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    Haddad não descarta conflito armado entre Brasil e Venezuela caso Bolsonaro seja eleito

    Por Maria Clara Pestre

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira acreditar que 'possa ter algum fundamento' a possibilidade de um conflito armado entre Brasil e Venezuela, caso seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), seja eleito presidente no próximo domingo.

    'Eu recebi um vídeo de um discurso, que precisa ser checado, mas supostamente do filho do Bolsonaro... dizendo que uma das primeiras providências seria derrubar o governo Maduro', disse Haddad em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, ao ser questionado sobre a possibilidade de um conflito armado entre os dois países.

    Haddad não mencionou qual filho do presidenciável do PSL estaria no vídeo citado.

    'Eu não sei se esse vídeo, ele teria sido em um discurso na avenida Paulista em que ele teria dito isso. Pela hostilidade que ele manifesta, com relação a esse vizinho em particular, quero crer que possa ter algum fundamento, lembrando que o Brasil está há 140 anos sem conflito com seus vizinhos', acrescentou o petista.

    'Agora, a ideia também de colocar uma base militar americana no Brasil também é fonte de preocupação porque nós não temos essa tradição, montar uma base militar no território brasileiro. O Bolsonaro, e isso eu ouvi, declarou que a Base de Alcântara seria cedida para os americanos. Então há preocupações, pode haver uma escalada armamentista na região.'

    Bolsonaro tem repetido na campanha eleitoral que o Brasil pode se transformar em uma Venezuela --que vive uma grave crise político-econômica e humanitária-- se o petista ganhar a eleição.

    Na entrevista, Haddad disse que o Brasil está fazendo de conta que não sabe quem é Bolsonaro, mas que todos sabem.

    O petista avaliou que o volume de notícias falsas diminuiu após reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre suposto pagamento por empresários para envio em massa de mensagens no WhatsApp contra sua candidatura.

    Haddad acusou o adversário, no entanto, de agora usar o horário eleitoral gratuito para propagar mentiras.

    (Reportagem de Maria Clara Pestre)

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    Familiares dizem que 7 venezuelanos foram assassinados em mina de ouro remota

    Por Maria Ramirez

    TUMEREMO, Venezuela (Reuters) - Ap menos sete pessoas foram assassinadas perto de uma mina de ouro remota do sul da Venezuela, disseram familiares na quarta-feira, o mais recente de uma série de incidentes violentos ligados à mineração ilegal no país assolado por uma crise.

    Uma expedição militar encontrou os corpos perto de uma mina remota de uma floresta a cerca de quatro horas de carro da cidade de Tumeremo, disseram na quarta-feira os familiares das vítimas, que acreditam que o incidente foi resultado de uma luta entre grupos armados pelo controle da área.

    Nem o Ministério da Informação nem a Procuradoria-Geral da Venezuela responderam a pedidos de comentário. A Reuters não conseguiu obter comentários das autoridades da base militar de Tarabay, para onde os corpos foram levados.

    'Minha filha tinha ferimentos no rosto, eles a sequestraram e mais tarde a balearam na cabeça', disse Nassif Suliman, de 57 anos, que viajou com a expedição militar para buscar o corpo de sua filha de 22 anos, Adela.

    Ele chegou à base militar com um caixão para o enterro. Os parentes disseram que os assassinatos ocorreram no domingo e que só souberam na segunda-feira porque algumas pessoas conseguiram fugir da mina.

    Outros moradores de Tumeremo temem que a violência que vitimou as sete pessoas pode ter cobrado a vida de outros que trabalham nos arredores, e realizaram um protesto diante da base militar exigindo buscas adicionais.

    Os venezuelanos vêm recorrendo cada vez mais à mineração de ouro informal, já que a economia socialista do país está desmoronando e milhões de pessoas têm dificuldades para obter produtos alimentícios básicos no país-membro da Opep antes próspero por causa da hiperinflação.

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    Oposição da Venezuela homenageia político que morreu na prisão

    CARACAS/GENEBRA (Reuters) - Cantando o hino nacional enquanto carregavam um caixão, parlamentares da Venezuela homenagearam na terça-feira um político da oposição que autoridades dizem ter se matado pulando da janela de uma prisão, mas cujo partido afirma que foi assassinado.O vereador Fernando Albán, de 56 anos, foi preso na sexta-feira devido ao suposto envolvimento na explosão de dois drones durante um desfile militar em agosto que era comandado pelo presidente Nicolás Maduro, disse o ministro do Interior, Néstor Reverol.

