alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE venezuela

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Araújo diz que Brasil seguirá com atuação diplomática e política sobre Venezuela

    Araújo diz que Brasil seguirá com atuação diplomática e política sobre Venezuela

    (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse nesta quarta-feira que a viagem do presidente Jair Bolsonaro a Washington deixou claro que os governos brasileiro e norte-americano partilham da mesma visão sobre a Venezuela e afirmou que o Brasil seguirá sua atuação diplomática e política para resolver a grave crise enfrentada pelo país vizinho.

    Desde janeiro, Brasil, Estados Unidos e vários outros países não reconhecem mais Nicolás Maduro como presidente legítimo da Venezuela. Esses países apoiam o autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana.

    Em entrevista coletiva para fazer um balanço da viagem presidencial aos EUA, Araújo lembrou ainda o que o próprio presidente norte-americano, Donald Trump, disse durante a visita, que os Estados Unidos ainda não impuseram as sanções mais duras contra a Venezuela.

    Já sobre a viagem que Bolsonaro fará a Israel no final do mês, o chanceler evitou responder se já há uma decisão tomada sobre a transferência da embaixada brasileira naquele país, de Tel Aviv, para Jerusalém, e se isso poderia ser anunciado durante a visita.

    Araújo argumentou que a mudança envolve uma série de sensibilidades e que a eventual transferência depende de uma decisão de Bolsonaro. O chanceler procurou ressaltar que uma maior aproximação em Israel não implica um rebaixamento na relação com os países árabes.

    (Por Alexandre Caverni, em São Paulo)

    0

    0

    12

    1 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Brasil e Argentina declaram apoio a candidato da oposição venezuelana ao BID

    Brasil e Argentina declaram apoio a candidato da oposição venezuelana ao BID

    BUENOS AIRES/BRASÍLIA (Reuters) - Brasil e Argentina apoiam o candidato indicado pelo líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, para representar o país no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), disseram autoridades de ambos os governos à Reuters na terça-feira.

    Guaidó declarou-se presidente interino da Venezuela em janeiro após afirmar que a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018 foi uma fraude. Ele indicou o economista Ricardo Hausmann para representar a Venezuela no BID.

    Um porta-voz do Ministério da Economia da Argentina confirmou que o país vai apoiar Hausmann em uma votação que deve ocorrer ainda nesta semana. Em Brasília, tanto o Ministério da Economia como o Ministério das Relações Exteriores disseram apoiar o candidato de Guaidó.

    A maioria dos países do conselho do BID deve apoiar Hausmann, exceto aqueles que não reconheceram Guaidó, como México, Uruguai, Nicarágua, Bolívia e China, de acordo com uma autoridade do banco que pediu para não ser identificada.

    A eleição de Hausmann para o conselho do BID marcaria a primeira escolha de um membro da oposição venezuelana para uma grande instituição internacional.

    Hausmann é ex-ministro do Planejamento da Venezuela e serviu como economista-chefe do BID de 1994 a 2000. Ele leciona desenvolvimento econômico em Harvard.

    (Reportagem de Gabriel Burin, em Buenos Aires, e Anthony Boadle, em Brasília)

    1

    0

    14

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Venezuela dá prazo de 72 horas para diplomatas dos EUA deixarem país; culpa Trump por blecaute

    Venezuela dá prazo de 72 horas para diplomatas dos EUA deixarem país; culpa Trump por blecaute

    Por Vivian Sequera e Deisy Buitrago

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela ordenou nesta terça-feira que diplomatas norte-americanos deixem o país em até 72 horas, depois que o presidente Nicolás Maduro acusou o presidente norte-americano, Donald Trump, de promover uma 'sabotagem' que levou o país petroleiro a sofrer o pior blecaute da sua história.

    O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, disse que os diplomatas norte-americanos em solo venezuelano devem partir dentro de três dias, depois que foram interrompidas as negociações para a manutenção de 'seções de interesse' diplomáticas nos dois países.

    'A presença no solo venezuelano desses funcionários representa um risco para a paz, a unidade e a estabilidade do país', disse o governo da Venezuela em comunicado.

    O Departamento de Estado dos EUA anunciou na segunda-feira que retirará sua equipe da Venezuela nesta semana, dizendo que sua presença se tornou 'um constrangimento para EUA'.

