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    Mais de 50 países pedem que Venezuela aceite ajuda humanitária e restaure Estado de Direito

    Por Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - Liderados pelo Peru, mais de 50 países exortaram a Venezuela nesta quinta-feira a restaurar o Estado de Direito e a abrir as portas para assistência humanitária, uma vez que uma grave crise econômica tem provocado escassez de remédios e uma desnutrição crescente.

    As forças de segurança da Venezuela são suspeitas de matar centenas de pessoas e são imunes de processos, o que indica que o Estado de Direito está praticamente ausente do país, disse o escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em um relatório no mês passado.

    Críticos dizem que o presidente Nicolás Maduro vem usando táticas cada vez mais autoritárias à medida que a economia mergulha na recessão e na hiperinflação. As condições levaram centenas de milhares de venezuelanos a emigrar no ano passado.

    Estamos preocupados com relatos a respeito de violações graves de direitos humanos que incluem execuções extrajudiciais, uso excessivo da força, prisões arbitrárias, tortura e maus tratos, e a ausência de acesso à justiça , disse o embaixador peruano, Claudio Julio de la Puente Ribeyro, no comunicado conjunto ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.

    A escassez está forçando famílias venezuelanas a reduzirem drasticamente o consumo de alimentos, e instalações de saúde carecem de remédios e equipamentos, disse De la Puente Ribeyro.

    Conclamamos a Venezuela a reconhecer a gravidade de sua situação e a abrir as portas para a assistência humanitária, a cooperar com os mecanismos de direitos humanos do Conselho .

    A Venezuela, apoiada pelas aliadas Cuba e Bolívia, interrompeu De la Puente Ribeyro várias vezes durante sua leitura. Os três países fizeram objeções processuais para tentar impedi-lo de falar, mas o presidente do fórum, o embaixador esloveno Vojislav Suc, determinou que ele podia prosseguir.

    O vice-embaixador da Venezuela, Félix Peña Ramos, rejeitou uma interferência arbitrária ou ilegal .

    Mas a embaixadora mexicana, Socorro Flores Liera, disse: Receamos que os países que falam de politização sejam na verdade aqueles que estão politizando os debates, impedindo um grupo de países de fazerem declarações .

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    Temer diz que Mercosul segue vigilante sobre crise na Venezuela

    (Reuters) - O presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira que o Mercosul segue vigilante sobre a crise venezuelana, e o momento não permite hesitações.

    “Nós temos dever de fidelidade aos valores essenciais de nossos povos: democracia, liberdades fundamentais, direitos humanos , disse Temer em reunião do Mercosul, em Assunção.m

    Não foi por outra razão que nós aplicamos o protocolo de Ushuaia diante, lamentamos dizer, de uma certa ruptura existente na ordem democrática da Venezuela. E nós continuamos vigilantes frente a eventual deterioração humanística, digamos assim, no quadro daquele país.”

    A Venezuela vive grave crise político-econômica e milhares de venezuelanos têm deixado o país em direção a seus vizinhos, como o Brasil.

    “Portanto, um povo irmão da América do Sul atravessa um momento preocupante e, portanto, não há espaço para hesitações , acrescentou Temer.

    O presidente aproveitou para dizer que irá a Roraima na terça-feira, onde se concentra a grande maioria dos venezuelanos que migraram para o Brasil nos últimos meses.

    UNIÃO EUROPEIA

    Em seu discurso, Temer defendeu ainda a abertura comercial do Mercosul --bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela, que está suspensa-- e a importância das negociações com a União Europeia.

    “Eu acho que nós, durante muito tempo trabalhamos para este acordo com a União Europeia. Penso, entretanto, que nós incentivamos e acentuamos muito mais as nossas negociações nesses últimos anos. Não é sem razão, que as negociações com a União Europeia avançaram enormemente nesses últimos tempos , disse.