    Em uma publicação no Twitter, Reverol disse que, quando estava na sala de espera do 10º andar da sede da agência venezuelana de inteligência, Albán saltou pela janela.

    Este relato divergiu daquele do procurador-geral venezuelano, Tarek Saab, que disse em comentários televisionados que Albán pediu para usar o banheiro e pulou de lá.

    Adversários do socialista Maduro dizem que Albán, um católico devoto e homem de família, não poderia ter se suicidado, e acusaram as autoridades de acobertarem um assassinato.

    'Só o regime de Maduro é responsável pelo assassinato de Fernando Albán', disse a parlamentar de oposição Delsa Solorzano durante uma sessão especial do Congresso em homenagem a Albán.

    O partido de oposição Primeiro Justiça, ao qual Albán pertencia, disse que a prisão dele se deveu a declarações que fez em reuniões recentes da ONU na cidade de Nova York denunciando violações de direitos humanos na Venezuela.

    As autoridades ainda não divulgaram o relatório da autópsia.

    Um dos advogados de Albán, Joel Garcia, disse a repórteres que uma autópsia realizada no instituto médico legal nacional mostrou sinais de traumatismo grave no crânio, no peito e nos quadris, além de indícios de uma queda.

    Na terça-feira o escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação independente.

    A porta-voz de direitos humanos da ONU, Ravina Shamdasani, disse em um boletim à imprensa em Genebra que o escritório está preocupado com a notícia da morte de Albán e também por ele não ter sido apresentado a um juiz dentro de 48 horas, como exigido pela lei da Venezuela.

    'De fato pedimos uma investigação transparente e independente para esclarecer as circunstâncias de sua morte', disse. 'Entendemos que existem relatos conflitantes sobre o que exatamente aconteceu'.

    (Reportagem de Stephanie Nebehay, em Genebra; e Angus Berwick, Vivian Sequera e Alexandra Ulmer, em Caracas)

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    ONU pede inquérito sobre morte de parlamentar venezuelano de oposição na prisão

    GENEBRA (Reuters) - O escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta terça-feira um inquérito independente sobre a morte de um parlamentar venezuelano de oposição que as autoridades dizem ter se matado pulando de um edifício da agência de inteligência do país, mas cujo partido afirma que foi assassinado.

    O vereador Fernando Albán, de 56 anos, foi preso na sexta-feira devido ao seu suposto envolvimento na explosão de dois drones durante um desfile militar em agosto que era comandado pelo presidente Nicolás Maduro, disse o ministro do Interior, Néstor Reverol.Em uma publicação no Twitter, Reverol disse que, quando estava na sala de espera do 10º andar da sede da agência estatal de inteligência Sebin, Albán saltou pela janela.O relato divergiu daquele feito pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, que disse em comentários televisionados que Albán pediu para usar o banheiro e pulou dali.'Estamos preocupados com a notícia da morte, e também preocupados com o fato de que ele não foi apresentado a um juiz dentro de 48 horas, que é a exigência da lei da Venezuela', disse a porta-voz de direitos humanos da ONU, Ravina Shamdasani, em um boletim à imprensa em Genebra.

    'De fato pedimos uma investigação transparente e independente para esclarecer as circunstâncias de sua morte. Entendemos que existem relatos conflitantes sobre o que exatamente aconteceu'.O partido opositor Primeiro Justiça, para o qual Albán atuava como vereador em Caracas, disse que ele foi assassinado e que sua prisão se deveu a declarações que ele fez em reuniões recentes da ONU na cidade de Nova York denunciando violações de direitos humanos na Venezuela.(Por Stephanie Nebehay)

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    Hospital da Venezuela ensina 'método canguru' a mães para economizar incubadoras

    Por Vivian Sequera

    CARACAS (Reuters) - O maior hospital maternidade da Venezuela está pedindo às mães para cuidarem de bebês prematuros sem gravidade através do contato pele a pele conhecido como 'método canguru', em vez de colocá-los em incubadoras, à medida que sofre com falta de equipamentos médicos.

    Na semana passada, médicos do Hospital Concepción Palacios deram aulas para ensinar enfermeiras e mães como segurar recém-nascidos junto ao peito nu dentro de uma bolsa ou envoltos em panos.

