torne inelegível por 8 anos.

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