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    UE cumprimenta Bolsonaro por eleição e pede atenção a parcerias estratégicas

    BRASÍLIA (Reuters) - A União Europeia cumprimentou nesta segunda-feira, em carta, o presidente eleito Jair Bolsonaro, e apelou para a manutenção das parcerias estratégicas entre a UE e o Brasil em áreas como comércio, defesa e também direitos humanos, além do acordo de comércio Mercosul-UE.

    'A UE e o Brasil têm uma longa parceria estratégica que tem ajudado a desenvolver uma extensiva cooperação em temas bilaterais e multilaterais de interesse comum como comércio, ciência e tecnologia, sociedade da informação, defesa e segurança, energia, proteção ambiental e direitos humanos', diz a carta a assinada pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

    O texto relembra ainda a negociação do acordo comercial Mercosul-União Europeia, que vem sendo negociada há 12 anos e poderia ser fechada até o início do próximo ano. Esta semana, mais uma reunião de negociação acontece em Bruxelas para tentar chegar a um acordo final.

    Algumas declarações de Bolsonaro causaram estranheza entre os europeus, entre elas a intenção de unificar os ministérios do Meio Ambiente e Agricultura - a Europa importa produtos agrícolas brasileiros mas tem normas rígidas em relação à produtos que agridem o meio ambiente -, e as críticas a questões de direitos humanos.

    Bolsonaro posteriormente voltou atrás na fusão dos das pastas de Agricultura e Meio Ambiente.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Comissão Europeia rejeita plano orçamentário da Itália para 2019

    ESTRASBURGO (Reuters) - A Comissão Europeia rejeitou nesta terça-feira a proposta orçamentária da Itália para 2019 porque o plano infringe as regras da União Europeia de forma 'nunca vista antes', e pediu que Roma envie uma nova proposta dentro de três semanas ou enfrente medida disciplinares.

    Os rendimentos dos títulos italianos saltaram depois que o braço executivo da União Europeia usou pela primeira vez o poder obtido durante a crise de dívida soberana em 2013, que permite a devolução de um plano orçamentário de um país da zona do euro que viole as regras.

    Depois de se recuperar recentemente de um colapso da dívida grega que quase destruiu a moeda única, a UE está preocupada com outra possível crise se a Itália, que está altamente endividada, perder a confiança do mercado.

    A Comissão já lidou com a França, Espanha, Portugal e governos italianos anteriores que quebraram as regras fiscais da UE, mas nenhuma dessas violações foi tão grande quanto o último plano de orçamento italiano, disse a Comissão.

    'Hoje, pela primeira vez, a Comissão foi obrigada a pedir para que um país da zona do euro revise seu plano orçamentário', disse o vice-presidente da Comissão para o Euro, Valdis Dombrovskis, em entrevista coletiva.

    'O governo italiano está aberto e intencionalmente indo contra os compromissos que assumiu', disse Dombrovskis.

    Os rendimentos dos títulos italianos de 10 anos de referência subiram com a notícia para 3,57 por cento no pregão da tarde, de 3,42 por cento atingidos na manhã desta terça-feira.

    Roma terá agora que enviar um novo plano de orçamento que reduza o déficit estrutural, que exclui as variações pontuais e os ciclos econômicos, em 0,6 por cento do PIB, em vez de aumentá-lo em 0,8 por cento, como previa o plano atual, disse a Comissão.

    ITÁLIA DESAFIADORA

    Em uma carta enviada à Comissão na segunda-feira, a Itália reconheceu que seu plano de orçamento viola as regras da UE, mas insistindo que ainda seguirá em frente com ele. O vice-primeiro-ministro Luigi Di Maio respondeu à rejeição da Comissão apelando por 'respeito' aos italianos.

    'Este é o primeiro orçamento italiano que a UE não aprova. Não estou surpreso. Este é o primeiro orçamento italiano que foi escrito em Roma e não em Bruxelas', disse Di Maio no Facebook.

    O vice-primeiro-ministro Matteo Salvini disse que o governo está convencido de que 'está certo'.

    Uma porta-voz do ministério da Economia em Roma defendeu o orçamento expansionista e disse que a Itália manteve sua posição de que a única maneira de reduzir a dívida pública seria estimulando o crescimento econômico.

    A Itália tem a segunda maior relação dívida/PIB na UE depois da Grécia, com 131,2 por cento em 2017, e os maiores custos de dívida na Europa. Mas acredita que gastos adicionais por meio de um déficit maior estimularia o crescimento, ajudando a reduzir a relação dívida/PIB.