    Washington reconheceu o líder da oposição Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela depois que o presidente do Congresso, de 35 anos, declarou ser presidente provisório, em janeiro, afirmando que a reeleição de Maduro em 2018 foi uma fraude. A maioria dos países da Europa e da América Latina seguiu o exemplo.

    Maduro, que detém o controle das instituições militares e outras instituições do Estado, bem como o apoio da Rússia e da China, denunciou Guaidó como um fantoche dos Estados Unidos.

    Com o blecaute na Venezuela em seu sexto dia, os hospitais se esforçaram para manter os equipamentos funcionando, enquanto alimentos apodrecem no calor tropical e as exportações do principal terminal de petróleo do país foram fechadas.

    Julio Castro, da organização não governamental Médicos pela Saúde, disse no Twitter na noite de segunda-feira que 24 pessoas morreram em hospitais públicos desde o início do apagão.

    O Congresso da Venezuela, controlado pela oposição, declarou um simbólico 'estado de alarme' na segunda-feira.

    A energia foi religada para muitas partes do país nesta terça-feira, incluindo algumas áreas que não tinham eletricidade desde a última quinta-feira, de acordo com testemunhas e mídias sociais.

    Mas a eletricidade ainda era parcial em partes da capital Caracas e na região oeste, perto da fronteira com a Colômbia.

    Maduro culpou Washington por organizar o que ele disse ser um sofisticado ataque cibernético contra as operações de energia hidrelétrica da Venezuela.

    'Donald Trump é o maior responsável pelo ataque cibernético ao sistema elétrico venezuelano', disse Maduro em uma transmissão feita do palácio presidencial de Miraflores, na noite de segunda-feira.

    'Esta é uma tecnologia que só o governo dos Estados Unidos possui.'

    0

    1

    32

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA anunciam saída de pessoal diplomático remanescente da Venezuela

    EUA anunciam saída de pessoal diplomático remanescente da Venezuela

    ATLANTA, Estados Unidos (Reuters) - Os Estados Unidos retirarão todo seu pessoal diplomático remanescente da Venezuela nesta semana, anunciou o Departamento de Estado dos EUA na noite de segunda-feira.

    A medida vem na esteira da decisão, tomada por Washington no dia 24 de janeiro, de retirar todos os dependentes e reduzir o funcionalismo da embaixada ao mínimo no país sul-americano, tumultuado desde uma eleição presidencial questionada.

    'Esta decisão reflete a situação em deterioração na Venezuela, além da conclusão de que a presença de pessoal diplomático dos EUA na embaixada se tornou uma restrição para as diretrizes dos EUA', disse o Departamento de Estado em comunicado.

    A pasta não deu mais detalhes, nem estabeleceu uma data para a retirada dos funcionários da embaixada em Caracas.

    Na segunda-feira, o Congresso da Venezuela declarou um 'estado de alarme' devido a um blecaute de cinco dias que prejudicou as exportações de petróleo do país e tornou difícil para milhões de venezuelanos conseguir água e alimentos.

    A Venezuela também suspendeu o funcionamento de escolas e comércios nesta terça-feira devido ao apagão, disse o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, em um pronunciamento televisivo na segunda-feira, o terceiro cancelamento do tipo desde a queda da energia da semana passada.

    O blecaute aumentou a insatisfação em uma nação que já sofre com hiperinflação e crise política desde que o líder opositor Juan Guaidó assumiu o que chama de presidência interina em janeiro, depois de declarar como fraude a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018.

    (Por Rich McKay)

    0

    0

    10

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Venezuelanos enfrentam dificuldades com água e comida por blecaute; exportação de petróleo é interrompida

    Venezuelanos enfrentam dificuldades com água e comida por blecaute; exportação de petróleo é interrompida

    Por Shaylim Valderrama e Anggy Polanco

    CARACAS/SAN CRISTÓBAL, Venezuela (Reuters) - Grande parte da Venezuela, incluindo áreas da capital Caracas, permanecia sem eletricidade nesta segunda-feira pelo quinto dia seguido, comprometendo as vitais exportações de petróleo e deixando pessoas com dificuldade para obter água e comida.

    O presidente Nicolás Maduro, que tem dito que o blecaute sem precedentes é resultado de uma sabotagem dos Estados Unidos na usina hidrelétrica de Guri, determinou novamente a suspensão das aulas e do funcionamento de empresas e estabelecimentos comerciais, como havia feito na sexta-feira.

