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    Plano de May para o Brexit fracassa após 'humilhação' pela UE, diz mídia britânica

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - As propostas da premiê britânica, Theresa May, para o Brexit foram declaradas mortas pela mídia do Reino Unido nesta sexta-feira, depois do que viram como uma humilhação de May durante cúpula informal com líderes da União Europeia em Salzburgo.

    Após jantar na cidade austríaca, líderes da UE disseram que trabalharão para chegar a um acordo do Brexit no próximo mês, mas rejeitaram a proposta de May.

    Para a mídia britânica, a mensagem foi clara.

    'Seu Brexit está quebrado', disse o jornal Daily Mirror.

    Outros jornais britânicos usaram uma foto da Reuters em suas primeiras páginas mostrando a premiê, vestindo um casaco vermelho, aparentemente isolada de um grupo de líderes da União Europeia.

    'May humilhada', disse o jornal Guardian. 'Humilhação para May', disse a manchete do Times.

    'Fim das esperanças de May em Salzburgo à medida que líderes da UE rejeitam acordo de Chequers', escreveu o Financial Times, que tem defendido fortemente a filiação do Reino Unido à União Europeia. A BBC disse: 'Rejeição constrangedora para premiê em Salzburgo'.

    As manchetes negativas indicam o tamanho da divergência entre Londres e os outros 27 países membros da UE sobre o futuro do Brexit.

    O Sun foi mais longe: 'Ratos sujos da UE - mafiosos europeus emboscam May', disse, ao lado de uma caricatura do presidente francês, Emmanuel Macron, e do presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, como gângsteres armados.

    Macron disse que as propostas de May, conhecidas como Chequers em referência a casa de campo onde foram aprovadas pelo gabinete britânico em julho, são 'inaceitáveis'.

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, tentou acalmar a situação, mas pediu ação, comparando o Reino Unido e a União Europeia a dois porcos-espinhos apaixonados.

    'Quando dois porcos-espinhos se abraçam, é preciso ter cuidado para não haver arranhões', disse a jornais austríacos.

    O Reino Unido deve se desligar do bloco no dia 29 de março, mas pouco está definido. Até agora não há um acordo de saída completo e alguns parlamentares prometeram votar contra um possível acordo do Brexit.

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    UE promete elevar tarifas de automóveis se Trump renegar acordo

    BERLIM (Reuters) - A União Europeia responderá da mesma forma se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renunciar à promessa de se abster da imposição de tarifas sobre automóveis da região, disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, enquanto as tensões comerciais entre a Europa e os Estados Unidos aumentavam novamente.

    Juncker disse à emissora alemã ZDF nesta sexta-feira que a UE não deixará ninguém determinar suas políticas comerciais. Se Washington decidiu impor tarifas de automóveis depois de tudo, 'então nós também faremos isso'.

    Trump rejeitou na quinta-feira uma oferta da UE para eliminar tarifas sobre carros e disse que as políticas comerciais da UE são 'quase tão ruins quanto as da China', informou a Bloomberg News.

    Juncker disse que negociou um 'acordo para acessar-fogo' com Trump em julho e, apesar de tais acordos serem frequentemente ameaçados, eles geralmente são respeitados.

    A chanceler Angela Merkel deve se reunir com Juncker na terça-feira, informou a porta-voz do governo alemão, Ulrike Demmer, nesta sexta-feira. Ela se recusou a comentar sobre as últimas declarações de Trump, mas disse que a Alemanha fundamentalmente procurou reduzir as barreiras comerciais e promover o livre comércio.

    A questão comercial também deve ser abordada quando Merkel se encontrar com o presidente francês, Emmanuel Macron, na França, nesta sexta-feira.

    A UE continua em desacordo com os Estados Unidos em relação ao bloqueio dos Estados Unidos à nomeação de juízes na Organização Mundial do Comércio, às tarifas estabelecidas por razões de segurança nacional e à dura postura de Washington em relação à China.