    Pesquisadores descobriram que o método canguru --que vem ganhando aceitação em países como Estados Unidos, Noruega e Finlândia-- é uma maneira de reduzir a mortalidade infantil e melhorar o desenvolvimento de bebês prematuros e abaixo do peso.

    Na Venezuela, cujos hospitais públicos sofrem com a falta de remédios básicos e a fuga de enfermeiras e médicos para o exterior depois de cinco anos de crise econômica, o método canguru também pode ser uma forma de diminuir o uso de recursos escassos.

    Um médico veterano do Concepción Palacios, que falou anonimamente, disse que o hospital carece de quase todo o material necessário para tratar dos pacientes, como água, desinfetante, leitos e cubículos.

    O Ministério da Informação venezuelano não respondeu a um pedido de comentário sobre a falta de equipamento nos hospitais.

    De acordo com as estatísticas mais recentes do Ministério da Saúde do país, a mortalidade infantil --a morte de crianças de menos de 2 anos-- aumentou 30 por cento em comparação com o ano anterior e chegou a 11.466 casos em 2016.

    O relatório citou sepse neonatal, pneumonia, síndrome da angústia respiratória do recém-nascido e precocidade como as causas principais.

    Lide Diaz, coordenadora do programa de método canguru do Concepción Palacios, disse que, graças à nova abordagem, as incubadoras estarão disponíveis para bebês cujo estado é considerado grave.

    'Tiramos o bebê da incubadora... e o colocamos aqui', disse Lide, apontando para o peito.

    O Concepción Palacios é o único hospital público da Venezuela com tal programa, já que outros não conseguem proporcionar o ano inteiro de acompanhamento que é necessário, explicou Lide. Os quartos do programa são bem conservados, com imagens de cangurus nas paredes.

    O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) forneceu assistência técnica e equipamento médico para o hospital avaliar a saúde dos bebês.

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    Maduro diz que chefe de direitos humanos da ONU será bem-vinda à Venezuela

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na quinta-feira que a chefe de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Michelle Bachelet, pode visitar a Venezuela quando quiser, depois que a ex-presidente chilena exortou o governo venezuelano a permitir uma investigação internacional sobre a situação humanitária no país.

    'Claro, quando quiser', disse Maduro a repórteres quando perguntado na ONU se aceitaria uma missão que informe sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela. 'Presidenta Bachelet, alta comissária, coordene com a chancelaria quando quer ir à Venezuela, sempre será bem-vinda', acrescentou.

    Bachelet, ex-presidente do Chile, assumiu o comando do Conselho de Direitos Humanos da ONU no dia 1º de setembro.

    Na quinta-feira, o Conselho de Direitos Humanos disse que aprovou uma resolução expressando grande preocupação com as supostas violações de direitos humanos na Venezuela, e instou o país a permitir que Bachelet elabore um relatório sobre a situação no local.

    Em um vídeo publicado pela ONU, Bachelet disse que, para que o Conselho seja capaz de produzir um informe imparcial sobre a situação, é vital que a deixem ingressar no país.

    Isso também seria uma oportunidade para que o Conselho tenha a 'versão oficial' do governo venezuelano, acrescentou.

    A Venezuela, que enfrenta uma crise econômica e política profunda, se tornou o centro das atenções da Assembleia Geral da ONU nesta semana por causa da situação dos direitos humanos na nação.

    Na quarta-feira cinco países latino-americanos e o Canadá informaram ter pedido ao Tribunal Penal Internacional (TPI) que investigue supostos abusos de direitos humanos do governo da Venezuela pelo uso de força para reprimir a oposição.

    Caracas rejeitou as críticas ao governo de Maduro, rotulando-as como propaganda hostil e tentativas de estabelecer o cenário propício para uma intervenção de potências estrangeiras no país.

    (Por Dave Graham)

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    Presidente da Venezuela diz estar disposto a conversar com Trump

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na noite de quarta-feira em discurso na Assembleia Geral da ONU que está disposto a estender a mão e discutir uma 'agenda aberta' com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Horas antes, Trump havia manifestado disposição de se encontrar com Maduro, que chegou na quarta-feira à tarde a Nova York de forma surpreendente para participar do encontro da Organização das Nações Unidas.

    'Os que têm diferenças neste mundo são os que têm que dialogar... Trump disse que está preocupado em ajudar a Venezuela, estou disposto a falar com agenda aberta, com humildade', disse Maduro em seu pronunciamento de 51 minutos à Assembleia Geral.