    Fontes do setor de energia --de onde vem a maior parte das receitas externas da Venezuela, vital para o governo Maduro-- disseram que as exportações do principal terminal petrolífero do país, José, foram interrompidas pelo blecaute.

    O Congresso controlado pela oposição convocou uma sessão de emergência para discutir os cortes de energia, que associou com suposta negligência por parte do governo socialista de Maduro.

    O mandato de Maduro está sendo contestado pelo líder do Congresso, Juan Guaidó, que invocou a Constituição venezuelana em janeiro para assumir a Presidência após declarar a reeleição de Maduro em 2018 uma fraude.

    Guaidó foi reconhecido como chefe de Estado legítimo da Venezuela pelos Estados Unidos e Brasil e pela maior parte dos países do Ocidente, mas Maduro mantém o controle das Forças Armadas e das instituições estatais.

    O blecaute, que começou na tarde de quinta-feira, tem intensificado a frustração entre venezuelanos que já sofrem com ampla escassez de alimentos e remédios, à medida que a antes próspera economia do país passa por um colapso hiperinflacionário.

    Alimentos têm estragado dentro de geladeiras, hospitais têm enfrentado dificuldade para manter equipamentos funcionando e moradores têm se aglomerado nas ruas de Caracas em busca de instáveis sinais de telefonia para contatar familiares que vivem no exterior. Nesta segunda-feira, venezuelanos faziam fila para encher recipientes com a água que escorriam de uma montanha próxima a Caracas.

    “Isso está me deixando louca”, disse Naile Gonzalez em Chacaíto, um bairro comercial de Caracas. “O governo não quer aceitar que isso é culpa deles, porque eles não fazem nenhuma manutenção há anos.”

    Especialistas consultados pela Reuters acreditam que o blecaute nacional começou em linhas de transmissão que levam a eletricidade da hidrelétrica de Guri ao sul da Venezuela.

    A rede elétrica da Venezuela tem sofrido com anos de falta de investimento e manutenção. Restrições em importações têm afetado o fornecimento de peças de reposição, enquanto muitos técnicos qualificados têm deixado o país em meio a um êxodo de mais de três milhões de venezuelanos nos últimos três anos.

    Na manhã desta segunda-feira, uma subestação de energia explodiu no sudeste de Caracas, cortando o fornecimento para áreas próximas, de acordo com testemunhas da Reuters.

    A falta de eletricidade têm agravado uma crise em hospitais da Venezuela, que também sofrem com falta de investimentos e manutenção, além da escassez de medicamentos.

    0

    0

    40

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Falta de eletricidade agrava crise dos hospitais da Venezuela

    Falta de eletricidade agrava crise dos hospitais da Venezuela

    Por Mayela Armas

    CARACAS (Reuters) - A filha de 8 anos de María Rodríguez está recebendo tratamento para hidrocefalia em um hospital de Caracas, mas desde o início do blecaute de 7 de março só é atendida parcialmente porque o centro, que agora depende de uma usina elétrica própria, opera com limitações.

    'Minha filha precisa de um tratamento de drenagem que dura seis horas que eles dão durante momentos, quando o andar chega a ter alguma luz. O pessoal nos diz que a prioridade é a terapia intensiva', disse a mãe, de 36 anos.

    Segundo ela, também tem faltado água e durante três dias os pacientes só comerão arroz e grãos.

    Os hospitais da Venezuela já estavam em crise devido à falta de insumos e falhas de equipamentos, e nos últimos dias a situação foi agravada pelo apagão.

    Agora eles dependem de usinas elétricas próprias para o funcionamento de áreas como terapia e emergência. Médicos consultados disseram que, embora existam instalações, algumas não funcionaram e outras tiveram falhas técnicas ou lhes faltou combustível.

    'O plano de contingência funcionou, se surgiu alguma falha foi corrigida, e os pacientes que o pediram foram transferidos', disse o ministro da Saúde, Carlos Alvarado, na televisão estatal, acrescentando que o governo garantiu combustível e água.

    Mas a organização não governamental Médicos pela Saúde denunciou que os problemas de abastecimento de energia e as limitações da ajuda provocaram a morte de 17 pessoas em hospitais públicos de Caracas e outras localidades.