    Trump havia concordado em julho em conter as tarifas de 25 por cento sobre as importações de automóveis, enquanto os Estados Unidos e a Europa falavam em cortar outras barreiras comerciais, mas as autoridades americanas ficaram frustradas com o ritmo lento do progresso.

    (Por Andrea Shalal com reportagem adicional da Marine Pennetier)

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    UE deve implementar horário de verão durante ano todo, diz Juncker

    BERLIM (Reuters) - O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse nesta sexta-feira que o bloco deve encerrar a prática de alternar entre o horário de verão e o horário de inverno, após pesquisa indicar que a maior parte dos cidadãos da União Europeia se opõe à prática.

    Mais de 80 por cento dos cidadãos do bloco querem acabar com a troca de horários e preferem manter o horário de verão durante o ano inteiro, disse Juncker à televisão alemã, acrescentando que irá debater o plano com comissários da União Europeia.

    'Vamos decidir isso hoje', disse Juncker. 'Milhões... acreditam que o horário de verão deveria ser o tempo todo'.

    Qualquer mudança ainda precisaria ser aprovada pelos governos nacionais e pelo Parlamento Europeu antes de se tornar lei.

    A lei da União Europeia exige que cidadãos de todos os 28 Estados-membros adiantem seus relógios em 1 hora no último domingo de março e voltem para o horário de inverno no último domingo de outubro.

    Entretanto, a Finlândia pediu neste ano que o bloco encerre a prática, que críticos dizem poder causar problemas de saúde a longo prazo, especialmente entre crianças e idosos.

    Pesquisa indicou que a mudança de horário atrapalha rotinas de sono e pode impactar na produtividade no trabalho.

    Fora da União Europeia, diversos países europeus já pararam de alternar entre o horário de verão e de inverno, incluindo Rússia, Turquia, Belarus e Islândia.

    (Reportagem de Gernot Heller e Andrea Shalal)

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    Itália enfrenta UE por conta de imigrantes deixados em barco de resgate

    Por Steve Scherer e Gabriela Baczynska

    ROMA/BRUXELAS (Reuters) - O governo populista da Itália informou nesta sexta-feira que irá cortar fundos para a União Europeia a não ser que outros países recebam imigrantes que estão em um porto italiano, gerando uma resposta de Bruxelas contra o que considerou “ameaças” inaceitáveis.

    O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, disse que diplomatas dos países da UE que se encontraram em Bruxelas nesta sexta-feira não chegaram a um acordo para dividir os 150 imigrantes a bordo do Diciotti, um navio da guarda-costeira italiana aportado em Catania desde segunda-feira.

    A Itália irá “agir de acordo”, ele disse em publicação no Facebook, destacando que a UE havia fracassado em ser fiel aos seus princípios de “solidariedade e responsabilidade” e que há um abismo “entre palavras e ações” que é colorido por “hipocrisia”.

    Mais de 650 mil pessoas chegaram às costas italianas desde 2014 e a Itália começou a adotar uma rígida postura anti-imigração, dizendo que não irá deixar mais navios de resgate aportarem a não ser que outros países da UE aceitem receber as pessoas.

    O ministro do Interior, Matteo Salvini, que comanda o partido anti-imigração Liga, insistiu que pessoas não terão permissão de desembarcar até que outros países da UE as aceitem --gerando uma investigação criminal sobre se imigrantes estão sendo detidos contra vontade.

    Salvini parecia ter feito certas concessões em uma entrevista a uma rádio nesta sexta-feira, sugerindo que poderia deixar imigrantes desembarcarem do Diciotti assim que for apurado quem são os “verdadeiros refugiados”.

    “Estou considerando a possibilidade de realizar procedimentos de identificação e reconhecimento para identificar verdadeiros refugiados, que são a minoria, dos refugiados falsos antes de desembarcarem”, disse à emissora estatal Rai.

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    Carne e veículos ainda são obstáculos para acordo UE-Mercosul, diz Aloysio Nunes

    BRASÍLIA (Reuters) - Os negociadores de um acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul querem bater o martelo até setembro, mas diferenças a respeito da carne bovina, do açúcar e da indústria automotiva podem acabar com essas esperanças, disse o ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes.