    A Comissão acredita que as hipóteses de crescimento da Itália são excessivamente otimistas, tornando questionável o plano de redução da dívida.

    'A experiência tem mostrado repetidamente que déficits fiscais e dívidas maiores não trazem um crescimento duradouro. E o endividamento excessivo torna sua economia mais vulnerável à crises futuras', disse Dombrovskis.

    A menos que Roma mude as previsões de déficit, a Comissão disse que iniciará medidas disciplinares, chamadas de Procedimento por Déficits Excessivos.

    Sob as leis da UE, a Itália deve reduzir sua dívida pública a cada ano em 1/20 da diferença entre 60% do PIB e seu tamanho atual, contados em média em três anos.

    O procedimento de déficit excessivo pode levar a multas de até 0,2 por cento do PIB caso Roma ignore as recomendações para reduzir o déficit e a dívida.

    (Por Jan Strupczewski)

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    Comissão Europeia rejeita plano orçamentário da Itália para 2019

    ESTRASBURGO (Reuters) - A Comissão Europeia rejeitou nesta terça-feira a proposta orçamentária da Itália para 2019 porque o plano infringe as regras da União Europeia de forma 'nunca antes vista', e pediu para que Roma envie uma nova proposta dentro de três semanas ou enfrente medida disciplinares.

    Esta é a primeira vez que o braço executivo da União Europeia usa o poder obtido durante a crise de dívida soberana em 2013, que permite a devolução de um plano orçamentário de um país da zona do euro que viole as regras.

    'Hoje, pela primeira vez, a Comissão foi obrigada a pedir para que um país da zona do euro revise seu plano orçamentário', disse o vice-presidente da Comissão para o Euro, Valdis Dombrovskis, em entrevista coletiva.

    'Mas não vemos outra alternativa senão pedir que o governo italiano o faça. Adotamos um parecer que dá à Itália no máximo três semanas para apresentar um projeto de revisão do plano orçamentário para 2019', disse Dombrovskis.

    A Comissão disse que a revisão do orçamento que espera receber da Itália deve estar de acordo com a recomendação dos ministros das Finanças da UE feita em 13 de julho.

    Em julho, ministros da UE pediram para que Roma reduzisse seu déficit estrutural, que exclui as variações pontuais e os ciclos econômicos, em 0,6 por cento do PIB. O plano que foi rejeitado pela Comissão aumentava esse déficit em 0,8 por cento do PIB.

    A Itália enviou uma carta à Comissão na segunda-feira, reconhecendo que seu plano de orçamento viola as regras da UE, mas insistindo que ainda seguirá em frente com ele.

    'O governo italiano está aberto e intencionalmente indo contra os compromissos que assumiu', disse Dombrovskis.

    Ele disse que a Itália registrou a segunda maior dívida em relação ao PIB na UE, de 131,2 por cento, em 2017 e os maiores custos de serviço da dívida na Europa.

    'As despesas com juros da Itália se mantiveram em 2017 em torno de 65,5 bilhões de euros, ou 3,8 por cento do PIB, o que equivale de maneira geral ao volume de recursos públicos destinado à educação', disse a Comissão. A Itália acredita que sua medida de gastos adicionais deve impulsionar o crescimento econômico, ajudando a reduzir a relação dívida/PIB.

    Mas a Comissão disse que as expectativas de crescimento na proposta orçamentária eram excessivamente otimistas, o que também tornou a redução da dívida da Itália questionável.

    'A experiência tem mostrado repetidamente que déficits fiscais e dívidas maiores não trazem um crescimento duradouro. E o endividamento excessivo torna sua economia mais vulnerável à crises futuras', disse Dombrovskis.

    'Portanto, se a política fiscal mais frouxa afetar a confiança, ela pode realmente ter o efeito oposto ao crescimento', disse ele.

    Dombrovskis observou que, a menos que Roma mude o seu plano de orçamento nas próximas 3 semanas, a Comissão está disposta a abrir um processo disciplinar contra o país, chamado Procedimento por Déficit Excessivo, baseado na falta de progressos na redução da dívida - uma obrigação na lei da UE.

    'Em maio, a Comissão Europeia não propôs a abertura de um Procedimento de Déficit Excessivo relacionado à dívida, principalmente por causa do amplo cumprimento por parte da Itália de seus compromissos', disse Dombrovskis sobre a decisão que pode acarretar em multas.