    Maduro acrescentou que, apesar das 'imensas diferenças sociais e ideológicas' --lembrando que era motorista de ônibus, e não um magnata como Trump-- estaria disposto a apertar a mão do presidente dos Estados Unidos para discutir os assuntos da região.

    Em sua primeira participação na ONU desde 2015, o líder venezuelano disse também que 'fabricou-se uma crise migratória' de cidadãos venezuelanos como uma forma de 'justificar uma intervenção em país'.

    Segundo a ONU, cerca de 2,3 milhões de venezuelanos deixaram o país devido a uma crise marcada por recessão econômica, hiperinflação, escassez de alimentos e remédios, e problemas com serviços públicos básicos como água e eletricidade.

    (Reportagem de Vivian Sequera, Deisy Buitrago e Mayela Armas, em Caracas)

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    Maduro viaja a Nova York e Trump diz que está disposto a se reunir com venezuelano

    Por Michelle Nichols e Alexandra Ulmer

    NAÇÕES UNIDAS/CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, viajou a Nova York nesta quarta-feira para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está disposto a se reunir com o líder socialista do país sul-americano assolado por uma crise.

    O governo venezuelano não havia dito anteriormente se Maduro participaria da reunião da ONU. Maduro disse na semana passada que poderia não participar, acrescentando que 'eles me têm na vista para me matar', sem especificar quem poderia alvejá-lo.

    A Casa Branca informou que não há nenhuma reunião planejada entre os dois líderes, e o Ministério da Informação da Venezuela não respondeu a um pedido de comentário.

    Comentários de Trump mais cedo nesta quarta-feira sugeriam que ele poderia se encontrar com Maduro, que tem publicamente buscado uma reunião com Trump, seu rival ideológico, desde o ano passado.

    'Eu certamente estaria aberto a isso, eu estou disposto a me encontrar com qualquer pessoa', disse Trump nesta quarta-feira ao chegar à sede da ONU. 'Nós vamos cuidar da Venezuela e se ele estiver aqui e quer se reunir, não estava na minha cabeça, não estava no meu prato, mas se eu posso ajudar pessoas, é para isso que estou aqui.'

    Ele disse que 'todas as opções' estão disponíveis para encontrar uma solução para a crescente crise política e econômica da Venezuela, o que alimentou um êxodo para países latino-americanos vizinhos.

    'Todas as opções estão na mesa, todas', disse Trump a repórteres. 'As fortes e as não tão fortes e você sabe o que eu quero dizer por forte. Todas opções estão na mesa, no que diz respeito à Venezuela'.

    A Casa Branca disse no ano passado que uma reunião com Maduro ocorrerá quando o país retornar à democracia.

    Um grupo de países latino-americanos e o Canadá pediram à Corte Penal Internacional que investigue o governo da Venezuela por supostos crimes contra a humanidade em razão do uso de força e violência para reprimir a oposição, disse o ministro das Relações Exteriores do Peru, Néstor Popolizio, nesta quarta-feira.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu e Vivian Sequera)

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    Portugal alerta Venezuela que prisão de gerentes de supermercado pode afetar laços

    LISBOA (Reuters) - O governo de Portugal alertou a Venezuela que os laços bilaterais podem estar em risco devido à prisão de gerentes de uma rede de supermercados de origem portuguesa acusados de elevarem em excesso os preços dos alimentos, e exigiu que o problema seja resolvido rapidamente.

    O ministro de Relações Exteriores português, Augusto Santos Silva, disse que teve 'uma conversa dura' sobre o tema com seu equivalente venezuelano, Jorge Arreaza, em Nova York, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU.

    A crise diplomática crescente pode azedar as relações entre o governo socialista de Portugal e o governo de esquerda da Venezuela, onde moram cerca de 400 mil cidadãos portugueses e pessoas de origem portuguesa.

    'Disse ao meu colega que existe uma linha vermelha para nós, e que se não houver progresso na superação deste problema vai haver consequências para o relacionamento bilateral', disse o chanceler português em comentários televisionados.

    O chanceler português classificou a operação repressiva do governo da Venezuela aos negócios como 'uma iniciativa administrativa dirigida contra interesses portugueses na Venezuela'. Na sexta-feira, a chancelaria convocou o embaixador venezuelano em Lisboa para dizer que Portugal está 'muito preocupado' com as prisões.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na semana passada que 34 gerentes de supermercados foram presos após serem acusados de esconder alimentos e vendê-los a preços excessivos. A mídia local noticiou que muitos dos gerentes trabalhavam na Central Madeirense, cadeia fundada cerca de 70 anos atrás por imigrantes portugueses.