    Questões sobre propriedade intelectual, regras de origem e serviços marítimos também precisam ser resolvidas, disse o chanceler brasileiro em uma entrevista concedida na quinta-feira.

    'A UE não tem respondido aos movimentos que o Mercosul tem feito como nós esperamos', disse.

    O Mercosul solicitou um período de transição de 15 anos para a importação de veículos europeus e peças automotivas, mais do que os 10 anos propostos originalmente, para amenizar o impacto sobre sua indústria. Em troca, ofereceu aceitar uma quota generosa de importações da Europa durante o período de transição que 'praticamente anula' seu efeito, argumentou.

    A resistência da UE para dar acesso a algumas exportações de alimentos do Mercosul continua sendo um obstáculo central para a conclusão do acordo, que vem sendo negociado desde 1995.

    Nunes disse não ver nenhuma chance de alterar a quota oferecida pela comissão da UE para a importação de 99 mil toneladas de carne bovina do Mercosul por ano, menos do que a oferta europeia feita em 2004 – mas o bloco sul-americano insiste que essa quota entre livre de tarifas.

    O mesmo vale para o açúcar do Mercosul, que terá uma quota de 150 mil toneladas por ano, mas ainda precisa pagar uma tarifa de 98 euros por tonelada, o que tornará difícil ganhar espaço no competitivo mercado de açúcar europeu, disse Nunes.

    'Se eles nos oferecem uma quota, que seja uma quota para valer, e não uma quota fictícia'.

    Nunes disse que o Mercosul, que é formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e é o quarto maior bloco comercial do mundo, ofereceu à UE um grande mercado de consumidores de classe média disposto a comprar produtos europeus.

    Como as negociações comerciais com os Estados Unidos foram interrompidas depois da vitória presidencial de Donald Trump em 2016, a UE fechou acordo comerciais com o Japão e o México, e o Mercosul é o próximo da lista.

    Em termos de redução de tarifas, pode se tratar do pacto comercial mais lucrativo do bloco até hoje, já que a economia pode ser até três vezes maior do que a de acordos com o Canadá e o Japão somados.

    Nunes disse que a separação britânica da UE não terá impacto no acordo UE-Mercosul para além de servir como base para uma futura negociação com o Reino Unido.

    'Boris Johnson me disse, quando era ministro, que o acordo da UE seria o 'padrão mínimo' para um acordo Mercosul-Reino Unido', afirmou Nunes.

    (Por Anthony Boadle e Jake Spring)

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    Irã pede que UE acelere esforços para salvar acordo nuclear

    Por Parisa Hafezi

    ANCARA (Reuters) - O Irã disse nesta segunda-feira que a Europa deveria acelerar os esforços para salvar o acordo nuclear de 2015 entre Teerã e grandes potências que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou em maio, agora que a petroleira francesa Total descartou formalmente um grande projeto de exploração de gás no país.

    O empenho dos signatários restantes do acordo --França, Reino Unido e Alemanha, membros da União Europeia, mais China e Rússia-– em evitar um colapso total enfrenta obstáculos, já que Washington disse que qualquer empresa que fizer negócios com Teerã será proibida de fazê-los com os EUA.

    'Europeus e outros signatários do acordo vêm tentando salvar o acordo... mas o processo tem sido lento. Deveria ser acelerado', disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Bahram Qasemi. 'O Irã depende principalmente de seus próprios recursos para superar as novas sanções da América', acrescentou, em uma coletiva de imprensa transmitida pela televisão estatal.

    Os países europeus estão se apressando para fazer com que o Irã receba benefícios econômicos suficientes para persuadi-lo a permanecer no acordo, que Trump disse ser 'profundamente falho'.

    Washington impôs novas sanções ao Irã neste mês, visando seu comércio em ouro e outros metais preciosos, compras de dólares norte-americanos e sua indústria automobilística.

    As potências europeias, a China e a Rússia dizem que farão mais para incentivar seus empresários a continuarem envolvidos com o Irã, mas a ameaça de sanções dos EUA levou muitas grandes empresas a saírem da República Islâmica.