    'Os planos atuais são uma mudança material, que pode exigir uma reavaliação dessa conclusão. O próximo passo está agora no lado do governo italiano', disse ele.

    (Por Jan Strupczewski)

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    Merkel e Macron vão a bar após conversas sobre Brexit em Bruxelas

    BRUXELAS (Reuters) - Angela Merkel, Emmanuel Macron e os líderes da Bélgica e de Luxemburgo surpreenderam os frequentadores de um bar de Bruxelas aparecendo para saborear cervejas e batatas fritas depois de uma tarde de reuniões sobre o Brexit com a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May.

    A chanceler da Alemanha e o presidente da França conversaram e trocaram apertos de mão com turistas e locais no bar Grand Place na companhia de seu anfitrião, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, e seu vizinho luxemburguês, Xavier Bettel, que disse ter pago as bebidas para comemorar sua reeleição como premiê no domingo.

    'Foi muito bacana', disse Bettel nesta quinta-feira ao chegar para o segundo dia de uma cúpula de líderes da UE, acrescentando que 'também somos humanos' e que a ocasião lhes deu uma chance de atualizar as conversas sobre negócios desfrutando das famosas 'bières et frites' belgas.

    Um assessor de Macron disse que ele e Merkel caminharam juntos de volta ao hotel na saída da cúpula e que, quando lá chegaram, ele recebeu uma mensagem de texto de Bettel convidando-o para um drinque na esquina: 'Foi totalmente improvisado', contou o assessor. 'Muito descontraído'.

    Na quarta-feira líderes da União Europeia ouviram May lhes garantir que almeja conseguir um acordo para desfiliar o Reino Unido do bloco em março. Depois que ela saiu, os 27 líderes restantes debateram os problemas da colega britânica para obter o apoio de seu partido a qualquer pacto.

    Um jornalista croata que flagrou os quatro líderes bebendo cerveja com uma câmera tuitou dizendo que conversou com um grupo de visitantes que bateram um papo com Merkel e a indagaram sobre o Brexit.

    'Por favor, está uma noite maravilhosa. Não vamos estragá-la', respondeu.

    (Por Alastair Macdonald e Michel Rose)

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    Negociador da UE diz que acordo do Brexit pode estar 'ao alcance' na próxima semana

    Por Gabriela Baczynska e Alastair Macdonald

    BRUXELAS (Reuters) - O negociador da União Europeia para o Brexit, Michel Barnier, disse nesta quarta-feira que um acordo com o Reino Unido pode estar 'ao alcance' na próxima semana, pedindo um avanço decisivo nas conversas a tempo para uma cúpula dos 28 líderes da UE.

    Negociadores de ambos os lados estão conversando nesta semana para superar as diferenças sobre o maior obstáculo a um acordo – como manter a fronteira britânica com a República da Irlanda livre de postos de controle depois que o Reino Unido deixar o bloco em março.

    Barnier disse a pequenos empresários que as conversas 'continuam intensivamente nesta semana, dia e noite, com a meta... de ter um acordo ao alcance, se finalizarmos estas negociações, em 17 de outubro'.

    Os líderes dos 27 países que permanecem na UE se reunirão em Bruxelas nesta ocasião, um dia antes de a primeira-ministra britânica, Theresa May, ir à reunião.

    Barnier reiterou que até 85 por cento de um pacto de retirada já foi acertado, fortalecendo a libra esterlina nos mercados financeiros. Como policiar o pacto e combinar regras para produtos como queijo camembert e presunto de Parma, que são protegidos de imitações de fora dentro da UE, precisam ser mais lapidados, acrescentou.

    Ele também enfatizou a insistência da UE para que o Reino Unido aceite possíveis verificações de bens circulando entre o continente e a província da Irlanda do Norte, dizendo que o Brexit tornará necessária uma alfândega, impostos sobre valor agregado e o cumprimento de verificações seguindo padrões do bloco.

    Os dois lados querem evitar a volta dos postos de verificação na fronteira irlandesa, já que isso atrapalharia o comércio e criaria o risco de ressuscitar a violência na província duas décadas depois de um acordo de paz.

    Barnier disse que formulários aduaneiros poderiam ser preenchidos previamente pela internet e que as 'únicas verificações sistemáticas visíveis' envolveriam escanear códigos de barra em caminhões ou contêineres em balsas ou portos.

    Mas um pequeno partido da Irlanda do Norte que apoia o governo de minoria de May no Parlamento se opõe veementemente a qualquer verificação entre a província e o restante do Reino Unido.