    'A primeira coisa que devemos entender é que esta crise acontece quando os hospitais já estavam com uma capacidade operacional reduzida. Não é a mesma coisa uma crise com hospitais que funcionam corretamente', disse Julio Castro, um médico da ONG, em uma coletiva de imprensa com o líder da oposição Juan Guaidó.

    Um grupo dos Médicos pela Saúde foi a um dos hospitais de Caracas, que atende principalmente crianças, ao meio-dia de domingo para obter mais detalhes da situação do local, mas policiais os barraram.

    Mães que estavam dentro do hospital gritavam que não tinham comida e pediam aos agentes que permitissem a entrada dos médicos, mas sem sucesso, segundo testemunhas da Reuters.

    Horas depois, a diretora do hospital, Natalia Martinho, disse na TV estatal que 'as crianças estão estáveis e a reação a esta contingência foi um sucesso (...) demos alimentação às crianças e às mães'.

    0

    0

    18

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Venezuela entra no quarto dia de blecaute

    Venezuela entra no quarto dia de blecaute

    Por Brian Ellsworth e Mayela Armas

    CARACAS (Reuters) - Venezuelanos irritados fizeram fila para comprar água e combustível neste domingo, quando o país entrou no quarto dia de apagão em todo o país, que deixou alimentos já escassos apodrecendo nas lojas, casas sofrendo por falta de água e telefones celulares sem sinal.

    As autoridades conseguiram fornecer apenas acesso desigual a energia desde que o blecaute começou na quinta-feira, no que o presidente Nicolás Maduro chamou de ato de sabotagem apoiado pelos Estados Unidos, mas os críticos insistem que é o resultado da incompetência e da corrupção.

    Sem uma explicação oficial coerente do problema ou do prazo provável para resolvê-lo, os venezuelanos, que há anos encontram maneiras de rir das privações da crise econômica, estão agora preocupados com a possibilidade de que o apagão se estenda indefinidamente.

    A pior queda de energia do país ocorre enquanto Maduro enfrenta um colapso econômico hiperinflacionário e uma crise política sem precedentes. Em janeiro, o líder da oposição Juan Guaidó invocou a constituição para assumir a presidência depois de declarar a reeleição de Maduro em 2018 como uma fraude.

    Moradores irritados do bairro de Chacao em Caracas montaram barricadas ao longo de uma avenida principal e em ruas laterais para protestar contra a contínua paralisação.

    'A comida que tínhamos em nossas geladeiras estragou, as empresas estão fechadas, não há comunicação, nem mesmo pelo celular', disse Ana Cerrato, 49, comerciante, diante de uma pilha de arame farpado e detritos.

    'Nenhum país pode suportar 50 horas sem eletricidade. Precisamos de ajuda! Estamos em uma crise humanitária!'

    Filas em postos de combustível enquanto os motoristas aguardavam para abastecer com gasolina e ônibus esperavam encher de diesel. Famílias ficaram sob o sol para comprar água potável, que não está disponível para a maioria dos moradores cujas casas não têm energia.

    A estatal de petróleo PDVSA disse no domingo que os suprimentos de combustível estavam garantidos, mas muitos postos continuaram fechados por falta de energia.

    Comerciantes incapazes de manter os frigoríficos trabalhando começaram a doar queijo, vegetais e carne aos clientes.

    'Eu vou dar isso para as crianças de rua que eu vejo', disse Jenny Paredes, dona de um café, em referência ao leite que ela não poderia mais manter.

    Outras lojas tinham suprimentos roubados.

    Um pequeno supermercado em uma área da classe trabalhadora do oeste de Caracas foi saqueado na noite de sábado depois que os manifestantes barricaram uma avenida e entraram em confronto com a polícia, segundo os vizinhos e o dono da loja, Manuel Caldeira.

    'Eles pegaram comida, quebraram as vitrines, roubaram balanças e terminais de ponto de venda', disse Caldeira, de 58 anos, em pé no chão de fábrica coberto de vidro. 'Nós não estávamos aqui (quando aconteceu), chegamos aqui e descobrimos tudo isso destruído.'

    O ar na loja ainda cheirava a gás lacrimogêneo da noite anterior, quando a polícia disparou cartuchos para dispersar os saqueadores. Dois funcionários lutavam para abrir portas de proteção de aço danificadas pelos ladrões.