    A Venezuela está sofrendo com uma hiperinflação e uma escassez de bens básicos.

    (Por Andrei Khalip)

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    Maduro acusa Chile, Colômbia e México de auxiliarem ataque com drone

    CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os governos de direita do Chile, Colômbia e México de ajudarem 'terroristas' que tentaram matá-lo durante um ataque com drone no início de agosto.

    Os três países com governos de direita refutaram as acusações do líder socialista venezuelano de estarem envolvidos no ataque, que usou aeronaves de controle remoto com explosivos durante um desfile militar, na crise mais recente entre a diplomaticamente isolada Caracas e o restante da América Latina.

    Maduro mostrou um vídeo de um jovem venezuelano, identificado como Henryberth Rivas, que disse em uma transmissão de televisão exibida na noite de segunda-feira que participou do ataque com drone contra o presidente.]

    No vídeo, Rivas disse que depois da ação foi instruído por um colega conspirador a buscar refúgio na embaixada chilena em Caracas, de onde lhe disseram que ele seria levado em segredo à embaixada mexicana, depois para a embaixada colombiana e finalmente para a Colômbia através da fronteira.

    Mas a embaixada chilena estava fechada e o plano fracassou, disse Rivas.

    'Hoje posso dizer que temos elementos convincentes da participação de diplomatas chilenos, colombianos e mexicanos na proteção destas pessoas que cometeram um ato terrorista', disse Maduro, que também exibiu um vídeo da suposta prisão de Rivas.

    A Reuters não conseguiu corroborar os acontecimentos descritos no vídeo.

    Maduro não forneceu provas do suposto papel das embaixadas. O Ministério da Informação não respondeu de imediato a um pedido de maiores informações.

    Críticos do governo dizem que Maduro faz acusações infundadas contra nações estrangeiras ideologicamente contrárias com frequência para tentar culpar outros pela hiperinflação que corrói os salários, a grande escassez de alimentos e o crime desenfreado.

    No final de semana o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, disse que Caracas concluiu que Chile, Colômbia e México se envolveram no ataque.

    Os três países negaram as acusações.

    'O Chile rejeita as acusações caluniosas do governo venezuelano, que não tem credibilidade para distrair suficientemente da situação humanitária muito séria do país', disse o ministro de Relações Exteriores chileno, Roberto Ampuero, aos repórteres na segunda-feira.

    A chancelaria mexicana disse que solicitou a presença da embaixadora da Venezuela no México, Maria Lourdes Urbaneja, para lhe entregar uma carta rejeitando o que classificou como 'acusações infundadas'.

    (Por Alexandra Ulmer, em Caracas; Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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    Peru defende solução não militar para Venezuela, diz presidente

    Por Dave Graham

    NOVA YORK (Reuters) - O Peru rejeita uma solução militar para a crise da Venezuela, mas outras opções estão sendo discutidas para aumentar a pressão imposta ao governo do presidente Nicolás Maduro, incluindo a apresentação de uma queixa sobre direitos humanos, afirmou o presidente peruano, Martín Vizcarra, em entrevista.

    A Venezuela, que tem sofrido um colapso econômico e uma emigração em massa sob o governo Maduro, deve ser um dos assuntos centrais da Assembleia Geral da ONU realizada em Nova York nesta semana.

    Vizcarra disse que novas medidas econômicas e diplomáticas contra a Venezuela estão sendo consideradas, incluindo a apresentação de uma queixa de 'direitos humanos', mas que não há a possibilidade de ação militar.

    'Como país, precisamos ser claros ao dizer que rejeitamos uma solução militar, como de guerra', disse Vizcarra à Reuters em Nova York.

    'O que precisamos fazer é encontrar um jeito de sancionar o regime sem afetar a população', acrescentou.

    Vizcarra não entrou em detalhes sobre a medida de direitos humanos, mas pouco depois o presidente da Colômbia, Ivan Duque, disse em evento, também em Nova York, que ele e outros chefes de Estado assinarão nesta semana uma declaração denunciando o governo Maduro ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

    A Venezuela tem rejeitado as críticas ao governo Maduro como propagandas hostis e tentativas de abrir caminho para uma intervenção de potências estrangeiras no país.

    (Reportagem adicional de Dan Bases e Michelle Nichols)

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