    Barnier disse entender que o tema é politicamente difícil, mas que é consequência de os britânicos terem votado pela desfiliação da UE.

    Os 27 líderes do bloco que se reunirão na próxima quarta-feira em Bruxelas querem poder anunciar um 'progresso decisivo' no pacto do Brexit para combinar outra cúpula em novembro, esta para finalizar o trabalho em uma declaração dos laços estreitos do bloco com Londres que também seria parte do pacote do Brexit.

    (Reportagem adicional de Alissa de Carbonnel e Daphne Psaledakis)

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    Países da UE concordam em buscar corte de 35 por cento em emissões de carros até 2030

    Por Daphne Psaledakis

    LUXEMBURGO (Reuters) - Países da União Europeia, manifestando preocupação sobre um relatório das Nações Unidas sobre aquecimento global, concordaram nesta terça-feira em buscar um corte de 35 por cento nas emissões de automóveis até 2030, à medida que a Alemanha alertou que metas excessivamente desafiadoras ameaçam prejudicar a indústria e empregos.

    Divididos entre reduzir a poluição e preservar a competitividade da indústria, ministros do Meio Ambiente da UE que estão reunidos em Luxemburgo conversaram por mais de 13 horas até quase meia-noite para alcançar um consenso sobre quais limites de dióxido de carbono devem ser imposto às poderosas montadoras europeias.

    As regras finais agora serão trabalhadas em negociações que começarão na quarta-feira com os dois outros órgãos legisladores da UE: o Parlamento Europeu, que busca uma meta climática mais ambiciosa, e a Comissão Europeia, que propôs uma mais modesta.

    Em comunicado conjunto mais cedo, os ministros da UE expressaram profunda preocupação sobre um relatório da ONU que pede ações rápidas e inéditas para conter o aquecimento global, mas se detiveram de intensificar seus compromissos para reduzir emissões sob o Acordo Climático de Paris de 2015.

    Diversos países havia buscado uma redução mais alta, de 40 por cento nas emissões de carros, em linha com metas apoiadas por parlamentares da UE na semana passada, com a Irlanda e a Holanda entre aos países que manifestaram desapontamento com as concessões feitas no acordo.

    A Alemanha, com seu grande setor automobilístico, apoiou uma proposta executiva da UE de um corte de 30 por cento para frotas de novos carros e vans até 2030, ante níveis de 2021.

    (Por Daphne Psaledakis; reportagem adicional de Peter Maushagen e Alissa de Carbonnel)

    REUTERS LM ID

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    Partido Trabalhista votará contra plano de May para o Brexit, diz líder

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan

    LIVERPOOL, Inglaterra (Reuters) - O líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, disse nesta quarta-feira que a legenda de oposição votará contra um acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia baseado nas propostas da primeira-ministra Theresa May, no alerta mais forte até o momento para uma premiê cujos planos para o Brexit estão por um fio.

    No último dia da conferência anual do partido, Corbyn procurou mostrar que está pronto para assumir as rédeas do poder, dando detalhes do que ele chamou de 'um plano radical para reconstruir' o Reino Unido, incluindo a promessa de 'uma revolução de empregos 'verdes''.

    Corbyn também fez uma aposta direta pelo apoio daqueles de fora da capital britânica que votaram para deixar a UE, frequentemente frustrados por terem sido desprezados por uma elite baseada em Londres, dizendo que o Partido Trabalhista estava pronto para assumir as difíceis negociações do Brexit.

    O Reino Unido não deve ter uma nova eleição antes de 2022, mas os trabalhistas estão se preparando para uma possível votação inesperada. A posição de May, já precária, foi abalada ainda mais na última semana quando a UE rejeitou sua proposta de Brexit, conhecida como proposta de Chequers, que também é impopular dentro do seu próprio Partido Conservador.

    Corbyn disse que o Partido Trabalhista respeita o resultado de um referendo de 2016, quando britânicos votaram a favor de deixar a UE, na maior mudança de política comercial e exterior em mais de 40 anos.

    'Como está, o Trabalhista votará contra o plano Chequers ou o que sobrar dele, e irá se opor a deixar a UE sem acordo', disse Corbyn em um salão lotado durante a conferência da legenda na cidade de Liverpool.

    'E é inconcebível que nós saiamos da Europa sem acordo -- isso seria um desastre nacional. É por isso que, se o Parlamento votar um acordo dos conservadores ou se o governo falhar em alcançar algum acordo, nós pressionaríamos por uma eleição geral', disse ele sendo ovacionado.