    O ministro do Petróleo, Bijan Namdar Zanganeh, disse que a Total desistiu formalmente de um contrato para desenvolver o Projeto de Gás de Pars do Sul. 'O processo para substituir (a Total) por outra empresa está em andamento', disse ele, segundo a TV estatal.

    A Total, que assinou o acordo em 2017 com investimento inicial de 1 bilhão de dólares, não tinha comentário de imediato.

    As montadoras de veículos PSA, Renault e Daimler também estão entre as que suspenderão ou descartarão planos de investimento no Irã, assim como Deutsche Bahn e Deutsche Telekom.

    Trabalhando para preservar os canais financeiros com Teerã e facilitar as exportações de petróleo iranianas, a UE adotou medidas para se contrapor à retomada das sanções dos EUA, que incluem proibir cidadãos do bloco de adotá-las ou decisões judiciais relacionadas.

    Washington disse que a única chance de o Irã evitar as sanções seria aceitar a oferta de Trump para negociar um acordo nuclear mais rígido. Autoridades iranianas rejeitaram a proposta.

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    Japão e UE assinam pacto de livre comércio em meio a preocupações com Trump

    Por Stanley White

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão e a União Europeia assinaram um acordo de livre comércio abrangente nesta terça-feira que ambos os lados esperam que vá agir como um contraponto às forças protecionistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    O ambicioso pacto comercial, que cria a maior área econômica aberta do mundo, foi fechado em meio a temores de que uma guerra comercial entre os EUA e a China diminua o papel do livre comércio na ordem econômica mundial.

    'Há crescentes preocupações sobre o protecionismo, mas quero que o Japão e a UE liderem o mundo carregando a bandeira do livre comércio', disse o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em entrevista à imprensa após a cerimônia de assinatura.

    Neste mês, os EUA adotaram tarifas de 25 por cento sobre 34 bilhões de dólares em produtos chineses para reduzir o déficit comercial norte-americano e a China rapidamente retaliou com um aumento nas tarifas sobre os produtos dos EUA.

    O acordo comercial entre Japão e UE é também um sinal de mudança nos laços globais conforme Trump distancia os EUA de aliados de longa data como a UE, a Otan e o Canadá.

    'Estamos enviando uma mensagem clara de que somos contra o protecionismo. A UE e o Japão permanecem abertos à cooperação', disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, que fala pelos 28 líderes nacionais da UE.

    O acordo remove tarifas de 10 por cento da UE sobre carros japoneses e de 3 por cento sobre a maioria das autopeças. Também retira taxas japonesas de cerca de 30 por cento ou mais sobre queijo e de 15 por cento sobre vinhos da UE, e garante acesso a grandes licitações públicas no Japão.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a divergências, líderes da UE reivindicam vitória em cúpula sobre imigração

    Em meio a divergências, líderes da UE reivindicam vitória em cúpula sobre imigração

    Por Gabriela Baczynska

    BRUXELAS (Reuters) - Líderes da União Europeia reivindicaram sucesso nesta sexta-feira em chegar a um batalhado acordo para controlar a imigração, mas o pacto enfrentou críticas instantâneas de ser vago, difícil de ser implementado e uma possível ameaça aos direitos humanos.

    A imigração irregular tem caído fortemente desde 2015, quando mais de um milhão de pessoas entrou na União Europeia, mas pesquisas de opinião mostram que isto ainda é uma grande preocupação para os 500 milhões de cidadãos da UE.

        A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o novo primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, estão sob grande pressão em seus países para garantir que menos pessoas do outro lado do Mediterrâneo cheguem em seus territórios, e líderes do leste europeu são radicalmente contra aceitá-las.

        A cúpula de todos os 28 líderes da UE quase esteve perto de ser encerrada sem se chegar a lugar algum, conforme os líderes seguiam em direções diferentes, concordavam e discordavam repetidamente durante a noite de quinta-feira, incapazes de alcançar um acordo até a manhã desta sexta-feira.

