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    Japão e UE assinam pacto de livre comércio em meio a preocupações com Trump

    Por Stanley White

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão e a União Europeia assinaram um acordo de livre comércio abrangente nesta terça-feira que ambos os lados esperam que vá agir como um contraponto às forças protecionistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    O ambicioso pacto comercial, que cria a maior área econômica aberta do mundo, foi fechado em meio a temores de que uma guerra comercial entre os EUA e a China diminua o papel do livre comércio na ordem econômica mundial.

    'Há crescentes preocupações sobre o protecionismo, mas quero que o Japão e a UE liderem o mundo carregando a bandeira do livre comércio', disse o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em entrevista à imprensa após a cerimônia de assinatura.

    Neste mês, os EUA adotaram tarifas de 25 por cento sobre 34 bilhões de dólares em produtos chineses para reduzir o déficit comercial norte-americano e a China rapidamente retaliou com um aumento nas tarifas sobre os produtos dos EUA.

    O acordo comercial entre Japão e UE é também um sinal de mudança nos laços globais conforme Trump distancia os EUA de aliados de longa data como a UE, a Otan e o Canadá.

    'Estamos enviando uma mensagem clara de que somos contra o protecionismo. A UE e o Japão permanecem abertos à cooperação', disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, que fala pelos 28 líderes nacionais da UE.

    O acordo remove tarifas de 10 por cento da UE sobre carros japoneses e de 3 por cento sobre a maioria das autopeças. Também retira taxas japonesas de cerca de 30 por cento ou mais sobre queijo e de 15 por cento sobre vinhos da UE, e garante acesso a grandes licitações públicas no Japão.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a divergências, líderes da UE reivindicam vitória em cúpula sobre imigração

    Em meio a divergências, líderes da UE reivindicam vitória em cúpula sobre imigração

    Por Gabriela Baczynska

    BRUXELAS (Reuters) - Líderes da União Europeia reivindicaram sucesso nesta sexta-feira em chegar a um batalhado acordo para controlar a imigração, mas o pacto enfrentou críticas instantâneas de ser vago, difícil de ser implementado e uma possível ameaça aos direitos humanos.

    A imigração irregular tem caído fortemente desde 2015, quando mais de um milhão de pessoas entrou na União Europeia, mas pesquisas de opinião mostram que isto ainda é uma grande preocupação para os 500 milhões de cidadãos da UE.

        A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o novo primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, estão sob grande pressão em seus países para garantir que menos pessoas do outro lado do Mediterrâneo cheguem em seus territórios, e líderes do leste europeu são radicalmente contra aceitá-las.

        A cúpula de todos os 28 líderes da UE quase esteve perto de ser encerrada sem se chegar a lugar algum, conforme os líderes seguiam em direções diferentes, concordavam e discordavam repetidamente durante a noite de quinta-feira, incapazes de alcançar um acordo até a manhã desta sexta-feira.

        Eles concordaram em reforçar as fronteiras externas da UE e gastar mais dinheiro em projetos na África com objetivo de impedir a imigração. Mas a redação do comunicado conjunto foi altamente confusa --um resultado de suas prioridades divergentes.

        “A Europa decidiu, mesmo que tenha levado um tempo. A Europa quer proteger seus cidadãos, mas também quer cumprir suas leis e sua história e a proteção aos mais vulneráveis”, disse o presidente da França, Emmanuel Macron, que ajudou a selar o acordo após nove horas de conversas

        Merkel tem buscado espaço em uma disputa com seu parceiro de coalizão, a União Social Cristã, que exige controles mais rígidos de imigração. Ela chamou o acordo da cúpula de um “passo certo na direção certa”.

        “O que nós alcançamos aqui juntos é talvez mais do que eu havia esperado”, disse a jornalistas Merkel, a líder da UE há mais tempo no cargo.

        Conte, que exige que os outros Estados da UE façam mais para ajudar a Itália com imigrantes, paralisou a cúpula por diversas horas. Ele disse mais tarde que não havia prometido a Merkel que a Itália irá receber de volta pessoas que chegaram à Alemanha após passarem pela Itália.

        Tal “imigração secundária” não deveria acontecer sob regras da UE, mas se mostrou imparável dentro da zona europeia de viagens sem controle.

        Conte iniciou sua primeira cúpula da UE com uma ameaça inicial de bloquear quaisquer e todos os acordos do encontro --que também envolviam comércio, segurança, Brexit e reforma da zona do euro.