    O Brexit divide o Partido Trabalhista assim como faz dentro do Conservador e na maior parte do país, mas Corbyn tem tentado remendar a divisão de seu partido ao manter aberta a opção de realizar um segundo referendo sobre a permanência na UE.

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    Plano de May para o Brexit fracassa após 'humilhação' pela UE, diz mídia britânica

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - As propostas da premiê britânica, Theresa May, para o Brexit foram declaradas mortas pela mídia do Reino Unido nesta sexta-feira, depois do que viram como uma humilhação de May durante cúpula informal com líderes da União Europeia em Salzburgo.

    Após jantar na cidade austríaca, líderes da UE disseram que trabalharão para chegar a um acordo do Brexit no próximo mês, mas rejeitaram a proposta de May.

    Para a mídia britânica, a mensagem foi clara.

    'Seu Brexit está quebrado', disse o jornal Daily Mirror.

    Outros jornais britânicos usaram uma foto da Reuters em suas primeiras páginas mostrando a premiê, vestindo um casaco vermelho, aparentemente isolada de um grupo de líderes da União Europeia.

    'May humilhada', disse o jornal Guardian. 'Humilhação para May', disse a manchete do Times.

    'Fim das esperanças de May em Salzburgo à medida que líderes da UE rejeitam acordo de Chequers', escreveu o Financial Times, que tem defendido fortemente a filiação do Reino Unido à União Europeia. A BBC disse: 'Rejeição constrangedora para premiê em Salzburgo'.

    As manchetes negativas indicam o tamanho da divergência entre Londres e os outros 27 países membros da UE sobre o futuro do Brexit.

    O Sun foi mais longe: 'Ratos sujos da UE - mafiosos europeus emboscam May', disse, ao lado de uma caricatura do presidente francês, Emmanuel Macron, e do presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, como gângsteres armados.

    Macron disse que as propostas de May, conhecidas como Chequers em referência a casa de campo onde foram aprovadas pelo gabinete britânico em julho, são 'inaceitáveis'.

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, tentou acalmar a situação, mas pediu ação, comparando o Reino Unido e a União Europeia a dois porcos-espinhos apaixonados.

    'Quando dois porcos-espinhos se abraçam, é preciso ter cuidado para não haver arranhões', disse a jornais austríacos.

    O Reino Unido deve se desligar do bloco no dia 29 de março, mas pouco está definido. Até agora não há um acordo de saída completo e alguns parlamentares prometeram votar contra um possível acordo do Brexit.

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    UE promete elevar tarifas de automóveis se Trump renegar acordo

    BERLIM (Reuters) - A União Europeia responderá da mesma forma se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renunciar à promessa de se abster da imposição de tarifas sobre automóveis da região, disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, enquanto as tensões comerciais entre a Europa e os Estados Unidos aumentavam novamente.

    Juncker disse à emissora alemã ZDF nesta sexta-feira que a UE não deixará ninguém determinar suas políticas comerciais. Se Washington decidiu impor tarifas de automóveis depois de tudo, 'então nós também faremos isso'.

    Trump rejeitou na quinta-feira uma oferta da UE para eliminar tarifas sobre carros e disse que as políticas comerciais da UE são 'quase tão ruins quanto as da China', informou a Bloomberg News.

    Juncker disse que negociou um 'acordo para acessar-fogo' com Trump em julho e, apesar de tais acordos serem frequentemente ameaçados, eles geralmente são respeitados.

    A chanceler Angela Merkel deve se reunir com Juncker na terça-feira, informou a porta-voz do governo alemão, Ulrike Demmer, nesta sexta-feira. Ela se recusou a comentar sobre as últimas declarações de Trump, mas disse que a Alemanha fundamentalmente procurou reduzir as barreiras comerciais e promover o livre comércio.

    A questão comercial também deve ser abordada quando Merkel se encontrar com o presidente francês, Emmanuel Macron, na França, nesta sexta-feira.

    A UE continua em desacordo com os Estados Unidos em relação ao bloqueio dos Estados Unidos à nomeação de juízes na Organização Mundial do Comércio, às tarifas estabelecidas por razões de segurança nacional e à dura postura de Washington em relação à China.

    Trump havia concordado em julho em conter as tarifas de 25 por cento sobre as importações de automóveis, enquanto os Estados Unidos e a Europa falavam em cortar outras barreiras comerciais, mas as autoridades americanas ficaram frustradas com o ritmo lento do progresso.

    (Por Andrea Shalal com reportagem adicional da Marine Pennetier)

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