        Eles concordaram em reforçar as fronteiras externas da UE e gastar mais dinheiro em projetos na África com objetivo de impedir a imigração. Mas a redação do comunicado conjunto foi altamente confusa --um resultado de suas prioridades divergentes.

        “A Europa decidiu, mesmo que tenha levado um tempo. A Europa quer proteger seus cidadãos, mas também quer cumprir suas leis e sua história e a proteção aos mais vulneráveis”, disse o presidente da França, Emmanuel Macron, que ajudou a selar o acordo após nove horas de conversas

        Merkel tem buscado espaço em uma disputa com seu parceiro de coalizão, a União Social Cristã, que exige controles mais rígidos de imigração. Ela chamou o acordo da cúpula de um “passo certo na direção certa”.

        “O que nós alcançamos aqui juntos é talvez mais do que eu havia esperado”, disse a jornalistas Merkel, a líder da UE há mais tempo no cargo.

        Conte, que exige que os outros Estados da UE façam mais para ajudar a Itália com imigrantes, paralisou a cúpula por diversas horas. Ele disse mais tarde que não havia prometido a Merkel que a Itália irá receber de volta pessoas que chegaram à Alemanha após passarem pela Itália.

        Tal “imigração secundária” não deveria acontecer sob regras da UE, mas se mostrou imparável dentro da zona europeia de viagens sem controle.

        Conte iniciou sua primeira cúpula da UE com uma ameaça inicial de bloquear quaisquer e todos os acordos do encontro --que também envolviam comércio, segurança, Brexit e reforma da zona do euro.

        Isto forçou as negociações por toda a noite e gerou elogios de seu ministro do Interior em Roma, o linha-dura Matteo Salvini.

        No final, Conte disse que o que quis dizer é que a Itália não será a única responsável por todas as pessoas resgatadas no mar, enquanto Merkel recebeu garantias de combate à imigração secundária, que precisava em Berlim.

        O presidente das cúpulas da UE desde 2014, Donald Tusk, disse que esta foi uma das rodadas mais difíceis de conversas em sua carreira.

        “É muito cedo para falar sobre sucesso , disse Tusk em entrevista coletiva. Nós conseguimos chegar a um acordo, mas esta é, na verdade, a parte mais fácil da tarefa, comparada ao que nos aguarda quando começarmos a implementá-la.”

        (Reportagem de Gabriela Baczynska, Jan Strupczewski, Elizabeth Piper, Alissa de Carbonnel, Richard Lough, Robert-Jan Bartunek, Philip Blenkinsop, Jean-Baptiste Vey, Andreas Rinke, Peter Maushagen, Noah Barkin, Robin Emmott e Francesco Guarascio)

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    Merkel diz que acordo da UE sobre imigração não será fechado nesta semana

    BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira que uma solução da União Europeia para a questão imigratória não será alcançada em uma cúpula do bloco marcada para esta semana, mas acrescentou que continuará a buscar acordos bilaterais.

    Não vai haver uma solução para todo o pacote de asilo, ou seja, para todas as sete diretrizes, até sexta-feira , disse Merkel em coletiva de imprensa com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, acrescentando que é necessário mais tempo para trabalhar em duas diretrizes.

    Por essa razão eu falei sobre trabalhar com países que estão dispostos em todas as dimensões da política imigratória --o primeiro-ministro espanhol falou sobre a dimensão externa e eu falei sobre a dimensão interna, e nesse espírito nós teremos mais conversas nos próximos dias , acrescentou Merkel.

    Durante a coletiva de imprensa em Berlim, Sánchez disse que a única maneira de lidar com a imigração é através de uma abordagem europeia comum, e que os países da UE precisam compartilhar as responsabilidades entre si.

    A Alemanha está buscando acordos diretos sobre imigração com Estados membros separados da União Europeia, disse Merkel no domingo.

    Nesta terça-feira, Sánchez se comprometeu a trabalhar de perto com a Alemanha para encontrar soluções comuns para a imigração.

    (Reportagem de Michelle Martin, Madeline Chambers e Jesús Aguado)

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