        Isto forçou as negociações por toda a noite e gerou elogios de seu ministro do Interior em Roma, o linha-dura Matteo Salvini.

        No final, Conte disse que o que quis dizer é que a Itália não será a única responsável por todas as pessoas resgatadas no mar, enquanto Merkel recebeu garantias de combate à imigração secundária, que precisava em Berlim.

        O presidente das cúpulas da UE desde 2014, Donald Tusk, disse que esta foi uma das rodadas mais difíceis de conversas em sua carreira.

        “É muito cedo para falar sobre sucesso , disse Tusk em entrevista coletiva. Nós conseguimos chegar a um acordo, mas esta é, na verdade, a parte mais fácil da tarefa, comparada ao que nos aguarda quando começarmos a implementá-la.”

        (Reportagem de Gabriela Baczynska, Jan Strupczewski, Elizabeth Piper, Alissa de Carbonnel, Richard Lough, Robert-Jan Bartunek, Philip Blenkinsop, Jean-Baptiste Vey, Andreas Rinke, Peter Maushagen, Noah Barkin, Robin Emmott e Francesco Guarascio)

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    Merkel diz que acordo da UE sobre imigração não será fechado nesta semana

    BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira que uma solução da União Europeia para a questão imigratória não será alcançada em uma cúpula do bloco marcada para esta semana, mas acrescentou que continuará a buscar acordos bilaterais.

    Não vai haver uma solução para todo o pacote de asilo, ou seja, para todas as sete diretrizes, até sexta-feira , disse Merkel em coletiva de imprensa com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, acrescentando que é necessário mais tempo para trabalhar em duas diretrizes.

    Por essa razão eu falei sobre trabalhar com países que estão dispostos em todas as dimensões da política imigratória --o primeiro-ministro espanhol falou sobre a dimensão externa e eu falei sobre a dimensão interna, e nesse espírito nós teremos mais conversas nos próximos dias , acrescentou Merkel.

    Durante a coletiva de imprensa em Berlim, Sánchez disse que a única maneira de lidar com a imigração é através de uma abordagem europeia comum, e que os países da UE precisam compartilhar as responsabilidades entre si.

    A Alemanha está buscando acordos diretos sobre imigração com Estados membros separados da União Europeia, disse Merkel no domingo.

    Nesta terça-feira, Sánchez se comprometeu a trabalhar de perto com a Alemanha para encontrar soluções comuns para a imigração.

    (Reportagem de Michelle Martin, Madeline Chambers e Jesús Aguado)

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    China e França concordam em expandir comércio e UE levanta 'questões difíceis'

    (Reuters) - A China anunciou nesta segunda-feira que comprará mais aviões e produtos agrícolas da França e trabalhará em questões de acesso a mercados, reforçando seus laços comerciais com a Europa, enquanto enfrenta a ameaça de guerra tarifária com os Estados Unidos.

    O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse ao primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, que a China planeja comprar mais aviões este ano e está pronta para mais diálogos com a França sobre a compra de aeronaves da Airbus.

    Expliquei ao senhor primeiro-ministro que nos últimos anos compramos muitos aviões de passageiros, e é preciso que haja um período para digerir isso , disse Li em entrevista coletiva. Apesar disso, ainda estamos dispostos a fortalecer a cooperação com a Airbus da França.

    A China adotou agora tom muito diferente do que o que usou com os Estados Unidos, tendo advertido que a Boeing poderia se tornar vítima se as duas maiores economias do mundo não conseguissem evitar uma guerra comercial.

    Tanto a China quanto a União Europeia (UE) estão presas em suas próprias disputas comerciais com os Estados Unidos, e a China tem buscado um terreno comum com a UE para se opor ao que Pequim vê como protecionismo norte-americano.

    Acreditamos que os atritos e disputas relevantes podem ser resolvidos por meio de negociações. Não há vencedores de uma guerra comercial , disse Li.

    Todos os lados devem se unir para expandir o crescimento e não se engajar em colocar barreiras comerciais ou protecionismo. Isso não é bom para ninguém , disse ele.

    No final desta semana, espera-se que o governo Trump revele novas medidas para conter as empresas chinesas que compram participações em empresas norte-americanas.

    O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos está esboçando restrições que impedirão empresas com ao menos 25 por cento de propriedade chinesa de comprarem companhias norte-americanas com tecnologia industrial significativa , afirmou no domingo uma autoridade dos EUA com conhecimento do assunto.