    Nós sabemos que na atividade político-econômica nem tudo se resolve de um dia para o outro, de um ano para o outro , acrescentou. Nós não devemos abandonar a ideia desta aliança... porque, na premissa que levantei, segundo a qual o nosso trabalho há de ser um trabalho cada vez mais de abertura para o mundo, fechar essa porta agora significa impedir o caminho das negociações que nestes últimos tempos, com todos os naturais embarassos, tem tido razoável sucesso.”

    (Por Alexandre Caverni, em São Paulo)

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    'Isolamento total': parlamentar de oposição conta sobre tempo em prisão venezuelana

    Por Fabian Cambero e Angus Berwick

    CARACAS (Reuters) - Um ano e meio no temido sistema prisional venezuelano, privado de comida e água, levaram o parlamentar de oposição Gilber Caro a perder 18 quilos, cerca de um quinto de seu peso total, segundo relato do próprio.

    Em um determinado momento, Caro diz ter usado agulha e linha para costurar seus lábios para uma greve de fome de cinco dias, em protesto contra as péssimas condições. Autoridades prisionais negam esse relato, que não pôde ser confirmado independentemente pela Reuters.

    Agora, o político de 43 anos, que foi libertado da prisão no início de junho juntamente com outros ativistas de oposição, disse que pretende denunciar as táticas empregadas pelo governo do presidente Nicolás Maduro, apesar dos libertados serem proibidos de falarem com a imprensa. 

    Maduro libertou dezenas de membros da oposição em um gesto de paz após sua reeleição para um novo mandato de seis anos no mês passado, fato que foi condenado pela maioria dos países ocidentais como uma farsa não democrática. Os Estados Unidos impuseram novas sanções à fundamental indústria de petróleo venezuelana. 

    Em entrevista, Caro, um membro da liderança do partido de oposição Vontade Popular, contou como as autoridades venezuelanas o transferiram entre solitárias em diferentes prisões para impedir que ele se sentisse acomodado. 

    Caro diz que recebeu pouca comida e água e foi impedido de ver membros de sua família ou advogados. Em sua primeira prisão na cidade de San Juan de Los Morros, no Estado de Guarico, Caro disse que ficou quatro meses sem poder falar com ninguém. 

    O que eu experimentei foi isolamento total , disse Caro, com seu rosto abatido pela perda de peso. 

    Grupos de direitos humanos e de oposição dizem que o governo Maduro está mantendo centenas de presos políticos sob acusações falsas com a intenção de reprimir as correntes divergentes no país de 32 milhões de pessoas. O sistema judiciário também é acusado de assumir um viés governamental. 

    O governo nega que os detidos são prisioneiros políticos dizendo que eles foram justamente presos por cometerem crimes violentos durante os protestos. 

    Enquanto outros detidos reclamaram do tratamento recebido, os comentários de Caro à Reuters foram os relatos mais detalhados sobre as condições de detenção desde que o governo começou a libertar dezenas de prisioneiros no dia 1º de junho. 

    Caro disse que manteve sua greve de fome em outra prisão no Estado central de Carabobo ao costurar seus lábios depois de nove meses atrás das grades. A experiência o deixou com problemas nos rins, afirmou. 

    Caro pesava menos de 58 quilos ao sair da prisão, segundo seu advogado Ramon Carmona. Um oficial na prisão de Carabobo disse que não estava autorizado a falar e pediu que os comentários fossem requisitados ao Ministério das Prisões. 

    Um porta-voz para o Ministério das Prisões da Venezuela, Franklin Suárez, negou que Caro e outros presos tivessem sido mal-tratados na prisão, descrevendo o relato de Caro como completamente falso . 

    Suárez confirmou que Caro fez uma greve de fome mas disse que ele parou depois de quatro dias por ter visto que era absurda . Ele negou que Caro tenha costurado os lábios e disse que não há agulhas na prisão. 

    As prisões superlotadas e sem lei da Venezuela são conhecidas pelo fácil acesso a contrabando de drogas, armas, computadores e telefones celulares, dizem grupos de direitos humanos. Centenas morrem todos os anos em rebeliões e brigas de gangues.

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