    'O sistema elétrico nacional tem sido objeto de múltiplos cyberataques', escreveu Maduro no Twitter neste domingo. 'No entanto, nós estamos fazendo grandes esforços para restaurar o fornecimento (de forma) estável e definitiva nas próximas horas.'

    'NENHUM DIAGNÓSTICO'

    Guaidó criticou severamente o governo por não explicar o que estava acontecendo.

    'O regime a esta hora, dias depois de um apagão sem precedentes, não tem diagnóstico', disse ele.

    Guaidó foi reconhecido como líder legítimo da Venezuela pelos Estados Unidos e pela maioria dos países ocidentais, mas Maduro mantém o controle das forças armadas e das funções do Estado.

    Apesar da pressão de marchas frequentes da oposição e das sanções dos EUA ao vital setor de petróleo do país, Maduro não está aberto a negociações para acabar com o impasse político e parece disposto a tentar ficar onde está, disse Elliott Abrams, o enviado do governo Trump para a Venezuela.

    Falando na rede de televisão norte-americana ABC, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, disse no domingo que acha que o 'momentum' está do lado de Guaidó.

    'Há incontáveis ??conversas entre membros da Assembleia Nacional e membros das Forças Armadas na Venezuela; falando sobre o que pode acontecer, como eles podem se mobilizar para apoiar a oposição', disse Bolton.

    Nos hospitais, a falta de luz, combinada com a ausência ou performance ruim de geradores reserva resultou na morte de 17 pacientes pelo país, segundo a organização não governamental Doctors for Health no sábado.

    A Reuters não pode verificar o número e o Ministério da Informação não respondeu a pedidos de comentário.

    A energia voltou brevemente a partes de Caracas e outras cidades na sexta-feira mas acabou de novo perto do meio-dia no sábado.

    (Com reportagem adicional de Shaylim Valderrama, Vivian Sequera, Corina Pons e Miguel Angel Sulbaran em Caracas e Susan Cornwell em Washington)

    0

    0

    37

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Venezuela fecha escolas e negócios em segundo dia de blecaute

    Venezuela fecha escolas e negócios em segundo dia de blecaute

    Por Vivian Sequera

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela fechou escolas e suspendeu o horário comercial, nesta sexta-feira, depois que a capital Caracas e outras grandes cidades amanheceram sem eletricidade devido a um problema que afetou a principal usina hidrelétrica do país na véspera.

    Grande parte da Venezuela estava sem energia desde a tarde de quinta-feira devido a transtornos na usina de Guri, um blecaute demorado que prejudicou a rede telefônica e o metrô de Caracas.

    O presidente Nicolás Maduro 'suspendeu as aulas e o dia de trabalho para facilitar os esforços para a recuperação do serviço elétrico do país', tuitou a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez.

    Ainda na quinta-feira, o ministro da Energia Elétrica, Luis Motta Domínguez, atribuiu as dificuldades na usina hidrelétrica a uma 'sabotagem', sem dar maiores detalhes.

    Os cortes de energia se tornaram frequentes no país-membro da Opep, que sofre há cinco anos com uma recessão profunda e uma hiperinflação que erodiu a qualidade dos serviços públicos.

    Na capital, dezenas de pessoas andavam pelas ruas no início da manhã devido ao fechamento do metrô, e outras pegavam os poucos ônibus que circulavam. Muitas não estavam cientes da suspensão do dia útil por não terem conseguido ver televisão ou ouvir as notícias.

    'Isto é um problema grave. Não é um blecaute qualquer', disse Luis Martínez, de 53 anos, enquanto caminhava para o trabalho no leste de Caracas.

    A Venezuela está atravessando uma crise política desde janeiro, quando o líder opositor Juan Guaidó se proclamou presidente interino invocando a Constituição.

    Ele foi reconhecido pelos Estados Unidos e dezenas de outros países, que dizem que a reeleição de Maduro no ano passado foi fraudulenta.

    Maduro, por sua vez, diz que Guaidó é um 'fantoche' de Washington, que acusa de querer depô-lo para se apossar da riqueza petrolífera da Venezuela.

    No hospital público Domingo Luciani, no leste de Caracas, um gerador de emergência garante a energia, disse um funcionário que limpava o local.

    'É a primeira vez que passamos um dia e uma noite sem energia', contou Elcida Pérez, de 45 anos.

    0

    0

    15

    1 S

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. venezuela

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.