    Washington se queixou de que a China está apropriando indevidamente a tecnologia dos EUA por meio de regras de joint venture e outras políticas, e já anunciou tarifas sobre 34 bilhões de dólares em mercadorias chinesas, o primeiro de um total potencial de 450 bilhões de dólares. As novas tarifas deverão entrar em vigor em 6 de julho.

    Uma autoridade da UE, no entanto, deixou claro que a Europa não está totalmente na mesma página que a China.

    A UE e a China discutiram questões difíceis como subsídios estatais, transferência forçada de tecnologia e questões de segurança cibernética durante as negociações, disse o vice-presidente da Comissão Europeia, Jyrki Katainen, em entrevista coletiva após o diálogo entre a China e a UE em Pequim.

    Katainen disse que a China e a UE precisam trabalhar juntas para enfrentar o excesso de capacidade em setores como o aço e o alumínio, identificando especificamente as indústrias que Trump inicialmente mirou quando iniciou uma guerra tarifária.

    Ele também pediu que a China evite o excesso de capacidade em outras indústrias, incluindo os setores de alta tecnologia cobertos pela estratégia Made in China 2025 .

    O plano Made in China 2025 visa melhorar as capacidades da China em tecnologia da informação avançada, aeroespacial, engenharia naval, produtos farmacêuticos, veículos de energia avançada, robótica e outras indústrias de alta tecnologia.

    (Por Kevin Yao e Ben Blanchard)

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    Trump ameaça impor tarifas de 20% sobre veículos da UE

    Por David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta sexta-feira impor sobretaxas de 20 por cento sobre exportações de veículos da União Europeia, um mês depois que seu governo iniciou análise sobre se as importações de automóveis europeus representam uma ameaça à segurança nacional.

    Se estas tarifas e barreiras não forem quebradas e removidas, vamos colocar uma tarifa de 20 por cento sobre todos os carros deles que vierem aos EUA. Fabriquem eles aqui! , escreveu Trump em sua conta no Twitter.

    As ações do setor reagiram negativamente aos comentários de Trump. O índice europeu automotivo chegou a cair fortemente após o tuíte do presidente norte-americano e, por volta das 12:34 (horário de Brasília), cedia 0,64 por cento.

    Enquanto isso, os papéis da Ford Motor e da General Motors subiam cerca de 0,2 por cento, devolvendo perdas iniciais.

    O Departamento de Comércio dos EUA está investigando se as importações de automóveis e autopeças representam um risco à segurança nacional. O prazo para conclusão das investigações é fevereiro de 2019, mas o secretário de Comércio, Wilbur Ross, disse na quinta-feira que o órgão planeja encerrar os trabalhos muito antes, até o final de julho ou agosto.

    O departamento planeja dois dias de audiências públicas em julho sobre as investigações.

    Trump referiu-se repetidamente aos embarques de veículos alemães para os Estados Unidos com crítica.

    Em reunião com montadoras na Casa Branca, em 11 de maio, o presidente norte-americano afirmou que planejava tarifas de 20 ou 25 por cento sobre alguns veículos importados, criticando duramente o superávit comercial automotivo da Alemanha com os EUA.

    Atualmente, os EUA impõem uma taxa de 2,5 por cento sobre carros de passageiros importados da União Europeia, e de 25 por cento sobre caminhonetes importadas. A UE, por sua vez, taxa em 10 por cento os carros norte-americanos.

    A proposta de sobretaxa foi acentuadamente condenada por parlamentares republicamos e grupos empresariais. Um deles representando grandes montadoras norte-americanas e estrangeiras disse estar confiante de que as importações de veículos não representam um risco à segurança nacional .

    A Câmara de Comércio dos EUA observou que a produção norte-americana de automóveis dobrou na última década, afirmando que as tarifas seriam um golpe tremendo à própria indústria que se pretende proteger e ameaçaria iniciar uma guerra comercial global .

    As montadoras alemãs Volkswagen , Daimler e BMW fabricam veículos em unidades nos Estados Unidos. A BMW está entre os maiores empregadores da Carolina do Sul, tendo mais de 9 mil trabalhadores no estado.

    Em 2017, os EUA responderam por cerca de 15 por cento das vendas globais da Mercedes-Benz e da BMW. O país corresponde a 5 por cento das vendas da Volkswagen e 12 por cento da Audi.

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    UE responde tarifas de Trump com sobretaxa de 25% a partir de 6ª-feira

    Por Philip Blenkinsop

    BRUXELAS (Reuters) - A União Europeia vai começar a cobrar tarifas de importação de 25 por cento sobre uma série de produtos norte-americanos na sexta-feira, depois que Washington impôs sobretaxas para aço e alumínio do bloco no início de junho, disse a Comissão Europeia nesta quarta-feira.

    A medida confirma a disputa que pode se transformar em uma guerra comercial em larga escala, especialmente se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumprir sua ameaça de taxar carros europeus.

    A Comissão adotou formalmente a medida que estabelece as tarifas sobre 2,8 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em mercadorias dos EUA, incluindo produtos de aço e alumínio, agrícolas, bourbon, jeans e motocicletas.

    Não queremos estar nesta posição , disse a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmstrom, em um comunicado, acrescentando que a decisão unilateral e injustificada dos EUA deixou a UE sem escolha.

    Ela classificou a resposta da UE como proporcional e de acordo com as regras da Organização Mundial do Comércio, e disse que elas serão retiradas se Washington remover suas tarifas sobre metais. As exportações de aço e alumínio da UE que agora têm tarifas dos EUA totalizam 6,4 bilhões de euros.

    Donald Trump golpeou UE, Canadá e México com tarifas de 25 por cento sobre o aço e 10 por cento sobre o alumínio no início de junho, pondo fim às isenções que estavam em vigor desde março.

    O Canadá anunciou que irá impor tarifas retaliatórias sobre 12,5 bilhões de dólares em exportações dos EUA em 1 de julho. O México colocou tarifas sobre produtos norte-americanos que vão desde o aço até a carne suína há duas semanas.

    (Por Philip Blenkinsop)

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    Mercosul busca aproximação com outros blocos, preocupado por demora em acordo com UE

    ASSUNÇÃO (Reuters) - Líderes do Mercosul se reuniram nesta segunda-feira no Paraguai para uma reunião de cúpula com as atenções voltadas para a aproximação com outros blocos comerciais, preocupados pela demora da conclusão de um longamente negociado acordo comercial com a União Europeia.

    O relacionamento externo do Mercosul foi um dos principais tópicos das discussões prévias ao encontro entre os líderes ou representantes de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela também faz parte do Mercosul, mas está atualmente suspenso.

    O Uruguai assumirá a presidência para o próximo semestre com a intenção de promover um acordo com a China, que é responsável por 11 por cento do comércio mundial e que está atualmente em uma disputa comercial com os Estados Unidos.

    Pedimos proceder, e se por alguma razão algum de nós... não puder avançar nesse aspecto, que também dialoguemos e encontremos fórmulas que, sem lesionar o Mercosul, contemplem seus próprios Estados , disse o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, durante seu discurso.

    A China é um mercado-chave para as exportações de commodities do bloco, mas também vende produtos que competem com a produção nacional dos países sul-americanos. Na América do Sul, Chile e Peru são os únicos países que têm acordos comerciais com a China.

    Pouco antes, o presidente uruguaio havia criticado a demora nas negociações comerciais do Mercosul com a União Europeia, cuja última rodada de conversações terminou com um progresso limitado e acusações mútuas sobre quem estaria travando o acordo.

    Não estamos dispostos a perder tempo em negociações eternas... também não estamos dispostos a assinar um 'acordinho' , disse Vázquez.

    As dificuldades para o acordo avançar persistem na questão dos produtos industrializados e agrícolas, como a carne bovina, da América do Sul, e os laticínios europeus, de acordo com autoridades.

    Em sua fala no encontro de cúpula, o presidente Michel Temer defendeu a continuidade das negociações.

    Nós não devemos abandonar a ideia desta aliança... porque, na premissa que levantei, segundo a qual o nosso trabalho há de ser um trabalho cada vez mais de abertura para o mundo, fechar essa porta agora significa impedir o caminho das negociações que nestes últimos tempos, com todos os naturais embaraços, têm tido razoável sucesso”, afirmou.

    Temer também se disse favorável a uma aproximação do Mercosul com os países da Aliança do Pacífico, formada por Chile, Colômbia, México e Peru. Os dois blocos realização uma reunião no final de julho.

    Os presidentes comemoraram, ainda, o início dos últimos meses de negociações para acordos de comércio com Canadá e Coreia do Sul, e o lançamento próximo de conversações com Cingapura.

    Os países aprovaram uma declaração sobre a crise humanitária e imigratória na Venezuela, e outra sobre a Nicarágua, onde uma onda de protestos contra o governo do presidente Daniel Ortega deixou mais de 170 mortos nos últimos meses.

    (Reportagem de Daniela Desantis e Mariel Cristaldo)

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